‘Danizinha Protetora’: desenho cristão vira alvo da militância

O desenho Danizinha Protetora, uma animação de conteúdo cristão que está sendo exibida pela Rede Minas, despertou a fúria do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos (CONEDH/MG), que acionou o Ministério Público de Minas Gerais contra a veiculação.

Idealizado pela pastora Daniela Linhares, vice-presidente da Igreja Batista Gersêmani, em Belo Horizonte, o desenho está sendo acusado de preconceito de gênero por ter diferenciado o sexo biológico de meninos e meninas de forma lúdica em um de seus episódios.

O Conselho argumenta que uma propaganda referente à atração infantil com as frases “Menino e Menina: Deus fez os dois para sua glória!” e “fundo azul para meninos e rosa para meninas”, pode configurar uma irregularidade na grade da programação da emissora pública do estado.

O desenho é descrito no site da Fundação TV Minas Cultural e Educativa (FTVM) como a história de uma garotinha que “ensina a importância da confiança em Deus”: “[Danizinha] encarna a defensora dos valores cristãos e ensina a importância da confiança em Deus e como reconhecer situações que podem comprometer seu bem-estar”.

Robson Sávio Reis Souza, presidente do CONEDH/MG, disse em nota que viu com “estupefação” a propaganda sobre o desenho e o “advento deste programa”, cobrando também que as autoridades confiram se há “falta de informações que o isente de ser um programa que possua uma linha fundamentalista, antipluralista e preconceituosa”.

Souza pede que o MPMG investigue se há preservação da laicidade do Estado e preservação do interesse público em detrimento do privado, de acordo com informações do portal O Tempo.

Em resposta, Daniela Linhares disse que cedeu os direitos autorais da animação Danizinha Protetora à Rede Minas para exibição na emissora sem cobranças: “O contrato não envolve valores. Cedi todos os direitos. Não recebo nada, mas também não pago nada. Não pode vincular propaganda ao produto e, para mim, é uma forma de divulgação do projeto”.

Ela também argumentou que o desenho não tem qualquer abordagem doutrinária e não foi custeado pela Igreja Batista Getsêmani.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) saiu em defesa da animação e expôs a intolerância dos ativistas progressistas: “Querem a retirada do programa pois a autora chamou menino de menino e menina de menina? Querem a censura do programa, pois as cores são azul e rosa para representar meninos e meninas? Então o Conselho vai também começar a impedir os chás de revelação do sexo dos bebês no Brasil?”, questionou, no Instagram.

“As crianças também assistem o programa infantil que os pais quiserem. Que fique bem claro que os filhos pertencem aos pais. Acho que está na hora desta militância deixar as famílias em paz. Está ficando muito feio este patrulhamento desnecessário”, protestou a senadora, cobrando em seguida: “Deixem as famílias em paz”.

Pastores: caso de Luiz Sayão é alerta para cuidados de saúde

O caso recente de afastamento do pastor Luiz Sayão para cuidar da saúde após complicações de um acidente vascular cerebral (AVC) despertou, mais uma vez, a preocupação sobre o grau de estresse ao qual são submetidos os pastores em geral.

Sayão – um dos acadêmicos teológicos brasileiros de maior conhecimento do hebraico, idioma original do Antigo Testamento – usou as redes sociais para relatar as complicações de saúde pós infecção de covid-19 anos atrás e um recente AVC, e anunciou o cancelamento de todas as suas agendas para se recuperar.

O caso de esgotamento do pastor da Igreja Batista Nações Unidas é um exemplo do que foi constatado pelo estudo Greatest Needs of Pastors de 2022 da Lifeway Research, que constatou que 75% dos pastores dizem que estão extremamente estressados e 90% relatam que trabalham entre 55 e 75 horas por semana.

Em uma entrevista à emissora Christian Broadcasting Network (CBN News), um pastor ouvido sobre a rotina de trabalho na igreja afirmou que mesmo os líderes religiosos precisam “ser sábios com o chamado de Deus” para ter certeza que o cumprimento do dever “não nos esmague”.

Joshua Smith, que dirige a Igreja Light Elk Grove, disse ainda que há a necessidade de que um pastor saiba distribuir responsabilidades entre os líderes das congregações: “Sabemos que o fardo de Deus é leve, mas também precisamos orar por um espírito de sabedoria para que possamos delegar algumas dessas tarefas para as quais Deus não nos chamou”.

Negar a necessidade de descanso é um erro que não se pode cometer, alertou Smith: “Você e eu precisamos saber em que graça andamos para não carregarmos um fardo que não fomos projetados para carregar. Também precisamos estar bem em sermos humanos e vulneráveis. Precisamos descansar. Precisamos recarregar”.

No âmbito espiritual, o pastor Smith vê a ação satânica para desgastar os pastores e dessa forma atrapalhar comunidades inteiras: “Em Coríntios, Paulo diz que há uma porta de ministério, uma porta larga e eficaz, mas ele disse que há muitos adversários. Então, não há apenas a atração de viver a vida e cuidar dos negócios, mas também há uma guerra espiritual”.

“Onde quer que haja uma porta, há uma guerra. Então o diabo está guerreando contra almas. Como um homem de Deus e como uma mulher de Deus, estamos conectados a grupos de pessoas, estamos conectados a igrejas e estamos conectados a comunidades inteiras. Se ele puder nos desgastar, ele destruirá comunidades inteiras”, alertou.

Ariovaldo diz que ‘Deus está no inferno anunciando Salvação’

Ariovaldo Ramos compartilhou uma pregação sua em um culto online da Comunidade Cristã Reformada (CCR) afirmando que Deus está no inferno manifestando Sua Salvação para anunciar arrependimento. Em resposta, o pastor Renato Vargens declarou que a frase pode ser classificada como uma “heresia”.

O contexto da afirmação feita por Ariovaldo Ramos – que devido à sua intensa atuação política em defesa da ideologia de esquerda foi rotulado pela imprensa como “pastor lulista” – está na pregação feita por ele em 1 Pedro 2.20-23, em que ele compara a recusa de Jesus a responder a ofensas a uma decisão de não ir ao “inferno” de onde o adversário o atacava.

“O que acontece é que na nossa luta contra o inferno, o inferno vem o tempo todo tentar nos convencer de que não tem outro jeito de enfrentar aqueles que, do inferno, nos atacam, senão descer ao inferno para lutar com eles lá. E muitas vezes nós fazemos isso, nós descemos para o inferno onde o sujeito está e o atacamos. Era isso que Jesus se recusava a fazer”, diz Ariovaldo no começo da pregação.

Mais à frente, Ariovaldo diz que “o inferno não é o nosso ambiente”, como forma de explicar que a conduta do cristão deve ser diferente: “Isso Jesus deixou claro na vida d’Ele: o inferno não é um ambiente para ser visitado”.

Contradição

Uma das pessoas presentes no culto da CCR questionou Ariovaldo se Deus se faz presente no inferno, através de Sua ira, ou se o inferno é um lugar onde Deus não está em hipótese alguma. Na resposta, o raciocínio dúbio foi apresentado: “A ideia toda é que o inferno é o lugar onde a manifestação de Deus não é vista. Deus está em todos os lugares porque todos os lugares estão em Deus. Tudo que existe, existe em Deus. Mas não [é] em todos os lugares Deus manifesta Sua presença. Onde Deus não manifesta sua presença é trevas. E em relação a isso Ele não precisa fazer mais nada”, disse.

“Quando o primeiro casal rompeu com Deus, eles foram para as trevas. Deus, por meio do Cristo, vinha visitar o casal todos os dias no fim da tarde. Ato seguinte seria ‘o Cristo nunca mais vai aparecer por aqui’, mas o Cristo apareceu e disse para o casal ‘onde você está?’. Ele poderia ter dito ‘Você fez o que você não deveria ter feito, hein? Está tentando esconder isso de mim? Deixa eu dizer uma coisa para você: até ontem, todas as vezes que eu vinha visitar você, eu fazia uma viagem do infinito para o finito, mas hoje eu tive de fazer uma viagem da luz para as trevas. Mas estou aqui. E eu quero saber onde é que você está’”, acrescentou, contradizendo sua própria afirmação de que Jesus se recusava a ir ao “inferno”.

“Ali, ele fez uma promessa ao casal: ‘Eu vou tirar vocês daqui. Você não tem ideia para onde você foi, mas eu vou tirar você daqui’. Então, quando o camarada diz que Deus está no inferno com a Sua ira, eu olho para as Escrituras e vejo que Deus está no inferno com a Sua Salvação, dizendo ‘volta, vem para cá, eu vou tirar você daí; onde você está? Eu vou mostrar para você onde você está para que você venha comigo’. Essa é a visão que eu vejo nas Escrituras”, finalizou.

‘Heresia’

O pastor Renato Vargens usou a frase de Ariovaldo sobre a presença de Deus no inferno para pregar arrependimento para destacar que essa é uma faceta nova do desvio doutrinário chamado de “universalismo”, que vendem a ideia de que não há condenação eterna.

“Existem ‘pastores’ defendendo o universalismo, o que por si só é um acinte. Se não bastasse isso, não são poucos aqueles que afirmam a inexistência do inferno ou mesmo, como falou Ariovaldo Ramos, que Deus está no inferno com salvação e não com ira. As Escrituras são extremamente claras em afirmar que o destino eterno daqueles que não forem salvos por Cristo é o lago de fogo e enxofre”, pontuou, recapitulando o conceito bíblico básico sobre a condenação.

Vargens também ponderou que “para contragosto dos teólogos liberais, o juízo de Deus existe, e isso é uma verdade clara e indiscutível” exposta nas Escrituras: “A Bíblia nos ensina que a única forma do homem ser livre da ira de Deus é mediante a fé em Cristo, que ao derramar seu sangue na cruz do Calvário, redimiu os eleitos de Deus, dando a esses vida eterna. Cuidado com os falsos ensinos de ‘mestres’ que apostataram da genuína fé em Cristo”, finalizou.

Arqueólogos descobrem fosso que confirma verso no livro de Reis

Os achados arqueológicos vêm servindo para lançar luz sobre os registros históricos da Bíblia Sagrada. Em um dos mais recentes, por exemplo, arqueólogos descobriram um fosso de 3.000 (três mil anos) anos que confirma uma passagem contida no livro de Reis, do Antigo Testamento.

A estrutura, segundo os pesquisadores, faz separação entre a Cidade de Davi e o Monte do Templo, sendo uma obra gigantesca para a época em que foi construída, o que revela a complexa arquitetura realizada já naquele tempo, em Jerusalém.

A estrutura possui 9 metros de profundidade e fica situado no Parque Nacional das Muralhas de Jerusalém. “A construção do fosso foi uma operação monumental em grande escala, projetada para alterar e modificar a topografia natural, demonstrando o poder dos governantes de Jerusalém”, informou à imprensa a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA).

Yuval Gadot, professor da Universidade de Tel Aviv, disse que após um reexame de estudos feitos na década de 1960 pela arqueóloga britânica Kathleen Kenyon, “ficou claro para nós que Kenyon observou que a rocha natural se inclina para o norte em um local onde, naturalmente, deveria subir.”

Isto é, eles perceberam que a topografia havia sido alterada, mas não pela natureza e sim por construtores humanos. “Ela pensou tratar-se de um vale natural, mas agora descobrimos que ela havia, na verdade, encontrado a continuação do fosso, esculpido a oeste”, ressalta o professor.

Na Bíblia

A referência bíblica do fosso se encontra no livro de Reis 11:27, onde ele é citado como “Milo”. O trecho diz: “Foi assim que ele se revoltou contra o rei: Salomão tinha construído o Milo e havia tapado a abertura no muro da Cidade de Davi, seu pai.”

Para Shalev, membro da Autoridade de Antiguidades de Israel, o fosso teve por objetivo a proteção da cidade com relação à parte norte, “o único ponto vulnerável da encosta da Cidade de Davi.”

“De qualquer forma, estamos confiantes de que ele foi utilizado na época do Primeiro Templo e do Reino de Judá (século 9 a.C.), criando um claro tampão entre a cidade residencial ao sul e a cidade alta ao norte”, conclui, segundo a Veja.

Pastor sofre ameaças por rejeitar ideologia vitimista de esquerda

Um renomado pastor, que lidera uma igreja com um projeto social relevante em sua cidade, relatou ameaças de morte e a necessidade de se esconder para evitar o pior, após publicar um artigo em que declarou rejeitar a cultura vitimista que a esquerda nos EUA tenta impor aos negros no país.

O pastor Corey Brooks é uma figura popular em Chicago, Illinois (EUA), conhecido por seus esforços desmedidos para criar um centro comunitário na cidade. Por ser profundamente ligado aos movimentos sociais, quando revelou que não se submete à doutrinação ideológica do Partido Democrata, sofreu ameaças de morte.

A posição de destaque na sociedade se deve ao fato de ter conseguido arrecadar dezenas de milhões de dólares para os projetos sociais que são de iniciativa da igreja que ele lidera, a New Beginnings Church of Chicago.

Recentemente, ele escreveu um artigo intitulado “Rejeito a mentalidade de vitimização que democratas querem que eu aceite. É por isso que este pastor negro é um republicano”, publicado pela Fox News.

Ele também participou da Convenção Nacional Republicana, que confirmou Donald Trump como candidato novamente à Casa Branca, onde liderou uma oração para que Deus mantenha o país unido.

Em seu artigo, o pastor explicou o que aconteceu anos atrás quando as pessoas descobriram que ele era conservador — uma revelação que, segundo ele, não foi muito bem recebida: “Estando em uma cidade e estado redutos democratas… subestimei a resposta drasticamente. Achei que seria OK. Sabe, as pessoas são livres para ter uma opinião”.

O assunto voltou à tona em uma entrevista ao podcast Higher Ground, de Billy Hallowell, e ele contou que se surpreendeu com a resposta hostil que recebeu: “Houve muita resistência, muitas coisas negativas que foram ditas, muita difamação de caráter”.

Na ocasião, 75% dos membros de sua igreja o abandonaram: “Passamos de cerca de 2.000 para cerca de 500. E não foi resultado de pecado, não foi resultado de alguém ter feito algo errado — foi apenas o resultado de minhas crenças políticas e do ataque violento que as pessoas lançaram contra mim”.

“Nossa família teve que se esconder por várias semanas. Foi muito ruim”, relembrou o pastor, explicando que o episódio foi marcado por seu apoio a um candidato republicano ao governo. “Foi aí que as pessoas realmente descobriram. ‘OK, ele é um republicano. Ele não é apenas republicano, mas tem visões conservadoras’, e isso desencadeou uma onda de ataques”, acrescentou.

Em decorrência disso, ele desenvolveu depressão, e embora tentasse omitir a sua situação, estava “despedaçado” por dentro. Com a ajuda de alguns colegas pastores, que ofereceram encorajamento, ele conseguiu seguir em frente e superar a situação, segundo informações do portal FaithWire.

Hoje, anos depois, Brooks ainda compartilha sua perspectiva conservadora e disse que desta vez está pronto para a raiva e as críticas que já estão chegando por denunciar a cultura vitimista.

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‘Bebê milagre’ abandonado sobrevive 2 dias à beira de estrada

Abandonado pela mãe à beira de uma rodovia, um “bebê milagre” sobreviveu, sozinho, à chuva e o vento do furacão Beryl, que recentemente atingiu a região leste dos Estados Unidos. Ao ser encontrado por um motorista, foi resgatado e levado

O bebê de um ano de vida, chamado Beryl, foi encontrado próximo à divisa entre os estados do Texas e Louisiana por um motorista que passava pela rodovia I-10 Leste. Ele viu a criança engatinhando em direção à rodovia e parou para garantir sua segurança e acionar as autoridades.

A Polícia foi acionada e constatou que o bebê estava a poucos quilômetros do local onde o corpo de seu irmão mais velho, de apenas 4 anos, havia sido encontrado. Os dois foram vítimas da própria mãe, uma mulher de 25 anos acusada de ter matado o menino mais velho e abandonado o mais novo para morrer sozinho.

“Nós olhamos para esse menino de 1 ano como nosso bebê milagre porque ele ainda estava vivo. Esse garoto passou dois dias no tempo na beira da rodovia. Graças a Deus que o caminhoneiro o viu. Quando você olha o vídeo aqui, ele estava, sabe, rastejando em direção à rodovia”, descreveu o xerife do condado de Calcasieu, Stitch Guillory, durante uma entrevista coletiva no início deste mês.

Drama familiar

O bebê de 1 ano foi identificado como Kingtrail Jack, e seu irmão, Legend Jack, de 4 anos, havia sido encontrado atrás de um centro comercial no dia 9 de julho. Ambas as crianças tinham sido vistas pela última vez com sua mãe, Aaliyah N. Jack.

A mãe foi presa após ser encontrada em uma estação de trem no Mississippi, a centenas de quilômetros de distância. Ela foi inicialmente mantida presa no Mississippi antes de ser extraditada para Louisiana na semana passada, onde enfrenta uma acusação de assassinato em segundo grau, duas acusações de falha em relatar uma criança desaparecida e uma acusação de crueldade contra um menor.

Aaliyah disse que que não tinha certeza do motivo pelo qual deixou seus filhos na rodovia interestadual e que estava sob a influência de drogas na época, mas admitiu ter matado seu filho mais velho.

O bebê milagre recebeu alta do hospital em 10 de julho e está com as autoridades. A avó paterna das crianças, Dion Polk, que cuidava do menino mais velho, afirmou que a família está vivendo “um pesadelo” com a morte e a situação do mais novo.

Já a avó materna, Conswella Jack, disse que está ajudando a filha financeiramente e não entendeu porque Aaliyah machucou seus netos: “Fiquei tão abençoada em saber que o bebê sobreviveu, mas também tão magoada porque um deles se foi. Agora tenho que lutar pelo meu neto”.

“É estressante porque eles vão me fazer passar por tudo o que estou prestes a passar só para tê-lo de volta. Eu nem tenho dinheiro para isso, então tenho que fazer tudo o que posso para ter aquele bebê de volta, porque ninguém o conhece como nós o conhecemos”, desabafou a avó materna, de acordo com informações do portal The Christian Post.

'Tivemos brigas sérias', diz Eyshila sobre o esposo, ex-drogado

A cantora gospel Eyshila não hesitou em compartilhar detalhes da sua vida pessoal. Casada há 28 anos com o pastor Odilon Santos, ela precisou confiar muito em Deus para ver o seu casamento prosperar, considerando que o esposo se tornou dependente de drogas antes mesmo de conhecê-la.

De acordo com a cantora, ela só descobriu a dependência de Odilon após um ano de namoro. Mesmo alertada pelos pais dele sobre o desafio que teria, Eyshila não desistiu da relação e ambos se casaram depois de seis anos de namoro e noivado.

“Ele teve uma recaída muito grande no primeiro ano do nosso casamento e foi desafiador. A gente teve umas brigas sérias”, contou a cantora. Esses conflitos, no entanto, não envolveram violência física da parte do hoje pastor.

“O Odilon nunca me encostou o dedo ou foi violento comigo, mas eu fui com ele. Eu gritava, queria sacudir e falar para largar o vício”, detalhou Eyshila. “Ele socava a parede quando estava drogado ou em crise de abstinência. Era um hospício!”

Segundo a cantora, foi a sua fé que lhe manteve de pé, dando a capacidade necessária para lidar com a situação sem desistir da relação. “Se Jesus não tivesse interferido no curso dessa história, eu não estaria aqui hoje”, contou.

Lição de fé

Hoje pastor e livre da dependência, Odilon lidera junto com a esposa a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo em Santo André, São Paulo. O casal, agora, tem muitas lições para repassar ao público.

Eyshila disse que uma delas é saber lutar contra os inimigos certos. A vida do casal mudou quando ela viu que a sua batalha era espiritual, e não carnal. Daí então, assumiu uma postura diferente dentro de casa.

“Nunca diga que a sua luta, sua vida ou sua casa é um inferno. Não chame o inferno para perto de você. Você foi chamado para abençoar e não para amaldiçoar. A gente precisa entender que nas nossas palavras há poder”, contou ela.

E concluiu: “Quando eu entendi isso, o Espírito Santo começou a me mostrar como é que eu tinha que lutar. O nosso papel é orar e amar, transformar é com Deus. Nós nunca poderemos fazer a parte do Espírito Santo. Nossa parte é não desistir jamais!”.

O testemunho completo da cantora pode ser assistido na gravação do podcast PodCrê, do Pleno News. Assista:

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Justiça manda Igreja Universal devolver R$30 mil doados por fiel

Transtornos mentais e de comportamento algumas vezes são confundidos com problemas de ordem espiritual, e não por acaso isso acaba gerando inconveniências. Foi o que aconteceu, por exemplo, com uma mulher que resolveu doar R$30 mil à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acreditando que seria curada de uma doença mental.

A mulher, que não teve o nome identificado, acreditou que estava com problemas espirituais, e que por isso seria curada, ficando livre da enfermidade. Ela, então, decidiu parar o tratamento que estava fazendo, doando parte dos seus recursos para a IURD.

A doação foi feita em agosto de 2017, e a mulher já havia sido hospitalizada duas vezes por causa da doença mental, diagnosticada como transtorno afetivo bipolar. A Justiça de São Paulo, por sua vez, entendeu que a fiel foi induzida a fazer a doação, e por isso determinou a devolução do valor.

Em outras palavras, que os líderes religiosos teriam se aproveitado de uma condição de vulnerabilidade psicológica para conseguir extrair da fiel a sua doação. “É sabido o poder da oratória dos pastores”, afirmou à Justiça a advogada Tula dos Reis Laurindo, segundo o UOL.

“A interditada, acreditando poder ser curada, não somente deixou de tomar os medicamentos para controle de sua doença mental grave, mas também acabou sendo induzida a praticar a doação”, declarou no processo.

Decisão pessoal

A Universal do Reino de Deus, por outro lado, negou que tivesse praticado qualquer ilegalidade. Em nota, a denominação argumentou que não há como comprovar que a mulher estava incapacitada de entender o teor da doação.

Isto é, para a IURD, a doação foi voluntária, sendo fruto de uma decisão pessoal da fiel. “Vale ressaltar que a segunda internação ocorreu há mais de 45 dias da data da suposta doação, e mais de cinco anos após a primeira internação”, diz o processo.

Com câncer na mama e ossos, cantora gospel pede orações

Ser diagnosticado com câncer é algo muito difícil para qualquer pessoa, e mais ainda quando essa notícia surge em um momento de gravidez. Este é o caso da cantora gospel Camila Campos, esposa do ex-jogador de futebol Léo Zagueiro.

Com sete meses de gestação, Camila revelou que foi diagnosticada com um câncer de mama metastático. Isto é, quando a doença já espalhou para outras partes do corpo. No seu caso, a enfermidade também atingiu os ossos, o que tem lhe provocado muitas dores.

“Sentindo muita dor, chorando de dor nas costas, me deparei com o diagnóstico de um câncer de mama, que se espalhou pelos meus ossos”, disse ela ao se comunicar com os mais de 140 mil seguidores nas redes sociais.

“Eu saí de uma primavera e entrei direto no inverno. Hoje estou com os sentimentos ainda meio bagunçados, por isso não consegui conversar antes com vocês, meus irmãos”, completou a cantora gospel.

Poder da fé

Mesmo ciente da gravidade da sua condição, Camila Campos também sabe que não há impossíveis para Deus. “Apesar de tudo, sigo crendo no poder do sangue de Jesus!”, disse ela, que já é mãe de uma menina chamada Bela, segundo O Globo.

Camila, contudo, deixou claro que precisa do apoio dos irmãos em Cristo, tendo em vista que a doença causa impactos, também, nas emoções. A cantora gospel pede para que as igrejas orem por sua vida, dos seus filhos e esposo.

“Preciso muito da oração de vocês, família em Cristo, porque viver o processo demanda muita fé, e sei que a oração da igreja do Senhor espalhada sobre a terra, derrubam as portas do inferno, e juntos somamos nossa fé ao ponto de que a cura do Senhor alcance a minha vida!”, declarou a cantora.

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Ex-viciada: “Deus pegou uma estrela pornô e a fez uma campeã”

Autora do livro “A Verdade por Trás da Pornografia”, a história de Shelley Lubben constitui um verdadeiro drama da vida real marcado por traumas profundos, vícios, enfermidade e até possessão. Felizmente, Deus restaurou a vida da então estrela pornô, lhe tornando uma ex-viciada liberta pelo sangue de Jesus Cristo.

Lubben disse que teve seu contato com o mundo sexual pela primeira vez aos 9 anos, por má influência de colegas adolescentes. Aos 16 ela já era usuária de maconha, álcool e tinha uma vida sexual ativa. Ela mal havia saído da adolescência quando já estava se prostituindo.

Seus pais a expulsaram de casa, após eles se afastarem da igreja quando ela ainda era criança. O sexo e as drogas foi para ela como um refúgio doentio da carência que desenvolveu pela ausência dos pais.

“Eu queria o afeto dos meus pais mais do que tudo, mas não parecia que eu recebia o que precisava. Comecei a sentir ressentimento em relação a eles, e a raiva entrou no meu coração”, disse ela.

Foram 8 anos de prostituição e dependência química, até que surgiu o mundo pornográfico. Surgia, ali, a estrela pornô. “Não há intimidade e é tudo mecânico e bestial. Frequentemente as mulheres estão vomitando fora do set, e a maioria dos atores está usando drogas e álcool”, conta ela.

“O diabo me disse: ‘Veja Shelley, eu vou te tornar famosa, e então todo mundo vai te amar’. Havia processões satânicas em mim enquanto fazia aqueles filmes. Não é algo que a pessoa poderia fazer sem isso”, ressaltou.

Mudança

A vida de Lubben mudou quando ela conheceu Garrett em um bar. Eles se tornaram amigos. “Eu nunca conheci um homem como Garrett. Ele me amava e via algo em mim, apesar da minha feiura. Ele queria ser amigo de uma prostituta. Ele me lembrava muito Jesus”, disse ela.

Eles, então, se casaram e decidiram se voltar para Deus, assumindo um compromisso com Cristo e a Igreja. A então estrela pornô abandonou a vida de prostituição e pornografia, assim como a dependência do álcool e outras drogas.

A transformação na vida de Lubben foi tão drástica que ela abriu uma fundação para ajudar outras pessoas, a fim de ensiná-las a como lidar com os traumas emocionais e físicos do submundo da prostituição e das drogas.

“Eu tive que passar por vários anos difíceis de luto e cura da devastação do meu passado. Eu tive que lutar com fé aplicando a Palavra de Deus em tudo. Quando Satanás me lembrava de todos os velhos filmes pornôs, eu o lembrava de que eu era essa nova criatura que nunca assistia a filmes pornôs. O que quer que eu tivesse que superar, eu lia o que a Palavra de Deus dizia sobre isso e isso resolvia para mim”, disse ela.

Lubben, finalmente, encontrou a salvação: “Estou totalmente livre de drogas, álcool, memórias ruins, doenças mentais, traumas sexuais, culpa do passado e tudo da vida antiga. Ele até me curou da doença incurável herpes. Deus pegou uma estrela pornô e prostituta e fez dela uma campeã. Ele a limpou e a ensinou como ser uma ótima mãe, uma esposa amorosa e uma ministra. Ele restaurou minha saúde, minha mente e, acima de tudo, Ele me deu um novo coração”.