Brasil é o país que mais distribui Bíblias completas no mundo

O Relatório Global de Distribuição das Escrituras 2024, publicado pela Fraternidade das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), mostra que o Brasil mantém a liderança mundial na disseminação da Bíblia. De acordo com o documento, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) foi responsável pela entrega de 4,2 milhões de Bíblias completas em 2024, número superior ao de todos os outros países membros da fraternidade.

O levantamento reúne informações de uma década, entre 2015 e 2024, período em que foram distribuídos mais de 2,6 bilhões de Escrituras impressas em todo o mundo. Somente em 2023, foram contabilizados 150 milhões de cópias impressas, além do crescimento expressivo no acesso digital, com bilhões de interações em plataformas online.

Avanço digital

Além dos exemplares físicos, o Brasil também se destacou no campo digital. Em 2024, o país registrou:

  • 16 milhões de downloads das Escrituras, correspondendo a mais de 60% do total entre os dez principais países;
  • 5 bilhões de visualizações de capítulos bíblicos online, o segundo maior volume global;
  • 406,8 milhões de reproduções de áudio da Bíblia em português, ficando atrás apenas do conteúdo em espanhol.

Movimento em expansão

O reverendo Dirk Gevers, secretário-geral da SBU, destacou o alcance das Escrituras nos diferentes formatos: “As Escrituras estão sendo lidas, ouvidas, assistidas, compartilhadas e discutidas como nunca antes. Este relatório mostra um movimento centrado em Deus e no coração de milhões de pessoas ao redor do mundo”.

A SBB, fundada em 1948, é considerada uma das principais instituições nesse esforço global. Sua atuação envolve tradução, publicação, distribuição e incentivo ao engajamento com a Bíblia.

Histórias de impacto

A edição de 2024 do relatório também incluiu relatos de transformação pessoal. Um exemplo é o de uma mulher no Laos que percorreu dois dias de viagem para receber sua primeira Bíblia. Outro caso citado foi o de refugiados na Tanzânia que encontraram conforto e esperança por meio da leitura bíblica em grupo.

Segundo a SBU, mesmo diante das mudanças provocadas pela digitalização, a missão permanece a mesma: assegurar que todos possam ler, ouvir e viver as Escrituras em sua própria língua, em qualquer parte do mundo.

Evangelismo reúne estudantes na Universidade Estadual do RJ

Na noite de 19 de agosto, o campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), no Maracanã, Zona Norte da capital fluminense, recebeu um ato evangelístico promovido pelo ministério Aviva. O movimento, que tem realizado cultos em universidades públicas e particulares em diferentes estados do Brasil, reuniu estudantes para um momento de louvor e adoração.

De acordo com registros em vídeo divulgados nas redes sociais, os participantes cantaram, dançaram e declararam publicamente sua fé cristã. A doutoranda em Engenharia Civil Laura Setti, que estuda na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, afirmou ao portal Pleno News que soube do encontro pelo Instagram.

“O Aviva foi uma experiência incrível! Sentir a presença do Espírito Santo em um ambiente universitário é indescritível. Saí com um sentimento de esperança, esperança na nossa geração, vendo tantos jovens adorando Jesus em meio ao caos que está o nosso Rio de Janeiro e o mundo”, declarou.

O evangelista Lucas Teodoro, de 22 anos, fundador do Aviva, relatou em entrevista recente que iniciou seu ministério ainda na adolescência, evangelizando em escolas. Segundo ele, o trabalho cresceu a partir de convites para falar de Cristo em outros colégios e universidades.

Durante a conversa, também compartilhou seu testemunho, mencionando que enfrentou um diagnóstico de câncer nos ossos, experiência que, segundo afirmou, fortaleceu sua fé.

Lucas comentou ainda sobre a proibição de um culto do Aviva no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. No dia 12 de agosto, estudantes ligados ao movimento foram impedidos pela reitoria de realizar o encontro e, conforme relataram, chegaram a ser retirados do espaço por seguranças.

André Mendonça vota contra condenação de Zambelli

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou a divergência aberta por Nunes Marques e votou contra a condenação da deputada Carla Zambelli (PL-SP) pelo crime de porte ilegal de arma. O julgamento trata do episódio ocorrido em 29 de outubro de 2022, véspera do segundo turno das eleições, quando a parlamentar correu armada atrás de um homem em São Paulo. Até o momento, o placar registra seis votos pela condenação e dois contrários.

O relator, Gilmar Mendes, defendeu a pena de cinco anos de prisão, além da perda do mandato, pelos crimes de porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. Em seu voto, André Mendonça afirmou que a deputada possuía porte legal e não deveria ser condenada por este crime: “Pode ter feito mal uso de seu porte de arma, mas o tinha, sem dúvida”, escreveu.

Apesar disso, Mendonça reconheceu a prática de constrangimento ilegal, apontando que a conduta ficou registrada em filmagens. Para ele, a pena adequada seria de oito meses de prisão. O ministro também ressaltou que o STF não teria competência para julgar o caso, já que os fatos não ocorreram no exercício do mandato parlamentar. “A conduta da denunciada, embora deputada federal, não teve, conforme se extrai da própria narração acusatória, relação com o exercício de suas funções”, afirmou.

Em seu voto, Mendonça observou que Zambelli estava em um restaurante e não participava de atos de campanha, entrevistas ou compromissos relacionados ao mandato. O ministro ainda defendeu que a cassação de um mandato deveria ser analisada pela Câmara dos Deputados, e não pelo STF. “Nenhum parlamentar é eleito senão pelo voto popular. O seu mandato, portanto, é representativo da vontade do povo”, escreveu.

Além do episódio da arma, Zambelli já foi condenada pelo Supremo a 10 anos de prisão e perda do mandato por envolvimento em um ataque hacker contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na ação, foi inserido no sistema do órgão um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes.

Antes da execução da pena, a deputada viajou para a Itália. Em 29 de julho, foi detida por autoridades locais e aguarda o processo de extradição. A defesa alega problemas de saúde e solicita que ela possa permanecer em casa até a conclusão do processo, que pode se estender por até dois anos, de acordo com informações da Agência Estado.

Batismo na praia reúne 2.100 pessoas e vídeo impressiona

A Harvest Christian Fellowship, igreja liderada pelo pastor Greg Laurie, realizou no último sábado, 16 de agosto, seu terceiro batismo anual do movimento “Jesus Revolution” na praia de Pirates Cove, em Newport Beach. De acordo com dados divulgados pela organização, 2.100 pessoas foram batizadas durante o evento.

Em publicação em suas redes sociais, Laurie celebrou o resultado: “Tivemos um dia incrível ontem no 3º Batismo Anual da Jesus Revolution. Batizamos 2.100 pessoas em um único dia! Adicione esse número aos últimos dois anos e, em apenas três anos, batizamos 8.600 pessoas!”

O pastor, cuja história pessoal foi retratada no filme “Jesus Revolution” de 2023, fez comparações entre o atual movimento e o avivamento histórico dos anos 1960 e 1970, conhecido como Jesus Movement, quando milhares de jovens foram batizados na mesma praia durante o auge do movimento hippie.

“Mesmo durante os dias da Jesus Revolution nunca vimos nada parecido com isso”, afirmou Laurie. “Deus está trabalhando, e acredito que esses são o que eu chamaria de ‘sinais de avivamento’”.

Contexto

O Jesus Movement foi um avivamento cristão que ganhou força no final da década de 1960, particularly na costa da Califórnia, caracterizado pela conversão em massa de jovens e batismos coletivos em praias.

Laurie relatou ter testemunhado um aumento significativo no que denominou “sede por Deus” na região. Somente nos últimos dois anos, sua igreja registrou aproximadamente 10.000 batismos.

Em julho de 2024, a Cruzada da Colheita anual, organizada pela mesma igreja, atraiu multidões para o Angel Stadium em Anaheim, onde 6.500 pessoas realizaram decisões de fé segundo dados do evento. O movimento também se manifesta em cultos regulares – em fevereiro deste ano, mais de 300 pessoas responderam a apelos altar durante um culto em Riverside.

“Deus está se movendo! As pessoas estão procurando. Elas estão famintas pela verdade. Elas só precisam de alguém como você para iniciar a conversa, para apontá-las para Jesus”, declarou o líder religioso.

Cientista: ‘Não há nada na biologia que conflite com o cristianismo’

O cientista Sy Garte, bioquímico com longa trajetória acadêmica em instituições como a Universidade de Nova York, a Universidade Rutgers e a Universidade de Pittsburgh, defende que as descobertas mais recentes na biologia fortalecem a fé cristã.

Seu novo livro, Beyond Evolution: How New Discoveries in the Science of Life Point to God (“Além da Evolução: Como Novas Descobertas na Ciência da Vida Apontam para Deus”), foi lançado em 19 de agosto de 2025 pela editora Tyndale House.

Carreira e fé

Além de sua atuação como diretor de divisão do Centro de Revisão Científica dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, Sy Garte também foi vice-presidente interino de pesquisa na Universidade de Serviços Uniformizados de Ciências da Saúde. Atualmente, é coeditor da revista God & Nature, publicação da American Scientific Affiliation, e se identifica como cristão devoto.

Em entrevistas anteriores, afirmou que sua intenção com o livro é responder à inquietação de cristãos diante do argumento ateísta de que a teoria da evolução contradiria o relato bíblico da criação. “Muitos livros foram escritos sobre a interação entre fé cristã e ciência, enfatizando a compatibilidade ou harmonia entre as duas”, declarou.

Conteúdo da obra

A obra sustenta que a ciência biológica não apenas é compatível com a fé cristã, mas também aponta para a ação criativa de Deus. Garte apresenta explicações acessíveis sobre pesquisas recentes em biologia molecular e genética, áreas nas quais trabalhou por décadas. Segundo ele, esse conhecimento pode ajudar a superar a visão reducionista do naturalismo materialista, que, em sua avaliação, limita o avanço científico.

“Essas descobertas destacam a validade de ideias anteriormente proibidas, como cognição, caos, fractais, teleologia e agência em toda a vida”, disse o autor. Ele argumenta que a incorporação dessas noções ao corpo da teoria biológica pode oferecer novas perspectivas sobre a origem da vida, a singularidade da humanidade e a natureza da consciência.

Debate sobre evolução

Garte não rejeita a evolução, mas considera que o paradigma neodarwiniano clássico já não responde aos desafios atuais. “Argumentos entre cristãos sobre a verdade da evolução biológica têm pouco valor e servem apenas para semear divisão dentro da Igreja”, afirmou. Para ele, a teoria evolutiva moderna, em transformação, é compatível com uma cosmovisão bíblica e pode servir como base apologética para a defesa de um Deus Criador.

Escrevendo em seu perfil no Substack, Garte reiterou que a evolução não deve ser vista como oposta à fé. “Na realidade, a teoria da evolução não é ateísta nem antibíblica — ela é totalmente consistente com a existência e onipotência de um criador divino”, escreveu.

O autor pretende alcançar tanto cristãos que buscam compreender a relação entre ciência e fé quanto leitores interessados na biologia e no debate sobre a origem da vida. “Os leitores entenderão que não há nada na ciência biológica que entre em conflito com o cristianismo, mas, ao contrário, o que sabemos sobre a vida apoia totalmente a fé biblicamente sólida em Deus”, declarou, segundo o Christian Daily.

Pastor Eduardo Costa volta a ser flagrado de peruca e calcinha

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O pastor e servidor do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Eduardo Costa, voltou a ser visto nas ruas do centro de Goiânia (GO) usando roupas femininas. O caso ocorre poucos dias após o primeiro flagrante que viralizou nas redes sociais.

No registro inicial, divulgado por uma seguidora na página Goiânia Mil Graus, ele aparecia com uma calcinha e uma peruca loira próximo a um bar. Em um novo vídeo, gravado dias depois, Eduardo surgiu com outra combinação, incluindo uma blusa vermelha, e as imagens novamente ganharam repercussão.

Na terça-feira, 12 de agosto, o religioso publicou um vídeo ao lado da esposa, a missionária Valquíria Costa, para explicar o episódio. Ele declarou que a vestimenta foi usada em um contexto particular: “De forma errada, acabei colocando uma peruca e um short para tentar localizar um endereço”, disse o pastor. Ainda segundo ele, após a filmagem, uma pessoa tentou extorqui-lo.

Quem é Eduardo Costa

Na região, Eduardo é conhecido como bispo e líder religioso. Seu perfil no Instagram, restrito a seguidores, reúne cerca de 1,6 mil pessoas. Ele também é cantor e autor da obra Poder e Milagres – Pastor. Entre suas produções musicais, está a canção Barrabás, disponível em seu canal no YouTube.

O religioso atua como servidor público há 44 anos no TJGO, ocupando o cargo de analista judiciário. Em julho de 2025, recebeu vencimentos brutos de R$ 39 mil, que resultaram em R$ 28.807,71 líquidos após os descontos. No mês anterior, a remuneração ultrapassou R$ 40 mil, de acordo com informações do Metrópoles.

Redes sociais

Antes da repercussão dos vídeos, Eduardo Costa utilizava suas redes sociais para publicar fotos em família e mensagens religiosas. Em uma das postagens, ele escreveu: “Pessoas que mantêm relações sexuais antes do casamento, adoram ídolos, praticam sexo depois do casamento com quem não é seu cônjuge, têm relações sexuais ativas ou passivas com homossexuais, roubam, são avarentas, embebedam-se, atacam pessoas com linguagem insolente, pilhadoras, NENHUMA DELAS TERÁ PARTE NO REINO DE DEUS”.

Irã: cristã não nega Jesus e policial é impactado: ‘Pediu uma Bíblia’

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Naghmeh Panahi nasceu no Irã em uma família muçulmana que, segundo seu testemunho, descendia da linhagem de Maomé. Ainda jovem, migrou para os Estados Unidos com seus pais e o irmão. Foi no novo país que ouviu o Evangelho pela primeira vez.

Ela relatou que começou a ler a Bíblia junto com o irmão, mas sua mãe descobriu a prática e proibiu os filhos de se converterem ao cristianismo. Anos mais tarde, ao ingressar na universidade, Naghmeh passou a frequentar uma igreja e retomou a leitura das Escrituras. Nesse período, declarou ter entregue sua vida a Cristo e sentido o chamado para retornar ao Irã como missionária.

Retorno ao Irã e negação por medo

Ao chegar ao país natal, Panahi foi questionada pela imigração sobre sua religião. Em um vídeo publicado pela missão Back to Jerusalem no YouTube, ela contou que, com medo de ser presa, declarou-se muçulmana: “Eu estava com muito medo de ser presa”. Posteriormente, disse ter se arrependido e feito uma oração pedindo a Deus uma nova oportunidade de testemunhar sua fé.

De volta ao Irã, envolveu-se com o movimento de igrejas subterrâneas que, à época, viviam um período de avivamento, alcançando milhares de iranianos. Nesse contexto, participou ativamente de ações de evangelismo, mas acabou sendo presa diversas vezes pelo governo islâmico.

Guarda Revolucionária

Dois anos depois de sua primeira detenção, Panahi – que já foi casada com o pastor Saeed Abedini – relatou ter enfrentado um interrogatório prolongado conduzido pela Guarda Revolucionária Islâmica. Segundo seu relato, um dos oficiais disse: “Qual sua religião? Se você disser que é muçulmana, pode sair por essa porta agora mesmo. Se você disser que é cristã, será torturada, estuprada e morrerá”.

Ela declarou que, nesse momento, respondeu afirmando ser cristã. “A Guarda Revolucionária é muito brutal e violenta. Eu abri minha boca e disse que eu era cristã e aquele cara ficou chocado com isso”, relatou. Naghmeh afirmou ainda que, após compartilhar seu testemunho, um dos oficiais foi impactado e chegou a pedir uma Bíblia, o que foi presenciado por outros guardas.

De acordo com seu depoimento, esse mesmo policial a libertou posteriormente, demonstrando interesse em conhecer mais sobre o cristianismo. “Ele não apenas me libertou, mas seu coração se abrandou em relação à Palavra de Deus e ele queria saber sobre o cristianismo”, declarou.

Atuação nos EUA

Atualmente, Naghmeh Panahi vive nos Estados Unidos. Além de relatar suas experiências de fé, lidera um ministério voltado ao apoio de refugiados e mulheres vítimas de violência doméstica. Sua trajetória tem sido marcada por ações de assistência e testemunho cristão em diferentes contextos.

Cidade transporta igreja histórica para novo local no centro

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Após dois dias de deslocamento, a Igreja de Kiruna, um dos marcos arquitetônicos da Suécia, chegou em 20 de agosto à sua nova localização no centro da cidade. Com 113 anos de história e pesando mais de 600 toneladas, a estrutura foi erguida de seus alicerces e transportada sobre um reboque projetado especialmente para a operação.

O trajeto, de aproximadamente cinco quilômetros, exigiu o alargamento de estradas sinuosas para permitir a passagem da construção. Durante o percurso, o retábulo e o órgão, que acompanham o templo, foram igualmente transportados e passarão por inspeção e restauração. A expectativa é que a igreja volte a ser utilizada entre o fim de 2026 e o início de 2027.

O edifício, pintado em vermelho e considerado uma das maiores construções de madeira do país, avançou a uma velocidade de cerca de meio quilômetro por hora. O transporte foi realizado com apoio de vigas e reboques reforçados. Segundo Kjell Olovsson, gerente de projetos da empresa Veidekke, responsável pela operação, o progresso foi mais lento no segundo dia devido a “pontos difíceis” encontrados no trajeto. O campanário, removido da estrutura principal, será realocado em 26 de agosto.

A transferência da igreja faz parte da reestruturação urbana de Kiruna, cidade localizada no Círculo Polar Ártico, que sofre com o afundamento do solo causado pela mineração da estatal LKAB. O projeto, iniciado há oito anos, conta com um orçamento de 500 milhões de coroas suecas (aproximadamente 53 milhões de dólares). Antes do deslocamento, a igreja recebeu uma bênção especial.

Mais de 10 mil pessoas acompanharam o transporte, incluindo o rei Carlos XVI Gustavo. A emissora pública SVT transmitiu o evento sob o título “Den stora kyrkflytten” (“O grande movimento da igreja”), instalando dezenas de câmeras ao longo do percurso.

Projetada pelo arquiteto Gustaf Wickman, a Kiruna Kyrka foi inspirada nas tradicionais cabanas lávu do povo Sami. No interior, abriga um retábulo pintado pelo príncipe Eugen, integrante da família real sueca, e um órgão com mais de 2 mil tubos, ambos embalados para proteção durante o trajeto.

Embora a reabertura esteja prevista apenas para 2026, o plano de realocação da cidade se estenderá até 2035. Ao todo, 23 edifícios culturais deverão ser transferidos. A LKAB classificou o processo como “um evento único na história mundial”.

Chris Pratt louva a Deus em testemunho pela vida de seu filho

O ator Chris Pratt, 46, publicou uma mensagem em homenagem ao aniversário de 13 anos de seu filho Jack. Em uma série de imagens compartilhadas no Instagram, ele destacou a trajetória do filho, que nasceu prematuro e enfrentou graves complicações de saúde.

“Não acredito que você tem 13 anos hoje. Eu vi você crescer e se tornar um jovem incrível, e estou realmente orgulhoso da pessoa que você está se tornando”, escreveu o ator. Pratt encerrou a publicação com a frase “Jesus é Rei”, acompanhada de emojis de coração e mãos em oração.

Jack nasceu sete semanas antes do previsto, pesando apenas 1,45 kg. Em entrevista ao The Christian Post no início deste ano, Pratt relatou que esse período marcou sua vida espiritual. “Ele tinha tudo isso acontecendo. Eu orava muito a Deus. Eu estava em uma fase de transição espiritual naquela época e não entendia completamente”, afirmou.

O ator presente em produções como Guardiões da Galáxia e Jurassic World disse ainda que, diante da situação, fez um novo compromisso com a fé. “Sinto muito, Deus, aqui estou eu novamente, pedindo sua graça novamente. E Ele realmente salvou meu filho, e foi nesse momento que [minha fé] foi cimentada. Meu coração se amoleceu e minha fé se endureceu. Foi nesse momento que pensei: ‘Daqui para frente, vou entregar minha plataforma a Deus’”.

Conhecido por manifestar publicamente sua fé cristã, Pratt está ciente que essas expressões nem sempre recebem apoio: “Quando ouço ou vejo palavras, quando há uma reação negativa — e tenho certeza de que haverá uma reação negativa por causa disso — eu simplesmente vou confiar em Deus. Fui chamado por Deus para fazer isso, e se as pessoas não me entendem, vou orar por elas, e então vou voltar e ficar com meus filhos e brincar de pega-pega”.

No início deste ano, quando incêndios florestais devastaram áreas do sul da Califórnia, o ator também recorreu às redes sociais para agradecer por ter sua casa preservada. “Pela graça de Deus, temos quatro paredes e um teto. Somos resilientes e confiamos em Deus, e consideramos tudo isso uma bênção”, declarou. Ele destacou, porém, que pessoas próximas, incluindo sua ex-esposa e mãe de Jack, Anna Faris, perderam suas casas. “Deus os abençoe. Obrigado pelas orações. Falo com vocês em breve”, acrescentou.

Vocabulário de Malafaia em áudios gera debate entre evangélicos

Os áudios vazados de conversas entre o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), provocaram reações divergentes no meio evangélico.

As manifestações reuniram críticas de teólogos e pastores ao estilo e vocabulário do líder religioso, mas também trouxeram posicionamentos que colocaram a questão em perspectiva, apontando para preocupações maiores ligadas ao contexto político e social do país.

Na mesma linha crítica, o pastor e teólogo Yago Martins afirmou que o caráter de Malafaia já era amplamente conhecido no meio religioso: “O pessoal descobrir só agora que o Malafaia é o Rasputin do Bolsonaro é de corar de vergonha, o dado é público e muito bem conhecido no mundo religioso. O que vai ser doido mesmo é quando descobrirem que o Malacheia não é um Bolsonaro: ele tem mais coragem, mais força, mais poder, mais preparo e menos ética. Agora vai ser guerra, e aposto um braço que o Silas vai sair dessa mais poderoso do que nunca”.

O teólogo Gutierres Siqueira questionou a validade das propostas do grupo político sobre valores familiares a partir de discussões entre Eduardo Bolsonaro e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, vazadas no mesmo contexto da exposição dos áudios de Malafaia.

“Perguntar não ofende: um filho xingar o pai com um palavrão envolvendo o órgão excretor, e um pastor usando um linguajar mais chulo que o de um torcedor de futebol em estádio, é símbolo do resgate dos valores familiares diante da degradação da sociedade?”, escreveu Siqueira.

Entre os que relativizaram a polêmica, o pastor Jay Bauman, que atua com brasileiros na Primeira Igreja Batista de Orlando, nos Estados Unidos, destacou que a gravidade está em outro campo. “A acidez e a grosseria de Malafaia são cronicamente problemáticas, mas não são nada em comparação ao problema maior que o Brasil enfrenta, que é um país em uma encruzilhada onde os dias da liberdade de expressão parecem contados”.

O músico e palestrante cristão André Costa também interpretou o episódio como secundário diante de um contexto mais amplo: “O destempero do Malafaia já estava exposto há muito tempo. Matéria antiga e vencida para cristãos que acompanham sua postura há décadas. A novidade são líderes religiosos afetando virtude contra SM e absolutamente silenciosos quanto à perseguição política que ele está sofrendo”.

O pastor Renato Vargens chamou atenção para o risco de relativizar a questão da liberdade de expressão: “Você isentão, que ficou em cima do muro, e ainda está porque não gosta do Malafaia, quando chegar o dia em que sua liberdade for cerceada, não adiantará em nada seu protesto e reclamação”.

Em posição semelhante, o pastor Ageu Magalhães lamentou o vocabulário de Malafaia, mas destacou que há temas mais graves em curso no país: “O linguajar do Pastor Malafaia é lamentável… Porém, muito, muito pior, é a corrupção, a supressão de liberdades, e a quebra do estado de direito pelo qual o Brasil está passando”.

Com todo respeito ao irmão e suas reflexões, acredito que o momento que o Brasil está vivendo essa questão pode ser tratada em outro momento mais pertinente. Estamos querendo coar um mosquito para engolir um camelo.

— Fabio Oliveira 🇧🇷🇾🇪 (@fabioproliveira) August 21, 2025