Bolo com tema trans foi negado e gerou processo, agora arquivado

O confeiteiro cristão Jack Phillips venceu um processo aberto contra ele após sua recusa de um pedido de bolo com tema trans para a festa de um indivíduo que supostamente teria realizado uma transição de gênero.

A Suprema Corte do Colorado (EUA) rejeitou uma ação judicial contra o confeiteiro cristão após ele declarar motivos religiosos para se negar a aceitar o pedido com tema trans.

A decisão foi divulgada na última terça-feira, 08 de outubro, pela mais alta corte do estado. Os juízes decidiram por 4-3 que o processo movido por Autumn Scardina (um homem biológico que se declara mulher) era indevido.

A juíza Melissa Hart foi a autora da opinião majoritária, argumentando que a alegação de discriminação de Scardina não foi devidamente processada antes do processo contra Phillips ser aberto: “O tribunal distrital poderia considerar adequadamente as alegações de discriminação apresentadas aqui? À luz da jornada processual desta disputa, não poderia”.

A juíza Hart observou que a Comissão de Direitos Civis e a Divisão de Direitos Civis do Colorado concordaram anteriormente em “rejeitar a queixa administrativa de Scardina contra a Masterpiece e a Phillips”, mas “sem a participação de Scardina”.

“Scardina poderia ter apelado da decisão […] mas [ele] não o fez. Em vez disso, [Scardina] trouxe [sua] alegação de discriminação novamente no tribunal distrital”, disse a juíza, esclarecendo que, ao rejeitar o caso, a suprema corte estadual “não considerou os méritos da alegação de Scardina [Lei Antidiscriminação do Colorado], nem se a conduta da Masterpiece estava protegida pela Primeira Emenda”.

O juiz Richard L. Gabriel foi o autor de uma opinião divergente, se disse “preocupado” que o confeiteiro continue recusando vender produtos que ofendam suas crenças cristãs caso considere que o desfecho do processo significa aprovação da Justiça: “Tal alegação, embora infundada, pode impactar negativamente aqueles afetados por tal conduta”.

Em 2019, Scardina entrou com uma queixa contra a Phillips e a Masterpiece Cakeshop pela recusa em fazer um bolo temático para a festa trans, com as cores rosa e azul.

Em janeiro de 2023, um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Colorado decidiu contra Phillips, concluindo que o bolo “não expressava nenhuma mensagem” e que “nem toda conduta constitui discurso”, segundo o The Christian Post.

Agora, o desfecho do processo se soma a outra vitória de Phillips, que ganhou um caso na Suprema Corte dos EUA em 2018 que se concentrava em sua recusa, por motivos religiosos, de fazer um bolo que celebrava a união entre pessoas do mesmo sexo em 2012, quando tais uniões não eram legalmente reconhecidas no Colorado.

Pastor aos pais: Foram chamados para definir o ritmo dos filhos

Se educar os filhos décadas atrás já era difícil, atualmente essa responsabilidade tem sido cada vez maior, considerando o avanço do liberalismo moral na cultura moderna. Apesar disso, os pais devem saber como “definir o ritmo” de vida das crianças, segundo orientações do pastor Keenan Clark.

O líder religioso lembrou que independentemente dos desafios atuais, o dever de governar a própria casa não mudou aos olhos de Deus. Os pais cristãos, portanto, precisam aceitar esse ofício como uma tarefa incumbida pelo próprio Senhor.

“Vocês, mãe e pai, são chamados para governar sua casa em nome de Deus. Seus filhos foram confiados a você, eles não são seus”, disse o pastor numa pregação feita no Texas, Estados Unidos, no começo desse ano.

Governar a casa significa, também, estabelecer regras e limites sobre a rotina das crianças, sempre visando o que é melhor para eles. Atualmente, porém, alguns pais têm adotado a visão moderna, distorcida, de não impor obrigações aos menores, deixando-os fazer as suas próprias vontades.

Clark discorda: “Vocês foram chamados para definir o ritmo da vida de seus filhos”. O pastor também rebateu a visão errônea de que a Igreja deve ter a responsabilidade de educar os filhos conforme a fé cristã, como se os pais pudessem terceirizar essa responsabilidade.

“Se vocês acham que é responsabilidade da Igreja garantir que seus filhos cresçam e se tornem bons e devotos seguidores de Jesus, vocês estão enganados”, disse o pastor.

Isto, por uma razão óbvia: a convivência com os pais é diária, sendo eles os maiores exemplos para os filhos, diferentemente da igreja que, apesar de poder auxiliar no ensino, não tem a criança sob a sua guarda.

Exemplo em casa

Com isso, Clark conclui dizendo que para governar bem a casa e consequentemente a vida dos filhos, os pais não podem viver em falsidade. É necessário, em vez disso, agir de forma coerente dentro e fora da Igreja, segundo a Palavra de Deus.

“Os pais não podem viver uma vida dupla. Você não pode ir para a igreja xingando seus filhos, e depois entrar na igreja e exigir que eles levantem as mãos em adoração”, diz o pastor.

E conclui: “Eles precisam ver você queimar pelas coisas de Deus, ver você orar, e não apenas dizer: ‘Ore antes de dormir’, ‘Vá para o culto infantil adorar’. Você adora? Você estabelece uma atmosfera de adoração em sua casa? Isso não é para gerar condenação, isso é para gerar visão em seu coração.” Assista:

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Malafaia recebe aula de mansidão e longanimidade de Bolsonaro

O pastor Silas Malafaia fez críticas a Jair Bolsonaro (PL) usando termos agressivos por conta da postura adotada na disputa contra Pablo Marçal (PRTB) pela Prefeitura de São Paulo, e as respostas do ex-presidente e seus filhos exibiram mansidão e longanimidade, termos que são apontados na Bíblia como virtudes.

Ao ser questionado sobre as críticas do pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), Bolsonaro deu a entender que não responderia de maneira inflamada: “Meu posto Ipiranga não tem gasolina. Só tem água”.

O filho mais velho do ex-presidente, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reconheceu as contribuições do pastor na disputa contra Pablo Marçal e afirmou que desavenças têm que ser discutidas de maneira sábia: “Roupa suja se lava em casa”.

“O presidente Bolsonaro fez o que tinha de ser feito, no momento certo, e foi decisivo para o cenário em São Paulo. Assim como foram decisivos Tarcísio e Malafaia, cada um na sua função. Como um time de futebol, que não ganha só com atacantes”, acrescentou o senador.

Na entrevista a Monica Bergamo, Malafaia disse que os filhos do ex-presidente não se posicionaram sobre a disputa pela prefeitura de São Paulo, o que seria omissão. Em resposta, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), demonstrou compreensão com a frustração do pastor:

“[Malafaia] tem muita importância para diversas pautas conservadoras, notoriamente a anistia dos presos políticos. Sem ele, muito disso não teria ido adiante. Se ele nos critica hoje por algum motivo, ainda que eu possa entender certas palavras usadas por ele, cabe a mim ter a maturidade de interpretar e resolver internamente. Sigo desejando saúde e tudo de bom a ele”, respondeu o parlamentar, que se concentrou no apoio à reeleição da vereadora evangélica Sonaira Fernandes (PL).

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), arrastado para a polêmica por Malafaia – que o referiu como modelo de liderança depois de expressar desconfianças meses atrás quanto à lealdade a Bolsonaro –, declarou que o ex-presidente é a “maior liderança” da direita no Brasil e deixou um “legado calcado em medidas estruturantes”.

“Precisamos de uma direita cada vez mais forte e pronta para enfrentar os desafios que emperram o nosso crescimento, bem como a ameaça que a esquerda significa para nossa liberdade”, ponderou Tarcísio, de acordo com a revista Oeste.

Diante da repercussão negativa, Malafaia publicou nota afirmando que sua postura precisa ser entendida a partir da íntegra da entrevista, e não pelas frases polêmicas: “Sou aliado de Bolsonaro, não alienado ou bolsominion. Ninguém, nesses últimos dois anos, defendeu ele tanto quanto eu. Apoio Bolsonaro porque ele tem história. Sou livre para criticar e elogiar, defender e não defender, a hora que eu quiser. Tenho moral para isso”.

Neto de Billy Graham prega em meio ao temor do furacão 'Milton'

Duas semanas após a passagem do furacão Helene, que deixou mais de 220 mortos nos Estados Unidos e um rastro de destruição em cinco estados, os americanos se preparam, agora, para o risco de enfrentar um outro fenômeno ainda mais devastador, batizado de furacão “Milton”.

O neto do lendário evangelista Billy Graham sabe bem o que isto significa para os seus conterrâneos, tanto que ele mesmo, que mora em Asheville, na Carolina do Norte, teve a sua casa afetada pela tempestade.

Durante um ato evangelístico no Colorado, Will Graham, filho de Franklin Graham, lamentou a destruição e os mortos pelo furacão Helene, deixando uma mensagem de esperança para mais de 5.500 pessoas reunidas física e remotamente.

“Estou pensando em meus amigos em casa agora, que não têm casas, eletricidade ou água. É muito emocional para mim, então, se você me ver tirar meu lenço, eu não estou doente; eu estou apenas emocionado”, disse ele.

Will Graham também aproveitou para dar alguns conselhos aos americanos, seguindo a tônica de alerta emitida pelo presidente americano Joe Biden, que nesta terça-feira (08) declarou estado de emergência no estado da Flórida, local que o furacão Milton deverá atingir nos próximos dias.

“Eu disse a vocês que passamos por esse furacão e, por causa disso, há muitos sinais de alerta, como não atravessar a ponte devido à inundação; cuidado com as linhas de energia derrubadas; cuidado com as inundações repentinas; e busque terrenos mais altos em caso de inundações”, disse ele.

Vida com Deus

O neto de Billy Graham também aproveitou para refletir a respeito da brevidade de vida, lembrando que muitos que morreram em desastres naturais não imaginavam que partiriam repentinamente.

Com base nisso, o evangelista fez uma exortação no sentido de que é preciso buscar a Deus constantemente, a fim de que estejamos sempre preparados para lidar com as mais diversas situações, onde quer que aconteçam.

“Eles nunca pensaram que aquela noite do furacão seria a última. Nunca estamos garantidos amanhã. É por isso que esta decisão é tão importante agora. Essa tempestade me ajudou a perceber esse fato”, frisou o evangelista, segundo a CBN News.

Diante da reflexão, centenas de pessoas aceitaram a Jesus Cristo como único e suficiente salvador, mostrando que os americanos estão sedentos por Deus, mesmo em meio ao temor de um novo e terrível furacão.

Malafaia critica Bolsonaro por não ter feito oposição a Pablo Marçal

Passado o primeiro turno das eleições municipais, o pastor Silas Malafaia fez críticas contundentes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por conta de seu posicionamento nas disputas em São Paulo e Curitiba.

Numa entrevista à jornalista Mônica Bergamo, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) disse que continua aliado a Bolsonaro, mas considera que ele se omitiu ao não reprovar a candidatura de Pablo Marçal.

Malafaia afirmou que o ex-presidente “temia uma derrota” do atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), para Pablo Marçal (PRTB). Tanto o PL quanto Bolsonaro apoiaram a chapa de Nunes, cujo vice é o Coronel Mello Araújo (PL) — indicado pelo próprio Bolsonaro.

Além disso, em Curitiba, Bolsonaro manifestou apoio a Eduardo Pimentel (PSD), mas assistiu em silêncio à ascensão da também integrante da direita Cristina Graeml (PMB), de acordo com informações da revista Oeste.

Nesse cenário, o pastor afirmou que a conduta reflete a dependência do ex-presidente de aprovações de redes sociais, fato que em sua avaliação não condiz com a conduta de um líder.

“Jair Messias Bolsonaro, para mim, é a maior decepção. Um político é conhecido por seus posicionamentos, e, assim, ele passou a mensagem de que não é confiável. […] Quem vai fazer aliança com alguém assim? O que ele fez em São Paulo e no Paraná [Curitiba] é um absurdo. Isso não é papel de um líder da direita de nível maior. Que porcaria de líder é esse?”, questionou Malafaia.

Por outro lado, Malafaia voltou a elogiar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de quem antes desconfiava. Ele disse que o considera um potencial candidato à Presidência em 2026: “Um líder não segue o povo que lidera. Um líder guia e caminha à frente”, afirmou.

A postura exigida de Bolsonaro, no entanto, não foi colocada em prática por Malafaia no Rio de Janeiro, onde o atual prefeito, Eduardo Paes (PSD), foi reeleito em primeiro turno e mencionou a aliança com Lula (PT) no discurso de vitória. Em sua cidade natal, o pastor da ADVEC se omitiu para não apoiar Alexandre Ramagem (PL), o que levou à vitória do atual prefeito.

Em rota de colisão com grande parte da bancada evangélica, o pastor da ADVEC também reclamou da falta de apoio de figuras como Magno Malta e Marco Feliciano, que não se posicionaram contra Marçal, além de criticar Nikolas Ferreira (PL-MG).

Cid Moreira: novas narrações bíblicas terão inteligência artificial

As narrações da Bíblia feitas por Cid Moreira se tornaram famosas, e agora todo o material gravado pelo jornalista e locutor serão adaptados por inteligência artificial para diversos idiomas, em um processo que simula a dublagem.

O jornalista e locutor faleceu na semana passada, aos 97 anos, em decorrência das complicações de uma pneumonia. Após sua morte, a viúva Fátima Sampaio divulgou o acordo fechado pelo próprio Cid Moreira ainda em vida:

“É um contrato que o Cid fechou, há uns meses, com uma instituição americana de inteligência artificial, e que vai permitir que ele narre a Bíblia em várias línguas. Ele vai ser eternizado não só em português, mas em várias línguas com aquela voz linda”, disse Fátima.

Em 2023, numa de suas últimas entrevistas, Cid Moreira contou que havia sido convidado para narrar algumas passagens bíblicas em um projeto que teria 12 volumes em CDs, com o preço unitário de R$ 3,90. Posteriormente, a proposta foi aumentada para 24 volumes.

O projeto foi um sucesso e vendeu mais de 60 milhões de cópias, segundo Cid. Assim, o locutor se propôs a gravar a Bíblia inteira, mas as condições inicialmente sugeridas por ele foram recusadas pelo produtor envolvido no projeto original.

Fátima contou também que Cid pediu que parte do valor arrecadado com o projeto fosse doado para uma instituição religiosa dedicada a crianças:

“A parte da Bíblia que ele tem em sociedade, ele vai doar para uma instituição chamada ADRA [Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais], que cuida de crianças abandonadas, crianças que têm problemas familiares graves. Essa instituição faz parte dos adventistas do Brasil”, explicou a viúva no programa Encontro com Patrícia Poeta, conforme informado pela Gaúcha ZH.

Pastor diz que a Inteligência Artificial 'não sabe o que é sofrer'

Existe um consenso entre os especialistas da área acadêmica que reconhece a impossibilidade de impedir o avanço tecnológico. Dentre eles está a Inteligência Artificial (IA), que tem causado preocupação em vários setores, inclusive no religioso.

O pastor Russ Ramsey, por exemplo, um historiador de arte amador que mora em Nashville, Estados Unidos, revelou estar bastante preocupado com os impactos que a IA poderá produzir na experiência de vida da sociedade, incluindo a cristã.

Isso porque, para o religioso, apesar da Inteligência Artificial poder facilitar as nossas vidas em muitos aspectos, especialmente no quesito da produção industrial, ela também poderá ser usada para fins nocivos, prejudicando o aspecto mais essencial da natureza humana, que são as emoções.

“Parte do que faz a arte que tanto vamos visitar em museus tão lindos é o conteúdo feito por alguém com alma, e alguém que experimentou sofrimento,” explica o pastor. “AI não sabe o que é sofrimento e AI não tem uma alma.”

Ele contextualiza: “Então tecnicamente — e até mesmo criativamente — podemos ver coisas [produzidas pela IA] que nunca teríamos imaginado ver antes, mas coisas que não vêm de alguém que chega a chorar”.

Esses conteúdos produzidos pelas Inteligência Artificial, continua o pastor, não vêm de alguém que “enterrou um ente querido. Não vem de alguém que foi pego em pecado e teve que se arrepender.”

Em outras palavras, para o pastor, até mesmo a experiência de fé pode ser prejudicada pela IA, se usada erroneamente, por exemplo, para substituir algo que só outro ser humano é capaz de produzir e compreender com base em sua natureza humana.

“E, nesse sentido, a minha preocupação é que, culturalmente, nos mudemos para um lugar onde nos normalizemos [conteúdos artificiais], evitando àquelas partes da experiência humana que realmente são parte integrante do crescimento espiritual”, conclui. Assista:

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Evangélico, prefeito de Sorocaba convida Marçal para Secretaria

Evangélico, o prefeito de Sorocaba, em São Paulo, Rodrigo Maganhato, mais conhecido como Rodrigo Manga, utilizou as redes sociais para fazer um convite formal ao influenciador e empresário Pablo Marçal, que disputou a prefeitura paulista no 1° turno das eleições 2024.

Marçal não conseguiu avançar para o segundo turno por uma diferença de apenas 57 mil votos em relação ao seu principal adversário, o esquerdista Guilherme Boulos (PSOL-SP), que agora disputará o comando da prefeitura paulista contra Ricardo Nunes, o atual prefeito.

Manga, por sua vez, viu nesse contexto a oportunidade de convidar o influenciador para aplicar seus projetos em Sorocaba, onde foi reeleito com 73,75% dos votos válidos. Além da sua aprovação como gestor, o prefeito também ficou conhecido por sua atuação como missionário evangélico.

Em outubro do ano passado, por exemplo, Manga impediu que um jovem cometesse suicídio ao subir numa torre na Dom Aguirre. “O Senhor Jesus vai te entregar algo especial. Eu não estou falando como prefeito, mas sim como missionário da igreja”, disse ele na ocasião.

Manga também é um ferrenho defensor da liberdade religiosa e já enfrentou a Justiça para conseguir manter bíblias em locais públicos como bibliotecas e a própria Prefeitura.

Convite para Marçal

No vídeo divulgado pelo prefeito de Sorocaba na última segunda-feira (7), Manga confirma que o seu convite para Marçal assumir a Secretaria de Desenvolvimento é oficial. Na ocasião, ele também pontuou alguns motivos para a sua iniciativa, como o fato do influenciador ser um empresário de sucesso.

“Ainda não consegui falar com ele pessoalmente, mas estou oficialmente convidando Pablo Marçal para que ele aceite a oportunidade de ser o secretário de Desenvolvimento Econômico aqui na cidade de Sorocaba”, diz o gestor na gravação. Assista no vídeo abaixo:

'Deus não tem favoritos': missionário e ex-prisioneiro fala de fé

O testemunho do missionário Basil Scott é uma verdadeira lição de resiliência e confiança nos propósitos de Deus. Ex-prisioneiro de guerra, ele precisou enfrentar os horrores de um campo de concentração para só então utilizar a sua experiência para alcançar outras vidas.

Basil Scott é filho de missionários britânicos que se mudaram para a China em 1936, quando ele tinha 2 anos. Naquele tempo o país entrou em guerra contra o Japão, sendo invadido por ele. O conflito perdurou até a Segunda Guerra Mundial, terminando apenas em 1945.

De 1942 a 1945 Scott e seus pais foram enviados separadamente pelos japoneses para campos de concentração. Nessa época ele era apenas um garoto de 11 anos que, inclusive, já havia contraído meningite, sofrendo com as sequelas da doença, além da fome extrema.

“Esses três anos foram horríveis, mas não me arrependo deles”, disse ele. “A guerra me fez a pessoa que sou. Eu vi como a esperança tem o poder de trazer vida. A esperança é fundamental – se você a perde, perde também o amor e a fé. Muitos ao meu redor morreram porque perderam a esperança durante a guerra.”

Perdão

Com o fim da guerra, Scott pode reencontrar os seus pais e todos retornaram à Inglaterra quatro meses depois. Ele se dedicou aos estudos da Teologia e História, e foi durante o período na universidade que entendeu a necessidade de perdoar os japoneses pelo que havia acontecido.

“A reconciliação não é um assunto periférico. É o coração do Evangelho. Jesus veio em uma missão de reconciliação para o mundo – e não há nada mais poderoso do que Cristo para nos unir”, disse ele, segundo o Premier Christianity.

Foi através da amizade com um colega japonês, na universidade, que Scott entendeu o quanto precisava perdoar para ser missionário. “Foi só quando tentamos orar juntos que percebi que era apenas Cristo quem poderia nos unir”, disse ele.

“Somente quando consegui deixar o passado para trás e olhar profundamente para a alma dele pudemos nos encontrar de coração a coração. Esse foi um dos momentos mais poderosos de unidade que já experimentei”, revela o missionário.

Com quase 80 anos, atualmente Scott utiliza a sua experiência para ajudar outras pessoas, mostrando que fazer missões é, antes de tudo, um ato pessoal de entrega que envolve amor a Deus e perdão, algo descrito no seu livro God Has No Favourites (“Deus Não Tem Favoritos”).

“Todos são feitos à imagem de Deus, então tentar ver o mundo da perspectiva deles é fundamental para comunicar o Evangelho. Sem amar e entender os outros, nunca cumpriremos nossa comissão ou completaremos a obra de Cristo para nós na Terra”, conclui.

'Centenas chorando': detentos se rendem a Cristo em presídio

Com quase 1 milhão de seguidores no Instagram, o ministério God Behind Bars (“Deus Atrás das Grades”) tem compartilhado o trabalho evangelístico que vem sendo realizado, por exemplo, no presídio de segurança máxima do estado da Louisiana, Estados Unidos, onde centenas de detentos ouviram a Palavra de Deus.

Dedicado a ser um ministério voltado para os presidiários, os missionários que atuam no grupo testemunharam o agir de Deus em mais uma ação, agora no presídio considerado um dos mais perigosos da América.

“Compartilhamos o evangelho com 1000 reclusos – centenas levantaram as mãos e entregaram as suas vidas a Jesus. Convidamos os homens para descerem para serem batizados e por mais de 30 minutos, homem após homem inundou a piscina de batismo”, disse a organização no Instagram.

Apesar de ser um dever de todo cristão anunciar o Evangelho de Jesus Cristo aos perdidos, locais como prisões de segurança máxima costumam ser de difícil acesso, o que torna a evangelização dos detentos escassa.

Os graves crimes cometidos pelos detentos também causam medo em muitos, sendo necessário muito amor ao próximo, proveniente de Deus, para a realização de evangelismo em presídios. É nisso que a God Behind Bars acredita, e por isso vem há anos atuando nas prisões americanas.

Renascimento

Em sua publicação com imagens dos presos convertidos e batizados, a organização missionária exaltou o agir de Deus da vida de detentos que tiveram penas proporcionais aos crimes que cometeram, como a condenação perpétua.

“Tudo o que conseguias ouvir era o som de centenas adorando, orando, chorando e se alegrando! Os homens estavam em lágrimas ao declararem a toda a sua prisão que estavam entregando TUDO PARA JESUS!! O renascimento está aqui. Obrigado Jesus”, comemorou a entidade.

Conforme o GospelMais já havia noticiado, existem 2,3 milhões de presos nos Estados Unidos, sendo esse o maior público não-membro de igrejas no país. Daí o motivo pelo qual é de extrema importância o evangelismo atrás das grades.