Evangelista relembra “revelação” divina de ameaça a Trump

O evangelista Rubens Gabriel compartilhou em suas redes sociais uma visão que afirmou ter recebido em 1º de janeiro de 2025, envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo ele, a revelação apontava para tentativas de atentados contra o líder americano e para ações divinas envolvendo nações sob regimes comunistas e ditaduras.

Ao descrever o que viu, Gabriel declarou: “Eu via novos atentados sendo feitos contra a vida dele para tentar matá-lo, porque através dele Deus usará esse presidente para trazer libertação para países que estão oprimidos, países que estão sofrendo na mão de ditadores, na mão de presidentes comunistas”.

Ele acrescentou: “E eu vi uma grande luta sendo levantada contra Donald Trump, porque ele trará libertação e ele será um socorro, ele será um instrumento que Deus vai usar para socorrer o país da Venezuela, para socorrer outros países que estão sendo oprimidos na mão de comunistas”.

Parte da visão, segundo o evangelista, cumpriu-se em janeiro de 2026, quando Trump ordenou uma operação que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, atualmente preso nos Estados Unidos.

Agora, Gabriel aponta que os recentes conflitos no Oriente Médio — com os ataques conjuntos de EUA e Israel ao Irã e a morte do aiatolá Ali Khamenei — também se alinham à revelação recebida. Em resposta, o governo iraniano iniciou bombardeios contra alvos americanos em países do Golfo Pérsico, intensificando a tensão regional.

O atual conflito

A motivação central declarada por Estados Unidos e Israel para o ataque conjunto ao Irã, lançado em 28 de fevereiro de 2026, foi a necessidade de uma ação “preventiva” para neutralizar a ameaça representada pelo programa nuclear iraniano, que, segundo autoridades, havia progredido a ponto de permitir a produção de material para bombas nucleares de forma iminente.

No entanto, analistas e fontes oficiais indicam que a real motivação foi mais ampla e estratégica: a percepção de que o regime iraniano estava em seu momento mais vulnerável desde a revolução de 1979, fragilizado por uma crise econômica severa, pela repressão brutal a protestos populares que mataram milhares no início do ano e com suas defesas aéreas e proxies regionais (como Hezbollah e Hamas) já severamente degradados por conflitos anteriores com Israel .

O fracasso das negociações indiretas em Genebra, onde o Irã se recusou a negociar seu programa de mísseis balísticos e seu programa nuclear, somado à determinação israelense de atacar com ou sem apoio americano, levou Washington a concluir que uma oportunidade única para degradar permanentemente as capacidades militares iranianas não deveria ser desperdiçada.