O pastor Anderson Silva anunciou na quinta-feira, 16 de abril, em Brasília, sua pré-candidatura a deputado distrital pelo PSD. A declaração foi feita por meio das redes sociais, onde ele apresentou propostas e posicionamentos.
Na publicação, o pastor afirmou manter a mesma convicção desde a eleição de 2022, quando obteve 9.067 votos para o mesmo cargo. “Existe um povo que deseja uma política com alma, com coragem e com propósito”, declarou.
Ele se definiu como conservador e afirmou que sua atuação política inclui pautas sociais: “Não existe verdadeiro conservadorismo sem responsabilidade social. Não existe fé autêntica sem compaixão prática”, disse. Recentemente, Anderson Silva provocou polêmica ao criticar os evangélicos.
Entre as prioridades mencionadas, Anderson Silva citou apoio a vítimas de crimes sexuais, pessoas com autismo, órfãos, viúvas, egressos do sistema prisional, policiais e mães solo. “Minha missão é restaurar dignidade”, afirmou.
O pastor também fez críticas a diferentes correntes políticas. “É preciso romper com uma direita que fala de valores, mas ignora pessoas” e “confrontar uma esquerda que fala de pessoas, mas despreza valores”, declarou, de acordo com o Exibir.
Anderson Silva já foi apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, foi alvo de investigação da Polícia Federal após divulgar um vídeo em que citava o Salmo 58:6 para quebrar a mandíbula do adversário, ao se referir a Lula (PT).
Após o episódio, ele passou a adotar um discurso mais moderado e a fazer críticas a setores da direita ligados ao bolsonarismo, indicando mudança de posicionamento no cenário político.