Foto do papa Francisco debilitado é divulgada pelo Vaticano

O Vaticano divulgou uma fotografia do papa Francisco, de 88 anos, sentado em uma cadeira de rodas na capela de sua suíte hospitalar na Policlínica Gemelli, em Roma, enquanto ele se recupera de uma pneumonia dupla, sendo este mais um sinal de seu progresso após a hospitalização, ocorrida em 14 de fevereiro.

De acordo com a assessoria de imprensa do Vaticano, Francisco concelebrou a missa no mesmo dia, marcando um avanço em sua recuperação gradual.

Em uma mensagem aos seus seguidores, o papa reconheceu sua fragilidade e descreveu a hospitalização como um “período de provação”, agradecendo pelas orações e apoio recebidos. Apesar de não estar mais em risco iminente, a condição de Francisco ainda exige terapias médicas contínuas, incluindo fisioterapia motora e respiratória.

O pontífice católico continua mantendo contato com seus seguidores por meio de mensagens escritas, embora não tenha comparecido pessoalmente às tradicionais orações do Angelus, uma prática religiosa semanal.

No domingo, completou cinco semanas consecutivas de ausência das aparições públicas, embora simpatizantes tenham se reunido em frente ao hospital, expressando seu carinho e apoio.

Apesar das melhorias, permanece a dúvida sobre sua capacidade de presidir as celebrações da Páscoa, eventos centrais no calendário cristão. O papa tradicionalmente lidera cerimônias como a procissão da Sexta-feira Santa e a Missa de Páscoa na Praça de São Pedro.

Em paralelo, prosseguem os preparativos para a visita de Estado do rei Charles e da rainha Camilla ao Vaticano e à Itália, programada para abril. De acordo com o The Times, surgiram discussões sobre a inclusão de doadores ricos ligados à King’s Foundation em uma reunião privada com o papa em Castel Gandolfo, a residência de verão papal.

Kristina Murrin, presidente-executiva da fundação, havia sugerido envolver esses benfeitores de alto patrimônio como parte de uma “experiência que o dinheiro não pode comprar”, em reconhecimento aos apoiadores de longa data da instituição.

Contudo, após o envio da proposta ao Ministério das Relações Exteriores, a ideia foi retirada. A identidade da pessoa ou entidade responsável pela decisão de abandonar a proposta não foi esclarecida. Um representante da King’s Foundation afirmou que, embora tenham ocorrido discussões informais sobre a participação de doadores, nenhum deles foi oficialmente convidado ou participará da visita de Estado.

A King’s Foundation enfrenta desafios internos desde a saída de Michael Fawcett, que deixou o cargo em meio a controvérsias sobre privilégios concedidos a doadores. Investigações subsequentes revelaram falhas de gestão durante seu mandato, embora um inquérito policial não tenha levado a acusações formais, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Justiça rejeita acusação contra pregador atacado por muçulmanos

O Tribunal da Coroa de Wolverhampton, no Reino Unido, rejeitou as acusações contra o pregador cristão Karandeep Mamman, que enfrentava processo por suposta violação da Ordem Pública.

A decisão foi tomada após o Serviço de Promotoria da Coroa (CPS, na sigla em inglês) se recusar a apresentar evidências, alegando falta de fundamento para a acusação.

O caso teve origem em um episódio ocorrido em 14 de janeiro de 2023, no centro da cidade de Walsall. Mamman, de 33 anos, estava pregando publicamente quando foi cercado por um grupo de aproximadamente 20 a 30 indivíduos, descritos como uma “multidão islâmica” pelo grupo Christian Concern. O pregador afirmou que o grupo fez ameaças, incluindo agressões físicas e atentados contra sua vida.

O conflito teve início após Mamman criticar o Alcorão, alegando que o livro sagrado do islamismo apresenta uma visão distorcida de Jesus Cristo, retratando-o como um profeta e não como o Filho de Deus. Ele também declarou que o Alcorão incentiva “ódio, terrorismo e a matança de judeus e cristãos que não se convertem”. Segundo relatos, ele tentou deixar o local, mas foi impedido pela multidão.

Imagens de câmeras de segurança posteriormente revelaram que uma dupla homossexual presente no local rasgou um cartaz que Mamman segurava, contendo mensagens cristãs e símbolos contrários a práticas homossexuais. A intervenção de seguranças do centro da cidade permitiu que o pregador saísse do local sem maiores confrontos.

Apesar de relatar ter sido alvo de ameaças e assédio, Mamman foi posteriormente chamado para prestar esclarecimentos à polícia e acabou acusado de causar assédio, alarme ou angústia com agravante religioso, conforme a Seção 28 da Lei de Crimes e Desordens de 1998. Em sua defesa, afirmou que apenas exercia sua liberdade de expressão e que não havia direcionado ataques contra indivíduos específicos.

A defesa de Mamman argumentou que o processo representava um abuso legal e uma violação dos direitos garantidos pelos Artigos 9 a 11 da Convenção Europeia de Direitos Humanos, que protegem a liberdade de pensamento, expressão e reunião. Segundo seus advogados, seus comentários baseavam-se em textos históricos e religiosos, sem incitação direta à violência ou discurso de ódio.

A defesa também apresentou o testemunho do especialista Martin Parsons, que citou trechos do Alcorão sobre jihad e atos de violência para contextualizar as falas do pregador.

Após a decisão do tribunal, Mamman expressou alívio e reiterou que seu objetivo era compartilhar sua fé cristã. “Meu objetivo sempre ao pregar é compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo e que todos nós só podemos ser salvos se seguirmos Seus ensinamentos”, declarou, segundo informações do The Christian Post.

Andrea Williams, presidente-executiva do Christian Legal Centre (CLC), criticou a condução do caso pelas autoridades, afirmando que o processo contra Mamman minou a confiança pública no sistema judicial. O próprio pregador também questionou a atuação das autoridades: “Elas deveriam estar protegendo minha segurança pessoal e meus direitos de liberdade de expressão. Em vez disso, ao me processar, elas encorajaram os membros do público a usar essa abordagem para silenciar crenças das quais discordam”.

The Send: crítica de Yago Martins vira bate-boca com Nick Moretti

O The Send 2026 ocorrerá na Arena Pernambuco, em Recife (PE), e o anúncio do evento levou a um bate-boca público entre um dos organizadores do evento, Nick Moreti, e o pastor Yago Martins.

A próxima edição do evento ocorrerá no dia 31 de janeiro de 2026, e a venda de ingressos foi esgotada em dois dias. O diretor de mídia do Dunamis, Nick Moretti, anunciou a data e o local na rede social X, o que levou a uma discussão com o pastor Yago Martins, da Igreja Batista Maanaim, em Fortaleza (CE).

Yago Martins reagiu ao anúncio do evento dizendo que toda a produção terá pouca contribuição à causa do Evangelho: “Me cobrem: 1. Vai ter pregador coaching; 2. Vai ter político no palco; 3. Vai ter músico no processo de apostasia; 4. Vai ter um impacto missionário mínimo”.

Em seguida, Moretti rebateu a crítica do pastor: “Esses 4 pontos não vai ter. Mas, vai ter convocação para engajamento bíblico, vai ter mobilização pela tradução da Bíblia, vão ter pastores locais, vão ter cristão sinceros, agências e bases missionárias fazendo trabalho duro. Te convido a estar também meu irmão”.

O bate-boca se intensificou com um desafio feito por Yago: “Quanto você manda de pix pra algum missionário transcultural da nossa igreja se um político aparecer no palco do The Send? Escolhe um missionário transcultural: eu mando o mesmo valor se nenhum político subir”.

Moretti, então, tratou de oferecer oferta missionária sem casar aposta com Yago: “Ao invés de ficar fazendo aposta online de birra. Te convido a ir, assistir de perto, nos conhecer pessoalmente, o objetivo e as ações concretas e tirar suas próprias conclusões. E por favor, me passe missionário no privado, me disponho a ofertar agora o valor mensal deles”, escreveu o diretor de mídia do Dunamis.

Yago, por fim, reiterou sua incredulidade no evento: “Eu só vou acreditar nesse papinho quando vocês aparecerem pedindo perdão à igreja brasileira por todo o neopentecostalismo, teologia coaching, manipulação política e mercantilismo gospel da edição passada. Até lá, vocês continuam um prejuízo pra igreja”.

Esses 4 pontos não vai ter. Mas, vai ter convocação para engajamento bíblico, vai ter mobilização pela tradução da Bíblia, vão ter pastores locais, vão ter cristão sinceros, agências e bases missionárias fazendo trabalho duro. Te convido a estar também meu irmão.

— nickmorettii (@nickmorettii) March 14, 2025

Heloisa Rosa quebra silêncio após denúncias contra seu marido

A cantora Heloisa Rosa informou através de suas redes sociais no último domingo que as acusações feitas contra seu marido, Marcus Grubert há quase dois anos foram arquivadas de forma definitiva pela Justiça dos Estados Unidos.

Marcus Grubert chegou a ser preso de maneira temporária sob acusação de abuso sexual infantil, mas o promotor do caso rejeitou levar a denúncia adiante por considerar que não havia provas. Desta forma, ele foi solto semanas depois de sua prisão.

Ao longo da investigação, o pastor Anderson Silva chegou a acusar a Igreja Alcance de Curitiba de acobertar um crime envolvendo o esposo de Heloisa Rosa em 2010, e a instituição anunciou que o processaria.

“Após um longo período, informamos que o processo criminal instaurado nos Estados Unidos contra Marcus Grubert em abril de 2023 foi definitivamente arquivado pela Justiça americana por absoluta ausência de provas”, escreveu a cantora.

De acordo com a nota, “todas as evidências apresentadas contra Marcus foram rejeitadas após rigorosa análise dos procuradores norte americanos, que identificaram desde o início total inconsistência e contradições nas acusações feitas, além da completa falta de elementos probatórios relevantes”.

“Durante esse período, optamos pelo silêncio em respeito ao processo judicial”, declarou Heloisa, pontuando que “a crescente e intensa campanha difamatória” contra ela e o marido “tem extrapolado todos os limites aceitáveis”.

O casal também informou que o processo está sendo comunicado de maneira formal às autoridades brasileiras: “Estamos neste momento validando integralmente o processo judicial norte americano perante a Justiça brasileira. Com isso, esperamos finalmente restabelecer a verdade dos fatos perante toda a sociedade, sempre em respeito às leis brasileiras e com cuidado necessário que a situação requer”.

Congresso de Revitalização de Igrejas com Juliano Son e HDL

A Igreja Presbiteriana de Pinheiros anunciou a data do 14° Congresso de Plantação e Revitalização de Igrejas, assim como os convidados para este ano.

Liderada pelo pastor Arival Dias Casimiro, a Igreja Presbiteriana de Pinheiros está em plena expansão, com a ampliação de seu templo na Marginal Pinheiros. A obra será desenvolvida em diferentes fases, sendo a primeira a construção de uma tenda que abrigue temporariamente os frequentadores.

Paralelamente, a igreja segue investindo em missões e também eventos temáticos, como o Congresso de Plantação e Revitalização de Igrejas. “Entre os dias 15 e 17 de maio, na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo/SP, nos reuniremos para este importante e desafiador evento”, diz o anúncio compartilhado nas redes sociais.

Dentre os convidados, estão Antonio Cabrera, Eleny Vassão, Paulo Mazoni, Antonio Carlos Torres e Juliano Son, além de Hernandes Dias Lopes e o pastor Arival Dias Casimiro.

“Neste ano, nosso congresso foi preparado encorajar pastores, líderes e plantadores de igreja a agir com a mesma compaixão de Cristo Jesus. Vivemos em uma sociedade marcada pelo egoísmo, individualismo e indiferença. No entanto, a Bíblia apresenta um Deus diferente, cheio de compaixão e misericórdia. Compaixão, no sentido mais profundo, significa ‘sofrer com’ e envolve sentir a dor do outro e agir para ajudá-lo”, explicou o comunicado.

A proposta do evento é incentivar igrejas e plantadores a pensarem em formas de colocar em prática essa mensagem: “O ministério de Jesus foi fundamentado nessa compaixão, levando-o a cuidar dos aflitos, doentes e espiritualmente perdidos, demonstrando amor genuíno por aqueles que estavam sem direção. O 14º Congresso de Plantação e Revitalização de Igrejas busca refletir sobre a compaixão divina como a motivação central do ministério cristão. Que o Espírito Santo ilumine mentes e aqueça corações para essa missão!”.

Pastor é processado por pregar sobre João 3.16 nas ruas

O pastor batista aposentado Clive Johnston, de 76 anos, na Irlanda do Norte, está sendo processado por pregar sobre João 3.16 em um culto ao ar livre nas imediações de uma clínica de aborto na Irlanda.

Johnston, ex-presidente da Associação de Igrejas Batistas da Irlanda, enfrenta duas acusações relacionadas à legislação, que estabelece zonas de proibição de protestos ao redor de clínicas de aborto.

O incidente ocorreu em 7 de julho de 2024, próximo ao Causeway Hospital, em Coleraine. O pastor conduziu um sermão ao ar livre baseado no versículo João 3.16, em um espaço gramado separado do hospital por uma via.

A reunião contou com cânticos e uma cruz de madeira, sem cartazes ou menções ao aborto. No entanto, as autoridades consideraram o evento uma violação da lei, que proíbe atividades que possam influenciar ou causar desconforto a pessoas acessando serviços de aborto.

A legislação, aprovada em 2022, foi introduzida pelo Partido Verde e estabelece um perímetro de 100 a 150 metros ao redor das clínicas com o teórico objetivo de evitar assédio ou intimidação contra pacientes e profissionais.

Críticos do processo contra Johnston, incluindo a entidade Christian Institute, argumentam que a aplicação da lei neste caso restringe indevidamente a liberdade de religião e expressão.

Simon Calvert, vice-diretor do Instituto Cristão, declarou que “simplesmente não é razoável ou racional sugerir que pregar o Evangelho, sem nenhuma referência ao aborto, é um protesto contra o aborto”. Ele também ressaltou que a acusação pode criar um precedente que limitaria discursos religiosos em espaços públicos.

Johnston deve comparecer ao Tribunal de Magistrados de Coleraine na próxima sexta-feira, 21 de março, onde pode enfrentar multas significativas, de acordo com informações do The Christian Post.

O caso reacende debates sobre os limites da liberdade de expressão e religião diante de legislações com motivações ideológicas pró-aborto.

Copacabana: Malafaia aponta ‘sequência de crimes’ de Moraes

O pastor Silas Malafaia, responsável pela organização do ato pela anistia aos presos do 8 de janeiro de 2023, criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em discurso na manhã deste domingo, 16, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, o líder… pic.twitter.com/hEtRQfNGSx

— Revista Oeste (@revistaoeste) March 16, 2025

O pastor Silas Malafaia, líder religioso e organizador do ato em defesa da anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023, criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante discurso realizado na manhã deste domingo, 16, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Em sua fala, Malafaia classificou Moraes como “criminoso” e “ditador”, acusando-o de cometer ilegalidades no âmbito do Inquérito das Fake News, que o ministro preside desde 2019. Segundo o pastor, o inquérito seria “imoral e ilegal”, por não contar com a participação do Ministério Público. “Alexandre de Moraes estabelece o crime de opinião. Ele rasga o artigo 5º, inciso 4, da Constituição, sobre a liberdade de expressão, e estabelece a censura”, afirmou.

Malafaia também criticou decisões do magistrado que resultaram no bloqueio de redes sociais de políticos e na prisão de indivíduos por suas manifestações públicas. “Tem gente exilada por opinião”, disse, reforçando suas acusações de abuso de poder.

Anistia aos presos do 8 de janeiro

Durante o discurso, o pastor reiterou a necessidade de anistia aos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes. Ele argumentou que os eventos não configuraram uma tentativa de golpe de Estado, mas sim atos de vandalismo: “Não existe golpe contra prédios. É dano ao patrimônio público. Golpe é para quem está no poder”, declarou.

Malafaia também mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que, segundo ele, não poderia ser responsabilizado por uma suposta tentativa de golpe, pois estava nos Estados Unidos no momento dos acontecimentos. “Bolsonaro estava na América. Pergunto: Cadê as conexões? Onde estão as provas de que Bolsonaro estava na América comandando essas pessoas?”, questionou.

Além disso, o pastor citou o caso do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, afirmando que Moraes teria pressionado o militar a colaborar com as investigações:

“O Brasil viu o que Alexandre de Moraes fez com o coronel Cid: ‘Olha, já tem uma ordem de prisão contra você; se você não atender o que a gente está falando, a tua família, a sua mulher e a tua filha, nós vamos continuar o processo’. Isso também é abuso de autoridade”, alegou.

O ato organizado por Malafaia reuniu apoiadores no Rio de Janeiro e foi pautado na defesa da liberdade de expressão e na reivindicação de anistia para os presos pelos atos do dia 8 de janeiro, de acordo com informações da revista Oeste.

Pastor famoso é assassinado por mulher em briga de bar

O pastor Ricky Floyd, conhecido por sua liderança na Igreja Pursuit of God em Frayser, Memphis, Tennessee, foi morto a tiros durante uma discussão acalorada com uma mulher fora de um bar na quarta-feira, 12 de março de 2025. Ele tinha 58 anos.

A polícia foi chamada ao local, o Momma’s Bar and Kitchen, na 855 Kentucky Road, às 1h17 da manhã, onde encontrou Floyd já sem vida. De acordo com a Polícia de Memphis, a autora da chamada foi identificada como Samantha Marion, de 42 anos, que posteriormente foi acusada de homicídio culposo voluntário.

Relatos da polícia indicam que antes do tiroteio, Floyd e Marion tiveram uma discussão dentro do bar, que se intensificou quando ambos foram para o lado de fora. Testemunhas afirmam que o pastor ficou “irado e agressivo” e jogou o telefone e uma lata de cerveja de Marion. Após o incidente, ele entrou em seu veículo e se afastou, com Marion aparentemente o seguindo, filmando sua partida com o celular.

Câmeras de segurança mostram Floyd saindo do carro para confrontar Marion. Em seguida, testemunhas tentaram separá-los, mas, enquanto Floyd se afastava, Marion se aproximou dele. A polícia relatou que Floyd foi visto caindo no chão, não levantando mais. Marion, então, chamou a polícia, alegando que havia atirado em Floyd.

A chefe do Departamento de Polícia de Memphis, Cerelyn “CJ” Davis, expressou pesar pela perda de Floyd, destacando sua importância na comunidade: “É com grande tristeza que abordo a trágica perda do pastor Ricky Floyd. Ele era um líder respeitado em nossa comunidade”, disse Davis.

Ela acrescentou que as circunstâncias da morte estão sendo investigadas, mas que há informações suficientes para acusar Marion de homicídio culposo.

Floyd deixa sua esposa Sheila, três filhos adultos, uma nora e duas netas. Ele foi um defensor ativo da comunidade, promovendo várias iniciativas sociais, incluindo seu papel como presidente do Eden Estates Apartments e do The Husband Institute, Inc., um programa de mentoria. Sua assessora, Telisa Franklin, destacou sua importância como líder comunitário, especialmente no desenvolvimento de iniciativas de moradia acessível em Frayser.

O prefeito de Memphis, Paul Young, lamentou a morte do pastor em uma declaração no X, condenando a “violência sem sentido” que resultou na perda de Floyd: “A violência armada em nossa cidade tirou muitas vidas, destruiu muitas famílias e deixou muitas comunidades em luto. Isso deve parar”, afirmou Young, pedindo união para combater a violência na cidade.

A morte de Floyd é considerada uma grande perda para a comunidade de Memphis, que o reconheceu como um líder dedicado à transformação social e ao serviço de Deus e das pessoas.

Pastor repreendeu Trump por conta de palavrões com texto bíblico

O reverendo Franklin Graham afirmou na quarta-feira que o conselho que deu ao presidente Donald Trump para evitar o uso de palavrões em seus discursos tem mostrado efeitos.

Ele destacou a importância de uma linguagem mais cuidadosa, alertando sobre o impacto espiritual e cultural das palavras, referindo-se ao versículo bíblico Mateus 12:36, que diz: “Eu lhes digo que, no dia do julgamento, as pessoas darão conta de cada palavra descuidada que falarem”.

Graham explicou na publicação feita no X que, em uma carta enviada a Trump, sugeriu que a narrativa do presidente seria ainda mais eficaz se ele abandonasse o uso de linguagem vulgar.

Trump, no entanto, havia respondido a essa sugestão em um comício de campanha no ano anterior, afirmando que o reverendo estava “errado” em sua análise. Graham, ao comentar sobre essa resposta, observou que, sempre que Trump usa linguagem forte, sua carta parece vir à mente do presidente, o que indica que, de alguma forma, tocou em algo importante.

O reverendo enfatizou que sua sugestão não era apenas uma crítica pessoal, mas um desejo de que Trump fosse um exemplo positivo para uma cultura marcada por uma linguagem vulgar.

Graham argumentou que, dado o alcance global do presidente, sua postura e palavras têm um impacto considerável não apenas nos Estados Unidos, mas também em outras nações. Ele acrescentou que o poder de Trump de influenciar por meio de seu discurso é enorme, considerando sua posição de liderança mundial.

Apesar de suas diferenças quanto ao uso de palavrões, Trump, em comício, justificou seu discurso, dizendo que, em determinados contextos, usar um ou dois palavrões era necessário para enfatizar seu ponto. Ele destacou que, sem isso, seu discurso perderia força.

Mesmo com essas divergências, Graham continuou apoiando Trump ao longo dos anos, embora tenha sempre deixado claro que, em sua posição como líder da organização beneficente Samaritan’s Purse e da Billy Graham Evangelistic Association, ele não endossa oficialmente candidatos.

Graham, um dos maiores apoiadores do presidente, tem se manifestado frequentemente a favor de Trump, como em 2021, quando comparou os republicanos que votaram pelo impeachment de Trump à figura bíblica de Judas Iscariotes, de acordo com informações do The Christian Post.

O filho do evangelista Billy Graham elogiou a administração de Trump por suas políticas, incluindo a redução de impostos, o fortalecimento da economia, a postura frente à Coreia do Norte e a paz no Oriente Médio, afirmando que o presidente fez mais pelo país do que qualquer outro antes dele.

Graham também qualificou as acusações criminais contra Trump de “motivadas politicamente”, uma opinião que reforçou à medida que a eleição de 2024 se aproxima, e recentemente conduziu uma oração durante a segunda posse de Trump.

‘Não venham ao Rio de Janeiro’, diz pastor ao lamentar violência

O pastor Renato Vargens, que vive no Rio de Janeiro, desaconselhou a visita ao estado por conta da violência fora de controle: “Não venham”. O desabafo envolve a morte de um pastor e um missionário durante um arrastão na Rodovia Niterói-Manilha (BR-101).

As vítimas foram o pastor Luiz Carlos de Figueiredo Kamp e o missionário Saulo Farias. O crime, ocorrido na cidade de São Gonçalo (RJ), também resultou em ferimentos graves ao diácono Willian Melo do Nascimento.

Nas redes sociais, Vargens – que lidera a Igreja Cristã da Aliança, em Niterói – declarou não ver um horizonte de mudança para o estado: “Acabei de receber a notícia de um pastor que foi assasinado devido a um possível latrocínio. Um crime bárbaro que vitimou além do pastor dois diáconos da igreja de Nova Vida”.

“O crime ocorreu na Niterói-Manilha, na altura de São Gonçalo. O Rio de Janeiro acabou, humanamente falando não há mais esperança pra esse lugar. Só Deus pode mudar esse estado”, lamentou o pastor em uma publicação no X.

Renato Vargens resumiu ainda um sentimento compartilhado por muitos brasileiros de fora do estado quanto aos riscos de trafegar no local: “A violência escalonou no Rio de Janeiro. Pegar uma via errada e entrar numa comunidade pode significar a morte. Os assaltos estão acontecendo aos borbotões, latrocínios se multiplicam, roubo e furto de carros também”.

“A vida no Rio de Janeiro não vale nada. Infelizmente sou obrigado a aconselhar as pessoas que desejam visitar o estado. Não venham! O Rio de Janeiro acabou”, desabafou Vargens.

Que tristeza ler isso! Guardo tantas boas recordações do estado em que nasci, mas infelizmente o regime do inferno foi instalado com sucesso. Lamentável!

— Charles Oliveira (@ChuckOliveira73) March 11, 2025