AD Belém inaugura igreja na Suécia e emociona José Wellington

O pastor José Wellington Bezerra da Costa se emocionou durante a inauguração de uma igreja da Assembleia de Deus Ministério do Belém na Suécia. O líder religioso participou da cerimônia por videoconferência e chorou ao falar sobre a expansão da denominação no país europeu.

A nova congregação foi inaugurada na cidade de Gothenburg e integra o Ministério do Belém no país. A Suécia é a terra natal dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, responsáveis pela fundação da Assembleia de Deus no Brasil em 1910.

Durante sua participação no culto, José Wellington destacou o significado simbólico da inauguração da igreja no país de origem dos missionários que iniciaram o trabalho da denominação em território brasileiro no início do século passado.

“É emocionante saber que de lá surgiu a Assembleia de Deus, e agora temos o privilégio de levar novamente a Palavra àquela nação”, declarou o pastor.

Segundo os organizadores, a nova unidade deve atender brasileiros que vivem na região e também moradores locais interessados em participar das atividades da igreja. O espaço também será utilizado como ponto de apoio para ampliar o trabalho evangelístico no país.

A Suécia é considerada um dos países com maior número de pessoas sem religião. Uma pesquisa divulgada pelo Pew Research Center em 2025 apontou que 52% dos suecos se identificam como ateus, agnósticos ou sem religião específica.

A Assembleia de Deus surgiu no Brasil após a chegada dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, que iniciaram o trabalho em Belém do Pará. A iniciativa deu origem à denominação, que se tornou uma das maiores igrejas evangélicas do país.

Cristãos pedem proteção para pastores na Colômbia

Uma campanha foi lançada na Colômbia com o objetivo de restabelecer mecanismos especiais de proteção para líderes religiosos, após o aumento de casos de assassinatos, desaparecimentos e sequestros atribuídos a grupos armados no país.

A iniciativa é liderada pela Christian Solidarity Worldwide e concentra esforços na retomada das garantias previstas nos Decretos 1066 e no Sistema Nacional de Proteção.

Segundo a organização, em 2023 o governo colombiano retirou líderes religiosos da lista oficial de grupos considerados especialmente vulneráveis à violência. Com isso, pastores e outros representantes religiosos deixaram de ter acesso prioritário a programas de segurança e proteção estatal.

A Christian Solidarity Worldwide informou que, desde dezembro de 2024, ao menos 11 líderes religiosos foram mortos, sequestrados ou desapareceram em diferentes regiões do país.

Entre os casos citados pela entidade está o do pastor José Otoniel Ortega, morto a tiros por homens armados durante uma comemoração de Ano Novo.

Outro episódio mencionado envolve a descoberta de uma vala comum com restos mortais de oito líderes religiosos e sociais. Segundo o Ministério Público colombiano, as vítimas teriam sido assassinadas por integrantes da Frente Armando Ríos, grupo ligado às extintas FARC.

As autoridades afirmam que os seis homens e duas mulheres foram convocados para uma reunião pelo grupo armado, que investigava suspeitas sobre a atuação de uma facção rival na região.

Organizações de direitos humanos e representantes religiosos afirmam que líderes cristãos frequentemente se tornam alvo de grupos criminosos por exercerem influência comunitária e defenderem pautas relacionadas à paz, justiça social e liberdade religiosa.

A campanha da Christian Solidarity Worldwide também está vinculada a uma petição que deverá ser entregue ao vencedor das eleições presidenciais colombianas previstas para 31 de maio.

A diretora de advocacia e líder da equipe das Américas da entidade, Anna Lee Stangl, afirmou que o país voltou a registrar níveis elevados de violência nos últimos anos.

“Nos últimos dois anos, a Colômbia retornou a níveis de violência que lembram os dias mais sombrios do conflito interno que assola o país há décadas”, declarou, conforme informado pelo portal The Christian Post.

Segundo Stangl, líderes religiosos passaram a ser vistos como obstáculos por organizações criminosas armadas. “Como vozes de paz, justiça e liberdade em suas comunidades, os líderes religiosos são alvos óbvios para os grupos armados ilegais e criminosos que continuam a espalhar o medo por todo o país”, afirmou.

Ela também defendeu que o próximo governo colombiano priorize políticas de proteção voltadas a comunidades religiosas e retome mecanismos oficiais de segurança para esses líderes.

Cresce número de pastores insatisfeitos com ministério, diz Barna

Uma nova pesquisa da Barna Group apontou que pastores têm demonstrado melhora nos índices relacionados à saúde emocional e à percepção de preparo para o ministério, embora uma parcela crescente relate menor satisfação com a própria atividade pastoral.

Os dados fazem parte da série Estado da Igreja 2026, desenvolvida em parceria com a plataforma tecnológica Gloo. Segundo o levantamento, o número de pastores que afirmam se sentir despreparados para exercer o ministério vem caindo de forma contínua desde 2015. Em 2023, 64% relataram sentimentos de inadequação em relação à função. Em 2026, esse índice recuou para 44%.

A pesquisa também identificou redução nos relatos de esgotamento emocional e mental. Há cerca de dez anos, 75% dos entrevistados afirmavam enfrentar sintomas frequentes de burnout. Atualmente, pouco mais de 60% dizem sentir exaustão emocional ou mental com frequência ou ocasionalmente.

Apesar desses indicadores, a satisfação com a vocação pastoral apresentou queda. De acordo com a Barna, 52% dos pastores afirmam estar “muito satisfeitos” com sua vocação atualmente. Em 2015, esse percentual era de 72%.

Ao mesmo tempo, aumentou o número de líderes que se declaram apenas “um tanto satisfeitos” com o ministério pastoral. O índice passou de 26% para 40% no período analisado.

A pesquisa também avaliou a percepção dos pastores sobre o trabalho desenvolvido em suas igrejas atuais. O percentual dos que se dizem “muito satisfeitos” com o ministério local caiu de 53% para 43% em dez anos. Já os que afirmam estar “um tanto satisfeitos” chegaram a 45%.

O vice-presidente de pesquisa da Barna, Daniel Copeland, afirmou que os dados indicam mudanças na forma como os pastores encaram a atividade ministerial.

“Os pastores estão no melhor momento emocional em relação à sua vocação em muito tempo”, declarou Copeland em comunicado. “Mas os dados sobre satisfação sugerem que eles podem estar se acomodando em uma experiência mais sustentável — porém menos profundamente gratificante — do trabalho em si”.

Segundo pesquisas anteriores da Barna sobre burnout pastoral, parte da insatisfação pode estar relacionada ao desalinhamento entre responsabilidades ministeriais e habilidades pessoais dos líderes religiosos.

“A recuperação da confiança e a diminuição dos sentimentos de inadequação são realmente encorajadoras”, afirmou Copeland. “Mas se o trabalho em si não está funcionando — e os dados de satisfação sugerem que pode não estar — a resposta certa é ouvir os pastores e, em seguida, capacitá-los para nos mostrar como o ministério poderia ser”.

O diretor de sucesso de parceiros da Gloo, Brad Hill, afirmou que os resultados devem servir de alerta para lideranças cristãs: “Duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Os pastores estão se sentindo mais aptos para liderar do que em qualquer outro momento recente, mas parecem estar nos dizendo que o cargo não lhes serve mais”, declarou, segundo o The Christian Post.

Hill também afirmou que o papel pastoral pode passar por mudanças nos próximos anos. “O papel do pastor hoje e amanhã provavelmente será diferente do que era no passado. Esta pesquisa é um alerta para que os líderes examinem como fornecemos recursos, capacitamos, treinamos e apoiamos os pastores para que possam viver plenamente seu chamado”, disse.

Pastor condenado a 30 anos de prisão por abusar de meninos

O pastor itinerante Daniel Savala, de 70 anos, foi condenado a 30 anos de prisão sem possibilidade de liberdade condicional após admitir abuso sexual contra dois meninos no estado do Texas. A sentença foi anunciada na quinta-feira por um juiz local.

Segundo o promotor do condado de McLennan, Josh Tetens, a legislação texana não prevê liberdade condicional para casos classificados como tráfico humano contínuo, acusação relacionada ao processo: “Não acredito que ele volte a ver a luz do dia”, declarou Tetens em comunicado. “E isso é justiça neste caso”.

Savala havia sido preso em junho de 2023 na cidade de Waco. Ele foi identificado pelas autoridades como mentor espiritual de Christopher Hundl, ex-líder do ministério universitário Chi Alpha Campus Ministries na Universidade Baylor.

De acordo com documentos do processo, Hundl teria levado os dois meninos à residência de Savala, em Houston, diversas vezes entre o verão de 2021 e março de 2022.

Registros do cadastro de agressores sexuais do Texas apontam que Savala já havia sido acusado anteriormente de abuso sexual de menor. O crime ocorreu no Alasca entre 1995 e 1997, resultando em acusação formal em 2012.

Segundo depoimento prestado à polícia, Hundl afirmou que conheceu Savala durante o período universitário e manteve relacionamento sexual com ele. De acordo com as investigações, Savala teria conquistado proximidade com as vítimas ao assumir papel semelhante ao de um avô.

Denunciantes ligados ao caso alegam que o pastor teve acesso a jovens e adolescentes durante anos com conhecimento de alguns integrantes do ministério universitário.

O Chi Alpha Campus Ministries atua em aproximadamente 300 campi universitários e é vinculado às Assembleias de Deus, considerada a maior denominação pentecostal norte-americana.

Em manifestações anteriores, representantes das Assembleias de Deus afirmaram que Savala nunca integrou oficialmente a equipe do ministério universitário e disseram que medidas foram tomadas para romper vínculos com ele após a descoberta de seu histórico criminal. A versão, porém, é contestada por denunciantes envolvidos no caso.

“Estamos profundamente consternados com as alegações relacionadas a Daniel Savala e com a dor causada por suas ações”, declarou a denominação em comunicado. “As Assembleias de Deus se opõem veementemente aos ensinamentos e práticas que ele parece ter endossado”.

De acordo com o The Christian Post, a instituição também afirmou que Savala não possuía credenciais ministeriais vinculadas às Assembleias de Deus e declarou que continuará colaborando diante das investigações relacionadas ao caso.

Filho de pastor morre aos 20 anos após overdose de drogas

O pastor Greg Locke anunciou na sexta-feira, 8 de maio, a morte de seu filho, Evan Roberts Locke, aos 20 anos. Segundo o líder religioso, o jovem sofreu uma parada cardíaca após uma overdose de drogas.

O comunicado foi publicado nas redes sociais do pastor poucas horas depois de a família receber a confirmação da morte. Greg Locke é líder da Global Vision Bible Church, localizada em Lebanon.

“Hoje, faltam-nos palavras. Tem sido uma longa e árdua batalha nos últimos anos”, escreveu o pastor.

Na publicação, Locke afirmou que o filho enfrentava dificuldades relacionadas ao uso de drogas e que a situação já era conhecida publicamente. Segundo ele, a trajetória do jovem serviu de alerta para outras pessoas que acompanham situações semelhantes.

“A luta dele foi muito pública. Serviu de alerta para muitos, de resposta aos detratores, mas, acima de tudo, de lembrete de que, mesmo em nossa dor mais profunda, a graça de Jesus nos sustentará”, declarou, de acordo com informações do portal The Christian Post.

O pastor informou os detalhes sobre o funeral durante reunião da igreja no último domingo, 10 de maio, e pediu privacidade para a família. Segundo ele, Evan deixa cinco irmãos.

Após a publicação, líderes evangélicos e apoiadores manifestaram solidariedade à família nas redes sociais. Entre eles, o missionário Sean Feucht comentou: “Irmão, sinto muito mesmo e meu coração e minhas orações estão com sua família”.

O pregador Stan Lovins II também publicou uma mensagem de apoio. “Estou orando para que o Espírito Santo lhe dê conforto, força e cura sobrenatural, para você, sua família e todos nós que tivemos a bênção de conhecer Evan”, escreveu.

Uganda: homem se converte e parentes muçulmanos o mutilam

Um homem de 40 anos sofreu mutilações após deixar o islamismo e se converter ao cristianismo no leste de Uganda. Segundo relatos de líderes cristãos locais, o ataque teria sido cometido por familiares da vítima no município de Jinja.

Kalegeya Faruku afirmou que decidiu seguir a fé cristã no início de março deste ano e passou a receber ameaças de parentes após comunicar sua conversão.

“Entreguei minha vida a Jesus no início de março, e meus familiares não ficaram felizes”, declarou. “Eles ficaram muito zangados e começaram a me enviar mensagens ameaçadoras dizendo que iriam tirar minha vida”.

Segundo Faruku, o ataque ocorreu na noite de 17 de abril, quando ele retornou brevemente à residência da família para buscar objetos pessoais antes de deixar a região. O homem afirmou que pretendia viajar para o município de Busembatia, no distrito de Bugweri, onde vive um amigo que lhe apresentou o Evangelho.

Ao chegar à casa, ele disse ter encontrado familiares esperando por sua chegada. “Encontrei meus irmãos me esperando, como se já tivessem sido avisados”, afirmou. “Meu irmão mais velho se aproximou e fingiu perguntar onde eu estava. De repente, ele me agarrou e os outros me cercaram”.

Faruku relatou que foi levado para dentro da residência, onde sofreu agressões enquanto os envolvidos recitavam textos islâmicos. Segundo ele, os parentes o abandonaram posteriormente em uma estrada, a cerca de cinco quilômetros do local.

“Agradeço a Deus por um estranho ter me encontrado e dado o alarme. As pessoas vieram e me levaram às pressas para uma clínica próxima para receber atendimento médico”, declarou.

Por razões de segurança, o nome da unidade de saúde onde Faruku recebe tratamento não foi divulgado. Um pastor auxiliar de uma igreja evangélica da região confirmou que o homem frequentava cultos no local, mas a identidade da congregação também está sendo preservada.

Segundo o líder religioso, o pai da vítima, Lubega Issa, teria justificado o ataque afirmando: “É isso que a Sharia nos instrui a fazer com aqueles que negam a religião de Alá”.

Até o momento, autoridades policiais locais não divulgaram informações oficiais sobre o caso nem confirmaram prisões relacionadas ao ataque, segundo o The Christian Post.

Líderes cristãos da região pediram investigação das agressões e defenderam o fortalecimento da liberdade religiosa e da convivência pacífica entre diferentes grupos religiosos.

A Constituição de Uganda garante liberdade de religião, incluindo o direito de mudar de crença e manifestar publicamente a própria fé. Os muçulmanos representam cerca de 12% da população do país, com maior presença em regiões do leste ugandense.

Coreia do Norte: dissidentes conhecem a Bíblia em abrigo cristão

Refugiados da Coreia do Norte que conseguem deixar o país têm encontrado abrigo em casas seguras mantidas pela Portas Abertas e por parceiros locais em regiões de trânsito clandestino. Nesses locais, muitos têm contato com a Bíblia pela primeira vez, após anos vivendo sob restrições severas impostas pelo regime norte-coreano ao cristianismo.

Segundo a organização, as rotas de fuga costumam envolver travessias ilegais de fronteira ou obtenção irregular de documentos e vistos. Nos últimos anos, o controle nas regiões fronteiriças foi ampliado, tornando as tentativas de saída mais difíceis e arriscadas.

Ao chegarem às casas seguras, os refugiados recebem alimentação, abrigo e atendimento básico. De acordo com a Portas Abertas, os locais também oferecem apoio espiritual e contato com a fé cristã fora do alcance imediato das autoridades norte-coreanas.

A organização afirma que muitos refugiados cresceram em um ambiente de forte controle ideológico, no qual o cristianismo é apresentado como ameaça ao Estado. Por esse motivo, o acesso às Escrituras costuma provocar impacto cultural e emocional entre os que chegam aos abrigos.

Segundo relatos compartilhados pela entidade, alguns refugiados passam a questionar informações recebidas durante a vida no país, enquanto outros mantêm dúvidas ou cautela diante do novo contato com a fé cristã.

A Portas Abertas também relata que o conhecimento adquirido durante a permanência nos abrigos pode representar risco para os refugiados em caso de detenção. Pessoas capturadas durante o trajeto ou devolvidas à Coreia do Norte podem ser interrogadas sobre vínculos com igrejas, missionários e leitura da Bíblia.

De acordo com a organização, autoridades norte-coreanas investigam possíveis contatos religiosos durante interrogatórios, e denúncias relacionadas ao cristianismo podem resultar em prisão, trabalhos forçados, tortura ou outras punições severas.

Apesar dos riscos, muitos refugiados optam por retornar ao país para reencontrar familiares deixados para trás. Segundo a Portas Abertas, essas pessoas normalmente não carregam materiais cristãos físicos durante o retorno, mas levam consigo o conteúdo aprendido nos abrigos.

“Cada vez que alguém estuda a Bíblia em uma casa segura, está fazendo uma escolha sobre o que levará consigo. Essa é a parte mais difícil do nosso trabalho”, afirmou um parceiro local da organização.

A Portas Abertas informou que mantém apoio aos refugiados por meio de casas seguras, assistência humanitária e acompanhamento espiritual realizado em parceria com cristãos locais.

Influenciadora acusa igreja de cumplicidade com ex-marido


A influenciadora pentecostal Anabia Apocalipse publicou um vídeo nas redes sociais relatando episódios de violência doméstica que, segundo ela, ocorreram durante seu casamento com um ex-marido evangélico que atuava como pregador.

Conhecida por produzir conteúdos sobre escatologia e temas relacionados ao fim dos tempos, Anabia reúne cerca de 196 mil seguidores em sua principal conta no Instagram. O relato foi divulgado após a repercussão da mensagem da pregadora Helena Raquel no Congresso Gideões 2026, em que a líder religiosa abordou casos de violência doméstica no ambiente cristão.

No vídeo, a influenciadora afirmou que sofreu agressões físicas e psicológicas durante o relacionamento. “Eu também vivi essas agressões dentro de casa, física e psicológica”, declarou.

Segundo Anabia, o ex-marido era reconhecido no meio evangélico como pregador, realizava missões e possui formação em teologia.

Ela relatou que uma das primeiras agressões aconteceu após publicar uma foto do casal nas redes sociais. De acordo com o depoimento, o então marido chegou em casa alterado, a agrediu fisicamente e atingiu seu rosto.

“Ele me chutou muito aqui nas minhas costelas. Fiquei sem ar”, afirmou Anábia, que também declarou que, durante discussões, era deixada trancada dentro de casa e dormia no chão.

Segundo o relato, ela procurou ajuda pastoral em diferentes momentos, mas afirmou não ter recebido apoio. Anábia disse que um pastor desacreditou das denúncias e que outro permitiu que o então marido continuasse pregando após tomar conhecimento das acusações.

“Esse pastor escalou o agressor para pregar em um culto de domingo. Ele não fez nada por mim e eu estava grávida”, declarou, sobre um pastor da AD Belém.

A influenciadora afirmou ainda que sofreu novas agressões durante a gestação. Em um dos episódios mencionados, ela disse ter sido agredida quando estava grávida de sete meses.

Anabia também relatou que deixou de cantar na igreja após tornar públicas as denúncias contra o ex-marido. Segundo ela, líderes religiosos afirmaram que estaria “difamando o marido”.

“O que eu vejo é que as igrejas não apoiam mulher que fala da agressão do marido”, afirmou.

Após o nascimento do filho, a influenciadora declarou que descobriu episódios de traição e consumo de pornografia por parte do então companheiro. Atualmente, segundo ela, vive sozinha com a criança após o divórcio.

Anabia defendeu a criação de estruturas de acolhimento e apoio dentro das igrejas para mulheres vítimas de violência doméstica: “Muitos dos agressores exercem um cargo dentro da igreja”, concluiu a influenciadora.

Premiê de Israel diz que guerra contra o Irã ainda não acabou

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva militar contra o Irã ainda não foi concluída e que parte dos objetivos estratégicos permanece em aberto. As declarações foram feitas durante entrevista ao programa 60 Minutes, da CBS, exibida no domingo, 10 de maio.

Segundo Netanyahu, as operações militares já provocaram danos significativos à estrutura iraniana, mas ainda existem instalações nucleares e estoques de urânio enriquecido que, segundo ele, precisam ser neutralizados.

“Há urânio enriquecido que precisa ser removido, existem locais de enriquecimento que precisam ser desmontados e ainda há trabalho a fazer”, declarou.

O premiê também citou programas ligados a mísseis balísticos e o apoio iraniano a grupos armados aliados na região como fatores que continuam no centro das preocupações do governo israelense.

Ao ser questionado sobre como esses objetivos poderiam ser alcançados, Netanyahu respondeu: “Você entra e retira”. O líder israelense não detalhou quais medidas militares poderiam ser utilizadas, mas mencionou conversas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo Netanyahu, Trump teria afirmado que considera possível remover fisicamente materiais nucleares iranianos caso haja condições operacionais para isso.

Os confrontos entre Israel e Irã, com participação militar dos Estados Unidos, começaram em fevereiro deste ano. No início das operações, Trump declarou que o conflito poderia durar entre quatro e cinco semanas e afirmou que os ataques seriam mantidos até alcançar “paz em todo o Oriente Médio e no mundo”.

Posteriormente, autoridades de Washington e Teerã avançaram para um cessar-fogo anunciado em 8 de abril, enquanto negociações diplomáticas seguem em andamento.

Netanyahu, no entanto, evitou estabelecer prazo para o encerramento definitivo das ações militares. “Não vou dar um cronograma, mas é uma missão extremamente importante”, afirmou, de acordo com a revista Oeste.

Trump também comentou os resultados da ofensiva e declarou que aproximadamente 70% dos alvos militares planejados pelos Estados Unidos já teriam sido atingidos. Segundo ele, ainda existem estruturas que poderiam ser atacadas, embora avalie que as operações já tenham comprometido parte significativa das capacidades militares iranianas.

O presidente norte-americano afirmou ainda que áreas estratégicas ligadas ao programa nuclear iraniano continuam sendo monitoradas pelas forças dos Estados Unidos. De acordo com Trump, sistemas militares espaciais acompanham movimentações próximas às instalações atingidas e poderiam reagir em caso de novas atividades.

Ele também declarou que a estrutura de liderança iraniana sofreu perdas importantes durante o conflito e avaliou que, mesmo com eventual encerramento das operações neste momento, o Irã levaria cerca de 20 anos para reconstruir suas capacidades militares.

‘Orgulho da minha história’: ex-panicat testemunha sua conversão


A ex-modelo Lizi Benites afirmou nesta sexta-feira, 8 de maio, que voltou a participar de programas de televisão para compartilhar publicamente seu testemunho de fé cristã. Conhecida nacionalmente pelo apelido “Piu-Piu”, ela declarou que vive uma nova fase profissional e pessoal após anos afastada da mídia televisiva.

Recentemente, Lizi participou do programa Sensacional, da RedeTV!, e do Programa Pânico, da Jovem Pan. Segundo ela, o retorno aos estúdios ocorreu em um contexto diferente do período em que atuava como modelo e assistente de palco.

“Hoje eu tô sendo chamada pros programas mais relevantes que tem na televisão pra falar do nome de Deus”, declarou.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Lizi relembrou experiências negativas vividas durante sua trajetória na televisão. Ela afirmou que, em determinados momentos, acreditou que não voltaria a ter espaço na mídia.

“Teve um momento da minha vida onde eu achei que eu nunca mais ia voltar pra televisão e que eu nunca mais ia ter voz”, disse.

A ex-panicat também afirmou que atualmente se sente confortável para compartilhar sua história de conversão e experiências pessoais ligadas à fé cristã. “Hoje eu entro com muito orgulho da minha história, honrando e glorificando o nome de Deus”, declarou.

Durante a publicação, Lizi incentivou seguidores a permanecerem firmes na fé. “O melhor caminho que você tem pra seguir na sua vida é obedecer ao Senhor”, afirmou.

Lizi Benites ganhou projeção nacional ao integrar o elenco do programa Pânico na TV. Posteriormente, participou do reality show A Fazenda e de outras atrações televisivas.

Convertida ao evangelho há cerca de 13 anos, ela passou a relatar publicamente mudanças em sua vida pessoal e experiências anteriores ao período em que adotou a fé cristã.

Atualmente, Lizi é casada com o pastor Wanderson Cardoso. O casal lidera a Igreja Cristã Protestante Confronto, localizada na região da Vila Olímpia, em São Paulo, e tem dois filhos, conforme informado pelo Exibir.