Sóstenes: Ato não foi fidelização ao Bolsonaro, mas “aos valores”

O pastor e deputado federal Sóstenes Cavalcante, 2° Vice-presidente da Câmara dos Deputados, falou sobre a manifestação ocorrida no último dia 25, na Avenida Paulista, quando o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e aliados discursaram em defesa do Estado Democrático de Direito.

Durante uma entrevista para a GloboNews, Sóstenes negou que o ato organizado e financiado pelo pastor Silas Malafaia fosse uma manifestação de “fidelização ao Bolsonaro”.

“Discordo que seja uma fidelização ao Bolsonaro. É uma fidelização aos valores, que foram muito bem interpretados pelo Bolsonaro quando ele esteve à frente da Presidência da República”, afirmou o parlamentar.

Para Sóstenes, que integra a bancada evangélica no Congresso, qualquer político que defender os princípios e valores cristãos terá o apoio da comunidade religiosa cristã, a exemplo do que ocorreu com Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018 e 2022.

“São os valores que nos unem”, disse ele. “Hoje, esse líder é o Bolsonaro. Amanhã, poderá ser outro. O atual governo defende legalização de drogas, defende a legalização do aborto, defende tudo que vem contra os nossos valores, então eu sempre digo que evangélicos e governos de esquerda são água e óleo. Não vão se misturar nunca”.

‘Recursos pessoais’

Em uma publicação feita nas redes sociais, Sóstenes também rebateu os rumores de que o pastor Silas Malafaia poderá ser investigado pela Polícia Federal, algo já repercutido pelo GospelMais.

O possível motivo, segundo a suspeita levantada pelos críticos, é de que o líder religioso teria utilizado recursos da sua denominação, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, para promover o ato do dia 25 na Paulista.

Para o 2° Vice-presidente da Câmara dos Deputados, no entanto, tudo o que Malafaia fez “foi com seus recursos pessoais, e embora a esquerda queira tirar o direito do meu pastor de exercer sua cidadania, a verdade é uma só: todo cidadão tem o direito de falar das suas convicções, isso é democracia!”. Assista:

“Discordo que seja uma fidelização ao Bolsonaro. É uma fidelização aos valores, que foram muito bem interpretados pelo Bolsonaro quando ele esteve à frente da Presidência da República. São os valores que nos unem. (…) Hoje, esse líder é o Bolsonaro. Amanhã, poderá ser outro. O… pic.twitter.com/Z4wvuN0CCr

— GloboNews (@GloboNews) February 27, 2024

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Só em 2023 foram registrados 44,6 milhões de abortos no mundo

O número de abortos no mundo parece estar cada vez maior, apesar da reação de grupos pró-vida que lutam para que o “assassinato de inocentes”, como acusam os críticos da prática, não se torne legal. Mesmo assim, só em 2023 foram registrados 44,6 milhões de mortes por interrupção da gravidez, sendo essa a maior causa de óbitos no planeta.

Os dados, segundo informações do Christian Post, foram divulgados pelo Worldometer, um banco de dados que rastreia dados quantitativos sobre saúde, população global e outras métricas em tempo real.

Conforme essa plataforma, os dados capturados pelo Internet Archive Wayback Machine, em 31 de dezembro passado, apontam que o quantitativo de mortes por aborto, naquele ano, foi maior do que todas as outras causas de óbito no mundo.

Para se ter uma noção da diferença assustadora, a segunda maior causa de morte no mundo em 2023 foi por doenças transmissíveis, com 12,9 milhões de óbitos. O câncer aparece em terceiro lugar, com mais de 8,2 milhões de mortes, enquanto o tabagismo foi apontado como responsável por 4,9 milhões de pessoas mortas, ficando em quarto.

Aborto é pecado

O aumento do número de abortos no mundo vai na contramão do que ensina o cristianismo. Para o pastor Nicodemus Lopes, por exemplo, por mais que a Bíblia não fale expressamente contra a prática, trata-se de algo “que na mentalidade israelita antiga, o aborto era impensável”.

“As crianças eram vistas como um presente de Deus, e a gravidez era considerada uma bênção divina. Não ter filhos era considerado uma maldição. A proibição genérica ‘Não matarás’ abrangia essa questão”, ensina o pastor.

Segundo Nicodemus, apesar de haver uma discussão sobre quando ocorre o início da vida, a Bíblia nos dá a entender que Deus reconhece a concepção como esse momento, o que contraria a tese defendida por alguns abortistas.

“Apesar de algumas passagens serem difíceis de interpretar, a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem têm origem na concepção”, conclui o Ex-chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Trump diz que precisa de Deus para vencer a 'esquerda radical'

O apelo ao discurso religioso como forma de demonstrar o que está em jogo nas eleições de grandes democracias, como a dos Estados Unidos, é uma realidade cada vez mais visível. Dias atrás, por exemplo, o ex-presidente Donald Trump voltou à falar do seu apego a Deus como forma de lutar contra a “esquerda radical”.

Cotado pelos Republicanos para disputar a eleição presidencial este ano, Trump discursou na última quinta-feira, dia 22, em um fórum para radialistas cristãos em Nashville, capital do Tennessee.

Na ocasião, o ex-presidente traçou um paralelo entre a disputa presidencial americana e um conflito militar global, dando a entender que, a depender do resultado das eleições deste ano, o mundo poderá enfrentar uma luta armada generalizada no futuro, ou um uma guerra de ordem moral.

Para o ex-presidente, contudo, o risco de um conflito global está atrelado à disputa interna no seu país. “Hoje estamos em outra luta pela sobrevivência de nossa nação”, disse ele. “Desta vez, a maior ameaça não vem de fora de nosso país, eu realmente acredito nisso: vem de dentro”.

“Estou aqui hoje, porque sei que, para alcançar a vitória nesta luta, assim como nas batalhas do passado, ainda precisamos da mão de nosso Senhor e da graça do Deus Todo-Poderoso”, continuou o ex-presidente, segundo a CNN Brasil.

‘Esquerda radical’

Em seu discurso, Trump se colocou como um cristão que estaria “lutando” e “levando as balas, levando as flechas” em defesa dos valores da direita conservadora. Foi durante o seu governo, de fato, que os Estados Unidos cortou financiamentos para o aborto e se colocou em defesa dos cristãos perseguidos pelo mundo, como o pastor Andrew Brunson.

O líder americano acredita, por fim, que os cristãos não devem se omitir das questões políticas da sua nação, tendo em vista que a “esquerda radical”, segundo o ex-presidente estaria vindo contra “todos nós”.

“Os cristãos não podem se dar ao luxo de ficar de fora dessa luta. A esquerda radical está vindo atrás de todos nós, porque eles sabem que nossa lealdade não é a eles. Nossa lealdade é ao nosso país e nossa lealdade é ao nosso Criador”, concluiu.

'Modismo' tem prejudicado a teologia pentecostal, diz teólogo

Conforme o número de evangélicos cresce no país, cresce também a diversidade de denominações, e com elas as doutrinas e tradições que, em muitos casos, se distanciam do ensinamento bíblico histórico. Pensando nisso, o teólogo Gutierrez Fernandes Siqueira resolveu fazer um alerta sobre o meio pentecostal.

Em uma publicação feita nas redes sociais, o jovem autor apontou três elementos que estariam prejudicando a teologia pentecostal atualmente, sendo eles o “modismo”, a “busca pelo poder” e o “pós-pentecostalismo”.

“Nos últimos 40 anos, surgiram muitos modismos, incluindo doutrinas e práticas errôneas como a Teologia da Prosperidade, a Confissão Positiva, a Teologia da Batalha Espiritual supersticiosa, a Teologia do Domínio, a carismania (uso exagerado dos dons), entre outros”, inicia Siqueira.

“Essas práticas e ideias descaracterizam o pentecostalismo devido ao excesso de subjetividade, superstição e descuido no estudo das Sagradas Escrituras”, explica o autor.

Quanto ao que considera ser uma busca pelo poder, Siqueira diz se tratar do poder humano, político, e não o poder de Deus. Segundo o autor, os que desejam isso “são os profetas da corte, que sempre proclamam o que os reis corruptos querem ouvir”.

O teólogo ressalta que essa busca também está presente internamente, entre os cristãos, no sentido de disputa por cargos e privilégios. “A fome pelo poder político, seja partidário ou eclesiástico, já fez muitos morrerem espiritualmente”, escreve ele.

Por fim, Siqueira conclui dizendo que o “pós-pentecostalismo” é o que descaracteriza a verdadeira doutrina pentecostal.  “Trata-se do pentecostalismo sem Pentecostes, reduzido a uma mera tradição, sem o desejo pelos dons e pelo Batismo no Espírito Santo, e que não reconhece uma teologia própria”, explica o autor.

A publicação feita pelo teólogo provocou várias reações, com muitos dando razão às observações feitas por Siqueira. “Oro para que Deus o guarde pois no nosso meio pentecostal os que pensam diferentes geralmente são atacados de maneira brutal”, comentou um internauta. Confira:

Michelle chora ao falar em SP: 'Sofremos porque exaltamos Deus'

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi uma das personalidades que estiveram na manifestação do último domingo, na Avenida Paulista, quando segundo dados do governo de São Paulo, cerca de 750 mil pessoas ocuparam quatro quarteirões na região.

Em seu discurso, Michelle ficou emocionada ao ver a quantidade de pessoas participando do ato convocado pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Ela criticou o que chamou de negligência dos cristãos no tocante à participação no mundo político, dizendo que o país agora precisa de uma “libertação”.

“Por um bom tempo nós fomos negligentes, sim, ao ponto de falarmos que não poderia misturar política com religião, e o mal tomou, o mal ocupou o espaço. Chegou o momento agora da libertação: ‘Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará’”, discursou a ex-primeira-dama.

Em lágrimas, a presidente da ala feminina do Partido Liberal disse acreditar que há promessas de Deus para o Brasil. “Creio que isso foi gerado no mundo espiritual, porque eu creio em um Deus vivo, um Deus todo poderoso que é capaz de restaurar, de curar a nossa nação”, disse ela.

“Não desistam, mulheres, homens, jovens, crianças, não desistam do nosso país. Continuem orando, continue clamando porque eu sei que o nosso Deus, do alto céus, Ele irá nos conceder o socorro”.

Projeção

O discurso de Michelle Bolsonaro na Avenida Paulista foi de grande importância, também, para a projeção do seu nome como possível candidata nas eleições de 2026. Apesar de já ter negado que pretende concorrer a Presidência, aliados do ex-presidente Bolsonaro vêm cogitando levantar o seu nome para o pleito.

O fato é que a manifestação de domingo serviu para mostrar que o capital político do ex-presidente Jair Bolsonaro continua forte, sendo boa parte dele composto pelos evangélicos, público sobre o qual Michelle possui transito livre e grande poder de articulação.

“Desde 2017 nós estamos sofrendo. Nós estamos sofrendo porque exaltamos o nome do Senhor no Brasil, porque o meu marido foi escolhido e ele declarou que era Deus acima de todos”, disse ela, relembrando do atentado sofrido por Bolsonaro nas eleições de 2018

“Mas eu aprendi naquele leito de hospital, onde os médicos falaram que era só Deus. E eu ajoelhei e falei, Senhor, não cai um fio da nossa cabeça em uma folha de uma árvore sem a sua permissão. E a partir daquele dia, a minha fé foi renovada. Eu me senti forte, eu me fortaleci em Cristo para estar ao lado dele”, concluiu, segundo o Estado de Minas. Assista:

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'Muito cuidado', diz pastor ao advertir contra a idolatria no esporte

As diferentes modalidades de esporte movimentam um mercado bilionário no mundo inteiro, atraindo a torcida de milhões de pessoas. Mas, para o pastor Mark Jones, isso faz com que os cristãos também devam ter uma atenção especial sobre os riscos da prática da idolatria no meio esportivo.

No Brasil, por exemplo, o futebol é uma paixão nacional, e para muitos se trata de algo que vai além da simples torcida, pois também envolve algum nível de fanatismo.

“Nós somos adoradores. Não está em questão se adoramos, mas o quê ou quem adoramos. E atualmente, muitos adoram os esportes de uma forma ou de outra”, diz o líder da igreja Faith Presbyterian Church, em Vancouver, no Canadá.

Ao descrever a experiência que teve em um estádio, Jones disse ter ficado preocupado com o que viu, pois tudo se assemelhava a uma adoração. “Canções apaixonadas, desejo de vencer, unidade de espírito, adoração direcionada, lamento pelas falhas, lotação máxima, e tudo em um lindo santuário”, lembra o pastor.

“Isso pode soar como um culto religioso, mas na verdade foi a experiência que tive há alguns anos em um jogo de futebol profissional na Inglaterra”, continua Jones, explicando que não existe problema, em si, em torcer por um time.

O problema, segundo o pastor, está no modo como enxergamos o esporte. A idolatria, neste caso, se caracteriza pela devoção exagerada a alguém ou a um time, fazendo com que essas coisas se tornem mais importantes do que o real sentido da vida, que é servir a Deus.

“O desejo, a alegria, o medo e o luto são paixões que correm soltas entre muitos fãs de esportes, e onde paixões fortes caminham soltas, é necessário proceder com muito cuidado”, alerta o pastor.

Sintomas

Jones observa que os cristãos devem estar atentos aos riscos da idolatria através do esporte, por exemplo, observando se não estão deixando de adorar mais a Deus por causa da torcida, segundo o Voltemos ao Evangelho.

Outra questão apontada pelo religioso diz respeito ao comportamento emocional diante das derrotas de um time, por exemplo. “Alguns homens podem ficar tão angustiados ou zangados quando o seu time perde que descarregam a sua raiva nos outros, até mesmo nos seus próprios familiares. Isto é uma violação do sexto mandamento”, explica o pastor.

E conclui: “Como filhos, o amor a Deus Pai (1 João 3.1) é um deleite que nos liberta da escravidão pela glória do esporte. Portanto, a não ser que o nosso amor a Deus esteja baseado em tudo o que Ele fez e fará por nós, ficaremos cada vez mais viciados em atividades mundanas, como os esportes”.

Nikolas questiona PF por possível ação contra Silas Malafaia

O deputado federal Nikolas Ferreira reagiu à notícia de que a Polícia Federal poderá iniciar uma investigação contra o pastor Silas Malafaia, após o religioso fazer um forte discurso de pelo menos 20 minutos na Avenida Paulista, no último domingo 25, em apoio ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.

A possibilidade de investigação contra o líder religioso foi publicada pela CNN Brasil. Segundo a emissora, agentes da PF estariam avaliando chamar Malafaia, que organizou e financiou a manifestação, para prestar alguns esclarecimentos.

Por meio das redes sociais, Nikolas disse que uma eventual investigação contra o pastor será como uma “confissão pública” de perseguição político-ideológica contra lideranças da direita política nacional.

“A PF vai se prestar a serem fiscais da livre manifestação de opinião? É uma confissão pública de perseguição e supressão da liberdade? Que vergonhoso papel de uma instituição que tem grande prestígio da sociedade. Mas que poderá ser reduzido a nada se continuar dessa forma”, reagiu o deputado.

‘Tenho nota de tudo’

Ao comentar a possibilidade de ser investigado, Silas Malafaia tratou de se adiantar, afirmando que o financiamento da manifestação na Paulista não partiu de verbas oriundas da igreja que lidera, mas sim de recursos próprios.

“Quanto é que foi gasto na manifestação do dia 25? Gente, começou a perseguição contra mim? Mais do que nunca, o que eu falei lá é a verdade. O Estado Democrático de Direito está em perigo”, diz o pastor.

“Que vergonha! (…) Escolheram o cara errado. (…) Eu tenho nota de tudo. (…) Eu posso pagar outras manifestações (….) Nesse país, falar a verdade agora é ato terrível, é atacar porque eles estão acostumados com a mentira”, completou Malafaia.

Ainda segundo o religioso, o financiamento da manifestação na Paulista foi oriundo do seu salário como proprietário de uma editora, assim como da sua função pastoral na Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Ex-jogador, Cicinho diz que superou o alcoolismo com a Bíblia

Viralizou nas redes sociais o trecho de um vídeo onde o ex-jogador Cicinho conta seu testemunho de libertação do alcoolismo. A fala ocorreu durante a sua participação no Podcast Denílson Show, que também contou com a presença do jornalista Marco Aurélio Souza.

Ídolo do São Paulo com passagens também pelo Atlético Mineiro, Real Madrid e Seleção Brasileira, o ex-atleta revelou que o início da sua transformação começou quando conheceu a sua esposa em Roma, na Itália.

De acordo com  Cicinho, como a jovem é evangélica e na época ele já bebia e fumava muito, ela acabou lhe convidando par ir à igreja, deixando claro que o o estilo de vida de ambos era completamente diferente.

Depressão

Não é a primeira vez que Cicinho fala dos seus problemas passados. No ano passado, por exemplo, ele lembrou que também enfrentou a depressão, algo que pode ter sido agravado devido ao alcoolismo.

“A depressão é muito louca. A galera acha que depressão é entrar em um quarto e querer morrer, e não é. O meu era o que? Eu não conseguia ficar sozinho e nem dormir sem estar embriagado. Eu não conseguia pegar no sono. Odiava dormir. Eu deitava às 4h e 5h30 estava acordado, sóbrio. Precisava beber”, disse ele.

O ex-jogador, felizmente, disse que conseguiu reconhecer os seus problemas, o que lhe permitiu buscar ajuda profissional. “Eu descobri a minha depressão no São Paulo, em 2010. Tinha uma psicóloga (no clube)”, lembrou.

“Sentaram comigo e fizeram 20 perguntas. Chegaram a conclusão que eu era alcoólatra. (…) Ali eu desmontei. E falei: ‘Realmente, preciso de ajuda. Vocês me ajudam?’. Eu reconheci”, ressalta.

Mas, foi durante um momento de solidão com Deus que Cicinho disse ter se libertado do alcoolismo. O ex-jogador contou que em dada ocasião, muito embriagado, foi a um quarto e pegou uma Bíblia para ler, fazendo ali uma oração.

Após recobrar sua consciência, o ex-atleta disse que estava sóbrio e desde então nunca mais bebeu. São 12 anos de sobriedade, segundo o ex-atleta. Assista:

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Jocum: missionários sofrem grave acidente e 11 pessoas morrem

A organização Jovens Com Uma Missão (Jocum) veio a público, através das redes sociais, comunicar um grave acidente ocorrido com membros da sua equipe. Segundo a entidade, 11 pessoas morram após um ônibus em que estavam colidir com outros veículos nas proximidades de Arusha, Tanzânia.

“É manhã na Tanzânia e estamos profundamente entristecidos ao confirmar o falecimento de mais três de nossos queridos missionários como resultado do trágico acidente de trânsito no sábado, 24 de fevereiro”, diz a nota.

“Onze de nossos amigos agora estão com Jesus. Dois ainda estão em estado crítico no hospital,  continua o comunicado. Diante das dificuldades logísticas para socorrer as vítimas, prestar atendimento médico de qualidade e fazer o translado dos corpos, a Jocum pede ajuda aos irmãos em Cristo pelo mundo.

“Como movimento, nos unimos a todos impactados por essa tragédia, suas famílias e comunidades. Estamos trabalhando para atender a todas as necessidades práticas, financeiras e emocionais que surgem. Um fundo foi criado para receber doações”, diz a nota, disponibilizando este link para o recebimento de doações.

Acidente fatal

Infelizmente, não é a primeira vez que missionários da Jocum perdem suas vidas em um grave acidente.

Em agosto do ano passado, três jovens da missão morreram após o carro em que estavam colidir com uma carreta durante uma saída de Campo Grande (MS) rumo ao centro de treinamento em Introdução aos Estudos Etno-linguísticos e Culturais (IECC) em Porto Velho.

No total, haviam 5 missionários no carro, e dois conseguiram sobreviver. “Esses cinco jovens embarcaram nessa jornada com o propósito nobre de participar de um treinamento missionário, comprometendo-se em levar a tradução oral da Bíblia aos povos e culturas que ainda não têm acesso à Palavra de Deus em sua língua materna”, disse a organização na época.

Quanto ao acidente ocorrido no último sábado, assista o comunicado abaixo:

Malafaia pode ser alvo da PF após discurso em prol de Bolsonaro

Apontado com principal organizador e financiador da manifestação ocorrida no último domingo na Avenida Paulista, o pastor e empresário Silas Malafaia pode, agora, virar alvo de investigação da Polícia Federal, segundo informações divulgadas pela emissora CNN Brasil.

Durante a manifestação, o líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo discursou por cerca de 20 minutos, ocasião em que denunciou a existência de uma suposta “engenharia do mal” contra o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.

Na ocasião, o líder religioso também teceu críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal, como Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

“O presidente do STF, ministro Barroso disse ‘nós derrotamos o bolsonarismo’. Isso é uma vergonha, é uma afronta ao povo. Eu quero dizer: sabe quem é o supremo poder dessa nação? O povo. Todos nós temos que nos submeter ao povo”, disparou o pastor.

Segundo a CNN Brasil, os agentes da Polícia Federal estariam avaliando chamar o pastor para prestar esclarecimentos a respeito da sua fala, a qual está sendo analisada como uma possível incitação contra o Estado.

Ao tomar conhecimento dessa possibilidade, o religioso reagiu com indignação, argumentando que não cometeu crime algum: “Eu desafio qualquer um a dizer qual é a fake news, qual é a mentira e qual é o ataque”, disse ele.

“Falar a verdade, para muitos da imprensa, é ataque. Só mostrei fatos e falei a verdade”, completou o pastor, rebatendo manchetes veiculadas na imprensa de que Bolsonaro teria terceirizado os ataques ao STF por meio do pastor.

‘Guerra santa’

A manifestação na Paulista, cujo público estimado foi de 750 mil pessoas, segundo o governo de São Paulo, também provocou reações entre os governistas. Ainda de acordo com a CNN Brasil, o Planalto interpretou o ato como uma tentativa de se criar uma espécie de “guerra santa” entre os eleitores.

Isso, porque, segundo a analista Débora Bergamasco, o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados teriam se aproveitado da crise diplomática gerada pelo presidente Lula com Israel, dias atrás, a fim de acirrar o discurso contra o governo. Assista:

Pastor Silas Malafaia, em uma cronologia de fatos, relatou na Avenida Paulista – para milhares de pessoas – o jogo sujo político e o mundo distópico implantado pela engenharia do mal.

Foram mais de 12 minutos surpreendentes. Este foi sem dúvida, o momento épico deste domingo -… pic.twitter.com/Qu07bz2yjz

— Karina Michelin (@karinamichelin) February 26, 2024

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