Pastores criticam Felipe Neto por reagir contra André Fernandes

A disputa eleitoral este ano, no Brasil, tem se mostrado mais favorável para a direita, conforme demonstraram os resultados do primeiro turno, algo também visto em regiões historicamente dominadas pela esquerda, como em Fortaleza, no Ceará.

Na capital cearense, o candidato bolsonarista André Fernandes (PL) aparece à frente do petista Evandro Leitão (PT) na disputa pela Prefeitura. Isso tem acirrado os ânimos no mundo político e dos famosos, fazendo com que figuras como o influenciador Felipe Neto saiam em campanha pelos candidatos da esquerda nacional, indicando a preocupação desses nomes com a decadência das candidaturas esquerdistas.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais dias atrás, Felipe Neto atacou o evangélico André Fernandes, dizendo que ele representaria a política “do ódio” e que, apesar de ser especialista em gestão pública, tendo sido deputado estadual e atualmente exercer o mandato federal, não teria “experiência” para assumir a Prefeitura de Fortaleza.

“A ameaça bolsonarista, ela está viva. Ela coloca em risco as conquistas sociais, principalmente da população mais humilde”, alegou o influenciador, dizendo que Fernandes “se vende como novidade, mas ele é o puro suco da velha política.”

Reações

A preocupação de Felipe Neto com a campanha em Fortaleza chamou a atenção dos pastores e autores cearenses Pedro Pamplona e Yago Martins, que utilizaram as redes sociais para questionar a motivação do influenciador perante um cenário do qual não tem propriedade.

“De repente parte da elite intelectual do Sudeste querendo dizer, sem conhecer o contexto da cidade, como o fortalezense deve votar”, comentou Pamplona. “De repente a esquerda caviar do Sudeste querendo mudar o voto da periferia do Nordeste”.

Yago Martins, por sua vez, lembrou que há décadas Fortaleza tem sido administrada por governos de esquerda, sendo André Fernandes, agora, visto por muitos como uma chance de alternativa e renovação necessárias para a capital do Ceará.

“Não entendo pq [sic] o Felipe Neto decidiu ser cabo eleitoral em uma cidade que ele não conhece. Eu, como nascido e criado em Fortaleza, a cidade que morei, moro e pretendo ser enterrado, vejo o André (com todos os seus defeitos) como alternância em décadas de prefeitos de esquerda”, comentou Yago.

Pastores criticam Felipe Neto por fazer campanha contra André Fernandes, no Ceará
Foto: reprodução/colagem/X

Max Lucado sobre Israel: É um privilégio viver no fim dos tempos

Considerado um dos autores cristãos mais produtivos do mundo, o pastor e teólogo Max Lucado lançou mais uma obra, dessa vez para tratar questões a respeito do “fim dos tempos”, algo que ainda causa preocupação em muita gente.

Em “O que acontece a seguir? Um guia do viajante através do fim desta era”, Max Lucado aborda temas como a relação do Estado de Israel com as profecias bíblicas. O tema ganhou força nos últimos anos e especialmente agora, com os israelenses na iminência de uma guerra contra o Irã.

Para o autor, a visão sobre o lugar de Israel nas profecias a respeito do fim dos tempos mudou a partir de 1948, quando foi criado o novo Estado judeu. Isso, porque, segundo ele, muitos teólogos do passado não acreditavam que isso seria possível, muito embora a Bíblia já tivesse previsto este acontecimento.

“Por centenas de anos, os pais da Igreja e os líderes eclesiásticos não conseguiam imaginar Israel sendo reconstituído como uma nação”, disse ele à emissora cristã CBN News.

“Consequentemente, muitas das profecias sobre Israel, relacionadas à reconstituição ou repovoamento de Israel como nação, foram interpretadas de forma alegórica e metafórica. Eles simplesmente não conseguiam visualizar isso. É claro que tudo isso mudou em maio de 1948″, completou Lucado.

Crise global

Para o autor, essa mudança fez com que os teólogos percebessem que sim, os acontecimentos envolvendo Israel, atualmente, possuem relação direta com o fim dos tempos, sendo os conflitos do Oriente Médio alguns dos sinais que apontam para isso.

“Consequentemente, nossa geração tem o privilégio de viver no final dos tempos, porque Israel agora é uma nação – e muitas das profecias que não poderiam ser cumpridas sem Israel como nação podem ser cumpridas [agora]”, diz ele.

Contudo, Lucado diz que os cristãos não devem se sentir ansiosos ou preocupados por causa disso, pois o fim dos tempos foi predito por Cristo. Outro motivo, também, se deve ao fato de que a Igreja será arrebatada antes do que muitos teólogos chamam de “A Grande Tribulação”.

O foto do cristão, segundo Max Lucado, deve estar na certeza de que o retorno de Jesus Cristo trará ordem de volta ao mundo, e tudo será novo.

“[Jesus] disse: ‘Não deixem que seus corações fiquem angustiados. Creiam em Deus; creiam também em mim. Na casa do meu Pai há muitas moradas.’ Ele continuou dizendo que voltaria para buscá-los e, assim, usou a promessa de Seu retorno como uma forma de aliviar a ansiedade e a tristeza deles”, concluiu.

Austrália: igrejas reagem a declínio e retomam evangelismo

Uma pesquisa demográfica recente mostrou que há um declínio da fé cristã na Austrália, mas as igrejas locais formaram uma rede para atuarem juntas no evangelismo e plantação de novas congregações.

O Censo Australiano de 2021 mostrou que menos da metade dos australianos (44%) se declaram cristãos, o que representa uma queda de 8% em relação ao censo de 2016.

Ao mesmo tempo, mais pessoas não se identificam com nenhuma religião: 10 milhões, o equivalente a um quarto da população do país.

“Os grupos etários mais jovens de pessoas na Austrália são mais propensos a não ter nenhuma afiliação religiosa ou manter outras crenças espirituais ou seculares. Esse afastamento da religião também é destacado pelo aumento de casamentos de celebrantes civis em vez de cerimônias religiosas, com a vasta maioria dos casamentos realizados por um celebrante civil”, diz um relatório sobre o censo.

Enquanto isso, outras religiões relevantes no mundo cresceram na Austrália, com um aumento de muçulmanos, hindus e budistas: “Enquanto as religiões cristãs na Austrália estão em lento declínio, tem havido um crescimento constante de outras religiões no país”, confirmou o relatório.

Apesar dos fatos aparentemente negativos do recente Censo, algumas igrejas e redes de igrejas na Austrália estão intensificando esforços para alcançar as pessoas com o Evangelho.

Uma rede de mais de 260 igrejas, chamada Reach Australia, está colocando em prática um plano alcançar os australianos com o Evangelho. Na conferência nacional da rede em maio, Derek Hanna, diretor da Plant e um defensor de líderes de igrejas focados no Evangelho, abordou a questão de manter uma perspectiva consistentemente positiva sobre evangelismo no tempo que está por vir.

Em uma palestra intitulada “State of the Nation in Church Planting” (Estado da Nação na Plantação de Igrejas), Hanna descreveu uma visão para plantar 300 igrejas na Austrália até 2030. A rede plantou 145 até o momento, deixando a necessidade de iniciar 155 igrejas nos próximos seis anos, exigindo 800 novos líderes.

Hanna reconheceu os desafios psicológicos de ver a escala da visão como impossível ou improvável: “Vocês podem estar pensando que isso é impossível, mas estamos sentados em uma sala onde cada um de nós acredita que Deus ressuscitou Jesus dos mortos”, ele disse aos participantes na conferência em maio.

“Isso é impossível! Cada um de nós está convencido de que estávamos mortos, mas agora estamos vivos em Cristo”, reiterou o diretor, segundo informações do portal Christian Daily.

A taxa de multiplicação da rede nos últimos 20 anos é um dos pontos de motivação, segundo Hanna, que calculou que uma taxa média de multiplicação para igrejas na rede era de 4% ao ano e caso essa trajetória seja mantida, a meta de 300 novas igrejas será alcançada.

“A mentira é: ‘Acreditamos em um Deus que pode, mas provavelmente não vai’. Olhe para o outro lado desta sala. Há 1.300 pessoas aqui esta semana, de denominações diferentes, com uma convicção compartilhada do Evangelho sobre alcançar a Austrália. Essa é a obra de Deus. Isso não é triunfalismo, é apenas reconhecer o que Deus está fazendo neste momento, neste momento da história”, declarou Derek Hanna.

Vera Viel diz que ganhou um “novo sentido” após ouvir Jesus

A esposa do apresentador Rodrigo Faro, Vera Viel, continua testemunhando o agir de Deus em sua vida, após a retirada de um tumor maligno classificado como sarcoma sinovial, um tipo de câncer raro descoberto por ela ao fazer um exame de ressonância magnética.

Falando ao programa Domingo Espetacular, Viel explicou que o tumor provavelmente já estava em sua coxa, mas que só foi descoberto em decorrência dos seus treinamentos de muay thai – arte marcial.

“Com os chutes [na coxa], ele acabou estourando, virou um hematoma, que virou um nódulo, um coágulo, que eu conseguia apalpar”, disse ela. Logo após a descoberta, então, o tumor foi retirado no último dia 11, um dia antes do seu aniversário.

Foi durante os procedimentos cirúrgicos que Vera Viel disse ter tido uma experiência sobrenatural com Jesus, algo que ela voltou a detalhar em uma publicação feita nas redes sociais.

“Foi exatamente assim que eu estive nos braços de Deus. Ele me pediu para que eu descansasse enquanto os médicos me operavam”, escreveu ela em uma postagem contendo uma imagem representando Jesus segurando uma mulher no colo.

Família é a maior riqueza

Na sequência da postagem, a esposa de Rodrigo Faro destacou a importância do marido ao seu lado, dizendo que também ouviu Deus lhe confirmar a importância da sua família. Para Viel, sua vida ganhou um novo sentido a partir de então.

“Ele é tão lindo, Ele manda em tudo e lá [no céu] não existe dor. Ele disse que a minha vida teria um novo sentido, que o Rodrigo cuida de mim como se fosse Ele aqui, que eu tinha muito o que viver ainda com as meninas e que Ele me daria Vida, muita Vida… Disse que a maior riqueza dele é a Família e que havia muitos pedidos de orações em meu nome”, contou ela.

Assista, abaixo, um trecho da entrevista concedida pela esposa de Rodrigo Faro ao jornalista Roberto Cabrini:

Atriz mexicana Thalia diz que viu Jesus: 'Ele teve misericórdia'

Apesar de muitos nascerem em famílias que compartilham da fé cristã, isso não é sinônimo de relacionamento pessoal com Jesus Cristo, algo que a atriz mexicana Thalia só veio a entender como o passar dos seus anos de vida.

Conhecida no Brasil por ter protagonizado novelas como “Maria do Bairro”, “Marimar” e “Rosalinda”, Thalia tem compartilhado um pouco a sua história de vida nas redes sociais, especialmente quanto ao seu relacionamento atual com Deus.

Conforme o GospelMais já havia noticiado, a atriz mexicana, por exemplo, revelou recentemente que não abre mão de fazer seu devocional diário, lendo a Bíblia e orando a Deus. Mas, foi durante uma entrevista para o cantor cristão Marcos Witt, no YouTube, que ela contou algo que marcou o momento da sua conversão.

Aconteceu em 1992, quando Thalia estava em uma reunião cristã, e naquela ocasião teve uma visão de Jesus. “Estávamos de olhos fechados e eu vi Ele na minha frente parado”, disse ela.

“Ele [Jesus] veio até mim e colocou suas mãos no centro do meu peito, como se pedisse minha permissão [para entrar em meu coração]”, completou a atriz, explicando em seguida que havia entendido o significado, neste caso, de morada espiritual em sua vida.

Arrependimento

Thalia também explicou que a sua conversão, assim como a de muitos, também passou por momentos doloridos, onde foi necessário Deus moldar o seu caráter. Ela relatou, porém, que aprendeu a reconhecer a necessidade de arrependimento perante às situações.

Confiança e humildade também foram elementos aprendidos pela atriz mexicana. “É tão simples. É fechar seus olhos e dizer: ‘Deus, eu sei que está aqui, mesmo que eu não te veja, minha vida está de cabeça para baixo, mas eu sei que Tu estás aí”, diz ela.

Para Thalia, o ser humano deve pedir a Deus para Ele “assumir” o controle das suas vidas, e pedir perdão pelos erros cometidos.

“Ele [Jesus] teve misericórdia de mim para me resgatar. Eu tive um despertar onde Cristo definitivamente mudou meu coração de pedra e colocou seu coração”, conclui a artista. Assista:

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Cristãos praticantes admitem ficar confortáveis com pornografia

A maioria dos cristãos praticantes, incluindo pastores, admite assistir pornografia e uma grande parcela diz que se sente confortável com o hábito, segundo um novo estudo divulgado pela empresa de pesquisas Barna.

No relatório da pesquisa chamada “Beyond the Porn Phenomenon” (“Além do fenômeno da pornografia”, em tradução livre) há uma constatação perturbadora: o consumo de filmes adultos e materiais derivados é altamente comum entre homens e mulheres, incluindo cristãos.

A pesquisa foi realizada em parceria com o ministério Pure Desires para entender o cenário real que envolve o consumo desses materiais. A constatação é que, ao longo dos últimos oito anos, despencou a diferença percentual entre não cristãos que consomem pornografia e os cristãos que consomem.

Atualmente, os cristãos praticantes ainda acessam menos pornografia (e com menos frequência) que os não cristãos, mas esse percentual agora é de apenas 14 pontos: 54% dos cristãos entrevistados relataram ver pornografia, em comparação com 68% dos não cristãos.

Maioria vê

Em geral, 75% dos homens cristãos e 40% das mulheres cristãs relataram consumir pornografia em algum nível: “Apesar da posição da Igreja contra a luxúria em geral, parece que pouco progresso foi feito para dissuadir muitos daqueles que enchem os bancos da igreja do consumo específico de pornografia”, avaliaram os pesquisadores.

“A lacuna entre as crenças professadas e o comportamento real levanta questões sobre a eficácia das abordagens atuais dentro das comunidades de fé”, acrescentaram os responsáveis pelo estudo.

Ao longo dos últimos oito anos, desde que a primeira pesquisa dessa série foi feita, uma rápida mudança no cenário cultural e digital foi constatada como agravante dos problemas na Igreja com pornografia e comportamento sexual indesejado.

“Beyond the Porn Phenomenon representa um chamado sóbrio para perceber que nossa luta coletiva não melhorou, apesar de alguns passos iniciais para trazer saúde à Igreja. O cristão médio não está experimentando liberdade nessa área — 75% dos homens cristãos e 40% das mulheres cristãs relatam que estão vendo pornografia pelo menos ocasionalmente”, disse Nick Stumbo, diretor do ministério Pure Desire.

Abismo

Stumbo chamou atenção para as estatísticas de uso de pornografia entre os adultos mais jovens de hoje, a Geração Z, que segundo ele “são ainda piores”:

“O que pode ser mais preocupante é que bem mais da metade dos cristãos que usam pornografia dizem que se sentem confortáveis com seu uso de pornografia. A realidade para aqueles que lutam na Igreja é que eles também muitas vezes se sentem sozinhos. Quando questionados ‘quem está ajudando você com sua luta contra a pornografia’, impressionantes 82% dos cristãos respondem ‘ninguém’. O isolamento é o playground do inimigo”, disse Stumbo.

A Igreja precisa ser o lugar onde as pessoas podem se libertar do hábito preocupante que tantos cristãos já aceitaram, argumenta o diretor, apontando para o dado preocupante de que 62% dos entrevistados, em geral, expressaram conforto com seu nível de consumo de pornografia.

Apenas 16% declararam ter algumas reservas sobre o consumo de pornografia, embora acreditem que consumo moderado de pornografia seja aceitável.

O estudo destacou ainda o quanto as pessoas se sentem confortáveis com a pornografia, já que apenas 14% expressaram o desejo de abandonar o hábito completamente. A Geração Z, indivíduos nascidos entre 1999 e 2015, foi a menos propensa a dizer que se sentia confortável usando pornografia.

Quase metade dos cristãos praticantes (49%) que também são usuários de pornografia disseram que estavam confortáveis com seu nível de uso, em comparação com 73% dos não cristãos. Outros 21% expressaram o desejo de se abster completamente.

Para ajudar as igrejas a lidar com o problema da pornografia entre os bancos, os pesquisadores incentivaram os líderes a, entre outras coisas, fazer parcerias com especialistas, priorizar a educação e a conscientização e “criar espaços seguros para as pessoas se tornarem reais”.

“Em última análise, a Igreja deve ser uma fonte de esperança para pessoas que enfrentam todos os tipos de desafios na vida, incluindo lutas com pornografia. Ao abordar essa questão de frente com cuidado, compreensão e apoio prático, as igrejas podem cumprir seu papel como lugares de cura e restauração. Mesmo pequenos passos em direção à abertura e ao apoio podem causar um impacto significativo na vida daqueles que estão lutando”, resume o relatório da pesquisa, de acordo com informações do portal The Christian Post.

100 detentas aceitam a Jesus em prisão de segurança máxima

A missão de levar o amor de Jesus Cristo aos lugares mais difíceis do mundo, muitas vezes significa entrar numa prisão de segurança máxima, onde homens e mulheres cumprem penas por crimes bárbaros.

É isso o que tem feito o ministério God Behind Bars (“Deus Atrás das Grades”), que nos últimos anos tem se dedicado a alcançar presos em diversas detenções dos Estados Unidos, como a prisão de segurança máxima de Las Vegas.

No último final de semana, por exemplo, os evangelistas do projeto focaram em detentas, conseguindo pregar para um grupo de 160 mulheres encarceradas. Desse total, 120 entregaram suas vidas a Cristo e 110 foram batizadas.

“O Espírito Santo CAIU nesta academia como nunca vimos! As mulheres choravam quando 120 delas se levantaram e entregaram suas vidas a Jesus. Tivemos uma explosão na piscina de batismo, e por uma hora inteira batizamos 110 mulheres. Elas continuaram vindo e vindo”, disse o ministério um post no Instagram.

Agir de Deus

Conforme o GospelMais já noticiou em outra ocasião, o ministério Deus Atrás das Grades vem observando centenas de conversões em prisão de segurança máxima nos EUA, algo que demonstra o agir de Deus mesmo na vida de homens e mulheres condenados por crimes bárbaros.

“Vimos quase 1.000.000 de salvações”, disse o CEO do ministério, Jake Bodine. “Mais de 10.000 batismos! Jesus recebe a glória, é tudo sobre Ele.”

Na prisão de segurança máxima de Las Vegas, as prisioneiras ficaram surpresas com a mensagem poderosa de amor e salvação através de Jesus Cristo, algo que para elas significa encontrar a liberdade, mesmo atrás das grades.

“Eu passei por tantas coisas toda a minha vida, e agora eu finalmente sou capaz de deixar isso para trás”, disse uma delas, segundo a CBN News. “Estou tão espantada. Este é provavelmente o melhor dia na prisão de todos os tempos”, compartilhou outra detenta.

Preso por falar de Jesus, ex-hindu diz: “Perseguição vira alegria”

Ocupando a 53ª posição da Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas, o Nepal não é um país fácil para um cristão viver e exercer a sua fé. Com a maioria da população seguindo o hinduísmo e o budismo, a perseguição religiosa nessa nação é uma realidade constante.

Dilli Ram, um ex-hindu que se entregou a Jesus Cristo após fazer uma viagem para fora do país, onde foi evangelizado, testemunhou como foi o seu retorno para a sua terra natal. Em vez de paz e respeito, ele encontrou perseguição e intolerância.

“Deus me chamou de volta ao Nepal. Não foi o mais fácil… mas nunca me arrependi de seguir Jesus”, disse ele, revelando que as dificuldades partiram de todos os lados. “Perseguição mental, perseguição física, perseguição social, perseguição política… Eu enfrentei tudo isso”.

Assim como em outros países onde a intolerância aos cristãos é uma realidade, Dilli também enfrentou acusações falsas a seu respeito. Esta é uma prática comum onde há leis que proíbem a conversão forçada, como é o caso do Nepal.

O ex-hindu foi acusado falsamente de forçar a conversão de pessoas em sua região, o que terminou lhe levando à prisão. “Eu não fiz essas coisas, mas algumas pessoas deram falsos testemunhos”, disse ele.

Fé inabalável

Dilli Ram ficou preso por dois anos, até finalmente conseguir provar a sua inocência, podendo ganhar a sua liberdade. Mas, o que poderia ter minado a sua fé e a determinação de falar sobre Jesus, acabou lhe dando mais forças.

“A perseguição faz parte do chamado cristão. Jesus diz: ‘As pessoas vão perseguir você’. A perseguição não é divertida. Mas fico feliz em falar sobre como Deus me guiou por isso, porque depois, a perseguição se torna alegria”, avalia o ex-hindu.

Para a vergonha de Satanás e glória de Deus, Dilli continua até hoje pregando o Evangelho de Jesus Cristo, tendo para isso o apoio da sua esposa. Eles estão, agora, mais certos do que nunca que este é o maior propósito das suas vidas.

“É uma alegria depois poder compartilhar como Jesus me ajudou em tempos difíceis. Minha esposa e eu acreditamos que estamos vivendo aqui não para nós. Estamos vivendo para Deus”, conclui o ex-hindu, segundo a Global Christian Relief.

Muçulmana faz oração e escuta a voz de Jesus: 'Foi extraordinário'

Filha de imigrantes iranianos, Hedieh cresceu como uma muçulmana devota residente nos Estados Unidos, onde seus pais conquistaram prosperidade. Apesar da vida confortável, porém, ela se sentia “vazia” e sedenta pela verdade a respeito da vida espiritual.

“Me sentia realmente culpada por ter o que o mundo descreveria como quase tudo, e ainda assim estar triste. E sempre me perguntei qual era o espaço no meu coração que me fazia sentir vazia”, disse ela.

Formada em Direito e morando na badalada Beverly Hills, ela era membro de uma mesquita e se relacionava com um muçulmano, mas os ensinamentos que estava recebendo logo a fizeram perceber que havia algo errado.

“E eles tinham todos esses princípios sobre política e como seria transformar a América em uma nação muçulmana e – e muito, muito antissemita”, contou ela à CBN News. “E eu pensei comigo mesma, ‘oh, isso é terrível. Não quero ter nada a ver com isto. Se isto é religião, não quero ter nada a ver com isso”.

Extremismo

Conhecendo o islamismo profundamente, Hedieh começou à colaborar com autoridades americanas para o combate ao terrorismo. Como muçulmana, ela tinha propriedade para identificar as características do extremismo terrorista.

Certa vez, quando resolveu finalmente retirar o véu que cobria a sua cabeça, Hedieh foi duramente repreendida pelos líderes da mesquita local, o que lhe deixou muito chocada.

“Eles me disseram que eu iria ficar pendurada no meu cabelo por uma eternidade no fogo do inferno, porque eu descobri a minha cabeça. Então, apesar da incerteza de não ser prometida a salvação, porque eu tinha feito uma coisa para diminuir minha religiosidade externa, eles disseram que eu ia passar uma eternidade no fogo do inferno, e isso era inaceitável”, contou ela.

Jesus Cristo

Sentindo-se devastada e perdida, a muçulmana ouviu falar de Jesus Cristo em um vídeo que assistiu na TV. Como ela havia aprendido de forma errada a verdade a respeito do Messias, isso lhe deixou muito confusa.

Angustiada, Hedieh decidiu fazer uma oração sincera a Deus, pedindo por ajuda. “Eu estava de joelhos. Eu estava em forma de oração ritual do Islã com a cabeça no chão e apenas chorando e dizendo, ‘Você pode, por favor, revelar-se a mim porque estou tão completamente confusa sobre quem você é’”, disse ela.

“E foi em uma daquelas orações no meu quarto que eu ouvi audivelmente a voz de Cristo, e Ele disse: ‘Hedieh, sou Eu.’ E foi extraordinário. Até hoje eu poderia dizer como se tivesse acontecido ontem. Eu sabia que a partir daquele momento eu nunca mais seria a mesma”.

Após essa experiência sobrenatural, Hedieh decidiu congregar na igreja evangélica que assistia pela TV, onde foi batizada. Agora como ex-muçulmana, ela compartilha o seu testemunho para alcançar outras vidas sedentas pela verdade. Assista:

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Cientista diz que robôs de Musk poderão ser usados pelo anticristo

No último dia 10, o bilionário Elon Musk transmitiu trechos do evento “We, Robot”, da sua empresa automotiva e de energia Tesla. Na ocasião foram apresentados protótipos de robôs humanoides batizados com o nome “Optimus”, deixando muitas pessoas ao redor do mundo impressionadas.

Os robôs aparecem interagindo com seres humanos, servindo bebidas e dançando, mostrando que são capazes de executar tarefas simples do dia a dia como servir comidas, fazer limpeza e até passear com cachorros.

O que para alguns é motivo de comemoração diante do grande avanço tecnológico, para outros é motivo de preocupação. Formado em Ciência da Computação e também em Teologia, Fernando Moreira, por exemplo, publicou um artigo comentando sobre a associação desses avanços com as profecias bíblicas.

“A tecnologia deveras não é o anticristo, mas o anticristo a utilizará para o seu governo e manipulação”, escreveu Moreira, apontando que os robôs humanoides, no futuro, poderão ser usados para perseguir e controlar a população.

“O anticristo não tem capacidade de criar quaisquer coisas porque não é Deus, mas sabe muito bem, como excelente marqueteiro, usar a tecnologia para rastrear, monitorar, controlar e manipular pessoas”, disse ele em artigo para o Guiame.

O cientista concluiu dizendo que “aquilo que pode ser algo bom, tem sido usado para intimidar, gerar dependência e controle, e mover a população como se fosse gado”.

Interferência

O pastor e autor Lamartine Posella também seguiu a mesma linha de raciocínio de Moreira, questionando como o mundo irá reagir diante de tamanha evolução tecnológica. Para o religioso, o risco dessas máquinas serem usadas para restringir a liberdade humana é real.

“Os robôs de Elon Musk terão consciência, poder de decisão e interferirão nas vidas cotidianas dos seus donos. O que será que vai acontecer no futuro?”, perguntou o pastor em uma live transmitida no Instagram. Assista: