Sob forte nevasca, milhares fazem 'Marcha pela Vida' nos EUA

Iniciada em 1973, quando os Estados Unidos legalizou a realização de abortos [atualmente restrita pela Suprema Corte], a Marcha pela Vida voltou às ruas da capital americana Washington na última sexta-feira (19), mesmo sob forte nevasca.

Os manifestantes pró-vida não deixaram de marchar, mesmo sob o frio intenso que congelou boa parte das ruas e fez cair camadas de neve, o que terminou sendo uma atração para turistas brasileiros que foram ao evento.

Muitos carregaram cartazes contra o aborto, incluindo mensagens do tipo “como um feto no passado, sou contra o aborto” e “quatro dos meus irmãos foram abortados”,  dentre outras.

A Marcha pela Vida desse ano teve o tema “com cada mulher, por cada criança”, sendo esta a sua 51ª edição, que contou também com a presença de autoridades brasileiras, como os senadores Magno Malta e Eduardo Girão, além de comentaristas como o coronel Gerson Gomes.

“Diante das constantes ameaças de um STF cada vez mais ativista político e ideológico, precisamos redobrar os esforços em defesa da Vida, desde a concepção em nosso País”, comentou Girão nas redes sociais, frisando que a participação dos brasileiros não contou com o uso de verba pública.

Alternativas

O presidente da Câmara dos Estados Unidos, Mike Johnson, esteve no evento e falou para o público, lembrando que a posição dos contrários ao aborto não ignora as dificuldades de uma gravidez não planejada.

Nestes casos, porém, alternativas como a adoção devem ser tomadas em favor da vida inocente dos bebês. “Este é um momento crítico para ajudar todas as mães que estão enfrentando uma gravidez não planejada”, disse ele, ressaltando a importância de auxiliar, também, “as famílias que desejam adotar”.

Por causa  disso, os Estados Unidos possuem quase 3 mil clínicas voltadas para o auxílio das mulheres nessas condições, onde muitas podem receber todo tipo de suporte social, psicológico e até financeiro, a fim de que a vida seja preservada. Assista:

MARCHA PELA VIDA 2024 https://t.co/iMwZwLYKaR

— Gerson Gomes (@gersongomes) January 20, 2024

Assine o Canal

Missionários impactam comunidades reconstruindo igrejas

Há muitas formas de levar o amor de Jesus Cristo ao mundo, e uma delas é ajudando a reconstruir igrejas em locais praticamente esquecidos. Esse é o trabalho de um grupo de missionários que vem fazendo a diferença em diferentes comunidades dos Estados Unidos.

O grupo se chama “RV Volunteers”, e dele faz parte Chris Trombetta, um homem que antes de entregar sua vida a Cristo, precisou lutar contra o vício em drogas. Felizmente, foi durante a sua participação em um culto, anos atrás, que ele resolveu mudar completamente.

Atualmente, Chris, que já trabalhava com construção civil, é o líder do RV Volunteers no Arizona. Ele e sua esposa coordenam um trabalho que consiste em reconstruir templos em más condições, assim como levantar novos edifícios desse tipo, e tudo com o apoio de voluntários.

“Esses servos oferecem seu tempo e recursos para beneficiar o corpo de Cristo. Além da mão de obra gratuita, eles também trazem recursos para ajudar a pagar os materiais. Que bênção é ver um edifício que está caindo aos pedaços e transformado para a glória de Deus”, comenta Chris.

Grande demanda

De acordo com Chris, os missionários construtores observaram que existe uma grande demanda por restauração de templos, muitos dos quais situados em lugares distantes, onde ficam praticamente esquecidos.

Quando, porém, aceitam o desafio de reconstrução, isto chama atenção da comunidade local, servindo como oportunidade de recomeço para a igreja comunitária. “Nossa esperança não é apenas construir igrejas, mas também construir o corpo de Cristo”, diz ele em referência à Igreja.

“Vemos estes projetos como oportunidades para nos envolvermos no evangelismo, para alcançar os perdidos e quebrantados nas nossas comunidades. O desejo do nosso coração é os ver transformados em filhos de Deus cheios de fé”, conclui o missionário, segundo informações da agência Assemblies of God.

'Não precisamos de mais evangélicos na política, mas de cristãos'

Viralizou nas redes sociais o vídeo de um pastor fazendo críticas ao modo como os evangélicos têm atuado na política brasileira. Na gravação, o líder religioso afirma categoricamente que o Brasil carece mesmo, na verdade, é de “cristãos” comprometidos com o real ensino da Palavra de Deus.

O pastor em questão é Matheus Soares, mestrando em Teologia pela Bethel Bible College, da Flórida, e autor da Enciclopédia da Vida dos Personagens Bíblicos. Com quase 300 mil seguidores só no Instagram, o religioso provocou várias reações com as suas críticas.

Na gravação, Soares diz que ao conversar com um colega, o mesmo lhe disse que o Brasil elegeu cerca de 220 deputados evangélicos no ano de 2022, mas que desse total, 120 “já se amoldaram ao padrão político do sistema”.

Ou seja, mais da metade dos parlamentares que se declaram evangélicos já teriam se curvado às velhas politicagens que fazem do Brasil um país conhecido internacionalmente pelo grande índice de corrupção, ineficiência pública e desigualdade social.

“Posso falar uma coisa pra você? A gente não está precisando de mais evangélicos na política. A gente está precisando de cristãos. A gente está precisando de gente que, de fato, é convertido”, comentou Soares, explicando que muitos, atualmente, confundem “conversão com adesão”.

Isto é, há um grande número de pessoas, incluindo políticos, que se identificam como evangélicos, mas que não vivem conforme os padrões bíblicos, onde a fidelidade aos princípios e valores cristãos são inegociáveis.

“Talvez uma das grandes crises pastorais do nosso tempo, é que a gente está tentando encontrar frutos do Espírito em gente que ainda nem nasceu de novo”, ressalta Soares, afastando a noção de que a identificação como “evangélico” seja sinônimo de fidelidade a Deus.

O pastor, então, dá a entender que o verdadeiro evangélico é àquele que, antes de tudo, entende o significado de ser um seguidor de Jesus Cristo, consequentemente do seu Evangelho.  “A gente está precisando é de cristãos na política, na educação, em todas as áreas”, afirma. Assista:

Marçal diz que Jesus 'não produziu riqueza', mas é rebatido

Chamado de “bandido” pelo pastor Silas Malafaia, o coach Pablo Marçal voltou a ser alvo de críticas de um líder evangélico, agora vindas do pastor e teólogo Renato Vargens, que usou as redes sociais para rebater uma fala do influenciador a respeito de Jesus Cristo.

Vargens comentou o recorte de um vídeo onde Pablo Marçal aparece comentando sobre a produção de riquezas. Na gravação, ele questiona o motivo pelo qual, em sua opinião, Jesus Cristo não teria se tornado rico enquanto esteve na Terra.

Apesar de passagens como Mateus 6:19-21 deixarem claro que o objetivo de Cristo foi ensinar uma concepção completamente diferente de riqueza, o influenciador afirma na gravação – sem respaldo bíblico – que o motivo pelo qual o Messias não teria produzido riquezas foi por não ter tido esposa e filhos.

“A capacidade dos coaches de ensinarem um evangelho diferente da Bíblia é impressionante. Pelo amor de Deus, entendam de uma vez por todas que o evangelho não se resume a riquezas ou dinheiro”, reagiu Renato Vargens.

Outro ‘evangelho’

Para o teólogo, figuras como Pablo Marçal, expoente da popularmente chamada “teologia do coaching”, representam um “outro evangelho” e não o que Jesus Cristo ensinou, o que significa que cometem o erro da heresia.

Ainda segundo o pastor, tais ensinamentos seriam substitutos da teologia da prosperidade, corrente que se popularizou entre os anos 1990 e 2000, ganhando bastante força no Brasil através de denominações como a Universal do Reino de Deus e a Internacional da Graça de Deus.

“Lamentavelmente essa teologia espúria é o mais novo modismo eclesiástico que paulatinamente tem desvirtuado e corrompido a igreja brasileira”, diz Vargens. “Caro leitor, por favor entenda que coaches não pregam o evangelho, mas, sim uma mensagem humanista, antropocêntrica e desprovida da graça de Deus.”

Em seu perfil no Instagram, o teólogo ganhou apoio contra a fala de Pablo Marçal. Assista ao vídeo e confira os comentários, abaixo:

‘Pessoa que pariu’: líderes cristãos reagem ao Ministério da Saúde

O pastor e escritor Geremias Couto e a secretária da Mulher em São Paulo, Sonaira Fernandes, se manifestaram nas redes sociais para denunciar a publicação do Ministério da Saúde que omite os termos “mãe” e “maternidade” e se refere à mulher no período pós-parto como “pessoa que pariu”.

Sucinto, o pastor Geremias Couto expressou toda a revolta com o episódio em sua conta no X: “‘Pessoa que pariu’ é… deixa pra lá!”. Conservador, o pregador assembleiano costuma usar suas redes sociais denunciar os desvios praticados pela militância de esquerda e expor as contradições e hipocrisias dos devotos dessa ideologia.

Já Sonaira Fernandes não economizou palavras para expressar sua indignação com o ministério comandado pela socióloga Nísia Trindade, que meses após ser nomeada para a pasta iniciou um planejamento para oferecer hormônios para adolescentes [veja aqui] que desejem fazer o procedimento de transição.

“É absurdo o ataque do governo Lula contra as mulheres. Falar em ‘pessoa que pariu’ ao invés de usar os termos mulher e maternidade é um absurdo. É inaceitável. Esse tipo de abordagem sob o pretexto de inclusão de um grupo menospreza as mulheres do nosso Brasil. A iniciativa do Ministério da Saúde torna as mulheres invisíveis e apaga de uma vez por todas os termos mãe e maternidade. Parem de inviabilizar as mulheres”, protestou a secretária da Mulher do estado de São Paulo.

A página Jovens Cristãos no Instagram repercutiu a fala de Sonaira e pontuou que “especialistas afirmam que tal campanha faz parte da agenda feminista, que quer desconstruir o feminino e, consequentemente, a maternidade”.

“Uma das fundadoras e idealizadoras do movimento feminista, Simone de Beauvoir, cita em uma das suas obras literárias que norteiam o movimento: “enquanto a família e o mito da família e o mito da maternidade e o instinto materno não tiverem sido destruídos, as mulheres ainda serão oprimidas”, acrescentou o post.

“Pessoa que pariu” é… deixa pra lá!

— Geremias Couto (@pastorgeremias) January 19, 2024

Ron DeSantis diz que desistiu da presidência após orações

O governador da Flórida, Ron DeSantis, revelou que decidiu abandonar a disputa pela vaga de candidato a presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano após orações.

Ron DeSantis foi reeleito em 2022 e se consolidou como uma das maiores lideranças conservadoras dos Estados Unidos, sendo publicamente elogiado pelo pastor Franklin Graham [veja aqui] por sua postura de combater frontalmente os ataques à família por parte de ativistas progressistas na mídia e nas escolas.

Como Donald Trump vem liderando as votações primárias do Partido Republicano, DeSantis entendeu que os eleitores conservadores querem dar ao ex-presidente uma nova chance de chegar à Casa Branca após a polêmica votação que elegeu o presidente Joe Biden em 2020.

“Agora, após terminarmos em segundo lugar em Iowa, oramos e deliberamos sobre o caminho a seguir. Se houvesse algo que eu pudesse fazer para produzir um resultado favorável, mais interrupções na campanha, mais entrevistas, eu faria. Mas não posso pedir aos nossos apoiadores que ofereçam o seu tempo e doem os seus recursos. Não temos um caminho claro para a vitória. Por conseguinte, estou hoje a suspender a minha campanha”, declarou DeSantis.

O governador da Flórida disse que ficou “claro para mim que a maioria dos eleitores republicanos nas primárias querem dar outra chance a Donald Trump”, acrescentando que o ex-presidente “é superior ao atual titular, Joe Biden”.

“Ele tem o meu apoio porque não podemos voltar à velha guarda republicana de antigamente, ou reformular a forma de corporativismo requentado que Nikki Haley representa”, afirmou, explicando porque decidiu apoiar Trump ao invés da ex-governadora da Carolina do Sul, que continua na disputa.

Segundo informações do portal The Christian Post, o pastor batista Mike Huckabeee, ex-governador do Arkansas, elogiou a iniciativa de DeSantis em tentar alcançar a vaga de candidato e também sua decisão em recuar para apoiar o ex-presidente:

“Tenho apoiado [Trump] desde que ele entrou na corrida de 2024, mas saúdo o RDS por uma saída elegante e oportuna e pelo endosso unificador de Trump”, tuitou.

I’ve been @realDonaldTrump supporter since he entered the 2024 race but salute RDS for a classy and timely exit and unifying endorsement of Trump. https://t.co/C5DxXfgJvU

— Gov. Mike Huckabee (@GovMikeHuckabee) January 21, 2024

Pais se recusam a tratar filho como 'trans' e perdem a sua guarda

O ativismo ideológico de gênero, ou “trans”, tem produzido efeitos trágicos não só na mente de crianças e adolescentes pelo mundo, como também, por consequencia, em suas famílias. Um exemplo disso é o caso de Mary e Jeremy Cox.

O casal é pai de um filho que, apesar de ser do sexo masculino, acredita que pode ser menina. Como resultado, o menor passou a exigir dos pais um tratamento conforme a percepção da sua mente, o que foi recusado pelos mesmos.

A recusa dos pais em tratar o filho como trans chamou atenção das autoridades de Indiana, nos Estados Unidos, onde a família reside. De acordo com o Christian Post, o menor, então, teria passado a desenvolver um transtorno alimentar, o que teria feito os pais perderem a sua guarda.

Os pais negaram quaisquer maus-tratos contra o filho e disseram que buscaram ajuda especializada para lidar com o seu transtorno alimentar, incluindo terapia. Os próprios investigadores também teriam confirmado que ele sofria abusos, o que não adiantou.

“Como um pai, eu acredito que um dos meus principais objetivos é manter meus filhos seguros e não posso fazer isso quando o Estado entra em nossa casa e leva nosso filho porque não podemos, em sã consciência, afirmar sua identidade de gênero”, disse Jeremy ao canal do YouTube, “Indiana Family Institute”.

Apelação

Já são 18 meses que Mary e Jeremy Cox estão longe do filho. Eles podem vê-lo apenas por 3 horas na semana. “Então, como mãe, ter acesso limitado a seu filho é de partir o coração. Sinto falta dele, sinto falta de passar tempo com ele”, afirmou a mãe.

“Há tantas coisas que somos para nossos filhos, não apenas seus primeiros professores, mas seus primeiros amores. Nunca recuperaremos esse tempo perdido”, lamentou Mary.

O casal está contando com a ajuda do Indiana Family Institute (IFI), que decidiu levar o caso para a Suprema Corte do país, já que a justiça de Indiana recusou o apelo da família para recuperar a guarda do menor.

A IFI e os pais do suposto trans argumentam que, por se tratar de um menor, cabe aos pais a responsabilidade de orientá-lo conforme as suas próprias convicções, sejam elas religiosas ou não.

“Não buscamos uma linguagem de gênero com nossos filhos, porque primeiro, como cristãos, acreditamos que Deus nos criou como homem e mulher. E como pais, é nosso trabalho ajudar nossos filhos a alcançar seu potencial e a única maneira que achamos de fazer isso é criar nossos filhos através de nossos princípios cristãos”, disse Mary.

O pai frisou que a família também buscou conhecer o tema em outras áreas, mas que os dados disponíveis não foram suficientes para convencê-los. De fato, conforme o GospelMais vem noticiando há anos, o ativismo de gênero tem sido alvo de controvérsias científicas e acusações, incluindo um grande número de jovens arrependidos por terem feito a chamada “mudança de sexo”.

Esses fatos indicam que o tema não é consenso e que muitos jovens podem estar se identificando como “trans” devido à influência cultural, reforçando a percepção dos pais que se recusam a se submeter à narrativa da ideologia de gênero, como Mary e Jeremy Cox.

“E em segundo lugar, não adotamos essas ideologias porque fizemos muitas pesquisas sobre esse assunto e entendemos que isso não iria ajudar nosso filho”, afirmou o pai. A IFI reforça: “O direito e a responsabilidade dos pais – e não do Estado – de criar os seus filhos de acordo com as suas crenças é um princípio bíblico e pré-político que deve ser protegido na lei de Indiana”.

Mary e Jeremy Cox, agora, terão que aguardar a decisão da Suprema Corte Americana, o que deverá repercutir sobre todo os Estados Unidos.

'Crentes seculares' estão favorecendo conversão de jovens ao islã

A expansão do islã pelo mundo não é novidade para quem acompanha os noticiários e, principalmente, a onda migratória que tem afetado vários países da Europa, como França e Reino Unido, locais historicamente celeiros do cristianismo, mas que vem assistindo um número cada vez maior de jovens adeptos do islamismo.

Líder da Zion Church e do movimento Dunamis Brasil, o pastor Teofilo Hayashi, mais conhecido apenas como “Teo”, fez uma publicação preocupante a respeito do assunto, onde mostrou jovens se convertendo ao islã, na Inglaterra.

“Estou falando do Reino Unido nos dias de hoje. Essa mesma Inglaterra de John Wesley, do grande missionário William Carey, do grande pregador Charles Spurgeon, George Whitefield, está passando por isso hoje, no mundo ocidental”, diz ele na postagem.

De acordo com o pastor, o cenário religioso na Europa se tornou mais favorável para o proselitismo islâmico devido ao enfraquecimento da pregação do genuíno evangelho cristão, o que já foi confirmado pelo número de igrejas fechadas nessa região.

Desfio de foco

Para Teo Hayashi, muitos líderes perderam o foco da pregação, produzindo uma geração de “crentes seculares”. Ou seja, que apesar de professarem a fé cristã, não vivem de acordo com as Escrituras e, consequentemente, não são capazes de transmitir o evangelho bíblico.

“Muitas vezes, pastores evitam pregar os padrões bíblicos de moralidade tentando ser relevante demais na cultura secular e se preocupando demais em não ofender aqueles que estão nos visitando ou os neófitos da fé. E o resultado disso é uma igreja que prega um Evangelho parcial, uma igreja que é impotente, e sem renovação da mente você tem crentes seculares”, alerta o líder do movimento Dunamis.

Outro grave problema apontado por Teo é a falta de padrões nas regras de funcionamento de algumas igrejas. Na prática, é como se os novos líderes estivessem mais preocupados com números, em vez da qualidade do compromisso assumido pelos crentes.

“Existem diversas igrejas onde não há crivo, processo para servir em liderança. Tem gente servindo igrejas em posições de liderança em fornicação, morando com o namorado”, diz o pastor.

E continua: “O problema é que o cara que veio como está permanece do jeito que ele veio, incluindo a normalização de formas alternativas de casamento e família. Tudo aquilo que não é de acordo com o padrão bíblico de casamento não deveria ser normal para o cristão”.

A conversão de jovens ao islã, neste caso, seria uma consequência da busca por ensinamentos mais sólidos, refletindo a sede humana por valores que, apesar de não refletirem a real vontade de Deus, aparentam ser mais seguros para o emocional humano.

A Igreja Cristã, por sua vez, segundo o pastor Teo, precisa voltar a ter foco no discipulado e na sã doutrina, deixando de lado a “cultura de ganância, opulência, narcisismo” que parece ter se tornado “mais evidente do que uma cultura de sacrifício e de generosidade” ensinada na Bíblia.

“É um Evangelho que não contempla cruz, sacrifício, negar-se a si mesmo, esse Evangelho é fraco. Evangelho fraco produz igrejas fracas. Igrejas fracas contém crentes fracos. E crentes fracos serão comidos vivos por todo tipo de engano e de mentira”, conclui o pastor. Assista:

'Coalizão pelo Evangelho' emite nota de apoio à Consciência Cristã

Um grupo composto por pastores evangélicos de várias vertentes resolveu sair em defesa do congresso Consciência Cristã, um evento realizado anualmente há mais de 20 anos no Brasil, mas que na edição deste ano passou a ser alvo de ataques devido a um convite feito ao teólogo americano Douglas Wilson.

Conforme o  GospelMais noticiou, Wilson foi acusado de defender a escravidão e a supremacia branca. Os ataques partiram de um teólogo já conhecido por sua militância em favor das ideologias de esquerda. O americano, por sua vez, negou todas as acusações em uma carta dirigida ao Brasil [veja aqui].

Apesar de Douglas Wilson ter negado as acusações, a Consciência Cristã achou mais prudente cancelar a sua vinda ao Brasil, considerando o risco do evento sofrer represálias violentas por parte de extremistas. Diante deste fato, o Coalizão pelo Evangelho expressou seu apoio aos organizadores do evento e, principalmente, aos propósitos do congresso.

Apoio total

Os pastores destacaram “seu inabalável apoio ao precioso ministério da Visão Nacional da Consciência Cristã (Vinacc), assim como à sua equipe, voluntários, liderança e presidente, Pr. Euder Faber.”

“A Vinacc é uma organização notável, cujos valores refletem a beleza da virtude cristã, e cuja missão avança com o santo e poderoso evangelho de Jesus Cristo. Este evangelho é capaz de transformar corações, trazer saúde às igrejas e promover o bem na sociedade”, diz trecho da nota.

Os pastores ressaltaram ainda o alcance da Consciência Cristã, que anualmente reúne dezenas de milhares de pessoas em Campina Grande, na Paraíba, durante os dias de Carnaval.

O evento se tornou famoso, também, por trazer alguns dos principais nomes da teologia contemporânea e abordar temas pertinentes para o contexto da sociedade atual, em todas as áreas da sociedade.

“Manifestamos nosso veemente repúdio ao escrutínio maldoso, difamações e até ameaças que a Vinacc tem enfrentado nos últimos dias”, continua a nota da Coalizão pelo Evangelho.

“Reafirmamos nosso compromisso de apoio, colaboração e orações, para que Deus continue a abençoar a Vinacc e conceda a todos que servem neste evento fidelidade, graça e sabedoria, a fim de que possam servir de maneira exemplar e edificante ao povo de Deus que frequenta seus eventos e honrar o nome de Cristo em todas suas ações”, conclui o texto.

Veja a lista dos pastores que assinaram o documento de apoio à Consciência Cristã, abaixo:

Conselho da Coalizão pelo Evangelho

Augustus Nicodemus Lopes é pastor auxiliar na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife, PE.

Cleyton Gadelha é pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia e diretor executivo da Escola Teológica Charles Spurgeon, Fortaleza, CE.

Davi CharlesGomes é pastor da Igreja Presbiteriana Paulistana, São Paulo, SP.

Emílio Garofalo é pastor da Igreja Presbiteriana Semear, Brasília, DF.

Franklin Ferreira é pastor da Igreja da Trindade, cofundador e diretor geral do Seminário Martin Bucer em São José dos Campos, SP.

Heber Carlos de Campos Júnior, pastor da Igreja Presbiteriana do Parque das Nações em Santo André, SP, professor no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição em São Paulo, SP.

Hélder Cardin é pastor na Primeira Igreja Batista de Araras, SP, Chanceler das Escolas Teológicas Palavra da Vida Brasil e professor pesquisador no Seminário Bíblico Palavra da Vida e no Seminário Martin Bucer;vice-presidente do Conselho da Coalizão pelo Evangelho.

Jonas Madureira é pastor da Igreja Batista da Palavra em São Paulo, SP, professor de filosofia do Direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie e professor de Teologia no Seminário Martin Bucer.

Leonardo Sahium é pastor da Presbiteriana de Brasília, DF e presidente da Junta de Educação Teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Luiz Sayão é pastor da Igreja Batista Nações Unidas em São Paulo, SP.

Mauro Meister é pastor da Igreja Presbiteriana – Barra Funda, São Paulo, SP e professor no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper.

Renato Vargens é pastor da Igreja Cristã da Aliança em Niterói/RJ, escritor e conferencista.

Sillas Campos é pastor da Igreja Batista Central de Campinas, SP e presidente do conselho deliberativo do Ministério Fiel.

Solano Portela é presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil e professor aposentado no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper. Atualmente ensina cursos on-line nas áreas de educação e ética, sob demanda.

Tiago J. Santos Filho é um dos pastores da Igreja Batista da Graça em São José dos Campos, SP, cofundador e diretor no Seminário Martin Bucer, diretor executivodo Ministério Fiel epresidente do Conselho da Coalizão pelo Evangelho.

Valter Reggiani é pastor da Igreja Batista Reformada de São Paulo, SP.

Wilson Porte Jr. é pastor da Igreja Batista Liberdade em Araraquara, SP e professor e presidente do conselho administrativo do Seminário Martin Bucer.

Pastores associados da Coalizão pelo Evangelho:

Alan Rennê Alexandrino Lima, pastor da Igreja Presbiteriana do Cruzeiro do Anil, São Luís, MA.

Allen Porto, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Barretos, SP

Fabio Santos, pastor da Igreja Batista Betel de Mesquita, RJ.

Fernando Angelim, pastor da Igreja Batista Reformada de Belém, Belém, PA.

Maurício Fonseca dos Santos Jr., presbítero na Igreja Presbiteriana Paulistana, São Paulo, SP. Diretor Comercial da Editora Pilgrin (e criador do selo editorial Trinitas).

Mauricio Silva de Andrade, pastor da Primeira Igreja Batista Bíblica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ.

Paulo Cesar Valle, pastor da Igreja Batista do Redentor, Volta Redonda, RJ e professor no Seminário Martin Bucer.

Rodrigo Majewski, presbítero, Assembleia de Deus em Porto Alegre, RS, professor no Seminário Martin Bucer e na Faculdade Cristã de Curitiba, PR.

Valdeci Santos, pastor da IPB Campo Belo, São Paulo, SP; Diretor do Centro de Pós Graduação Andrew Jumper.

Vinicius Musselman Pimentel, um dos pastores da Igreja Batista da Graça, São José dos Campos, SP, e editor-chefe no Ministério Fiel.

Demais Pastores Signatários:

Abrahão José Ribeiro Neto,pastor da Igreja Batista Boas Novas, em Itabuna, BA.

Alex Rodrigo dos Santos, pastor da Igreja do Redentor em Itajubá, MG.

Anderson Alcides,pastor da Primeira Igreja Batista em Brotas e Macaúbas, BA

Charles Silveira, pastor da Igreja Batista Caminho da Cruz em Alvorada, RS

Davi Faria Cabral, Igreja Batista Reformada de Campos, RJ

David Bowman Riker, Pastor da Primeira Igreja Batista do Pará, Belém, PA.

David Marcos Soares Ferreira, pastor da Igreja Batista Reformada de Campos. Campos, RJ

Deyvid Rodrigues,Primeira Igreja Batista Parque Aeroporto – Macaé, RJ

Diego Lopes, Igreja Baptista da Margem Sul – Área Metropolitana de Lisboa, Portugal.

Edson Matias Dos Santos Junior, Primeira Igreja Batista da Serra, Belo Horizonte, MG.

Evandro Carvalho dos Santos Junior,pastor da Terceira Igreja Baptista do Porto – Portugal.

Fabiano Prado Lima, membro da Immanuel Baptist Church, Sacramento, CA, EUA

Fábio Leal, pastor da Igreja Reformada Missional Cidade Cinco, São Paulo, SP

Fabio Roberto Rodrigues,Primeira Igreja Batista de Monte Mor, SP

Filipe Roberto de França Ribeiro, Igreja Batista Betel em Mesquita, RJ

Glauber Manfredini, pastor da Igreja Batista Reformada no Japão.

Guilherme Reggiani, Igreja Batista Reformada de São Bernardo do Campo, SP.

Helenon Augusto Carvalho Campos, pastor da Igreja Batista Chácara Antonieta, Limeira, SP

Igor Tonetto de Souza,pastor da Igreja Batista Reformada em Vila velha, ES

Jailton Barbosa, Presidente da OMEBE – Conselho Estadual da Paraíba, PB

Jean Carlos Sardinha da Silva, pastor da Segunda Igreja Batista Reformada de Campos. Campos, RJ

João Paulo Brasileiro,pastor da 1a Igreja Batista Reformada em Paulista, PE

Jônatas Ornelas Duarte, Pastor da Congregação Batista Reformada em Aperibé, RJ.

Jorge Noda, Igreja Cristã da Aliança de Campina Grande, PB.

José Luciano Pessoa de Paiva, Presidente APEP – Associação de Pastores Evangélicos da Paraíba, PB.

Leandro Pasquini, Comunidade Cristã de Londrina, PR.

Luan de Almeida da Silva, pastor da Igreja Batista Ebenézer, em Ilhéus, BA.

Luiz Correia, pastor da Igreja Batista Filadélfia em Fortaleza, CE.

Nelson Ávila, pastor da Igreja Batista de Itaitinga, CE.

Madson Gonçalves da Silva, pastor da Igreja Batista em Paul, Vila Velha, ES.

Patrick Leonardi, pastor da Igreja Batista Reformada em Colina de Laranjeiras- Serra, ES

Paulo Guedes Soares, pastor da Igreja Batista Bíblica em Valparaíso, Santo André, SP.

Sebastião Roberto Vaz Moreira, Igreja Batista Central em Cardoso Moreira – Cardoso Moreira , RJ.

Werveton Mury, pastor da Igreja Batista em Água Fria, São Fidélis, RJ

Willian Orlandi, pastor da igreja batista reformada em Indaiatuba, SP

Willy Robert Henriques, pastor da Igreja Batista Redenção, Juiz de Fora, MG

Ex-líder do PT, Genoino gera revolta ao atacar judeus

José Genoino, ex-guerrilheiro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que também exerceu a função de presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), virou alvo de uma notícia-crime em decorrência de um ataque feito aos judeus no último sábado, durante a transmissão de uma live.

Na ocasião, Genoino reagiu à mobilização de empresários brasileiros que criticaram o apoio do governo Lula a uma manifestação da África do Sul, na qual o país africano acusa Israel de cometer “genocídio” na Faixa de Gaza.

Assim, o petista afirmou ser “interessante essa ideia do boicote por motivos políticos que ferem interesses econômicos. Inclusive tem esse boicote em relação a determinadas empresas de judeus”, disse ele, sugerindo ainda o corte nas relações do Brasil com Israel na área de segurança e defesa.

Antissemitismo

A fala do ex-presidente do PT repercutiu negativamente, tendo em vista o seu tom antissemita. Inicialmente, as primeiras reações partiram da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e da Federação Israelita do Estado de São Paulo, que emitiram notas a respeito.

O Conib lembrou que os judeus também foram vítimas da discriminação nazista na área comercial. “O boicote a judeus foi uma das primeiras medidas adotadas pelo regime nazista contra a comunidade judaica alemã, que culminou no Holocausto”, destacou a entidade.

Ambas as organizações classificaram a fala do petista como “criminosa” e “extremamente grave”, uma vez que estimula a discriminação contra os judeus, especialmente em um momento como o atual, onde Israel luta contra o grupo terrorista Hamas.

Além das notas, Genoino também poderá responder à denúncia apresentada pelo deputado estadual Guto Zacarias (União-SP) ao Ministério Público Federal (MPF), segundo informações do UOL.

Isso, porque, de acordo com o parlamentar, o petista violou a Lei Antirracismo, a qual define como crime quem “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.

Não é a primeira vez que o ex-presidente do PT causa revolta entre os religiosos ou defensores da causa judaica. Em 2022, Genoino também foi acusado de perseguição religiosa ao sugerir uma “batalha” contra as igrejas. Veja abaixo:

“Clara perseguição religiosa”, diz Feliciano sobre fala de Genoino sobre igrejas

Assine o Canal