Ex-lésbica: ‘Entramos um casal, saímos irmãs em Cristo’

Duas mulheres que viviam em união civil tiveram um encontro com Jesus Cristo em um culto e deixaram a antiga vida para trás, sendo restauradas. O testemunho foi compartilhado por Patti Height, uma ex-lésbica que agora se dedica a encorajar pessoas a deixarem a homossexualidade.

A ex-lésbica compreendeu que vivia em pecado e teve um diálogo franco com sua então companheira: “Você já pensou que a maneira como estamos vivendo é errada?”. Se a pergunta surpreendeu a mulher, a resposta também foi impactante: “Não acredito que você me perguntou isso. Eu ia te fazer a mesma pergunta”.

Ambas foram a um culto, voltaram outro dia e no terceiro se renderam a Cristo. Literalmente, entraram como companheiras de relacionamento e saíram arrependidas: “Entramos como um casal e saímos como irmãs em Cristo”, disse Patti em uma entrevista recente.

A história de Patti envolve percepções equivocadas na infância, abuso sexual, consumo precoce de álcool e drogas, e prostituição. Quando criança, ela dizia à mãe que queria ter nascido menino, e depois de sofrer um abuso sexual, passou a brincar apenas com meninos, como uma forma instintiva de se proteger.

Quando praticava esportes, gostava de disputar contra meninas mais velhas pela oportunidade de experimentar álcool e drogas: “Meus pais me encontraram desmaiada e bêbada atrás da minha casa aos 12 anos de idade”, descreveu.

De acordo com informações do portal God Reports, Patti chegou a se prostituir para custear o vício. Aos 20, se declarou homossexual e passou a se vestir como homem: “Eu usava perfume masculino, roupas íntimas e externas masculinas. Foi quando me senti segura pela primeira vez na minha vida, porque agora, eu tinha minha armadura. Para mim, essa armadura, essa personalidade masculina significava que eu estava no controle. Eu era o homem, e ninguém nunca mais iria me machucar”, relembrou.

Anos depois, quando seu irmão foi diagnosticado com câncer, eles se aproximaram e essa foi uma oportunidade que ele usou para pregar o Evangelho para ela. Embora impactada com a mensagem do amor de Deus, ele não a viu se render a Cristo.

Em 2001, quando Patti e sua então “namorada” eram comissárias de bordo, ambas ficaram aterrorizadas com o atentado às Torres Gêmeas. Hoje, ao olhar para trás, ela entende que Deus já estava trabalhando em seus corações, pois o questionamento sobre a vida que levavam ocorreu simultaneamente para as duas.

Após se entregarem a Cristo, Patti se mudou para o quarto de hóspedes e elas leram a Bíblia juntas. Anos depois, Patti sentiu o chamado de liderar um ministério para ajudar pessoas com atração homossexual: em 2013, ela fundou o “Out Of Egypt Ministries” (“Ministério Fora do Egito”), para ajudar outros a encontrar a mesma verdade, paz e cura que ela encontrou em Jesus Cristo.

“Tudo mudou para sempre quando Patti entregou seu coração ao Senhor em 2003, depois de viver muitos anos acreditando na mentira de que não havia esperança real de mudança. Patti quer que o mundo saiba que o desejo de Deus não era apenas trazer liberdade a ela, mas trazer liberdade a todos os que são mantidos cativos em seu pecado sexual”, descreve o site do ministério.

Na página, o ministério se descreve como uma ferramenta de capacitação para alcançar a comunidade LGBT e também para cristãos que lutam com atrações homossexuais ou confusão sobre a identidade do sexo.

‘Folha’: artigo provoca críticas ao questionar valor da paternidade

A paternidade é algo fundamental para os cristãos, tendo em vista que está associada, também, à figura de Deus. Além disso, faz referência ao papel dos homens na família, o que tem sido atacado ou colocado em xeque na cultura atual.

Foi isso o que entendeu o vereador Carlos Bolsonaro ao se deparar com um artigo na Folha de S. Paulo questionando se a “presença dos pais importa”.

“A presença dos pais importa mesmo?”, diz o título do artigo assinado por Laura Machado. “Quão importante é o papel do pai?“, pergunta a autora, que na sequência aponta estatísticas comparando a relevância da paternidade ao programa Pé de Meia, do governo federal.

O artigo, no geral, não deslegitima a paternidade, nem a diminui, mas faz separação entre o que Laura chama de “paternidade ativa” e o que seria uma paternidade “ausente”. Ao final, conclui destacando a importância dos pais para a formação educacional dos filhos.

“A paternidade ativa fortalece os vínculos afetivos e emocionais com os filhos, além de trazer mais significado para a vida do pai. É crucial reforçar que o pai tem um papel tão importante quanto o da mãe na vida de um filho, e as consequências de um papel bem cumprido são estrondosas”, diz a autora.

Críticas

Para o vereador Carlos Bolsonaro, contudo, o artigo publicado no jornal teria outra intenção. “O objetivo do sistema é cristalino há tempos: destruir a célula familiar para enfraquecer os laços de carinho, respeito, justiça, amizade e de valores em geral”, reagiu o parlamentar ao  compartilhar a manchete da Folha.

“A esquerda, rede esgoto e afins sabem muito bem como fabricar seus militantes todos os dias”, ressalta Carlos. Em um artigo publicado esta semana, a psicóloga cristã e escritora Marisa Lobo também tratou do assunto paternidade.

Segundo a pioneira no combate à ideologia de gênero, o conceito de paternidade vem sendo atacado como forma de desconstrução da autoridade dos pais sobre os filhos. Isto seria, também, para ela, uma forma de ataque à fé em Deus.

“O ataque à paternidade tem sido feito, principalmente, com a construção de narrativas depreciativas sobre a figura dos homens, tal como a imagem de ‘homem tóxico’ e a do machismo generalizado, como se todo homem fosse, por exemplo, um ser ignorante e retrógrado”, explica a psicóloga em sua coluna no Opinião Crítica.

E conclui: “Através dessas narrativas, os ativistas ‘wokes‘, os quais englobam os de gênero, buscam retirar dos homens a sua essencialidade, que é justamente a masculinidade e tudo o que ela acarreta de consequência positiva, como os espírito de liderança, força, proteção, provisão, disciplina, etc., características essas que são essenciais para a formação familiar.”

Templo de Lúcifer: Justiça acata pedido e impede inauguração

A prefeitura de Gravataí (RS) foi à Justiça na última segunda-feira, 12 de agosto, pedir que a inauguração do Templo de Lúcifer na cidade fosse proibida. Uma liminar foi concedida e a abertura do local foi impedida.

A administração municipal moveu ação na 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública da Comarca de Gravataí, vinculada ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, pedindo a interdição do espaço, que terá uma estátua de cinco metros de altura alusiva a Lúcifer.

A decisão liminar foi concedida em caráter de urgência, proibindo a cerimônia de inauguração do templo, que estava marcada para ontem, 13 de agosto. A mesma medida determinou a interdição até que as devidas regularizações exigidas pela prefeitura sejam concluídas.

De acordo com informações do G1, a Justiça também determinou multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento da ordem, reforçando a necessidade de que o local funcione somente após a obtenção de um CNPJ para o Templo de Lúcifer e o alvará de funcionamento.

A prefeitura também argumentou na Justiça que a interdição era necessária devido à insegurança causada pela repercussão negativa sobre a abertura do local no município.

Da parte dos satanistas responsáveis pelo local, a exigência da prefeitura é descabida: “O sítio, a área que nós compramos para o santuário, seria uma área só para encontros, então é uma propriedade rural, nós não tivemos tempo de seguir com os papéis porque a prefeitura deixou bem claro numa nota do prefeito que se fosse encaminhado teria dificuldade de passar”, disse Lukas de Bará da Rua, um dos fundadores da instituição.

Antes da inauguração, foi noticiado que o espaço receberia rituais de “demonolatria” e alta magia negra, mas diante da liminar, Lukas minimizou as atividades: “Então nós não demos continuidade para isso, até porque numa área rural qualquer pessoa na sua casa pode reunir os amigos, por que eu não posso reunir os amigos para falar de religião?”, disse.

O satanista entende ser vítima de intolerância religiosa: “No espaço privado a prefeitura entra e parece que a Justiça também tem religião”, protestou, informando que já recorreu da liminar.

'Estou vivíssima': jovem com câncer terminal diz que está grávida

A jovem cristã Isabel Veloso ficou conhecida nacionalmente após participar do podcast  “Inteligência Ltda”, onde falou da sua luta contra um câncer terminal considerado incurável pela medicina. Agora, após dois meses de casamento, ela também veio a público, mas dessa vez para anunciar uma boa notícia.

“Às vezes, a vida nos surpreende de maneiras inesperadas. Recentemente, Lucas e Isabel começaram a decorar a casa com um cuidado especial, escolhendo cada detalhe com carinho”, diz o trecho de um vídeo divulgado pela jovem cristã nas redes sociais.

Casada com Lucas Borbas, de 22 anos, a influenciadora de 18 anos anunciou que está grávida! “A visita ao médico trouxe uma notícia que mudaria suas vidas para sempre. E assim, Lucas e Isabel começaram a preparar o ambiente para uma nova vida que está a caminho”, continua a gravação.

Câncer terminal

Conforme o noticiado pelo GospelMais, Isabel luta contra um  “linfoma de Hodgkin sem resposta ao tratamento quimioterápico”. De acordo com os médicos que cuidam da jovem cristã, a doença trata-se de um cânter terminal. Clinicamente, a a influenciadora tem um prognóstico de apenas seis meses de vida.

Apesar do diagnóstico, Isabel Veloso e Lucas estão felizes e confiantes. No final do mês passado, a jovem usou as redes sociais para desmentir boatos a respeito do seu tratamento, deixando claro que está “vivíssima”.

“Estou no meu apartamento e quis passar aqui no meu perfil pra dizer que não, eu não morri, e que estou viva. Infelizmente, tenho visto muitos vídeos e notícias de páginas de fofoca falando que eu faleci. Eu não faleci, estou vivíssima. Hoje é dia 22 de julho de 2024 e eu estou viva”, disse ela.

Para celebrar a gravidez, Isabel Veloso e Lucas também compartilharam um versículo bíblico que se encontra em Salmos 139:16-17, testemunhando a fé em Deus, assim como a certeza de que nenhum dia de suas vidas está sendo vivenciado por acaso.

“Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer um deles existir”, diz o texto compartilhado pelo casal, segundo informações do Metrópoles. Assista:

Assine o Canal

Pedreira pode ter fornecido materiais do Segundo Templo, diz IAA

Após relatos anteriores de que escavações revelaram uma grande pedreira de calcário, agora foi revelado que algumas lajes provavelmente foram usadas para construir uma estrada usada por Jesus e seus discípulos há 2.000 anos.

A pedreira em questão foi encontrada no bairro de Har Hotzvim, em Jerusalém, durante obras no local. Há a possibilidade de que a antiga instalação também teria fornecido material para outros projetos de construção do rei Herodes, o Grande, e seus descendentes, de acordo com a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês).

O valor do sítio arqueológico foi confirmado em uma nota oficial da IAA, apontando que essa talvez seja a maior descoberta desse tipo do período do Segundo Templo na área.

Algumas das pedras, pesando 2,5 toneladas cada, foram usadas como lajes de pavimentação na Estrada de Peregrinação em escavação na Cidade de Davi — uma estrada de pedras de 2.000 anos percorrida pelo próprio Jesus e Seus discípulos, e que conecta o Tanque de Siloé, onde Cristo curou um cego, ao Templo Judaico, onde ele orou.

A medição das dimensões e da “assinatura geológica” confirmou o fato, de acordo com a IAA: “As pedras de tamanho impressionante que esta pedreira produziu provavelmente atestam seu uso pretendido em um dos muitos projetos de construção real de Jerusalém no final do período do Segundo Templo, começando sob o reinado do rei Herodes, o Grande, em 37-4 a.C.”, disseram os arqueólogos Michael Chernin e Lara Shilov, diretores da escavação, ao portal Times of Israel.

“Fontes históricas nos dizem que os projetos de construção de Herodes em Jerusalém incluíam, antes de tudo, a expansão da área do Monte do Templo e do próprio Templo. Além disso, durante seu reinado, uma série de impressionantes edifícios públicos — palácios e fortificações — foram construídos por toda a cidade, exigindo um enorme suprimento de pedras de construção de alta qualidade. Projetos de construção monumentais continuaram na cidade sob seus sucessores também”, acrescenta a nota.

Os arqueólogos acreditam que as pedras da pedreira foram usadas na expansão do Templo de Jerusalém, no monumento funerário contendo os restos mortais de Herodes, conhecido como Herodium e também na construção da cidade portuária de Cesareia, mencionada em Atos dos Apóstolos.

“As escavações do IAA podem ajudar a responder onde a família herodiana obteve os materiais de construção para seus projetos em Jerusalém”, disse a atualização da Sociedade de Arqueologia Bíblica (BAS).

Os pesquisadores especialistas “descobriram dezenas de pedras de construção de vários tamanhos, bem como valas de escavação e corte cujos contornos indicam o tamanho dos blocos sendo extraídos”, finaliza a nota.

Além do templo, construído por Herodes, o Grande, as grandes pedras teriam sido usadas no Monte do Templo de Jerusalém. Herodes Agripa I, seu neto, também usou os materiais rochosos para o “Terceiro Muro” de Jerusalém e outros palácios e edifícios erguidos no primeiro século, de acordo com o portal The Christian Post.

Assine o Canal

Estátua de Lúcifer forçará cristãos a buscar mais a Deus, diz pastor

A notícia sobre a instalação de uma estátua de Lúcifer e um tempo satanista na cidade de Gravataí (RS) levou um pastor gaúcho a lembrar que a Igreja de Cristo sempre avançou debaixo de “forte opressão espiritual”.

O pastor João Antônio Souza Filho, que também atua como conferencista e escritor, gravou um vídeo para tranquilizar as pessoas a respeito da abertura do templo satanista com a estátua de Lúcifer na cidade gaúcha.

Segundo Souza Filho, a missão dos servos de Cristo segue a mesma: “Isso não vai afetar em nada a Igreja. Eu estava lendo aqui na Bíblia que a igreja em Pergamo, o Senhor Jesus diz assim ‘eu sei o lugar onde habitas, onde está o trono de satanás’. É só mais uma presença dele aqui no nosso estado, e talvez aí esteja a razão de tanto desastre, tanta coisa”, afirmou, referindo ao capítulo 2 de Apocalipse.

“Veja bem: em Pergamo, o diabo habitava. Depois não se sabe para onde ele foi, porque o diabo não consegue estar em todos os lugares ao mesmo tempo, ele precisa de um lugar fixo para morar”, comentou o pastor.

A postura franca dos seguidores de satanás irá tirar os cristãos gaúchos da comodidade, acredita Souza Filho: “Isso vai deixar a Igreja mais forte, mais dinâmica, mais guerreira. Não se preocupe com essas manifestações. São Francisco, na Califórnia, onde iniciou-se a igreja de satanás, a Igreja está lá. Tem pecado na cidade? Tem. A Igreja está lá, a Igreja vai continuar aqui da mesma maneira”.

“Vamos sofrer forte opressão espiritual? Vamos. Mas maior é aquele que está em nós do que aquele que está no mundo, gente. Então, não se apavore. Isso vai levar a Igreja a orar mais, a buscar mais a Deus, a jejuar e a afiar a sua espada contra as forças inimigas”, finalizou o pastor e escritor.

Umbanda: Nicodemus aconselha cristãos sobre filhos desviados

O pastor Augustus Nicodemus abriu uma caixinha de perguntas no Instagram e foi questionado sobre como proceder com filhos que eventualmente tenham deixado o Evangelho para seguir a umbanda. E em sua resposta, lembrou do testemunho do amor de Deus.

“Reverendo, desconfio que minha filha está envolvida com umbanda. Devo pedir que ela saia de casa?”, questionou o seguidor, externando sua angústia com a situação.

Nicodemus, então, apontou outra direção em relação ao que foi cogitado pelo seguidor: “Não. Apenas diga que, uma vez que a casa é sua e que ela está morando na sua casa, tem regras na casa e ela não deve trazer para dentro de casa nenhuma prática umbandista, não deve fazer reuniões de umbanda na casa e nem fazer práticas religiosas ligadas à umbanda”, orientou.

O pastor alertou que essa circunstância se desenha como uma oportunidade de praticar a mensagem do Evangelho: “Não precisa pedir para ela sair. É sua filha, mantenha a porta aberta e continue dando testemunho do amor de Deus, orando pela conversão dela, esperando que Deus abra os olhos e que ela perceba a verdade”.

Para o pastor, desde que se estabeleça que o lar é um lugar em que essa prática não deve acontecer, nada na dinâmica entre pais e filhos deve mudar: “Mais uma vez: não há necessidade e apenas estabeleça as regras como firmeza porque a casa é sua”, encerrou o pastor na resposta publicada nos Stories.

Panelinhas afastam um a cada 5 cristãos da igreja, diz pesquisa

A exclusão e a existência de panelinhas são os motivos mais comuns pelos quais muitos cristãos não querem se envolver mais com suas igrejas e locais de culto, embora a maioria não relate nenhuma experiência negativa em suas congregações, aponta uma nova pesquisa.

A entidade Sociedade Bíblica Americana (ABS, na sigla em inglês) lançou o quinto capítulo do relatório da pesquisa “State of the Bible USA 2024” na última quinta-feira, 08 de agosto.

O novo capítulo foca no envolvimento dos cristãos norte-americanos com comunidades de adoração e quais fatores os levam a aumentar ou diminuir seu envolvimento com suas próprias congregações.

Os dados são baseados em respostas coletadas em 2.506 entrevistas com adultos entre 4 e 23 de janeiro de 2024. A amostra tem uma margem de erro aproximado de 2,7 pontos percentuais, para mais ou menos.

Quando perguntados sobre quais experiências positivas aumentam o “nível de participação em uma igreja, templo ou comunidade religiosa”, todos os entrevistados receberam nove respostas para escolher.

Cerca de 42% disseram que não participavam de nenhuma comunidade desse tipo, embora a parcela de entrevistados sem afiliação religiosa representasse somente 26% da amostra, sugerindo um grupo demográfico “nominal” que se identifica com uma religião, mas não participa dela.

Entre aqueles que disseram que participam de comunidades religiosas, 55% identificaram um “sentimento de comunidade e pertencimento” como um fator que os fez querer se envolver mais com suas comunidades religiosas; 53% citaram “crenças espirituais e fé compartilhadas”, enquanto 51% declararam “significado e propósito” como fatores que os fizeram querer aumentar seu envolvimento com suas comunidades religiosas.

Os atrativos menos apontados como fator de aumento da participação na comunidade religiosa entre os frequentadores da igreja incluem “culto e cerimônias” (48%), “educação e aprendizado religioso” (38%), uma “tradição cultural ou familiar” (29%), “serviço e extensão comunitária” (27%) e uma “conversão ou experiência religiosa” (24%).

‘Panelinhas’

A maioria (52%) dos entrevistados, tanto aqueles com ou sem histórico em comunidades religiosas, não relatou nenhuma “experiência negativa” em uma “igreja, templo ou comunidade religiosa” que os fez diminuir seu “nível de participação”.

No entanto, a “experiência negativa” mais mencionada como fator de afastamento das pessoas de suas congregações foram a “exclusão ou panelinhas dentro da comunidade religiosa”, relatada por 20% dos entrevistados.

Fatores adicionais que levaram as pessoas a “diminuir a participação na igreja” incluem “julgamento ou condenação por minhas crenças ou escolhas de estilo de vida” (19%), “desacordo com os ensinamentos bíblicos ou comentários sociais da comunidade religiosa” (18%), “impropriedades financeiras ou exploração dentro de uma comunidade religiosa” (14%), conflitos dentro de uma comunidade religiosa que não foram resolvidos satisfatoriamente” (12%), “manipulação espiritual ou abuso dentro da comunidade religiosa” (11%), falha em receber cuidados suficientes quando necessário (7%) e sensação de insegurança (5%).

“Embora alguns possam se sentir seguros de que ‘apenas’ um quinto dos entrevistados mencionou panelinhas ou julgamentos, isso representa cerca de 50 milhões de americanos que dizem participar menos de uma comunidade religiosa por esses motivos”, apontou o relatório da pesquisa, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Queda de avião em Vinhedo mostra que ‘a vida é dura e incerta’

A queda de avião em Vinhedo, da empresa Voepass, matou 62 pessoas na última sexta-feira, 09 de agosto, e a tragédia motivou o pastor Renato Vargens a uma reflexão sobre a fragilidade da vida a partir do Salmo 90.

O avião bimotor modelo ATR-72 com 58 passageiros e quatro tripulantes caiu em Vinhedo. Vídeos circularam nas redes sociais mostrando o momento da queda, em espiral, e a explosão em seguida.

Diante dos registros chocantes da queda do avião, Renato Vargens usou as redes sociais para propor uma reflexão a respeito da efemeridade da vida: “Jonathan Edwards costumava dizer que a ‘vida é dura, curta e incerta’”, afirmou, referindo ao teólogo e missionário norte-americano que viveu no século 16.

“O salmista com muita propriedade escreve: ‘O homem é como pó, cuja existência na terra passa rapidamente diante de Deus. Os anos vêm e vão diante do Deus eterno… A vida do homem, em média de 70 a 80 anos, é breve’ (Salmo 90:3;9,10)”, acrescentou o pastor.

Vargens também lembrou que a Bíblia traz outras reflexões sobre a fragilidade da existência: “Tiago em sua epistola, nos alerta: ‘Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instantes e logo se dissipa’ (Tiago 4:13-17)”.

“Sim, a vida é um sopro. Não sabemos sequer se estaremos vivos daqui a 20 minutos. Devemos estar preparados para o dia da nossa morte a fim de nos encontrarmos com o Criador. Que Deus console os familiares e amigos que morreram nessa tragédia”, finalizou Vargens.

Daniel Mastral enviou áudio a ex-satanista temendo ser executado

Um áudio gravado por Daniel Mastral dias antes de sua morte e vazado nas redes sociais mostra o escritor desabafando com Vicky Vanilla sobre sua exaustão e percepção que sua vida estava próxima do fim, além de sua séria desconfiança de que poderia ser assassinado.

Daniel Mastral foi encontrado morto no condomínio onde morava no dia 04 de agosto, um domingo. O caso foi registrado como suicídio, mas a Polícia investiga ameaças que o escritor relatou antes de sua morte e apreendeu seu celular.

No áudio vazado, Mastral diz que estava disposto a dar respostas que sempre evitou falar e que considerava estar vivendo seus últimos momentos: “Eu refleti um pouco a respeito e eu tenho algumas coisas a fazer ainda aqui, antes de partir. Se você concordar, a gente pode fazer um podcast no seu canal, onde eu posso falar tudo aquilo que eu nunca pude. Responder respostas que sempre me fizeram e eu nunca pude responder, e depois disso eu tenho que finalizar minha missão. Eu não sei como te explicar isso. Eu falaria pessoalmente, não diante de câmeras”, diz o escritor.

“Te agradeço muito por […] ter se… me perdoe [choro]. Estou umas três noites sem dormir, então minha mente está confusa e cansada. Eu queria falar algumas coisas que acho que iriam reverberar melhor através do seu canal, porque eu e você somos irmãos”, acrescentou, dirigindo-se a Vicky Vanilla, que se declara ex-satanista.

Bastante emocionado, Daniel Mastral enfatiza no áudio que tinha medo de ser assassinado: “Gostaria de dizer minhas últimas palavras antes de partir. Infelizmente eu vou ter que sinalizar algumas coisas, são muito importantes, que nunca foram faladas e que eu não posso falar agora. Se eu falar nesse momento, me executam. Mas depois que eu deixar registrado… porque se eu registrar nos meus canais, tem muita gente que tem acesso aos meus canais, minhas senhas, etc., podem deletar. Mas no seu canal, não. No seu canal fica para a eternidade”.

O escritor reiterou seu esgotamento psicológico ao pedir detalhes sobre o agendamento da entrevista: “Eu quero falar algumas coisas e depois eu tenho que fazer algumas coisas antes da minha partida. Eu estou muito cansado”.

“Me perdoe, meu irmão, se as minhas palavras confundem você, mas eu to muito cansado. Eu não suporto mais essa vida, sabe. Tanta hipocrisia, é tudo falsidade. Eu queria falar o que precisa ser dito. Falar a verdade. A verdade empírica, comprovada também com documentos, com fatos, eu vou levar tudo”, insistiu Mastral.

“Eu não suporto mais essa vida aqui. Muito pesado, aqui. Acho que já cumpri minha missão […] Antes de eu partir… acho que vou esse ano. Posso estar muito enganado, mas eu vou esse ano”, disse.

Confira a íntegra do áudio enviado por Daniel Mastral ao influenciador Vicky Vanilla:

Assine o Canal