Ex-travesti, pastor é denunciado ao MP após suicídio de jovem

Com um forte testemunho de transformação de vida, o pastor Flávio Amaral, ex-gay e ex-usuário de drogas vem provocando a fúria da militância LGBT+ por liderar um ministério voltado para este segmento, o que tem lhe rendido acusações de “transfobia” e até de “tortura”.

A deputada “trans” Erika Hilton e a vereadora também “trans” Amanda Paschoal, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ingressaram com uma denúncia no Ministério Público contra o pastor Amaral, após Letícia Maryon, de 22 anos, ter cometido suicídio no final de setembro passado.

Meryon estava sendo acompanhado pelo grupo Libertos por Deus (LPD), da igreja conduzida por Amaral. Os militantes LGBT+, agora, acusam o líder religioso de cometer “transfomia” ao, supostamente, impor a chamada “cura gay” sobre o membro da sua igreja.

“A ‘cura gay’ e a ‘destransição’ são práticas proibidas internacionalmente, inclusive no Brasil, mas são adotadas dentro de algumas igrejas e comunidades terapêuticas, que se aproveitam da vulnerabilidade alheia para impor dogmas que desumanizam as LGBT+, e não raramente podem levar ao su*cídio das vítimas”, diz Pachoal, segundo O Globo.

Outro lado

Em um comunicado, porém, a defesa do pastor Flávio Amaral disse que em nenhum momento o líder religioso submeteu Meryon a qualquer processo forçado de conversão ou destransição de gênero, sendo o ministério liderado por ele um campo de auxílio para quem busca ajuda voluntária.

“Inclusive, (Amaral) restou enlutado pelo ocorrido, especialmente pela relação de amizade, carinho e fraternidade que tinham”, diz a defesa do pastor, negando “qualquer espécie de imposição ou prática de condutas ‘vexatórias’”, da sua parte.

A denúncia contra o religioso, contudo, acusa o pastor de impor a prática do “jejum” como punição sobre Meryon, que teria manifestado desejo sexual por um dos fiéis da igreja.

“[Meryon] confessa para mim que estava apaixonado por um dos meninos. Tentou agarrar um dos meninos e eu briguei com ele, chamei atenção dele. Fiz ele jejuar. Ele não queria jejuar, eu falei: ‘Vai jejuar amanhã’ e ele jejuou”, disse o pastor em um vídeo divulgado no YouTube.

Perseguição?

A judicialização das práticas religiosas tem se tornado uma constante no Brasil, o que vem despertando a preocupação de líderes cristãos, uma vez que isso coloca em xeque o exercício da liberdade religiosa, como é o caso do jejum, uma prática comum no meio cristão.

Não só no campo da moralidade sexual, mas também no quesito das diferenças religiosas, pastores como o líder da Igreja Vintage, do Rio Grande do Sul, e o pernambucano Aijalon Florêncio, ambos alvos de processos por declarações contra religiões de matriz africanas, estão tendo que lidar com essa tipo de pressão que, na prática, pode se configurar perseguição religiosa. Confira:

‘Gazeta do Povo’ critica o Judiciário por agir ‘como árbitro da fé’ ao condenar pastor

Assine o Canal

Gladiador 2: cristão, Denzel Washington diz que beijou outro ator

O popular ator Denzel Washington disse recentemente que beijou outro homem durante as filmagens do filme Gladiador 2, mas a cena foi cortada antes do lançamento na versão final.

Denzel Washington, que diversas vezes se identificou como cristão, concedeu uma entrevista ao canal Gayety, voltado ao público LGBT, para promover seu novo filme, Gladiador 2, onde interpreta o imperador romano Macrinus.

Na entrevista, o ator foi questionado sobre “quão gay” seria a cultura no Império Romano, e na resposta, Denzel fez o relato sobre uma cena de assassinato: “Na verdade, eu beijei um homem no filme, mas eles tiraram. Eles cortaram. Acho que eles se acovardaram”, disse.

Segundo ele, tratava-se de uma “beijo da morte”, já que seu personagem executaria o outro em seguida: “Eu beijei um cara na boca. Acho que eles ainda não estavam prontos para isso”.

Após a declaração de Denzel, o portal The New York Post investigou a alegação e ouviu de uma fonte que o beijo foi filmado, mas observou que “não foi um beijo erótico”, ecoando a descrição do ator sobre a cena como um “beijo da morte”.

O diretor do filme, Ridley Scott, negou que tenha removido o beijo por covardia, mas por conta do que o roteiro do filme previa: “Eles nunca fizeram isso. Eles agiram no momento — não aconteceu”, afirmou.

Como o assunto repercutiu negativamente junto ao público LGBT, Denzel tentou minimizar dizendo que foi simplesmente um “selinho”, e que estavam fazendo “muito barulho por nada”, afinal a cena não envolvia erotismo: “Eles estão fazendo mais disso do que era. Eu o beijei nas mãos, dei-lhe um beijo e o matei”, reiterou.

Frustração

Nas mídias sociais, alguns expressaram surpresa negativa com as declarações de Denzel Washington, já que o ator professou publicamente ser cristão e na Bíblia a prática homossexual é considerada um pecado.

Em 2021, o ator deu uma entrevista dizendo como ser cristão cobrava um preço alto: “Nos dias de hoje, você sabe, é difícil. Há tantas influências negativas por aí; mídia social, obviamente, todas as óbvias, mas o inimigo é o inimigo. Então somos afetados pelo que está fora de nós, mas isso amplia ou acelera o que realmente está dentro de nós”, disse o ator na ocasião.

Em outra ocasião, o ator disse que sentiu Deus lhe dizer para “alimentar minhas ovelhas”, e acrescentou que na sua jornada de fé entendeu melhor o que isso significava: “O que descobri nos últimos dois anos é que existem todos os tipos de ovelhas. É por isso que falo com pastores experientes para me ajudar a guiar”.

“[A Bíblia] diz que nos últimos dias, nos tornaremos amantes de nós mesmos. A fotografia número um agora é uma selfie. Então, todos nós queremos liderar. Estamos dispostos a fazer qualquer coisa — mulheres e homens jovens — para sermos influentes. […] A fama é um monstro e todos nós temos essas escadas e batalhas, estradas que temos que trilhar em nossas vidas dadas. Seja você famoso ou quem quer que esteja aí ouvindo, todos nós temos nossos desafios individuais. É clichê, [mas] dinheiro, não torna isso melhor. Não torna. A fama apenas amplia os problemas e as oportunidades”, concluiu, à época, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Bíblia deve ser pregada ‘sem pedir desculpas’, encoraja pastor

O pastor Jack Graham, um dos mais respeitados dos Estados Unidos, está lançando um novo livro e a grande mensagem para a Igreja é que a verdade da Bíblia deve ser pregada pelos cristãos “sem pedir desculpas” para impactar a cultura do mundo.

Jack Graham é pastor da Igreja Batista de Prestonwood e já serviu por dois mandatos como presidente da Convenção Batista do Sul, a maior denominação protestante dos Estados Unidos, além de um escritor com muitas obras publicadas.

O novo livro, The Jesus Book, é considerado por ele mesmo como o ápice de seu trabalho ministerial ao longo de sua vida: “Se eu nunca tivesse escrito outro livro, este é o livro que estou feliz por ter conseguido escrever, porque ele basicamente cobre a mensagem da minha vida; certamente a mensagem da fé cristã, a Palavra de Deus, o testemunho de Cristo”.

Em sua essência, The Jesus Book (“o livro de Jesus”, em tradução livre) é um convite para que os leitores encontrem Jesus nas Escrituras, já que a Bíblia não é apenas um artefato histórico ou um conjunto de diretrizes morais, mas um testemunho vivo do plano de Deus para a redenção, enfatizou o pastor.

“Quanto mais você lê sua Bíblia, mais você sabe quem é Jesus. E quanto mais você conhece Jesus, mais você O ama e O serve. […] A história da Bíblia é clara porque tem um tema central. Esse tema é redenção, salvação. Há uma pessoa central na Bíblia: Deus, em Cristo, reconciliando o mundo consigo mesmo. É a história da redenção. E essa história da redenção é um fio escarlate, que atravessa a Bíblia, de Gênesis no Antigo Testamento até o Novo Testamento”, acrescentou Jack Graham.

Palavra viva

O pastor pontuou que “se uma pessoa fizer um esforço e intencionalmente ler a Palavra de Deus, ouvir a Palavra de Deus e pedir ao Espírito Santo para explicá-la e interpretá-la para ela, ela a entenderá”, e esse é o fator que deve motivar os cristãos a pregarem as Escrituras com ousadia.

Graham considera um desperdício ler a Bíblia de forma aleatória ou sem entender a mensagem central: “Os métodos de estudo da Bíblia são importantes, e falamos sobre alguns desses métodos quando você olha para uma passagem das Escrituras, como resumir a passagem, como avaliar seu conteúdo e contexto”.

Um dos tópicos principais do novo livro é desenvolver uma cosmovisão bíblica, já que cada vez mais as pessoas tratam a verdade como algo relativo, com mudanças constantes de valores culturais. Esse cenário obriga os cristãos a olharem para o mundo através das lentes das Escrituras, ao invés de permitir que a cultura dite a forma como a Bíblia deve ser interpretada.

“Judas 3 diz que devemos lutar sinceramente pela fé, e isso nos lembra que, com todas as visões de mundo que ouvimos e vemos por aí, com tantas mentiras na cultura, tantas mentiras que contamos a nós mesmos, a única maneira de superar esse ataque à verdade é usar a verdade para apoiar nossa fé e nossas crenças”, encorajou.

A pregação da verdade não deve ser refém da “ética” do nosso tempo: “Em um mundo cheio de descrença, devemos graciosamente, mas ainda assim com força, entender nossa Bíblia e proclamar esta mensagem sem pedir desculpas. Na cultura de hoje, é importante que demos evidências razoáveis para a fé, e que proclamemos as Escrituras com confiança, certeza e convicção. E quando fazemos isso, a Palavra de Deus funciona, e há poder nas Escrituras para neutralizar todas as obras das trevas”.

“Quando você prega a Bíblia, isso cria um apetite pelas coisas de Deus, pela verdade. É como comer uma refeição; você tem que experimentar: ‘Prove e veja que o Senhor é bom’. Eu sempre acreditei que os pastores devem fazer uma proclamação das Escrituras para que as pessoas possam entendê-la; explicar o que a Bíblia diz, mas também ilustrá-la e aplicá-la à vida das pessoas”, ensinou.

A expectativa de Jack Graham é que os leitores encontrem Cristo por meio da Bíblia e aprendam a encontrar as Escrituras como um testemunho vivo e expressivo do plano de Deus para a redenção: “Lucas 24 nos lembra que Jesus está presente nas Escrituras. Minha oração é que todo cristão encontre Cristo na Bíblia e experimente Sua presença viva em Sua Palavra. Ele é chamado de Palavra Viva de Deus. Então Ele nos deu Seu livro, a Bíblia, e ela é verdadeira e confiável”, concluiu, em entrevista ao The Christian Post.

Deputada cristã processada por versículo bíblico se nega a recuar

A decisão da deputada cristã finlandesa em contestar a aproximação da Igreja Evangélica Luterana de seu país com o movimento LGBT está rendendo a ela mais de cinco anos de uma batalha judicial, e embora ela já tenha vencido processos antes pelo mesmo caso, será novamente julgada.

Päivi Räsänen concedeu uma entrevista e afirmou que sua batalha na Justiça começou há mais de cinco anos, quando ela cobrou uma explicação da Igreja Evangélica Luterana sobre os motivos de a liderança ter “decidido apoiar, financeiramente e publicamente” uma parada gay.

“Foi uma decepção e até um choque para mim e para muitos outros. Muitos dos meus amigos decidiram renunciar à igreja, e eu também estava orando… ‘O que devo fazer agora?’ Fiquei muito preocupada com essa declaração pública da liderança da igreja, porque estava preocupada que isso minaria a confiança das pessoas na Bíblia e em sua autoridade”, recapitulou.

À época, Päivi Räsänen decidiu ir ao Twitter — agora chamado X – para compartilhar um texto de Romanos 1, onde o apóstolo Paulo aborda a ética sexual. Ela adicionou uma pergunta à liderança da igreja sobre sua posição apoiando as bandeiras LGBT.

“Depois disso, um cidadão fez uma queixa criminal e a polícia começou a investigar o caso. No começo, eu não acreditei. Tinha lido no jornal que a polícia [havia] começado a investigar o caso e liguei para o policial e ele disse: ‘Sim, estamos investigando’”, contou a parlamentar, que tem longa carreira na política da Finlândia.

Outras queixas criminais surgiram, resgatando um panfleto antigo que ela havia escrito muitos anos antes a respeito do casamento e uma entrevista concedida a uma emissora de rádio.

“Fui interrogada na delegacia de polícia por 13 horas sobre questões muito teológicas — questões bíblicas. A polícia [estava] me perguntando… ‘Qual é a mensagem principal do Livro de Romanos?’. E assim por diante”, comentou Päivi, acrescentando que a situação era “absurda”.

Os processos

Todo o caso se transformou em acusações formais, e os processos chegaram ao tribunal: “Eles [estavam] me acusando de violar […] a lei sobre agitação contra minorias. Temos esse tipo de lei na Finlândia, assim como em quase todos os países europeus”.

A deputada cristã, porém, disse que sempre afirmou que “as pessoas são iguais e todas as pessoas são valiosas, criadas por Deus à Sua imagem”, o que foi o eixo de sua vitória em dois processos. No entanto, mesmo depois de ter sido absolvida, os promotores decidiram apelar e levar o caso dela à Suprema Corte da Finlândia — algo que ela disse ser “inacreditável”.

Independentemente do tamanho da adversidade, ela não está disposta a recuar porque os riscos são altos: “Eu acho que isso teria consequências muito, muito perigosas porque eu diria até que isso daria início ao período de perseguição aos cristãos na Finlândia e em países europeus”, disse Päivi Räsänen sobre uma eventual derrota no tribunal superior.

“Porque então isso significaria que você não tem mais permissão para concordar publicamente com a Bíblia. Acho que a consequência e punição mais perigosa seria a proibição dos meus escritos, tirar minhas postagens no Twitter e meu livro, e não seria apenas uma punição contra mim, seria também contra milhares e milhares de cristãos que publicaram opiniões e declarações semelhantes”.

Embora não esteja sendo fácil de lutar, ela se comprometeu em ir até o fim na defesa de sua fé: “Este tem sido meu chamado. Este processo me deu tantas chances em público de testemunhar sobre o Evangelho, sobre Jesus — que é a solução para o problema do pecado”, concluiu a deputada cristã, de acordo com a emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

‘Apóstolo bom é apóstolo morto’: pastor reprova zombaria a Rina

A morte do fundador da Bola de Neve Church despertou debates nas redes sociais sobre as polêmicas envolvendo o apóstolo Rina, além da repercussão de um vídeo de outubro que foi entendido como profecia. O pastor Renato Vargens, porém, reprovou a insensatez dos evangélicos que agiram com zombaria.

Rina usava o título eclesiástico de apóstolo, o que não é reconhecido por muitas denominações por não haver previsão bíblica de uso dessa nomenclatura para nenhum líder cristão além daqueles que foram chamados por Jesus para serem enviados em seu nome no primeiro século.

Diante disso, muitos usuários das redes sociais passaram a fazer pouco caso da morte de Rina afirmando que “apóstolo bom é apóstolo morto”, numa referência àqueles do primeiro século, como João, Pedro, Paulo, entre outros.

Renato Vargens, porém, tratou de repreender esse comportamento. Embora ele próprio não tenha usado o título “apóstolo” para se referir a Rina, afirmou que o comportamento de muitos se assemelhavam a urubus:

“Ontem de forma trágica morreu um pastor, o que trouxe comoção a muita gente. Todavia, também houve aqueles que zombaram do que morreu, dizendo que apóstolo bom é apóstolo morto, isso sem falar nos urubulinos que aproveitaram a situação para trazer profecias diversas. Triste ver os evangélicos desrespeitando a dor dos familiares e amigos do pastor. Nessas horas, a melhor coisa a se fazer deveria ser o silêncio e o respeito”, ensinou Vargens.

Em outra publicação no Instagram, Vargens criticou a covardia dos agressores de redes sociais: “A internet faz com que as pessoas encasteladas em seus computadores e smartphones falem absurdos. A questão é que possuem coragem de fazê-lo no recôndito de suas casas, todavia, se tivessem que fazê-lo olho no olho, não teriam essa audácia, pelo fato de que são gigantes atrás de uma tela e nanicos em frente dos que ofendem”.

Sepultamento

A Bola de Neve Church informou que o corpo de Rina será sepultado nesta terça-feira, 19 de novembro, às 17h00 no cemitério Parque Morumbi.

Desde a noite da última segunda-feira o corpo está sendo velado na sede da Bola de Neve Church, na rua Clélia, 1517, no bairro da Lapa, em São Paulo (SP).

Rina: em despedida, exaltou legado e arquivamento de denúncias

A irmã do fundador da Bola de Neve, Priscila Seixas, compartilhou um vídeo em que Rina celebra o arquivamento das acusações feitas contra ele ao longo de 2024 no processo de divórcio litigioso, além de exaltar o legado que ficará para os seus sucessores na igreja.

Rina faleceu em um trágico acidente de moto no último domingo, 17 de novembro, ao voltar de um culto com o grupo Pregadores do Asfalto, um motoclube da própria Bola de Neve.

Um vídeo de outubro, em que o pregador Jefferson Puca afirma ter recebido uma mensagem de Deus sobre a morte de um grande líder evangélico vem sendo interpretada como profecia da morte de Rina.

No vídeo compartilhado nesta segunda-feira pela irmã de Rina, ele deu uma palavra aos participantes do culto na sede da igreja, em São Paulo, e transmite o legado para a geração de jovens presentes: “Meus amados, que alegria eu sinto em saber que o legado continua”, diz ele, que à época estava afastado voluntariamente das funções de líder da Bola de Neve Church.

“Cada um de vocês está segurando o bastão que a primeira geração desse ministério carregou até aqui, e agora está passando adiante para que vocês continuem a partir daquilo que nós construímos. Que o nosso teto seja o vosso piso”, acrescenta.

Em seguida, Rina inicia um desabafo sobre as adversidades enfrentadas: “Que vocês se beneficiem da herança espiritual que está sobre vossas vidas. Nós estamos enfrentando desafios, onde a nossa fé tem sido testada, provada, e o que eu peço a vocês é [que] continuem orando por nós, porque os inimigos se levantam, mas eles levantam para cair”.

“Nós sofremos ataques que nunca imaginaríamos que pudessem chegar a tais níveis, mas nós sabemos quem exatamente está por detrás deles. Nós sabemos que satanás, mais hora, menos hora, ia tentar se levantar para destruir um ministério, que avança, que prega um evangelho genuíno, que demonstra e manifesta o poder de Deus, só que Deus tem trabalhado nesse tempo”, contextualiza Rina.

Em uma declaração contida, mas objetivamente ligada ao escândalo que se tornou público na separação de Denise Seixas, ele celebra o desfecho das denúncias contra ele: “Vocês não me ouviram falar uma frase sequer para tentar me defender, porque justo não se justifica. Meu papel tem sido só esperar em Deus e deixar também a justiça dos homens fazer o seu trabalho. De todas as acusações imputadas contra mim, todas a Polícia me inocentou e o Ministério Público arquivou tudo”.

“Então, vamos viver um dia de cada vez, esperar a ação do Senhor em nosso meio para que a gente possa ver todas as coisas restauradas”, conclui Rina.

Na legenda do vídeo, Priscila Seixas afirmou que a Bola de Neve Church seguirá de pé: “Vamos continuar seu legado”.

Morte de Rina: vídeo de outubro está repercutindo como ‘profecia’

A morte de Rina, fundador da Bola de Neve Church, está fazendo repercutir um vídeo de outubro deste ano em que o líder da Igreja Apostólica Sem Paredes, Jefferson Puca, diz ter recebido uma revelação sobre a ação de Deus em “ceifar” um grande líder evangélico.

No Instagram, o vídeo em questão foi publicado em 01 de outubro, e mostra o apóstolo Puca descrevendo a mensagem que havia recebido:

“Um grande líder no estado de São Paulo, Deus vai ceifar porque está brincando. Deus vai ceifar um grande líder. E este grande líder é de uma igreja, de um ministério. Eu não disse do Brasil, eu estou sendo específico: é de São Paulo”, diz Puca na gravação.

Em seguida, Puca acrescenta: “Deus está dando oportunidade, mas a pessoa continua enganando, continua brincando. Deus vai ceifar”.

Rina faleceu aos 52 anos na tarde do último domingo, 17 de novembro, após sofrer uma queda de moto na altura do km 131 da Rodovia Dom Pedro (SP-095), em Campinas (SP), às 16h04.

De acordo com informações do portal Uol, Rina voltava de um culto em São João da Boa Vista, na companhia do grupo Pregadores do Asfalto, um motoclube organizado pela própria Bola de Neve. Ele perdeu o controle da moto, caiu e sofreu fraturas na clavícula e costelas.

Ao ser socorrido, o apóstolo Rina foi encaminhado ao Hospital de Clínicas da Unicamp, onde chegou em parada cardíaca. A equipe fez os procedimentos de reanimação, mas não teve sucesso.

Puca gravou um segundo vídeo e publicou em suas redes sociais lamentando a morte de Rina: “Às vezes Deus nos dá a revelação e as pessoas não entendem, murmuram, blasfemam, mas o nosso Deus é um Deus que avisa, que fala. […] Peço que vocês, irmãos, orem pela família, por essas pessoas que tiveram essa perda”.

Apóstolo Rina, fundador da Bola de Neve, morre em acidente

O fundador da Bola de Neve Church, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, faleceu neste domingo, 17 de novembro, em um acidente de moto. Mais conhecido como apóstolo Rina, ele havia se afastado das atividades ministeriais por conta de acusações de agressão à esposa, Denise Seixas.

A Bola de Neve divulgou um comunicado nas redes sociais informando sobre o falecimento de seu fundador, mas sem aprofundar detalhes a respeito do acidente de moto:

“Com profunda dor, informamos o falecimento do Apóstolo Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, fundador da Igreja Bola de Neve, ocorrido neste dia 17 de novembro de 2024, em um fatídico acidente de moto no interior de São Paulo. Neste momento de grande tristeza, nos colocamos em oração por sua família, amigos e toda a igreja que foi tão abençoada por seu ministério, deixando um legado que jamais será esquecido”, informou a igreja.

O velório e o sepultamento de Rina serão divulgados pela Bola de Neve em breve. Rina e sua ex-mulher, Denise, enfrentaram um divórcio turbulento ao longo de 2024, com a Justiça determinando medidas protetivas contra o líder neopentecostal.

A repercussão do acidente e falecimento do líder neopentecostal tem mobilizado lideranças evangélicas nas redes sociais, expressando pesar:

“Hoje recebemos a notícia da partida para eternidade de um grande líder, apóstolo Rina, que fez um lindo trabalho em nossa nação através da Igreja Bola de Neve. A causa morte foi um acidente de moto . Que o Espírito Santo console a família, irmãos e amigos”, escreveu o pastor Josué Gonçalves.

Estevam Hernandes, fundador da Igreja Renascer em Cristo – onde Rina iniciou seu ministério antes de fundar a Bola de Neve – manifestou “profundos sentimentos a toda a família” e pediu a Deus “que o Espírito Santo possa consolar a todos!”.

“Estou em choque.Uma notícia que entristeceu muito meu coração. Que Deus conforte os familiares, a Igreja e todos nós que conhecemos seu legado. Estou estarrecido, profundamente triste!”, declarou o cantor Pastor Lucas.

Antissemitismo no mundo é o maior desde a 2ª Guerra Mundial

Os judeus, que na metade do século XX foram vítimas do maior genocídio humano da história, o Holocausto, voltaram a ser alvos do ódio que se mostra ao mundo através do antissemitismo, algo que para o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, já é o maior desde a 2ª Guerra Mundial.

Gideon fez essa declaração após retornar de Amsterdã, na Holanda, que na semana passada foi palco de ataques antissemitas contra centenas de judeus após o fim de uma partida de futebol. Para proteger seus cidadãos, Israel precisou enviar aviões para trazer de volta cerca de 2.000 israelenses.

“Os incidentes que não tínhamos visto há 80 anos. – Eu chamo de novo antissemitismo, focado na negação do direito de Israel existir como um Estado judeu, focado na negação do direito de Israel de autodefesa; e é concretizado para atacar ou desumanizar cada judeu ou cada israelense na rua”, disse Gideon, segundo a CBN News.

O ministro israelense também criticou a postura de órgãos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), que têm relativizado os ataques terroristas de grupos como o Hamas e o Hezbollah, financiados pelo Irã, contra o Estado judeu.

Ele lembrou que, na prática, Israel é “o país que é mais atacado no mundo, mais ameaçado no mundo, com outros membros do estado da ONU como o Irã falando publicamente e deliberadamente sobre eliminá-lo. Mas este país é atacado, com um esforço para negar o seu direito à autodefesa.”

Mais casos

Na quinta-feira (14), outro exemplo de antissemitismo ocorreu durante uma partida de futebol entre França e Israel pela Nations League. Segundo informações da CNN Brasil, torcedores franceses vaiaram o hino nacional de Israel antes da partida começar.

Antes da partida, manifestantes pró-Palestina também emitiram frases de ódio contra os judeus no bairro de Saint-Denis, em Paris, com acusações de “genocídio” contra Israel, em referência à guerra contra o terrorismo na Faixa de Gaza. Veja também:

Ódio aos judeus dispara como um ‘tsunami’ na Europa, diz mídia internacional

Assine o Canal

Josué Gonçalves: A família é um plano divino sob ataque constante

Um dos focos mais emblemáticos da Bíblia sagrada diz respeito à família, não por acaso as genealogias são expostas em detalhes nas Escrituras, enfatizando a importância dos vínculos familiares. Para o pastor e autor Josué Gonçalves tudo isso faz parte de um grande “plano divino”.

Ocorre que, segundo o pastor, esse plano divino chamado família tem sofrido ataques constantes por parte da cultura atual, algo que os cristãos devem estar preparados para enfrentar.

“Em meio à complexidade da vida e às mudanças intensas da sociedade atual, a família como conhecemos e acreditamos segundo as Escrituras tem enfrentado ataques constantes”, diz Josué Gonçalves em um artigo publicado no último dia 11.

Conhecido por liderar um ministério voltado para o fortalecimento dos relacionamentos, o pastor disse que os cristãos devem se “apegar à verdade de que a família é um projeto de Deus”, uma vez que “isso é imutável.”

Dedicação e cuidado

Josué Gonçalves ensina que devemos priorizar a família acima de qualquer outro bem ou interesses, uma vez que ela exige dedicação integral, pois “Deus não apenas criou a família, mas a definiu como parte fundamental do seu plano para a humanidade”.

“O mandato de ‘frutificar e multiplicar’ é mais que uma orientação; é um chamado para que a família se torne o centro de valores, de amor e da transmissão da fé. Família não é um projeto humano, é um sonho de Deus realizado na Terra”, escreve o religioso na revista Comunhão.

O pensamento do pastor se refletiu, também, em sua iniciativa de rebater uma declaração recente da atriz Maria Flor, que classificou o casamento como uma instituição “falida”.

Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, Maria Flor disse que não conversa mais com o esposo, alegando que “o casamento é uma instituição falida que não dá certo, que está fadada ao fracasso”.

Para Josué Gonçalvez, no entanto, falas como a de Maria Flor são reflexos de uma cultura que contraria o verdadeiro significado de casamento e, por consequência, família.

“Casamento é um projeto de Deus, e quando vivemos sob esse propósito, experimentamos a verdadeira força da aliança”, disse ele em resposta à atriz. Confira na matéria abaixo:

Pastor refuta atriz Maria Flor: ‘Casamento é uma construção diária que vale a pena’

Assine o Canal