Austrália: igrejas reagem a declínio e retomam evangelismo

Uma pesquisa demográfica recente mostrou que há um declínio da fé cristã na Austrália, mas as igrejas locais formaram uma rede para atuarem juntas no evangelismo e plantação de novas congregações.

O Censo Australiano de 2021 mostrou que menos da metade dos australianos (44%) se declaram cristãos, o que representa uma queda de 8% em relação ao censo de 2016.

Ao mesmo tempo, mais pessoas não se identificam com nenhuma religião: 10 milhões, o equivalente a um quarto da população do país.

“Os grupos etários mais jovens de pessoas na Austrália são mais propensos a não ter nenhuma afiliação religiosa ou manter outras crenças espirituais ou seculares. Esse afastamento da religião também é destacado pelo aumento de casamentos de celebrantes civis em vez de cerimônias religiosas, com a vasta maioria dos casamentos realizados por um celebrante civil”, diz um relatório sobre o censo.

Enquanto isso, outras religiões relevantes no mundo cresceram na Austrália, com um aumento de muçulmanos, hindus e budistas: “Enquanto as religiões cristãs na Austrália estão em lento declínio, tem havido um crescimento constante de outras religiões no país”, confirmou o relatório.

Apesar dos fatos aparentemente negativos do recente Censo, algumas igrejas e redes de igrejas na Austrália estão intensificando esforços para alcançar as pessoas com o Evangelho.

Uma rede de mais de 260 igrejas, chamada Reach Australia, está colocando em prática um plano alcançar os australianos com o Evangelho. Na conferência nacional da rede em maio, Derek Hanna, diretor da Plant e um defensor de líderes de igrejas focados no Evangelho, abordou a questão de manter uma perspectiva consistentemente positiva sobre evangelismo no tempo que está por vir.

Em uma palestra intitulada “State of the Nation in Church Planting” (Estado da Nação na Plantação de Igrejas), Hanna descreveu uma visão para plantar 300 igrejas na Austrália até 2030. A rede plantou 145 até o momento, deixando a necessidade de iniciar 155 igrejas nos próximos seis anos, exigindo 800 novos líderes.

Hanna reconheceu os desafios psicológicos de ver a escala da visão como impossível ou improvável: “Vocês podem estar pensando que isso é impossível, mas estamos sentados em uma sala onde cada um de nós acredita que Deus ressuscitou Jesus dos mortos”, ele disse aos participantes na conferência em maio.

“Isso é impossível! Cada um de nós está convencido de que estávamos mortos, mas agora estamos vivos em Cristo”, reiterou o diretor, segundo informações do portal Christian Daily.

A taxa de multiplicação da rede nos últimos 20 anos é um dos pontos de motivação, segundo Hanna, que calculou que uma taxa média de multiplicação para igrejas na rede era de 4% ao ano e caso essa trajetória seja mantida, a meta de 300 novas igrejas será alcançada.

“A mentira é: ‘Acreditamos em um Deus que pode, mas provavelmente não vai’. Olhe para o outro lado desta sala. Há 1.300 pessoas aqui esta semana, de denominações diferentes, com uma convicção compartilhada do Evangelho sobre alcançar a Austrália. Essa é a obra de Deus. Isso não é triunfalismo, é apenas reconhecer o que Deus está fazendo neste momento, neste momento da história”, declarou Derek Hanna.

Vera Viel diz que ganhou um “novo sentido” após ouvir Jesus

A esposa do apresentador Rodrigo Faro, Vera Viel, continua testemunhando o agir de Deus em sua vida, após a retirada de um tumor maligno classificado como sarcoma sinovial, um tipo de câncer raro descoberto por ela ao fazer um exame de ressonância magnética.

Falando ao programa Domingo Espetacular, Viel explicou que o tumor provavelmente já estava em sua coxa, mas que só foi descoberto em decorrência dos seus treinamentos de muay thai – arte marcial.

“Com os chutes [na coxa], ele acabou estourando, virou um hematoma, que virou um nódulo, um coágulo, que eu conseguia apalpar”, disse ela. Logo após a descoberta, então, o tumor foi retirado no último dia 11, um dia antes do seu aniversário.

Foi durante os procedimentos cirúrgicos que Vera Viel disse ter tido uma experiência sobrenatural com Jesus, algo que ela voltou a detalhar em uma publicação feita nas redes sociais.

“Foi exatamente assim que eu estive nos braços de Deus. Ele me pediu para que eu descansasse enquanto os médicos me operavam”, escreveu ela em uma postagem contendo uma imagem representando Jesus segurando uma mulher no colo.

Família é a maior riqueza

Na sequência da postagem, a esposa de Rodrigo Faro destacou a importância do marido ao seu lado, dizendo que também ouviu Deus lhe confirmar a importância da sua família. Para Viel, sua vida ganhou um novo sentido a partir de então.

“Ele é tão lindo, Ele manda em tudo e lá [no céu] não existe dor. Ele disse que a minha vida teria um novo sentido, que o Rodrigo cuida de mim como se fosse Ele aqui, que eu tinha muito o que viver ainda com as meninas e que Ele me daria Vida, muita Vida… Disse que a maior riqueza dele é a Família e que havia muitos pedidos de orações em meu nome”, contou ela.

Assista, abaixo, um trecho da entrevista concedida pela esposa de Rodrigo Faro ao jornalista Roberto Cabrini:

Atriz mexicana Thalia diz que viu Jesus: 'Ele teve misericórdia'

Apesar de muitos nascerem em famílias que compartilham da fé cristã, isso não é sinônimo de relacionamento pessoal com Jesus Cristo, algo que a atriz mexicana Thalia só veio a entender como o passar dos seus anos de vida.

Conhecida no Brasil por ter protagonizado novelas como “Maria do Bairro”, “Marimar” e “Rosalinda”, Thalia tem compartilhado um pouco a sua história de vida nas redes sociais, especialmente quanto ao seu relacionamento atual com Deus.

Conforme o GospelMais já havia noticiado, a atriz mexicana, por exemplo, revelou recentemente que não abre mão de fazer seu devocional diário, lendo a Bíblia e orando a Deus. Mas, foi durante uma entrevista para o cantor cristão Marcos Witt, no YouTube, que ela contou algo que marcou o momento da sua conversão.

Aconteceu em 1992, quando Thalia estava em uma reunião cristã, e naquela ocasião teve uma visão de Jesus. “Estávamos de olhos fechados e eu vi Ele na minha frente parado”, disse ela.

“Ele [Jesus] veio até mim e colocou suas mãos no centro do meu peito, como se pedisse minha permissão [para entrar em meu coração]”, completou a atriz, explicando em seguida que havia entendido o significado, neste caso, de morada espiritual em sua vida.

Arrependimento

Thalia também explicou que a sua conversão, assim como a de muitos, também passou por momentos doloridos, onde foi necessário Deus moldar o seu caráter. Ela relatou, porém, que aprendeu a reconhecer a necessidade de arrependimento perante às situações.

Confiança e humildade também foram elementos aprendidos pela atriz mexicana. “É tão simples. É fechar seus olhos e dizer: ‘Deus, eu sei que está aqui, mesmo que eu não te veja, minha vida está de cabeça para baixo, mas eu sei que Tu estás aí”, diz ela.

Para Thalia, o ser humano deve pedir a Deus para Ele “assumir” o controle das suas vidas, e pedir perdão pelos erros cometidos.

“Ele [Jesus] teve misericórdia de mim para me resgatar. Eu tive um despertar onde Cristo definitivamente mudou meu coração de pedra e colocou seu coração”, conclui a artista. Assista:

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Cristãos praticantes admitem ficar confortáveis com pornografia

A maioria dos cristãos praticantes, incluindo pastores, admite assistir pornografia e uma grande parcela diz que se sente confortável com o hábito, segundo um novo estudo divulgado pela empresa de pesquisas Barna.

No relatório da pesquisa chamada “Beyond the Porn Phenomenon” (“Além do fenômeno da pornografia”, em tradução livre) há uma constatação perturbadora: o consumo de filmes adultos e materiais derivados é altamente comum entre homens e mulheres, incluindo cristãos.

A pesquisa foi realizada em parceria com o ministério Pure Desires para entender o cenário real que envolve o consumo desses materiais. A constatação é que, ao longo dos últimos oito anos, despencou a diferença percentual entre não cristãos que consomem pornografia e os cristãos que consomem.

Atualmente, os cristãos praticantes ainda acessam menos pornografia (e com menos frequência) que os não cristãos, mas esse percentual agora é de apenas 14 pontos: 54% dos cristãos entrevistados relataram ver pornografia, em comparação com 68% dos não cristãos.

Maioria vê

Em geral, 75% dos homens cristãos e 40% das mulheres cristãs relataram consumir pornografia em algum nível: “Apesar da posição da Igreja contra a luxúria em geral, parece que pouco progresso foi feito para dissuadir muitos daqueles que enchem os bancos da igreja do consumo específico de pornografia”, avaliaram os pesquisadores.

“A lacuna entre as crenças professadas e o comportamento real levanta questões sobre a eficácia das abordagens atuais dentro das comunidades de fé”, acrescentaram os responsáveis pelo estudo.

Ao longo dos últimos oito anos, desde que a primeira pesquisa dessa série foi feita, uma rápida mudança no cenário cultural e digital foi constatada como agravante dos problemas na Igreja com pornografia e comportamento sexual indesejado.

“Beyond the Porn Phenomenon representa um chamado sóbrio para perceber que nossa luta coletiva não melhorou, apesar de alguns passos iniciais para trazer saúde à Igreja. O cristão médio não está experimentando liberdade nessa área — 75% dos homens cristãos e 40% das mulheres cristãs relatam que estão vendo pornografia pelo menos ocasionalmente”, disse Nick Stumbo, diretor do ministério Pure Desire.

Abismo

Stumbo chamou atenção para as estatísticas de uso de pornografia entre os adultos mais jovens de hoje, a Geração Z, que segundo ele “são ainda piores”:

“O que pode ser mais preocupante é que bem mais da metade dos cristãos que usam pornografia dizem que se sentem confortáveis com seu uso de pornografia. A realidade para aqueles que lutam na Igreja é que eles também muitas vezes se sentem sozinhos. Quando questionados ‘quem está ajudando você com sua luta contra a pornografia’, impressionantes 82% dos cristãos respondem ‘ninguém’. O isolamento é o playground do inimigo”, disse Stumbo.

A Igreja precisa ser o lugar onde as pessoas podem se libertar do hábito preocupante que tantos cristãos já aceitaram, argumenta o diretor, apontando para o dado preocupante de que 62% dos entrevistados, em geral, expressaram conforto com seu nível de consumo de pornografia.

Apenas 16% declararam ter algumas reservas sobre o consumo de pornografia, embora acreditem que consumo moderado de pornografia seja aceitável.

O estudo destacou ainda o quanto as pessoas se sentem confortáveis com a pornografia, já que apenas 14% expressaram o desejo de abandonar o hábito completamente. A Geração Z, indivíduos nascidos entre 1999 e 2015, foi a menos propensa a dizer que se sentia confortável usando pornografia.

Quase metade dos cristãos praticantes (49%) que também são usuários de pornografia disseram que estavam confortáveis com seu nível de uso, em comparação com 73% dos não cristãos. Outros 21% expressaram o desejo de se abster completamente.

Para ajudar as igrejas a lidar com o problema da pornografia entre os bancos, os pesquisadores incentivaram os líderes a, entre outras coisas, fazer parcerias com especialistas, priorizar a educação e a conscientização e “criar espaços seguros para as pessoas se tornarem reais”.

“Em última análise, a Igreja deve ser uma fonte de esperança para pessoas que enfrentam todos os tipos de desafios na vida, incluindo lutas com pornografia. Ao abordar essa questão de frente com cuidado, compreensão e apoio prático, as igrejas podem cumprir seu papel como lugares de cura e restauração. Mesmo pequenos passos em direção à abertura e ao apoio podem causar um impacto significativo na vida daqueles que estão lutando”, resume o relatório da pesquisa, de acordo com informações do portal The Christian Post.

100 detentas aceitam a Jesus em prisão de segurança máxima

A missão de levar o amor de Jesus Cristo aos lugares mais difíceis do mundo, muitas vezes significa entrar numa prisão de segurança máxima, onde homens e mulheres cumprem penas por crimes bárbaros.

É isso o que tem feito o ministério God Behind Bars (“Deus Atrás das Grades”), que nos últimos anos tem se dedicado a alcançar presos em diversas detenções dos Estados Unidos, como a prisão de segurança máxima de Las Vegas.

No último final de semana, por exemplo, os evangelistas do projeto focaram em detentas, conseguindo pregar para um grupo de 160 mulheres encarceradas. Desse total, 120 entregaram suas vidas a Cristo e 110 foram batizadas.

“O Espírito Santo CAIU nesta academia como nunca vimos! As mulheres choravam quando 120 delas se levantaram e entregaram suas vidas a Jesus. Tivemos uma explosão na piscina de batismo, e por uma hora inteira batizamos 110 mulheres. Elas continuaram vindo e vindo”, disse o ministério um post no Instagram.

Agir de Deus

Conforme o GospelMais já noticiou em outra ocasião, o ministério Deus Atrás das Grades vem observando centenas de conversões em prisão de segurança máxima nos EUA, algo que demonstra o agir de Deus mesmo na vida de homens e mulheres condenados por crimes bárbaros.

“Vimos quase 1.000.000 de salvações”, disse o CEO do ministério, Jake Bodine. “Mais de 10.000 batismos! Jesus recebe a glória, é tudo sobre Ele.”

Na prisão de segurança máxima de Las Vegas, as prisioneiras ficaram surpresas com a mensagem poderosa de amor e salvação através de Jesus Cristo, algo que para elas significa encontrar a liberdade, mesmo atrás das grades.

“Eu passei por tantas coisas toda a minha vida, e agora eu finalmente sou capaz de deixar isso para trás”, disse uma delas, segundo a CBN News. “Estou tão espantada. Este é provavelmente o melhor dia na prisão de todos os tempos”, compartilhou outra detenta.

Preso por falar de Jesus, ex-hindu diz: “Perseguição vira alegria”

Ocupando a 53ª posição da Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas, o Nepal não é um país fácil para um cristão viver e exercer a sua fé. Com a maioria da população seguindo o hinduísmo e o budismo, a perseguição religiosa nessa nação é uma realidade constante.

Dilli Ram, um ex-hindu que se entregou a Jesus Cristo após fazer uma viagem para fora do país, onde foi evangelizado, testemunhou como foi o seu retorno para a sua terra natal. Em vez de paz e respeito, ele encontrou perseguição e intolerância.

“Deus me chamou de volta ao Nepal. Não foi o mais fácil… mas nunca me arrependi de seguir Jesus”, disse ele, revelando que as dificuldades partiram de todos os lados. “Perseguição mental, perseguição física, perseguição social, perseguição política… Eu enfrentei tudo isso”.

Assim como em outros países onde a intolerância aos cristãos é uma realidade, Dilli também enfrentou acusações falsas a seu respeito. Esta é uma prática comum onde há leis que proíbem a conversão forçada, como é o caso do Nepal.

O ex-hindu foi acusado falsamente de forçar a conversão de pessoas em sua região, o que terminou lhe levando à prisão. “Eu não fiz essas coisas, mas algumas pessoas deram falsos testemunhos”, disse ele.

Fé inabalável

Dilli Ram ficou preso por dois anos, até finalmente conseguir provar a sua inocência, podendo ganhar a sua liberdade. Mas, o que poderia ter minado a sua fé e a determinação de falar sobre Jesus, acabou lhe dando mais forças.

“A perseguição faz parte do chamado cristão. Jesus diz: ‘As pessoas vão perseguir você’. A perseguição não é divertida. Mas fico feliz em falar sobre como Deus me guiou por isso, porque depois, a perseguição se torna alegria”, avalia o ex-hindu.

Para a vergonha de Satanás e glória de Deus, Dilli continua até hoje pregando o Evangelho de Jesus Cristo, tendo para isso o apoio da sua esposa. Eles estão, agora, mais certos do que nunca que este é o maior propósito das suas vidas.

“É uma alegria depois poder compartilhar como Jesus me ajudou em tempos difíceis. Minha esposa e eu acreditamos que estamos vivendo aqui não para nós. Estamos vivendo para Deus”, conclui o ex-hindu, segundo a Global Christian Relief.

Muçulmana faz oração e escuta a voz de Jesus: 'Foi extraordinário'

Filha de imigrantes iranianos, Hedieh cresceu como uma muçulmana devota residente nos Estados Unidos, onde seus pais conquistaram prosperidade. Apesar da vida confortável, porém, ela se sentia “vazia” e sedenta pela verdade a respeito da vida espiritual.

“Me sentia realmente culpada por ter o que o mundo descreveria como quase tudo, e ainda assim estar triste. E sempre me perguntei qual era o espaço no meu coração que me fazia sentir vazia”, disse ela.

Formada em Direito e morando na badalada Beverly Hills, ela era membro de uma mesquita e se relacionava com um muçulmano, mas os ensinamentos que estava recebendo logo a fizeram perceber que havia algo errado.

“E eles tinham todos esses princípios sobre política e como seria transformar a América em uma nação muçulmana e – e muito, muito antissemita”, contou ela à CBN News. “E eu pensei comigo mesma, ‘oh, isso é terrível. Não quero ter nada a ver com isto. Se isto é religião, não quero ter nada a ver com isso”.

Extremismo

Conhecendo o islamismo profundamente, Hedieh começou à colaborar com autoridades americanas para o combate ao terrorismo. Como muçulmana, ela tinha propriedade para identificar as características do extremismo terrorista.

Certa vez, quando resolveu finalmente retirar o véu que cobria a sua cabeça, Hedieh foi duramente repreendida pelos líderes da mesquita local, o que lhe deixou muito chocada.

“Eles me disseram que eu iria ficar pendurada no meu cabelo por uma eternidade no fogo do inferno, porque eu descobri a minha cabeça. Então, apesar da incerteza de não ser prometida a salvação, porque eu tinha feito uma coisa para diminuir minha religiosidade externa, eles disseram que eu ia passar uma eternidade no fogo do inferno, e isso era inaceitável”, contou ela.

Jesus Cristo

Sentindo-se devastada e perdida, a muçulmana ouviu falar de Jesus Cristo em um vídeo que assistiu na TV. Como ela havia aprendido de forma errada a verdade a respeito do Messias, isso lhe deixou muito confusa.

Angustiada, Hedieh decidiu fazer uma oração sincera a Deus, pedindo por ajuda. “Eu estava de joelhos. Eu estava em forma de oração ritual do Islã com a cabeça no chão e apenas chorando e dizendo, ‘Você pode, por favor, revelar-se a mim porque estou tão completamente confusa sobre quem você é’”, disse ela.

“E foi em uma daquelas orações no meu quarto que eu ouvi audivelmente a voz de Cristo, e Ele disse: ‘Hedieh, sou Eu.’ E foi extraordinário. Até hoje eu poderia dizer como se tivesse acontecido ontem. Eu sabia que a partir daquele momento eu nunca mais seria a mesma”.

Após essa experiência sobrenatural, Hedieh decidiu congregar na igreja evangélica que assistia pela TV, onde foi batizada. Agora como ex-muçulmana, ela compartilha o seu testemunho para alcançar outras vidas sedentas pela verdade. Assista:

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Cientista diz que robôs de Musk poderão ser usados pelo anticristo

No último dia 10, o bilionário Elon Musk transmitiu trechos do evento “We, Robot”, da sua empresa automotiva e de energia Tesla. Na ocasião foram apresentados protótipos de robôs humanoides batizados com o nome “Optimus”, deixando muitas pessoas ao redor do mundo impressionadas.

Os robôs aparecem interagindo com seres humanos, servindo bebidas e dançando, mostrando que são capazes de executar tarefas simples do dia a dia como servir comidas, fazer limpeza e até passear com cachorros.

O que para alguns é motivo de comemoração diante do grande avanço tecnológico, para outros é motivo de preocupação. Formado em Ciência da Computação e também em Teologia, Fernando Moreira, por exemplo, publicou um artigo comentando sobre a associação desses avanços com as profecias bíblicas.

“A tecnologia deveras não é o anticristo, mas o anticristo a utilizará para o seu governo e manipulação”, escreveu Moreira, apontando que os robôs humanoides, no futuro, poderão ser usados para perseguir e controlar a população.

“O anticristo não tem capacidade de criar quaisquer coisas porque não é Deus, mas sabe muito bem, como excelente marqueteiro, usar a tecnologia para rastrear, monitorar, controlar e manipular pessoas”, disse ele em artigo para o Guiame.

O cientista concluiu dizendo que “aquilo que pode ser algo bom, tem sido usado para intimidar, gerar dependência e controle, e mover a população como se fosse gado”.

Interferência

O pastor e autor Lamartine Posella também seguiu a mesma linha de raciocínio de Moreira, questionando como o mundo irá reagir diante de tamanha evolução tecnológica. Para o religioso, o risco dessas máquinas serem usadas para restringir a liberdade humana é real.

“Os robôs de Elon Musk terão consciência, poder de decisão e interferirão nas vidas cotidianas dos seus donos. O que será que vai acontecer no futuro?”, perguntou o pastor em uma live transmitida no Instagram. Assista:

Evangelismo coletivo leva ao batismo de quase 200 adolescentes

Alcançar a juventude para Deus, nos dias atuais, pode ser um verdadeiro desafio considerando o avanço do liberalismo moral na cultura vigente. Contudo, igrejas que se uniram para um evangelismo coletivo mostrou que isso é perfeitamente possível.

“Deus abriu as janelas do Céu”, assim classificou Asa Greear, um dos estrategistas responsáveis pelo evangelismo coletivo que reuniu as igrejas da St. John’s River Baptist Association (SJRBA) e Palatka, ambas da Flórida, Estados Unidos.

Sendo uma das mais de 1.100 associações batistas do sul nos Estados Unidos, a SJRBA resolveu ter essa iniciativa há dois anos na Putnam County Fair, onde foram instalados estandes para a distribuição de material evangelístico, como folhetos e bíblias.

“Eu vi mais pessoas salvas nos últimos dois anos apenas por testemunhar a elas o que eu já vi no campo missionário. Eu não consigo explicar. É tudo Deus”, disse Greear, que apesar de ser missionário há mais de quatro décadas, ficou surpreso pelos resultados obtidos durante o evangelismo coletivo.

Influência positiva

O testemunho de uma jovem filha de um diácono da Trinity Baptist Church, que faleceu após ser atingida por um raio enquanto caçava com seu pai, foi um dos fatores que impactou positivamente na ação evangelística.

Isso, porque, a jovem costumava enviar mensagens com versículos bíblicos aos seus colegas, convidando-os para ir à igreja. “Por causa de tudo isso, os adolescentes começaram a aceitar Jesus. Elas perceberam que a morte é iminente e não estavam prontas”, observou Greear.

Como resultado, 172 adolescentes foram batizados apenas duas semanas após a morte da jovem. Graças ao empenho das igrejas envolvidas no projeto, inúmeros outros jovens continuam se voltando para Deus.

“Em uma reunião, onde tínhamos cerca de 600 adolescentes, vimos 65 deles entregarem suas vidas a Cristo”, concluiu o missionário, segundo informações da Baptist Press. Veja também:

Evangelismo em escola pública leva mais de 50 alunos a se renderem a Cristo

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Otoni de Paula critica 'adoração' a Bolsonaro ao rebater críticas

Criticado por ter participado de um evento no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde orou pelo mandatário e fez elogios ao petista “em nome da igreja evangélica”, o deputado federal evangélico Otoni de Paula (MDB-RJ) não recuou em sua posição, se classificando agora como “ex-bolsonarista”.

Durante a sua participação na live de VEJA Os Três Poderes, o deputado criticou o que para ele seria uma tentativa de apropriação da fé cristã apenas por um espectro da política nacional.

Bolsonarista ferrenho durante o governo Bolsonaro, Otoni de Paula diz agora que, apesar de respeitar o ex-presidente e de votar nele novamente em caso de outra candidatura, não concorda com o que enxerga como “adoração” à figura do político.

“Há uma espécie de adoração ao presidente Bolsonaro, como se a igreja precisasse dele”, afirmou. Para o parlamentar, a igreja brasileira não tem partido e, por isso, não deve se preocupar em se manter fiel à alguma legenda como o Partido Liberal (PL), por exemplo.

“A igreja foi sequestrada por um sentimento de que só tem um político que pode representar Deus no Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Com todo o respeito que tenho pelo Bolsonaro, mas a minha confiança como igreja não está em Bolsonaro, está em Jesus”, afirmou o deputado.

Críticas

A aparente mudança de postura de Otoni de Paula foi duramente criticada por outros líderes religiosos e personalidades do mundo político, como o deputado federal Nikolas Ferreira.

O mineiro, que também é evangélico, disse que os eleitores julgarão a atitude de Otoni, vista por muitos como desnecessária, uma vez que pareceu endossar a gestão petista.

“Eu iria comentar a atitude patética de alguém falando em nome da igreja evangélica do Brasil, agradecendo ao Lula pela liberdade religiosa, mas deixarei o povo decidir e cabe a Deus julgar”, escreveu Nikolas em seu perfil no X, na quinta-feira (17).

O pastor e escritor Renato Vargens também comentou, dizendo que “o deputado Otoni de Paula ao apoiar o molusco, mostra uma atitude típica de um traidor. A pergunta é: por que ele mudou de opinião? O que o levou a venerar Lula? Esse senhor não se elege nunca mais.”

Assista, abaixo, um vídeo em que o deputado aparece se defendendo das críticas:

A verdade é dolorida, mas é a VERDADE… pic.twitter.com/HWuDYQwuGq

— General Paulo Chagas (@GenPauloChagas) October 19, 2024