E jejum, mulher se choca ao ver a providência divina 'instantânea'

Recentemente, Faith (sobrenome não divulgado), 26 anos, imigrante nigeriana e mãe solteira residente em Toronto, Canadá, viveu uma sequência de eventos que classificou como “provisão divina” durante uma grave crise financeira.

Desempregada e sustentando um filho de 1 ano, ela foi abordada na rua pelo youtuber Zach Dereniowski, conhecido por vídeos testando reações humanas.

Ao questionar “você tem alguma comida?”, Faith ofereceu parte de seus morangos, explicando: “Estou em jejum. Vou usá-los para quebrar o jejum, mas você pode comer”. Quando Dereniowski indagou sobre o motivo, ela detalhou:

“Sou cristã. Quando as coisas não vão bem, jejuamos”. A imigrante acrescentou estar procurando emprego para comprar fraldas.

A primeira doação:

Impressionado, o influenciador entregou a ela US$ 1.000 (cerca de R$ 5.400). Gravações mostram Faith em choque, deixando cair sacolas e exclamando: “Meu Deus! Como vou comprar fraldas?”.

Abraçando-o, declarou: “Isto é um sonho se tornando realidade”, antes de ajoelhar-se para orar. Imediatamente, ela repartiu parte do dinheiro com transeuntes, afirmando: “Quero ser abençoada para abençoar”.

Dereniowski divulgou o vídeo nas redes sociais, iniciando uma vaquinha online. Três dias depois, retornou à residência de Faith com algo que mudaria ainda mais suas vida, confirmando a providência divina.

O influenciador lhe deu US$ 40.000 (R$ 216 mil) arrecadados, além de três propostas de emprego formal e um carro zero km. “Um emprego está me procurando!”, reagiu Faith, referindo-se à sua busca por ocupação. Sobre o veículo, o youtuber justificou: “Você precisa para trabalhar”.

Faith vinculou os eventos à providência divina, frutos das suas orações. “Há semanas, sob chuva com meu bebê, pedi: ‘Deus, me abençoe para abençoar minha família’”. Dentro do carro, filmou agradecimentos: “Obrigada, Jesus! Aos doadores: minha gratidão”.

O vídeo original atingiu 28 milhões de visualizações. Dereniowski afirmou à CBC News: “Faith personifica resiliência. Sua fé moveu pessoas”. Registros fiscais comprovam que 100% dos valores foram transferidos à beneficiada.

Homem deixa cadeira de rodas após a oração de missionários

Durante uma missão realizada em julho, nas Filipinas, integrantes do Movimento Dunamis, organização cristã brasileira, relataram um episódio envolvendo um homem que, segundo o grupo, recuperou a capacidade de caminhar após sete anos utilizando cadeira de rodas.

O fato ocorreu durante um evangelismo de rua, onde jovens missionários abordaram moradores para compartilhar mensagens religiosas.

Contexto

A iniciativa fez parte de um projeto global do movimento, que enviou 80 voluntários a nove países: Brasil, EUA, França, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia, Senegal e Filipinas.

O objetivo declarado foi “anunciar o Evangelho por meio de sinais práticos”. Ao final da jornada, o grupo afirmou ter alcançado 4.253 pessoas, com 319 declarações de conversão religiosa e 191 relatos de curas, incluindo a do homem que deixou a cadeira de rodas.

A cura

Em uma publicação no Instagram, a equipe descreveu o encontro: “Um senhor que não andava há sete anos saiu da cadeira de rodas e andou depois da oração do meu time“.

Vídeos divulgados mostram missionários auxiliando o homem a se levantar e dar passos, enquanto participantes expressavam emoção. O movimento atribuiu o ocorrido à intervenção divina, citando o Evangelho de Marcos (16:17-18) como fundamento teológico para “sinais que acompanham os que creem”.

Fundado em 25 de abril de 2008 pelo pastor Teo Hayashi, o movimento Dunamis se define como “paraeclesiástico” e focado em “avivamento sustentável”. O nome deriva do termo grego dynamis (poder), interpretado como “a força explosiva do Espírito Santo”.

Hayashi, que atuou por três anos com a Jocum (Jovens com Uma Missão) na Ásia e pastoreou jovens na Carolina do Norte (EUA) por cinco anos, estabeleceu a sede no Brasil com ênfase em recrutar universitários.

Em comunicado oficial, o grupo afirmou: “Estamos vendo o Senhor se mover através de sinais, milagres e prodígios“. A estratégia de atuação inclui ações de rua, assistência social e discipulado pós-conversão. Dados do movimento indicam que, desde sua fundação, mais de 28 mil jovens participaram de suas atividades em 40 países.

Entidade promete caçada a pastores em 2026

As igrejas evangélicas, que representavam 5% da população brasileira em 1970, atingiram 34,2% em 2024 (Datafolha), consolidando-se como força eleitoral relevante. Como resultado, pastores naturalmente passaram a exercer grande influência sobre o eleitorado nacional.

Esse crescimento demográfico refletiu-se na política: a Bancada Evangélica no Congresso saltou de 3 deputados em 1986 para o atual bloco de 200 parlamentares (Frente Parlamentar Evangélica), com influência em temas como direitos sociais, segurança e moralidade.

Não por acaso, agora, críticos da direita e do pensamento conservador, defendido pela maioria dos evangélicos, estão querendo promover uma verdadeira “caçada” aos pastores que, supostamente, fazem campanha eleitoral em suas igrejas.

Um grupo chamado “Movimento Brasil Laico”, por exemplo, fez uma publicação recentemente anunciando o seguinte:

“A propaganda eleitoral em igrejas constiui violação da Lei Geral das Eleições, de 1997. Porém, muitos pastores, cretinamente, transformam seus púlpitos em palanques. Vamos realizar em 2026 a maior campanha de fiscalização e denúncia da propaganda eleitoral nas igrejas deste país.”

Intimidação?

A iniciativa do movimento, contudo, também pode ser vista como uma tentativa de intimidação. Em 2018, 70% dos evangélicos votaram em Bolsonaro (Datafolha), alinhados a discursos de “defesa da família tradicional” e anticorrupção.

Atores como o pastor Silas Malafaia (Assembleia de Deus) e a pastora Damares Alves (Republicanos) conseguem mobilizar bases para eleger candidatos alinhados a pautas conservadoras, como a Lei do Teto de Gastos e restrições ao aborto.

Nas eleições de 2026, o movimento deve ampliar estratégias digitais e pressionar por cargos no Executivo. Pesquisas indicam que 48% dos fiéis seguem orientação pastoral no voto (IPSO, 2023), confirmando a influência duradoura  dos pastores no cenário político.

A realidade, porém, é que tal influência também é exercida em outros setores, como o educacional. Diante disso, igrejas têm se levantado contra o que considera ser uma ameaça à liberdade religiosa, motivo pelo qual os líderes religiosos vêm assumindo uma postura mais incisiva durante o período eleitoral.

Professor de yoga reage de forma hostil à pregação do evangelho

O evangelista brasileiro Allan Machado, líder da missão Presence Revival, relatou eventos ocorridos durante ação evangelística realizada em Houston, Texas (EUA), em julho desse ano. Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Machado detalhou a sequência de fatos que culminou na conversão de um instrutor de yoga que inicialmente agiu de forma hostil à pregação.

A equipe realizou um culto público em uma praça da cidade, com adoração musical e pregação.

“As pessoas que ouviam o louvor começaram a se juntar a nós. No mesmo parque onde estávamos, um professor de yoga ensinava alguns alunos”, descreveu Machado. O evangelista explicou sua perspectiva sobre a prática:

“Yoga envolve muito ocultismo. Por exemplo, o termo ‘namastê’ significa ‘Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você’. Isso contradiz a Palavra, porque Deus, com letra maiúscula, é um só”.

Confronto Inicial 

Segundo o relato, o instrutor demonstrou incômodo com a atividade, mesmo após os evangelistas redirecionarem sua caixa de som. O professor acionou a polícia e a segurança do local na tentativa de interromper o culto.

“No entanto, sabíamos dos nossos direitos e, amparados pela liberdade de expressão, seguimos com respeito e ousadia”, afirmou Machado.

Durante o evento, uma jovem identificada apenas como namorada do instrutor aproximou-se da equipe. Ela relatou ter se convertido recentemente, mas ainda não ter se batizado. Conforme a noite avançava, alunos da aula de ioga começaram a deixar a sessão e se uniram ao grupo evangélico. “Eles foram tocados pelo Espírito”, declarou o líder missionário.

O ponto crucial ocorreu quando o próprio instrutor, identificado como Jordan, aproximou-se. “Então o improvável aconteceu. Aquele que se opunha ao Evangelho recebeu Jesus como Salvador”, testemunhou Machado.

Batismo

Imediatamente após a decisão, Jordan e sua esposa Bennett solicitaram o batismo. A cerimônia foi realizada pela equipe brasileira em uma piscina nas primeiras horas da madrugada daquele mesmo dia. Segundo o relato de Machado, Jordan “foi libertado de espíritos malignos e vícios, e curado de traumas psicológicos”.

Sobre o desfecho, o evangelista informou: “Eles se casaram e hoje vivem o chamado de Deus. Jordan foi ativado no evangelismo e o casal tem sido disciplinado por uma igreja local e amigos em Cristo”.

Machado encerrou seu testemunho com uma reflexão sobre a persistência evangelística: “Mesmo que se levantem contra o Evangelho. Lembre-se: todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor”.

O caso ocorreu sob proteção da Primeira Emenda da Constituição americana, que garante liberdade de expressão e exercício religioso em espaços públicos.

Diretores de 'A Ignição' falam sobre atores que 'amam o Senhor'

Os irmãos Alex e Stephen Kendrick, pastores conhecidos por produções cristãs como À Prova de Fogo (2008), Quarto de Guerra (2015) e A Forja (2024), anunciaram a refilmagem de seu primeiro longa, A Virada (Flywheel, no original), com produção totalmente brasileira. A nova versão recebeu o título A Ignição e será gravada no Rio de Janeiro, com estreia prevista para 2026.

Em entrevista recente, os cineastas destacaram que a seleção dos atores será feita com base em critérios espirituais e artísticos, priorizando a fé cristã dos candidatos. “Algumas pessoas que participaram das audições são conhecidas, mas nem todas. Ainda não tomamos uma decisão final. Estamos buscando aqueles que melhor possam contribuir com o propósito ministerial do filme”, afirmaram.

Alex Kendrick explicou que o projeto visa reunir talentos nacionais e fortalecer o cenário do cinema cristão no país: “Estamos orando para que A Ignição seja um marco no cinema cristão brasileiro. Sabemos que há talentos incríveis neste país. Queremos que este seja o primeiro de muitos filmes realizados por cineastas cristãos brasileiros em ascensão”.

A escolha do Brasil, segundo Stephen Kendrick, foi resultado de direção espiritual. “Enquanto orávamos, Deus colocou o Brasil em nossos corações e nos mostrou a grande necessidade de cristãos talentosos nas artes se unirem para produzir filmes que transformem vidas e honrem a Deus”.

A seleção do elenco ocorre por meio da plataforma Talento Puro, criada especificamente para identificar atores e profissionais cristãos com comprometimento espiritual e excelência técnica. As inscrições são gratuitas, mediante a montagem de um portfólio com fotos, vídeos e experiências anteriores.

A Ignição será a primeira produção internacional dos irmãos Kendrick, que atuarão em parceria com a produtora brasileira 360 WayUp e a distribuidora Heaven Content. As gravações estão previstas para iniciar em setembro de 2025, com locações confirmadas no Rio de Janeiro.

“Não buscamos necessariamente atores famosos. Procuramos pessoas que creem em Cristo, que amam o Senhor e que também sejam bons atores”, reiteraram os cineastas. Para eles, a fidelidade espiritual dos envolvidos é fundamental para a integridade do projeto, de acordo com informações da revista Comunhão.

O filme trará uma versão atualizada da história de A Virada, drama lançado em 2003 sobre um vendedor de carros que, após enfrentar uma crise moral, decide mudar sua vida por meio da fé. A nova adaptação manterá o enredo centrado em temas como integridade, transformação e propósito cristão.

Em declaração à imprensa, Stephen Kendrick expressou entusiasmo com a resposta da comunidade evangélica brasileira. “Estamos muito animados com o que Deus está fazendo aqui. Há um público apaixonado, igrejas mobilizadas e um desejo real de contar histórias que glorificam a Deus”.

Os irmãos Kendrick começaram sua trajetória na Igreja Batista Sherwood, em Albany, Geórgia (EUA), onde produziram seus primeiros filmes de forma independente. Ao longo dos anos, suas obras conquistaram o público cristão em diversas partes do mundo, com ênfase em mensagens sobre família, oração, perdão e identidade.

No Brasil, A Forja foi um marco recente no segmento, reunindo mais de 3 milhões de espectadores desde seu lançamento em janeiro de 2024. O longa narra a jornada de um jovem desmotivado que, ao conhecer um mentor cristão, decide transformar sua vida por meio da fé.

Com A Ignição, os irmãos Kendrick pretendem impulsionar ainda mais a produção cristã nacional, incentivando novos roteiristas, atores e diretores comprometidos com valores bíblicos. “Esperamos que esta produção fortaleça o número crescente de filmes cristãos feitos no país”, declarou Stephen.

O filme tem lançamento programado exclusivamente para os cinemas em 2026.

Cristãos estão sendo caçados na África e o mundo vira o rosto

O pastor Franklin Graham afirmou que a perseguição violenta contra cristãos em países africanos por grupos jihadistas tem sido ignorada pela comunidade internacional. Em publicação feita nas redes sociais no fim de semana, Graham disse que o “massacre de cristãos na República Democrática do Congo (RDC)” precisa ser amplamente denunciado e chamou o corpo de Cristo em todo o mundo a orar pelas vítimas.

“Enquanto as notícias se concentram em tarifas e outras coisas, o mundo está estranhamente silencioso sobre o massacre de cristãos na República Democrática do Congo (RDC) por jihadistas muçulmanos”, escreveu Graham em sua página no Facebook.

O evangelista mencionou o ataque ocorrido em julho durante uma vigília noturna na cidade de Komanda, no leste da RDC. De acordo com a organização Portas Abertas, 49 cristãos foram mortos por militantes islâmicos que invadiram a igreja e áreas vizinhas. A Fox News reportou o testemunho de uma pessoa presente no local, que afirmou que ao menos nove crianças foram decapitadas.

O atentado foi atribuído às Forças Democráticas Aliadas (ADF), grupo armado que atua na região e tem vínculos com o Estado Islâmico. A Portas Abertas informou que a ação faz parte de uma série de ataques violentos ocorridos em julho, que resultaram na morte de pelo menos 80 pessoas, além de inúmeros sequestros e deslocamentos forçados. Illia Djadi, analista da entidade, destacou que os cristãos são alvo direto do grupo extremista.

“Você consegue imaginar o horror? E este não é um incidente isolado — é algo contínuo”, escreveu Graham. Ele também chamou atenção para o cenário em outros países africanos: “Mais de 4.000 cristãos foram mortos na Nigéria no último ano. Na África Subsaariana, mais de 16 milhões de cristãos fugiram de suas casas devido à violência inacreditável. Uma pessoa disse: ‘A igreja está em fuga’”.

Graham também mencionou outro episódio ocorrido em fevereiro na RDC, quando 70 cristãos foram capturados por militantes supostamente ligados à ADF. Conforme relatado pela Portas Abertas, as vítimas foram levadas a uma igreja em Kasanga, onde foram brutalmente assassinadas com facões e martelos. A ação começou ao amanhecer, na vila cristã de Mayba, onde os militantes invadiram casas, sequestraram moradores e cercaram toda a região.

Outro episódio citado por Graham ocorreu na Nigéria, em junho. Segundo a organização International Christian Concern, mais de 200 civis cristãos, incluindo idosos e crianças, foram mortos em ataques simultâneos realizados por homens armados da etnia fulani, de maioria muçulmana.

“Juntem-se a mim em oração por esses cristãos”, concluiu Graham. “Sou grato que o presidente Donald J. Trump e a Casa Branca tenham condenado esses assassinatos e estejam trabalhando para defender a liberdade religiosa em todo o mundo”.

Organizações cristãs como Portas Abertas e International Christian Concern alertam há anos para o crescimento da violência anticristã em partes da África, especialmente nas regiões central e ocidental. Segundo relatórios recentes, a África Subsaariana concentra hoje a maioria dos casos de perseguição religiosa violenta contra cristãos em nível global.

Oficina G3 anuncia álbum novo para 2026 e faz suspense

A banda Oficina G3 anunciou que irá lançar um álbum novo em 2026, com músicas inéditas. A confirmação veio através de um comunicado feito pelas redes sociais em um vídeo que também anunciou os últimos shows da DDG Tour, temporada de apresentações em comemoração aos 15 anos do álbum “Depois da Guerra”, vencedor do Grammy Latino de 2009.

“Três anos atrás decidimos voltar ao ponto de partida, voltar ao que fomos chamados para ser. Anunciar Jesus, com verdade, com a nossa música. Depois de tanto tempo em silêncio, o desejo era claro: celebrar, reunir os de casa e voltar para a estrada”, introduz o comunicado.

Em seguida, a banda – que lançou seu último álbum de músicas inéditas há 12 anos, “Histórias e Bicicletas” – recapitula as atividades dos últimos anos, com shows de diferentes turnês que contaram com a presença de PG, vocalista mais icônico da história da banda, além de antigos integrantes, como Walter Lopes, Luciano Manga, Alexandre Aposan, Lufe, Déio Tambasco, entre outros:

“A Tour Humanos, que virou até filme, foi mais do que um retorno, foi um reencontro com o nosso público e com a nossa essência. Tempo de alegria, cura e perdão. Foi como reencontrar um lar que sempre esteve ali. No ano seguinte, nasceu a NADOQ Indy. Voltamos aos clássicos, aos hits que nunca saíram da nossa memória. Uma super dose de nostalgia que encheu o nosso coração”, diz o narrador no vídeo.

Sobre a atual turnê, que está prestes a ser encerrada, a banda relembrou o episódio com o antigo vocalista, Mauro Henrique, que recusou fazer parte do projeto atual: “A gente tinha um plano, mas Deus reescreveu tudo. No meio do caminho, algo mudou. Mas Deus esteve lá, em cada detalhe invisível. E no fim, deu tudo certo. Três anos intensos, centenas de shows, milhares de vozes. E uma certeza: o Oficina G3 não está nem perto de parar. É hora de buscar algo novo”, garante a banda.

O projeto, que ainda não conta com título oficial, teve uma imagem divulgada em que os três integrantes oficiais da banda – Juninho Afram, Duca Tambasco e Jean Carllos – aparecem com a sombra de outros dois convidados, que também não foram anunciados.

Recentemente, a banda virou notícia por um processo contra a gravadora MK Music, com quem manteve parceria entre os anos 2000 e 2016.

De olho em evangélicos, Globo anuncia programa com bispa Sonia

No dia 8 de agosto, a TV Globo exibirá, logo após o Globo Repórter, o primeiro episódio do especial Sons de São Paulo – Música Religiosa, que abordará manifestações da fé por meio da música em diferentes tradições religiosas da capital paulista. Entre os destaques está a participação da bispa Sonia Hernandes, líder do Renascer Praise.

Na vinheta promocional veiculada nos intervalos da programação, Sonia afirma: “Quando você está muito próximo da presença de Deus, não tem como não adorar”. A líder evangélica, fundadora da Igreja Renascer em Cristo, ao lado do marido, Estevam Hernandes, também é conhecida por apresentar programas na Rede Gospel, emissora de sua propriedade.

A presença da bispa no especial da Globo chamou atenção por ocorrer em meio a um histórico de tensão entre a emissora e setores do meio evangélico.

O episódio mostrará também outras vertentes da música religiosa em São Paulo, como as canções católicas populares entoadas nas missas e os ritmos de origem afro-brasileira presentes em cultos de matriz africana. A proposta da produção é retratar a diversidade espiritual expressa por meio do canto e da percussão, reunindo imagens e depoimentos de diferentes tradições de fé.

Rivalidade com evangélicos

Durante décadas, a relação entre a Globo e igrejas evangélicas foi marcada por distanciamento e críticas mútuas. Na teledramaturgia da emissora, personagens religiosos foram frequentemente apresentados sob estereótipos negativos.

Entre os exemplos citados por críticos evangélicos estão o pastor Hilário, vivido por Jorge Dória em Tieta (1989), caracterizado como oportunista; o pastor Muriel, interpretado por Edson Celulari em Decadência (1995), marcado por atitudes vingativas; a evangelista Edivânia, de Duas Caras (2007), com perfil extremista; e Creusa, personagem de Juliana Paes em América (2005), que mantinha aparência religiosa mas confessava traições conjugais.

A origem desse atrito é comumente associada à aquisição da RecordTV pelo bispo Edir Macedo em 1989, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. A compra da emissora fez da Record concorrente direta da Globo, até então ligada historicamente à tradição católica. A disputa resultou em episódios de trocas públicas de críticas entre líderes religiosos e veículos de comunicação.

Mudanças na emissora

Nos últimos anos, a Globo tem promovido aproximações com o público evangélico. A emissora passou a incluir eventos gospel em sua programação, convidar cantores cristãos para programas de auditório e criar personagens com perfil evangélico mais equilibrado e positivo. Um exemplo recente foi a protagonista Sol, vivida por Sheron Menezzes na novela Vai na Fé (2023), retratada como mulher de fé, trabalhadora e resiliente.

Em outubro, a emissora planeja levar ao ar a novela das 21h Três Graças, que contará com o personagem Jorginho, interpretado por Juliano Cazarré. Na trama, ele será um ex-detento que encontra redenção por meio da fé e busca reconstruir a vida após deixar o presídio.

A exibição do especial Sons de São Paulo – Música Religiosa e a escolha da bispa Sonia Hernandes como uma das vozes presentes no episódio são interpretadas por analistas como mais um movimento da emissora em direção ao crescente público protestante brasileiro.

Segundo o Censo de 2022, divulgado pelo IBGE, os evangélicos já representam cerca de 26,9% da população do país, configurando um grupo de peso no cenário social, político e midiático atual.

Perante multidão, Malafaia ora para Deus intervir no Brasil

O pastor e empresário Silas Malafaia participou da manifestação ocorrida no último domingo (3), na Avenida Paulista, que teve como um dos objetivos protestar contra o que muitos consideram abusos por parte do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ocasião, o líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) clamou, em oração, pela intervenção de Deus no cenário político brasileiro. “Deus todo poderoso, manifesta a tua justiça no Brasil”, disse ele.

“Abençoa cada brasileiro, não importa a ideologia… escuta a nossa oração, remove esses homens maus”, continuou o religioso. A manifestação contou com a participação de milhares de pessoas, não apenas na Paulista, mas em diversas cidades pelo Brasil.

O líder religioso aproveitou para alfinetar potenciais candidatos à presidência da República em 2026. “Não vou deixar passar nada aqui hoje. Cadê aqueles que dizem ser a opção no lugar de Bolsonaro?”, questionou.

“Cadê eles? Onde é que eles estão? Era para estar aqui minha gente. Sabe o que fica provado? Até aqui Bolsonaro é insubstituível”, completou o pastor.

Impeachment de Moraes

O deputado federal evangélico Nikolas Ferreira também participou da manifestação, onde discursou ao lado de Malafaia, tendo como foco o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes.

Para o parlamentar, o foco da pressão popular, agora, deve ser o Senado Federal, casa responsável pela análise e julgamento de impeachment dos ministros do Supremo. Ferreira confirmou que esta semana uma nova ação contra Moraes será apresentada ao Parlamento.

“Hoje, eu confesso que o clima está diferente, está diferente porque eles achavam que nós íamos desistir. O STF não está acima do Brasil”, declarou o deputado federal, que também fez uma ligação para o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Bolsonaro não pode falar, mas pode ver”, disse ele, em referência às medidas restritivas impostas ao ex-presidente pelo Supremo Tribunal Federal, dentre elas a proibição de publicar nas redes sociais.

Cantora Julliany Souza relata ação divina em gestação de gêmeos

A cantora Julliany Souza, de 31 anos, compartilhou publicamente detalhes sobre complicações médicas ocorridas na reta final de sua gestação de gêmeos. Em vídeo publicado em sua conta no Instagram na última quinta-feira, Souza descreveu ter passado por uma situação de alto risco que exigiu internação imediata.

Segundo seu relato, Souza recebeu diagnóstico de colestase gestacional. “É uma condição grave onde o sangue se intoxica porque o nosso corpo para de absorver as enzimas biliares”, explicou a artista.

Em decorrência do quadro, que colocava em risco a vida da mãe e dos bebês, ela foi internada na Unidade Semi-Intensiva (Semi-UTI) de um hospital no domingo, 27 de agosto.

“De domingo até ontem [quarta-feira, 30 de agosto] nós estávamos vivendo, de fato, um milagre por dia. Sendo sustentados pelo Senhor, porque os meus exames não apresentavam nenhum tipo de melhora. Muito pelo contrário, eles só pioravam. E ontem foi um dia muito difícil”, declarou Souza no vídeo.

Decisão por parto prematuro

Na manhã de quinta-feira (31), a equipe médica responsável pelo caso informou à cantora que a situação exigia intervenção urgente na gestação de gêmeos. A indicação foi a realização imediata de um parto prematuro, aos sete meses de gestação (31 semanas), como única forma de mitigar o risco de morte. O procedimento foi então marcado para o próprio dia 31.

“Diante dessa notícia, o meu parto ficou marcado para hoje. Eu fui conhecer a UTI Neonatal, entendi os processos que os meus bebês teriam que enfrentar fora do meu útero. E foi um dia muito difícil”, relatou Souza, visivelmente emocionada.

Ela acrescentou: “Eu não vou saber explicar para vocês o que eu senti dentro daquela UTI. Mas eu só olhava para o Senhor e dizia: ‘Amém, Deus, essa é a sua vontade’”.

No entanto, ainda na quinta-feira, a cantora recebeu uma atualização surpreendente da equipe médica. Os exames mostraram uma reversão significativa em seu quadro de gestação de gêmeos.

“As minhas enzimas tinham estabilizado, elas tinham diminuído pela metade. E de uma hora para a outra, tudo mudou. O parto foi adiado e nós ganhamos mais um dia. Então, mais um dia estou com eles aqui na minha barriga. Mais um dia de esperança. Mais um dia de graça”, celebrou.

Pedido de oração:

Souza enfatizou a mudança nos planos médicos: “Era pra eu ter entrado na sala de parto hoje para ter os meus bebês prematuros de 31 semanas. Mas eu estou aqui para testemunhar que todos os dias eu tenho vivido um milagre”.

Ela atribuiu a melhora à intervenção divina: “Hoje eu vivi um dia de milagre. Não porque eu mereci, mas porque Deus é bom. E Ele tem prazer em escrever histórias que glorificam o nome dEle”.

A cantora agradeceu publicamente as orações recebidas e fez um novo apelo: “Minha gestação continua. A minha fé também. E eu creio que amanhã será mais um dia de milagres para a glória de Deus”. Ela pediu que os cristãos continuem orando pela continuidade segura da gestação.