Ator Dennis Quaid vai à cruzada evangelística com 45 mil pessoas

Desde que entregou sua vida a Jesus Cristo, o ator Dennis Quaid, estrela de vários filmes de sucesso em Hollywood, vem fazendo questão de testemunhar publicamente a sua fé. Um exemplo disso foi a sua participação da cruzada evangelística “Harvest Crusade”.

A cruzada foi organizada pela igreja do pastor Greg Laurie, a Harvest Riverside. Em um dos momentos, o líder religioso lembrou do quanto a presença de figuras públicas como Quaid, testemunhando seu amor por Jesus, pode impactar positivamente outras vidas.

“Nós estamos indo para onde as pessoas estão, com as Boas Novas de Jesus Cristo porque este mundo precisa ouvir isso direito, então estamos entusiasmados com isso”, disse o pastor ao se referir às produções cristãs, cada vez mais populares no cinema.

Laurie lembrou que Dennis Quaid, já famoso, poderia ter optado por manter a sua fé em segredo, visando a sua carreira. Mas, em vez disso, ele priorizou o seu testemunho, confessando a Jesus Cristo perante às câmeras.

“Como funciona falar como um seguidor de Jesus em Hollywood?”, questionou o pastor. O ator, por sua vez, respondeu dizendo que “o mais importante é ser autêntico. Eu sou um cristão. É quem eu sou. Eu tenho um relacionamento pessoal com Jesus”.

Aprendizado

Dennis Quaid explicou ainda que permanece em constante aprendizado espiritual, e que o maior de todos foi saber que apenas a Palavra de Deus pode preencher o vazio existencial humano.

“Levei muito tempo para descobrir o que era isso e ainda estou aprendendo o que é que está crescendo dentro de mim e é um sentimento maravilhoso de ter”, disse ele ao se dirigir ao público, segundo informações da CBN News.

“Todos nós procuramos preencher aquele buraco que é preenchido com a Palavra e eu pude sentir isso agora, nesse grande estádio”, continuou. “Eu posso ver isso nos olhos das pessoas. Eu posso sentir isso em seus corações”. Veja também:

Ator de cinema americano testemunha sua fé em filme: “Para mim, é Jesus… Realmente há redenção nele”

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Olimpíadas – Márcia Fu debocha de figurino: ‘É roupa de crente’

A ex-jogadora de vôlei Márcia Fu desdenhou do figurino que será usado pela delegação brasileira na abertura das Olimpíadas de Paris afirmando que se trata de “roupa de crente”.

Em seu canal no YouTube, a ex-atleta medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (EUA) em 1996 criticou a escolha do figurino – feita pela rede Riachuelo, patrocinadora do Comitê Olímpico Brasileiro – para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris.

Para expressar sua desaprovação, Márcia Fu referiu de forma pejorativa às roupas usadas por evangélicas, que priorizam a preservação corpo ao invés da exposição excessiva:

“O que é isso, que que é isso aqui? Isso é do Brasil? Como assim? Gente olha aí, isso não é possível. Isso não é do Brasil, não. Tão mentindo. Esse negocinho? Que blusa é essa aqui em baixo? É blusa de crente”, disse a ex-jogadora.

Percebendo que havia se expressado de maneira pejorativa, Márcia Fu tentou consertar: “Ai, me desculpa. Eu não podia ter falado, mas eu falei. Não gostei, não gostei. Aquele saião até lá embaixo. Gente fala sério, isso aí ta combinando com o Brasil? Ah, para. Para tudo, não gostei. Péssimo gosto. Me ajuda aí colega, uma porcaria, não gostei. Eu acho que as meninas mereciam coisa melhor. A nossa delegação merecia com certeza, coisa melhor. Horrível”, criticou.

O início das Olimpíadas de Paris 2024 ocorrerá na próxima sexta-feira, 26 de julho, com a cerimônia de abertura sendo realizada no rio Sena, que corta a capital francesa, com as delegações percorrendo o curso d’água de barco.

Desde que foram apresentados nas redes sociais, os uniformes da delegação brasileira têm sido criticados pelas escolhas, incluindo atletas que se queixaram da quantidade e qualidade de material de competição oferecidos.

SOCORRO! Márcia Fu detonando o uniforme brasileiro para as Olimpíadas de Paris 2024.pic.twitter.com/iJQLVv2yvF

— Central Reality (@centralreality) July 23, 2024

Vocês não tem ideia do quanto foi broxante receber o material da seleção 🫠 sempre achei que nas olimpíadas receberíamos uma mala de materiais, com tênis, roupas e sapatilhas 😅 mas parece que não é bem assim pra nós 🤷🏾‍♂️ pic.twitter.com/FjzE7wtZPl

— Balotelli (@ferrazdecatlo) July 22, 2024

Cuba: fome vira arma de perseguição do regime contra os cristãos

O regime comunista que oprime Cuba há décadas intensificou sua repressão ao cristianismo e agora muitos seguidores de Jesus têm sofrido com fome extrema por serem vistos como ameaça aos ditadores.

A Missão Portas Abertas divulgou um relato feito por uma voluntária da entidade que vive em Cuba e fez contato através de uma videochamada. “O país passa por

uma intensa crise econômica e social. A fome tem escalado, a ponto de as pessoas

ficarem mais de 20 horas sem comer, o preço dos serviços essenciais continua subindo, além da escassez de itens de necessidade básica”, diz a entidade.

Angela, a voluntária que relatou a situação, disse ainda que o cenário de hoje é muito pior do que se esperava: “O povo cubano não aguenta mais essa situação. Eu pensava que a situação estava ruim há alguns meses, mas não imaginava que se tornaria pior”, desabafou.

Cuba hoje é o 22º país mais hostil aos cristãos em uma lista de 50 onde há perseguição extrema aos seguidores de Jesus Cristo. Angela vive com o marido e a filha no país e serve ao Evangelho oferecendo suporte à igreja local: “A distribuição de alimentos se torna mais racionada a cada mês. Por exemplo, se há um membro com problemas de saúde, eles recebem um certificado para comida extra e leite. Mas, hoje, essa provisão acabou, tanto adultos quanto crianças ficam sem a nutrição básica”.

Em Cuba, todos têm opções limitadas de compras, o que aumenta o problema por haver poucas lojas devido à escassez de alimentos e os preços serem proibitivos para as pessoas, que ficam presas ao que o governo fornece: “Quando era criança, me disseram que eu só podia tomar leite de manhã. Agora, eles não dão mais para as crianças. Não há mais leite, carne, nada. É ainda pior para as mulheres grávidas, elas não recebem a ajuda de que precisam”, lamentou Ângela

Esperança em meio à crise

Desde os protestos massivos contra o governo em julho de 2021, uma lei recente foi aprovada proibindo manifestações nas redes sociais.

“Em caso de desobediência, as punições envolvem prisões e outras violações dos Direitos Humanos. Tudo para evitar que a mídia internacional comente os protestos”, contou a líder cristã.

Para os cristãos, o contexto é particularmente difícil, pois eles são vistos como ameaças ao regime e sofrem vigilância constante e intensa: “Quando estou no aeroporto, tenho medo de ser interrogada. Um amigo meu foi questionado apenas por curtir uma notícia nas redes sociais”, exemplificou.

Como voluntária local da Portas Abertas, Ângela ajudou a entregar 270 cestas de alimentos para 872 pessoas em necessidade no país no ano passado: “Sabemos que não é suficiente para suprir a escassez de alimentos na ilha, mas é um começo. Oramos para que Deus fortaleça e sustente cada pessoa que enfrenta grande necessidade”, finalizou Angela.

Substituta de Biden diz que direito ao aborto é “prioridade”

A corrida presidencial dos Estados Unidos está sendo marcada por mudanças repentinas no cenário nacional, entre os candidatos. Com a desistência de Joe Biden, a mais cotada para assumir o seu lugar na disputa contra Donald Trump é a atual vice-presidente do país, Kamala Harris, notável defensora do aborto.

Assim como Biden, Harris já vem deixando claro que não abrirá mão de defender pautas anticristãs como o aborto, que foi proibido em nível nacional pela Suprema Corte, numa decisão histórica.

“Vamos lutar pela liberdade reprodutiva, sabendo que, se Trump tiver a chance, ele vai assinar a proibição do aborto para criminalizá-lo em todos os estados”, disse ela em um discurso feito na segunda-feira, 22. “O governo não deveria dizer a uma mulher o que fazer com seu corpo.”

Mesmo ainda não tendo sido anunciada oficialmente como a substituta de Biden, Kamala Harris já vem se portando como tal, fazendo ataques a Trump e repetindo o mantra narrativo das ideologias de esquerda, atualmente marcadas principalmente pelo identitarismo.

Em seu primeiro discurso, por exemplo, ela insinuou que o republicano seria um predador sexual e estelionatário. “Enfrentei criminosos de todos os tipos: predadores que abusaram de mulheres, fraudadores que enganaram consumidores, trapaceiros que quebraram as regras para seu próprio benefício. Então, ouçam-me quando digo: eu conheço o tipo de Donald Trump”, disse ela.

Posição de Trump

Trump, por sua vez, é contrário ao aborto, mas entende que os estados devem legislar sobre o assunto, e não o governo federal.

Anteriormente, antes da Suprema Corte decidir pela derrubada de uma lei que estava em vigor desde a década de 70, todos os entes federados eram obrigados à oferecer o aborto como uma prática legal.

“Minha opinião é que agora que temos o aborto onde todos queriam do ponto de vista legal, os estados irão determiná-lo por voto ou legislação ou talvez as duas coisas. O que decidirem deve ser a lei do país, neste caso, a lei do estado”, disse ele em um pronunciamento, segundo o G1.

Evangelismo com militares resgata amor e cura traumas de guerra

A experiência de passar por uma guerra pode produzis traumas inimagináveis na vida de um militar como David Larson, que passou 24 anos servindo ao Exército dos Estados Unidos, tendo que realizar missões de segurança em regiões de conflito como o Iraque.

Nessas circunstâncias, não apenas a vida pessoal, mas também a relação com outras pessoas, como o cônjuge, também pode ser prejudicada. Foi o que aconteceu com o casamento do sargento.

Felizmente, a Operação Heal Our Patriots (“Curar Nossos Patriotas”) da Samaritan’s Purse, organização liderada pelo pastor e evangelista Franklin Graham, vem fazendo um trabalho de recuperação voltado para os militares afetados pelos traumas da guerra.

“Estou orando por esse momento há muito tempo. Eu queria que David se aproximasse de Deus. Eu tenho orado por esse momento há muito tempo. Eu nunca pensei que estaríamos aqui”, disse Nicole, esposa do militar.

Durante uma ação do ministério no Alasca, onde o casal vive, David se reconciliou com Deus, foi batizado e agora está sendo acompanhado pelos evangelistas, algo que ele já reconhece como fundamental para a superação dos traumas e do resgate do seu casamento de quase 10 anos com Nicole.

“Eu estava sofrendo em silêncio. Eu nem percebi a extensão do dano”, disse ele ao recordar de uma missão na guerra do Iraque. “Tivemos que lidar com emboscadas e explosões. Ficava quieto por semanas e então alguma coisa explodia. Era de alta intensidade”.

Transformado

Treinado para não abandonar seus companheiros no campo de batalha, o sargento agora sabe que poderá contar com a ajuda dos irmãos em Cristo para superar os traumas da guerra, não mais em solidão, mas abraçado pela fé e amor uns pelos outros.

“Eu fui teimoso por todos esses anos. Eu sabia que havia alguém me protegendo — e eu finalmente o encontrei. Agora, eu tenho Cristo, e isso é muito poderoso. Eu não estou sozinho”, concluiu.

Igreja consegue autorização para construir após 24 anos de espera

A persistência no ministério cristão é uma necessidade vital para muitos cristãos pelo mundo, já que em diversos casos a perseguição religiosa se torna uma barreira a mais na vida do crente. Exemplo disso foi a espera de 24 anos para que uma igreja pudesse, finalmente, construir o seu templo.

Se trata da Huria Kristen Batak Protestan (Igreja Cristã Protestante Batak, uma denominação situada na Indonésia, precisamente no município de Binjai, liderado pelo prefeito Dr. H. Amir Hamzah.

Até então, os irmãos em Cristo vinham se reunindo no terreno adquirido pela congregação já nos anos 2000. Contudo, eles não haviam conseguido autorização da prefeitura local para construir o templo, por resistência e perseguição de alguns moradores na região.

Mesmo assim, os cristãos não desistiram e permaneceram adorando a Jesus Cristo no mesmo local, sem piso, apenas no chão batido de terra, e sob um telhado feito com latão. Isto é, tudo no improviso, a fim de que o louvor a Deus não fosse interrompido.

Mudança

Felizmente, agora, o prefeito Hamzah resolveu mudar a realidade da igreja, concedendo a tão aguardada licença para a construção do templo, segundo informações da organização International Crhistian Concern (ICC), que acompanha casos de perseguição religiosa no mundo.

Os cristãos da Igreja Cristã Protestante Batak, agora, poderão construir o salão do templo, salas e outras dependências da estrutura que servirá para cultuar a Deus e também oferecer acolhimento aos necessitados.

Para a felicidade dos cristãos locais, até mesmo o prefeito contribuiu com doações para a construção do templo, e participou da cerimônia de inauguração da “pedra fundamental”.

“Nossa meta é concluir a construção da igreja antes de outubro de 2024, antes da eleição do novo prefeito”, disse Marringan Silaban, secretário do comitê de construção da igreja HKBP Binjai Baru.

Cristãos distribuem bíblias para iranianos e Igreja cresce

Para quem vive na República Islâmica do Irã, poder estar na rua portando uma Bíblia pode lhe custar punições, incluindo a pena de morte. Felizmente, para os imigrantes iranianos que se deslocaram para a Inglaterra, o contato com cristãos livres da perseguição tem feito com que muitos conheçam a verdadeira Igreja de Deus.

É isso o que testemunha a Sociedade Bíblica da Inglaterra, que vem distribuindo a Palavra de Deus para os refugiados iranianos. Para muitos, essa é a oportunidade de ter o primeiro contato com a Bíblia, algo impensável no país de origem.

“Os hotéis por aqui ficaram cheios de refugiados. Correu o boato de que este era um lugar acolhedor em um ambiente hostil. E passamos de uma congregação de 30 pessoas para 100. Triplicamos nossos números em três anos”, afirmou um pastor local.

Acolhimento

Grande parte do diferencial em relação aos imigrantes está no tratamento dispensado pelos cristãos. Diversas igrejas, em vez de rejeitá-los, abriram as suas portas, e isso os aproximou ainda mais, mostrando o verdadeiro caráter e ensinamento de Jesus Cristo.

“Acreditamos que a Igreja oferece um refúgio inestimável de comunidade e apoio para refugiados e requerentes de asilo”, disse Chantelle Baker, gerente de engajamento comunitário da Sociedade Bíblica.

“Trabalhamos com igrejas e centros de detenção para garantir que Bíblias sejam fornecidas, gratuitamente, para aqueles que precisam delas”, ressaltou. Um imigrante, feliz, testemunhou: “É tão maravilhoso ler e orar na minha própria língua”.

O testemunho cristão, por fim, tem sido o grande diferencial na lida com os imigrantes iranianos, pois não adiantaria penas distribuir bíblias, se a conduta da Igreja não transmitisse a eles o que está escrito na Palavra.

“Igrejas em todo o país estão envolvidas no cuidado de pessoas vulneráveis ​​de todas as origens. Para refugiados e aqueles que buscam asilo, simplesmente seguimos o ensinamento da Bíblia que é cuidar do estrangeiro”, concluiu o Arcebispo de Canterbury.

Com AVC e “dores 24h por dia”, Luiz Sayão cancela compromissos

O pastor, escritor e tradutor Luiz Sayão fez uma publicação que pegou muitos de surpresa, ao anunciar o cancelamento de todos os seu compromissos por motivos de saúde. Na publicação, ele revelou ter sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e estar sofrendo com dores “24 horas por dia”.

“Vivendo sob uma difícil encefalomielite miálgica, inflamação no cérebro, que se desdobra em dores, alergias e inflamações por todo o corpo, sofro dessas dores 24 horas por dia. Tive também um pequeno AVC há algum tempo”, inicia o pastor.

Considerado um dos teólogos mais conceituados do Brasil, sendo um expert do hebraico, um dos idiomas utilizados na escrita da Bíblia, Luiz Sayão é alvo de grande admiração por parte dos evangélicos e também não evangélicos do meio acadêmico.

Segundo o pastor, ele já buscou alternativas para lidar com as suas dores, e também busca ter uma vida regrada, com hábitos saudáveis e ingestão de suprimentos, além do acompanhamento médico especializado.

“Já fiz tudo o que existe (detox, vitaminas, etc). Tenho o melhor acompanhamento médico possível (vários especialistas). Tomo mais de 60 nutrientes e suplementos por dia específicos pro meu organismo depois de vários exames, inclusive genético”, revelou.

Ele continuou: “Disciplina alimentar e terapêutica total. Atividades bem reduzidas. Na semana passada tive uma crise de saúde séria: subida repentina de pressão, dor de cabeça forte e persistente, três pesadelos terríveis com gritos, choro e movimentos bruscos, e um quadro de abalo emocional bem forte”.

Autocuidado

Visando cuidar da saúde, então, Luiz Sayão disse que ficará recluso em uma pousada, descansando, e só responderá mensagens de grande urgência. Para o líder religioso, as dores e demais problemas podem estar relacionados ao esgotamento diante das circunstâncias.

“Sempre guardo internamente as emoções. Seguro a minha dor e a de muitas pessoas. Ando muito triste com o sofrimento de gente querida e com os conflitos do mundo. Tenho somatizado tudo isso. De repente, rompeu tudo”, explicou ele.

Em todo caso, o pastor batista disse estar confiante na graça e no amor de Deus, que também sofreu no corpo por amor à humanidade. Ele agradeceu às orações e mensagens de carinho dos seguidores, frisando que permanece na fé.

“Esse abraço do Pai, tão dolorido, me deixou muito ferido, mas meu coração rebelde ficou mais amável, mais querido. Em tudo fiquei agradecido”, conclui o pastor. Confira o comunicado completo, abaixo:

'Perdi meu filho': Musk diz por quê combate a ideologia de gênero

Atual proprietário da rede social “X”, o antigo Twitter, o bilionário Elon Musk surpreendeu o público novamente ao revelar detalhes do por quê combate a ideologia de gênero, chamada por ele de cultura “woke”.

“Fui induzido a assinar documentos para o meu filho tomar bloqueadores de hormônios. Meu filho Xavier foi morto pelo vírus woke. Eu jurei destruir o vírus woke depois disso”, disse ele numa entrevista com o psicólogo e escritor Jordan Peterson.

De acordo com a jornalista Karina Michelin, Musk sofre profundamente com o rompimento da relação com seu filho Xavier, que aos 16 anos resolveu “mudar de sexo”. Na condição de pai, o empresário não concordou com a decisão e ambos deixaram de manter contato em 2022.

Chamado agora de Vivian Jenna Wilson, Musk disse que o seu filho também foi “além do socialismo, tornando-se um comunista pensando que quem é rico é mau”.

Aparentemente, contudo, o que mais dói no coração do homem mais rico do mundo é o fato de não ter conseguido proteger seu filho da influência da ideologia de gênero. “Eu jurei destruir o vírus woke depois disso. E estamos fazendo algum progresso”, disse ele na entrevista.

Cristianismo

Mesmo não sendo cristão, Elon Musk tem chamado atenção para a sua postura diante dos valores bíblicos. Recentemente, por exemplo, o bilionário reagiu a um comentário do rapper Nzube Olisaebuka Udezue, conhecido como Zuby no Reino Unido.

Zuby disse que “o Ocidente está absolutamente ferrado se perder o cristianismo”, enquanto Musk respondeu: “Eu acho que provavelmente você está certo”.

Essa manifestação e, agora, a declaração de luta contra a ideologia de gênero, colocam Musk na mira do ativismo ideológico progressista, algo que vem se refletindo em protestos contra as suas empresas, como a Tesla. Assista:

Sem-teto: igreja acolhe em terreno e prefeitura tenta impedir ação

Uma igreja que abriu seu terreno para que pessoas sem-teto, que vivem em trailers, pudessem estacionar no local buscou a Justiça contra a prefeitura da cidade após a administração tentar impedir o projeto social, e conseguiu uma liminar em um tribunal federal.

Um juiz federal emitiu uma liminar contra a cidade de Castle Rock, no estado do Colorado (EUA) que tenta proibir uma igreja de abrigar moradores de rua em trailers em sua propriedade.

O juiz Daniel Domenico, concedeu à Igreja The Rock uma liminar parcial na última sexta-feira, 10 de junho, garantindo que sua propriedade possa ser usada temporariamente para pessoas sem-teto que vivem em trailers:

“A Igreja enfatiza que, ao impedir que moradores de rua vivam em sua propriedade, a cidade está impedindo a Igreja de exercer suas crenças religiosas, independentemente de ser possível atender aos necessitados de alguma outra forma”, pontuou o juiz Domenico, que foi indicado para o cargo de juiz distrital durante o mandato de Donald Trump na Casa Branca.

“Na medida em que há uma disputa sobre se as crenças declaradas da Igreja realmente exigem que ela forneça abrigo em sua própria propriedade, não há razão para questionar a Igreja neste momento, independentemente de quão idiossincráticas ou equivocadas a cidade possa achar que suas crenças são”, acrescentou o juiz.

Domenico escreveu que a cidade não “argumentou explicitamente que tem um interesse convincente em fazer cumprir” os regulamentos do código de zoneamento municipal: “Como a Igreja enfatizou, e a cidade não contestou [o argumento de que] ‘a Igreja nunca passou por quaisquer problemas de segurança pública ou outros problemas relacionados ao realizar este ministério, mesmo tendo abrigado temporariamente vários indivíduos e pequenas famílias’”.

“Em vez disso, a cidade parece preocupada com o precedente que seria estabelecido, o que, segundo ela, poderia permitir projetos habitacionais muito maiores na propriedade da Igreja”, advertiu o juiz, em uma clara crítica à especulação feita pela prefeitura.

A igreja não-denominacional também é conhecida como Church of the Rock. Nos últimos anos, a Rock Church abrigou moradores de rua em trailers e barracas em sua propriedade. A congregação também tem procurado construir moradias de curto prazo para os menos afortunados em seu terreno, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Burocracia

Todo o imbróglio gira em torno de burocracias da legislação local: em novembro de 2023, autoridades de Castle Rock publicaram uma declaração explicando que a igreja precisava alterar seu “plano de desenvolvimento para permitir usos adicionais”.

“O zoneamento atual da igreja não permite moradia. Se a igreja quiser buscar mudanças em seu zoneamento, ela precisa enviar uma solicitação formal à cidade. Antes de enviar uma solicitação, eles teriam que realizar uma reunião pública de bairro […] Pelo menos três reuniões públicas de vizinhança seriam necessárias como parte do processo”, dizia uma nota divulgada pela prefeitura na ocasião.

Aos olhos do juiz federal, à medida que o caso avança, a igreja provavelmente terá sucesso nos méritos do seu caso: “A Igreja responde que suas crenças religiosas não a obrigam apenas a prover os necessitados de alguma forma geral; elas a obrigam a prover os necessitados na propriedade da Igreja”, escreveu Domenico.

“Especificamente, a Igreja aponta para Levítico 25:35–36, que exorta os cristãos a permitirem que os pobres ‘continuem a viver entre vocês’. A Igreja enfatiza que, ao impedi-la de permitir que os sem-teto vivam em sua propriedade, a Cidade está impedindo a Igreja de exercer suas crenças religiosas, independentemente de ser possível prover os necessitados de alguma outra forma”, finalizou o juiz.