Homem com câncer terminal utiliza doença para evangelizar

Diagnosticado com câncer em estágio 4, John Plumley, membro da Primeira Igreja Batista de LaCenter, no Kentucky (EUA), tem encontrado na fé um propósito maior para enfrentar sua condição. Mesmo diante de uma doença terminal, ele continua compartilhando o Evangelho, vendo em sua situação uma oportunidade de servir a Deus e ao próximo.

John, que em 2024 deixou seu emprego para se dedicar integralmente ao ministério, declarou em entrevista ao Baptist Press: “Não me preocupo com o amanhã”. Sua convicção é apoiada pelo pastor Jason Hay, que descreveu o fiel como um exemplo de dedicação e fé.

“Ele serviu em diversas áreas da igreja, como professor, líder de jovens e crianças, motorista de ônibus e diácono. Mesmo com o diagnóstico, ele vive cada dia ao máximo, aproveitando cada momento para evangelizar”, afirmou Hay.

Fé inabalável

Após o diagnóstico, os médicos informaram que, sem tratamento, John teria entre cinco e seis meses de vida, enquanto a quimioterapia poderia estender esse prazo para até dois anos e meio.

No entanto, ele demonstrou uma fé inabalável: “Antes mesmo de eu nascer, Deus já havia determinado o início e o fim da minha vida. Não vou permitir que o homem defina essa data”, declarou.

John e sua esposa, Lynn, têm quatro filhos e têm enfrentado a situação como família, sustentados pela fé. “Ensinei meus filhos que Deus está no controle. O câncer impacta todas as áreas da vida, mas Deus tem suprido todas as nossas necessidades”, explicou.

Embora não se considerasse naturalmente extrovertido, John revelou que a doença o levou a testemunhar diariamente sobre a atuação de Deus em sua vida. Ele compartilhou como o Senhor tem aberto portas e usado sua história para impactar outras pessoas: “Meu testemunho é que não sou eu, é sempre Deus”.

Ministério e impacto

A trajetória de John no ministério começou quando, ainda jovem, ele começou a reconhecer o chamado de Deus. Após se mudar para o Kentucky, passou de um frequentador passivo a um colaborador ativo nos ministérios da congregação, orando por formas de ser útil. Essa dedicação o levou a participar de viagens missionárias a Nova York e Cuba, onde viu Deus agir de maneiras extraordinárias.

Desde o diagnóstico, John tem compartilhado seu testemunho em diversas igrejas e considera essa experiência uma extensão do chamado de Deus para sua vida. “Recebi muitas oportunidades de pregar e compartilhar a Palavra. Deus tem colocado pessoas no meu caminho para que eu possa testemunhar ou ser encorajado”, afirmou.

Mesmo orando por um milagre, John reconhece a soberania divina, lembrando-se de Salmo 118:24: “Este é o dia que o Senhor fez e eu me alegrarei nele”. Segundo ele, sua missão é viver cada dia com propósito, levando a mensagem de Cristo a todos ao seu redor. Com informações: Baptist Press

Vídeo: pastora diz que sexo oral é bíblico e faz parte da intimidade

A pastora, sexóloga e psicanalista Angela Sirino esteve no podcast PodCrê, onde abordou questões sensíveis relacionadas à sexualidade no contexto cristão, como a prática do sexo oral.

O episódio, que gerou ampla repercussão nas redes sociais, trouxe à tona discussões sobre como os tabus religiosos influenciam a percepção cristã sobre sexo e intimidade.

Angela enfatizou que muitos dos conceitos distorcidos sobre a sexualidade no meio cristão são resultado de uma religiosidade exacerbada, que dificulta o diálogo aberto sobre o tema.

Em sua fala, Angela ressaltou que o sexo é uma bênção dentro do casamento, citando passagens bíblicas como Deuteronômio 24:5, que enfatizam a importância da união íntima no matrimônio.

Ela também abordou o tema das práticas sexuais, defendendo que atitudes como o sexo oral não devem ser vistas como um problema para casais cristãos devidamente enlaçados pelo matrimônio.

A sexóloga mencionou trechos de Cantares 4:16, onde se sugere o prazer mútuo no casamento, destacando que a falta de entendimento sobre sexualidade pode afetar negativamente a vida conjugal.

Reação

A entrevista foi bem recebida por diversos pastores, como o pastor Yago Martins, que concordou com a abordagem de Angela, afirmando que o livro de Cantares retrata a experiência amorosa de um casal de forma legítima.

Entretanto, Angela alertou sobre o sexo anal, explicando que, além das questões espirituais, essa prática pode acarretar sérios problemas de saúde, como infecções. Ela ainda defendeu que o “uso natural” do corpo feminino deve ser respeitado dentro dos princípios bíblicos.

Com mais de duas décadas de experiência, Angela destacou a falta de comunicação como o maior desafio enfrentado pelos casais. Segundo ela, crenças limitantes em relação à sexualidade impedem o diálogo, gerando frustração e distanciamento nos relacionamentos.

Em relação à submissão da mulher, Angela explicou que, de acordo com a Bíblia, ela não significa opressão, mas sim a colaboração e parceria mútua no cumprimento de uma missão compartilhada no casamento.

Para a pastora, a verdadeira submissão é a construção de um casamento equilibrado, onde ambos desempenham papéis fundamentais na criação de uma família sólida.

Angela Sirino, autora de livros sobre família e sexualidade e fundadora do Instituto Fazendo a Diferença, é casada e mãe de três filhos. Seu trabalho busca orientar mulheres a viverem com propósito, fundamentadas em princípios cristãos. Assista:

Assine o Canal

Britânica deixa o ateísmo após aceitar a Jesus em igreja do Brasil

No dia 14 de janeiro de 2025, Chloe Sinclair, uma britânica que reside no Brasil, compartilhou um relato pessoal tocante sobre sua jornada espiritual. Ela contou como, após anos de ateísmo, encontrou a fé em Jesus Cristo em uma igreja brasileira, um processo que mudou sua vida de forma profunda e transformadora.

Chloe nasceu e cresceu em Londres, onde foi criada dentro da tradição da Igreja Anglicana. No entanto, ao longo dos anos, ela se distanciou da religião e passou a se identificar como ateia.

Ela atribui essa mudança principalmente à influência da mídia, que, em sua visão, tem trabalhado para desacreditar o cristianismo, apresentando-o como algo ultrapassado e sem sentido. Para Chloe, a sociedade transmitia a ideia de que ser inteligente era incompatível com a fé religiosa.

Sua história tomou um novo rumo quando ela se mudou para o Brasil. No país, Chloe se deparou com uma vivência religiosa muito mais aberta e autêntica, que a fez questionar suas crenças e despertar uma curiosidade sobre a fé cristã.

Ela começou a frequentar cultos e, com o tempo, experimentou um processo gradual de reconciliação com Deus. O ponto de virada ocorreu quando, durante um culto, o pastor fez um apelo para que aqueles que desejassem aceitar Jesus se aproximassem.

Chloe se levantou, foi à frente, e ao ser rodeada pela oração da igreja, sentiu como se um grande peso fosse retirado de seus ombros. Desde aquele momento, ela percebeu que sua vida nunca mais seria a mesma.

Chloe também compartilhou suas novas experiências no Brasil, como aprender a surfar e dominar a língua portuguesa, e destacou a importância da comunidade cristã local em sua transformação.

Ela expressou sua gratidão a Deus e ao povo brasileiro, reconhecendo que, antes de sua conversão, enfrentava sérios desafios emocionais e espirituais. “Eu era ateia e passava por momentos difíceis, mas agora, como cristã, encontro paz”, afirmou Chloe, concluindo seu testemunho com uma mensagem de esperança e renovação. Assista:

'Os médicos não explicam', dizem pais de bebê curado em audição

Sophia, uma bebê dos Estados Unidos, nasceu com perda auditiva total nos dois ouvidos. Porém, após uma oração comunitária, ela foi completamente curada, surpreendendo médicos e familiares.

Em julho de 2023, Kim e Cory Caron, residentes de Somersworth, New Hampshire, celebraram o nascimento de Sophia, sua quarta filha. No entanto, logo perceberam que a menina não apresentava sinais de audição. Kim relatou à AG News: “Ela parecia uma criança normal, exceto pelo fato de não reagir aos sons, como o latido do cachorro ou a minha voz”.

Aos seis meses, após diversos testes, os médicos diagnosticaram Sophia com perda auditiva bilateral, ou seja, a ausência de audição em ambos os ouvidos. Além disso, os exames mostraram que seus tímpanos não estavam funcionando.

Inicialmente, a descoberta foi um choque para os pais. No entanto, foi nesse momento de crise que a fé se tornou um ponto de apoio para o casal. Eles frequentam a Restoration Church em Dover, onde se conheceram e servem no ministério da juventude.

Em uma manhã, enquanto Sophia se submetia ao terceiro exame de audição, a igreja estava realizando uma conferência. O pastor Nate Gagne, confiante de que a cura aconteceria, disse a Kim que a congregação oraria por Sophia.

Kim relembra que, nesse período, os diagnósticos médicos desafiavam sua fé: “Eu achei que nunca ouviria ela dizer ‘eu te amo’, ‘mamãe’ ou ‘papai’. Isso partia meu coração”. No entanto, ela se lembrou dos milagres presenciados em sua igreja, como curas de cegueira e surdez, o que a fez refletir sobre a possibilidade de um milagre para sua filha.

Na segunda noite da conferência, um momento de oração pela cura foi organizado, e Kim se dirigiu ao berçário para pegar Sophia. “Eu me senti paralisada, mas, pela graça de Deus, consegui pegar a Sophia.

O pastor Nate começou a orar por ela”, contou Kim. “Algo me impedia de orar por minha própria filha, mas Nate disse: ‘Você precisa orar por ela’. Quando ele orou com autoridade, senti que algo foi quebrado em mim e senti o poder de Deus”, afirmou.

Após o evento, Kim e Cory oraram juntos em casa, pedindo a cura de Sophia. Dois dias depois, Kim chamou o nome de sua filha e, para sua surpresa, Sophia a olhou. “Eu pensei: ‘Isso acabou de acontecer?’”, disse Kim. Quando uma amiga chegou para visitá-los, Sophia a olhou diretamente, algo que nunca havia feito antes.

A confirmação da cura veio quando Sophia fez outro exame. Os médicos constataram que a bebê agora conseguia ouvir todos os sons testados. “Fiquei tão impressionada com a maravilha de Deus que não conseguia acreditar. Sophia tem uma audição perfeita. Não há mais nada de errado”, declarou Kim.

Os registros médicos, comparando os diagnósticos anteriores e posteriores, revelaram uma mudança clara: Sophia passou de uma perda auditiva total para uma audição normal, compatível com a de uma criança de 1 ano.

Os médicos envolvidos, incluindo um especialista em otorrinolaringologia e um fonoaudiólogo, não conseguiram encontrar explicação para o ocorrido. “Todos disseram: ‘Não sabemos o que aconteceu, mas ela pode ouvir agora’”, relatou Kim.

Ao compartilhar a cura com o pastor, ele respondeu com alegria: “Nós apenas rimos juntos, porque sabíamos que o Senhor a curaria”. Durante a transmissão ao vivo da igreja naquele domingo, Nate compartilhou o testemunho de Sophia, glorificando a Deus pela cura.

O milagre de Sophia tocou muitas vidas, incluindo a de seus familiares. Após o ocorrido, alguns parentes de Kim começaram a frequentar a igreja, e suas sobrinhas foram batizadas.

Pastor utiliza pinturas para proclamar o Evangelho: “Vem de Deus”

O artista e pastor Diego Mendonça compartilha sua jornada artística e espiritual, destacando a influência da fé em suas pinturas. Desde jovem, aos 15 anos, ele começou a vender seus primeiros quadros, demonstrando um talento natural.

Hoje, além de ser um renomado artista plástico, Mendonça dedica-se também à liderança espiritual, unindo sua arte à sua fé cristã.

Em entrevista, Diego destacou a importância da inspiração divina em seu processo criativo das pinturas. “A inspiração vem de Deus”, declarou. Cada pincelada é uma busca por conexão com o Senhor, com o objetivo de alinhar sua arte à vontade divina.

“Quando começo um novo trabalho, oro pedindo a Deus que me inspire, criando obras que toquem as pessoas e estejam em sintonia com a Bíblia. Quero que minhas obras sejam um canal para comunicar a mensagem de Deus”, afirmou.

Com uma formação sólida em direito, artes e teologia, Diego Mendonça possui uma visão abrangente que lhe permite expressar sua fé por meio da pintura de forma única e profunda.

Além disso, Mendonça é um defensor da liberdade artística, destacando a importância da fé na vida do artista cristão. A Igreja Batista da Lagoinha, em especial, teve um papel significativo em sua carreira.

Através dos congressos promovidos pela igreja, ele teve a oportunidade de divulgar sua arte profética, tocando e inspirando milhares de pessoas em todo o Brasil, segundo a Comunhão.

Por fim, o artista oferece um conselho a jovens que estão começando a sua jornada artística: “Estudem. A capacitação é essencial. Devemos nos aprofundar nas técnicas e no conhecimento sobre arte e história da arte, especialmente no contexto cristão. Dessa forma, o artista cristão pode produzir obras de grande valor.”

Walter McAlister aponta Início do Juízo e apela ao arrependimento

O Bispo Primaz Walter McAlister, líder da Aliança das Igrejas Cristã Nova Vida, emitiu um alerta sério à igreja brasileira por meio de um vídeo divulgado em suas redes sociais. Referindo-se a passagens bíblicas de Tiago, João e Paulo, o teólogo advertiu sobre o início dos “primeiros movimentos de um juízo divino sobre a Terra”.

O bispo criticou o que vê como uma crescente “mundanidade” dentro da igreja, apontando que muitos cristãos, incluindo líderes religiosos, vivem de maneira contraditória em relação aos ensinamentos da fé cristã.

Ele enfatizou que a verdadeira fé não se resume a uma simples confissão, mas exige uma vida transformada, conforme os ensinamentos de Jesus. “A igreja está cheia de pessoas que amam o mundo e que praticam o mal. Uma confissão sem transformação de vida é inútil”, declarou McAlister.

O bispo também abordou a necessidade urgente de arrependimento genuíno, afirmando que apenas aqueles que se alinham com os princípios de Cristo permanecerão firmes diante das provações.

“Estamos vivendo tempos muito graves. O juízo divino está sobre nós, especialmente no Ocidente”, alertou McAlister, citando o impacto do mundanismo, consumismo e a busca incessante por status nas redes sociais como fatores que desviam a igreja de seu propósito original.

Ao denunciar a amizade com o mundo como inimiga de Deus, McAlister lembrou que práticas como cobiça, inveja, vaidade e a busca desenfreada por prazeres terrenos vão contra os princípios divinos. Ele também criticou a superficialidade de muitas pregações atuais, que, segundo ele, evitam confrontar os fiéis com o pecado e a desobediência.

Um dos pontos mais impactantes foi sua declaração de que pastores, padres e cristãos podem estar no inferno devido à hipocrisia e à desobediência. Citando as palavras de Jesus em Mateus 7:21, McAlister afirmou: “Nem todo o que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.”

O bispo finalizou seu apelo com uma mensagem de esperança: “Ainda há tempo. Arrependa-se e siga Cristo de coração.” Ele exortou os cristãos a assumir sua responsabilidade diante de Deus, buscando uma vida de santidade, humildade e serviço ao próximo. Assista:

Assine o Canal

Racha na Assembleia: pastor tranca igreja e irmãos ficam na rua

O episódio que envolveu o pastor Romeu Batista e a Convenção COMADESMA em Imperatriz (MA) ganhou novos desdobramentos a partir de uma reunião convocada pelo líder de igreja no sábado, 4 de janeiro.

Na ocasião, Romeu Batista discutiu com pastores, líderes e membros da Igreja C6 a saída da convenção, presidida pelo pastor José Cavalcante. Após a reunião, foi decidido, com a aprovação dos participantes, que a Igreja C6 se desvincularia da COMADESMA, decisão que gerou repercussões e tensões dentro da convenção.

No domingo, 5 de janeiro, a COMADESMA reagiu de forma enérgica, destituindo Romeu Batista da presidência da Igreja C6, alegando “insubordinação” e “incitação de membros contra a convenção”. A ação foi respaldada pelo pastor José Cavalcante e pelo pastor Wilson Dantas.

A convenção também manifestou preocupação com a divulgação de fatos nas redes sociais, que teriam causado desinformação e perturbado a ordem interna da igreja. Em resposta, a COMADESMA empossou o pastor Manoel Neto Rodrigues de Sousa como novo presidente da Igreja C6 e o pastor Edivaldo Matos como 1º vice-presidente.

Esse desentendimento culminou numa situação envolvendo a Congregação Filhos de Sião, igreja pastoreada pelo pastor Edvaldo, que optou por permanecer na COMADESMA.

Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra que a igreja foi trancada com cadeado na última terça-feira (14), supostamente pelo pastor Batista, impedindo que os membros realizassem seu culto.

Com isso, os fieis teriam resolvido tomado a decisão de celebrar o culto na calçada da igreja, refletindo com isso a continuidade da divisão gerada pelo contexto mais amplo envolvendo a saída de Romeu Batista e os conflitos com a COMADESMA.

A tensão entre as partes é um reflexo das disputas internas sobre questões administrativas e de liderança, que, além de afetar as congregações locais, tem gerado polêmica nas redes sociais e causado danos à unidade da igreja e ao testemunho cristão.

Tecnologia virou perigosa ferramenta de perseguição aos cristãos

Cerca de 300 milhões de cristãos ao redor do mundo enfrentam perseguição em diferentes formas, incluindo prisão, tortura e assassinato, conforme apontado no recente relatório anual da organização sem fins lucrativos International Christian Concern (ICC).

A ICC, com sede nos Estados Unidos, dedica-se a aumentar a conscientização sobre as violações à liberdade religiosa. O relatório detalha não apenas as regiões onde os cristãos enfrentam maior repressão, mas também destaca o que a ICC considera “tendências alarmantes”, como o uso crescente de tecnologias de vigilância digital por regimes autoritários para controlar e intimidar grupos religiosos.

A China é citada como um exemplo claro, onde o Partido Comunista monitora comunidades cristãs por meio de programas de reconhecimento facial e rastreia aplicativos bíblicos, além de plataformas que transmitem cultos online. Essas informações são utilizadas como base para prisões arbitrárias, uma prática também observada em outros países, como Índia, Irã e Arábia Saudita.

Além disso, o relatório aponta a expansão da “vigilância transacional”, onde o controle de um país se estende para outras nações com o intuito de intimidar dissidentes.

A Turquia, por exemplo, usa softwares para espionar e silenciar cristãos de origem turca que residem na Armênia, principalmente aqueles que denunciam o governo nas redes sociais, ameaçando suas famílias no território turco.

Nicarágua

Na América Latina, a Nicarágua se destaca como uma nova preocupação, com a perseguição religiosa intensificada sob o regime de Daniel Ortega, que utiliza a tecnologia para monitorar as comunicações entre líderes religiosos, afetando a organização pastoral dentro do país.

A ICC destaca ainda que, embora as ameaças sejam constantes, o cristianismo continua a crescer em áreas de intensa repressão, como o Irã, onde se estima que a igreja cristã seja uma das que mais cresce no mundo, apesar das tentativas de eliminação por parte do governo.

O relatório também classifica os países com base no nível de perseguição religiosa, dividindo-os em três zonas: a Zona Vermelha, com perseguição extrema (como na China e na Coreia do Norte), a Zona Laranja, com perseguição alta (como no Irã e na Arábia Saudita), e a Zona Amarela, com perseguição moderada (como na Rússia e no Egito).

Particularmente na África Subsaariana, a violência contra cristãos é alarmante, com a Nigéria sendo o epicentro, onde milhares de cristãos foram mortos ou sequestrados por grupos extremistas nos últimos anos.

Embora o cenário seja desolador em muitos países, a ICC observa um crescimento notável da fé cristã, mesmo em ambientes altamente opressivos, sinalizando uma resiliência da fé em face das adversidades. Com informações: Gazeta do Povo

Carla Cecato sobre conversão: 'Bênção material é consequência'

A jornalista e apresentadora Carla Cecato, com passagens em importantes emissoras como Record e Band, compartilhou um emocionante testemunho de sua conversão à fé cristã em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, na última segunda-feira, 13 de janeiro.

Durante a gravação, Carla relatou que, após entregar sua vida a Cristo, experimentou uma transformação significativa em sua maneira de ver o mundo. Ela falou sobre como aprendeu que o verdadeiro contentamento não está na busca por bens materiais, mas em viver para Deus e cumprir a Sua vontade.

“O Senhor me ensinou a não depositar o meu coração nas coisas materiais, que são passageiras e podem desaparecer a qualquer momento, seja por uma guerra, uma crise financeira ou até mesmo questões políticas”, afirmou a jornalista. E completou: “Onde você coloca sua esperança, é isso que te sustenta”.

Carla ainda compartilhou com seus seguidores um relato pessoal sobre a perda de seu pai, que faleceu quando ela tinha apenas 11 anos. Ela falou sobre como foi acolhida pelo “Pai celestial”, a quem dedica sua gratidão todos os dias. “Eu agradeço a Cristo por tudo o que tenho e por onde estou. A cada dia, sinto o desejo de doar mais. Meu Pai é Deus”, declarou.

Refletindo sobre o ensinamento do Espírito Santo, a jornalista ressaltou que a verdadeira essência da vida é aprender a doar e buscar o bem do próximo. “A vida é sobre querer o bem dos outros, ser uma pessoa melhor, e as bênçãos materiais acabam vindo como consequência disso”, explicou.

Carla também deixou uma mensagem de encorajamento para aqueles que estão passando por dificuldades. “Se você está enfrentando angústia, basta pedir a Deus: ‘Me apresenta Jesus, me dá o verdadeiro significado da vida, me dá a paz que excede todo entendimento, me preenche com o amor que só Ele pode dar’”, disse ela.

Ela concluiu seu testemunho com palavras de fé: “Eu creio que Ele vai te dar o que você precisa, assim como tem me dado”. Assista:

Igreja adota 'jejum digital' de aplicativos e resultado surpreende

Em resposta ao crescente impacto da tecnologia na vida cotidiana, uma igreja americana adotou a prática de um jejum digital com o objetivo de reduzir o uso de smartphones e redes sociais, promovendo um maior foco em conexões humanas e espirituais.

O movimento, que gerou resultados inesperados, trouxe uma nova perspectiva sobre como a tecnologia tem moldado a vida moderna, afetando tanto o bem-estar individual quanto as interações sociais.

O pastor Darren Whitehead, líder da Igreja City em Nashville, Tennessee, foi o responsável pela iniciativa. A ideia surgiu a partir de uma observação pessoal de Whitehead, que percebeu que o uso excessivo de dispositivos estava prejudicando a capacidade de seus membros se conectarem de maneira profunda, seja com Deus, com os outros ou consigo mesmos.

“As pessoas estavam tendo dificuldades para se conectar profundamente com Deus, com os outros e até consigo mesmas, à medida que a tecnologia monopolizava cada vez mais sua atenção”, explicou o pastor.

O gatilho para a ação foi um comentário simples de suas filhas, que expressaram o desejo de que ele usasse menos o celular. Esse episódio serviu como um alerta para Whitehead, que, como líder espiritual, reconheceu o impacto negativo que os dispositivos estavam causando na vida de seus fiéis. A partir dessa reflexão, a ideia de um jejum digital ganhou força, transformando-se em uma jornada espiritual coletiva.

O jejum digital

Durante o jejum, os participantes da igreja comprometeram-se a remover todos os aplicativos de seus celulares, mantendo apenas as funcionalidades essenciais, como chamadas e mensagens.

O objetivo foi recuperar a liberdade de se concentrar em aspectos mais significativos da vida, como relacionamentos e espiritualidade. “Muitos redescobriram hobbies, reacenderam relacionamentos e se engajaram em orações e meditações mais profundas”, relatou Whitehead.

O impacto do jejum foi notável. Muitas famílias começaram a realizar refeições mais significativas juntas, e os grupos pequenos de oração e reflexão se tornaram mais unidos.

Para Whitehead, o jejum proporcionou uma renovação espiritual e uma maior clareza sobre o que realmente importa na vida, incluindo o uso da tecnologia. O movimento rapidamente se espalhou para outras igrejas nos Estados Unidos, com centenas de congregações se inscrevendo para participar do Jejum Digital em 2025.

O pastor também compartilhou algumas sugestões práticas para aqueles que desejam adotar o jejum digital, como usar um despertador convencional para evitar o uso do celular logo ao acordar e evitar a TV, aproveitando o tempo livre para se conectar com amigos ou se dedicar à leitura espiritual.

Whitehead descreveu o jejum digital como uma “peregrinação espiritual moderna pela selva da era digital”, destacando que o objetivo não era simplesmente abster-se da tecnologia, mas recuperar a “sacralidade da presença e da atenção”. Para o pastor, a jornada foi uma oportunidade de reconectar com os aspectos mais essenciais e profundos da vida, levando os participantes a uma expressão mais plena de sua fé e convivência.

Com a adesão crescente, o Jejum Digital promete continuar impactando igrejas e comunidades ao redor do país, incentivando um retorno à simplicidade e ao foco nas relações pessoais e espirituais. Com informações: Christian Today.