Pregações online com grande audiência levaram pastor à cadeia

Um tribunal na China condenou um famoso pastor protestante a 14 anos de prisão devido às suas pregações online. A esposa do pastor e quatro membros da igreja também foram condenados a penas que variam de três a 10 anos de cadeia.

O Tribunal Popular do Distrito de Ganjingzi, na cidade de Dalian, condenou o pastor Kan Xiaoyong, de 60 anos, a 14 anos de prisão. Sua esposa, Wang Fengying, recebeu uma sentença de quatro anos e os outro quatro membros da igreja – Chu Xinyu, Zhao Qianjiao, Zhang Songai e Liang Dongzhi — receberam penas que variam entre três e 10 anos.

Todos foram considerados culpados de supostamente “usar a superstição para minar a lei”, segundo informações da Radio Free Asia (RFA). Inicialmente, havia o temor de que a sentença do pastor superasse 20 anos, mas com o trabalho de defesa feito pelos advogados, a sentença foi menor.

O mesmo ocorreu com a esposa do pastor, já que se previa uma condenação entre 15 e 18 anos de cadeia, mas acabou sendo fixada em quatro anos. Apesar destas reduções, uma fonte sublinhou que nenhum dos acusados é culpado.

Entenda o caso

Kan e Wang mudaram-se de Wuhan para Dalian em 2018 e estabeleceram a Home Discipleship Network, uma plataforma de pregações online. Uma fonte afirmou que o número significativo de seguidores dos sermões de Kan e o status não oficial de sua igreja representavam uma ameaça ao Partido Comunista Chinês (PCCh), o que resultou em repressão.

A prisão deles pela polícia de Dalian, junto com os outros quatro membros da igreja, ocorreu em outubro de 2021. Tanto Kan quanto Wang disseram no julgamento que a polícia de Dalian os torturou durante os interrogatórios, e a acusação não foi refutada pelas autoridades.

Segundo informações do portal The Christian Post, esse caso reflete um fenômeno resultante da repressão da ditadura de Xi Jinping aos cristãos. Xu Yonghai, um presbítero de uma igreja doméstica de Pequim, comentou a situação de crescente fragmentação das igrejas protestantes na China, afirmando que se trata de um efeito colateral da perseguição.

A entidade Bitter Winter, que se dedica a monitorar a liberdade religiosa e os direitos humanos na China, informou que estas pesadas sentenças fazem parte de um esforço mais amplo de Xi Jinping de obrigar todas as igrejas protestantes a aderirem à Igreja das Três Autonomias, controlada pelo Estado.

As acusações contra Kan e os demais réus incluíam “práticas comerciais ilegais” e o uso de “xie jiao” para minar a implementação da lei, disse a revista. “Xie jiao”, traduzido como “ensino heterodoxo”, é um termo frequentemente usado pelas autoridades chinesas para rotular grupos que consideram “seitas”. Contudo, a organização de Kan, uma típica igreja protestante doméstica, não se enquadra neste perfil.

Kan, originário de Wuhan, era um empresário de sucesso e vem de uma família com ligações ao PCCh. Ele e a sua esposa, uma ex-professora e bailarina, passaram a se dedicar ao ministério em tempo integral em 2018. O seu ministério ganhou reconhecimento nacional dentro do circuito de igrejas domésticas. O time de advogados do casal planeja recorrer da sentença.

Esquerda explora divergência sobre convite da Consciência Cristã

Divergências que tiveram início entre lideranças evangélicas, nas redes sociais, serviram para alimentar publicações da esquerda política nacional contra a vinda do pastor Douglas Wilson ao Brasil. O teólogo americano viria participar da Consciência Cristã 2024, mas acabou tendo o seu convite cancelado.

O motivo do cancelamento da vinda de Douglas Wilson ao Brasil, segundo o pastor Euder Faber, presidente da Consciência Cristã, foi o risco da sua presença provocar reações violentas contra os participantes do congresso, inclusive contra o próprio teólogo.

Wilson chegou à publicar uma carta ao Brasil, rebatendo as acusações de que seria um defensor da escravidão, algo que o mesmo classificou como uma mentira sem qualquer fundamento [veja aqui].

Com a repercussão de que o teólogo americano não viria mais ao Brasil, algumas figuras da teologia brasileira lamentaram o desfecho da situação. Uma delas foi a missionária Braulia Ribeiro.

Por meio do seu perfil no Facebook, Braulia disse “lamentar profundamente a decisão da Conferencia da Consciência Cristã, de desconvidar o Pr. Douglas por causa das calúnias e do bullying de um grupelho asqueroso que se sente dono da ‘moral’ cristã brasileira.”

Para a missionária, o cancelamento do convite seria um tipo de sujeição ao radicalismo ideológico por parte de alguns grupos. “A única lição aprendida aqui é, – quem grita mais alto, ameaça mais, se macomuna com a escória para levantar maledicências contra uma pessoa sempre vai ter a última palavra”, diz ela.

“Maluquice”

Quem também reagiu negativamente ao cancelamento da vinda do pastor americano ao Brasil foi o pastor Yago Martins. Por meio das redes sociais, o teólogo disse lamentar o desfecho da situação.

“Simplesmente não há o que comemorar no cancelamento da participação de Douglas Wilson na Consciência Cristã — que eu sempre quis que não viesse, mas não desse jeito. Triste que tenha sido por ameaças de violência e protestos agressivos. Que maluquice”, comentou Martins.

O pastor e teólogo Guilherme de Carvalho também lamentou a situação, fazendo uma crítica aos “urubus de esquerda” que se aproveitaram das polêmicas contra Wilson para alimentar a divergência entre os líderes evangélicos.

Para Carvalho, tudo isso resultou em uma campanha que teve por objetivo “desmoralizar os evangélicos”, especialmente os pastores. “Os conservadores precisam parar de cair nessa arapuca, e os moderados cuidar pra não virar urubus também”, comentou o pastor.

O comentário de Carvalho parece ter feito referência indireta ao artigo de Ronilso Pacheco, no site The Intercept, que propagou inicialmente as acusações contra Douglas Wilson acerca da escravidão.

Alinhado à ideologia esquerdista, Pacheco é um expoente da chamada “teologia negra”  e seu texto foi usado como base das críticas ao convite da Consciência Cristã. Sobre o teólogo americano, ele escreve:

“Além de defender a escravidão, Douglas Wilson ainda se identifica assumidamente com o nacionalismo cristão nos Estados Unidos. A ideia de uma cooptação total da ordem social por um cristianismo fundamentalista que deve orientar a sociedade política, moral, religiosa e culturalmente se tornou um risco político antidemocrático crescente.” Veja também:

Em carta ao Brasil, Douglas Wilson rebate fake sobre escravidão: ‘Pesadelo infernal’

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Pastor morre carbonizado após seu carro colidir com trator no MA

A falta de sinalização adequada em um trator numa rodovia resultou em um acidente trágico que tirou a vida do pastor Marcos Aurélio Santos Pereira na BR-222, no Maranhão. O carro pegou fogo e ele morreu carbonizado.

Influente liderança regional entre os evangélicos, Pereira era presidente da Igreja Batista Missionária e vice-presidente do Conselho de Pastores em Santa Inês (MA). O pastor também era primo do senador Magno Malta (PL-ES), que lamentou sua partida em um post nas redes sociais.

O acidente ocorreu na noite da última sexta-feira, 19 de janeiro, quando o pastor viajava em seu carro pela BR-222. Um trator que trafegava pela pista sem sinalização não foi visto por ele. Na colisão, o carro pegou fogo e Pereira foi carbonizado.

Nas redes sociais, há vídeos de moradores das redondezas tentando desesperadamente retira-lo do veículo, mas com a colisão a porta emperrou, inviabilizando o socorro imediato.

“Com o coração pesado, compartilho a dolorosa notícia da partida do meu primo, Pastor Marcos. Ontem, perdemos não apenas um membro da família, mas uma alma gentil que tocou a vida de muitos com sua fé e dedicação”, declarou Magno Malta em uma publicação de homenagem ao familiar, de acordo com o portal Marrapa.

Na página da Igreja Batista Missionária em Santa Inês muitas pessoas comentaram em uma publicação recente com foto do pastor lamentando sua partida: “Até breve meu pastor, a sua partida me faz cada vez mais estar próximo de Cristo. Um dia eu também quero estar junto com os santos lá no céu, e eu sei que vou lhe encontrar na glória, e lá iremos adorar por toda a eternidade”, escreveu uma seguidora.

“Não dá pra acreditar, parece que isso tudo é um grande pesadelo e que vamos acordar amanhã aliviados por o ser… Que Espírito Santo possa consolar todos nós e principalmente a família… Que o Senhor Jesus o receba lá no céu com grande alegria por ele ter feito uma grande obra aqui nessa terra, por ter espalhado amor, e falado do amor de Jesus pra muita gente… A semente que ele plantou vai gerar frutos para a eternidade”, comentou outra.

Igrejas de várias denominações se unem em Movimento de Oração

Quem deseja manter uma vida cristã genuína, precisa encarar inúmeros desafios, algo que é impossível se não for através de um relacionamento igualmente genuíno com Deus. Pensando nisso, igrejas de várias denominações resolveram se unir em prol de um “Movimento de Oração Incessante“.

A iniciativa surgiu inicialmente em Austin, no Texas, Estados Unidos, através do Comitê Executivo da Convenção Batista do Sul, liderado pelo pastor Kie Bowman, segundo informações da Baptist Press.

O movimento local produziu resultados maravilhosos, passando a inspirar outras iniciativas com o mesmo propósito, como a do pastor Bill Graham, da Primeira Igreja Batista de Clarksville, Tennessee.

O religioso decidiu abrir o templo local para transformá-lo em um centro de oração, o que terminou despertando o interesse de líderes de outras denominações. Assim, não demorou muito para que o movimento se espalhasse como um avivamento espiritual.

“Nenhum avivamento jamais veio à América que estivesse localizado em uma denominação. A maré alta levanta todos os barcos”, disse Kie à Baptist Press, explicando como ele mesmo foi impactado pelo que aconteceu na comunidade do pastor Kie.

“Estou impressionado com o que aconteceu em Austin. Eles trabalham nisso há 15 anos. Eles agora têm mais de 100 igrejas que realizam um dia por mês e, a cada mês, oram 24 horas. Portanto, Austin é uma das cidades que mais recebem oração na América”, contou.

União

Para o pastor Graham, o Movimento de Oração Incessante tem por objetivo unir as diferentes igrejas, envolvendo os cristãos em uma campanha de clamor a Deus em determinados dias da semana.

Cada igreja determina a sua própria programação, mas em coordenação com as demais, de modo que os membros possam estar orando incessantemente, cada qual em determinados horários de um dia ou período escolhido.

“É uma perspectiva do reino na organização do movimento como interdenominacional. No céu, adoraremos com qualquer pessoa que acredite em Jesus, então é melhor praticarmos aqui”, explica o pastor.

“Que possamos nos reunir como crentes em Cristo que pensam da mesma forma e orar pelos líderes de nossas cidades. Orar pelos pastores e igrejas uns dos outros. Orar pelas pessoas em nossa cidade que precisam do Evangelho, mas também aqueles que precisam do ministério da Igreja”.

Em carta ao Brasil, Douglas Wilson rebate fake sobre escravidão

Conforme o noticiado pelo GospelMais esta semana, o pastor americano Douglas Wilson teve a sua vinda ao Brasil cancelada pelos organizadores da Consciência Cristã 2024, evento realizado entre os dias 8 e 13 de fevereiro em Campina Grande, na Paraíba. O teólogo, contudo, publicou uma carta endereçada ao Brasil, com o objetivo de explicar as circunstâncias dessa decisão.

O cancelamento da participação do pastor Wilson na Consciência Cristã 2024, ocorreu após o teólogo ser acusado por um tabloide esquerdista de defender a escravidão. A acusação, por sinal, partiu de uma figura já  conhecida no meio teológico devido ao seu viés progressista.

“Mencionei há pouco a honra de me tornar um pária, mas isso é mais do que uma escusa descontraída. É realmente uma bênção ser aviltado. É realmente uma honra ser desonrado”, escreve Wilson em sua carta. “Mas isso só é uma honra se as acusações forem falsas, o que, nesse caso, certamente são.”

Apontamentos

Na sequência da sua carta, o pastor Wilson diz que é vítima de um pesadelo “infernal e intolerante” por informações falsas, frutos da falta de verificação de dados já publicados por ele a respeito do tema racismo [do qual também foi acusado] e escravidão. O teólogo indica, por exemplo, fontes do seu próprio site:

“Primeiro, na página inicial do meu blog (dougwils.com), publicada em lugar de destaque — onde até o mais preguiçoso dos jornalistas poderia encontrá-la — tenho uma seção chamada ‘Critical Questions’ [Questões críticas]. A primeira delas é sobre pecados raciais. Se você tirar um momento para ler o que escrevi lá, e isso está lá há anos, verá como as acusações são ridículas”, escreve ele.

E continua: “O segundo ponto é um pouco mais detalhado. Se você acessar meu blog uma segunda vez e olhar a barra de menu superior, encontrará a guia ‘About’ (Sobre). Se você clicar ali, verá algo chamado ‘Controversy Library’ (Biblioteca de controvérsias) no menu suspenso. O segundo item dessa biblioteca é intitulado ‘Eu nego que a escravidão tenha sido um bem positivo’. Nessa seção, há vários links (de anos atrás) que demonstram como essas acusações são falsas.”

O ‘X’ da questão

A fim de resumir para o leitor, os escritos apontados pelo pastor Douglas Wilson, basicamente, sugerem que o teólogo contextualiza a maneira como a Bíblia trata o tema da escravidão à luz do período romano.

Citando passagens como 1 Cor. 7:21-24, Efésios 6:5-6a, Col. 3:22 e Col. 4:1, o pastor explica que o objetivo de Cristo e seus discípulos, como o apóstolo Paulo, não foi produzir uma “revolução” no sistema escravocrata, no sentido de combatê-lo institucionalmente, mas sim de subvertê-lo a partir da maneira como as pessoas se relacionavam.

Fazendo, então, um paralelo com a escravidão mais recente, ele comenta: “Isso significa que era possível para um homem na Carolina do Sul tratar seu escravo exatamente da mesma maneira que Paulo exigia que Filemom tratasse Onésimo. E o cara que estava disposto a fazer isso é o único cara que eu estou disposto a defender e ficar com ele.”

“Os apóstolos foram confrontados com uma circunstância em que escravos e proprietários de escravos eram membros de suas igrejas. Quando confrontados com isso, o que eles disseram a todos para fazer? Como eles lidaram com isso? Este era um problema bastante comum que foi explicitamente abordado em pelo menos sete livros do Novo Testamento”, continua o pastor.

Douglas Wilson sugere que a solução para esse conflito foi subverter o modo como escravos e senhores enxergavam uns aos outros, a fim de produzir neles uma consciência gradual de igualdade, o que eliminaria o sistema escravocrata naturalmente, sem a necessidade de confrontos violentos.

“Essa estratégia apostólica era na verdade um ataque subversivo à instituição da escravidão, um ataque por meio do gradualismo evangélico”, explica Wilson. “É precisamente assim que tenho procurado aplicar essas passagens ao longo de toda essa controvérsia. Creio que faz justiça ao sentido claro das palavras, ao mesmo tempo em que demonstra confiança real no poder e na trajetória do evangelho para transformar cada instituição humana”.

Alerta

Com base nos apontamentos acima, o pastor Douglas Wilson sustenta que jamais defendeu a escravidão e que os seus críticos, na verdade, não sabem definir nem mesmo questões básicas, como o que é “menino” ou “menina”.

“Não dê crédito a declarações difamatórias só porque elas são dirigidas a outra pessoa. Elas nem sempre serão dirigidas a outros. A cultura do cancelamento é uma estratégia que o inimigo desenvolveu e a utiliza com alto grau de eficácia. Mas ela só funciona porque os fiéis reagem com medo, em vez de coragem”, diz ele na carta ao Brasil.

“Minha posição não é a de um defensor da escravidão. Um de meus grandes heróis evangélicos é William Wilberforce, o homem que foi fundamental para acabar com o comércio de escravos no Império Britânico. E ele não fez isso com canhões. Meu argumento nunca foi que a escravidão era necessária, mas sim que a carnificina não era necessária”, conclui. Para ler a íntegra da carta, clique aqui.

Iraquianos se entregam a Cristo por meio de programa de rádio

Ocupando a 16ª posição na lista mundial de perseguição religiosa da organização Portas Abertas, o Iraque é um país onde a pregação do evangelho de Jesus Cristo envolve muitos riscos sobre os iraquianos, tendo em vista a presença de grupos radicais islâmicos.

Mesmo assim, cristãos que vivem no pais estão dispostos a arriscar suas próprias vidas por amor ao Reino de Deus. Foi assim que nasceu o projeto de uma rádio cristã que tem por objetivo levar o evangelho aos moradores locais.

Como ir a uma igreja ou receber uma ministração pessoal é arriscado, ouvir falar sobre Jesus Cristo através de um simples aparelho de rádio, algo que a maioria dos iraquianos possui, se tornou uma grande e poderosa alternativa de evangelização.

Uma família local, por exemplo, “ouviu o Evangelho pela primeira vez, decidiu seguir Cristo e ficou muito entusiasmada por receber a sua primeira Bíblia para ler e compreender mais sobre quem é Jesus”, após ser alcançada por essa transmissão, segundo informações de um missionário da Mission Network News.

Ação sobrenatural

Em outro testemunho, um grupo de iraquianos contou que teve uma visão, na qual foram orientados a ouvir a programação. “[Eles] ligaram [para a rádio], contaram à pessoa ao telefone sobre a visão e se tornaram crentes naquele momento”, contou o missionário.

Apesar das maravilhas que Deus tem feito entre os iraquianos, o trabalho evangelístico no país ainda precisa de muita oração, já que a perseguição religiosa aos cristãos é algo entranhado na cultura local.

Ou seja, será preciso muita persistência, capacitação e sabedoria estratégica para continuar anunciando a verdadeira Palavra de Deus aos perdidos.

“Os cristãos enfrentam discriminação por parte do governo, pois qualquer grupo declarado cristão pode ser acusado de blasfêmia se compartilhar o evangelho com os muçulmanos”, informa a Portas Abertas. “Qualquer pessoa que deixa o islã para seguir a Jesus enfrentará intensa pressão da família e da comunidade.”

Saúde fala de puerpério e troca 'mulher' por 'pessoa que pariu'

Uma publicação feita pelo Ministério da Saúde, administrado atualmente pela socióloga Nísia Trindade, provocou indignação nas redes sociais. Isso porque, o texto que tratava e uma campanha sobre o puerpério não mencionava a palavra “mulher” ou “mãe”, mas sim “pessoa que pariu”.

A não menção da palavra “mãe” ou “mulher” é fruto do ativismo ideológico de gênero que, além de deturpar a noção de sexualidade humana, também vem deturpando a linguagem, uma vez que é através do significado das palavras que o ser humano forma  pensamento.

Com isso, a pasta da Saúde fez a seguinte publicação, com destaque nosso: “O que é o puerpério? Também conhecido como pós-parto, puerpério é o período que ocorre após o parto. Nesta fase, o corpo de quem pariu está em processo de recuperação passando por uma série de modificações físicas, emocionais e psicológicas”.

Na sequência, o texto fornece mais detalhes sobre o que é puerpério, voltando a omitir que apenas mulheres no período pós-gestacional e, portanto, mães, atravessam essa fase da vida, reforçando a tese de que a intenção do Ministério da Saúde foi, de fato, promover a ideologia de gênero.

“Estima-se que o tempo médio do puerpério é de seis semanas, começando imediatamente após o parto do bebê. Contudo, esse período pode ser variável de acordo com cada realidade, especialmente quando relacionado à amamentação. Durante esta fase, a pessoa que pariu ou vivenciou uma perda gestacional está readequando a sua rotina à nova realidade”, continua o texto, também com destaque nosso.

Críticas

A publicação da pasta administrada agora pelo governo Lula recebeu várias críticas, inclusive da Associação de Mulheres, Mães e Trabalhadoras do Brasil (Matria), que emitiu uma nota de repúdio contra a militância explícita de um órgão que deveria ser exclusivamente técnico.

“O governo [Lula] nos faz regredir, em pleno século 21, ao status contra o qual lutamos há milênios: o de sermos vistas apenas como um corpo desprovido de cidadania, um ‘corpo que pare’, uma ‘pessoa com útero’, ‘que menstrua’, ‘com vagina’ ou qualquer outro termo desumanizante como os que o governo vem adotando por meios de seus órgãos oficiais, sob o manto de um suposto progressismo”, diz um trecho da nota.

Com a repercussão negativa sobre a publicação da Saúde tratando do puerpério, a pasta excluiu a publicação original, o que não adiantou muito, já que a imagem negativa contra o governo já havia sido cravada. Confira:

Ministério da Saúde exclui palavras
Ministério da Saúde exclui palavras “mulher” e “mãe” em publicação sobre o puerpério. Foto: reprodução/redes sociais

Pastor: “Seus filhos não prosperarão sem respeitar autoridades”

Ser um bom pai e mãe nos dias atuais não é uma tarefa fácil, especialmente para os cristãos, considerando a desconstrução de valores que atualmente norteia grande parte da sociedade. Pensando nisso, o pastor Kris Vallotton resolveu dar alguns conselhos para quem deseja orientar melhor os filhos.

O líder religioso listou vários pontos importantes para o exercício de uma boa paternidade, como por exemplo a estabilidade emocional diante dos filhos. “Se certifique de que seus filhos possam contar com os mesmos resultados, independentemente de como você se sinta”, disse ele.

Outro elemento destacado por Kris é a moderação. Para o religioso, os pais devem saber cobrar dos filhos sem precisar gritar com eles, já que o grito seria um sinal de deficiência no controle da situação.

Em vez de agir apenas quando os problemas acontecem, o pastor ensina que os pais devem prevenir a desordem a partir das ideias. Isto é, corrigindo a maneira como os filhos pensam sobre as coisas.

“Todo comportamento começa com um pensamento, que se manifesta numa atitude, e eventualmente se torna uma ação. Portanto, as más ações decorrem de pensamentos errados. Ao corrigir atitudes, você ensina seus filhos a administrar seu mundo interior para que não criem o caos em seu mundo exterior”, explica.

Autoridade

Outro ponto importante destacado por Kris é o respeito às autoridades. Em uma cultura onde a permissividade tem prejudicado a formação de caráter de muitos jovens, ensinar os filhos o valor do respeito é vital para o convívio social e o desenvolvimento de uma boa saúde mental.

“Seus filhos não prosperarão na sociedade sem um respeito saudável pela autoridade”, ensina o pastor, explicando que isso implica, também, em saber deixar com que os filhos lidem com as próprias frustrações.

“Quando você os vir cometendo erros que não terão consequências graves, os deixe aprender com a experiência. Eles aprendem mais com seus fracassos do que com seus sucessos”, ensina.

Por fim, outro ensinamento relevante deixado por Kris em seu perfil no Instagram diz respeito ao testemunho de fé dos pais. É importante, segundo o pastor, que os filhos presenciem o momento de adoração em família.

“Permita que seus filhos ‘peguem você’ amando Jesus. Se lembre, as pessoas são influenciadas através da observação, não apenas através de argumentos”, conclui o religioso.

Empréstimo milionário quitado com banco leva pastor às lágrimas

Há 19 anos, o pastor Joel Osteen acertou a mudança da Igreja Lakewood para uma antiga arena de basquete, mas precisava de US$ 100 milhões para as obras de reforma. E no último domingo, ele revelou que todo o valor do empréstimo já foi quitado com o banco.

As ofertas dos membros da Igreja de Lakewood permitiram que uma empreitada ousada fosse concretizada e, agora, quitada. O pastor Joel Osteen revelou que foram quase 20 anos para pagar os custos das obras de adaptação do espaço, que era uma arena de basquete.

“Meu grande anúncio hoje é que [desde] 31 de dezembro do ano passado, pagamos oficialmente o empréstimo de US$ 100 milhões”, declarou o pastor às lágrimas, enquanto relembrava tudo que aconteceu nesse período.

A arena esportiva anteriormente conhecida como Compaq Center foi transformada em um templo para aproximadamente 45 mil adultos: “Eu olho para esses 19 anos e vejo que foram ótimos anos. Quero dizer, Lakewood tem sido um farol para o mundo inteiro”.

“Foi interessante quando conseguimos as instalações. Você sabe, era uma arena de basquete, como você viu. Mas, você sabe, embaixo dessas arquibancadas [havia] áreas de serviço e vestiários e onde serviam comida. Não eram áreas públicas. Precisávamos de creches e de instalações para crianças. Precisávamos de muito mais coisas”, relembrou o pastor.

Desafios

Além das reformas na área interna, havia a necessidade de construir um prédio de cinco andares adjacente à arena que se conectasse a todas as salas abaixo das arquibancadas.

O pastor frisou que a igreja pagou inicialmente US$ 11,5 milhões para alugar o espaço por 60 anos, mas não tinha os US$ 100 milhões necessários que os empreiteiros haviam orçado para a reforma.

“Recebi a conta das licitações e foram US$ 100 milhões para reformar. E eu pensei, tipo, Deus, eu não me inscrevi para isso. Eu tinha 36 anos. E eu pensei, mas quer saber, Deus lhe dá graça para cada época da sua vida”, disse Osteen.

Na primeira tentativa de empréstimo, ele e seu pai – o falecido John Osteen – foram ao banco onde eles mesmos trabalhavam, mas a resposta foi negativa: “Deixe-me dizer a vocês, eles foram muito negativos. Eles diziam ‘cara, isso não vai acontecer’, ‘não achamos que você possa arrecadar o dinheiro e todas essas coisas’. E cara, saímos de lá e fiquei desanimado no começo, até que deixei entrar por um ouvido e sair pelo outro”, contou o pastor.

“Pensei, Deus, nosso banco não é nossa fonte. Tu és a nossa fonte. E então fomos para outro banco, o Bank of America. Eles apareceram no escritório, no primeiro dia em que estivemos lá sem nem nos conhecer, eles nunca tinham visto nossas finanças, tinham um cheque de US$ 25 milhões de dólares”, explicou, já às lágrimas. “Eu vi aqueles 25 milhões e disse: ‘Você vai nos emprestar 25, você nos emprestaria $ 100 milhões?’ Eles disseram que fariam isso. O Bank of America nos emprestou US$ 100 milhões”.

Ele explicou que Deus foi tão fiel à igreja que durante os 20 anos de serviço do empréstimo “nunca cortamos nenhum dos nossos esforços”: “Gastamos centenas de milhões de dólares em meios de comunicação e [ajuda] humanitária e ajudando pessoas em todo o mundo”, disse ele, agradecendo aos fiéis as doações generosas pela fé.

Além de dívidas menores para equipamentos, o pastor contou que a Igreja de Lakewood está essencialmente “sem dívidas”, e que em 2010 puderam adquirir o prédio por US$ 7 milhões adicionais ao valor inicialmente pago.

“O que Deus fez por Lakewood, Ele fará em sua vida. Acredito que em 2024 você verá Deus libertá-lo de algumas coisas que o impediram. Libertar você das dívidas, do vício, do relacionamento [ruim], das mentalidades erradas. Eu apenas acredito que [este será] um ano de lançamento”, encerrou, segundo informações do portal The Christian Post.

Quarterback recordista na NFL: 'Toda a glória ao Senhor Jesus'

O jogador de futebol americano CJ Stroud está no centro dos holofotes na mídia esportiva dos Estados Unidos por ter se tornado o quarterback mais jovem da história da NFL a vencer uma partida na fase eliminatória da liga. E ele creditou sua conquista a Deus.

CJ Stroud, quarterback do Houston Texans, tinha 22 anos e 102 dias no último domingo. Com a classificação do time para os playoffs se tornou o mais jovem a vencer uma partida na fase eliminatória da NFL. O recorde anterior pertencia a Michael Vick, ex-jogador do Atlanta Falcons que tinha 22 anos e 192 dias quando venceu o Green Bay Packers em 2003.

Candidato a receber o prêmio de Novato do Ano, o atleta cristão afirmou que recebeu uma bênção por poder praticar o esporte a que se dedica profissionalmente: “Tem sido uma bênção. Foi um ano e tanto. Agradeço a Deus por poder passar mais uma semana com meus companheiros de equipe. Isso é como um sonho que se tornou realidade, como um lembrete de quão próximos somos como equipe”, disse Stroud.

“Somos muito, muito próximos. Ataque, defesa, times especiais; todos nós nos misturamos bem. Só de ter mais uma semana para estar com meus irmãos é uma bênção. Estou super animado por este time e pela cidade de Houston, e sou simplesmente abençoado por estar na posição em que estou”, continuou o quarterback.

Circula nas redes sociais um vídeo de uma entrevista concedida por ele ainda no campo, em que diz à repórter da NBC que gostaria de dar “toda a glória ao Senhor e Salvador Jesus Cristo”. Posteriormente, a entrevista foi editada e a parte em que o jogador fala de sua fé foi excluída da reportagem.

Na coletiva após o jogo, Stroud declarou que está vendo “os frutos do seu trabalho se tornando realidade”, e também expressou gratidão pela confiança recebida do treinador: “Sou super abençoado por ser considerado um grande nome como DeMeco Ryans. Ele foi meu quarterback favorito enquanto crescia. Sou super abençoado e espero poder conseguir também”.

De acordo com informações do portal The Christian Post, Stroud disse que Deus tem estado na vanguarda de sua mente e de muitos de seus companheiros de equipe, o que tornou a equipe muito mais forte e unida: “Definitivamente Deus está na vanguarda de nossas mentes. Mesmo quando tudo está enlouquecendo, você pode dar as mãos e ter paciência. […] As pessoas seguem um padrão, e é isso que queremos como cristãos. Você sabe que estamos segurando nossas próprias cruzes e tentando ser como Cristo tanto quanto possível”, acrescentou.

“Cometemos erros. Não somos perfeitos. Mas, ao mesmo tempo, sabemos que, com Deus ‘podemos fazer todas as coisas em Cristo que nos fortalece’. Sou realmente abençoado por fazer parte de um grande grupo de homens tementes a Deus”, encerrou.

No próximo sábado, os jogadores de Texans enfrentarão o Baltimore Ravens, melhor classificado na primeira fase.

– Para determinados prostíbulos que se auto-intitulam redações de jornalismo, o Cristianismo precisa ser erradicado da face da Terra.

– Os valores cristãos são nossa fortaleza de prosperidade e liberdade que esses mesmos vendidos de redação insistem em desvalorizar e tirar de… pic.twitter.com/XdARDIlXYV

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) January 19, 2024