Reviravolta: muçulmanos que atacaram retiro cristão vão à Justiça

Cerca de 200 indivíduos muçulmanos invadiram uma propriedade residencial em Tangkil, Java Ocidental, em 27 de junho, onde ocorria um retiro juvenil cristão. Segundo relatos do portal Sukabumisatu.com, os invasores gritaram consignas como “destruam essa casa” e danificaram estruturas, incluindo janelas, banheiros, um gazebo e um crucifixo de grandes dimensões.

Testemunhas relataram que policiais e soldados presentes não intervieram durante o ataque, que ocorreu após orações na sexta-feira.

Resposta governamental

O governador Dedi Mulyadi determinou medidas legais contra os muçulmanos responsáveis, divergindo do acordo de não judicialização firmado pelos cristãos. Em declaração ao MediaIndonesia.com, Mulyadi classificou o caso como “questão criminal grave” e exigiu:

  • Pagamento de indenização de US$ 6.250 ao proprietário

  • Investigação policial formal

  • Monitoramento pessoal do processo

Até 1º de julho, oito suspeitos haviam sido detidos. Durante vistoria à residência atacada — propriedade de Maria Veronica Nina, 70, administrada por Yongki Djien e sua família de nove pessoas — Mulyadi anunciou assistência psicológica provincial para os afetados: “As crianças precisam se recuperar de traumas”, afirmou.

Tensão jurídica

Enquanto o governador defende ação penal, o Ministério Público e dos Direitos Humanos propôs justiça restaurativa.

Thomas Harming Suwarta, representante ministerial, declarou ao Gala.id que o vandalismo resultou de “mal-entendido” e solicitou à polícia suspensão das detenções. O chefe da Polícia de Sukabumi, Samian, confirmou análise do pedido “conforme mecanismos legais”.

Dinâmica do ataque

Imagens divulgadas online mostram:

  • Homem arrancando cruz de madeira para quebrar janelas

  • Grupo de muçulmanos destruindo propriedades com cadeiras e ferramentas

  • Veículos danificados por pedradas

Uma participante do retiro descreveu o momento: “Ouvimos a multidão se aproximar. Pedras voavam por todos os lados. As crianças fugiram sem seus pertences”. O grupo refugiou-se em hotel de Sukabumi por temor à segurança.

Segundo a Portas Abertas, o episódio ocorre em cenário de crescente conservadorismo islâmico na Indonésia, onde atividades evangelísticas tornam-se alvos frequentes de grupos extremistas.

A Indonésia mantém oficialmente a filosofia Pancasila, que garante liberdade religiosa, mas relatórios indicam aumento de incidentes contra minorias desde 2020. Com informações: Christianity Daily.

Milei inaugura igreja evangélica e discursa contra a esquerda

O presidente da Argentina, Javier Milei, participou no último fim de semana da inauguração do Portal del Cielo, novo templo da Igreja Cristã Internacional, na província de Chaco, região nordeste do país. O espaço, com capacidade para mais de 10 mil pessoas, foi descrito pela organização como o maior auditório evangélico da Argentina.

A cerimônia integrou o Congresso Mundial da Invasão do Amor de Deus, realizado entre os dias 6 e 7 de julho. O evento contou com a presença de líderes religiosos vindos de diferentes países e forte esquema de segurança, envolvendo ao menos 120 policiais. Os ingressos custavam entre 30 mil pesos argentinos e 100 mil dólares, com setores VIP rapidamente esgotados. A

construção do templo durou dez anos e foi financiada exclusivamente com recursos da própria igreja, segundo o fundador, pastor Jorge Ledesma, que afirmou ter sido guiado por uma “profecia espiritual” recebida há 17 anos.

Durante o congresso, Milei subiu ao púlpito e fez um discurso de cerca de 30 minutos, marcado por críticas à esquerda, ao Estado e à redistribuição de renda. “Os valores judaico-cristãos são fonte de progresso, enquanto os antivalores da esquerda levam à miséria, à pobreza e ao subdesenvolvimento”, declarou o presidente, que se define como libertário.

O chefe do Executivo argentino também afirmou que regimes de esquerda têm como primeiro alvo a fé. “Eles tentam substituir o Deus dos céus pelo deus Estado, usado por invejosos e ressentidos para se apropriarem do fruto do trabalho das pessoas de bem”, afirmou.

Milei associou sua visão política à fé: “As eleições de 2023 foram uma reconciliação do povo argentino com os princípios da liberdade e uma rejeição ao falso deus representado pelo Estado”. Em seguida, comparou o Estado a uma figura demoníaca, evocando passagens do Antigo Testamento e a tentação de Jesus no deserto. “Esse é o Estado”, concluiu.

O presidente prosseguiu descrevendo a esquerda como um “vírus” que contamina a mente, gerando “ódio e ressentimento”. “Desde quando um pecado capital passou a ser tratado como virtude? Eles não vão nos destruir — nós conhecemos as Sagradas Escrituras”, afirmou.

Na parte final do discurso, Milei criticou a redefinição do conceito de justiça social, reduzida, segundo ele, à mera distribuição de riqueza. “Isso não é justiça de verdade, pois para beneficiar alguns é necessário retirar de outros. Aprendemos isso da pior maneira aqui na Argentina — quem distribui, geralmente é quem mais lucra”, disse.

O presidente encerrou com menção à ex-presidente Cristina Kirchner, sem citá-la nominalmente: “Felizmente, alguns deles já começaram a acabar na prisão”.

A presença de Milei e o teor do discurso causaram reações no meio evangélico. Norberto Saracco, pastor da Igreja Buenas Nuevas e membro do Conselho de Pastores de Buenos Aires, criticou o uso do púlpito para fins políticos. “O púlpito foi emprestado ao presidente para uma diatribe repleta de distorções e ataques ideológicos. Isso fere os princípios do evangelho”, afirmou Saracco, destacando que nenhum presidente argentino discursou em eventos religiosos de outras tradições, como católica, judaica ou muçulmana.

Outro líder religioso, Walter Ghione, pastor e também atuante na política, questionou a leitura teológica feita por Milei. “O Estado não é o mal em si. Ele é moldado por quem o governa. Reduzir a justiça social a ‘inveja com retórica’ é uma simplificação perigosa”, declarou.

Jorge Fernández, pastor radicado na Espanha e integrante da FEREDE (Federação de Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha), alertou para riscos históricos. “Milei é um presidente democraticamente eleito, mas o púlpito não é lugar para chefes de Estado”, pontuou, recordando momentos em que lideranças religiosas na América Latina deram apoio a regimes autoritários.

A Igreja Cristã Internacional, anfitriã do evento, possui aproximadamente 50 mil membros e atua atualmente em 66 países. O templo recém-inaugurado, o Portal del Cielo, se soma a uma crescente estrutura eclesiástica voltada à realização de eventos em larga escala, que combinam aspectos religiosos e mobilização social em diferentes regiões do continente, de acordo com informações do Evangelical Focus.

'Comecei a tremer': mulher relata como Deus lhe curou do AVC

Marjon van Duijn, 54 anos, professora aposentada, atribuiu sua recuperação de sequelas de um AVC ocorrido em 2020 a uma experiência espiritual durante estudo bíblico sobre cura. O relato foi documentado pela publicação Revive com base em entrevista feita com ela.

Van Duijn sofreu o Acidente Vascular Cerebral em 2020 durante atividades domésticas, resultando em paralisia do lado esquerdo, comprometimento da fala e distúrbios de equilíbrio, algo que em muitos casos se torna permanente, não podendo ser reversível.

Na época, porém, ela optou por buscar auxílio em sua igreja antes de procurar atendimento médico: “Pensei: preciso de Deus, não de médico”, declarou. Exames hospitalares confirmaram o diagnóstico no dia seguinte.

Seu quadro agravou-se com diagnóstico de Síndrome de Burnout (pela quarta vez) e infecção por COVID-19, reduzindo sua capacidade funcional. Durante meses, manteve repouso de 16 horas diárias, perdendo seu emprego como professora e seu negócio de psicopedagogia, além da habilitação para dirigir.

Em 2025, durante estudo bíblico em Vierhoutenbos, van Duijn recebeu oração coletiva e relatou uma sensação física incomum:

“Comecei a tremer terrivelmente, era como se um vento soprasse em mim. Mas nada mais parecia ter acontecido. Eu orei: ‘Seja feita a Tua vontade. Mostre qual é a sua intenção, seja hoje, amanhã ou daqui a vinte anos’”

Na manhã seguinte, apesar do já reconhecido diagnóstico de AVC, ela observou mudanças funcionais: recuperou a agilidade da mão esquerda, capacidade de caminhar em linha reta e habilidades matemáticas básicas. Testes realizados por sua acompanhante confirmaram as melhoras.

Atualmente, van Duijn retomou atividades artísticas e mantém rotina espiritual diária: “Todos os dias começo agradecendo por ser filha amada de Deus”. Em sua declaração final, encorajou: “Perseverem na oração, temos um Deus fiel que me sustenta”.

*Contexto: Segundo a OMS (2024), 30% dos sobreviventes de AVC desenvolvem incapacidades permanentes. A publicação Revive não apresentou laudos médicos comparativos pré e pós-evento.* Com: Guiame.

Missões Nacionais realiza batismo de 26 detentos em prisão do RN

Vinte e seis detentos da Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, localizada em Mossoró (RN), foram batizados no dia 28 de junho após participarem de um trabalho de evangelismo promovido por missionários da Junta de Missões Nacionais.

A cerimônia foi resultado de ações contínuas realizadas dentro do presídio por meio do ministério de Capelania Prisional. Os internos decidiram publicamente seguir a fé cristã após ouvirem mensagens bíblicas durante as atividades evangelísticas promovidas na unidade.

“Essas pessoas compreenderam a mensagem do Evangelho e, agora, mesmo atrás das grades, desfrutam da liberdade que existe em Cristo”, registrou a missão em publicação no Instagram.

A Junta de Missões Nacionais também destacou o impacto espiritual que vem sendo observado em outras unidades prisionais do país. Em nota, a organização declarou: “A Capelania Prisional é um instrumento nas mãos de Deus. Ore por esses homens, para que continuem buscando ao Senhor e possam compartilhar a Palavra com outros”.

Capelania Prisional

O ministério da Capelania Prisional Batista tem como foco a prestação de assistência religiosa a pessoas privadas de liberdade. Além de atuar em presídios, a iniciativa também alcança unidades socioeducativas. Segundo o site da Junta de Missões Nacionais, o trabalho é desenvolvido com o objetivo de levar apoio espiritual e emocional aos detentos, utilizando o “Evangelho que liberta e transforma vidas”.

“Temos como missão fomentar e potencializar uma rede de Ministérios de Capelania Prisional e Socioeducativa, através das Igrejas Batistas e de seus projetos sociais, para o alcance de todas as unidades prisionais brasileiras, liderando um movimento de plantação de igrejas em todos os presídios do Brasil”, informou a missão.

O trabalho é desenvolvido por missionários e voluntários em dezenas de presídios em todo o país. As ações incluem evangelismo, aconselhamento, estudos bíblicos, visitação e intercessão. Voluntários com formação técnica, como médicos, psicólogos e professores, também integram a iniciativa em áreas de suporte complementar.

Projeto Grão de Mostarda

Uma das ferramentas utilizadas no ministério é o Projeto Grão de Mostarda, que promove o discipulado de detentos por meio da troca de cartas com voluntários cristãos. O objetivo é oferecer acompanhamento espiritual personalizado, fortalecendo a fé dos internos e incentivando a continuidade do aprendizado bíblico mesmo dentro do sistema prisional.

A Junta de Missões Nacionais, vinculada à Convenção Batista Brasileira, tem mantido uma presença constante em unidades prisionais do país por meio da Capelania Prisional. O trabalho é desenvolvido com apoio de igrejas locais e conta com o envolvimento direto de cristãos dispostos a servir, orar e compartilhar a mensagem do Evangelho com os encarcerados.

De acordo com a organização, vidas têm sido transformadas nos presídios por meio do contato com a Bíblia, o aconselhamento pastoral e o discipulado. O batismo dos 26 detentos em Mossoró é mais um registro deste movimento dentro do contexto prisional brasileiro.

Igreja distribuirá 3 mil cestas e oferecerá oração a famílias carentes

A Celebration Church, uma megaigreja da Flórida, realizará neste sábado, 13 de julho, seu evento anual “Dia de Servir”, com a expectativa de distribuir mais de 3 mil cestas de alimentos e produtos de limpeza a famílias necessitadas.

A ação também incluirá momentos de oração e apoio espiritual a centenas de pessoas que comparecerem às unidades da igreja na região.

Com uma frequência semanal de aproximadamente 4.300 fiéis, a Celebration promove o evento em parceria com a organização humanitária Convoy of Hope. Segundo a porta-voz Christina Warkentine, a iniciativa busca demonstrar cuidado prático e espiritual à comunidade local. “Valorizamos profundamente nossa parceria com a Convoy of Hope e, quando eles nos deram a oportunidade de abençoar um grande número de famílias em nossa comunidade, agarramos a oportunidade”, declarou ela ao The Christian Post.

A primeira edição da ação foi realizada em 2023, quando cerca de 600 famílias receberam alimentos e itens de higiene. Este ano, a expectativa é atender entre 800 e 1.000 famílias, segundo Warkentine. Os voluntários da igreja já estão empacotando os mantimentos, com o objetivo de distribuir todas as doações arrecadadas.

“Se for parecido com o ano passado, esperamos ver centenas de carros, oportunidades de orar pelos outros e compartilhar o Evangelho, e um forte sentimento de alegria entre os membros da nossa igreja ao louvarem a Deus em seu serviço ao próximo”, disse Warkentine.

Entre os itens distribuídos estão vegetais enlatados, caixas de alimentos diversos e produtos de limpeza. A igreja reforça que sua meta é atender plenamente cada pessoa ou família que comparecer. “Gostaríamos muito de ver cada verdura enlatada, caixa de comida e produto de limpeza doados”, afirmou a porta-voz.

A igreja considera o evento como parte de sua missão de fé ativa. “É um dia para nos unirmos e vivermos nossa fé em ação”, destacou Warkentine. “Ao servir nossa cidade, refletimos o coração de Jesus e criamos momentos em que as pessoas podem encontrar Seu amor de maneiras tangíveis.”

Além do impacto direto nas famílias assistidas, o Dia de Servir também fortalece vínculos com outras entidades sociais. “Fortalece nossos relacionamentos com outros ministérios e organizações beneficentes em nossa cidade, deixando-os saber que a Celebration Church está aqui e pronta para servir sempre que houver necessidade”, explicou Warkentine. “Por fim, incute em nossa congregação a importância de servir e demonstrar o amor de Jesus a todos os nossos semelhantes.”

A Celebration Church está sediada em duas localidades na região nordeste da Flórida e é conhecida por suas ações de serviço comunitário e evangelismo prático. A igreja não divulgou a programação detalhada, mas informou que o atendimento ocorrerá ao longo do sábado, com a presença de membros voluntários e líderes ministeriais.

Entidade se desculpa por usar Billy Graham para atacar Trump

Uma organização formada por cristãos progressistas nos Estados Unidos reconheceu publicamente o uso indevido da imagem do falecido evangelista Billy Graham durante a eleição presidencial de 2024.

O grupo, anteriormente conhecido como Evangélicos por Harris — em apoio à candidatura da ex-vice-presidente Kamala Harris — divulgou nesta semana um pedido formal de desculpas à Associação Evangelística Billy Graham (BGEA), liderada por Franklin Graham.

Após a derrota de Harris na eleição de 5 de novembro de 2024, a entidade foi rebatizada como Evangélicos pela América. Em nota divulgada no início desta semana, o grupo reconheceu que cometeu um erro ao utilizar trechos de sermões do Rev. Billy Graham em anúncios políticos durante a campanha presidencial.

“Antes da eleição presidencial de 2024, a campanha ‘Evangélicos por Harris’, do Evangelicals for America PAC, produziu diversos anúncios usando clipes do Rev. Billy Graham”, informou o grupo. “Fizemos isso acreditando que o uso dos clipes do Rev. Graham, embora não tenha sido feito com a permissão prévia da Associação Evangelística Billy Graham (BGEA), atenderia aos critérios de Uso Justo da Lei de Direitos Autorais dos EUA”.

Segundo a organização, os anúncios foram veiculados especialmente em estados considerados decisivos, e custaram mais de US$ 1 milhão. O conteúdo buscava associar a figura do então presidente Donald Trump às advertências bíblicas de 2 Timóteo 3:1-5, sobre os “tempos difíceis dos últimos dias”.

Em resposta, a BGEA, sediada em Charlotte, Carolina do Norte, e liderada por Franklin Graham, filho de Billy Graham, enviou uma carta de cessação e desistência em outubro de 2024, exigindo a suspensão do uso do material.

“A BGEA nos escreveu, preocupada com a possibilidade de estarmos infringindo seus direitos autorais sobre os videoclipes do Rev. Graham, ao usá-los para fins políticos sem autorização”, admitiu o grupo. “Nossa intenção não era infringir os direitos autorais da BGEA ou dar a impressão de que o Rev. Graham teria tomado partido apoiando publicamente um candidato político em detrimento de outro em uma eleição, por isso pedimos desculpas à BGEA”.

O grupo afirmou ainda que desde a eleição de Trump tem mantido diálogo com a BGEA e reconheceu que o ministério de Billy Graham não tinha por objetivo se envolver em política partidária.

“Mantivemos o diálogo com a BGEA desde a eleição e reafirmamos sua posição de que o propósito do Rev. Graham sempre foi claro: falar às pessoas sobre o Filho de Deus, Jesus Cristo, o único que veio do céu à terra para abrir um caminho para que toda a humanidade fosse salva de nossos pecados”.

A entidade também destacou a postura do evangelista em alcançar todos os públicos, independentemente de filiação política ou nacionalidade: “O Rev. Graham tinha como objetivo fazer com que o Evangelho fosse ouvido por todas as pessoas, fossem elas americanas que se identificavam como democratas, republicanas ou de outra forma, ou simplesmente pessoas de outro país que não tinham contexto para a política americana”.

Em tom conciliador, o grupo expressou gratidão à associação fundada por Graham por ter tratado a questão pacificamente, mencionando o texto bíblico de Romanos 12:18 como referência de conduta.

Ao final da nota, os Evangélicos pela América comprometeram-se formalmente a não repetir o uso de conteúdo protegido por direitos autorais da BGEA sem autorização explícita:

“Consequentemente, removemos e não republicaremos nossos anúncios que incorporavam videoclipes do Rev. Billy Graham, e os Evangélicos pela América e seus diretores se comprometeram a não usar conteúdo em defesa eleitoral sobre o qual a BGEA reivindica direitos autorais ou outros interesses legais no futuro sem permissão clara e por escrito”.

“Nossa esperança é que essas ações e nosso compromisso de não usar o Rev. Billy Graham em um contexto eleitoral partidário esclareçam a confusão sobre a mensagem em nossos anúncios originais; afirmem o valor e a importância do diálogo cristão sobre a maneira como nos envolvemos na política e priorizem os cristãos que permanecem em comunhão, apesar das diferenças”.

Durante a campanha de 2024, Franklin Graham fez duras críticas ao uso da imagem de seu pai nos anúncios pró-Harris. Em mensagem publicada em suas redes sociais no verão passado, o pastor escreveu:

“Os liberais estão usando tudo o que podem para promover a candidata Harris. Eles até criaram um anúncio político tentando usar a imagem do meu pai [Billy Graham]. Estão tentando enganar as pessoas. Talvez não saibam que meu pai apreciava os valores e as políticas conservadoras do presidente [Trump] em 2016, e se ele estivesse vivo hoje, as visões e opiniões do meu pai não teriam mudado”.

Na contramão de Franklin, a neta de Billy Graham, Jerushah Duford, participou de eventos promovidos pela Evangélicos por Harris. Em uma reunião online, ela afirmou: “Para mim, votar em Kamala é muito mais importante do que políticas. É um voto contra mais quatro anos de líderes religiosos justificando as ações de um homem que destrói a mensagem que Jesus veio espalhar, e é por isso que me envolvo na política”.

Jerushah Duford é conselheira e ativista pelos direitos da comunidade LGBTQ em Greenville, Carolina do Sul. Sua posição pública refletiu as divisões entre cristãos nos Estados Unidos em torno do envolvimento político da igreja e do uso de figuras religiosas históricas em campanhas eleitorais, de acordo com informações do The Christian Post.

Pastor e fiéis são mortos a tiros durante culto na Nigéria

Durante um culto noturno realizado na segunda-feira, 8 de julho, supostos extremistas islâmicos atacaram a Igreja Batista Bege na vila de Yaribori, localizada no Condado de Kafur, estado de Katsina, no noroeste da Nigéria. Cerca de 15 a 20 homens armados invadiram o local, atiraram no pastor batista Emmanuel Na’allah Auta e no fiel Mallam Samaila Gidan Taro, além de sequestrarem uma mulher da congregação.

Zakariya Jatau, membro da igreja, informou à imprensa que o pastor estava conduzindo o culto e um estudo bíblico no momento em que foi alvejado. “Outra membro, uma senhora, também foi sequestrada e levada para um lugar desconhecido”, afirmou Jatau. A identidade da mulher não foi divulgada.

Conforme relatos de membros da congregação, Gidan Taro era um convertido do islamismo e conhecido na comunidade cristã. Já o pastor Na’allah trabalhava ativamente na reconciliação entre cristãos e muçulmanos da vila, segundo destacou o portal TruthNigeria.

Ataques contínuos no estado de Plateau

Além do ocorrido em Katsina, o estado de Plateau, localizado no centro do país, tem sido alvo constante de ataques violentos contra cristãos. Segundo o portal Christian Daily International-Morning Star News, pelo menos 20 cristãos foram mortos por pastores Fulani durante o mês de junho em uma das regiões do estado.

No Condado de Mangu, uma moradora identificada como Esther Luka relatou que, no dia 27 de junho, dois cristãos foram mortos por pastores armados na comunidade de Gyambwas, distrito de Langai. “O pai do meu amigo, Rose Dapus, foi à sua fazenda com cerca de 15 trabalhadores. No final do dia, ele permaneceu com o filho para finalizar o serviço, quando os pastores atacaram. O filho escapou, mas o pai foi morto a tiros”, escreveu Luka em mensagem ao portal.

Outros casos foram registrados no mesmo condado. Em 19 de junho, três cristãos foram mortos na vila de Manja enquanto trabalhavam em suas plantações, conforme declarou o deputado estadual Mathew Kwarpo. Durante o ataque, mais de 20 casas cristãs também foram incendiadas.

Em Chicim, oito cristãos foram assassinados em 11 de junho, e na vila de Bwai, sete pessoas foram mortas no dia anterior, segundo relatou o morador Jeremy Nyuwa. Ele afirmou que os agressores invadiram as comunidades atirando nos cristãos que encontravam.

13 aldeias atacadas em Bokkos

No Condado de Bokkos, também em Plateau, 13 aldeias predominantemente cristãs foram atacadas por pastores Fulani e outros extremistas desde maio. Segundo fontes locais, os episódios resultaram em pelo menos 80 mortos e dezenas de casas destruídas.

No dia 29 de junho, as aldeias de Tulus, Hokk e Juwan foram invadidas. A casa de um pastor foi incendiada durante o ataque em Hokk. O presidente do Conselho de Governo Local de Bokkos, Amalau Samuel, declarou: “Os agressores chegaram tarde da noite e começaram a matar pessoas inocentes. Eles iam de casa em casa e, onde não conseguiam entrar, arrombavam o teto”.

Samuel destacou que os mais vulneráveis foram idosos e crianças que não conseguiram fugir. Moradores também apontaram que há acampamentos terroristas ativos nas áreas de Daffo, Mbar, Tangur, Pyakmallu, Butura e Kwatas. Informações sobre esses acampamentos foram compartilhadas com autoridades militares e agências de segurança do país.

Contexto e motivações

Segundo relatório do Grupo Parlamentar Multipartidário para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG), publicado no Reino Unido em 2020, embora a maioria dos fulanis não adote visões extremistas, uma parte desse grupo aderiu à ideologia islâmica radical e tem como alvo comunidades cristãs. “Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório.

Líderes cristãos na Nigéria apontam que os ataques têm como objetivo forçar a ocupação de terras agrícolas pertencentes a cristãos e impor a expansão do islamismo em regiões do Cinturão Médio do país. A desertificação no norte, onde vivem muitos dos pastores fulani, teria agravado os conflitos por recursos.

Perseguição cristã na Nigéria

A Nigéria permanece entre os países mais perigosos do mundo para cristãos, conforme a Lista Mundial da Perseguição 2025 da organização Portas Abertas. De acordo com o relatório, dos 4.476 cristãos mortos no mundo por causa de sua fé durante o período analisado, 3.100 foram assassinados na Nigéria, o equivalente a 69%.

A entidade afirma que “o nível de violência anticristã no país já está no máximo possível segundo a metodologia da Lista Mundial de Perseguição (WWL)”. A perseguição se concentra principalmente na zona centro-norte, mas também se espalha para o sul do país, à medida que grupos armados se expandem.

A WWL observa ainda que um novo grupo jihadista, chamado Lakurawa, surgiu recentemente no noroeste do país, equipado com armamento moderno e alinhado com a ideologia da Al-Qaeda, através do grupo Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin (JNIM), com base no Mali.

Apesar da gravidade dos ataques, a atuação das forças de segurança nigerianas tem sido limitada e insuficiente, segundo relatos locais. Autoridades militares confirmaram alguns dos ataques recentes e afirmaram ter enviado tropas às regiões afetadas. No entanto, moradores afirmam que os agressores continuam atuando impunemente em diversas áreas rurais, onde o controle do governo é frágil.

A escalada da violência religiosa e étnica na Nigéria continua gerando preocupação entre organizações internacionais de direitos humanos e liberdade religiosa, de acordo com informações do The Christian Post.

Erasmo Vianna anuncia conversão e fala sobre libertação de vícios

O influenciador e empresário Erasmo Vianna, de 40 anos, com 2,4 milhões de seguidores no Instagram, revelou nesta semana sua conversão à fé cristã. A declaração foi feita por meio de um vídeo publicado em seu perfil na rede social, no qual compartilha um testemunho sobre sua trajetória marcada por vícios e o processo de transformação pessoal que afirma ter vivido a partir de sua relação com Deus.

Conhecido por sua atuação no universo fitness e pelo envolvimento com realities de televisão, Erasmo relatou ter enfrentado dependência de pornografia, uso de maconha e de medicamentos prescritos para tratamento de TDAH. “Eram vícios altamente dopaminérgicos”, explicou, referindo-se ao impacto desses estímulos sobre sua mente e emoções. Segundo ele, essas práticas afetaram negativamente sua vida pessoal e profissional.

“Passei a normalizar atitudes que não fazem parte de mim”, declarou, ao relatar como o consumo recorrente de conteúdos adultos influenciava sua conduta nas redes sociais. Ele explicou que tratava esse hábito como algo cotidiano, o que, com o tempo, distorceu seus valores.

De acordo com o influenciador, a mudança começou a ocorrer quando passou a se dedicar ao estudo da Bíblia e ao relacionamento pessoal com Jesus Cristo. “Isso não tem nada a ver com religião”, afirmou, ao mencionar que já havia tido experiências anteriores com o catolicismo e a umbanda, mas que foi na fé cristã que encontrou um sentido mais profundo para sua existência.

Erasmo Vianna também atribuiu parte significativa de sua transformação à parceira Amanda Siqueira. “Essa mulher maravilhosa me aproximou de Deus e do conhecimento bíblico”, declarou. O casal compartilha conteúdos sobre saúde, espiritualidade e estilo de vida nas redes sociais.

No relato, o influenciador destacou ainda que sempre buscou a orientação de um mentor. “Hoje vejo Jesus como essa figura”, disse. Ele associou a superação dos vícios à combinação entre prática esportiva, vida espiritual e convivência com pessoas que compartilham dos mesmos valores.

Na legenda do vídeo publicado em 08 de julho, Erasmo escreveu: “Durante anos tentei preencher um vazio com vícios… Foi só quando me rendi totalmente a Deus que algo realmente começou a mudar”.

O testemunho de conversão do empresário repercutiu entre seus seguidores e despertou manifestações de apoio nas redes sociais. Muitos usuários comentaram a publicação com expressões como “Glória a Deus”, “Deus transforma” e “Que testemunho lindo”.

Até esta manhã, o vídeo somava centenas de milhares de visualizações e milhares de comentários.

Cuba não consegue conter o Evangelho e evangélicos crescem

Nos últimos anos, Cuba tem registrado um crescimento significativo do número de cristãos evangélicos, especialmente entre os jovens. Essa expansão ocorre apesar das históricas restrições à liberdade religiosa no país, que há décadas mantém raízes no marxismo-leninismo.

Na Plaza del Cristo, em Havana, a cena de jovens evangélicos reunidos em oração se tornou cada vez mais comum. Com os braços erguidos, pedem publicamente bênçãos de Jesus, gesto que há poucos anos seria incomum na ilha. O local, marcado por um mural com a imagem de Che Guevara, resume o contraste entre a herança revolucionária e a renovação espiritual vivida por muitos cubanos.

Segundo Pedro Alvarez Sifontes, mestre em Estudos Sociais e Filosóficos da Religião pela Universidade de Havana, o fenômeno se intensificou nos últimos cinco anos: “Sem dúvida temos visto um aumento [dos evangélicos em Cuba] nos últimos cinco anos”, afirmou Sifontes, que também é pesquisador assistente no Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica.

Fé em meio à crise econômica e sanitária

De acordo com a reportagem da BBC News Brasil, fatores como a pandemia da Covid-19 e o agravamento da crise econômica contribuíram para essa aproximação com a fé. Muitos cubanos, especialmente jovens, passaram a frequentar igrejas evangélicas em busca de respostas e consolo.

O teólogo Eliecer Portal, evangélico batista e guia turístico, explicou: “Depois da pandemia, a crise levou muito mais pessoas a se aproximarem da fé e das igrejas”. Para ele, momentos de instabilidade têm levado à redescoberta da espiritualidade. “Momentos de crise chamam as pessoas à fé, principalmente quando sentem que suas vidas estão em jogo”.

A escassez de alimentos, o apagão energético e a inflação têm afetado o cotidiano da população. Segundo o governo cubano, a crise atual é a pior desde o chamado “Período Especial”, iniciado nos anos 1990 após o colapso da União Soviética.

Um país de herança religiosa plural

Apesar de sua história recente como Estado ateu, Cuba possui uma rica tradição religiosa. A colonização espanhola legou ao país centenas de paróquias, enquanto religiões de matriz africana, trazidas por povos escravizados, também moldaram profundamente a espiritualidade cubana, de acordo com a BBC.

Esse mosaico religioso, no entanto, foi desestimulado após a Revolução de 1959. Liderada por Fidel Castro, Che Guevara e Camilo Cienfuegos, a revolução inaugurou uma nova ordem estatal alinhada ao marxismo soviético. A partir de então, o Estado cubano passou a promover uma cultura ateísta, especialmente por meio da educação.

A imposição do ateísmo

A Constituição de 1976 definiu Cuba como um Estado laico, mas fundamentado em uma “concepção materialista científica do Universo”. Embora tenha declarado formalmente a liberdade religiosa, também estabeleceu diretrizes educacionais baseadas no marxismo-leninismo.

Segundo Pedro Sifontes, o conteúdo das escolas reforçava o ateísmo. “Por exemplo, no ensino superior, foi criada uma disciplina chamada Comunismo Científico. Essa disciplina recriou tudo o que era ateísmo científico e promulgou um positivismo neomarxista”, explicou.

Além disso, havia restrições práticas à vivência religiosa. Cristãos não podiam cursar certas carreiras, como jornalismo, e estavam excluídos de cargos de liderança política. “Para ser membro do Partido Comunista da Juventude, você também tinha que declarar sua posição ateia. Se não, você não era admitido”, disse Sifontes.

Perseverança na fé

Mesmo diante dessas restrições, a fé continuou a ser cultivada, muitas vezes de forma discreta. Pequenas comunidades religiosas mantinham cultos em casas ou igrejas menos visíveis. A religiosidade, enraizada na cultura popular, sobreviveu como parte do cotidiano, mesmo quando afastada do espaço público.

Essa resistência silenciosa agora se reflete em manifestações visíveis e crescentes nas ruas e praças de Havana. As novas gerações têm se mostrado mais dispostas a viver a fé abertamente, mesmo diante das dificuldades.

Reconhecimento e abertura recente

A Constituição cubana mais recente, aprovada em 24 de fevereiro de 2019 por referendo, reafirma a liberdade religiosa como direito garantido a todos os cidadãos, independentemente da crença. A nova carta magna não repete as menções à “concepção científica materialista do Universo”, o que, segundo observadores, representa uma mudança relevante.

Ainda assim, organizações internacionais apontam que a liberdade religiosa em Cuba segue sob monitoramento. Segundo relatórios de entidades como a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW), pastores e líderes evangélicos em algumas regiões relatam vigilância, intimidação e limitações ao acesso a espaços públicos.

Em 2022, o Departamento de Estado dos Estados Unidos incluiu Cuba em uma lista de observação especial por violações à liberdade religiosa. A Comissão dos Estados Unidos para Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) também vem monitorando a situação de igrejas protestantes independentes na ilha.

Panorama atual

Apesar das dificuldades, o ambiente para manifestações religiosas tem apresentado sinais de abertura. O número de cultos, batismos públicos e encontros evangelísticos aumentou nos últimos anos. Pastores de diferentes denominações relatam maior presença de jovens e famílias em busca de apoio espiritual.

Embora o governo cubano ainda exerça controle sobre organizações religiosas formalmente registradas, o fenômeno de crescimento espontâneo das igrejas evangélicas ocorre de maneira descentralizada. Não há dados oficiais atualizados, mas pesquisadores e líderes apontam que o número de evangélicos no país já supera um milhão de pessoas.

Em meio a um cenário econômico incerto, muitos encontram nas orações e nas Escrituras um refúgio. Como afirmou um dos jovens entrevistados pela reportagem: “A fé é o que nos resta quando tudo o mais parece falhar”.

Pastor batista preso sob acusação de abuso contra menor

A Igreja Batista Happy Home, localizada em Nakina, na Carolina do Norte, atravessa um momento delicado após a prisão de seu pastor recentemente contratado. Devin Carroll, de 22 anos, foi detido no sábado, 5 de julho, acusado de conduta sexual criminosa de terceiro grau contra uma adolescente de 13 anos.

Segundo o portal MyHorryNews, o incidente ocorreu em 29 de maio nas dependências da Conway Middle School, localizada no número 1104 da Elm Street, em Conway, Carolina do Sul. A denúncia aponta que Carroll teria tocado as “partes íntimas” da menor “de maneira obscena e lasciva com a intenção de excitação”, conforme registro das autoridades locais.

Carroll, que atuava anteriormente como auxiliar de suspensão escolar na unidade, já não era funcionário da escola na data do ocorrido. Em nota, o distrito das Escolas do Condado de Horry confirmou sua saída antecipada: “Devin Carroll é um ex-funcionário das Escolas do Condado de Horry. Em 7 de janeiro de 2025, o Sr. Carroll apresentou um pedido de demissão com data efetiva para 7 de junho de 2025. Ele foi designado como auxiliar de suspensão escolar na Escola Conway Middle durante seu período de trabalho”.

Após sua prisão no sábado, Carroll foi conduzido ao Centro de Detenção J. Reuben Long, permanecendo sob custódia até a segunda-feira, 7 de julho, quando foi liberado mediante fiança fixada em US$ 30 mil.

A repercussão nas redes sociais e na comunidade escolar foi imediata. Matilda Wofford, de 15 anos, ex-aluna da Conway Middle School, declarou à emissora WMBF News que não ficou surpresa com as acusações. “Ele flertava muito com meus colegas de classe”, afirmou. Matilda disse que Carroll perguntava abertamente a seus colegas se tinham namorado e pedia os números de telefone.

“Quando você é tão jovem, não percebe que as pessoas com quem você interage diariamente são realmente estranhas e não têm as intenções certas”, disse. Ela ainda acrescentou: “Me sinto mal por não ter falado, porque me faz pensar que poderia ter havido tantas outras oportunidades em que ele poderia ter feito isso com outra pessoa da minha idade”.

De acordo com uma página arquivada do site da Igreja Batista Happy Home, Carroll assumiu o pastorado da congregação em 26 de maio de 2024, menos de uma semana antes da data do suposto crime. A versão atual do site apresenta apenas informações mínimas, e a igreja não respondeu aos pedidos de comentário feitos pelo portal The Christian Post.

No conteúdo da página arquivada, a igreja descrevia o pastor como alguém vocacionado desde a juventude: “O Pastor Devin se entregou para pregar o evangelho aos 16 anos. Com Deus como guia, ele conduz nossa igreja para a comunidade, enquanto ensinamos e compartilhamos a Palavra de Deus com todas as pessoas”. A nota ainda dizia: “Ele acredita que todos são amados e valorizados aos olhos do Senhor, o que significa que eles são amados e valorizados no Happy Home”.

Até o momento, a Igreja Batista Happy Home não se manifestou publicamente sobre o caso. As investigações estão sendo conduzidas pelas autoridades locais, e o processo criminal segue em andamento. A legislação do estado da Carolina do Sul prevê penalidades severas para crimes de natureza sexual envolvendo menores de idade, especialmente quando cometidos em ambiente escolar.