Jogador diz que seu sucesso é 'para espalhar o amor de Jesus'

Pedir ajuda a Deus para ter sucesso na vida é algo que todos fazem, praticamente. Agradecê-lo e dar testemunho de fé publicamente após a conquista, porém, nem todos se lembram de fazer. O jogador Jake Bates, contudo, não está na lista dos esquecidos.

Jake Bates, jogador de futebol americano da National Football League (NFL), onde atua pelo time Detroit, chegou à duvidar se atualmente estaria no topo da liga mais importante do esporte em seu país.

Isso, porque, há apenas 18 meses atrás, Bates trabalhava como vendedor de tijolos na Acme Brick, em Houston. Após ter uma oportunidade de jogar pelo Lions, contudo, o seu sucesso foi meteórico, pois conseguiu fazer seu time vencer com chutes que colocaram o clube na liderança das disputas.

“Isso só mostra o quão bom o Senhor é”, disse Bates à NBC. “Ele é tão fiel. Minha história é, se algo, espero que as pessoas possam ver Jesus através da minha história”, disse ele, segundo a Crosswalk.

O propósito do seu sucesso, agora, é glorificar a Deus. “Acho que estou aqui para fazer isso – não para acertar ou errar, ou ser um bom ou mau kicker, mas para espalhar o amor de Jesus. Então, espero poder fazer isso no palco que me foi dado”, disse ele.

Providência

Para Jake Bates, a sua ascensão repentina no esporte é uma prova de que Deus está no controle da sua vida, mesmo quando as coisas parecem não estar dando certo. “Eu estava trabalhando como vendedor de tijolos em Houston. Achei que o sonho tinha acabado”, lembra o jogador.

“Isso também me faz olhar para trás e pensar em como o Senhor tem sido bom na minha vida e nas portas que Ele abriu e fechou para me levar até aqui – e para me colocar em uma situação tão boa com essa comissão técnica, essa diretoria e esses companheiros de equipe”, concluiu. Assista:

After kicking the game-winning field goal, Detroit Lions kicker Jake Bates publicly gives all of the glory to Jesus on live TV!

Bold, courageous and unashamed. This is a great example for the rest of us Christians in America. 🙏🏻❤️ pic.twitter.com/g5b5bxOMTV

— Heidi St. John (@heidistjohn) November 11, 2024

Regis Danese lamenta a morte do filho de J. Neto

Uma notícia de muita tristeza abalou o meio evangélico na última quinta-feira (14), quando foi noticiada a morte do filho de J. Neto, um adolescente de apenas 15 anos. De acordo com informações preliminares, o jovem chamado Miguel Azevedo lutava contra uma grave depressão.

Personalidades do mundo gospel, como o cantor Resis Danese, reagiram em solidariedade ao cantor gospel e sua família, prestando condolências e externando o desejo para que Deus traga consolo em meio à dor.

“Não consigo expressar em palavras a dor dessa família, até porque minhas palavras não são suficientes para trazer o consolo que eles necessitam, só o Espírito Santo pode trazer o consolo. Força J. Neto!”, disse Danese à revista Contigo, segundo o portal Terra.

Membro do hall da fama da música cristã nacional, J. Neto estava em São Paulo quando recebeu a notícia, o que lhe fez retornar para o Rio de Janeiro, onde morava com o filho.

Para a mãe de Miguel, que é divorciada de J. Neto, o fato do cantor não ter estado no Rio no momento da morte do filho foi importante, pois isso poderia ter lhe causado um impacto emocional fatal, tendo em vista que ele sofreu um infarto há cerca de um mês.

“Deus retirou [ele] do Rio de Janeiro para não errar no dia do falecimento do filho. Ele fatalmente estaria morto, porque acabou de sofrer um enfarto, há 30 dias, e está em recuperação”, disse ela, segundo o Metrópoles.

Ajuda necessária

Segundo o perfil Assembleianos de Valor, no Instagram, Miguel Azevedo tirou a própria vida. A informação oficial sobre a causa da morte do filho de J. Neto, contudo, ainda não foi divulgada pela família.

O velório de Miguel Azevedo ocorreu às 9h da manhã de hoje, e seu sepultamento foi às 13h no cemitério jardim da saudade em Guapemirim/RJ.

Se você passa por um momento de dificuldade emocional e tem ideação suicida, procure ajuda, por exemplo, ligando para o Centro de Valorização da Vida (CVV) através do número 188. O atendimento é gratuito e está disponível 24h.

Pastor aponta ataque à família em nova Resolução do MEC

Um dos principais alvos da atenção dos líderes cristãos, no Brasil, é o ensino nas escolas públicas do país, o que não é por acaso. Sob o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma nova Resolução do MEC publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última quinta-feira (14) é um claro exemplo disso.

Isto, porque, a Resolução nº 2, do Ministério da Educação (MEC), estabelece novas diretrizes para a educação em todo o Ensino Médio do Brasil, sendo uma delas a valorização da “identidade de gênero”.

Na prática, a medida atual revoga a Resolução CNE/CEB nº 3, de 21 de novembro de 2018, que está vigente até então, mas que será substituída a partir do próximo dia 2 de dezembro, quando a nova Resolução entrar em vigor.

Ponto crítico

Para o pastor Lourenço Stelio Rega, que além de mestre em Teologia também é mestre em Educação, o ponto crítico sobre a nova Resolução do MEC está em dois incisos contidos no artigo 37 do texto, o qual reproduzimos abaixo, com destaque nosso:

V – o comportamento ético, como ponto de partida para o reconhecimento dos direitos humanos e da cidadania, e para a prática de um humanismo contemporâneo expresso pelo reconhecimento, respeito e acolhimento da identidade do outro e pela incorporação da solidariedade

XIV – a valorização e promoção dos direitos humanos mediante temas relativos a gênero, identidade de gênero, raça e etnia, religião, orientação sexual, pessoas com deficiência, entre outros, bem como práticas que contribuam para a igualdade e para o enfrentamento de todas as formas de preconceito, discriminação e violência sob todas as formas

Além do texto trazer o conceito ideológico de “identidade de gênero”, que não possui consenso acadêmico justamente por ser fruto da ideologia de gênero, para Rega a Resolução também não contempla a família como instituição máxima no reconhecimento e formação da identidade humana.

“Essa norma caracteriza a agenda do atual governo brasileiro, que é a desmobilização da família e o incentivo à autonomia ampla, total e irrestrita do adolescente, do jovem e da criança”, disse ele, segundo a Revista Comunhão.

O pastor conclui dizendo que a nova Resolução do MEC menospreza, em outras palavras, o lugar da família sobre a formação humana, algo que deve servir de alerta para os cristãos..

“Esta é uma agenda mundial, de descaracterizar a atuação da família como agente participante na formação do jovem, do adolescente e da criança, tornando a família apenas como mantenedora, sustentadora e protetora, mas não aquela que participa da formação emocional e de valores”, conclui.

‘Branca de Neve’: atriz pede perdão a conservadores após boicote

A vitória nas urnas de Donald Trump levou a atriz Rachel Zegler a dizer que desejava que os conservadores dos Estados Unidos “nunca conheçam a paz”. Em reação, um boicote ao filme Branca de Neve foi articulado, e rapidamente a artista se pronunciou pedindo perdão.

O destempero de Rachel Zegler foi demonstrado em suas reações negativas após o anúncio da vitória do ex-presidente Donald Trump, que retorna à Casa Branca em janeiro de 2025.

“Fico sem palavras no meio disso. Mais quatro anos de ódio, nos inclinando para um mundo em que não quero viver. Nos inclinando para um mundo em que será difícil criar minha filha. Há uma doença profunda neste país… demonstrada na grande quantidade de pessoas que se manifestaram por este homem que ameaça nossa democracia”, escreveu a atriz nos Stories do Instagram.

Ironicamente, após acusar os conservadores de propagarem ódio, ela disse: “Que os apoiadores de Trump, os eleitores de Trump e o próprio Trump nunca conheçam a paz”.

De acordo com informações do portal NY Post, a influenciadora conservadora Megyn Kelly relembrou que a Disney, produtora do novo filme de Rachel, demitiu a atriz Gina Carano por um comentário político em 2021, e organizou um boicote a Branca de Neve, que será lançado no próximo ano.

“Olá, Disney! Você vai ter que refazer seu filme de novo, porque essa mulher é uma porca. Vocês demitiram Gina Carano por muito menos do que esse absurdo”, protestou Kelly.

Diante da possibilidade de atrair o boicote da maioria da população dos EUA – demonstrada nas urnas – a atriz se apressou em pedir perdão. O filme custou mais de US$ 168 milhões, e projeções feitas pela imprensa apontam que a necessidade de arrecadação na bilheteria é de US$ 336,4 milhões para que a Disney não fique no prejuízo.

“Deixei minhas emoções tomarem conta de mim. O ódio e a raiva nos fizeram nos afastar cada vez mais da paz e da compreensão, e lamento ter contribuído para o discurso negativo. Esta semana foi emocionante para muitos de nós, mas acredito firmemente que todos têm direito à sua opinião, mesmo quando ela difere da minha”, escreveu Rachel Zegler.

“Estou comprometida em contribuir positivamente para um amanhã melhor”, finalizou a atriz militante da cultura woke.

Filha de pastor, ex-modelo conta como abandonou Only Fans

Filha de pastor e desviada, em seu primeiro mês no OnlyFans Nala Ray ganhou US$ 87 mil. Enquanto vendeu o corpo, a ex-modelo arrecadou US$ 14 milhões. Mas isso lhe custou tudo e só depois de se render a Cristo e ser batizada nas águas reencontrou paz.

Nala Ray participou de um podcast com o rapper Lecrae e falou sobre sua decisão de se render a Cristo e se afastar da indústria pornográfica após conhecer o homem que se tornaria seu marido, Jordan Giordano, um crente devoto.

A mudança de Nala da pornografia para o cristianismo foi rápida: em março ela virou manchete após anunciar sua experiência de conversão. Antes de lançar sua própria conta OnlyFans em 2020, ela trabalhou como atendente em uma clínica ortopédica, e o mundo da pornografia foi uma forma de acesso rápido a muito dinheiro.

Abuso

Na entrevista, Nala contou que aos 13 anos, foi molestada por um adolescente mais velho — um incidente horrível que ocorreu em meio a uma série de circunstâncias trágicas, como a perda de “tudo” que sua família tinha após um tornado destruir a casa em que viviam no Missouri.

Mais tarde, seus pais se divorciaram e seu pai — um ex-pastor — se mudou para o México antes que o casal finalmente se reunisse. Ela explicou a Lecrae que seu pai passou por “três divisões consecutivas na igreja” e agora está enfrentando “uma sentença de prisão”, embora a influenciadora não tenha revelado o motivo.

Embora ela tenha sido criada na igreja, sua vida familiar tumultuada e a percepção que seus pais a “impuseram” a religião foram fatores que a levaram à rebeldia. Paralelamente a isso, a acolhida de seus pais a um adolescente para morar com eles resultou no abuso sexual, o que serviu para que ela tivesse uma visão distorcida da sexualidade.

Os anos em que se dedicou a produzir conteúdo explícito a levaram a ficar “muito insensível” emocionalmente. Para piorar, seu pai – já fora do ministério – tentou demove-la da ideia de abandonar o Only Fans, porque com esse dinheiro ela o ajudava.

Dinheiro

O rapper Lecrae perguntou qual foi a “armadilha” que a levou ao OnlyFans, e a jovem de 26 anos disse que não foi a oportunidade de se exibir, mas sim as conquistas financeiras:

“O dinheiro é a armadilha. Nosso vício em pornografia na América é ridículo… e piorou muito por causa do OnlyFans. Você é literalmente um fantoche de cafetão, e seus cafetões são seus assinantes”, declarou.

Embora Nala Ray tenha acumulado uma riqueza material incrível — morando em uma casa luxuosa, dirigindo carros luxuosos e vestindo roupas de grife exclusivas — o custo foi alto:“Tem o preço da sua alma [e] as pessoas nunca ouvem o vazio de tudo isso”.

A fachada de felicidade começou a ruir quando ela conheceu Giordano — um influenciador cristão — no TikTok. Ele não sabia quem ela era, muito menos o OnlyFans, e isso permitiu que eles fizessem uma amizade sem interesses.

“Ele começou a me enviar versículos da Bíblia, me enviava conteúdo cristão. Eu estava tipo, ‘Cara, vamos lá. Você acha que eu vou assistir isso?’ Mas então ele me enviou um vídeo, dizendo ‘Eu sei que você pode não querer ouvir isso, mas Deus te ama muito e você vale muito a pena. O que você está fazendo não é certo’. [Ele] me chamou para fora, chamou meu pecado para fora. Fiquei tão na defensiva. […] Eu estava tipo ‘Como você ousa me julgar?’ Era isso que eu sentia que era. […] Mas ele não estava me julgando nem um pouco; ele estava me amando”.

“Eu entendo isso agora, mas, em dezembro [passado], eu não entendia isso”, ela afirmou, dizendo a Lecrae que eles se conheceram no final de setembro e começaram a namorar em janeiro, depois que ela se rendeu a Cristo: “Ele não namoraria comigo até que eu entregasse minha vida a Cristo”, destacou, acrescentando que hoje eles estão casados, de acordo com informações da CBN News.

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Cristina Mel sugere que igrejas usem 'música da Reforma' na EBD

Membro do hall da fama da música gospel nacional, a cantora Cristina Mel voltou à utilizar as redes sociais para destacar o lançamento da canção “Em Missão de Amor”, lançada em outubro passado em homenagem à Reforma Protestante.

Dessa vez, porém, a artista focou no aspecto doutrinário da canção, frisando que ela pode ser utilizada como uma ferramenta de ensino para a formação de crianças na Escola Bíblica Dominical, também chamada de “EBD”.

“Atenção! Professores da escolinha bíblica dominical, líderes de crianças em geral, minha nova canção ‘Em Missão de Amor’ pode ser tema da sua festividade, congresso …. Uma música que não só fala da Reforma Protestante, mas nos ensina a amar, respeitar e obedecer a palavras, que é a verdade que liberta!”, comentou Cristina Mel.

Formação sólida

Muito embora a canção de Cristina Mel, composta por  Abdi Saddai, se chame “Em Missão de Amor”, ela pode ser facilmente apelidada como a música da Reforma Protestante para o público infantil, tendo em vista que explora as 95 teses do reformador Martinho Lutero.

Disponível em todas as plataformas de música nas versões VOZ e PLAYBACK, a canção tem por objetivo destacar os cinco grandes pontos da Reforma Protestante, conhecidos também como os cinco solas, que são  “somente a Escritura”, “somente a Fé”, “somente a Graça”, “somente Cristo” e, por fim, “glória somente a Deus”.

Seguidores de Cristina Mel elogiaram o seu novo lançamento, com alguns destacando a importância da utilização da música da Reforma como ferramenta educativa para o público infantil.

“Cristina sempre trazendo temas bíblicos, assuntos relevantes e muito conhecimento através das canções infantis. Não se limita apenas as dancinhas (nada contra), mas se compromete com o ensino”, comentou um internauta no Instagram. Assista o clipe da canção, abaixo:

Pastor batista será o embaixador dos EUA em Israel, diz Trump

O novo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, fez mais um comunicado que reflete a sua nova gestão, agora ainda mais focada na defesa das liberdades individuais e dos valores judaico-cristãos. Trata-se da nomeação do pastor batista Mike Huckabee como embaixador dos Estados Unidos em Israel.

A escolha do pastor Huckabee, agora, não é por acaso. Em um momento onde ataques antissemitas têm se espalhado pelo mundo, Donald Trump resolveu investir em um nome que possui um longo histórico de atuação em defesa de Israel.

“Mike tem sido um grande servidor público, governador [do Arkansas] e líder na fé por muitos anos”, disse Trump em seu comunicado. “Ele ama Israel, e o povo de Israel, e também o povo de Israel o ama. Mike vai trabalhar incansavelmente para trazer a paz no Oriente Médio!”.

Ao longo dos últimos 50 anos, o pastor Huckabee adotou uma postura irredutível em defesa dos interesses de Israel, condenando o antissemitismo e as narrativas contrárias ao Estado judeu propagadas por boa parte da imprensa internacional.

Elogio de Franklin Graham

Herdeiro do legado evangelístico de Billy Graham, o evangelista Franklin Graham elogiou a escolha de Donald Trump para a Embaixada Americana no Oriente Médio, destacando o bom relacionamento do pastor com os israelenses.

“Parabéns a [Huckabee] por sua nomeação por [Trump] para servir como embaixador dos EUA em Israel. Os Huckabees amam Israel e serão uma grande bênção para o povo daquele país e representarão bem a América”, postou o evangelista nas redes sociais.

Lembrando que a sua primeira visita ao Estado judeu foi em 1973, para onde já foi mais de 100 vezes ao longo dos anos, o pastor Huckabee agradeceu a Trump pela nomeação, dizendo que “será um privilégio servir meu país e meu presidente neste papel”, segundo informações do Christian Post.

Esgotamento no ministério é uma realidade crescente, alerta pastor

O esgotamento físico e mental entre líderes do ministério pastoral já não é uma novidade, mas sim uma realidade crescente, segundo o pastor inglês Peter Mead, que possui um doutorado na área pelo Seminário Teológico Gordon-Conwell.

Em um artigo publicado em seu site pessoal, Mead refletiu sobre o motivo pelo qual um número cada vez maior de pastores estão tendo colapso mental. Para o autor, vários fatores têm contribuído para isso.

O primeiro seria justamente a ideia errônea de que os pastores não estão sujeitos ao esgotamento. Diferentemente de outras pessoas, segundo Mead, o público espera que os líderes do ministério sempre estejam dispostos e fortes o suficiente para cuidar do rebanho.

Desse modo, os pastores “sentem que não devem recorrer à medicação [mesmo quando precisam], também que a igreja sofrerá se pararem de fazer o seu trabalho por um tempo”.

“Muitas pessoas no ministério carregam tensões na vida que nós, humanos, não somos criados para carregar sozinhos”, diz ele. “Quando uma igreja está cheia de divisões e tensões, isso pode ser óbvio. Quando um membro da família está sofrendo de uma doença grave”, exemplifica.

Outros fatores envolvem conflitos familiares, problemas financeiros que não são conversados abertamente com a igreja, desafios conjugais e a autocobrança por um desempenho sempre a altura das expectativas dos outros.

“Qualquer um destes pode pesar sobre a alma do ministro e tornar-se metade de uma tempestade perfeita”, diz Mead, destacando que o colapso mental e o esgotamento, geralmente, ocorrem quando há uma combinação de vários fatores ao mesmo tempo.

Ou seja, quando o ministro, além de cuidar da sua igreja, precisa gerenciar múltiplos problemas pessoais, geralmente sozinhos.

Cultura do “cancelamento”

Segundo Mead, um dos fatores modernos é a cultura do cancelamento, onde os ministros são expostos com muita facilidade, e consequentemente julgados de forma precipitada.

Segundo o autor, isso é reflexo da “ansiedade de uma cultura que não precisa mais esperar por um erro para atacar”, pois primeiro se preocupa em criticar. A necessidade de adaptação contínua aos desafios da geração atual é outro fator preponderante sobre o esgotamento dos ministros.

“À medida que avançamos, estamos agora em um mundo diferente e dividido. Muitos no ministério estão vivendo com alguma combinação de ansiedade e raiva subjacentes (nas injustiças que são sinalizadas ou suprimidas, a falta de transparência sobre a tomada de decisões pandêmicas, a aparente desintegração das liberdades civis nos países ocidentais, etc.)”, diz Mead.

“Nós estamos ministrando em um contexto que está se tornando cada vez mais antagônico à fé cristã, com o aumento dos controles sobre informação, comunicação, pensamento, etc.”, continua o autor, segundo o Evangelical Focus.

Para Mead, por fim, os cristãos em geral precisam ser proativos, tendo a consciência de que os ministros não devem estar sozinhos em suas dificuldades, e que também precisam ser compreendidos nas suas necessidades emocionais, psicológicas e sociais, como qualquer outro ser humano.

“Se você suspeitar que seu pastor está carregando ansiedade, tensão ou até mesmo raiva, então seja proativo. Ore por eles, mas também fale com eles. Certifique-se de que eles não estão carregando fardos sozinhos. Eles tendem a estar sempre prontos para desenhar ao lado dos outros nos desafios da vida. Certifique-se de que alguém desenhe ao lado deles também”, conclui.

Morre aos 15 anos Miguel Azevedo, filho do cantor gospel J. Neto

O perfil oficial de José Clementino de Azevedo Neto, mais conhecido como J. Neto, anunciou a morte precoce de Miguel Azevedo, o filho de apenas 15 anos do famoso cantor gospel brasileiro.

O artista que é considerado uma das vozes mais icônicas do gospel nacional estava em São Paulo quando recebeu a notícia, e retornou para a sua casa no Rio de Janeiro.

“É com um profundo pesar que anunciamos o falecimento de Miguel Azevedo, filho do cantor J. Neto. Que Deus venha confortar a família e os amigos neste momento de dor”, comunicou a gravadora de J. Neto, a Maximus Records.

Em seu comunicado, a empresa lembrou da esperança depositada no reencontro eterno, possível somente através da fé em Deus. “Que a certeza da vida eterna e a promessa de reencontro com Cristo em breve, tragam paz e esperança”, escreveu a gravadora.

Reações

Artistas famosos do meio gospel prestaram condolências ao colega J. Neto. “Que o consolo do Senhor venha sobre toda família nesse momento de dor”, comentou a cantora Cassiane, em reação ao comunicado da gravadora.

“Meus sentimentos! Que Deus console o coração desses pais”, postou Eyshila, enquanto Rose Nascimento desejou “que o Espírito Santo de Deus console o coração da família e amigos”.

Seguidores de J. Neto também prestaram luto pela morte do seu filho. “O sono da morte não é o fim da história. Na tumba, Jesus disse a Marta, irmão de Lázaro: ‘Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá’”, comentou um perfil, citando a passagem encontrada em João 11:25.

Causa da morte

A verdadeira causa da morte do filho de J. Neto não foi anunciada oficialmente. O perfil Assembleianos de Valor, contudo, disse ter tido acesso à informação de que a morte de Miguel Azevedo foi por suicídio, em decorrência de uma grave depressão.

Nicodemus: 'É erro associar dom de línguas ao batismo no Espírito'

“Na sua opinião, por que o dom de línguas estranhas é tão requisitado pelos evangélicos?.” Esta foi a pergunta que o pastor Augustus Nicodemus Lopes, líder da Esperança Bible Presbyterian Church, em Orlando (Flórida, EUA), respondeu em seu perfil no Instagram.

Em sua resposta, o líder religioso não tratou da natureza específica do dom de línguas, como se ele teve ou não continuidade após o evento de Pentecostes, segundo o Novo Testamento.

Nicodemus apenas explicou que, no seu entender, essa aparente busca pelo dom de línguas e uma consequência da associação desse fenômeno ao batismo no Espírito Santo, algo muito difundido entre os pentecostais.

Isso, porque, para os pentecostais o batismo no Espírito Santo se diferencia do batismo nas águas, sendo um evento diferente que, em outros termos, caracteriza um tipo de revestimento espiritual mais profundo com Deus.

Mas, para Nicodemus e outros evangélicos de vertente tradicional, o batismo do cristão é um só, sendo todos os salvos por Cristo igualmente batizados com o Espírito Santo.

“Todos os que creem no Senhor Jesus são batizados no Espírito Santo, mas nem todos falam em línguas”, comentou o pastor.

Para fundamentar a sua explicação, o reverendo citou como exemplo a passagem bíblica de 1 Coríntios 12:12-13, onde está escrito o seguinte:

“Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.”

Seguidores do pastor reagiram ao seu comentário, com alguns destacando que a grande característica da presença de Deus na vida do cristão batizado não é o dom de línguas, mas os frutos do seu arrependimento e fidelidade ao Senhor Jesus. Assista: