Justiça derruba lei que exige Bíblias em bibliotecas públicas

Para os cristãos, a presença de Bíblias em bibliotecas é algo indispensável, tendo em vista se tratar não apenas do livro mais distribuído, impresso e lido do planeta, como também da Palavra de Deus. Mas, uma decisão tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo causou a indignação do prefeito local.

Rodrigo Manga, que é evangélico e o atual prefeito de Sorocaba, no interior de São Paulo, criticou a decisão tomada por maioria dos votos contra a Lei Municipal nº 7.205/04, que obrigava a inclusão de Bíblias em bibliotecas públicas do município.

De acordo com a sentença, a medida violava a Constituição Federal, pois privilegiava apenas um segmento religioso, em detrimento de outros.  “Não há notícia de que outros textos religiosos devam fazer parte obrigatória das bibliotecas municipais”, apontou o desembargador Campos Mello, relator da ação penal movida pelo Ministério Público local.

Ele continuou: “Nem o Alcorão, nem o Talmude ou a Torá terão sido objeto dessa obrigatoriedade. Ao contrário, o art. 19 da Lei Maior veda que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios estabeleçam cultos religiosos, embaracem os respectivos funcionamentos ou com eles mantenham relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público. No caso em tela, porém, a nítida opção do legislador municipal pela difusão apenas das religiões cristãs implica relação de aliança vedada pela Carta Magna”.

Pedido de orações

Rodrigo Manga, por sua vez, lamentou a decisão judicial, questionando “como que pode alguém ter perdido tempo de ir contra a Palavra de Deus e fazer a gente passar por toda essa luta”.

Em um vídeo publicado pelo gestor nas redes sociais, ele faz um pedido de orações por Sorocaba, dizendo que a decisão que afeta o seu município poderá servir de referência para medidas semelhantes em todo o país.

Conhecido, também, por seu testemunho de fé, o prefeito já disse em outra ocasião que estaria sendo alvo de perseguição religiosa. “Nós não vamos retirar a Bíblia da biblioteca, nós vamos entrar no Supremo Tribunal Federal porque, independente de religião, nós sabemos a importância que a obra de Deus”, concluiu. Assista:

“Algo em mim mudou”, diz muçulmana convertida na Páscoa

Para algumas pessoas, chegar ao conhecimento da verdade pode ser um verdadeiro desafio, especialmente quando isso envolve visões distorcidas a respeito de Deus e traumas familiares. No caso de Azira, que foi uma muçulmana devota por influência dos seus pais, essa realidade marcou a sua vida.

Apesar da família ser muçulmana, Azira disse que vivia em um ambiente conturbado dentro do seu lar, devido aos vícios e agressividade do seu pai, após a separação da sua esposa.

“Eu amava meu pai, mas ele não conseguiu se recompor [depois do divórcio] para ser o pai que eu precisava. Ele trabalhava, bebia muito todas as noites e provocava brigas, disse ela.

Com a separação dos pais, Azira ficou com a sua mãe, que posteriormente se casou com um católico. Esse foi o primeiro contato da jovem com uma versão do cristianismo histórico. Ambas, então, se converteram ao catolicismo, mas isso não foi suficiente para fazer a jovem conhecer o verdadeiro Deus.

“Estou grata pela minha experiência católica, mas os meus medos de infância e a dor muito real causaram fraturas na minha fé, em vez de me aproximarem da compaixão e da misericórdia de Deus”, disse ela.

Um desses traumas foi um abuso sexual que Azira sofreu, praticado por um tio. Anos se passaram, até que a jovem perdeu o seu pai, vítima de um ataque após uma briga em m Durban, na África do Sul, onde a família vivia.

A morte do pai foi algo que afetou bastante a muçulmana convertida ao catolicismo. Ela, então, passou a viver de forma promíscua, mas mantendo uma vida de aparências, ou “uma vida dupla”, como ela mesma definiu, segundo o Eternity News.

Azira contou que aparentava ser uma “boa menina” para os familiares, mas mantinha um estilo de vida regado à “festas intensas na maioria dos fins de semana”. Porém, tudo mudou para a muçulmana quando ela foi convidada para assistir uma peça de teatro sobre a Páscoa. Nessa época a família morava na Austrália.

“Ao assistir àquela peça teatral a história de Jesus ganhou vida. Ele não era apenas um conceito religioso distante; Ele é uma pessoa viva”, lembra a jovem. “Algo em mim mudou. Eu realmente o vi pela primeira vez. Eu vi o que Ele fez e de repente soube que precisava dele. Eu vi que eu era dele o tempo todo”.

Desde então, Azira decidiu se entregar verdadeiramente a Cristo. “A única coisa que ficou muito clara para mim foi que nunca mais ficaria sozinha ou abandonada. Apesar da minha rejeição a Deus e de toda a feiúra interior que me fazia sentir tão indigna de seu amor, eu sabia que teria um amigo para sempre”, concluiu.

Vídeo: transexual faz apologia pró-LGBT para crianças de escola

Viralizou nas redes sociais um vídeo onde um transexual aparece discursando para crianças, alunas de uma escola em Várzea Grande, Mato Grosso, fazendo apologia à agenda ideológica LGBT.

A pessoa identificada como Rô Manú é técnica administrativa da Escola Mercedes de Paula Soda, e em seu discurso afirma falsamente que “era” do sexo masculino, dando a entender para os alunos que é possível mudar de sexo, o que é falso.

“A gente precisa entender que existem meninos e meninas e que isso pode ser construído ao longo do tempo. Eu quando nasci, era do sexo masculino. Porém, quando eu cresci fui percebendo que eu não me identificava como menino. Eu gostava das coisas de menina”, declarou o transexual.

Os sexos macho e fêmea são determinados geneticamente, sendo definidos ainda no útero materno. O que popularmente é chamado de “mudança de sexo”, na realidade, não se trata do sexo propriamente, mas apenas das características físicas típicas da masculinidade ou feminilidade.

O transexual, por sua vez, continuou fazendo a sua propaganda da ideologia de gênero, dizendo que “se o menino gosta de outro menino, se uma menina gosta de outra menina, ou se gosta de menino e menina, isso importa a quem? Só a ele mesmo, ou ela mesma.”

Reações

O deputado federal Nikolas Ferreira, presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, compartilhou a gravação em tom de indignação. “Entenda porque a esquerda não quer o debate sobre doutrinação nas escolas. Tomaremos providências”, disse o parlamentar.

O pastor e escritor Renato Vargens também reagiu, fazendo um apelo para que as igrejas se mobilizem pela criação de escolas cristãs, a fim de garantir maior segurança na formação moral de crianças e adolescentes.

“Cada um faz da vida o que quiser. O cara tem o direito disso, agora, vamos combinar? Eles querem mais. Na verdade, o que eles querem é doutrinar crianças, impor suas crenças, influenciar o modo de pensar dos pequenos”, comentou o pastor.

“Ora, isso está errado, mesmo porque, escola não é pra isso. Por esse e outros motivos precisamos de mais escolas cristãs”, destacou o religioso. Assista:

Mocellin rebate Deive Leonardo por chamar católicos de 'irmãos'

O pastor Rodrigo Mocellin gravou um novo vídeo, dessa vez para rebater algumas declarações de Deive Leonardo, também pregador, mas que tem sido alvo de críticas por causa de algumas concepções consideradas equivocadas no âmbito teológico.

No caso atual, Mocellin apontou o trecho de uma ministração onde Deive exalta o amor dos católicos por Maria, a mãe de Jesus, também se referindo aos devotos do marianismo como “irmãos”.

Para o líder da Igreja Resgatar, situada no bairro de Guaratinguetá, em São Paulo, Deive Leonardo errou ao dar a entender que não há diferença essencial entre católicos e evangélicos/protestantes.

“Um absurdo total”, criticou Mocellin, passando à explicar que nem mesmo a doutrina católica reconhece os evangélicos como irmãos. Citando o padre Paulo Ricardo, conhecido líder católico conservador, o pastor lembrou que a igreja evangélica é vista como uma “seita” pelo Vaticano.

Diferenças

Recentemente, ao tentar boicotar a série The Chosen, o grupo católico Centro Dom Bosco também admitiu tratar a fé evangélica como supostamente falsa, reforçando a concepção explicada por Mocellin.

O pastor também lembrou que a relação dos católicos com Maria não é apenas de amor, mas de idolatria. Citando ainda o padre Paulo Ricardo e documentos oficiais da Igreja Católica, o líder religioso mostrou como o marianismo é, de fato, um culto à figura da mãe de Jesus, vista pelo Vaticano como uma mediadora entre Deus e os homens, o que contraria a Bíblia sagrada.

Mocellin, por fim, ainda se referindo à Deive Leonardo, lamentou o “padrão Globo de qualidade” de pregadores que substituem a genuína pregação do evangelho de Jesus Cristo pela propagação distorcida de um “amor” abstrato, de viés ecumênico e que não encontra respaldo nas Escrituras sagradas.

Em resposta ao vídeo do pastor, muitos seguidores concordaram com a sua exortação. “Fui criada na igreja católica e fui MUITO devota de Maria. Amava Maria, a adorava, orava para ela, pedia que ela me concedesse graça. Mas com 17 anos conheci o verdadeiro evangelho, através da leitura da Bíblia e entendi que apesar de de Maria ser uma mulher incrível, ela não é santa. Santo só Jesus”, comentou uma internauta. Assista:

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Ladrão e vacilão: desviado, jovem com rosto tatuado volta ao crime

Um jovem que ficou famoso na internet por ter sido pego furtando uma bicicleta e teve sua testa tatuada com a frase “eu sou ladrão e vacilão” foi novamente preso nesta quarta-feira, 27 de março, em São Paulo. Em 2018, ele chegou a se entregar a Jesus e ser batizado nas águas, mas se desviou.

A Polícia Militar prendeu por volta de 12h30 Ruan Rocha Silva, o “ladrão e vacilão” após assaltar, ao lado de outro criminoso, uma casa na região do populoso bairro do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo.

Seu histórico com a Polícia é extenso: na primeira vez que foi preso, em junho de 2016, ele havia sido pego após roubar uma bicicleta e teve a famosa frase tatuada na testa à força, o que gerou comoção nacional. Na ocasião, ele era menor de idade e terminou sendo visto como vítima.

Em 2018, após ser evangelizado, declarou entregar sua vida a Jesus e foi batizado nas águas pela Igreja Renascer em Cristo em uma clínica de reabilitação onde estava internado.

À época, uma vaquinha online foi realizada para ajuda-lo a custear a remoção da tatuagem. Porém, em 2022, ele foi preso por roubo em Cotia (SP), cidade da região metropolitana de São Paulo.

De acordo com informações do portal R7, Ruan e seu comparsa de crime foram detidos na rua Odon de Cluny, uma área conhecida como Parque Ipê. Os dois tentaram fugir pelos fundos da casa, mas os policiais da 4ª Companhia do 16º Batalhão de Polícia Militar os prenderam em um veículo com registro de furto na rua Miguel Arnaudas.

Eles foram levados para o 89º Distrito Policial do Morumbi, onde o boletim de ocorrência foi registrado.

Igreja faz vigília por vítimas de ponte destruída por cargueiro

Um grupo de cristãos resolveu se mobilizar em orações em favor das vítimas do terrível acidente ocorrido entre um navio cargueiro e uma ponte gigante dos Estados Unidos. A ocorrência foi na terça-feira (26/3) sobre o Rio Patapsco, na cidade de Baltimore, no estado de Maryland.

Era início da madrugada quando um navio cargueiro repleto de contêineres teria apresentado falhas em seus sistemas elétricos, fazendo com que os seus 22 tripulantes perdessem o controle da embarcação.

Em um vídeo que chamou atenção do mundo é possível observar o momento em que o navio se choca com uma das colunas da ponte Francis Scott Key, que possui quase 3 km de extensão. Veículos que estavam no local caíram no rio, e seis operários desapareceram.

Shannon Gilreath, da Guarda Costeira americana, disse que os desaparecidos já são considerados mortos, após buscas realizadas no local do acidente. As autoridades estimam que o número de vítimas fatais pode ser ainda maior.

Analistas dizem que devido ao horário (madrugada) do acidente, o número de vítimas foi menor do que o que poderia ter sido, caso a colisão tivesse ocorrido durante o dia, quando centenas de veículos poderiam estar sobre a ponte.

Mobilização

Diante da tragédia, os membros da Igreja Mount Olive, em Turner Station, convocaram uma vigília de oração pelas vítimas do acidente, segundo informações da CBS News.

“Como comunidade de fé, queríamos nos unir para apoiar não apenas as vítimas deste desastre, mas também a comunidade em geral, apenas para garantir que, no final do dia, eles estivessem cobertos de oração”, afirmou o pastor Rashard Singletary.

Além das vítimas, a igreja também orou pelos socorristas que arriscaram suas vidas para tentar resgatar os trabalhadores que estavam no local. Veja abaixo o momento exato em que o cargueiro se choca com a ponte gigantesca:

Veja o momento em que uma ponte em Baltimore (EUA) desaba. Ela foi atingida por um navio cargueiro pic.twitter.com/4D9zMk3qZ5

— BBC News Brasil (@bbcbrasil) March 26, 2024

Nicarágua substitui Semana Santa por “procissões populares”

Ditaduras como a da Nicarágua, controlada por Daniel Ortega, aliado do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, costumam utilizar expressões que visam transmitir um “ar” de naturalidade ao regime, mesmo quando este proíbe celebrações históricas praticadas pelos cristãos, como é o caso da Semana Santa.

De acordo com informações do portal The Christian Post, este ano a Nicarágua também proibiu a realização de procissões católicas durante a Semana Santa. No lugar delas, o governo decidiu fazer “procissões populares”.

De “popular”, contudo, a iniciativa do governo não tem absolutamente nada, visto que a decisão da ditadura vai na contramão da liberdade religiosa. Ortega sabe que não cabe ao Estado decidir fazer “procissões”, mas o seu desejo de controlar a influência dos cristãos no país é maior do que o respeito aos direitos civis.

“Ódio à Igreja”

A notícia sobre a proibição de procissões durante a Semana Santa da Nicarágua também foi repercutida pela International Christian Concern (ICC), uma organização internacional de vigilância religiosa.

O ICC informou que a denúncia partiu da advogada oposicionista Martha Patricia Molina. Segundo ela, 4.800 procissões foram vetadas por Ortega durante o período de comemoração da Páscoa cristã.

Assim como os católicos, os evangélicos da Nicarágua também vêm sofrendo perseguição sistêmica, praticada através do fechamento de instituições ligadas às igrejas, bem como da censura contra lideranças influentes do país.

Desde 2018, quando igrejas abriram suas portas para colher vítimas de um massacre perpetrado pelas forças de segurança de Ortega, durante protestos contra o seu regime que resultaram na morte de pelo menos 440 pessoas, os cristãos passaram a ser sistematicamente perseguidos no país.

Em um verdadeiro desabafo, Molida disse que a Nicarágua vive como uma “ditadura criminosa que nem mesmo durante a Quaresma cessa o seu ódio contra a Igreja Católica”.

“Se é perigoso rezar o terço na rua, é excessivamente perigoso denunciar ataques. Muitos padres acreditam que se fizerem denúncias haverá mais represálias contra as comunidades. Nós, como leigos, gostaríamos que eles falassem, mas as únicas alternativas são o cemitério, a prisão ou o exílio”, concluiu.

Mãe de santo faz 'trabalho' em cemitério e deixa cidadão revoltado

Viralizou nas redes sociais um vídeo onde uma mãe de santo, identificada como Giulia de Oxum, aparece sendo confrontada por cidadãos durante a sua presença em um cemitério de Linha Anta, localizado no município de Içara, no Sul catarinense.

De acordo com informações publicadas pelo Jornal Razão, a religiosa estaria fazendo um “trabalho” no local. Isto é, um ritual típico das religiões de origem africana como o candomblé, também chamado popularmente de “xangô”, “catimbó”, “macumba” e “umbanda”, dependendo da região do país.

Na gravação é possível observar o momento em que populares se aproximam da mãe de santo, pedindo para que ela retire os objetos do ritual supostamente praticado por ela.

A mãe de santo, por sua vez, argumentou que não estava praticando mal a ninguém, e que estava apenas realizando o seu trabalho. Ela também afirmou que pelo fato do cemitério ser um local público, teria o direito de praticar o seu ritual no local.

Ritual no cemitério

De fato, a legislação permite a realização de rituais religiosos em cemitérios públicos, desde que observados alguns critérios. A título de exemplo, o município da Estância Hidromineral de Poá possui a Lei N° 4.221 de 16 de maio de 2022, que estabelece o seguinte:

“Art. 3° – O recinto dos cemitérios é livre a todos os cultos religiosos para a prática dos respectivos ritos, desde que não ofendam a moral pública e as leis do país.

Parágrafo único. A prática dos ritos religiosos, a que se refere este artigo, limitar-se-á ao interior das capelas ou à beira das sepulturas.”

No vídeo repercutido pelo Jornal Razão, cidadãos deram a entender que a mãe de santo teria praticado seu ritual em local inapropriado no cemitério, o que foi negado por ela. Em dado momento é possível ouvir a voz de um homem dizendo que “todo dia é essa palhaçada”, também se referindo à prática como “nojeira”.

“O cemitério é público, não é deles, tenho o direito de fazer trabalhos lá. Veio este grupo de mães com essas camisetas já gritar me ofendendo, como já é de costume, ignorei e segui entrando no cemitério, quando cheguei lá dentro elas começaram a me xingar, falando que eu era o diabo, que era para ir rezar”, rebateu a mãe de santo.

O caso, que pode ser debatido ou não como possível intolerância religiosa, não foi comentado pela Prefeitura de Içara ou de representantes legais até o fechamento dessa matéria, ainda segundo o Razão. Assista:

🚨 Polêmica em cemitério de Santa Catarina resulta em acusações de ‘intolerância religiosa’. Sacerdotisa de religião afro diz ter sido expulsa de cemitério por moradores da comunidade que não concordam com ‘trabalhos’ feitos naquele local. “O cemitério é público, não é deles,… pic.twitter.com/tUGORNqAUJ

— Jornal Razão (@jornalrazao) March 26, 2024

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Mulher sábia busca ser cheia do Espírito, diz Natalie Pinheiro

A palestrante Natalie Pinheiro compartilhou um vídeo em suas redes sociais falando sobre o papel primordial da mulher na prosperidade de uma família no âmbito material e espiritual.

Natalie compartilhou o trecho de um vídeo do escritor Wendell Medina, em que ele afirma que a postura de uma esposa define os rumos de uma família: “Quando uma casa está entrando em ruína – vocês vão achar estranho – é por causa da mulher. Quando a casa está prosperando, é por causa da mulher”, introduziu.

Segundo o escritor, é improvável que uma família não prospere se a esposa “arregaça as mangas, para de dar desculpas e fala ‘vamos conquistar isso, estou com você’”.

“A mulher tem o poder de frutificação, de multiplicação. O homem tem o poder de semear, não tem poder para transformar aquela semente. Você vai perceber que na Bíblia fala da sabedoria que ela construiu, trazia construção. Quem é que tem que construir? A mulher. Por isso que a mulher edifica, constrói, fortalece, estabelece”, finalizou Medina.

Provérbios 14.1

Comentando as palavras do escritor, Natalie Pinheiro declarou que concorda com a análise: “Acredito 100% nisso. Sabe por quê? Porque está escrito lá na Bíblia. A mulher sábia edifica sua casa, mas a tola, com a própria mão a destrói”, afirmou, referindo o texto bíblico de Provérbios 14.1.

“Sabe qual a diferença entre a mulher sábia e a tola? A sábia é cheia do Espírito, e ela se move não pelo que os olhos dela veem, ou pelo que o coração dela sente. Ela se move pelo conhecimento da Palavra”, enfatizou.

É preciso, no entanto, que essa mulher busque inspiração na revelação de Deus e esteja disposta a pagar o preço de renúncia de muitas influências atuais, disse Natalie: “O que faz ela se mover todos os dias é uma palavra chamada fé para obedecer. E essa mulher tem poder, muito poder. Sai da condição de ‘empoderada’ para ser cheia do poder. Sabe por quê? Porque quando nós estamos em Deus, há poder em tudo que a gente faz. Por isso que ela tem competência, habilidade, fala, tudo que ela precisa para que a casa dela fique de pé”, finalizou.

Professora: desenho para alunos faz apologia à agenda LGBT+

A doutrinação ideológica nas salas de aula é uma realidade que tem causado preocupação em muitas famílias, mas também entre os bons profissionais da educação. A professora cristã Verônica Rodrigues, por exemplo, voltou a fazer uma grave denúncia sobre a existência de uma material voltado para alunos que faz apologia à agenda LGBT+.

A denúncia é sobre a série infanto-juvenil “Que Corpo É Esse?”, que faz parte de uma iniciativa chamada Projeto Crescer Sem Violência, realizada em parceria entre Childhood Brasil, UNICEF Brasil e o conhecido Canal Futura.

A docente disse que ao receber registros de um livro de ciências, cujo tema é “sexualidade”, observou que ao final do capítulo da obra haviam algumas recomendações. Ciente de como a doutrinação ideológica funciona, ela resolveu “checar” essas informações.

Foi assim que a professora Verônica Rodrigues chegou à série “Que Corpo É Esse?”, recomendada pelo material para utilização de professores e alunos. No site da Futura é possível observar a maneira como é descrito o episódio da 1ª temporada:

“O melhor amigo do namorado de Chris confessa para ele que é gay. Chocado com a informação, ele se questiona sobre o futuro da amizade dos dois e Chris conversa com ele sobre homofobia e sinaliza que ele precisa dar todo apoio ao seu amigo neste momento, principalmente por ele ter confiado em sua amizade para dividir esta descoberta tão importante”, diz a descrição.

Já no site da Childhood é dito que a série que supostamente trata “da descoberta dos órgãos genitais à temas complexos como a homofobia e o sexting” pode ser vista por “crianças, adolescentes, famílias ou educadores”, tendo como objetivo desenvolver o conhecimento “sobre a importância da autoproteção, do diálogo aberto, do conhecimento do próprio corpo e do respeito.”

Sexualização precoce?

Verônica Rodrigues, por sua vez, destacou trechos de alguns capítulos da série, onde é possível observar claramente a defesa do homossexualismo e outras temáticas, como o feminismo, que contrariam a cosmovisão cristã.

Em um dos momentos é possível observar a ilustração de uma criança nua que circula pela casa e em dado momento parece se masturbar. O trecho parece sugerir a descoberta do corpo por parte das crianças, o que é natural em dada proporção, mas também dá margem para entender que os menores podem ter total liberdade na exploração da sexualidade. Assista: