Esposa de Kaká revela motivo de não conta qual igreja frequenta

A modelo Carol Leite, esposa de Kaká, ex-jogador, afirmou que o casal opta por não tornar pública a igreja que frequenta. A declaração foi feita em resposta a uma pergunta enviada por um seguidor no Instagram, na sexta-feira, 06 de junho.

“Sim, frequentamos! Mas eu não divulgo porque queremos continuar frequentando em paz”, escreveu Carol, por meio dos stories da plataforma.

A decisão de manter em sigilo a rotina de congregação parece estar relacionada a episódios anteriores envolvendo o nome do ex-jogador. Há cerca de 15 anos, Kaká foi associado à Igreja Renascer em Cristo, instituição que, na época, enfrentou investigações por suspeita de lavagem de dinheiro. Em 2009, o atleta prestou depoimento sobre o caso, depois que seu nome foi citado em reportagens sobre a igreja.

No ano seguinte, em 2010, Kaká e sua então esposa, Carol Celico, passaram a frequentar cultos da Casa da Rocha, igreja fundada por Zé Bruno, ex-líder da Renascer. Em períodos mais recentes, já casado com Carol Leite, o ex-jogador foi visto em eventos da Igreja Batista do Morumbi, na zona sul de São Paulo.

A precaução adotada pelo casal é semelhante à de outras figuras públicas, que preferem manter discrição ao participar de atividades religiosas. Em algumas congregações de grande porte, é comum a criação de áreas reservadas, destinadas a evitar abordagens indesejadas por parte do público e a proteger a privacidade dos frequentadores.

Um exemplo recente ocorreu na Lagoinha Alphaville, localizada na região metropolitana de São Paulo. A igreja é frequentada por personalidades como os influenciadores Maíra Cardi e Thiago Nigro. Em fevereiro deste ano, Maíra publicou um vídeo em que mostrou os bastidores da igreja e comentou sobre a estrutura oferecida a convidados em área especial.

“Olha quanta gente! Está lotado! Olha o tamanho do palco. Conseguimos um lugar na frente do palco, olha que legal. É muito emocionante, gente. Os cultos aqui são fortíssimos”, disse a influenciadora na gravação compartilhada nas redes sociais.

Homem se rende a Jesus após construir tanque batismal

Durante sete anos, Gilson Teodoro de Jesus, 42, levava a esposa Marise e o filho Davi, hoje com 10 anos, até a porta de uma igreja em Gandu, no sul da Bahia, e retornava para casa. Enquanto a família orava por sua conversão – com o menino insistindo nos cultos: “Orem para que meu pai aceite Jesus” –, o pedreiro mantinha distância da fé, apesar de ser o construtor de um tanque batismal.

A virada em sua vida começou em janeiro de 2024, quando Gilson aceitou ajudar na construção do novo templo. Suas mãos ergueram paredes, escadas e o tanque batismal. Sempre que questionado sobre batismo, respondia com um sorriso: “Só me batizo quando o tanque estiver pronto”.

A frase, inicialmente uma defesa, tornou-se profecia involuntária, pois ele próprio não imaginava o que Deus havia de fazer por ele mesmo, tempos depois.

O líder religioso Adaelson Cruz observou a transformação: “As orações da família, o convívio com os fiéis e seu próprio trabalho na casa de Deus amoleceram seu coração”. Em abril de 2025, surpreendendo a todos, Gilson aceitou preencher a ficha de batismo.

No sábado, 7 de junho, diante de 89 fiéis, ele desceu às águas do tanque construído por ele mesmo. A cena emocionou a congregação: Marise chorou ao ver anos de súplicas respondidas. “Ver meu marido ser batizado na obra que suas mãos fizeram? Só Deus explica essa graça”, declarou.

Ao ser questionado sobre a mudança, Gilson refletiu: “Minha frase era uma desculpa, mas Deus usou cada tijolo que coloquei para me alcançar. As orações do meu filho, a paciência da Marise e o acolhimento dos irmãos me mostraram que era hora do ‘sim’”.

O batismo, realizado no mesmo tanque concluído por ele em maio, simboliza mais que uma conversão: é testemunho silencioso de como a fé pode ser construída tijolo a tijolo, na persistência do amor. Com: Guiame.

Sóstenes Cavalcante: Congresso está 'ajoelhado' perante o STF

O deputado federal evangélico Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) proferiu críticas contundentes ao Congresso Nacional durante discurso no Plenário da Câmara dos Deputados. Em tom de alerta, o parlamentar afirmou que a Casa Legislativa está “muda, imóvel e irrelevante” diante de outros Poderes, que, segundo ele, “rasgam a Constituição com caneta e toga”.

Cavalcante caracterizou o cenário como um “sequestro da função de legislar”, atribuído não à “incapacidade, mas à covardia de alguns e abuso de outros”. A metáfora “caneta e toga” refere-se, respectivamente, a atos do Poder Executivo (como decretos e vetos) e do Judiciário (decisões judiciais), precisamente do Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado vinculou a inação legislativa a riscos para a democracia: “A cada silêncio diante de um abuso, a democracia sangra. A cada omissão do Parlamento, um novo avanço autoritário se consolida”, declarou.

Ele defendeu que os parlamentares foram eleitos “para lutar”, mas criticou aqueles que optam pelo “conforto da omissão”, transformando o povo em “refém da tirania”.

Em tom pessoal, Cavalcante afirmou: “Não ficarei em silêncio. Não traio o povo. Não entrego minha bandeira”. Concluiu classificando a defesa da autoridade do Congresso como o “último fôlego da democracia brasileira”, em questão de “honra, dever e coragem”.

Repercussão

A assessoria da Presidência da Câmara informou que “todas as manifestações no Plenário são registradas e analisadas conforme o regimento”.

A declaração ocorre em meio a tensões recorrentes entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Desde 2023, episódios como decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal (STF), medidas provisórias com controvérsias constitucionais e debates sobre ativismo judicial intensificaram críticas sobre suposto desequilíbrio institucional.

Especialistas em direito constitucional apontam que o tema integra agenda permanente do Congresso, com 47 audiências públicas realizadas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em 2024, discutindo limites entre os Poderes.

“Não é apenas sobre leis. É sobre honra, dever, coragem. Preservar a autoridade do Congresso é preservar o último fôlego da democracia brasileira”, desabafou o deputado.

Guia em Israel relata livramento durante ataque do Hamas

Rodrigo Cardoso, guia turístico licenciado em Israel, afirmou que o atentado terrorista promovido pelo Hamas no dia 7 de outubro de 2023 representou “a maior tragédia na história do povo judeu desde o Holocausto”, mas destacou também que o episódio pode ser compreendido, sob outra perspectiva, como “o maior milagre desde o estabelecimento do Estado moderno de Israel, em 1948”.

A declaração foi dada durante uma conversa com o pastor Douglas Gonçalves, fundador do movimento JesusCopy, que atua com evangelismo digital e discipulado entre jovens no Brasil. O vídeo com o depoimento foi publicado nas redes sociais do pastor.

Segundo Cardoso, documentos encontrados posteriormente pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) revelaram que o plano original dos grupos extremistas era um ataque conjunto e simultâneo a partir da Faixa de Gaza, do Líbano e do Irã: “O exército de Israel encontrou documentação – tanto em Gaza quanto no Líbano – que mostrava que era para ter sido um ataque simultâneo”, afirmou.

De acordo com ele, o ataque iniciado pelo Hamas teria envolvido, na primeira fase, cerca de 2.200 terroristas vindos de Gaza. “Depois entrou outra onda, de mais 2.000 terroristas, que não eram soldados do Hamas, eram civis de Gaza. Entraram e cometeram aquela carnificina toda”, relatou.

No entanto, Cardoso destaca que este número representaria apenas uma fração do ataque planejado: “Esse era, sei lá, um quinto do número que entraria do Líbano”. Segundo ele, o grupo Hezbollah, baseado no sul do Líbano, possui “mais de 100.000 combatentes” e seria a “organização paramilitar mais bem armada do mundo”.

O plano, segundo o guia, previa que entre 10.000 e 15.000 combatentes do Hezbollah invadiriam Israel a partir do norte, enquanto os militantes do Hamas fariam o mesmo a partir do sul, com o objetivo de convergirem sobre Tel Aviv. “Iam vir matando de lá, iam vir matando de cá, ao mesmo tempo”, disse.

Outro elemento mencionado por Cardoso no plano era um ataque balístico de larga escala. “Aquele ataque de mísseis balísticos que veio do Irã seis meses depois, com mais de 300 mísseis, era pra ter acontecido no mesmo dia”, afirmou. O ataque citado ocorreu em abril de 2024 e foi considerado o maior lançamento simultâneo de mísseis balísticos já registrado.

Para Cardoso, a falha na execução coordenada do plano não tem explicação militar ou estratégica clara. “Rolou uma confusão na arraial do inimigo. O Hamas entrou, o Líbano não respondeu, o Irã não respondeu. Fizeram uma coisa muito mais simbólica. E a gente foi poupado por milagre”, declarou.

O atentado de 7 de outubro de 2023 marcou o início de uma nova escalada de violência na região. Na ocasião, militantes do Hamas romperam a barreira de segurança e atacaram cidades israelenses próximas à fronteira com Gaza, deixando mais de 1.200 mortos em Israel, segundo dados oficiais. Em resposta, Israel iniciou uma ofensiva militar de grande escala na Faixa de Gaza.

Menino de 9 anos faz defesa da Bíblia em prova sobre evolução

Um menino de 9 anos surpreendeu ao registrar, em uma prova escolar de História sobre a teoria da evolução, comentários baseados na narrativa bíblica da criação. O caso aconteceu em uma escola do ensino fundamental, onde Estêvão, aluno do 4º ano, recebeu a nota de 2,79 em uma avaliação que abordava temas como a origem das espécies e a ancestralidade comum entre humanos e primatas.

O pai de Estêvão, Paulienardo — gestor escolar e cristão — compartilhou um vídeo no Instagram no qual mostra a prova corrigida do filho e comenta a atitude da criança. “Depois de um dia de trabalho, você chega em casa, o filho no 4° ano, prova de História sobre a evolução das espécies, tirou 2,79 de 3 pontos”, disse ele no vídeo publicado em 4 de junho.

Segundo Paulienardo, o menino respondeu às questões conforme o conteúdo apresentado em sala de aula, como a afirmação: “Acredita-se que os seres humanos e os macacos tenham um ancestral em comum”.

Apesar disso, Estêvão escreveu ao lado comentários fundamentados no relato bíblico do Gênesis, descrevendo os dias da criação. “A Terra era sem forma e vazia. Deus falou ‘Haja luz’ e a luz apareceu, assim foi o 1° dia. No 2° dia, Ele separou o céu das águas”, registrou o estudante.

Em outra parte da prova, Estêvão escreveu: “Caiu no sono e tirou uma das costelas de Adão, e desta costela fez a mulher, o nome dela era Eva”, em referência à criação da mulher descrita na Bíblia. O pai comentou: “Ele respondeu como é pedido, mas fez um comentário… aquilo que ele acredita”.

O vídeo repercutiu nas redes sociais, acumulando mais de 700 mil visualizações. Muitos internautas elogiaram a postura do menino. A senadora Damares Alves, que se identifica como cristã, comentou: “Emocionada com este vídeo. Que Deus abençoe este menino incrível. Parabéns à família por estarem educando ele na graça e no conhecimento do Senhor Jesus. Por favor, abracem o Estêvão por mim”.

Outro usuário escreveu: “Parabéns aos pais, isso é educar conforme a cosmovisão bíblica e criacionista. Bem como preparar para analisar e julgar diferentes cosmovisões. Respondeu toda a prova conforme a cosmovisão evolucionista. Mas confrontou e julgou todo o conteúdo à luz da Palavra de Deus”.

A mãe de Estêvão é professora, e a família se declara cristã. Segundo o pai, a atitude do filho reflete não apenas conhecimento, mas também fé. “Criança também tem chamado, também tem missão, também foi escolhida! É o Evangelho sendo vivido desde cedo”, concluiu Paulienardo.

Até o momento, a escola não se manifestou publicamente sobre o conteúdo da prova ou sobre os comentários feitos pelo aluno.

Veja o ‘avivamento silencioso’ que jovens da Europa estão vivendo

Nos últimos anos, diversos países da Europa têm registrado um crescimento na procura por Bíblias e no número de batismos, especialmente entre jovens da chamada Geração Z. O fenômeno tem sido descrito por líderes cristãos como um “avivamento silencioso”, com raízes no período pós-pandemia da Covid-19.

Andreas Nordli, diretor da Jovens Com Uma Missão (JOCUM) na Noruega, afirmou em entrevista ao portal Christian Network Europe, em 5 de junho, que a Europa está passando por uma mudança espiritual significativa. “Acredite ou não, a secularização está morta”, declarou.

Segundo Nordli, que trabalha com jovens há três décadas, o cenário atual é inédito, e por isso considera um avivamento: “Tenho visto mais jovens se convertendo ao Senhor Jesus nos últimos dois ou três anos do que nos 27 anos anteriores”, afirmou. Ele destacou ainda que “muitas igrejas recebem novos convertidos com idade entre 15 e 30 anos”.

O líder observa que os jovens que se aproximam da fé não estão sendo atraídos por campanhas ou eventos eclesiásticos. “Eles estão vindo ao Senhor por conta própria”, disse. A maioria deles, segundo Nordli, foi criada em contextos onde “não existe uma única verdade”, mas, agora, demonstram interesse ativo pela Bíblia e pelos fundamentos da fé cristã. “A Geração Z realmente quer saber qual é a Verdade e por que deveria acreditar”, acrescentou.

Esse movimento tem resultado no aumento de matrículas em escolas bíblicas na Noruega. Muitos jovens frequentam estudos bíblicos, mas ainda não estão integrados às práticas litúrgicas dominicais. Para Nordli, esse comportamento indica uma busca espiritual autêntica, ainda que fora dos padrões tradicionais da igreja institucional.

Histórias de conversão

Entre os novos convertidos está Julia Boehme, da Suécia. Durante a pandemia, ela se envolveu com práticas ocultistas e se identificava como bruxa: “Acreditava que Deus era mau”, contou. Mesmo assim, sentia um vazio espiritual que não era preenchido.

Em uma viagem a Stonehenge, na Inglaterra, visitou igrejas e participou de cultos: “Experimentei a presença de Deus”, disse. Após essa experiência, decidiu seguir Jesus e hoje compartilha seu testemunho com outras pessoas.

Outro caso citado foi o de Volodymyr Fomin, da Ucrânia. Ele se converteu também durante a pandemia, após deixar o movimento da Nova Era e vivenciar a cura de uma depressão. Atualmente, Volodymyr atua em uma missão estudantil cristã em Kiev: “Eles [os novos convertidos] precisam de cristãos maduros para viver a vida com eles. A Geração Z gosta de conviver com a geração dos seus pais”, observou.

Movimento desigual na Europa

Apesar dos relatos positivos, Andreas Nordli reconhece que o fenômeno de avivamento não ocorre de maneira uniforme em todo o continente europeu. O movimento, segundo ele, é mais perceptível em algumas regiões e igrejas do que em outras.

Nordli também destacou que o cenário espiritual nos Estados Unidos tem apresentado sinais semelhantes desde o chamado “despertar de Asbury”, ocorrido em fevereiro de 2023, na Universidade de Asbury, Kentucky. Desde então, segundo ele, jovens norte-americanos têm se convertido em eventos realizados em universidades, praias e espaços públicos, com relatos de batismos, curas e transformações pessoais.

Embora o movimento ainda não receba atenção ampla da mídia tradicional, os líderes envolvidos acreditam que há uma transformação em curso na espiritualidade dos jovens, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

Nigéria: desafios do país onde há mais cristãos mortos no mundo

O pastor Paul* atua em uma das regiões mais afetadas pela perseguição religiosa na Nigéria. Em declaração publicada no dia 5 de junho pela organização Global Christian Relief, ele afirmou que a fé em Deus tem sustentado os cristãos diante da onda de ataques promovidos por grupos extremistas islâmicos.

“Nossa palavra diária é gratidão”, disse o pastor, que atualmente vive e trabalha em um campo de deslocados internos, após ter perdido sua casa e ministério em 2011 devido a um ataque extremista. “Todas as nossas propriedades foram destruídas”, relatou.

Segundo estimativas da Global Christian Relief, a Nigéria é hoje o país mais letal do mundo para cristãos. Entre novembro de 2022 e novembro de 2024, aproximadamente 10.000 cristãos foram mortos no país em ataques atribuídos ao Boko Haram, militantes Fulani e outros grupos armados. Mais de 2 milhões de pessoas vivem deslocadas internamente devido à violência, muitas delas em comunidades como a que o pastor Paul lidera atualmente.

Após os ataques, sua casa passou a acolher diversas famílias expulsas de suas vilas. “As obras do Senhor são maravilhosas. A profecia está se cumprindo, e somos gratos”, afirmou Paul, fazendo referência a João 16:2, onde Jesus alerta: “Vocês serão expulsos das sinagogas, e chegará o tempo em que qualquer um que os matar pensará que está fazendo a vontade de Deus”.

Além da ameaça constante de violência, os cristãos enfrentam dificuldades práticas como escassez de água potável, alimentação, acesso à educação e condições básicas de sobrevivência. Apesar disso, o pastor afirmou que a Palavra de Deus tem sido fonte de força e consolo para os que ali vivem.

“Estamos felizes o tempo todo porque o Senhor nos fortalece por meio da Bíblia. Essa alegria profunda está enraizada na imutável Palavra de Deus, e não em circunstâncias passageiras e difíceis”, afirmou.

Paul também destacou a importância da unidade espiritual entre cristãos ao redor do mundo. “Somos um só corpo, um só espírito. Deus é um, nosso batismo é um. Nossas orações também são uma só”, declarou. Ele acrescentou que cristãos em diferentes partes do mundo oram uns pelos outros: “Os cristãos na América estão orando pelos cristãos na África, e os cristãos na África estão orando pelos que estão no exterior, porque somos irmãos uns dos outros”.

Concluindo sua declaração, o pastor fez um pedido de oração: “O próprio Deus disse no livro de Eclesiastes 3 que tudo tem o seu tempo. Portanto, meu pedido de oração é para que Ele traga paz ao país”.

*Nome alterado por razões de segurança.

Pastor tem post sobre condenação de Léo Lins deletado

O pastor Pedro Pamplona revelou que teve uma publicação sobre a condenação do humorista Léo Lins apagada pela Meta, empresa que controla o Instagram, Facebook e WhatsApp.

O episódio de censura foi descrito por Pamplona, que é pastor na Igreja Batista Filadélfia, em Fortaleza (CE), em uma nova publicação que descreveu parte do que havia expressado no post original:

“Você viu o post que fiz ontem? Escrevi um texto aqui no Instagram falando sobre o perigo de decisões judiciais como a do caso Léo Lins começaram a se espalhar e chegarem em pastores. No post digo que discordo das piadas dele e pontuou [sic] aquilo que achei exagerado e injusto”, introduz Pamplona.

Ao explicar sua motivação com o post, o pastor reitera uma opinião que vem sendo expressada por outros líderes cristãos: “No final chamo a atenção dos cristãos para casos que já vem acontecendo com pastores e como isso pode piorar com esse precedente”.

“Sabe o que aconteceu? O post viralizou bastante (foram mais de 7 mil curtidas e 1.300 comentários) e centenas de militantes progressistas comentaram. Creio que houve denúncia. O INSTAGRAM APAGOU O POST. Não recebi nenhum aviso. Simplesmente desapareceu. Um post que não quebra nenhuma regra da plataforma não há nenhum discurso de ódio. Pelo contrário eu discordei das piadas no texto”, detalhou.

Pamplona revelou espanto ao saber que a publicação havia sido removida: “Algumas pessoas me perguntaram porque eu apaguei o post. Não apaguei, fui apagado. Mas isso é bom, só faz provar o ponto do texto. Talvez ajude mais pessoas a abrirem os olhos. Amanhã pode ser um pastor. Pode ser qualquer um de nós que fala em público. Se você viu o post e compartilhou com alguém compartilha esse também. Vamos ver se esse eles deixam permanecer ‘no ar’”, concluiu.

Ex-muçulmana ousa ao evangelizar no Irã: ‘Não tenho medo’

A ex-muçulmana Grace conta que foi escolhida aos 14 anos por um homem com quem seria forçada a se casar ainda na adolescência. “Eu ainda era uma criança, sem idade suficiente. Mas ninguém se opôs”, relembrou, com lágrimas, descrevendo uma realidade do Irã.

Apesar dos esforços para manter o relacionamento e desenvolver sentimentos pelo marido, o casamento rapidamente se deteriorou.

Segundo seu relato, os casos extraconjugais do marido se multiplicaram, incluindo um relacionamento prolongado. Após confrontá-lo, Grace foi agredida com um cinto. “Rezei a Alá, mas não obtive resposta”, afirmou. Após anos de sofrimento, ela conseguiu o divórcio, mas enfrentou novos desafios.

Rejeição familiar 

Após a separação, Grace foi rejeitada pela família e ficou sozinha com dois filhos pequenos. Para sustentar as crianças, aceitou trabalhos braçais enquanto enfrentava a fome, o isolamento e o preconceito. Mais tarde, ela se casou com Barat, um homem que descreve como gentil.

Foi através de Barat que a história de Grace começou a se entrelaçar com a Bíblia. Quando o ministério cristão Transform Iran o convidou para participar da tradução das Escrituras para o idioma étnico da família, ele aceitou.

Apesar da honra, decidiu manter Grace afastada do projeto: “Ele pegou o laptop, foi até a sala e trancou a porta. Eu disse: Barat, por que você trancou a porta? Ele me respondeu que só os membros do grupo e do comitê podiam participar da reunião. Fiquei muito chateada”, relatou.

O nome de Jesus

A curiosidade levou Grace a ouvir secretamente as reuniões do marido. Foi nesse contexto que escutou pela primeira vez o nome de Jesus. “Só de ouvir o nome Jesus, meu coração foi tocado. Isso me acalmou. Eu queria realmente conhecer essa história sobre quem era Cristo”, afirmou.

Do lado de fora da sala, ela começou a contribuir com sugestões sobre palavras da tradução, sem ser oficialmente incluída. A cada novo encontro, a sede por conhecer Jesus aumentava. Com o tempo, Barat permitiu que Grace se juntasse ao grupo de tradução.

Evangelismo no Irã

Ao aprofundar-se nas palavras de Jesus, Grace diz ter sido profundamente transformada. Com apoio pastoral remoto do Transform Iran, decidiu seguir a fé cristã. “Minha vida foi redimida. Encontrei meu Salvador”, afirmou.

Logo, sentiu o desejo de compartilhar sua nova fé com outros. Com as Escrituras traduzidas, passou a frequentar um parque local, onde evangeliza em sua própria língua. “Agora, vou ao parque duas vezes por dia para evangelizar. Quando conversamos com as pessoas, elas aceitam de coração. Não faz nem um ano que aceitei Jesus. Já anunciei o evangelho a 600 pessoas e 80 se entregaram a Ele”, declarou.

Região antes não alcançada

Segundo Grace, há um ano sua região não contava com igrejas visíveis. Agora, pequenos grupos se reúnem discretamente para aprender sobre Jesus. Esses encontros recebem apoio remoto da equipe do Transform Iran, com materiais, orações e orientação pastoral.

“O Irã é um lugar perigoso para nós, mas cremos em Jesus Cristo. Não tenho medo de nada”, afirmou Grace, segundo o portal Guia-me.

Hoje, ela se dedica à missão de evangelizar sua comunidade, descrevendo a Palavra de Deus como “amor, amizade e paz”. Para ela, traduzir esse amor à sua língua materna é também uma forma de dar sentido à própria vida, após anos de sofrimento e rejeição.

Elaine Martins: trabalho em presídios é elogiado por autoridades

Na tarde de quinta-feira, 5 de junho, a cantora gospel Elaine Martins e seu esposo, Oseas Chagas, estiveram na sede da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) do Rio de Janeiro. O casal foi recebido pela secretária Maria Rosa Nebel, com quem manteve uma reunião voltada ao fortalecimento de iniciativas religiosas e sociais no sistema penitenciário fluminense.

“Conhecida pelo sucesso Volte a Sonhar, Elaine trouxe uma mensagem de esperança e renovação”, diz uma publicação feita pela SEAP nas redes sociais.

O órgão destacou que a presença da artista reforça o compromisso da pasta com a dignidade e a ressocialização das pessoas privadas de liberdade: “Sua passagem pela SEAP reforça nosso compromisso com a dignidade, a ressocialização e o cuidado com os presos no sistema penitenciário fluminense”.

Durante a visita institucional, Elaine e Oseas representaram a Assembleia de Deus Madureira, denominação onde são membros. O casal lidera atividades como pregação do evangelho e entrega de kits de higiene pessoal em presídios do Rio e de outros estados. “Foi uma tarde produtiva e de trocas importantes!”, declarou a cantora após o encontro, segundo informações do Pleno News.

O trabalho de Elaine Martins junto à população carcerária já tem histórico de destaque em outras unidades da federação. Em novembro de 2024, ela participou de uma cerimônia de batismo nas águas de 105 detentas na Penitenciária Feminina Sandra Aparecida Lário Vianna, em Pirajuí (SP). O evento foi organizado pela Igreja Comunidade Evangélica Restaurar.

Na ocasião, a líder da congregação, Renata Matheus, declarou: “Não tenho palavras para descrever tudo que vivi aqui [na penitenciária], o poder do Espírito Santo invadiu cada lugar e cada mulher. O Senhor escolhe os improváveis e muda histórias. Essa é a nossa missão, restaurar vidas para Cristo”. Renata conduz a igreja ao lado do esposo, pastor Delton.