Vereadora evangélica foi ofendida; Deputada do PSOL foi punida

A agressão verbal da deputada estadual Mônica Seixas (PSOL) contra a vereadora evangélica Sonaira Fernandes (PL) resultou em punição da Assembleia Legislativa de São Paulo contra a parlamentar de esquerda.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) votou na última terça-feira, 04 de junho, uma representação contra Mônica que a acusava de quebra de decoro parlamentar. Os membros da comissão decidiram aplicar uma disciplinar contra a psolista, que sofrerá “censura verbal” na Casa.

O imbróglio começou quando Sonaira Fernandes – à época secretária estadual de Políticas para a Mulher – foi à Alesp participar de uma audiência. Na ocasião, Mônica Seixas criticou sua nomeação ao cargo afirmando que a evangélica era um “token”, uma forma pejorativa de alegar que sua presença no governo do estado é meramente figurativa e usada como falsa representação de um grupo social.

“Ela declarou aqui, muitas vezes, que está neste lugar, porque assim o deseja. E a gente também sabe que mulheres e negros que são usados como token para atrasar a luta das mulheres e a luta de negros e negras também está (sic) nesse lugar, muitas vezes, porque querem, então me solidarizo a todos que são vítimas da ausência do Estado por conta da imobilização que a gente sofre nessa pauta, nesse momento no estado”, afirmou na ocasião a deputada do PSOL.

A deputada Valéria Bolsonaro (PL) abriu queixa no Conselho de Ética contra Mônica por crimes de injúria e difamação, e a representação foi aceita em outubro do ano passado. Em fevereiro, o parecer contra a parlamentar feminista foi aprovado, e agora a punição foi definida, embora seja considerada apenas simbólica.

Os militantes do PSOL têm agido de forma a intimidar Sonaira Fernandes em sua atuação na política paulista. Em abril, após retornar a seu cargo como vereadora, ela participou de uma audiência na Câmara Municipal de São Paulo sobre a privatização da Sabesp, e foi alvo de ataques por parte da vereadora Elaine Mineiro (PSOL), que tentou impedi-la de discursar.

Na mesma audiência, um militante do partido de Guilherme Boulos foi detido após agir de forma hostil, com gritos e tapas na mesa da audiência, enquanto se dirigia a Sonaira.

Egito: cristãos foram presos por falarem de sua fé no Facebook

Dois cristãos que foram presos no Egito em 2021 por usarem o Facebook para oferecer apoio a ex-muçulmanos que se converteram ao Evangelho estão recebendo suporte de um grupo de advogados que defendem a liberdade religiosa, e agora o governo do país está sendo pressionado a liberta-los.

Os dois cristãos, Nour Girgis e Abdulbaqi Saeed Abdo, estão presos sem julgamento desde 2021 por usarem uma página do Facebook que apoia pessoas que se convertem do islamismo ao cristianismo.

Em novembro de 2021, as autoridades associaram o seu envolvimento a atividades terroristas, e Girgis foi preso. Ele era funcionário de uma empresa farmacêutica e foi levado pela Polícia para um interrogatório e nunca mais saiu.

Ao longo de 40 dias, ele foi mantido incomunicável e posteriormente foi transferido para uma Unidade de Terrorismo, onde foi informalmente acusado de liderar um grupo no Facebook chamado “Al Abareen”, que significa “atravessar” em árabe, e de cometer blasfémia contra o islamismo.

Girgis sofreu repetidos interrogatórios, humilhações e tortura física sem uma data formal para o julgamento, impedindo a preparação adequada da defesa legal, disse Elizabeth Francis, consultora jurídica da equipe de Liberdade Religiosa Global da ADF Internacional.

O outro cristão, Saeed, originário do Iêmen, foi preso em dezembro de 2021 por suas atividades relacionadas ao mesmo grupo do Facebook e pela prática de evangelismo em público.

Saeed foi submetido a transferências entre vários centros de detenção, sofrendo de graves problemas médicos agravados pelas más condições de confinamento. A sua família, incluindo um filho nascido durante a sua detenção, só teve permissão para visitas esporádicas.

Denúncia

Diante da detenção sem um processo formal para ambos os homens, a ADF Internacional denunciou o caso em instâncias fora do Egito, relatando a situação ao Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenção Arbitrária, argumentando que as autoridades egípcias violaram as normas do direito internacional relativas à liberdade religiosa e aos direitos a um julgamento justo.

Kelsey Zorzi, diretora de defesa da Liberdade Religiosa Global da ADF Internacional, enfatizou a responsabilidade do governo egípcio de cumprir as suas obrigações internacionais em matéria de direitos humanos:

“Os direitos à liberdade religiosa, à liberdade de expressão e a um julgamento justo estão todos consagrados no direito internacional, e as autoridades egípcias violaram flagrantemente estes direitos básicos ao deter estes homens e ao prolongar a sua prisão. Já passou da hora de esses homens serem libertados”, protestou Kelsey.

Os incidentes de perseguição cristã no Egito variam desde mulheres cristãs que são assediadas enquanto caminham na rua até comunidades cristãs que são expulsas das suas casas por multidões extremistas. Os cristãos são normalmente tratados como cidadãos de segunda classe, de acordo com informações do portal The Christian Post.

O governo do Egito fala positivamente sobre a comunidade cristã egípcia, mas a falta de uma aplicação séria da lei e a falta de vontade das autoridades locais em proteger os cristãos deixam-nos vulneráveis a todos os tipos de ataques. As igrejas e as organizações não-governamentais cristãs estão limitadas na sua capacidade de construir novas igrejas ou de colocar serviços sociais em prática.

Telhado de igreja desaba em reforma e operários escapam ilesos

Um acidente que poderia ter causado muitas vítimas em uma igreja se tornou em um verdadeiro testemunho de livramento. O telhado do templo desabou por inteiro, mas ninguém se feriu.

A pastora Ana Teixeira explicou que o templo está passando por uma reforma para troca completa do forro. Um dia antes do acidente, foi realizado um culto festivo no local e 200 pessoas participaram.

Quando os operários começaram o trabalho para remoção do antigo forro, notaram que havia algo errado. Um dos responsáveis pela obra chamou os pastores para mostrar que haviam identificado uma viga com problemas. Dez minutos depois, enquanto aguardavam a chegada de outros equipamentos do lado de fora, a estrutura ruiu.

“Caiu o gesso, ferro, telhado, veio tudo ao chão. Foi um estrondo! A vizinhança toda correu, mas ninguém se feriu e essa é a nossa maior alegria e gratidão a Deus”, afirmou a pastora, segundo informações do G1.

A igreja, na cidade de Guaraí (TO), agora vai precisar se reunir em outro espaço, enquanto o telhado é reconstruído: “Deus deu um livramento para essa igreja, porque o barulho que nós fizemos no domingo à noite foi grande e mesmo assim não caiu, mas na segunda-feira veio tudo ao chão”, resumiu a pastora, aliviada.

Casos como esse são comuns infelizmente. Em 2020, um pastor ficou ferido quando o teto da igreja desabou momentos após o final da EBD.

Agora, uma série de ações para arrecadar fundos para a reconstrução do telhado e demais reparos estão sendo planejadas pela liderança da igreja, informou a pastora Ana Teixeira.

‘Príncipe das potestades do ar’: pastor explica ‘título’ de satanás

Em Efésios 2.2, o apóstolo Paulo se refere a satanás como “príncipe das potestades do ar”, e muitos interpretam essa descrição de maneira incorreta, como se fosse uma descrição de onipotência. O pastor John Piper, um dos mais renomados teólogos do mundo, falou sobre o tema em seu podcast e explicou todo o contexto.

Um dos ouvintes questionou Piper sobre o motivo de satanás ser descrito como “o príncipe das potestades do ar”, e o pastor introduziu a conceituação explicando que

embora não exista uma resposta objetiva, há indicações na Bíblia que permitem entender o termo.

“Seria imprudente colocar muita ênfase no que estou prestes a dizer, porque embora seja importante – está na Bíblia – não é tão importante quanto outras coisas claras, mesmo nestes versículos e em outras partes do Novo Testamento”, advertiu Piper.

O pastor explicou ainda que “o fato de satanás ter alguma autoridade no ar não implica que ele seja onipresente ou onisciente”, ponderando, entretanto, que “ele tem muitos espíritos imundos, demônios, à sua disposição, e eles estão espalhados por todo o mundo, no ar”.

Em seguida, acrescentou que “o ar é simplesmente o que Paulo e as pessoas de sua época chamavam de espaço acima da Terra, e eles não tinham consciência científica de quão alto o ar subia”. Sendo assim, a palavra “ar” no versículo é “apenas uma declaração geral sobre a esfera da nossa vida”.

Em relação ao termo “príncipe das potestades”, Piper acredita que isso significa “governante de autoridade”, dizendo que “o governo de satanás no poder do ar, ou abaixo dos céus, não é supremo”.

Piper também citou 2 Coríntios 4.4, que descreve o diabo como “o deus deste mundo” que “cegou as mentes dos incrédulos, para impedi-los de ver a luz do Evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”.

“Acho que ‘deus deste mundo’ e ‘governante da autoridade do ar’ são termos virtualmente intercambiáveis, com o mundo sendo a esfera em que vivemos e o ar sendo a esfera em que vivemos”, continuou o pastor.

Em última análise, Piper acredita que “satanás é um espírito invisível como o ar, não como carne e sangue”, e apontou uma verdade mais relevante sobre o que a Bíblia diz a respeito de poder: “Cristo é exaltado como Rei ao mais alto Céu, acima de todo governo e autoridade. O príncipe das potestades do ar não é soberano. Ele está na coleira”, disse.

De acordo com informações do portal The Christian Post, outro respeitado pastor e teólogo, John MacArthur, afirmou em 2022 que o significado do termo “o príncipe das potestades do ar” apenas “identifica Satanás como o governante de um reino espiritual”, e interpretou “o ar” como sendo “o mundo imaterial, o mundo espiritual, o mundo invisível”, observando que é nessa área que o diabo “se move e opera”.

“Seu trabalho e seus esforços para o mal e o engano acontecem entre os incrédulos. Nem sempre diretamente. Satanás não está em todos os lugares e a todo momento, ele não está em todas as pessoas, mas ele influencia todas as pessoas por trabalhar por meio de seus demônios e da religião falsa. Lembre-se, ele está disfarçado de anjo de luz. Toda a maldade do mundo tem a sua marca”, conceituou MacArthur.

Enteado de Rina reprova padrasto e diz que Bola deveria ‘acabar’

O enteado de Rina, Nathan Gouvea, comentou a decisão do padrasto de se afastar das funções no Bola de Neve por tempo indeterminado sob a alegação de cuidar da saúde mental da esposa. A decisão foi comunicada após o vazamento de áudios que mostraram discussões entre o casal em um tom agressivo.

Rina anunciou sua decisão de se afastar para cuidar da esposa, pastora Denise Seixas, e embora tenha admitido que o casal tem enfrentado “lutas”, não fez menção à sua responsabilidade no cenário, ou aos palavrões usados durante o bate-boca com a esposa. E isso foi criticado pelo enteado:

“Mais do mesmo, né? Ele se afastar era o mínimo que a gente esperava, mas perdeu a oportunidade. Poderia ter falado ‘não conduzi bem minha casa nos últimos anos, falhei com a minha esposa, preciso correr atrás do tempo perdido, mas eu volto, bem, restaurado’. Chamar a culpa para si. Mas não fez isso”, lamentou.

Igreja em crise

Nathan Gouvea rompeu com o Bola de Neve e com o padrasto há alguns anos, e numa live semanas atrás – quando repercutiu o escândalo envolvendo a filial de Balneário Camboriú – declarou que Rina sempre liderou a igreja de forma abusiva e se comportava de forma desrespeitosa com sua mãe, o que terminou sendo um dos fatores que o levou a deixar a igreja.

“Muita gente, desde que eu saí do Bola, pessoas próximas, me perguntavam ‘por que você não senta com ele, conversa?’. Por isso! Ninguém é 100% correto, ninguém é 100% errado. […] Toda história tem diferentes lados”, disse Nathan, referindo ao fato de, em sua percepção, Rina nunca admitir erros.

“É muito difícil lidar com o lado que não admite erros. Pode ver: eles estão sempre certos. A ‘pastorzada’ está sempre certa. Eles nunca erram. Sempre é ‘um levante’, sempre ‘é satanás’, os ‘satanistas’, sempre ‘são feridos’, nunca são eles. É bonito quando a gente reconhece nossos erros. A gente tem isso lá no rei Davi, pra caramba… por que não, qual a dificuldade?”, questionou.

Solução?

Para Nathan Gouvea, o Bola de Neve é uma igreja construída sobre uma cultura errada de liderança e objetivos: “As pessoas me perguntam ‘será que o Bola perdeu a mão em algum momento?’. Não. Sempre foi isso, sempre foi esse problema. Os líderes sempre foram inerrantes, por isso o Bola só tem uma coisa para fazer: acabar. Não tem outra coisa para se fazer. Está na raiz”.

No entendimento do enteado de Rina, há um grupo de pessoas na igreja que se recusam a enxergar os fatos como eles são: “Toda igreja tem problemas, é verdade. Mas o Bola é um problema. Está na raiz, não tem como mudar. […] Quem quer ficar, é cego e não vai abrir o olho de jeito nenhum. Na verdade, tem que pedir a Deus, ter fé… e quem saiu, que bom!”.

Assista ao comentário de Nathan Gouvea (publicado originalmente nos Stories do Instagram):

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Tatuadora liberta do ocultismo ganha nova vida: 'Só quero Jesus'

A tatuadora Kat von D se converteu ao Evangelho há dois anos, e sua história de mudança de vida impressionou o público que a acompanhava nos realities shows. Agora, ela voltou a falar de sua nova vida e se disse “em chamas por Jesus”.

Katherine Von Drachenberg, mais conhecida em Hollywood como “Kat Von D”, se tornou famosa por ser maquiadora e tatuadora de celebridades, o que rendeu a ela um convite para participar de realities.

Em 2022, Katherine abandonou o ocultismo e a bruxaria, se entregou a Jesus e foi batizada na Igreja Batista Suíça, em Indiana (EUA). Agora, ela concedeu uma entrevista contando como tem sido sua jornada de fé nesses últimos dois anos:

“Estou em chamas por Jesus e não pretendo que isso diminua. Quanto mais aprendo, eu fico mais animada”, testemunhou Kat von D no no podcast Relatable, de Allie Beth Stuckey.

Durante a entrevista, ela relembrou como sua vida era miserável antes de conhecer Deus: “Eu tinha apenas 21 anos, e era uma alcoólatra completa. Eu bebia o tempo todo. Fui apresentada às drogas naquele momento, mas eu estava funcionando então, de alguma forma, aparecia para trabalhar todos os dias e fazia um ótimo trabalho, mas por trás disso estava apenas esse vício crescente”, revelou.

Em 2023, ela cobriu as tatuagens que tinha e representavam suas antigas crenças no ocultismo.

“Eu não estava realmente buscando propositadamente nenhum sistema de crenças. Eu estava apenas triste. Eu estava bebendo e tentando encontrar respostas nos lugares errados, e isso só aconteceu quando fiquei sóbria, ou seja, há 17 anos que eu realmente abri meus olhos para querer me consertar, e foi aí que comecei a entrar em muitas coisas da Nova Era”, disse, contextualizando como começou a buscar pela espiritualidade.

No ocultismo, em vez de encontrar paz, ela achou apenas tormento, admitiu: “Há sempre drama, pavor, tristeza e desgraça”, disse ela, afirmando que conhecer a verdade do Evangelho a libertou das trevas: “Eu só quero Jesus, e é um caminho muito estreito. Todas essas técnicas de respiração, feitiços, adoração à natureza, todas essas coisas são apenas muletas. Elas não são realmente a minha resposta”, destacou, de acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

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Hong Kong: perseguição religiosa da China aumentou, diz entidade

Os cristãos de Hong Kong vêm enfrentando um aumento da perseguição religiosa por parte da China nos últimos anos, e a situação está se degradando de forma acelerada, alerta entidade que se dedica a monitorar a opressão das autoridades comunistas contra os cristãos chineses.

A Release International aproveitou as circunstâncias do 35º aniversário do massacre da Praça Tiananmen, em Pequim (em 4 de junho de 1989) para denunciar o aumento da perseguição aos cristãos em Hong Kong, que é uma província chinesa que antes da ascensão de Xi Jinping ao poder, gozava de grande autonomia administrativa.

O massacre na Praça Tiananmen, em Pequim, em 4 de junho de 1989, foi uma resposta truculenta da ditadura chinesa contra os protestos pró-democracia no país. Desde então, houve um aumento na perseguição aos cristãos na China, dentre outras mudanças mais radicais.

A Release International publicou um relatório na última segunda-feira, 03 de junho, que 35 anos depois do massacre na Praça Tiananmen, os cristãos na China enfrentam os piores níveis de perseguição desde a Revolução Cultural e que a ameaça está a espalhar-se para Hong Kong.

As novas “leis de segurança nacional” impostas por Pequim a Hong Kong resultaram na perda da liberdade de expressão e religiosa. A entidade – que apoia os cristãos perseguidos em todo o mundo – disse que uma nova lei poderia forçar os padres católicos em Hong Kong a revelar os segredos do confessionário, por exemplo.

Nos termos do Artigo 23, aprovado em março, os padres podem ser presos até 14 meses se se recusarem a revelar os chamados crimes de traição partilhados durante a confissão, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Bob Fu, um pastor que se tornou um dos principais colaboradores da Release International, afirmou que esse tipo de imposição vai levar a China “a um caminho muito perigoso em direção à perseguição”.

No cenário atual, muitos cristãos já abandonaram Hong Kong e imigraram para o Reino Unido, já que a ilha foi colônia britânica no passado: “Os habitantes de Hong Kong esperam que o Reino Unido se mantenha firme pela sua liberdade religiosa e defenda-os, e tome todas as medidas necessárias para proteger aqueles que fogem da perseguição”, comentou Bob Fu.

O diretor da Release International, Paul Robinson, também comentou a situação: “A repressão de longa data na China continental agora parece estar se estendendo a Hong Kong. A liberdade religiosa é a pedra angular de todas as liberdades. Os nossos parceiros descrevem a atual repressão aos cristãos como a mais dura desde a Revolução Cultural de Mao Tse Tung”.

“Juntos apelamos ao mundo para que desperte e reconheça a gravidade da perseguição na China que está a ganhar força. Esta ameaça contra os cristãos vai além das suas fronteiras nacionais”, finalizou Robinson.

'Andar com Deus é o passo certo', disse Fernanda Brum a Eliana

A apresentadora Eliana está deixando o SBT e no último domingo abriu sua despedida da emissora, recebendo a cantora Fernanda Brum, com quem nutre amizade ao longo dos anos.

Fernanda Brum elogiou os longos anos em que a apresentadora manteve seu programa na emissora, arriscando abrir espaço para artistas gospel e até pastores, apesar da concorrência feroz com as demais TVs abertas:

“Tanta história com você! Você abriu minha vida para o Brasil, fez tantas homenagens para mim, estou aqui num dia tão especial com você e quero dizer que Abraão escolheu sair da terra dele, da parentela, ir para uma terra que ele não conhecia, […] quero dizer que para onde a gente escolhe andar, na família, na casa, em todas as áreas da nossa vida, se a gente anda com Deus, a gente dá o passo certo”, pregou a cantora.

Eliana se emocionou com as palavras de Fernanda Brum, que reiterou sua admiração pela apresentadora: “Quero te agradecer porque sempre dei um passo aqui dentro e fui respeitada, você abriu as portas para a música gospel no Brasil, sempre recebeu pastores, cantores, de todos os ritmos musicais, com muito respeito, e eu nunca saí daqui com o coração triste”.

Ao longo do mês de junho a apresentadora irá fazer edições especiais de despedida do SBT. Ela decidiu não renovar o contrato com a emissora, mas ainda não anunciou seus próximos passos na carreira artística.

Rina se afasta após áudios de discussão entre ele e a esposa

O apóstolo Rina anunciou que está se licenciando de suas funções como líder da Bola de Neve Church após o vazamento de áudios de uma discussão entre ele e sua esposa, pastora Denise, serem divulgados nas redes sociais. À igreja, ele justificou a ausência para cuidar da saúde emocional da esposa.

A igreja Bola de Neve vem atravessando uma grave crise institucional, que se iniciou com denúncias feitas contra os pastores da filial de Balneário Camboriú (SC). Em seguida, o cantor Rodolfo e sua esposa, Alexandra Abrantes, vieram a público fazer acusações contra o modelo de liderança da igreja, o que gerou enorme repercussão.

Outro que veio à tona com críticas e acusações a Rina foi seu enteado, Nathan Gouveia, que rompeu relações com o apóstolo por considerar sua liderança abusiva e discordar da forma como ele o via tratando sua mãe, a pastora Denise.

Na última semana, um áudio de uma discussão entre Rina e Denise foi amplamente divulgado nas redes sociais, com o líder da Bola de Neve bastante alterado, xingando a esposa e usando palavrões na discussão. Em determinado momento, ele diz para a esposa ir dormir no escritório porque ele não a quer mais, e ela reage: “Não vou”.

Diante de tanta exposição, o apóstolo Rina decidiu que era necessário se licenciar por tempo indeterminado: “Vocês têm acompanhado as lutas que estamos vivendo. Eu gostaria de estar em outro cenário, mas o que está acontecendo hoje abalou muito a pastora Denise. Ela vinha numa crescente, se recuperando, quase 100%, e com tudo isso ela entrou num lugar em que ela está tendo crises de ansiedade, síndrome do pânico, por isso que ela não está aqui hoje”, introduziu, referindo-se à saúde mental da esposa.

“No passado, eu já cometi o erro de – por eu estar bem – continuar, deixando-a para trás. Eu não posso cometer esse erro de novo. Como eu já disse, em um vídeo que postei semana passada, eu estou disposto a fazer o que for para poder vê-la bem, recuperada”, admitiu Rina.

A decisão foi tomada, segundo ele, com apoio de outros líderes do Bola de Neve: “A gente decidiu… eu chamei até os conselheiros da igreja para estarem com a gente. E a gente decidiu então que esse vai ser um tempo, de novo, de nós estarmos reclusos, de nos distanciarmos da nossa louca agenda de atividades ministeriais. Eu não posso, por eu estar bem, continuar num ritmo e ela ficar em outro”.

“O que eu peço a vocês é que estejam em oração pelo nosso casamento, pelos nossos filhos, pela nossa família. Se Deus quiser, em breve, a gente passa essa fase toda. Se Deus quiser, em breve ela vai estar aqui com a gente, voando como ela foi chamada a voar. Enquanto isso, a igreja não para. Os pastores vão estar aqui, trabalhando”, encerrou Rina.

Veja o anúncio do afastamento:

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Coreanos avaliam romper com a Igreja Metodista Unida

A decisão da conferência geral da Igreja Metodista Unida (UMC) em permitir que seus membros vivam em uniões entre pessoas do mesmo sexo está repercutindo entre cristãos coreanos, que ameaçam seguir igrejas conservadoras dos EUA e romper com a matriz.

Pastores metodistas da Coreia do Sul, ligados à Igreja Metodista Coreana, argumentam que a igreja deveria cortar os laços com a UMC. As vozes que defendem esta posição têm crescido dentro do Movimento Cristão de Santidade Coreano (KCHM), incluindo a Conferência do Movimento Metodista de Santidade (MHMC), o Movimento para Reconstruir a Igreja Metodista (MRMC) e a Sede do Movimento Wesleyano de Santidade (WHMH).

Numa declaração emitida após a Conferência Geral da UMC, os pastores se posicionaram explicitamente: “A homossexualidade não pode ser aceita até que o Senhor regresse. Esta não é uma questão emocional, mas uma questão de verdade imutável. A homossexualidade é claramente um pecado”.

No mesmo documento, eles acrescentaram que “esta é uma questão relativa à santidade da vida que a Igreja deve ensinar corretamente”, não permitindo que seja afetada por nenhuma influência externa. “Portanto, a Igreja Metodista Coreana não pode continuar a associar-se à Igreja Metodista Unida, que apoia a homossexualidade”, reiteraram.

Exigindo que a Igreja Metodista Coreana expresse claramente a sua oposição à homossexualidade, os pastores ameaçaram inclusive romper com a própria igreja no país: “Caso contrário, tanto interna como externamente, a Igreja Metodista Coreana será inevitavelmente tratada de forma semelhante à Igreja Metodista Unida”.

De acordo com informações do portal The Christian Post, atualmente existem aproximadamente 220 igrejas coreanas filiadas à UMC, com cerca de 800 pastores coreanos e cerca de 30 mil membros.