John MacArthur recebe alta após longa internação hospitalar

O pastor John MacArthur, de 85 anos, recebeu alta hospitalar após permanecer internado por mais de um mês devido a uma doença que afetou seu coração, pulmões e rins.

A informação foi divulgada na última sexta-feira, 07 de fevereiro, por Phil Johnson, diretor executivo do ministério Grace To You.

“John MacArthur está se recuperando em casa agora. Mantenha-o em suas orações”, anunciou Johnson na plataforma X.

Histórico recente

MacArthur foi internado no dia 5 de janeiro, quando sua igreja solicitou orações por sua saúde. Ao longo de 2024, passou por três cirurgias, resultando em uma recuperação lenta que o afastou do púlpito durante grande parte do ano.

Em novembro de 2023, o pastor comentou sobre os desafios enfrentados devido a intervenções cirúrgicas cardíacas e pulmonares em um curto período. “Ainda estou aqui e sou grato ao Senhor por isso. Sou grato por ver a mão boa, graciosa, gentil e providencial de Deus em todas as vicissitudes da minha vida, todas as experiências difíceis, todos os desafios, seja qual for esse desafio”, declarou na ocasião.

Estado de saúde

Durante sua internação, Phil Johnson relatou que o quadro clínico do pastor permanecia estável, embora a recuperação estivesse sendo prolongada.

No final de janeiro, afirmou que “nenhuma mudança significativa” havia ocorrido, mas destacou o otimismo de MacArthur mesmo após seis semanas no hospital.

Johnson também desmentiu rumores de que o pastor estaria recebendo cuidados paliativos clandestinamente ou ocultando atualizações sobre sua condição de saúde. Ele explicou que MacArthur sempre optou por não divulgar publicamente informações médicas e que essa postura não era específica para a doença recente.

Desde 1969, John MacArthur lidera a Grace Community Church em Sun Valley, Califórnia, e é uma das figuras mais influentes no cenário evangélico norte-americano.

John MacArthur is recovering at home now. Keep him in your prayers.

— Phil Johnson (@Phil_Johnson_) February 7, 2025

Filósofo que fundou Wikipedia deixa ateísmo e se rende a Jesus

Larry Sanger, cofundador da Wikipedia, anunciou em um artigo publicado em seu blog que deixou de ser agnóstico após 35 anos e se converteu ao cristianismo.

O filósofo, formado na área, explicou que seu campo de atuação é amplamente dominado por ateus e agnósticos, o que o levou a adotar um ceticismo em relação à fé, sem, no entanto, se tornar um opositor da religiosidade.

Sanger relatou que sua família segue a tradição luterana e que sua infância foi marcada pela presença na igreja. No entanto, durante a adolescência, passou a questionar crenças religiosas, especialmente após diálogos com um pastor cujas respostas não foram satisfatórias.

Com o aprofundamento nos estudos filosóficos, distanciou-se ainda mais da fé, tornando-se um agnóstico convicto ao longo de sua trajetória acadêmica e profissional, conforme o relato no blog.

Em 2010, no entanto, decidiu ensinar a Bíblia para seus filhos por considerá-la “o livro mais influente da História”. Durante esse processo, sua perspectiva sobre a moralidade começou a mudar. Segundo ele, passou a perceber uma relação entre o declínio religioso e mudanças culturais no Ocidente.

Nos anos seguintes, ao escrever sobre temas relacionados a Deus, fé e moralidade, Sanger começou a enxergar conexões entre a Filosofia e o cristianismo.

Seu ceticismo foi dando lugar a uma visão mais receptiva à fé, até que, em 2019, retomou a leitura da Bíblia de forma pessoal. O hábito se intensificou ao ponto de ele buscar planos de leitura em aplicativos e começar a orar regularmente.

Atualmente, o cofundador da Wikipedia reconhece a Bíblia como “a palavra inerrante de Deus” e também participa de um grupo de estudo bíblico, além de desenvolver um projeto sobre a existência de Deus.

Rick Warren diz que crucificação de Jesus foi política

Rick Warren, fundador e ex-pastor sênior da Igreja Saddleback, foi alvo de críticas nas redes sociais após sugerir que Jesus Cristo seria um centrista político nos dias atuais.

A declaração, publicada na terça-feira (13) no X, antigo Twitter, faz referência a João 19:18 e destaca que Cristo foi crucificado entre dois ladrões.

“Eles crucificaram Jesus com outros dois — um de cada lado e Jesus no meio. Os caras de ambos os lados eram ladrões. Se você está procurando pelo #verdadeiroJesus, não uma caricatura desfigurada por motivações partidárias, você o encontrará no meio, não em nenhum dos lados”, escreveu Warren.

A declaração gerou reações imediatas entre líderes cristãos, teólogos e comentaristas, que questionaram a interpretação bíblica apresentada pelo autor do livro Uma Vida com Propósitos.

John 19:18 “They crucified Jesus with two others-one on each side & Jesus in the middle.”

The guys on both sides were thieves.

If you’re looking for the #realJesus, not a caricature disfigured by partisan motivations, you’ll find him in the middle, not on either side. pic.twitter.com/wYmLyayqsZ

— Rick Warren (@RickWarren) February 11, 2025

Críticas pesadas

O editor-chefe do Babylon Bee, Joel Berry, ironizou a afirmação de Warren, sugerindo que sua interpretação do texto bíblico foi equivocada.

“Se você vai usar a história de forma tão ruim, você também deveria salientar que o ladrão da direita é aquele que foi para o céu, rs”, escreveu Berry.

Justin Peters, pastor e líder de um ministério internacional de pregação expositiva, também criticou Warren, classificando sua abordagem como teologicamente irresponsável.

“Isso é, infelizmente, típico da abordagem de Rick Warren às Escrituras. Isso teria sido ridicularizado pela hermenêutica bíblica no primeiro dia. A hermenêutica básica dita que você se esforce pela intenção autoral, e esse definitivamente NÃO é o ponto que o autor estava levantando. Isso não é apenas embaraçoso, é imperdoável”, afirmou Peters.

Aaron Edwards, professor de teologia no Cliff College, na Inglaterra, demitido em 2023 após um posicionamento contrário à homossexualidade, acusou Warren de apresentar uma versão distorcida de Jesus.

“Seu Jesus parece mais um moderado morno à sua imagem”, criticou Edwards.

Ryan Visconti, pastor da Generation Church, no Arizona, argumentou que a busca por uma posição “no meio” não é mais viável diante dos debates políticos contemporâneos.

“Como alguém poderia estar ‘no meio’ em aborto, mutilação de genitais infantis, homossexualidade, fronteiras abertas, DEI, CRT, etc? Não há meio termo entre o mal e a retidão. Você está errado, pastor Rick. Sua abordagem fazia sentido em 1990, mas não hoje”, escreveu Visconti.

O autor e apresentador de podcast Eric Metaxas reforçou essa crítica, alegando que certas questões não permitem neutralidade.

“O que isso significa? Estaremos ‘no meio’ quando se trata de nos posicionar contra matar bebês ou mutilar crianças ou corrupção em nosso próprio governo? Há um momento para sermos ousados como leões contra o mal! Isso não é ‘partidário’. É a vontade do Senhor”, declarou Metaxas.

Outros líderes reagem

A advogada Jenna Ellis afirmou que Warren deveria “ter vergonha de se chamar de pastor”. Em resposta, a repórter do Daily Wire Megan Basham expressou espanto com a declaração de Warren.

“É tão ruim que meu queixo está no chão”, escreveu Basham.

Basham, que investiga a influência de interesses progressistas na igreja americana, sugeriu que a popularidade de Warren contribuiu para sua fragilidade teológica.

“O fato de este ser o pastor de quem milhões de americanos encontraram orientação espiritual durante anos explica muito sobre o estado da nossa teologia”, disse ela.

William Wolfe, diretor executivo do Centro de Liderança Batista, afirmou que as recentes declarações de Warren justificam sua expulsão da Convenção Batista do Sul.

“Com cada postagem, Rick Warren prova a sabedoria dos batistas do sul em expulsá-lo”, escreveu Wolfe.

Contexto

A Convenção Batista do Sul confirmou, em 2023, a remoção da Igreja Saddleback da denominação por ter permitido que uma mulher atuasse como pastora docente, contrariando as diretrizes da organização. Durante o processo, Warren tentou reverter a decisão, sem sucesso.

Além de sua trajetória na igreja, Warren mantém influência no cenário global. Um site dedicado ao seu best-seller destaca sua participação no Conselho de Relações Exteriores e no Conselho do Pacífico sobre Política Internacional, além de suas palestras em eventos como o Fórum Econômico Mundial.

As recentes críticas reforçam o debate dentro da comunidade evangélica sobre a interseção entre teologia e política, destacando divergências sobre a aplicação das Escrituras em questões contemporâneas.

Congresso Mulheres DT não ocorrerá na Lagoinha, diz Ana Paula

A cantora Ana Paula Valadão anunciou que o Congresso Mulheres DT 2025 não será realizado em Belo Horizonte, na Igreja Batista da Lagoinha, local que tradicionalmente sediou o evento.

A informação, que já havia sido antecipada pelo pastor Gustavo Bessa, foi divulgada por meio das redes sociais. A mudança ocorre em meio a uma disputa envolvendo os irmãos Valadão sobre o uso do nome “Lagoinha”.

O pastor André Valadão, atual presidente da denominação, entrou com um processo judicial contra seu cunhado, Felippe Valadão, e sua irmã, Mariana, para impedir que a igreja liderada pelo casal em Niterói, no Rio de Janeiro, continue utilizando a nomenclatura.

Em resposta, Ana Paula se posicionou em defesa da irmã e rompeu com André, o que pode afetar sua participação em eventos na sede da igreja que foi presidida por seu pai por mais de 50 anos.

O Congresso Mulheres DT 2025 será realizado na Yah Church, liderada pelo pastor Lamartine Posella, localizada na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo.

O evento está programado para os dias 21 e 22 de fevereiro, e os ingressos já estão disponíveis. Outras edições estão sendo planejadas para acontecerem em cidades ao redor do Brasil, no templo de igrejas que se ofereçam para receber o evento.

Andressa Urach diz que trans serão ‘obreiras’ em sua ‘igreja’

A influenciadora Andressa Urach reiterou, por meio de suas redes sociais, a intenção de fundar uma igreja nos próximos cinco anos. Esse é mais um capítulo da guerrilha da ex-modelo contra os evangélicos.

Em um vídeo publicado recentemente, ela aparece ao lado de 12 transexuais, mencionando que alguns atuarão como “obreiras” no futuro templo religioso.

Na legenda da publicação, Andressa Urach escreveu: “Orem por nós, irmãs! Algumas meninas dessa gravação vão ser obreiras na minha igreja! Vamos juntas ganhar almas para Jesus. E um dia vamos morar no céu!!!”.

A declaração gerou grande repercussão entre seguidores e internautas, com muitos demonstrando incômodo. A mesma reação pode ser observada em agosto do ano passado, quando ela revelou seu plano de montar uma “igreja” para falar de Jesus “com língua de cobra”.

Em entrevista à revista Contigo, a influenciadora afirmou que conheceu as participantes durante a gravação de um filme adulto e decidiu incluí-las no projeto religioso. Segundo ela, algumas dessas mulheres já frequentaram igrejas evangélicas, mas acabaram se afastando devido a episódios de preconceito.

Urach também explicou que a igreja que pretende criar não cobrará dízimos e será mantida com recursos próprios: “Não vou roubar dinheiro de ninguém. Quero um espaço onde as meninas possam atuar como obreiras voluntárias e ajudar outras pessoas”, declarou.

Mulher que não podia ter filhos consegue dar à luz: 'Milagre'

Joana Darc Dias Ribeiro Correa iniciou seu trabalho no ministério infantil aos 13 anos de idade, no Rio de Janeiro. Desde cedo, desenvolveu um forte vínculo com crianças e, na juventude, manifestou o desejo de ser mãe, mas sem imaginar que um dia vivenciaria um milagre.

“Sonhava em ser professora, casar e ter quatro filhos. Com o tempo, conheci um rapaz, começamos a namorar e nos casamos. Decidi que não tomaria anticoncepcionais, pois queria engravidar logo e formar uma linda família”, afirmou Joana em entrevista ao Site Mulher Cristã.

Entretanto, ao longo dos anos, a gravidez não ocorreu. Após buscar orientação médica, recebeu o diagnóstico de ovários policísticos, condição que poderia dificultar a gestação.

“Iniciei um tratamento para tentar engravidar, mas passei por momentos difíceis, incluindo uma gravidez psicológica, que trouxe muita dor ao descobrir que não estava grávida”, relatou.

Diante da dificuldade de conceber, Joana e o esposo procuraram um especialista em reprodução assistida. Exames adicionais apontaram outras condições, como útero invertido, ausência de ovulação e miomas.

“Cada novo diagnóstico parecia me afastar ainda mais do sonho de ser mãe. Apesar disso, Deus me prometeu que eu engravidaria. Entretanto, o tempo passava, e a promessa parecia distante”, comentou.

O tratamento recomendado pelo especialista exigia autorização de um cardiologista. Durante a consulta, recebeu um parecer desanimador.

“O médico afirmou que não me liberaria, pois a gravidez representaria riscos para minha saúde. Ele sugeriu que eu adotasse um gato ou um cachorro, pois, segundo ele, eu não havia nascido para gerar. Saí do consultório arrasada, sentindo que nunca realizaria o sonho de ser mãe”, afirmou.

Mesmo diante das dificuldades, familiares de Joana mantiveram um período de oração e jejum. Em 2019, ao completar dez anos de casamento, ela fez um clamor a Deus por um milagre.

Experiência espiritual

Algum tempo depois, durante um evento da igreja, Joana relatou ter vivido uma experiência espiritual.

“Durante o louvor, senti a presença de Deus de forma intensa e um mover em minha barriga. Saí daquele culto cheia de fé”, afirmou.

Cerca de um mês depois, começou a sentir sintomas como fadiga e sono excessivo.

“Minha amiga Daniele sugeriu que eu fizesse um exame de gravidez, mas fiquei receosa, pois já tinha sofrido muitas decepções. No entanto, os sintomas persistiam, e, com o apoio do meu esposo, resolvi fazer o exame”, contou.

“Naquele momento, lembrei da palavra do Senhor: ‘Tu não serás envergonhada’”, declarou. Segundo Joana, a confirmação da gestação foi marcada por emoção e gratidão.

“Eu e meu esposo caímos de joelhos no chão, começamos a orar e chorar diante do Senhor, agradecendo por sua infinita graça e fidelidade em nossas vidas. Minha família veio até nossa casa, e todos juntos adoramos a Deus, celebrando o milagre que Ele havia feito”, relatou.

Após uma gestação sem complicações, Joana deu à luz uma menina, chamada Esther. Atualmente, aos 15 anos, a jovem é considerada pela família um testemunho de superação.

“O Senhor operou o milagre de forma completa e perfeita”, afirmou Joana.

Jottapê revela que paga 'multas milionárias' após conversão

O cantor Jottapê comentou recentemente sobre as multas milionárias que enfrenta após decidir encerrar sua carreira no funk devido à sua conversão ao Evangelho. A decisão envolveu a rescisão de contratos e a renúncia a fontes de renda que, segundo ele, iam contra princípios bíblicos.

No domingo (9), Jottapê compartilhou detalhes de sua trajetória em um vídeo publicado no YouTube. Ele relatou que, ao aprofundar sua fé, sentiu-se direcionado a abandonar práticas que antes faziam parte de sua rotina.

“Eu me batizei junto com minha esposa e, desde então, o Espírito Santo foi me constrangendo em várias áreas da minha vida: drogas, loucura e principalmente o meu trabalho, que me sustentava financeiramente, mas se tornou uma idolatria”, afirmou.

O cantor destacou que a busca por uma vida espiritual mais intensa foi determinante para sua decisão. “Quando você aprende a ouvir a voz de Deus e busca intimidade no secreto, é impossível não compreender o que Ele quer para a sua vida. E Ele falou claramente comigo que os talentos que me concedeu eram para o Reino e não para mim”, acrescentou.

Mesmo após sua conversão, Jottapê precisou cumprir compromissos contratuais e chegou a realizar apresentações contra sua vontade. Sua última performance no funk ocorreu no início de fevereiro, durante um evento da Netflix no estádio do Canindé, em São Paulo. Na ocasião, anunciou publicamente sua decisão de seguir um novo caminho.

Multas milionárias

Ao romper contratos de publicidade e encerrar sua ligação com a produtora de funk, Jottapê passou a lidar com penalidades financeiras expressivas.

“Abrimos mão de muitas rendas que vinham de coisas que não agradam a Deus”, afirmou.

O cantor citou um contrato com uma casa de apostas, pelo qual recebia mais de R$ 200 mil mensais, e destacou que ainda enfrenta dificuldades para quitar as rescisões. “Além dessa multa, também estou pagando o distrato com a produtora de funk. São valores milionários”, revelou.

No mesmo vídeo, a esposa do cantor, Estefany Boro, compartilhou seu testemunho sobre a mudança que o casal experimentou após a conversão.

“A nossa vida era uma perdição. Era festa, bebida, tudo o tempo inteiro. Algo que me envergonha muito é que, naquela época, eu e o Jottapê ficávamos com outras mulheres. Quando Jesus começou a me constranger, entendi a importância do papel da mulher na família. Temos o poder de edificar ou destruir”, declarou.

Ela enfatizou que a oração e a busca espiritual foram essenciais para a transformação do casal. “Passei a orar mais, a buscar mais, a alimentar o nosso espírito para vencer a carne”, disse.

Após o casamento e o batismo, o casal abandonou hábitos que consideravam incompatíveis com sua fé. “Tudo o que nossa família queria era servir ao Senhor”, afirmou Estefany.

Atualmente, Jottapê e Estefany congregam na igreja Paz Church, em Santana de Parnaíba. Assista:

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Sonaira: 'A esquerda não suporta dois segundos de verdade'

Em entrevista concedida ao Jornal da Oeste nesta sexta-feira, 7, a vereadora de São Paulo Sonaira Fernandes (PL-SP) afirmou que a esquerda “não suporta dois segundos de verdade”.

Durante a conversa, Fernandes mencionou o caso do vereador Lucas Pavanato (PL-SP), alvo de um processo judicial após declarar que a vereadora transexual Amanda Paschoal (Psol) é “biologicamente homem”. A declaração levou Amanda a denunciá-lo ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) por “injúria transfóbica”.

A parlamentar comparou a situação ao episódio ocorrido em 2021, quando, após seu primeiro discurso na Câmara Municipal, foi criticada pela então vereadora Érika Hilton (Psol). Na ocasião, Sonaira havia afirmado que os conceitos de feminilidade e masculinidade estavam sendo distorcidos. Em resposta, Érika a classificou como “transfóbica e homofóbica” durante discurso na tribuna.

“Essas palavras foram suficientes para que ela fizesse os ‘elogios’ que eles geralmente fazem”, declarou Sonaira. “Eu a presenteei com uma Bíblia e reafirmei uma verdade incontestável: homem é homem, mulher é mulher. A esquerda não suporta dois segundos de verdade.”

A vereadora também afirmou que Pavanato tem o respaldo da bancada do PL na Câmara Municipal e sustentou que ele está correto em suas declarações.

Debates sobre pautas

Na mesma entrevista, Sonaira Fernandes destacou que há um movimento crescente na Câmara Municipal voltado à tramitação de projetos de lei alinhados a pautas progressistas.

Segundo a parlamentar, a transição de gênero tem sido um dos principais temas debatidos desde o final do ano passado, e a esquerda teria tentado incluir essa questão na votação final do orçamento municipal.

Outro tema mencionado foi o aborto. Sonaira afirmou que há articulações para que a prática seja regulamentada e financiada com recursos da Prefeitura de São Paulo. Além disso, alertou sobre a atuação da Bancada da Educação, que, segundo ela, representa um risco dentro da Casa Legislativa.

Atuação da direita

Ainda segundo Sonaira, a atuação da direita na Câmara Municipal tem sido mais consolidada, o que, em sua visão, representa um avanço em relação aos anos anteriores, quando disse ter feito oposição à esquerda de maneira isolada.

A parlamentar enfatizou que essa nova configuração tem garantido um posicionamento mais firme em relação a pautas conservadoras e ao combate de propostas progressistas defendidas por partidos de esquerda.

Por fim, segundo a Revista Oeste, Sonaira Fernandes afirmou que a direita segue mobilizada para evidenciar o que classificou como “absurdos” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Assista a íntegra da entrevista, abaixo:

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Evangelismo com surfistas une esporte à fé: 'O Senhor no mar'

No extremo sul da Costa Rica, Pavones se destaca como um dos principais destinos para surfistas em busca de ondas de longa duração. Além do reconhecimento no cenário do surfe, o local também tem sido marcado pela atuação do grupo “Christian Surfers”, que busca conectar a comunidade do surfe à fé cristã por meio de atividades na praia e distribuição da “Bíblia dos Surfistas”.

Os líderes do movimento explicam que o objetivo não é promover conversões em massa, mas oferecer um espaço de acolhimento e companheirismo para aqueles que compartilham a paixão pelo mar.

“Quando você fala para os surfistas irem à igreja, eles imaginam bancos, vitrais e órgãos. Não estamos tentando fazer proselitismo em massa, mas queremos ser irmãos deles, amá-los, surfar com eles. Muitos estrangeiros buscam experiências espirituais com a ayahuasca, mas por que não encontrar o Senhor no mar?”, afirmam.

A iniciativa parte do entendimento de que o surfe representa uma subcultura com valores e experiências próprias, o que faz com que a abordagem tradicional da igreja nem sempre alcance esse público.

A proposta dos “Christian Surfers” é apresentar a espiritualidade cristã de forma acessível e relevante, relacionando a conexão dos surfistas com a natureza a um caminho de fé.

O movimento, que conta com aproximadamente 175 filiais em mais de 35 países, incluindo Japão, Noruega e Estados Unidos, expandiu recentemente sua presença na Costa Rica. Em Pavones, a rua principal recebe o nome de “Perfect Waves” [Ondas Perfeitas], em referência às condições ideais do local para o surfe.

A atuação na região tem entre seus principais responsáveis o norte-americano Chandler Brownlee. Ex-ministro batista, Brownlee, de 52 anos, é natural da Flórida, pai de três filhas e entusiasta da vida selvagem.

Ele reforça a proposta do movimento ao afirmar que a busca pela onda perfeita nem sempre resulta em satisfação plena. “Mesmo que você pegue a onda perfeita, pode se sentir vazio por dentro. E isso abre uma oportunidade para Deus entrar.”

Origem e desafios

O “Christian Surfers” foi fundado na Austrália no final da década de 1970 com o objetivo de combater a discriminação que surfistas cristãos enfrentavam tanto dentro das igrejas quanto no ambiente do surfe. O grupo buscava reduzir o preconceito contra surfistas – frequentemente associados a um estilo de vida alternativo – e, ao mesmo tempo, aproximar essa comunidade da fé cristã.

Para isso, o movimento adota cinco pilares estratégicos: conectar, discipular, servir, fazer parcerias e equipar. Além das interações presenciais, um devocional semanal é enviado aos integrantes da comunidade de fé. O lema do grupo resume a proposta: “Juntos Somos uma Família e uma Missão”.

Os líderes do movimento incentivam a participação de novos membros e reforçam a importância da missão, informou o Evangelical Focus.

“Nós convidamos você a se juntar a nós em uma busca vitalícia de construir o Reino por meio deste chamado muito especial de Surfistas Cristãos. Temos a oportunidade de ajudar a transformar vidas de uma forma eterna, e você tem o poder dado por Deus para adicionar combustível a este fogo… para compartilhar o amor de Jesus com cada surfista e cada comunidade de surfe!”, destacam.

Pais se revoltam com escola que fez atividade LGBT+ com alunos

A relação entre escola e família desempenha um papel fundamental na educação de crianças e adolescentes, especialmente em temas sensíveis. Recentemente, uma atividade realizada em uma escola da Califórnia gerou debate sobre o direito dos pais de serem informados sobre o conteúdo pedagógico oferecido aos alunos.

No Distrito Escolar Unificado de Vista (VUSD), em San Diego, estudantes da Rancho Buena Vista High School participaram de uma atividade intitulada “Coming Out Stars”, inspirada no grupo The Trevor Project.

O exercício propunha que os alunos se imaginassem como parte da comunidade LGBT e encenassem um processo de revelação de identidade. A situação ganhou notoriedade após alguns estudantes, citando objeções religiosas, recusarem-se a participar e deixarem a sala de aula.

Dean Broyles, advogado do Centro Nacional de Direito e Política (NCLP), argumentou que a escola desconsiderou os direitos dos pais ao não notificá-los previamente sobre a atividade. A Lei da Juventude Saudável da Califórnia (CHYA) determina que as escolas informem as famílias sobre conteúdos relacionados à educação sexual, permitindo que optem por excluir seus filhos dessas discussões.

De acordo com Broyles, o distrito escolar utilizou uma brecha na legislação para abordar identidade de gênero em disciplinas que não se enquadram nos critérios estabelecidos pela CHYA, evitando assim a obrigatoriedade de aviso prévio.

Entidade solicita posicionamento

Além da atividade teatral, a escola utilizou o diagrama “Unicórnio de Gênero” em outro contexto pedagógico, abordando identidade e expressão de gênero. O NCLP alega que tais ações limitam a capacidade dos pais de supervisionar o aprendizado de seus filhos em temas que podem entrar em conflito com suas convicções religiosas.

“Os pais têm o direito de conhecer o conteúdo educacional relacionado à sexualidade humana transmitio a seus filhos, especialmente quando essas informações divergem de crenças religiosas protegidas constitucionalmente”, afirmou Broyles em um comunicado.

O NCLP enviou uma carta ao VUSD solicitando que a escola emita uma retratação pública e adote medidas para garantir o cumprimento das normas de notificação parental. Até o momento, o distrito escolar não se pronunciou sobre o caso.