Igreja fará cantata de Natal com 130 crianças neste domingo

Com o tema “Os Espiões do Natal”, o Ministério Infantil (MINI) da Primeira Igreja Batista em Jardim Camburi (PIBJC) reunirá mais de 130 crianças para a cantata de Natal no Centro de Celebrações de Vitória, em Jardim Camburi, no domingo, 7 de dezembro, às 18h30. A organização estima que aproximadamente 2 mil pessoas compareçam ao evento, cuja entrada será gratuita.

O musical é baseado na obra da compositora Christy Semsen, com arranjos de Daniel Semsen, e inclui canções como Calma Noite, Veio a Nós e trechos cênicos com tom leve e bem-humorado, como Não Gosto do Natal.

Segundo Vanessa Muricy, ministra de crianças do MINI, a produção combina elementos de investigação e humor com uma mensagem centrada no significado cristão do Natal. “Teremos uma noite mágica, com muita música e teatro. Nosso musical está lindo! Muito divertido e alegre, e mostra que o Natal não é apenas uma data comemorativa, mas o dia de celebrar o nascimento do Rei Jesus”, declarou Muricy. Ela acrescentou que as crianças “estão ensaiando com dedicação” e que será “uma bênção ver o Centro de Celebrações cheio para este grande dia”.

Narrativa do musical

A cantata apresenta uma história voltada ao público infantil. Na trama, um grupo secreto chamado Centro de Investigações Natalinas (CIN) reúne crianças que, durante o mês de dezembro, se disfarçam para incentivar a celebração do Natal. A narrativa tem início quando o grupo recebe uma missão de Madame Rô, uma cliente rica que solicita que os pequenos agentes se infiltrem em um armazém localizado na Rua Belém nº 25.

No local, eles encontram um elenco preparando uma apresentação natalina destinada a uma comunidade em situação de vulnerabilidade. Com parte dos atores adoecida, os espiões são convidados a interpretar os três Reis Magos. Durante a missão, eles descobrem que Madame Rô não aprecia o Natal e pretende cancelar o evento comunitário, além de recolher todas as doações destinadas ao projeto.

Sem compreender totalmente as implicações do caso, os agentes mirins comunicam suas descobertas à base, colocando o programa social em risco. A história aponta, de forma simbólica, para a mensagem central da data: o nascimento de Jesus, descrito como o presente maior dado à humanidade.

Serviço

Musical: Os Espiões do Natal

Data: Domingo, 7 de dezembro

Horário: 18h30

Local: Centro de Celebrações de Vitória – Avenida José Maria Vivácqua (Norte Sul), nº 720, Jardim Camburi

Realização: Primeira Igreja Batista de Jardim Camburi (PIBJC), por meio do Ministério Infantil (MINI)

Instagram: @pibjc | @mini.pibjc

Millennials são conservadores e valorizam mais a família

Pesquisa divulgada nesta semana pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, apresentou um retrato das preferências políticas da população brasileira dividida por geração. O levantamento comparou respostas de quatro grupos etários: Geração Z (16 a 28 anos), Millennials (29 a 44 anos), Geração X (45 a 60 anos) e Baby Boomers (61 a 79 anos).

Segundo os dados, a Geração Z é o grupo com maior proporção de jovens que se identificam com posições à direita e centro-direita. Entre esses participantes, 52% declararam estar nesse campo político, 31% se identificaram com a esquerda, 5% com o centro e 12% afirmaram não possuir alinhamento definido. Entre os Millennials, 51% se disseram de direita, 27% de esquerda, 3% de centro e 20% não apontaram posição política.

Nas gerações mais velhas, o estudo identificou um padrão distinto. Aproximadamente 52% dos integrantes da Geração X se classificaram como de esquerda, enquanto 34% se identificaram como de direita. Entre os Baby Boomers, 57% se consideraram de esquerda e 25% de direita. No total da amostra, a distribuição nacional apresentou 42% de entrevistados à direita, 40% à esquerda, 3% ao centro e 16% sem posição definida.

Política e religião

O levantamento também avaliou o posicionamento político segundo diferentes tradições religiosas. Entre os evangélicos, 56,6% se identificaram com a direita, enquanto 11,1% declararam alinhamento com a esquerda. Já entre os católicos, o grupo mais numeroso se declarou de esquerda (32,7%). O mesmo ocorreu entre entrevistados agnósticos e ateus, dos quais 60,6% afirmaram se identificar com a esquerda.

Família ou carreira?

A pesquisa incluiu ainda uma pergunta sobre percepções de sucesso: “Qual dessas opções (família ou carreira) é mais importante na sua visão de sucesso?”. Entre os Millennials, 51% afirmaram que formar família é mais importante, enquanto 42% priorizaram a carreira. Foi a única geração em que a maioria colocou a família acima da vida profissional.

Entre a Geração Z, 57% consideraram a carreira mais importante, e 15% afirmaram priorizar a formação de uma família. Em recorte religioso, 49,8% dos evangélicos disseram priorizar a família, enquanto 45,9% colocaram a carreira em primeiro lugar. Entre os católicos, 71,1% declararam priorizar o trabalho. Entre agnósticos e ateus, 79,6% afirmaram que a carreira representa o principal indicador de sucesso.

Expectativas sobre o futuro

O levantamento também buscou medir o grau de otimismo das gerações mais jovens. Apenas 11% da Geração Z e 19% dos Millennials acreditam que terão “muito mais oportunidades econômicas” do que seus pais. A percepção sobre o futuro do país também se mostrou baixa: somente 10% da Geração Z e 9% dos Millennials se declararam “muito otimistas”.

Quando questionados sobre desafios pessoais, participantes dessas duas gerações apontaram sobretudo o alto custo de vida e questões relacionadas à saúde mental, temas que apareceram de forma recorrente entre os entrevistados.

Professor cristão que recusa linguagem neutra é preso pela 3ª vez

Na Irlanda, o professor cristão Enoch Burke – conhecido por contestar a orientação da escola para utilizar pronomes alinhados à identidade de gênero de um estudante – voltou ao edifício do Four Courts, em Dublin para uma nova audiência conduzida pelo juiz Brian Cregan.

O caso, iniciado há três anos, permanece no centro de um debate nacional sobre liberdade religiosa, autoridade escolar e direitos de pessoas trans na Irlanda.

Burke leciona alemão, história e política na Wilson’s Hospital School, instituição vinculada à Igreja da Irlanda no condado de Westmeath. O professor afirmou que, por convicção religiosa, não poderia utilizar o pronome neutro solicitado pela direção da escola.

Após recusar-se a cumprir a orientação, ele foi suspenso e, posteriormente, proibido de comparecer ao local de trabalho. Mesmo assim, continuou indo à escola, o que desencadeou ações disciplinares e desdobramentos judiciais.

Tensões na audiência

No início da sessão, o juiz Cregan advertiu que qualquer manifestação da família Burke resultaria na retirada imediata da pessoa do recinto pela Garda Síochána, a polícia irlandesa. A medida gerou forte reação entre apoiadores do professor, que consideraram a postura excessivamente restritiva.

Durante a audiência, Burke reiterou críticas à decisão judicial de 18 de novembro, afirmando que o documento continha “inverdades” e expressões que afetariam sua reputação. Ele contestou, em especial, a descrição de que seria uma presença “malévola” na escola e de que estaria “perseguindo” colegas e alunos. Segundo Burke, tais alegações seriam “infundadas”. O juiz respondeu que havia utilizado os termos de maneira “figurada e metafórica”, o que motivou novas objeções por parte da família.

Burke também afirmou que o magistrado teria omitido trechos essenciais de depoimentos e utilizado de forma seletiva declarações da diretora da escola. Em outro momento, o juiz fez referências a uma reportagem publicada naquele mesmo dia no Irish Independent, escrita pelo jornalista Shane Phelan, e questionou Burke sobre o conteúdo do texto — algo que familiares classificaram como pouco habitual em um procedimento judicial.

Liberdade religiosa

Um dos pontos mais contestados surgiu quando o juiz Cregan afirmou, segundo testemunhos da família, que Burke poderia ter evitado o conflito caso tivesse “praticado sua fé cristã do lado de fora dos portões” da escola. Para os familiares, essa interpretação seria incompatível com a Constituição irlandesa, que protege a liberdade de consciência.

Burke sustenta que sua recusa em utilizar o novo nome e o pronome solicitado pela instituição está vinculada a sua fé e que o Estado não poderia obrigá-lo a contrariar convicções religiosas.

Divergências e recurso

A defesa destacou divergências registradas no Tribunal de Apelação. Em março de 2023, a corte afirmou que o caso não envolvia as crenças religiosas de Burke. No entanto, em julho de 2025, o mesmo tribunal concluiu que a medida disciplinar estava diretamente relacionada à objeção do professor com base na fé cristã. Segundo a família, essa contradição configura “insegurança jurídica” e justifica um recurso à Suprema Corte.

Burke deve apresentar um pedido formal para que o processo seja analisado pela instância máxima.

Regime de custódia

Outro momento de tensão ocorreu quando o juiz declarou que Burke não receberia liberação temporária para o Natal ou a Páscoa, o que familiares descreveram como “uma sentença de vida”. Eles afirmam que o conflito teve origem na determinação da direção da escola para que o professor adotasse o novo nome e os pronomes escolhidos pelo aluno. Segundo a família, Burke está sendo penalizado por manter sua confissão cristã em questões de linguagem.

O caso segue mobilizando debates públicos na Irlanda sobre direitos de pessoas trans, deveres funcionais de professores e a proteção da liberdade religiosa no ambiente escolar.

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Policial ora e consegue impedir suicídio em ponte no Panamá

A Polícia Nacional do Panamá divulgou, no dia 2 de dezembro, um vídeo que registrou o momento em que um agente interveio para apoiar um homem em situação de vulnerabilidade emocional sobre uma ponte na capital do país. Segundo as autoridades, o policial se aproximou com calma e pronunciou uma oração, pedindo proteção e encorajamento enquanto equipes de segurança realizavam a assistência necessária.

Nas imagens, o agente aparece com as mãos estendidas, dizendo: “Vem e se entrega nas mãos de Deus, porque isso não vai resolver nada. Pai, Tu disseste que nada é impossível para Ti.” Em seguida, continua a oração afirmando que Deus conhece as angústias de cada pessoa e pedindo que o homem recebesse consolo, orientação e força para superar o momento difícil.

Outros militares e socorristas posicionaram-se ao redor, oferecendo apoio e intercedendo pela segurança do indivíduo. A corporação afirmou, em nota publicada nas redes sociais, que o agente atuou “com calma, empatia e palavras sinceras”, ressaltando que, naquele instante, seu gesto representou “uma ponte de esperança que salva uma vida”.

A publicação acumulou mais de 200 mil curtidas, com diversas mensagens de internautas agradecendo a postura do policial e elogiando a atuação das equipes de emergência. “Deus sabia quem enviar para aquele momento”, comentou uma usuária. Outra escreveu: “Obrigada, Senhor, por falar por meio do policial.”

Também houve manifestações de reconhecimento à instituição: “Não é apenas reprimir; é saber oferecer esperança e lembrar que existe um Deus que tudo pode”, disse um morador. Outro usuário afirmou que o episódio demonstra que “há servidores públicos que honram o uniforme e representam um exemplo para a sociedade”.

Nascimento de Jesus representado em show com 5 mil drones

Um espetáculo aéreo com cinco mil drones iluminou o céu de Mansfield, no Texas, ao formar imagens luminosas que representaram o nascimento de Jesus. A apresentação, considerada uma das maiores já realizadas nos Estados Unidos, viralizou nas redes sociais e recebeu centenas de milhares de visualizações em poucos dias.

As luzes reproduziram, com sincronização precisa, as figuras de Maria, José e o Menino Jesus, além da Estrela de Belém e de um cordeiro, compondo cenas do presépio em escala monumental.

Moradores e internautas descreveram o show como um dos momentos mais marcantes da temporada de Natal. A exibição foi desenvolvida pela Sky Elements, empresa sediada na região de Dallas–Fort Worth e reconhecida por seus projetos com veículos aéreos não tripulados. O operador e advogado da companhia, Preston Ward, publicou o vídeo nas redes sociais e afirmou: “Recriamos o verdadeiro significado do Natal”.

O espetáculo também foi destacado por seu caráter ambientalmente sustentável, já que substitui fogos de artifício tradicionais por um show de luzes sem emissão de resíduos. Por essa razão, foi celebrado como um “recorde da temporada”, unindo inovação tecnológica e redução de impacto ambiental. Mansfield, conhecida por organizar eventos de grande porte em datas comemorativas como o 4 de Julho, reforça, com essa apresentação, sua posição como um dos polos de espetáculos aéreos no país.

A estratégia para fortalecer cristãos na Coreia do Norte

Em 2025, cristãos na Coreia do Norte — cujos nomes e localidades não podem ser divulgados por razões de segurança — foram descobertos e detidos pelas autoridades. Para seguidores de Jesus no país, essa é uma das situações mais perigosas que podem enfrentar.

A posse de uma Bíblia, a oração dentro de casa ou a participação em reuniões secretas é suficiente para que alguém seja classificado como inimigo do Estado. Em muitos casos, um dos poucos meios de acesso ao evangelho ocorre por meio de rádios cristãs clandestinas.

A detenção costuma ser seguida por longos períodos de interrogatório em delegacias locais. Segundo relatos compilados por organizações que monitoram a repressão, agressões físicas, privação de sono e pressão psicológica são práticas recorrentes de tortura. Os prisioneiros também são pressionados a denunciar familiares ou outros cristãos. Líderes ou pessoas acusadas de organizar encontros religiosos são, com frequência, enviados aos kwan-li-so, campos políticos chamados oficialmente de “zonas de controle total”. Detidos nessas unidades não são libertados; famílias inteiras podem ser enviadas ao local, condenadas a trabalhos forçados, fome e abusos que muitas vezes resultam em morte.

Outros presos — incluindo parentes de cristãos ou cidadãos acusados de infrações consideradas menores — são enviados aos kyo-hwa-so, campos de “reeducação pelo trabalho”. Embora as sentenças sejam formalmente limitadas, as condições permanecem severas: trabalho exaustivo, escassez de alimentos, tortura e doenças são comuns, e muitos não sobrevivem ao período de encarceramento.

Apesar desse cenário, comunidades cristãs clandestinas continuam ativas. A organização Portas Abertas destaca que “a fé não pode ser destruída por correntes” e que, mesmo sob vigilância constante, fiéis memorizam textos bíblicos e encontram maneiras discretas de encorajar uns aos outros. “A forma como eles oram pode parecer um ‘amém silencioso’, mas o Senhor ouve cada intercessão e cada clamor por ajuda”, afirma a entidade.

A Portas Abertas reforça a necessidade de apoio financeiro para manter transmissões de rádio clandestinas destinadas ao país. Segundo a organização, esse material é fundamental para o discipulado e para o fortalecimento espiritual de cristãos que enfrentam perseguição extrema sob o regime norte-coreano.

Missionários ajudam albinos perseguidos para rituais de feitiçaria

O casal de missionários brasileiros Daniel e Lorena Mallmann, vinculados à organização JOCUM (Jovens Com Uma Missão), dedica-se desde 2023 a um trabalho de assistência espiritual e material junto a uma comunidade de albinos no Campo de Refugiados de Nakivale, em Uganda.

Aproximadamente 50 albinos e seus familiares vivem segregados nesse local, após fugirem de países como Somália, República Democrática do Congo, Burundi e Ruanda.

De acordo com os missionários, a perseguição ocorre devido a crenças de que os albinos são “amaldiçoados”, além do risco de tráfico de partes de seus corpos para rituais de feitiçaria. “Eles não conseguem viver uma vida normal fora [do campo] porque correm o risco de serem sequestrados”, explicou Daniel Mallmann em publicação nas redes sociais.

Ações de Apoio e Evangelização

A atuação do casal inclui a distribuição de itens essenciais para a proteção da pele, como protetor solar, vaselina, óculos escuros e chapéus, produtos de difícil acesso devido à condição econômica precária das famílias. Eles também fornecem cestas básicas, refeições e Bíblias em áudio nos idiomas locais.

“Comprometemo-nos a ajudá-los com itens essenciais. São muitos desafios, mas juntos podemos manifestar a bondade de Deus para os albinos”, declararam. Em vídeo, Daniel pediu orações: “Ore para que essa perseguição seja parada e para que eles reconheçam Cristo como seu Salvador”.

Atuação Ampliada no Campo de Refugiados

O Campo de Nakivale abriga cerca de 180 mil refugiados de diversas nacionalidades. Além do trabalho com a comunidade albina, os missionários realizam evangelização, discipulado para cerca de 60 refugiados e oferecem alimentação para aproximadamente 300 crianças em situação de vulnerabilidade, muitas delas órfãs ou desacompanhadas.

Para sustentar as atividades, o casal recebe doações através da chave PIX 05235763157, registrada no nome de Jeferson Daniel Mallmann.

Evangelistas Brasileiros realizam ação em frente a cabaré

Uma equipe de evangelistas brasileiros, liderada por Allan Machado, realizou uma ação de pregação em frente ao cabaré Moulin Rouge, localizado em Paris, na França. A atividade ocorreu durante a madrugada em uma área conhecida pela intensa vida noturna.

Em publicação no Instagram, Allan Machado descreveu o local como um espaço onde “vidas são negociadas” e “mulheres são vendidas como mercadoria”, afirmando que a equipe buscou anunciar o Evangelho nesse “cenário de escuridão espiritual”.

Durante a ação, os evangelistas brasileiros realizaram louvores, abordaram transeuntes e utilizaram ferramentas de tradução para facilitar a comunicação, incluindo interações com um muçulmano.

Confronto e Persistência

A iniciativa dos evangelistas enfrentou resistência. Seguranças do estabelecimento derrubaram um drone utilizado pela equipe para registro das imagens, sob a suspeita de que estivesse filmando áreas internas dos prostíbulos.

“O inimigo não estava feliz com aquela situação, então tentou nos parar”, relatou Machado, interpretando o ocorrido como uma oposição espiritual. Apesar do incidente, a equipe decidiu continuar a atividade.

Resultados e Declarações

Segundo o relato, a ação resultou em conversões religiosas, incluindo o retorno de “desviados” à fé cristã. “Onde muitos diriam que Deus não entra, vimos a graça romper como luz em plena madrugada”, testemunhou Machado. Ele acrescentou: “Não existe território impossível para o Evangelho. Não existem trevas tão densas que a luz não possa atravessar”.

A equipe da missão Presence Revival, vinculada ao evangelista, tem realizado atividades semelhantes em espaços públicos de vários países, incluindo bares, praças e transportes coletivos, documentando o que classificam como “o agir de Deus”.

Ator de “The Chosen” relata impacto global da série cristã

O ator Jonathan Roumie, intérprete de Jesus na série “The Chosen”, afirmou que a produção tem gerado transformações significativas na vida de espectadores ao redor do mundo. Em participação no programa The View, da ABC, na segunda-feira, 1º de dezembro, Roumie compartilhou relatos de conversão e detalhes sobre as gravações da sexta temporada.

Roumie contou ter recebido mensagens de duas pessoas que se declaravam ateias e que, após assistirem à série, converteram-se ao cristianismo. “Ambas foram ateias desde sempre e nunca tiveram interesse em Deus. Alguém lhes enviou a série, e aquele primeiro episódio simplesmente as agarrou”, relatou.

Segundo ele, o interesse despertado pela série The Chosen levou ambas a buscar a Bíblia, frequentar uma igreja e finalmente adotar a fé cristã. “Isso é notável”, comentou o ator, acrescentando: “Se Deus quiser, Ele vai simplesmente te encontrar. Ele vai te seguir, Ele vai atrás de você”.

Sexta Temporada

As filmagens da sexta temporada de The Chosen, que terá como evento central a crucificação de Jesus, foram concluídas em setembro. O criador da série, Dallas Jenkins, anunciou que o lançamento será gradual, iniciando-se no final de 2026, com o episódio final programado para exibição nos cinemas em março de 2027, coincidindo com o período da Páscoa.

Jonathan Roumie descreveu o processo de gravar as cenas da crucificação como profundamente desafiador. “Não é só a parte física de recriar isso; é o impacto emocional que isso tem. É o impacto mental, psicológico, de entrar na crucificação de Cristo e sua tortura”, explicou. “Pedi a Deus que me permitisse ter uma ideia de como isso seria, e Ele não decepcionou, e é algo que ainda estou processando”.

Questionado sobre a possibilidade de um ator sem fé interpretar Jesus de forma convincente, Roumie foi enfático: “Acho que o que trago para o papel é minha relação com Jesus e meu amor por Ele – e, ao assumir o amor Dele pela humanidade e tentar recriar isso, isso me tornou uma pessoa melhor. Isso me fez querer amar as pessoas”. Com: Guiame.

Ação de fiel quer reaver R$ 100 mil doados à Universal

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar na próxima semana um recurso envolvendo a anulação de uma doação de R$ 101 mil feita por uma dona de casa à Igreja Universal. A mulher, que ganhou o valor na loteria, afirma ter se arrependido após não alcançar o “sucesso financeiro” que, segundo ela, havia sido prometido por um pastor em troca das contribuições. A doação não foi formalizada por escritura.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu o pedido da autora e determinou que a igreja devolvesse o montante. Após nova derrota na segunda instância, a instituição recorreu ao STJ. O relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, votou pela manutenção da anulação da doação, mas o julgamento foi suspenso em setembro a pedido do ministro Moura Ribeiro.

Segundo o processo, a mulher frequentou a Igreja Universal entre 2006 e 2020 e alegou que realizou a doação após ouvir promessas de avanços financeiros, profissionais e familiares mediante contribuições.

De acordo com o portal A Tarde, a defesa da Universal sustenta que doações desse tipo não exigem escritura pública, argumentando que o dízimo não se enquadra nas regras do Código Civil por se tratar de “um ato de consciência ou fé”. A instituição afirma ainda que a ex-fiel contribuiu “por vontade livre”.