“Eu vi Jesus”, declara ator ao narrar experiência sobrenatural

O ator norte-americano Quinton Aaron, reconhecido mundialmente por ter interpretado Michael Oher no aclamado drama “Um Sonho Possível” (The Blind Side) — produção que rendeu a Sandra Bullock a estatueta do Oscar de Melhor Atriz —, compartilhou publicamente um testemunho de experiência sobrenatural.

Em entrevista concedida ao veículo especializado em celebridades TMZ, o artista detalhou uma vivência de natureza sobrenatural que, segundo seu relato, ocorreu enquanto ele jazia entubado e em estado de coma profundo durante quatro dias, em uma unidade hospitalar localizada na cidade de Atlanta. O gravíssimo quadro clínico foi desencadeado por um derrame que atingiu sua coluna vertebral.

Quinton rememorou as terríveis intercorrências que marcaram o período de internação, quando permaneceu completamente alheio ao mundo exterior, sofreu múltiplas paradas cardiorrespiratórias e precisou ser submetido a consecutivos procedimentos de ressuscitação pela brigada médica de plantão.

“Naquele dia fatídico, meu coração simplesmente parou de bater em mais de um momento. Eu, de fato, experimentei a morte clínica, e a equipe precisou lutar para me trazer de volta à vida”, descreveu o ator ao relembrar momentos da experiência sobrenatural.

‘Contemplei Jesus’

Num primeiro instante, logo após recobrar a consciência, ele confessou não ter conseguido decifrar o que de fato havia se passado. Posteriormente, porém, tudo adquiriu contornos de clareza cristalina. “Quando os médicos me elucidaram sobre o que tinha acontecido, eu entendi perfeitamente, porque eu contemplei Jesus”, assegurou.

Ao ser instado a descrever a experiência sobrenatural, o astro hollywoodiano relatou com riqueza de pormenores: “Eu consegui enxergar nitidamente a silhueta do perfil dele. Não cheguei a ver sua face de maneira frontal e completa, mas pude notar que a tonalidade de sua pele era um tom um pouco mais claro do que a minha. Ele ostentava uma vasta cabeleira composta por fios longos e de um branco resplandecente, e seu corpo estava envolto por uma túnica alva e imaculada.”

Quinton prosseguiu em sua descrição, acrescentando um detalhe sensorial que se fixou em sua memória: “Havia um fulgor dourado e intenso que emanava de sob as vestes dele”, enquanto a figura sagrada se movia majestosamente diante de seus olhos.

‘Ele impôs suas mãos sobre meu corpo’

O ator relatou que se encontrava submerso em um oceano de agonia física no exato instante em que foi agraciado com a visão. “A sensação era como se tudo ao meu redor girasse vertiginosamente, e uma dor lancinante latejava em minha cabeça”, contou.

Foi então que ocorreu o ápice do encontro que, para ele, possui um significado eterno: “Ele simplesmente se materializou à minha frente e, num gesto de infinita compaixão, pousou suas mãos exatamente sobre a região das minhas costas, o epicentro de onde irradiava todo o meu sofrimento.”

De acordo com o testemunho de Quinton, a cura se operou de maneira fulminante e completa. “No exato segundo em que eu senti o toque das mãos dele entrando em contato com a minha pele, toda a dor simplesmente se evaporou, desapareceu por completo.” Quase que de imediato, ele emergiu do coma no leito hospitalar.

“Eu acordei já de volta à realidade da cama do hospital, e a sensação de dor havia me abandonado. Lá no íntimo, eu já possuía a absoluta certeza de que não necessitaria mais de cirurgia alguma. O grande problema é que eu ainda estava entubado e, portanto, incapacitado de verbalizar essa convicção para quem quer que fosse.”

Tempos mais tarde, os exames de imagem e as avaliações clínicas subsequentes vieram a corroborar aquilo que o ator já sabia em espírito: o procedimento cirúrgico antes tido como incontornável já não se fazia mais necessário.

Alimentado na fé desde a infância

Quinton fez questão de sublinhar que já nutria uma fé robusta muito antes desse episódio transformador de experiência sobrenatural, atribuindo sua fundação espiritual ao fato de ter sido criado e educado em um ambiente eclesiástico desde a mais tenra idade.

“Eu jamais deixei de ser um crente, um homem de fé”, declarou com convicção. Contudo, ele enfatizou que aquele acontecimento sobrenatural conferiu uma materialidade e um realismo inéditos às suas crenças. “Isso não serviu apenas para expandir ou inflar a fé que eu já possuía… serviu, acima de tudo, para confirmar de maneira categórica e irrefutável tudo aquilo que eu já cria.”

Para além de sua consagrada atuação no cinema ao lado de Sandra Bullock, o currículo de Quinton Aaron registra participações em outros projetos cinematográficos, com destaque para a comédia Rebobine, Por Favor (Be Kind Rewind), além das produções intituladas Halfway e Fishbowl California.

Movimento global faz convocação para dia de jejum pelo Brasil

O movimento internacional intitulado A Million Women (Um Milhão de Mulheres) constitui-se como uma ampla mobilização de alcance planetário voltada à prática da oração, do jejum e do arrependimento coletivo. A iniciativa congrega tanto mulheres quanto homens em resposta a um apelo de natureza espiritual que encontra seus fundamentos na narrativa veterotestamentária da rainha Ester, e que agora deseja impactar o Brasil.

Concebido pelo influente líder cristão norte-americano Lou Engle, o movimento persegue o objetivo central de fazer emergir uma nova geração de “Esters” — indivíduos que, a exemplo da personagem bíblica, demonstram coragem e disposição para interceder em favor do destino de suas respectivas pátrias em conjunturas históricas decisivas.

O projeto conquistou notória projeção no cenário mundial ao fomentar massivas concentrações de intercessão, cujo modelo se inspira em passagens bíblicas basilares como a do profeta Joel, capítulo 2, que conclama o povo a proclamar um jejum solene e a se unir em prol do Brasil.

Na ótica de Lou Engle, iniciativas dessa magnitude não irrompem de maneira fortuita ou espontânea; são, antes, o resultado amadurecido de um processo espiritual gestado em meio à oração perseverante e à consagração comunitária.

O movimento em solo brasileiro

O Brasil foi estrategicamente elencado como um dos territórios prioritários para a expansão do movimento ao redor do globo. Sob a batuta de Lu Batchman, que exerce a presidência nacional do A Million Women Brasil, o país sediou sua primeira grande convocação na cidade de São Paulo, em outubro do ano de 2025.

De acordo com relatos colhidos pela organização, os que estiveram presentes definiram aquele encontro como um verdadeiro “divisor de águas histórico”.

Uma multidão formada por milhares de participantes tomou parte de um ambiente caracterizado pela atmosfera de oração ininterrupta, jejum e contrição, reafirmando a identidade visceral do movimento: não se pretende um mero espetáculo ou evento religioso convencional, mas uma assembleia solene para a qual não há holofotes direcionados a plataformas humanas, a nomes de pregadores ou a estruturas ministeriais.

O foco gravita exclusivamente em torno de um clamor uníssono e corporativo pela nação.

Aquela concentração inaugural solidificou a posição do Brasil como um dos epicentros do movimento, catalisando sua capilaridade por um número expressivo de municípios e estados, por meio de encontros preparatórios, reuniões estratégicas de lideranças e campanhas convocatórias de jejum.

Brasília: um novo capítulo

A mais recente convocatória de envergadura nacional está agendada para o próximo dia 25 de abril, tendo como palco a capital da República, Brasília. Distanciando-se do formato típico de conferências ou de festivais religiosos, a proposta se mantém fiel ao DNA original do A Million Women: uma jornada inteiramente apartada para a oração, o arrependimento e a intercessão pelo Brasil.

A opção pelo Distrito Federal carrega em si denso simbolismo, por tratar-se do epicentro político-administrativo do país, o que sublinha o propósito de rogar por uma transformação profunda nas esferas de governo e nos círculos de liderança nacional.

A reunião transcorrerá ao longo de todo o dia na Esplanada dos Ministérios, com a expectativa de aglutinar cidadãos provenientes das mais diversas tradições denominacionais, regiões geográficas e faixas etárias.

A organização faz questão de frisar que o movimento carece de qualquer coloração político-partidária ou proselitista, revestindo-se de um caráter estritamente espiritual, cuja ênfase reside na unidade do Corpo de Cristo e na consagração da nação aos propósitos divinos.

Entre os pilares fundantes que sustentam a convocação, despontam: um apelo veemente ao arrependimento de dimensão nacional, a busca pela unidade entre as diferentes igrejas e lideranças, a prática da intercessão direcionada às autoridades constituídas e aos rumos do país, e a consagração pessoal e coletiva materializada por meio do jejum e da oração.

A cúpula diretiva do movimento em território brasileiro reforça que o momento transcende a efemeridade de um ato isolado, configurando, na verdade, um chamamento de caráter histórico cuja finalidade última é reposicionar a nação em sua vocação espiritual.

Convocação

Inspirando-se no épico bíblico de Ester — a jovem judia que se ergueu no momento derradeiro para livrar seu povo da aniquilação —, o movimento A Million Women desafia os cristãos contemporâneos a responderem com ousadia àquilo que identificam como uma quadra crucial para o destino dos povos.

Com uma mobilização em franca ascensão no Brasil e robustas conexões de âmbito internacional, o encontro programado para Brasília desponta como mais um capítulo de um movimento que não se contenta em impactar meramente o íntimo dos indivíduos, mas que almeja, sobretudo, influenciar os próprios rumos espirituais de toda uma nação.

Para mais informações e para acompanhar a movimentação, acesse as redes sociais do movimento: https://www.instagram.com/amillionwomenbrasil/

Messias é denunciado por deputados sob acusação de censura

Os deputados federais do partido Novo protocolaram nesta quarta-feira (22), junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), uma representação formal em que acusam a Advocacia-Geral da União (AGU), liderada por Jorge Messias, de ter promovido atos de censura contra cidadãos que se manifestaram nas plataformas digitais.

A peça jurídica mira a conduta do órgão comandado por Messias — nome que figura na lista de cotados para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF) — e questiona a legalidade das notificações expedidas para que publicações fossem removidas ou sinalizadas com alertas.

O estopim da crise foi a reação da AGU a postagens que faziam críticas ao chamado “PL da Misoginia”, projeto de lei recentemente aprovado pelo Senado Federal e que ainda precisará ser submetido ao escrutínio da Câmara dos Deputados. O texto legislativo propõe a criminalização do “discurso de ódio” direcionado às mulheres, empregando uma redação de caráter amplo e pouco delimitado.

A principal objeção levantada por opositores da matéria reside justamente no temor de que tal vagueza terminológica venha a ser instrumentalizada como ferramenta de perseguição política, abrindo margem para a restrição da livre manifestação do pensamento. O projeto insere a “misoginia” no rol de condutas já equiparadas ao crime de racismo, cujas penas podem variar de dois a cinco anos de reclusão, acrescidas de multa pecuniária.

O teor da representação

No documento encaminhado à Corte de Contas, os parlamentares sustentam que a AGU teria se valido indevidamente de recursos e da estrutura da máquina pública para suprimir conteúdos de natureza opinativa publicados por cidadãos, sem que houvesse a instauração de qualquer procedimento administrativo regular que assegurasse as mínimas garantias processuais.

Tal modus operandi, segundo os denunciantes, atenta diretamente contra preceitos constitucionais basilares, como o princípio do devido processo legal e o direito fundamental à liberdade de expressão.

Subscrevem a representação os deputados Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS), Luiz Lima (RJ) e Gilson Marques (SC).

Para o quarteto de congressistas, a atuação da AGU neste episódio configuraria um claro “desvio de finalidade”, em particular no que concerne às ações capitaneadas pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia — órgão criado já na gestão do presidente Lula e que, desde sua gênese, passou a ser alcunhado por seus detratores de “Ministério da Verdade”, numa referência nada sutil à distopia retratada por George Orwell em seu clássico literário “1984”.

Posteriormente ao estouro da repercussão negativa que a ordem inicial provocou na opinião pública, a AGU optou por recuar e revogou expressamente a determinação que compeliu jornalistas a excluírem suas postagens.

Contudo, a bancada do Novo argumenta que o cerne da controvérsia permanece intocado, uma vez que a orientação de fiscalização e remoção de conteúdo continuaria em pleno vigor para influenciadores digitais e para os demais usuários comuns das redes sociais que ousaram tecer críticas à proposta legislativa.

A maior inquietação manifestada pelos deputados reside naquilo que classificam como “a completa supressão do contraditório e da ampla defesa” para os destinatários das notificações. “A Advocacia-Geral da União extrapolou todos os limites aceitáveis ao instrumentalizar o aparato estatal com o propósito de silenciar cidadãos”, bradaram os parlamentares em nota conjunta.

“O Estado não tem o direito de se converter em fiscal das opiniões alheias, muito menos de perseguir aqueles que ousam divergir. A vitalidade do regime democrático se nutre e se fortalece com a liberdade, jamais com a intimidação.”

O pleito encaminhado ao TCU demanda, em sede de tutela de urgência, a suspensão imediata de todos os atos administrativos que resultaram na remoção de publicações sem que fossem observadas as garantias processuais devidas. No exame do mérito da questão, os deputados requerem uma revisão criteriosa das práticas adotadas pela AGU e o consequente reconhecimento, pelo tribunal, das eventuais irregularidades perpetradas pelo órgão. Com: Oeste.

Escândalo de abortos: Fiocruz escondia mais de 20 fetos

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro identificou 27 fetos humanos armazenados em tambores com formaldeído durante inspeção realizada em 6 de abril no Instituto Fernandes Figueira, no Rio de Janeiro. Segundo o relatório, os corpos estavam sem identificação adequada e sem preparo conforme as normas vigentes. Um dos casos aponta que um feto permanecia no recipiente há 16 anos.

De acordo com os fiscais, os fetos tinham mais de 20 semanas de gestação e peso superior a 500 gramas. Nesses parâmetros, a legislação exige a emissão de declaração de óbito, além de sepultamento ou cremação. O estado de conservação e a forma de armazenamento dificultaram a identificação dos restos mortais.

Após a vistoria, o conselho encaminhou o relatório ao Ministério Público, à Vigilância Sanitária, ao Ministério da Saúde, à Defensoria Pública da União e à direção da unidade. O hospital possui autorização para realizar procedimentos previstos em lei, mas, segundo o conselho, não adotou o destino final adequado para os corpos, conforme norma de 2005 do Conselho Federal de Medicina.

A Fundação Oswaldo Cruz informou, em nota, que busca contato com a prefeitura para viabilizar o registro dos óbitos e os sepultamentos. O instituto é referência em saúde materno-infantil, e a situação relatada pelos fiscais envolve também o uso de formaldeído, substância que exige manejo controlado devido a riscos à saúde.

O Ministério da Saúde declarou que acompanha o caso e que medidas estão sendo adotadas para correção das falhas. Segundo a pasta, unidades de saúde devem emitir documentação de óbito quando o feto atinge critérios como 25 centímetros de estatura ou os parâmetros de peso e tempo gestacional previstos.

De acordo com a revista Oeste, a ausência desses registros impede a emissão de certidão e a realização de procedimentos funerários.

As autoridades iniciaram apuração para identificar os motivos da permanência dos corpos por período prolongado sem a documentação exigida. O conselho afirmou que a situação contraria normas sanitárias e procedimentos relacionados ao manejo de restos mortais. Novas perícias e coleta de depoimentos estão previstas para esclarecer a origem dos fetos encontrados na unidade.

Apenas 3% dos líderes de louvor sentem-se mentalmente bem

Uma pesquisa conduzida pela Worship Leader Research apontou que 3,4% dos líderes de louvor avaliam sua saúde mental como excelente. O levantamento reuniu mais de 3.300 participantes de diferentes denominações na América do Norte e é descrito como o maior já realizado sobre esse grupo.

Em comparação, dados da Gallup indicam que 29% dos adultos nos Estados Unidos classificam sua saúde mental dessa forma. A pesquisa também identificou que 87% dos líderes de louvor não mantêm acompanhamento regular com profissionais de saúde mental ou diretores espirituais.

Os resultados indicam um cenário de tensão entre vocação e desgaste. A maioria dos participantes afirmou encontrar sentido no trabalho: 79% disseram sentir propósito em suas funções na maior parte do tempo. Em outro estudo, realizado em 2025 pela Gallup em parceria com a organização Stand Together, apenas 18% dos trabalhadores norte-americanos relataram forte senso de propósito em suas atividades profissionais.

Apesar disso, o sentimento de realização não se traduz de forma uniforme em bem-estar emocional. Apenas 44,3% dos líderes de louvor disseram experimentar frequentemente alegria ou contentamento em suas funções. O contraste sugere que, embora haja identificação com a missão, o exercício do papel nem sempre é percebido como renovador.

Os entrevistados apontaram fatores associados ao impacto na saúde mental, como estresse ocupacional, demandas simultâneas e sensação de desempenho insuficiente. As funções exercidas frequentemente envolvem múltiplas responsabilidades, incluindo atividades musicais, liderança espiritual e suporte emocional à comunidade.

A pesquisa também identificou um padrão de desgaste contínuo. Em comparação com a população geral, líderes de louvor relataram menos episódios de sofrimento intenso, porém maior frequência de sintomas leves e persistentes ao longo do tempo, caracterizando um quadro de desgaste gradual.

No que se refere ao suporte, a maioria dos participantes afirmou adotar práticas de autocuidado, como oração, exercícios físicos, leitura e atividades de lazer. No entanto, muitos consideraram esses recursos apenas parcialmente eficazes, indicando ausência de suporte estruturado mais amplo.

Entre os líderes mais jovens, o levantamento identificou menor procura por acompanhamento profissional e menor percepção de apoio das congregações, em contraste com tendências observadas na população geral, onde a busca por terapia é mais comum entre pessoas dessa faixa etária. O resultado levanta questões relacionadas a fatores culturais, estigma e barreiras de acesso.

Outros dados apontam diferenças internas no grupo. Homens relataram níveis mais frequentes de sofrimento do que mulheres, divergindo de padrões nacionais. Já líderes mais experientes apresentaram indicadores mais positivos em alguns aspectos, o que pode estar relacionado à experiência acumulada ou à permanência seletiva no ministério.

De acordo com a Relevant Magazine, a pesquisa conclui que, embora esses líderes atuem na condução de momentos coletivos de expressão espiritual, muitos enfrentam níveis constantes de pressão emocional.

Julia Vitória lança dueto com Marcelo Markes: ‘Vamos Cantar’

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Julia Vitória acaba de lançar o clipe de seu dueto com Marcelo Markes no show gravado em Curitiba. A faixa Vamos Cantar foi escrita pela cantora em parceria com Hananiel Eduardo e convida a igreja a se unir ao Céu em adoração.

“A mensagem reflete o que é descrito em Apocalipse 4:8, quando, dia e noite, os seres celestiais declaram ‘Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso’”, diz o comunicado de lançamento.

A cantora comentou o sentido da mensagem que a letra apresenta: “O Deus que ressuscita os mortos está aqui, pronto para trazer vida onde há morte e para transformar o impossível em realidade. E é sobre isso que fala essa composição”, afirmou Julia Vitória, que se emocionou ao ver o teatro lotado cantando cada verso com intensidade, como se as pessoas já conhecessem a letra há muito tempo.

A assessoria de imprensa da artista descreve a participação de Marcelo Markes como um grande destaque. Ao longo de sua carreira, nos últimos anos o cantor gravou duetos como Redentor, com Sarah Beatriz, Sinto Fluir, com Julliany Souza, e Eu Tenho Você, com Isadora Pompeo.

“Nós já havíamos tentado fazer alguns trabalhos juntos, mas Deus tem o tempo certo para todas as coisas, e escolheu justamente este dia para vivermos algo tão especial, neste lugar maravilhoso. Tenho plena certeza de que o que nasceu aqui vai impactar muitos corações”, comentou Markes no dia da gravação.

Vamos Cantar vem na esteira de outras faixas já apresentadas, como Maravilhosa Graça, Canção dos Redimidos – ao lado de Nívea Soares –, Restaura o Teu Altar, Princípio e Fim e Jesus, Meu Amigo, Meu Salvador, além de medleys como João Viu / Além do Rio Azul, Amor Infinito / A Mensagem da Cruz e Segurança / Canta Minh’alma, esta último com Eli Soares.

De acordo com a assessoria da gravadora Musile Records, “em breve, todas as músicas do projeto serão reunidas em um álbum completo, incluindo uma faixa bônus”.

Defesa da fé precisa ter Bíblia como base e apontar para Jesus

O Fórum de Apologética da Espanha realizou sua oitava edição com cerca de 170 participantes em El Escorial, na região de Madri. O evento contou com exposições conduzidas por Peter J. Williams, diretor da Tyndale House em Cambridge, e por Marcos Vidal, pastor da Igreja de Salem, em Madri.

As apresentações abordaram diferentes perspectivas, mas convergiram na ênfase sobre o aprofundamento no texto bíblico como base da apologética cristã. Os palestrantes destacaram a importância do conhecimento das Escrituras para a vivência da fé e para o testemunho no cotidiano.

Peter J. Williams apresentou argumentos relacionados à confiabilidade histórica dos Evangelhos, defendendo que os próprios textos contêm elementos internos que indicam autenticidade. Ele destacou a presença de detalhes geográficos específicos, incluindo referências a cidades e aldeias com descrições topográficas coerentes, além da correspondência entre os nomes próprios citados nos Evangelhos e registros históricos da Palestina do primeiro século.

Williams também apontou a consistência das descrições de sistemas tributários nos textos bíblicos com o contexto histórico conhecido. Segundo ele, esses aspectos diferenciam os Evangelhos de escritos apócrifos, que apresentam menor precisão geográfica. O pesquisador afirmou que o objetivo não é provar os textos, mas fortalecer a confiança neles.

O diretor da Tyndale House observou que, mesmo após a descoberta de mais de mil manuscritos adicionais desde o período de Erasmo, não surgiram novos debates textuais significativos nos últimos 500 anos. Segundo ele, esse cenário reforça a estabilidade e a credibilidade do conteúdo transmitido.

Em outra exposição, Williams analisou a parábola do filho pródigo, destacando sua estrutura narrativa e sua conexão com o contexto cultural do primeiro século. Ele afirmou que a complexidade e a coerência da narrativa indicam uma origem consistente com o ambiente em que foi produzida. O pesquisador também apontou relações entre a parábola e outros textos bíblicos, incluindo o livro de Gênesis.

Marcos Vidal conduziu apresentações baseadas nos capítulos 1 e 2 da carta aos Romanos. Ao abordar o primeiro capítulo, ele afirmou que o contexto social descrito no texto bíblico apresenta semelhanças com a sociedade contemporânea. Segundo Vidal, a resposta apresentada no texto é centrada na mensagem do evangelho.

“A fé cristã não é a melhor opção; é a única opção”, afirmou. Ele acrescentou que a busca por aceitação social pode dificultar a transmissão dessa mensagem.

Na análise de Romanos 2, Vidal enfatizou aspectos relacionados à conduta individual. Ele destacou a importância da coerência entre discurso e prática na vivência da fé. “O grande poder do nosso testemunho reside na nossa vida — em como o evangelho nos transforma — e não meramente em dizer ou defender aquilo em que acreditamos”, declarou.

De acordo com o Evangelical Focus, o evento reuniu participantes interessados em temas relacionados à apologética cristã e ao estudo bíblico, com foco na aplicação prática dos conteúdos apresentados.

Projeto contra conversões e casamentos forçados no Paquistão

Uma comissão da Assembleia da Província de Punjab, no Paquistão, aprovou na segunda-feira, 13 de abril, um projeto de lei que busca reforçar a proteção de meninas, especialmente de minorias religiosas, contra casamento infantil e conversões forçadas. A medida ainda depende de aprovação final da assembleia provincial.

O Projeto de Lei de Restrição ao Casamento Infantil de Punjab de 2026 foi analisado pela comissão permanente de governo local e desenvolvimento comunitário e encaminhado ao secretário provincial para finalização das normas. O texto deverá ser submetido à Assembleia de Punjab para votação. A proposta sucede uma portaria promulgada em terça-feira, 11 de fevereiro, pelo governador Sardar Saleem Haider, com validade de 90 dias, que pode expirar em maio sem aprovação legislativa.

Durante a análise, membros da comissão afirmaram que o projeto tem como objetivo reduzir o casamento infantil, combater desigualdades de gênero e ampliar a proteção de crianças. O presidente da comissão, Pir Ashraf Rasool, e o membro Zulfiqar Shah se opuseram à proposta, alegando conflito com garantias constitucionais de liberdade religiosa.

Rasool afirmou que a legislação contraria interpretações da jurisprudência islâmica, segundo as quais o casamento pode ocorrer após a puberdade, e defendeu a inclusão de exceções. “Pais pobres frequentemente casam suas filhas cedo devido à falta de recursos e preocupações com a segurança delas”, declarou ao jornal Dawn.

Outros integrantes da comissão rejeitaram a proposta de exceções, argumentando que isso poderia enfraquecer a eficácia da lei e permitir abusos. Rasool informou que pretende apresentar emendas durante a tramitação na assembleia.

O projeto estabelece idade mínima de 18 anos para casamento, tanto para homens quanto para mulheres, substituindo a legislação de 1929, que fixava 18 anos para homens e 16 para mulheres. A proposta classifica o casamento infantil como crime sem direito a fiança ou acordo, com penas que podem chegar a sete anos de prisão e multa de até 1 milhão de rúpias paquistanesas.

A legislação também prevê sanções para registradores de casamento que formalizarem uniões envolvendo menores, com penas de até um ano de prisão e multa. Adultos que se casarem com menores poderão ser condenados a dois ou três anos de prisão e multa adicional. A coabitação resultante de casamento infantil será tratada como abuso infantil, com penas de cinco a sete anos de prisão.

O texto ainda criminaliza o tráfico de crianças relacionado ao casamento e responsabiliza pais ou responsáveis que facilitarem essas uniões. Todos os casos deverão ser julgados por Tribunais de Sessão, com prazo máximo de 90 dias para conclusão, com o objetivo de acelerar os processos.

Organizações de direitos humanos defendem há anos o aumento da idade mínima para casamento de meninas, argumentando que a legislação anterior expunha adolescentes, especialmente de minorias cristãs e hindus, a casamentos forçados e situações de abuso. Tentativas anteriores de reforma enfrentaram resistência de líderes religiosos e do Conselho de Ideologia Islâmica, que argumenta que a lei islâmica não estabelece idade mínima fixa.

Em decisão de abril de 2024, o Tribunal Superior de Lahore declarou inconstitucional a diferença de idade entre homens e mulheres prevista na lei de 1929 e determinou sua revisão. De acordo com o Evangelical Focus, propostas de reforma foram discutidas até 2025, incluindo mecanismos mais rigorosos de verificação de idade, mas não foram implementadas antes da portaria deste ano.

O Paquistão, país de maioria muçulmana, ocupa a oitava posição na Lista Mundial de Perseguição 2026 da organização Portas Abertas, que monitora condições enfrentadas por cristãos em diferentes países.

EUA acompanha processo contra pastor que pregou João 3.16

A gestão do presidente Donald Trump informou que acompanha o processo judicial contra Clive Johnston, pastor aposentado de 77 anos na Irlanda do Norte, acusado de violar a legislação britânica sobre zonas de acesso seguro ao realizar um sermão ao ar livre nas proximidades de uma unidade de saúde que oferece serviços de aborto.

Johnston, residente de Strabane e ex-presidente da Associação de Igrejas Batistas da Irlanda, responde a duas acusações com base na Lei de Serviços de Aborto (Zonas de Acesso Seguro). O julgamento ocorre no tribunal de magistrados de Coleraine, e o segundo dia de audiências está previsto para quarta-feira. Em caso de condenação, ele poderá receber antecedentes criminais e multa de até £2.500, equivalente a cerca de US$ 3.300.

O episódio ocorreu em domingo, 07 de julho de 2024, em uma área gramada separada do Hospital Causeway, em Coleraine, por uma via expressa. Aproximadamente doze pessoas participaram da atividade, que incluiu cânticos religiosos e a exibição de uma cruz de madeira. Durante a ocasião, Johnston pregou sobre o versículo João 3:16, que afirma: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Os registros do processo não indicam menção direta ao aborto durante o sermão, nem a presença de cartazes ou manifestações visuais relacionadas ao tema. As acusações apontam que o pastor teria tentado influenciar pessoas que buscavam serviços no hospital e que se recusou a deixar o local após solicitação policial. Não há imputação de obstrução ou assédio.

A Lei de Serviços de Aborto (Zonas de Acesso Seguro) foi introduzida em 2022 e estabelece áreas de restrição entre 100 e 150 metros ao redor de clínicas e hospitais que realizam abortos na Irlanda do Norte. A legislação proíbe ações como influenciar, filmar, impedir acesso ou causar alarme ou angústia a pessoas dentro dessas zonas.

Um porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos declarou que o governo norte-americano segue acompanhando casos relacionados a zonas de segurança no Reino Unido e outros episódios envolvendo restrições à liberdade de expressão na Europa. “A perseguição do Reino Unido à oração silenciosa representa não apenas uma violação flagrante do direito fundamental à liberdade de expressão e à liberdade religiosa, mas também um afastamento preocupante dos valores compartilhados que deveriam fundamentar as relações entre os EUA e o Reino Unido”, afirmou.

Autoridades norte-americanas também indicaram, em novembro de 2025, que analisavam a possibilidade de conceder asilo político a cidadãos britânicos processados por questões relacionadas à liberdade de expressão. Durante a Conferência de Segurança de Munique de 2025, o vice-presidente JD Vance mencionou o caso de Adam Smith-Connor, condenado por violar uma zona de acesso seguro, e declarou que “a liberdade de expressão na Grã-Bretanha e em toda a Europa está em retrocesso”.

Em dezembro do mesmo ano, a Casa Branca afirmou que restrições à liberdade de expressão na Europa estariam contribuindo para o “apagamento da civilização”. No mesmo período, Isabel Vaughan-Spruce tornou-se a primeira pessoa acusada com base na legislação de zonas de segurança, e autoridades dos Estados Unidos classificaram o caso como um “desvio indesejável” dos valores compartilhados entre os países.

Simon Calvert, vice-diretor do Instituto Cristão, afirmou que o caso levanta questões sobre liberdade religiosa. “Processar o pastor Johnston por pregar ‘Deus amou tanto o mundo’ perto de um hospital em um domingo tranquilo é uma nova e chocante tentativa de restringir a liberdade religiosa e a liberdade de expressão”, declarou. Ele acrescentou que “pregar as boas novas de Cristo não é o mesmo que protestar contra o aborto” e afirmou que as autoridades estariam extrapolando limites legais.

As normas sobre zonas de acesso seguro entraram em vigor em setembro de 2024 na Irlanda do Norte, alinhando a região a legislações semelhantes adotadas na Inglaterra, País de Gales e Escócia, de acordo com o porta The Christian Post. Casos baseados nessas leis têm gerado questionamentos de organizações ligadas à liberdade religiosa e à liberdade de expressão, especialmente em situações que envolvem práticas como oração silenciosa ou manifestações religiosas sem abordagem direta ao público.

Imagens de satanismo em jogo do Roblox são banidas

O presidente da Câmara dos Representantes do Texas, Dustin Burrows, orientou legisladores estaduais a avaliarem riscos à segurança infantil em plataformas de jogos online, como o Roblox. A medida foi apresentada na segunda-feira, em recomendação ao Comitê de Assuntos Estaduais, com foco em conteúdos considerados inadequados para menores.

Burrows solicitou a análise da presença de experiências virtuais com violência ou conteúdo sexual explícito, além da possibilidade de interação entre crianças e adultos desconhecidos. A orientação inclui examinar práticas de moderação, falhas na aplicação de regras, mecanismos de controle parental, verificação de idade, eventual responsabilidade de desenvolvedores e se há priorização do engajamento em detrimento da segurança.

A iniciativa ocorreu após alerta do deputado Don McLaughlin, de Uvalde, sobre um jogo na plataforma que recriava o ataque à escola primária Robb, ocorrido em maio de 2022, quando 19 alunos e dois professores foram mortos. O jogo apresentava personagens armados circulando por corredores escolares, além de elementos visuais associados a simbologia satânica, conforme registros compartilhados pelo gabinete de Burrows.

Outros jogos semelhantes foram identificados na plataforma, incluindo títulos inspirados em ataques a escolas, como o ocorrido em fevereiro de 2018 na Marjory Stoneman Douglas High School, na Flórida, que deixou 17 mortos. As produções foram atribuídas ao mesmo grupo desenvolvedor.

Em nota, Burrows afirmou que “a segurança de nossas crianças continua sendo primordial para os legisladores do Texas”. Ele declarou que transformar episódios de violência em entretenimento representa uma falha grave e acrescentou que a prática “vai além do mau gosto e adentra um território perigoso”. O parlamentar também afirmou que cerca de 40% dos aproximadamente 144 milhões de usuários diários da plataforma têm menos de 13 anos e defendeu maior responsabilização. “Os legisladores não podem ficar de braços cruzados enquanto uma plataforma voltada para crianças permite e monetiza esse tipo de abuso”, disse.

A empresa responsável pela plataforma informou que removeu o conteúdo citado. Um porta-voz declarou que “qualquer glorificação da tragédia na Escola Primária Robb nos preocupa profundamente” e acrescentou que materiais que promovam extremismo violento ou representem eventos sensíveis violam as políticas da empresa. Segundo ele, usuários que publicarem esse tipo de conteúdo serão banidos assim que identificados.

A empresa também destacou medidas de segurança em operação, como sistemas de detecção por inteligência artificial, moderação contínua, restrições de chat para usuários mais jovens e novos tipos de contas voltadas a menores de 16 anos, com limitação de conteúdo por faixa etária.

Em outra frente, a empresa concordou em pagar US$ 12,2 milhões ao estado do Alabama após questionamentos sobre segurança infantil. De acordo com o The Christian Post, a plataforma também enfrenta processos em diferentes estados relacionados à proteção de menores.

Em fevereiro, a organização American Parents Coalition alertou pais sobre riscos de exploração infantil associados a plataformas de jogos e aplicativos móveis. A entidade informou que redes internacionais utilizam esses ambientes para abordar menores, conquistar confiança e direcionar a comunicação para aplicativos de mensagens, com o objetivo de contornar mecanismos de segurança e obter material de natureza sexual.