Fazer novelas bíblicas é 'como ministério', diz autora da Record

O Brasil tomou gosto pelas novelas bíblicas, desde que a autora Vivian Oliveira passou a escrevê-las com talento e dedicação. Responsável por grandes sucessos da TV Record como “Os Dez Mandamentos” e “Ester”, a escritora entende que o seu trabalho, porém, vai muito além do ofício comercial.

Isso, porque, para Vivian, escrever novelas bíblias também é como um ministério, tendo em vista o poder de influência que esse tipo de conteúdo exerce sobre o público. “A novela impactou muitas pessoas, não só as que leem a Bíblia”, disse ela ao podcast “Café com Elas”, feito em parceria com o portal Guiame.

Os que conhecem a Bíblia sabem que esse tipo de conteúdo não retrata com fidelidade a narrativa do texto sagrado, mas Vivian explica que sempre busca não fugir ao que está escrito, sendo a inclusão de histórias e personagens algo necessário do ponto de vista da teledramaturgia.

“Sempre tive o cuidado de ser fiel ao texto original, mas também criar personagens e tramas para preencher as brechas. Isso trouxe uma riqueza e um alcance maior para a história”, acredita a autora.

Ministério

Crendo que Deus utiliza o seu talento de escrever para influenciar vidas, a autora de novelas bíblicas não tem dúvidas de que o seu trabalho pode ser considerado um ministério como qualquer outro.

“Sempre quis usar meu dom para Deus”, disse ela, que atualmente mora nos Estados Unidos, onde se concentra em fazer suas produções como “Rei Davi” e “José do Egito”, dentre outras que obtiveram grande sucesso.

“Sim, encaro como ministério. Tenho muito temor e zelo em trabalhar com essas histórias. Muitas pessoas voltaram a ler a Bíblia e buscar a Deus através das novelas. É uma responsabilidade grande, mas também uma oportunidade maravilhosa de alcançar pessoas”, conclui Vivian.

Condenação: igreja demite pastor após descobrir crime no passado

Um pastor que foi acusado de abuso sexual de uma adolescente de 14 anos foi expulso pela igreja onde atuava no ministério. O crime foi cometido há 27 anos e sua condenação no caso veio à tona somente agora.

A igreja não denominacional Eternal Church, em Fort Mill, Carolina do Sul, expulsou o pastor de longa data Donald Logan depois que foi revelado que ele é um criminoso sexual registrado e condenado por má conduta sexual.

Embora alguns líderes da igreja soubessem do passado de Logan, a congregação não foi informada até que o fato foi divulgado na mídia: “Com efeito imediato, tomamos a decisão de liberar o pastor Don Logan de seu chamado como pastor da Igreja Eternal”, diz um e-mail que os anciãos da igreja enviaram à congregação em 10 de julho.

“Nossa decisão de liberar Don foi tomada com muita oração e discernimento em torno das qualificações bíblicas para supervisores da igreja”, continuou a carta, apontando para 1 Timóteo 3:1-7. “Manter Don como nosso pastor não é consistente com a verdade, sabedoria e praticidade deste texto”.

Logan foi condenado pelo crime de Classe C em Indiana em 1997, de acordo com registros judiciais revisados pelo portal The Christian Post. A vítima adolescente no caso disse à polícia que conhecia Logan porque ele costumava ser seu pastor em outra igreja. Quando ele tinha 29 anos, Logan acariciou a garota de 14 anos sob suas calças enquanto ela se sentava em seu colo e assistia a um filme na casa de um amigo.

Detalhes sobre um acordo judicial que Logan fez com o tribunal por seu crime sugerem que ele foi condenado a passar três anos na prisão e outros três em liberdade condicional. Ele também foi obrigado a se registrar como um criminoso sexual quando houve progressão de regime.

De acordo com o portal The Fort Mill Sun, Logan só cumpriu 18 meses de prisão e se registrou como criminoso sexual na Carolina do Sul há três meses, a conselho de seu advogado, embora ele ocupasse o cargo de pastor principal da Eternal Church desde 2015.

Os anciãos da igreja Eternal revelaram que alguns líderes estavam cientes do passado criminoso de Logan, mas os membros votantes do comitê de seleção de pastores que o contratou em 2015 não foram informados.

“Os anciãos não conseguiram ver como a condenação de Don afetaria adversamente a ele, sua família, a vítima, os membros, os frequentadores e, mais importante, o testemunho da igreja dentro da comunidade por não trazer a condenação à luz anos atrás”, disseram os anciãos em seu pedido de perdão à congregação: “Reconhecemos que nossa congregação está em um lugar real de dor e mágoa, e que para alguns, a confiança foi quebrada”, eles acrescentaram.

Na nota, os anciãos dizem crer que seu pastor mudou por causa do Evangelho: “Apesar dos eventos e decisões recentes, continuamos a afirmar a suficiência da morte e ressurreição de Jesus para o perdão dos pecados. Temos o conforto e a promessa da palavra de Deus em 1 João 1:9: ‘Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça’. Ainda acreditamos que Don experimentou esse poder transformador do Evangelho de Jesus Cristo. Acreditamos nisso por nós mesmos também”.

Pastor pede perdão após associar autismo à ação demoníaca

Durante uma pregação para comemorar os 90 anos da Assembleia de Deus, o pastor da unidade situada no município de Tucuruí, Washington Almeida, fez uma declaração que acabou causando revolta ao associar o autismo à ação demoníaca.

A ministração foi realizada no último dia 12, e rapidamente viralizou nas redes sociais um recorte da fala, onde é possível ver o líder religioso tratando do que, segundo ele, seria fruto da influência maligna nas vidas humanas.

“De cada 100 crianças que nascem, nós temos um percentual gigantesco de pessoas e ventres manipulados, visitados pela escuridão. As crianças hoje, de cada 100, nós temos aí quase 30% de autistas em vários graus”, disse Almeida.

Ele prosseguiu, sustentando a tese de que o autismo seria consequência de uma condição espiritual, diferentemente do que diz a ciência e é de amplo consenso social, a saber: que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de saúde ligada ao neurodesenvolvimento, e não uma realidade espiritual.

“’O que está acontecendo, pastor Washington?’. O diabo está visitando o ventre das desprotegidas, daqueles que não têm a graça, a habilidade, a instrumentalidade para saber lidar no mundo espiritual. E ele só procura os vulneráveis, os desassistidos”, completou o pastor Almeida.

Pedido de perdão

Com a repercussão negativa da fatídica declaração, o pastor Washington Almeida gravou um vídeo para se apresentar como responsável pela fala e pedir perdão à sociedade, especialmente aos autistas e pais que lidam com o autismo dos filhos.

“Fui muito infeliz quando fiz uma colocação. E esse não é o meu caráter, não é o meu perfil. Jamais, jamais, no meu coração, passa coisa dessa natureza. Mas, naquele calor da mensagem, terminei dizendo algo que não podia dizer, não devia falar”, disse ele.

“Eu quero aqui me retratar com todos vocês, diante de todos, pedir perdão por aquela infeliz colocação, enquanto eu ministrava. Então, eu quero pedir perdão aos autistas, aos pais de crianças autistas”, concluiu o pastor, segundo o Terra.

Deus não impediu Eva de comer o fruto e pastor explica o motivo

Uma das perguntas mais profundas sobre a origem do pecado é o tema de um vídeo que se tornou viral no Instagram, e a resposta do pastor John MacArthur expõe a complexidade da forma como Deus escolheu se revelar à Sua criação.

Em um culto da Grace Community Church, um menino recebeu a oportunidade de perguntar ao pastor MacArthur a dúvida mais sincera de todo cristão: “Meu nome é Joey Cazenza e minha pergunta é porque Jesus não impediu Eva no Jardim do Eden, quando ela comeu o fruto? Quero dizer, Ele poderia simplesmente impedi-la. Porque Ele não fez isso?”, questionou, sob aplausos.

MacArthur, um dos teólogos mais renomados de todos os Estados Unidos, elogiou a formulação da dúvida que angustiava o menino: “Essa é a pergunta mais profunda de todas. […] Os teólogos chamam isso de ‘o problema da teodiceia’: por que há o mal no mundo? Se Deus é absolutamente santo, porque há o mal no mundo? Essencialmente, esse é o questionamento: por que Ele não impediu antes de começar?”.

Na lógica adotada por MacArthur, o pecado foi permitido para que Deus nos revelasse outros atributos que até então não haviam sido manifestos até aquele momento: “A resposta geral é esta: porque Deus a permitiu comer do fruto, Deus permitiu o pecado vir ao mundo, de modo que no final Ele pudesse ser glorificado”, introduziu.

“Deus é um Deus de amor e Ele expressa esse amor em perfeição na trindade, Ele expressa esse amor para Adão e Eva quando passeava e falava com eles antes de pecarem, antes de ela comer o fruto. Então, Deus podia expressar Seu amor”, acrescentou.

Contrastes

Seguindo o raciocínio, MacArthur pontuou que “se nunca houvesse pecado, nunca haveria perdão, misericórdia, graça, não haveria compaixão, cura, restauração”, que são outros atributos de Deus que a Bíblia apresenta.

“Assim, para todo o sempre, os anjos nunca poderiam adorar a Deus por todos esses aspectos de Sua natureza. Então, Deus permite o mal para que Ele apresente Sua graça e misericórdia, e compaixão, porque esses também são atributos de Deus que só podem ser demonstrados através da resposta d’Ele ao pecado”, resumiu.

Ao final da argumentação, o pastor adicionou outra razão para que Ele permitisse a entrada do pecado no mundo: “O fato de Deus ser santo e justo. Ele nunca poderia mostrar o que estes atributos significam a menos que houvesse pecadores para julgar. Então, seja pelo julgamento do pecado, ou pela salvação do pecado, o fato do pecador existir permite que Deus demonstre eternamente a glória de toda a variedade de Seus atributos”, finalizou.

Nos comentários do vídeo, muitos usuários da rede social expressaram discordância do argumento usado pelo pastor, mas um usuário resumiu a conceituação fazendo comparações: “Não há luz sem o contraste com a escuridão, não há cor sem o contraste com o preto e branco, não há som sem o contraste com o silêncio, não há destaques e definições de características específicas sem que haja um contraste com algo oposto”.

Milhares se convertem após evangelista orar e parar tempestade

O ministério Cristo para Todas as Nações (CfaN) está testemunhando o poder de Deus em meio ao povo de Uganda, na África. Em suas semanas, com sete cruzadas evangelísticas realizadas, ao menos 80 mil pessoas foram alcançadas pelo Espírito Santo, segundo os missionários da organização como o evangelista Brady Liette.

As cruzadas foram realizadas nas cidades de Hoima, Lira, Busia, Kampala, Iganga, Gulu e Mbale entre os dias 11 e 23 de junho passado. Durante os eventos, a ação sobrenatural de Deus foi visível para o público.

Em uma delas, o evangelista Brady precisou orar para que Deus parasse uma tempestade local, a fim de que o culto pudesse ter continuidade. “Eu me virei e repreendi as nuvens e a chuva”, disse ele.

“Pedi a todas as pessoas que repreendessem o vento e a chuva com nossa equipe. Quando comecei a pregar, as nuvens escuras da tempestade pararam. A chuva parou. O vento cessou. Preguei o Evangelho e quando fizemos o apelo, milhares levantaram as mãos”, testemunhou o missionário.

Derrota da bruxaria

Na cidade de Hoima o destaque ficou sobre o agir de Deus em uma região conhecida pela prática da bruxaria. Em vez de resistência, muitos reconheceram que tinham sede pela verdade, vindo a se converter.

“Quando oramos pelo batismo do Espírito Santo sobre a multidão, um rugido poderoso irrompeu do campo enquanto as pessoas eram preenchidas pelo poder de Deus, tanto os jovens quanto os velhos”, contou o evangelista Alejandro Escobar.

Assim como nos tempos bíblicos, onde os sinais miraculosos eram realizados para testemunho do poder de Deus especialmente aos mais simples, não foi diferente em Hoima, onde o Espírito Santo também realizou maravilhas.

“Muitos foram libertos da opressão demoníaca enquanto muitos outros foram instantaneamente curados de suas doenças”, concluiu o evangelista, segundo informações do site oficial do ministério.

Batistas emitem nota sobre atentado contra Trump: “Afronta”

O atentado sofrido pelo ex-presidente Donald Trump no último sábado (13) chocou o mundo, chamando a atenção não apenas do meio político, mas também do religioso. Líderes políticos e também evangélicos se solidarizaram com o atual candidato à Presidência da Casa Branca, e mais recentemente uma nota foi emitida com esse objetivo.

A nota foi emitida pela Comissão de Vida Cristã dos Batistas do Texas, que lembrou ainda da morte do bombeiro Corey Comperatore, que estava na plateia durante o comício feito na Pensilvânia, e acabou sendo atingido por um dos oito tiros disparados por Thomas Matthew Crooks, o criminoso de 20 anos responsável pelo ataque.

“O assassinato de pelo menos um participante do comício e a tentativa de assassinato do ex-presidente são um ataque à imagem de Deus, e a violência armada está em oposição direta aos valores pró-vida dos batistas do Texas”, diz o comunicado.

Para os líderes batistas, não há dúvidas de que o atentado contra Trump foi um ataque direto à democracia americana. “O CLC condena inequivocamente todos os atos de violência política como uma afronta à democracia e à nossa nação”, diz o texto, segundo o Baptist Standard.

Unidade nas diferenças

Os líderes batistas também fizeram um apelo por união, lembrando que as diferenças políticas não devem ser motivo de violência. “Este momento é um lembrete da sacralidade de toda a vida humana e que temos mais em comum do que aquilo que nos divide. Convidamos os batistas do Texas a orar pela cura em nossa nação”, diz a nota.

Trump, que foi atingido de raspão na orelha por um tiro, encontra-se fora de perigo e já de volta à campanha eleitoral. Ele também recebeu o apoio de um dos líderes evangélicos mais influentes dos Estados Unidos, o evangelista Franklin Graham.

Por meio das redes sociais, Graham pediu orações pelo candidato à Presidência dos EUA. “Ele é um homem incrível e dá crédito somente a Deus por salvar sua vida”, escreveu o pastor. Veja também:

Trump atribui sua vida a Deus e diz que a união é vital para ‘impedir que o mal vença’

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Tempo de qualidade é condição para casamento feliz, diz terapeuta

O número de divórcios entre os cristãos aumentou nos últimos anos, em boa parte devido ao contexto cultural de liberalismo moral. Por outro lado, algumas questões são de natureza pessoal e envolvem, por exemplo, o tempo de qualidade no casamento e o exercício da gratidão. É no que acredita o pastor e teoterapeuta Valcelí Leite.

Com quase 30 anos de ministério, Valcelí lançou um livro pela Editora New Naipe, visando ajudar casais a encontrar, em Deus, a ajuda necessária para cultivar um casamento saudável e próspero.

“Como Cultivar seu Casamento” é o título da obra de quase 100 páginas, onde uma série de experiências do teoterapeuta são trazidas na forma de orientações e dicas para os interessados no assunto.

“Como terapeuta de casais e famílias, sempre tive grande satisfação em ver famílias restauradas. Ao longo dos anos, observei que, após cada sessão, muitos casais conseguiam superar suas dificuldades, romper barreiras de orgulho e buscar a restauração de seus relacionamentos”, disse ele ao Guiame.

Com 57 anos, casado, pai e avô, Valcelí Leite disse que o objetivo do livro é ensinar que a Palavra de Deus é uma “bússola” para o casamento, desde que entendida corretamente e aplicada aos desafios cotidianos, muitos dos quais típicos da vida moderna.

Duas condições

A dedicação do tempo de qualidade é uma das condições fundamentais para um casamento saudável, segundo o pastor. “Gary Chapman, autor de ‘As Cinco Linguagens do Amor’, enfatiza a importância de dedicar tempo exclusivo ao parceiro, livre de distrações como celular, seriados e filmes”, explica ele.

“Atividades simples, como caminhadas ou conversas significativas durante uma refeição, podem fazer uma grande diferença na reconexão e fortalecimento do vínculo conjugal”, ressalta o teoterapeuta.

De forma semelhante, a gratidão é outra condição fundamental para o sucesso no casamento bíblico. Algo que, apesar de parecer simples, tem sido negligenciado em muitos lares.

“John Gottman, um renomado pesquisador de relacionamentos, descobriu que a apreciação e a gratidão são fundamentais para um casamento saudável. Demonstrar alegria pelas pequenas coisas que o cônjuge faz fortalece a conexão emocional e cria um ambiente positivo e acolhedor”, conclui Valcelí.

Atriz de Pantera Negra: Deus é louvado pelos filmes cristãos

A popularidade dos filmes cristãos tem aumentado nos últimos anos, com produções cada vez mais requintadas. No entanto, para a atriz de Pantera Negra, Letitia Wright, o povo de Deus ainda tem muito o que aprender para atuar de forma mais contundente neste segmento.

Em sua participação no “The Relevant Podcast”, Letitia questionou a qualidade de boa parte das produções cristãs, chamando atenção para a necessidade de um olhar mais cuidadoso.

“Nunca encontrei filmes que parecessem predominantemente supercristãos e que fossem bons”, disse a atriz. “Eles foram mal executados. E isso é uma pena porque todos nós carregamos o Espírito Santo. E então eu me pergunto: ‘Por que o filme é assim?’”.

Para louvar a Deus

A atriz de Pantera Negra lembrou que a cobrança por maior qualidade não é mera exigência, mas uma condição para que outras pessoas sejam impactadas e, consequentemente, louvem a Deus através dos filmes, séries e outros conteúdos cristãos.

Ela citou como exemplo a série The Chosen, um sucesso mundial que atraiu mais de meio bilhão de espectadores no mundo. “Ele [Dallas Jenkins] fez isso com excelência absoluta e tem muitos seguidores”, lembra Letitia.

A atriz de Pantera Negra, por outro lado, acredita que já está havendo uma preocupação maior com relação à qualidade das produções cristãs, o que sinaliza uma evolução no segmento.

“O que sinto que está acontecendo entre os cineastas centrados na fé é a produção de um conteúdo significativo com excelência cinematográfica. E então Deus é glorificado por isso”, disse ela.

“Porque honestamente, se você faz algo que é uma porcaria, ninguém quer ver. Mas se alguém disser: ‘Isso é lindo, e é cristão’. Eu quero ver”, completou a atriz, que tem usado a sua fama, também, para testemunhar sobre o amor de Deus em sua vida. Saiba mais na matéria abaixo:

Letitia Wright, atriz de ‘Pantera Negra’ diz que foi constrangida a ‘parar de falar de Jesus’

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Solidão virou ameaça à saúde e a Igreja pode ser a solução

Apesar do mundo estar mais consciente sobre a importância da saúde mental, o número de adoecimentos nesse campo tem se multiplicado assustadoramente, sendo a solidão uma das condições mais preocupantes, segundo uma avaliação do médico psiquiatra dr. Daniel Amem.

O dr. Daniel endossou uma declaração feita pelo cirurgião Vivek Murthy, feita à emissora ABC News, onde ele disse acreditar que a solidão, atualmente, constitui um problema maior até mesmo do que a obesidade, tendo um potencial de adoecimento semelhante ao de quem fuma 15 cigarros por dia.

Quem enfrenta a solidão, segundo o especialista, possui maior risco de desenvolver problemas como depressão e ansiedade, além de ideação suicida.

“Esta é uma questão com a qual muitas pessoas lutam nas sombras porque se sentem envergonhadas. E isso também era verdade para mim”, disse Vivek. De acordo com o cirurgião, ele mesmo conseguiu evitar esse problema ao ser alertado pela esposa, que estava preocupada com o seu isolamento social.

Jovens afetados

Para o dr. Daniel, os jovens são os mais afetados pela solidão atualmente. Isso se deve, em parte, à virtualização das relações. Isto é: a substituição dos relacionamentos físicos pelos virtuais.

“Eu realmente acredito que estamos no início de uma onda de problemas cerebrais e de saúde mental em jovens, e é porque estamos mais desconectados do que nunca, desconectados de nossas próprias famílias, porque quando as pessoas estão juntas, seus rostos estão enterrados em seus aparelhos”, alerta Daniel.

O psiquiatra conclui dizendo que a Igreja pode ser o melhor ambiente para se combater a solidão, tendo em vista a socialização que ela proporciona. O médico, então, recomenda o envolvimento com o meio religioso em geral.

“Envolva-se. Envolva-se com grupos”, disse ele, lembrando que isso se tornou ainda mais urgente após a pandemia do novo coronavírus. “Temos de voltar. E realmente, não há melhor lugar para resolvê-lo do que a igreja”, conclui o psiquiatra, segundo a CBN News.

EUA: Will Smith lança música gospel e fica entre os mais ouvidos

O ator e comediante Will Smith, considerado um dos nomes mais badalados do cinema mundial, resolveu dar mais um passo em sua carreira musical, onde também já atuava como rapper, mas dessa vez no segmento cristão, lançando a sua primeira música gospel.

De acordo com o ator, a música foi composta parcialmente por ele próprio e retrata parte da sua vida com Deus. Vindo de uma família com tradição batista, o artista resolveu colocar na canção parte das suas experiências de fé.

Chamada “You Can Make It”, a música gospel lançada por Will Smith se tornou de conhecimento público no último dia 28 e em poucos dias já alcançou o 3º lugar da parada Hot Gospel Songs, além de se posicionar em 23º na Hot Christian Songs, segundo informações da CNN.

A canção fala sobre a importância de não desistir diante das dificuldades da vida, fazendo alusão com a tempestade como símbolo dos desafios pelos quais o ser humano deve atravessar.

“Eu estava realmente falando comigo mesmo. Ver tantas pessoas ressoando com a intenção me dá uma clara Estrela do Norte para este próximo capítulo da minha vida criativa”, disse o ator durante uma entrevista a Billboard.

Influência

Ao comentar a música em uma publicação dirigida ao público, Will Smith disse que o seu desejo é fazer com que a letra influencie pessoas, positivamente, inspirando-as a não desistir de lutar para vencer os seus problemas.

“Em alguns dos meus momentos mais sombrios, a música sempre esteve lá para mim, para me levantar e me ajudar a crescer. É meu humilde desejo que ela possa fazer o mesmo por você e lhe trazer toda a alegria e luz que você merece”, ressaltou o ator.

A música de Will Smith também contou com a participação especial do coral Friday and Sunday Service Choir. Escute e assista no clipe, abaixo:

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