Esposa de Rodrigo Faro descobre câncer raro e pede por orações

A descoberta de uma doença grave é sempre muito difícil para qualquer pessoa, especialmente quando se trata de um câncer raro. Foi o que descobriu a esposa de Rodrigo Faro, Vera Viel.

Esposa de um dos apresentadores de TV mais populares do Brasil, Vera Viel utilizou as redes sociais para anunciar a descoberta, possível graças à realização de exames como a ressonância magnética.

“Quero começar agradecendo a Deus por ter nos mostrado essa doença logo no início, usando pessoas que foram como anjos e meu marido que insistiu para que eu fosse fazer uma ressonância”, disse ela.

O tumor encontrado em Viel está localizado em sua coxa esquerda, e foi classificado como sarcoma sinovial. Em seu comunicado, ela disse que fará uma cirurgia para a remoção do mesmo nesta sexta-feira, 11.

“Dia 12 de outubro é meu aniversário! Vou completar meus 49 anos no hospital com a certeza absoluta da minha cura”, contou a esposa de Rodrigo Faro. Viel também demonstrou confiança em Deus, lembrando que para o Senhor não há impossíveis.

“Tenho muita fé em Deus e sei que, pra Ele, nada é impossível! O meu Deus de milagres tem um motivo para me permitir passar por tudo isso. Agradeço mais uma vez pelas inúmeras mensagens de apoio, carinho e amor que tenho recebido. Tudo vai ficar bem”, disse ela.

Orações

Ao comunicar o início dos exames da esposa, Rodrigo Faro aproveitou para pedir orações por ela, também demonstrando confiança na providência de Deus em meio aos desafios naturais da vida carnal.

“Agora é o momento de oração, de pedir que vocês possam orar pela Vera, pela nossa família. Com certeza, teremos um testemunho lindo para contar no final disso tudo”, disse ele nas redes sociais.

Seguidores e amigos do casal, como a jornalista Carla Cecato, se prontificaram. “Em oração. Se precisar e quiser vou ao hospital orar com vc. Me chama. Não esqueça de Jesus Verinha”, comentou a comunicadora no perfil de Viel.

Malafaia declara apoio a Bolsonaro e deborcha dos críticos

O pastor e empresário Silas Malafaia desdenhou da reação dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, assim como do influenciador Pablo Marçal, que disputou a Prefeitura de São Paulo no 1° turno das eleições 2024.

Em tom de desdém, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) fez uma publicação para dizer que já se entendeu com Bolsonaro. “Aos bolsominions viúvas de Pablo Marçal que estão me atacando, quero informar que eu e Bolsonaro nos entendemos. Quem são vocês? Só kkkkkk. Muito kkkkkk”, escreveu o religioso.

A publicação de Malafaia surgiu após o próprio ex-presidente Bolsonaro não ter demonstrado raiva pelas críticas feitas pelo pastor. Durante uma entrevista para a Folha de S. Paulo, o religioso chamou o líder bolsonarista de “covarde” e “omisso”, dentre outras pontuações.

Ao comentar as críticas do pastor, Bolsonaro tratou o caso como algo de momento. “Eu amo o Malafaia. Ninguém critica mulher feia. Ele ligou a metralhadora, mas isso passa”, afirmou o ex-presidente.

O posicionamento do líder assembleiano causou a ira até mesmo de colegas de ministério, como Ageu Magalhães e Adalberto Leite, que usaram as redes sociais para disparar contra presidente da ADVEC, chegando a dizer que ele “perdeu o rumo da vida” e não representaria mais os evangélicos no Brasil.

“Sou independente”

Ao falar da repercussão negativa das suas críticas a Bolsonaro e a Pablo Marçal, Malafaia argumentou que elas demonstram a sua independência em relação a eles. O pastor também defendeu que possui “moral” para agir assim, tendo em vista o seu histórico em defesa do conservadorismo.

“Quando me posiciono assim, mostro que sou independente e me posiciono do lado da verdade. Eu sou uma voz e uma influência. Tenho que ter compromisso com Deus e falar a verdade, doa a quem doer”, disse Malafaia ao Pleno News.

“E qual foi resposta de Bolsonaro? Foi dizer que não ficou magoado. Porque ele sabe que, nestes últimos dois anos, ninguém na história deste país o defendeu como eu”, completou.

Cristão iraniano é libertado após 5 anos de prisão e tortura

Após cinco anos de prisão e tortura, um cristão iraniano foi libertado da prisão após ter sido condenado por se envolver com uma igreja doméstica, o que é ilegal no país. Ele havia sido sentenciado a 10 anos de cadeia.

Mehdi Akbari, também conhecido como Yasser, foi libertado da Prisão de Evin em 29 de setembro depois que o tribunal de apelação de Teerã reduziu sua sentença para quatro anos e cinco meses. Ele estava preso desde janeiro de 2019.

Mehdi foi preso durante ataques coordenados por agentes de inteligência em sua casa e na de outros cristãos convertidos em Teerã. Os outros presos foram Fatemeh Sharifi, Simin Soheilinia e Mehdi Rokhparvar.

Após a prisão, os quatro foram levados para a Prisão de Evin, onde foram colocados em confinamento solitário e interrogados por 30 dias. Eles foram soltos sob fiança em 18 de março de 2019, cada um obrigado a pagar o equivalente a US$ 16 mil.

Em 16 de junho de 2020, os cristãos foram julgados na Seção 28 do Tribunal Revolucionário em Teerã sob acusações de “agir contra a segurança nacional” ao “formar um grupo cristão evangélico ilegal”, além da acusação de associação a missionários em países como Rússia, Geórgia, Turquia e Armênia.

O juiz Mohammad Moghiseh, conhecido por seu tratamento severo aos prisioneiros de consciência, aumentou a fiança deles para o equivalente a US$ 140 mil, e supostamente teria dito aos réus que “suas ações são dignas de morte, quem estabeleceu esse valor baixo de fiança para vocês, para que pudessem andar livremente pelas ruas?”.

Em outubro de 2020, Mehdi, junto com Fatemeh e Simin, foi sentenciado a 10 anos de prisão cada, enquanto Mehdi Rokhparvar, recebeu uma sentença de cinco anos. As duas mulheres foram posteriormente libertadas sob fiança, mas os homens foram transferidos para a Prisão de Evin.

Durante sua prisão, o cristão iraniano expressou confusão sobre sua condenação: “Não sei o que dizer se alguém me perguntasse como agi contra a segurança nacional. Só sei que sou, e continuarei sendo, um cristão, e que pregarei sobre a luz de Deus e o reino dos céus para todos”, escreveu, segundo a Church in Chains, entidade irlandesa que monitora a situação de cristãos perseguidos.

Durante seu encarceramento, Mehdi suportou condições severas, incluindo tortura e longos períodos em confinamento solitário. Ele comunicou suas experiências por meio de mensagens contrabandeadas da prisão, descrevendo as dificuldades físicas e psicológicas que enfrentou.

Em dezembro de 2021, Mehdi, um pai solo, foi informado da morte de seu filho de 18 anos, Amir Ali, que tinha paralisia cerebral. Amir estava morando em uma unidade de cuidados desde a prisão de seu pai.

Mehdi teve permissão para uma breve visita com seu filho dois meses antes de sua morte e descreveu a visita como “20 minutos dourados” e declarou: “Quando Amir-Ali me viu algemado e com roupas de prisão, ele ficou tranquilo de que eu não o havia abandonado. […] Considero que o melhor momento da minha vida foi a última vez que abracei meu Amir-Ali”.

Devido a atrasos burocráticos e pesadas exigências de fiança, o cristão iraniano não conseguiu obter uma saída temporária da prisão a tempo de comparecer ao funeral do filho. Ele recebeu uma licença de 10 dias em 1º de janeiro de 2022, mas o funeral já havia ocorrido.

Mehdi apelou de sua sentença várias vezes. Seu quinto pedido de novo julgamento, submetido em abril deste ano, foi aceito pela Seção 39 da Suprema Corte, levando a uma revisão de sua sentença e eventual libertação.

Feitiçaria? Feliciano diz que menina vomitou 'agulhas com cabelo'

O pastor e deputado federal Marco Feliciano tem sido mais atuante nas redes sociais, fazendo publicações para tratar dos assuntos que envolvem religião e política. Recentemente, por exemplo, ele fez uma postagem para comentar sobre um suposto caso de feitiçaria envolvendo uma menina.

“Estamos em guerra”, iniciou ele. “Eu estava pregando em Ji-Paraná, em Rondônia, quando na oração da fé uma menina vomitou agulhas amarradas em cabelos. Àquilo nos assustou muito”.

Na sequência, o pastor da Assembleia de Deus disse que chamou a mãe da menina, a fim de lhe perguntar o que a menor havia comido de diferente. A própria menina, por sua vez, afirmou que o único alimento diferente que havia comido foi um pedaço de bolo.

Ainda segundo a menina, o bolo foi levado pela mãe de um colega de classe, da escola, o qual foi oferecido às demais crianças. Feliciano disse que verificou no calendário o dia da ocorrência, e descobriu que foi “bem no dia da adoração de duas entidades de obras de feitiçaria”.

Ou seja, o pastor sugeriu que ao supostamente expelir no vômito “agulhas amarradas em cabelo”, a menina teria sido vítima de um trabalho de feitiçaria, o qual foi levado até ela através do pedaço de bolo oferecido na escola.

Feliciano, então, lembrou que a Bíblia faz referência a comidas que são oferecidas a espíritos malignos. Ele disse que os pais cristãos devem ensinar aos seus filhos a prática da oração antes das refeições, não só as principais como café da manhã, almoço e jantar, mas também nos lanches.

Reações

Seguidores do pastor reagiram à publicação, com alguns elogiando o tema abordado. “Não é fanatismo. O mundo espiritual que não é brincadeira!”, postou uma seguidora.

“Esse é o Pr. Marco Feliciano que o Brasil conheceu, com mensagens de temas espirituais. Volte a falar e comunicar mais seu público com assuntos concernentes ao evangelho e temas como esses”, comentou outro internauta. Assista:

Radialista ataca candidato evangélico em tom discriminatório

Eleito como o vereador mais votado de Araçatuba, município de São Paulo, João Pedro Pugina utilizou as redes sociais para rebater ataques feitos por um radialista que já havia se dirigido a ele, que é evangélico, de forma ofensiva, fazendo alusão às crenças do então candidato.

Pugina exibiu trechos de uma gravação onde o radialista Marco Serelepe aparece fazendo comentários de forma pejorativa sobre os evangélicos, dando a entender que esse público seria composto por pessoas ignorantes e, por isso, incapazes de votar corretamente, sem a influência das igrejas.

O radialista também fez críticas a Lucas Pavan Zanatta, que também se apresenta como cristão, eleito o novo prefeito de Araçatuba com 36.258 votos. Tanto Pugina, quanto Zanatta, receberam o apoio do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro nas eleições desse ano.

Cristofobia?

Essa não foi a única vez em que Marco Serelepe atacou João Pedro Pugina fazendo alusão à sua fé cristã. O vereador eleito já chegou a abrir um processo judicial contra o radialista, em maio desse ano, também por ter sido citado de forma ofensiva e discriminatória pelo comunicador.

“O vagina quer ser vereador […] aí fica bonito… quem quer ser vereador? Vagina. O que você vai esperar de um cara desse? Nada. Não pode esperar nada. Espera as loucuras, né?! Aí quer debater o Elon Musk, o Xandão, não sei o quê, e depois ergue os bracinhos: ‘Meu Senhor, não sei o que ê, Ele vive. Eu sei que ele vive […]”, comentou Serelepe em uma das ocasiões.

O trecho do comentário, acima, foi usado para fundamentar o processo judicial de Pugina contra o radialista. Nele é possível ver uma aparente referência a um dos hinos mais conhecidos da Harpa Cristã, usado nesse contexto de forma pejorativa contra Pugina.

Serelepe também chamou o evangélico de “imbecil”, além de “vagina”. Na ação judicial de Pugina contra o radialista, o vereador eleito também questiona a postura da rádio Cultura FM, onde o comunicador trabalha.

“A rádio segue endossando todos os ofensivos ataques de seu radialista, razão pela qual optei por acionar a justiça, buscando a reparação”, disse Pugina, segundo informações do Conexão Política. Assista:

Camila Campos faz alerta de prevenção ao câncer nas jovens

Após descobrir, em julho desse ano, que está com câncer de mama, a cantora gospel Camila Campos tem usado o seu caso como um exemplo de alerta às mulheres sobre a importância da prevenção, incluindo as mais jovens, algo que lhe chamou muito a atenção.

Isso, porque, os diagnósticos de câncer de mama em mulheres jovens têm se tornado cada vez mais comuns, sendo a própria Camila, que possui 35 anos, um exemplo disso, fato que tem contrariado a tradicional recomendação médica de exames preventivos a partir dos 40.

Ao falar do seu caso, a cantora também lembrou que para quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS), o diagnóstico poderá ser tardio, prejudicando ainda mais o sucesso do tratamento contra a doença, motivo pelo qual a prevenção deve ser iniciada o quanto antes.

“Eu fui acometida por um câncer de mama. Se você for considerar que é a partir dos 40 que uma mulher deve começar a se preocupar com os cuidados básicos da mama, com o possível câncer de mama, se você estiver pelo SUS, esses exames só serão liberados para você a partir dos 50 anos de idade. Mas, eu tenho 35”, disse ela.

Conselhos

Destacando que, após o início do seu tratamento, ela se deparou com “inúmeros testemunhos de mulheres tão novas ou até mais novas” do que ela, Camila Campos ressaltou a necessidade das mulheres estarem atentas aos sinais do corpo. No seu caso, foram dores nos ossos que apontaram o câncer de mama.

“Talvez, você até hoje nunca parou para pensar nisso, porque você é jovem. Mas, o Senhor nos deu ferramentas de autocuidado, o auto exame é um deles. O Senhor nos deu médicos, pessoas especialistas na área”, diz ela.

A cantora, por fim, também pediu aos maridos para que incentivem suas esposas a se prevenir. “Nunca é cedo demais para começar a se cuidar. Comece a se cuidar, use a minha vida como um exemplo, como um exemplo bom”, concluiu. Assista:

Governo Lula admite ser contra Israel e agir por viés antissemita

Viralizou nas redes sociais uma gravação em que o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, aparece fazendo o que pareceu ser um desabafo a respeito das dificuldades encontradas por sua pasta na gestão Lula, especificamente quanto à relação do atual governo com Israel.

“Houve agora uma concorrência, uma licitação, e venceram os judeus, o povo de Israel. Mas, por questão da guerra, do Hamas, os grupos políticos, nós estamos com essa licitação pronta, mas por questões ideológicas nós não podemos aprovar”, disse ele.

O ministro se referia à compra de suprimentos militares. Israel é considerado uma das maiores potências tecnológicas do planeta, sendo um fornecedor de equipamentos bélicos de destaque mundial, como drones, mísseis e blindados.

O presidente Lula, contudo, desde o início da guerra de Israel contra o grupo terrorista Hamas, na Faixa de Gaza, e agora contra o também grupo terrorista Hezbollah, no Líbano, vem fazendo críticas ao governo israelense, chegando ao cúmulo de acusá-lo de “genocídio” contra os palestinos.

“Enojado”

Ex-procurador de Justiça, Deltan Dallagnol disse ter ficado “enojado” com a revelação feita pelo ministro da Defesa, tendo em vista o caráter aparentemente antissemita do atual governo brasileiro.

“Essa afirmação de Múcio é absolutamente inaceitável e precisa ser repudiada imediatamente”, comentou Dallagnol. “Se verdadeira, isso significa que o governo Lula praticou um abominável ato de antissemitismo, racismo, discriminação e preconceito racial contra um grupo étnico protegido e que já sofre muita opressão.”

“Significa, ainda, uma semelhança horrorosa do governo Lula com práticas nazistas, como os boicotes, ataques e depredações contra comércios judeus que aconteciam frequentemente na Alemanha governada por Hitler”, completou o jurista.

O posicionamento do atual governo brasileiro contra Israel vai na contramão do que lideranças políticas do Ocidente, bem como religiosas, interpretam o conflito no Oriente Médio. Para o pastor, autor e professor Franklin Ferreira, por exemplo, não há o que discutir sobre o lado em que o Brasil deve estar.

Ferreira lembrou que “no dia 7 de outubro de 2023, Israel sofreu um dos seus piores ataques em sua história”, o que motivou a reação israelense contra os terroristas do Hamas e do Hezbollah. “E nós, como cristãos, devemos estar ao lado do Estado de Israel, orando e suplicando para que tais atrocidades não se repitam.” Assista:

Homem recusa oferta de quase R$ 2.800 por pregar em Igreja

A doação de ofertas aos chamados “obreiros” (pessoas que se dedicam aos serviços da Igreja), missionários e pastores é uma prática comum nas igrejas evangélicas, pois encontra respaldo bíblico, tendo em vista que muitas dessas pessoas se dedicam ao ministério em tempo integral, dependendo dos irmãos para sobreviver.

Alguns, contudo, entendem que a doação de oferta é desnecessária na maioria dos casos, já que faz parte da vida cristã o trabalho voluntário para o Reino de Deus, sendo essa a maioria dos exemplos que vemos nas comunidades religiosas, isto é: de pessoas que não dependem de doações para sobreviver.

Este é ocaso de um homem chamado Elliott Davis, ex-repórter investigativo de TV dos Estados Unidos. Aposentado após 35 anos de serviços na área jornalística, ele agora dedica a maior parte do seu tempo ao Reino de Deus, pregando e participando de estudos bíblicos.

“Uma das coisas que consegui fazer na aposentadoria, e que tem sido realmente importante para mim, é participar de estudos bíblicos”, disse ele. “Tenho um ótimo grupo de homens com quem estudo a Bíblia, e é sempre um excelente momento de compartilhar a palavra, além de desfrutar da companhia uns dos outros”.

Oferta generosa

Foi durante uma dessas ações, enquanto ministrava em uma igreja, que Davis se surpreendeu ao receber um cheque. Tratava-se de uma oferta no valor de $500 dólares, o equivalente a quase R$ 2.800,00 na conversão da moeda para o real brasileiro, com base na cotação de hoje (9).

“Minha igreja foi tão generosa que, recentemente, abri um envelope e descobri que a igreja me deu $500 por ter falado à congregação”, disse ele se referindo à denominação Faith Miracle Temple, conforme o seu comunicado no Facebook.

O aposentado, por sua vez, disse que recusou a quantia em dinheiro, pois para ele a sua iniciativa foi apenas uma “grande oportunidade de espalhar a palavra de Deus e de glorificar Jesus Cristo na minha vida”.

“Pensei que não poderia aceitar dinheiro por isso. Não poderia aceitar dinheiro por ter a chance de glorificar a Deus”, ressaltou. Com a oferta em mãos, o aposentado decidiu devolver a quantia para o próprio ministério.

“Decidi devolver os $500 à igreja para ajudar em seu ministério. O Faith Miracle Temple, com o Pastor Marlon Baylor e o Bispo Larry Baylor, está fazendo tanto bem na comunidade, e eu queria ajudar, mesmo com o pequeno gesto de devolver os $500. Agradeço muito à generosidade da igreja. Deus é bom”, concluiu.

Convertida, ex-feiticeira sofre perseguição da própria família

A conversão religiosa em alguns países é algo que pode lhe custar a liberdade e até a sua segurança física. Uma ex-feiticeira que se entregou a Jesus Cristo no Nepal, por exemplo, tem vivenciado isso diariamente, precisando lidar com a intolerância que parte dos próprios familiares.

Este testemunho foi relatado pela Global Christian Relief, uma organização que auxilia os cristãos perseguidos e anuncia o evangelho em lugares difíceis do planeta. Em razão disso, o nome da ex-feiticeira não foi revelado por motivos de segurança.

A mulher disse que passou a vida sendo regulada pelos “espíritos”, tendo questões básicas como o simples fato de se alimentar, influenciadas pelas entidades. “Eu tive que comer comida diferente da minha família porque os espíritos me disseram o que eu tinha ou não permissão para comer”, contou ela.

Sem saber ler, a então feiticeira não tinha tido a oportunidade de ler a Bíblia por conta própria, até que um neto seu, cristão, decidiu lhe falar sobre Jesus, marcando aí o início de uma mudança radical em sua vida.

“Senti alegria em meu coração quando meu neto leu o Novo Testamento para mim”, disse ela, lembrando que isso a fez procurar uma igreja. “No primeiro dia, senti muita vontade de chorar. Eu encontrei o que estava procurando”.

Perseguição

Apesar da melhora radical em sua vida, os familiares da ex-feiticeira não aceitaram a sua conversão. O Nepal, predominantemente hinduísta e budista, é um dos países que possuem leis restritivas à liberdade religiosa, o que dificulta a busca de ajuda para essa finalidade.

“Eles disseram que ninguém me queria, e eu fui até ameaçada de que ficaria sozinha. Meus pais e irmãos me abandonaram”, contou a nova convertida. Apesar da perseguição, contudo, ela disse que se manterá firme na fé em Jesus Cristo, fazendo da sua história um exemplo para outras vidas.

“O Senhor me deu força. Ele está me mantendo segura. Eu acredito Nele. Manterei minha fé no Senhor até meu último suspiro. Eu vivo para Ele, não para outras pessoas”, concluiu.

Pastores reagem à Malafaia: 'Trocou o mana do céu pela política'

As recentes manifestações políticas do pastor Silas Malafaia repercutiram negativamente não apenas entre os bolsonaristas, mas também entre alguns dos seus colegas de ministério, como os pastores Ageu Magalhães e Adalberto Leite, que reagiram duramente nas redes socais.

A reação contra o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) também é reflexo do seu posicionamento contra o influenciador Pablo Marçal, que disputou a Prefeitura de São Paulo no 1° turno das eleições 2024.

Pesou também uma entrevista recente de Malafaia à jornalista Mônica Bérgamo, ocasião em que chamou Bolsonaro de “covarde” e “omisso”, bem como de não confiável por supostamente apresentar um posicionamento dúbio em relação aos seus aliados.

O pastor Adalberto Leite, por exemplo, que integra a Convenção Regional das Assembleias de Deus do Seta, no Tocantins, publicou em um grupo local de política uma série de pontuações em tom de julgamento sobre o colega de ministério, insinuando que o mesmo não estaria mais servindo a Deus.

“Mais um líder que se vai, falo de Silas Malafaia, a quem Deus investiu grandemente, entregando-lhe um grande legado, o qual muitos queriam, porém este cidadão perdeu o rumo da vida”, iniciou Leite.

Para Leite, o líder da ADVEC estaria “trocando o púlpito santo pelo imundo palanque da política” e “permitindo que as lâmpadas dos holofotes mundanos fossem mais importantes que o brilho do evangelho em sua vida.”

“Não representa os evangélicos”

Ageu Magalhães, por sua vez, outro nome de destaque no meio teológico brasileiro, líder da Igreja Presbiteriana de Vila Guarani, em São Paulo, e professor do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel, também usou a web para emitir juízo sobre a fé cristã de Malafaia.

“Silas Malafaia não representa os evangélicos”, escreveu Magalhães em uma publicação no Instagram, argumentando que o líder da ADVEC não teria essa representatividade “nem quando fala de política e nem quando fala de religião”.

Leite deixou claro que a sua raiva contra Malafaia envolveu as suas críticas a Marçal, pois disse que o pastor deixou de “ajudar um servo de Deus, Pablo Marçal”, mas que em vez disso teria preferido “prejudicá-lo”.

“Triste ver homens de Deus se prestando aos favores do inferno, quando devem, como agente do céu promover o bem. Fica a minha insatisfação e tristeza com os acontecidos, acredito seja o sentimento de muitos, por isso Adeus sr Silas!!!”, concluiu Leite, segundo o JM Notícias.