Uma cena da última temporada de Stranger Things mostra um diálogo em que o vilão afirma quais são seus motivos para atacar as crianças. Com a cena, a influenciadora cristã Ingred Silveira gravou um Reels para o Instagram para ilustrar a estratégia do progressismo para a doutrinação infantil.
Na cena escolhida por Ingred, o vilão Vecna diz que não aterroriza as crianças que protagonizam a série à toa: “Sabe por que escolhi as crianças? Por que escolher elas para remodelar o mundo? É porque elas são fracas, fáceis de quebrar, fáceis de remodelar, de controlar. Os inimigos perfeitos”.
A partir do discurso maligno do vilão, Ingred desenvolveu seu raciocínio: “O alvo sempre foi a mente e o coração das crianças. Elas não têm maturidade emocional, elas não têm filtro. É um papel em branco. Por isso, quem alcança a mente de uma criança não precisa convencê-la depois, basta moldá-la desde cedo”.
O conteúdo da cultura pop vem sendo moldado para afastar as crianças de princípios e valores que formaram o ambiente social do mundo ocidental, argumentou a influenciadora: “A Bíblia fala em Oséias 4.6 que ‘o meu povo perece por falta de conhecimento’. O inimigo age pela normalização, pela repetição e pelo entretenimento aparentemente inocente na vida das crianças. Através de desenhos, séries, músicas, influenciadores, infantis, tudo isso virou um campo missionário e ideológico”.
“Mensagens são passadas como ‘família tradicional é um atraso’, ‘siga os seus desejos’, ‘você pode ser o que você quiser’, erotização precoce, confundir a identidade, substituir valores bíblicos pelo relativismo moral. Isso não é coincidência, isso é estratégia, porque quem controla a geração de hoje controla o futuro”, acrescentou Ingred.
Em sua análise, ela afirmou que “nada disso vem como doutrina, vem embrulhado com cores, com personagens carismáticos, exatamente como Vecna disse, [para] quebrar, confundir e reconstruir”, e pontuou que “a Bíblia chama isso de doutrina de demônios e a Bíblia é duríssima, Jesus é muito duro quando se trata de crianças: corromper a mente de uma criança não é opinião, é responsabilidade espiritual”.
“As crianças pertencem a Deus, não ao Estado e não à indústria cultural. No fim, a pergunta não é se isso é só entretenimento, mas qual é o espírito que está por trás disso. E o dever dos pais é ‘ensina a criança o caminho que deve andar e ainda que for velho, não se desviará dele’. Isso está lá em Provérbios. Não entregue a formação moral dos seus filhos a um sistema que não os ama. Eduque os seus filhos segundo a palavra de Deus”, finalizou.