Brasileiro vence UFC na Casa Branca e prega João 3.16

Everyone STOP SCROLLING and listen to this…

UFC fighter Mauricio Ruffy declares Jesus Christ as Lord in front of the entire country following his huge win.

“Jesus saved my life, he wants to save your life too. Give your life to Jesus”

What a powerful moment. pic.twitter.com/7LodKE3uoZ

— Jack (@jackunheard) June 15, 2026

O lutador brasileiro Mauricio Ruffy aproveitou a repercussão de uma das principais vitórias de sua carreira para compartilhar uma mensagem de fé após derrotar Michael Chandler por nocaute técnico no primeiro round durante o UFC Freedom 250, realizado no domingo, nos Estados Unidos.

O combate aconteceu em uma estrutura montada no gramado sul da Casa Branca, como parte das celebrações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos. Ruffy encerrou a luta ainda no primeiro assalto e, durante a entrevista concedida após o confronto, citou um versículo bíblico e falou sobre sua experiência pessoal com a fé cristã.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”, declarou o atleta, citando João 3:16. Em seguida, acrescentou: “Jesus salvou a minha vida; ele quer salvar a sua também. Entregue a sua vida a Jesus”.

Após a luta, Ruffy voltou a abordar o tema em suas redes sociais. O lutador afirmou que sua principal mensagem não estava relacionada ao resultado esportivo, mas à sua convicção religiosa.

“Jesus mudou completamente a minha história e está de braços abertos para transformar a sua também. Nossa maior vitória não é conquistada pela nossa própria força, mas quando deixamos que Ele assuma o controle de tudo”, escreveu. “A vitória na Casa Branca foi muito especial, mas a principal mensagem que quero compartilhar com vocês hoje é outra: entreguem suas vidas a Jesus”.

Dentro do octógono, Ruffy enfrentou Michael Chandler, ex-campeão do Bellator e um dos nomes mais conhecidos da categoria dos leves. Ao longo do combate, o brasileiro utilizou sua velocidade e alcance para controlar as ações e neutralizar as tentativas de aproximação do adversário.

Uma sequência de golpes no corpo, jabs e ataques giratórios abriu caminho para o desfecho da luta. Nos segundos finais do primeiro round, Ruffy conectou uma combinação de golpes que levou Chandler ao chão. O árbitro interrompeu o combate aos 4 minutos e 29 segundos do primeiro assalto, decretando a vitória do brasileiro por nocaute técnico.

Após o triunfo, Ruffy afirmou que segue focado na disputa pelo cinturão da categoria.

“Estou muito feliz com essa performance, com essa vitória. Tenho treinado muito para ser campeão desta categoria. Quero ser campeão. Acredito que sou o próximo na disputa pelo título”, declarou.

O lutador também protagonizou outro momento de destaque ao pedir sua namorada, Nadine, em casamento diante do público presente.

Segundo Ruffy, ele desejava fazer o pedido há algum tempo, mas não tinha condições financeiras para isso no passado.

“Há algum tempo, quando conheci minha esposa, Nadine, eu realmente queria pedi-la em casamento, mas não tinha dinheiro. E agora, que lugar melhor para pedir minha esposa em casamento?”, afirmou.

Dirigindo-se à companheira, acrescentou: “Nadine, eu te amo. Você quer casar comigo, já que estamos aqui na Casa Branca?”.

O evento contou com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que assistiu às lutas ao lado da primeira-dama, Melania Trump, e do presidente do UFC, Dana White.

Após o encerramento da programação, White afirmou que o objetivo da iniciativa era celebrar o aniversário de 250 anos dos Estados Unidos e promover um momento de união entre os participantes.

“Este evento foi para comemorar o 250º aniversário dos Estados Unidos. Não havia nenhuma agenda política. Acredito que, se você é americano, não importa sua posição política, esta noite foi simplesmente uma noite de orgulho”, declarou.

De acordo com o The Christian Post, White concluiu dizendo: “Espero que tenhamos criado alguma união no país e no mundo, e conquistado novos fãs”.

Tim Allen relata arrependimento e encontro com Deus na prisão

O ator Tim Allen falou recentemente sobre sua trajetória pessoal, a influência da fé em sua vida, os quase 30 anos de sobriedade e sua participação na franquia Toy Story, que completa três décadas de sucesso junto a diferentes gerações.

Em entrevista à revista US Weekly, Allen afirmou que continua surpreso com o impacto duradouro da animação lançada em 1995. Segundo ele, a equipe envolvida na produção original não imaginava que o filme se transformaria em um fenômeno cultural.

“Quando vimos Toy Story pela primeira vez, todo mundo na sala ficou tipo, ‘Não sei o que pensar disso’. Os chefões estavam muito inseguros de que daria certo. Pensaram: ‘Talvez a gente lance direto em DVD’”, afirmou.

A franquia se prepara para lançar seu quinto filme, e Allen destacou que uma das características que mais chamou sua atenção na nova produção é a abordagem sobre a relação das crianças com a tecnologia. O ator, que dá voz ao personagem Buzz Lightyear, contou que uma das cenas exibidas durante uma prévia mostrou crianças concentradas em seus celulares, provocando silêncio entre os espectadores.

“Eles entendem de tecnologia, e ainda assim estão dando destaque à sua própria tecnologia”, disse. Allen também elogiou a Pixar por incentivar as crianças a valorizarem momentos de brincadeira e interação.

Além de seu trabalho em Toy Story, o ator construiu uma carreira marcada por produções como Família em Obras, Um Homem entre Mulheres e a franquia Meu Papai é Noel. Atualmente, ele integra o elenco da série Reparos em Família.

Allen também comentou os desafios de continuar trabalhando na indústria do entretenimento após décadas de carreira. Segundo ele, a experiência acumulada nem sempre torna fácil lidar com novos projetos e diferentes formas de trabalho.

“Estou ficando experiente demais. Já fiz tanta coisa que, quando começamos um projeto novo, é difícil ouvir gente nova me dizendo como o negócio funciona”, afirmou.

Durante a entrevista, o ator relembrou acontecimentos marcantes de sua vida pessoal. Ele tinha 11 anos quando seu pai, Gerald M. Dick, morreu em um acidente de trânsito causado por um motorista embriagado, em novembro de 1964. Segundo Allen, a perda teve impacto profundo em sua formação.

“O trauma tem esse efeito. Eu me voltei para o meu lado espiritual, metafísico ou religioso”, declarou.

O ator afirmou que sentiu falta da convivência com o pai ao longo dos anos e disse que a experiência contribuiu para sua busca por respostas relacionadas à fé e à espiritualidade.

Outro episódio marcante ocorreu em 1978, quando Allen foi preso em um aeroporto de Michigan após ser encontrado transportando cocaína. Depois de se declarar culpado, ele cumpriu cerca de dois anos em uma prisão federal.

Segundo o ator, o período de encarceramento foi decisivo para que reavaliasse sua vida e definisse novos rumos para o futuro.

“Eu não queria fazer isso nunca mais. Humilhei minha família, meus amigos e a mim mesmo. Não queria cometer esse erro [novamente]”, afirmou.

Ao falar sobre fé, Allen descreveu sua jornada espiritual como um processo longo, marcado por questionamentos e reflexões. Ele contou que durante anos teve dificuldades para compreender acontecimentos dolorosos que vivenciou ao longo da vida.

“Por muito tempo, eu ainda gostava de ir à igreja de vez em quando, mas, no fundo, eu pensava: ‘Eu não gosto desse Criador porque ele pode levar qualquer pessoa a qualquer momento, sem motivo algum’”, disse.

Segundo o ator, com o passar do tempo sua perspectiva mudou. “Aprendi a parar de perguntar”, afirmou.

Allen também falou sobre a influência da sobriedade em sua relação com as filhas. Sua filha mais velha, Kate, nasceu em uma fase em que ele ainda enfrentava problemas relacionados ao vício, enquanto Elizabeth cresceu durante o período em que ele já estava sóbrio.

“Eu não estava sóbrio durante alguns dos anos de formação da Kate. Fiz as pazes com ela”, declarou. “Com a mais nova, vejo como é diferente, já que estou sóbrio há quase 30 anos”.

Em junho do ano passado, Allen revelou que havia concluído a leitura do Antigo Testamento e iniciado o Novo Testamento. Ele afirmou ter ficado especialmente impressionado com a carta de Paulo aos Romanos, experiência que descreveu como parte importante de sua caminhada espiritual, segundo o The Christian Post.

Camisa 10 da Coreia do Sul usa versículo em vitória da Copa

O meio-campista Lee Jae-Sung, titular da camisa 10 da seleção sul-coreana, tornou pública sua fé cristã ao celebrar o triunfo de seu país na primeira partida da Copa do Mundo de 2026.

O confronto aconteceu na quinta-feira (11), no Estádio Akron, localizado em Guadalajara, no México. Na abertura do torneio, a Coreia do Sul enfrentou a República Tcheca. A equipe tcheca marcou primeiro, mas a seleção asiática reagiu, anotou dois gols e conquistou a vitória. A performance dos sul-coreanos recebeu elogios da imprensa internacional.

Lee Jae-Sung, que é cristão protestante, recorreu ao Instagram para festejar o resultado. Na postagem, ele transcreveu Josué 1:9: “Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso. Não tenha medo; não desanime, pois o SENHOR, o seu Deus, estará com você por onde você andar”.

O jogador também declarou sua dependência de Deus para atuar na Copa do Mundo. “Confie e apoie-se em Deus, que guiou e estabeleceu este lugar, e com confiança sincera e um coração agradecido, vamos em frente com ousadia! Nós somos a Coreia”, afirmou.

Posicionamento público e trajetória na Alemanha

Lee Jae-Sung é reconhecido por expressar abertamente suas convicções religiosas e por divulgar o Evangelho em suas plataformas digitais. Atualmente, defende o Mainz, clube que disputa a primeira divisão do futebol alemão, na posição de meio-campista. Na Alemanha, ele frequenta uma igreja coreana, participando de cultos e de atividades com grupos de jovens.

Em entrevista concedida ao jornal sul-coreano Kukmin Ilbo, Lee afirmou nunca ter relutado em expor sua fé publicamente. “Nunca hesitei. Espero profundamente que todos sintam o amor que recebi de Deus”, declarou.

Copa: 14 países estão entre os que perseguem cristãos

Com o início da Copa do Mundo de 2026, bilhões de espectadores acompanham o maior torneio de futebol do planeta. Em meio às celebrações esportivas, a organização missionária Portas Abertas chama a atenção para um dado pouco destacado: 14 das nações classificadas para a competição integram a Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2026, ranking anual que identifica os territórios onde é mais difícil professar a fé cristã.

“Este é um convite para transformar atenção em intercessão”, declarou a Portas Abertas, acrescentando: “A Copa do Mundo não é apenas um evento esportivo. Ela também nos lembra que, por trás das bandeiras e dos times, existem milhões de cristãos que enfrentam pressão e discriminação por sua fé.”

A organização ressalva que a perseguição não afeta a totalidade da população desses países, mas muitos cristãos locais sofrem pressão, discriminação e, em alguns casos, violência em razão de sua crença. Ainda assim, segundo a missão, o Evangelho segue avançando nessas nações.

Os 14 países na lista

Os países classificados para a Copa de 2026 que também constam da Lista Mundial da Perseguição são: Arábia Saudita (13º lugar no ranking), Argélia (20º), Catar (44º), Colômbia (47º), Egito (42º), Irã (10º), Iraque (18º), Jordânia (49º), Marrocos (23º), México (30º), República Democrática do Congo (29º), Tunísia (31º), Turquia (41º) e Uzbequistão (25º).

Segundo a Portas Abertas, as realidades dos cristãos variam de um país para outro, mas muitos enfrentam desafios análogos.

Cristãos em nações de maioria muçulmana

Em países de maioria muçulmana — como Arábia Saudita, Irã, Marrocos, Argélia, Catar, Jordânia, Tunísia e Turquia — cristãos convertidos do islamismo costumam sofrer forte pressão familiar, social e estatal. Em diversos casos, eles são monitorados e precisam ocultar a fé para evitar rejeição, interrogatórios, perda de direitos ou sanções legais.

No Irã, as autoridades reprimem duramente igrejas domésticas, e líderes cristãos podem ser presos. Na Argélia, igrejas foram fechadas e cultos suspensos nos últimos anos. Já na Arábia Saudita, onde não há igrejas públicas, muitos seguidores de Jesus praticam a fé em sigilo.

Violência de grupos armados

Em outras nações, a perseguição está associada à atuação de grupos armados e criminosos. Na República Democrática do Congo, comunidades cristãs continuam sendo alvo de ataques terroristas, com destruição de igrejas e deslocamento forçado de famílias. No Iraque, os cristãos ainda convivem com as consequências de anos de conflitos e com ameaças de extremistas.

Pressão na América Latina

Regiões da América Latina também registram pressão contra cristãos. Na Colômbia e no México, líderes religiosos podem ser perseguidos por denunciar injustiças ou por atuarem em áreas dominadas por grupos criminosos. Convertidos oriundos de comunidades indígenas também enfrentam rejeição em razão da fé.

Controle estatal e discriminação local

No Egito, a discriminação ocorre principalmente no âmbito local. No Uzbequistão, as autoridades exercem forte controle sobre as atividades religiosas, impondo restrições às igrejas e monitorando constantemente os fiéis.

Convocação à oração

Diante desse cenário, a Portas Abertas convida cristãos ao redor do mundo a se lembrarem da Igreja Perseguida durante a Copa do Mundo de 2026. “A Copa pode ser uma oportunidade para ampliar nossa visão e viver a unidade global da igreja em compaixão por nossos irmãos na fé perseguidos. Ore enquanto você torce durante os jogos nas próximas semanas. Vista a camisa da Igreja Perseguida”, concluiu a missão. Com: Guiame.

Alienígenas? Pastor alerta sobre o preparo sobre OVNIs

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O pastor Joel Engel manifestou preocupação com o crescente debate envolvendo OVNIs e supostas formas de vida extraterrestre. Segundo ele, os cristãos precisam estar aptos a responder ao tema com base nas Escrituras.

Engel fez referência a um relato do evangelista norte-americano Perry Stone. De acordo com esse relato, autoridades dos Estados Unidos teriam orientado um grupo de pastores a preparar suas igrejas para futuros anúncios oficiais relacionados a OVNIs e vida extraterrestre.

As mesmas autoridades, conforme o relato, teriam alertado que tais informações poderiam levar muitos cristãos a duvidar de sua fé e que pessoas sem religião poderiam procurar explicações junto às igrejas.

Ao comentar o assunto, Engel afirmou que o tema não é novo. “Nas camadas mais avançadas, dos governantes, esse assunto é conhecido há muito tempo. Mas nós precisamos ensinar a Palavra de Deus”, disse.

Segundo o pastor, a mensagem que costuma ser apresentada segue um padrão recorrente: a humanidade teria aprendido versões erradas sobre sua origem, e os alienígenas viriam para revelar a verdade. “Eles se apresentarão como deuses e dirão que deram origem ao ser humano, que vão ensinar a humanidade e levá-la para uma nova fase”, explicou.

Engel associou essa narrativa à estratégia da serpente no relato bíblico do Jardim do Éden. “Essa história nós já vimos antes. O que a serpente falou para Eva? ‘Vocês serão como deuses’”, recordou.

Nefilins e anjos caídos

O pastor citou Gênesis 6, capítulo que menciona os nefilins — frequentemente interpretados como gigantes — e os “filhos de Deus”. “Os anjos que se transformaram ou adquiriram corpo humano, se misturaram com as filhas dos homens e geraram os nefilins, os gigantes. Em muitos lugares eles recebem nomes diferentes, como anunnakis, mas são aqueles seres que tinham conhecimento do céu”, afirmou.

Segundo Engel, a união entre anjos caídos e mulheres humanas teria gerado “gigantes que tinham conhecimento das estrelas, da astronomia, da astrologia e da magia”. “Eles também ensinaram idolatria, trouxeram conhecimento sobre como fazer espadas de ferro, armas de guerra, construíram pirâmides e estruturas enormes que até hoje ninguém consegue explicar”, acrescentou.

“Como nos dias de Noé”

Engel fez um alerta: “Pode até ser um ser de luz, bonito, forte, mas se trouxer outro evangelho, que é o evangelho dos OVNIs, o evangelho extraterrestre, então deve ser rejeitado.”

Ao tratar dos sinais dos últimos tempos, o pastor destacou a passagem em que Jesus afirma que os dias finais serão “como os dias de Noé”. “O que aconteceu nos dias de Noé? Havia gigantes na Terra. Havia anjos caídos na Terra”, declarou.

Ele também mencionou os alertas bíblicos sobre falsos profetas e sinais enganosos. “Jesus disse que, nos últimos dias, haveria falsos profetas e manifestações tão extraordinárias, com sinais e maravilhas do inimigo, que, se possível fosse, enganariam até mesmo os escolhidos. Mas você é um escolhido, então não será convencido por isso”, afirmou.

E completou: “Então, o cuidado que devemos ter é que Jesus, em Mateus 24:24, fala que essas coisas vêm para enganar. Paulo fala aos tessalonicenses sobre a operação do erro. Jesus pergunta se, quando voltar à Terra, encontrará fé. Está falando de hoje.”

Foco na volta de Cristo

Apesar dos debates sobre extraterrestres, Joel Engel afirmou que o centro da atenção cristã deve permanecer na volta de Jesus. “Nós, os escolhidos de Deus, não seremos enganados. Sabemos que Jesus está voltando”, declarou.

Segundo ele, a Igreja precisará buscar conhecimento bíblico para responder às perguntas que surgirão nos próximos anos. “O seu evangelismo terá que mudar. Você terá que trazer conhecimento sobre isso, senão as pessoas não vão acreditar em você”, afirmou.

Ao encerrar a mensagem, Engel disse acreditar que as discussões atuais fazem parte de um cenário profético anunciado nas Escrituras. “Tudo isso que estamos vendo é a preparação para a operação do erro, para o anticristo. Mas Jesus logo vem”, concluiu.

André Mendonça deverá decidir o rumo da delação de Vorcaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, deve decidir nos próximos dias sobre a situação de Daniel Vorcaro, fundador e ex-controlador do Banco Master. Atualmente, Vorcaro está detido na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A decisão ocorre enquanto autoridades analisam uma segunda proposta de acordo de delação premiada apresentada pelo investigado. Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, o material entregue por Vorcaro menciona o ministro do STF Alexandre de Moraes e cita contratos firmados entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa do magistrado.

De acordo com a publicação, a proposta foi apresentada durante negociações com autoridades federais, mas não foi aceita pela Polícia Federal por não atender aos requisitos considerados necessários para a celebração de um acordo de colaboração premiada.

Após a rejeição da segunda proposta, a Polícia Federal passou a defender a transferência de Vorcaro para uma unidade prisional. O tema agora aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que foi consultada por Mendonça antes da definição sobre os próximos passos do caso.

A equipe do procurador-geral da República, Paulo Gonet, ainda avalia se recomendará a aceitação ou a rejeição da proposta de colaboração apresentada pelo investigado.

Entre as possibilidades em análise, Mendonça pode manter Vorcaro na Superintendência da Polícia Federal até a conclusão da avaliação da PGR ou determinar sua transferência para a Penitenciária de Brasília, conhecida como Papudinha, localizada no Complexo Penitenciário da Papuda.

Vorcaro está preso desde o início de março por decisão do ministro. Na ocasião, a Polícia Federal afirmou que o investigado estaria envolvido em ações de intimidação contra adversários e em atividades relacionadas à invasão de sistemas de órgãos de investigação. As acusações fazem parte das apurações conduzidas pelas autoridades e seguem sob análise dos órgãos competentes.

Após a prisão, o ex-controlador do Banco Master foi inicialmente encaminhado a um presídio federal de segurança máxima. Posteriormente, foi transferido para uma cela especial na Superintendência da Polícia Federal, onde passou a ter acesso facilitado à equipe de defesa para preparar o material relacionado à proposta de colaboração premiada.

Com a rejeição da segunda tentativa de acordo, a Polícia Federal voltou a defender que Vorcaro seja transferido para uma unidade prisional enquanto o caso continua em análise pelas autoridades, de acordo com informações da revista Oeste.

Aos 78 anos, SBB tem projeto para ampliar distribuição da Bíblia

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) celebrou seus 78 anos de fundação durante um encontro realizado na Catedral Evangélica de São Paulo. A programação reuniu mais de 700 participantes, entre líderes, pastores, parceiros e representantes de diferentes igrejas, em uma celebração voltada à história da instituição e aos projetos para os próximos anos.

Antes do culto comemorativo na terça-feira, 10 de junho, a SBB promoveu o Encontro de Líderes das Igrejas, que contou com a participação de cerca de 80 pastores de diversas denominações. A abertura foi conduzida pelo pastor Esequias Soares, presidente do Conselho Deliberativo da entidade.

Durante o evento, o diretor-presidente da SBB, reverendo Erní Seibert, apresentou um panorama da trajetória da organização desde sua fundação, em 10 de junho de 1948. Ele relembrou a reunião de líderes cristãos que deu origem à instituição e destacou o lema adotado desde então: “Dar a Bíblia à Pátria”.

Ao abordar a história da entidade, Seibert destacou a expansão da distribuição de Bíblias ao longo das últimas décadas e ressaltou a contribuição dos folhetos bíblicos para a divulgação das Escrituras em diferentes contextos. Ele também apontou desafios relacionados ao ensino bíblico, ao discipulado e ao engajamento das novas gerações com a Bíblia.

Um dos principais temas apresentados durante a celebração foi o projeto Cidade da Bíblia, iniciativa que pretende ampliar a capacidade de produção e distribuição das Escrituras no Brasil e em outros países. Segundo a SBB, o projeto foi desenvolvido para atender ao crescimento da demanda por Bíblias e fortalecer a estrutura da instituição para os próximos anos.

“Nós temos certeza de que, com a bênção de Deus e com a união de todos, esse projeto vai sair e vai levar a Bíblia para todos os cantos deste nosso mundo”, afirmou Erní Seibert.

O pastor Esequias Soares também destacou a importância da iniciativa e relacionou a expansão da estrutura ao avanço da missão da organização.

“A expansão é um progresso, um avanço, porque a obra está crescendo e ainda há muitas pessoas que não têm a Bíblia”, declarou.

Ele acrescentou que a Sociedade Bíblica do Brasil foi criada pelas igrejas e continua atuando em parceria com elas. “Muitos já estão entendendo que a SBB não é apenas uma editora. É uma missão. Ela foi criada e fundada pelas igrejas, ela pertence às igrejas”, afirmou.

O culto comemorativo foi conduzido pelo reverendo Acyr de Gerone Jr., diretor de Cultura e Formação Bíblica da SBB. A programação contou com apresentações musicais do Coral da Catedral Evangélica de São Paulo, do Coral de Cegos da SBB e dos cantores Guilherme Iamarino e Lucas Machado.

A mensagem principal foi ministrada pelo reverendo Assir Pereira, presidente de honra da instituição, que destacou a importância da Bíblia para a fé cristã e ressaltou a relação histórica da SBB com as igrejas brasileiras.

A celebração também incluiu atividades culturais e educativas. Entre elas esteve a estreia do Studio Aquário, da Rádio Bíblia SBB, espaço dedicado ao projeto +31 Mil Vozes com a Palavra, iniciativa que busca produzir uma Bíblia em áudio com a participação de vozes de brasileiros.

Os participantes também puderam visitar a exposição “No Princípio Era a Palavra – O Legado da Reforma”, que apresentou aspectos da contribuição da Reforma Protestante para a tradução e disseminação das Escrituras, além de uma mostra editorial organizada pelo Centro Cultural da Bíblia de São Paulo.

Ao final do evento, pastores receberam certificados em homenagem ao Dia do Pastor, celebrado na mesma data do aniversário da SBB. A homenagem reconheceu a atuação de líderes que colaboram com a missão da instituição de ampliar o acesso à Bíblia em diferentes regiões e contextos.

Ao completar 78 anos de atuação, a Sociedade Bíblica do Brasil destacou sua parceria com igrejas, colaboradores e apoiadores, além de reafirmar o compromisso de ampliar a distribuição das Escrituras por meio de novos projetos, incluindo a Cidade da Bíblia.

‘Quem morreu foi o Espírito’: Elizeu Rodrigues alerta para heresia

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O pastor Elizeu Rodrigues criticou o que considera uma falta de discernimento em parte das igrejas pentecostais diante de determinadas pregações e ensinamentos apresentados nos púlpitos. Segundo ele, algumas declarações são recebidas sem questionamento, mesmo quando entram em conflito com doutrinas cristãs amplamente conhecidas.

Durante uma mensagem publicada recentemente em seu canal no YouTube, Rodrigues citou um episódio envolvendo a banda Voz da Verdade para ilustrar sua avaliação sobre a postura de parte dos fiéis diante de afirmações feitas por pregadores e convidados.

Ao abordar o tema, o pastor relembrou um evento ocorrido há cerca de dez anos no interior de Goiás. Segundo seu relato, um integrante da banda afirmou durante uma participação em um culto que “quem morreu na cruz por nós não foi Jesus, foi o Espírito Santo”.

Rodrigues disse ter ficado surpreso com a declaração e afirmou que a reação da congregação chamou sua atenção. De acordo com ele, muitos presentes responderam positivamente à fala sem demonstrar preocupação com o conteúdo apresentado.

“Eu vi um dos integrantes da banda Voz da Verdade aqui no interior do Goiás há uns 10 anos atrás. Assumiu o microfone e dizer: ‘Quem morreu na cruz por nós não foi Jesus, foi o Espírito Santo’. Eu pensei comigo mesmo, o cara deve estar cansado, mas a igreja, ó glória. Falei: ‘Não pode ser’. O que é isso? Aprovação automática”, declarou.

O pastor afirmou que situações como essa refletem o que chamou de “aprovação automática”, uma aceitação imediata de declarações feitas no púlpito sem análise ou comparação com os ensinamentos bíblicos.

Ao concluir a mensagem, Rodrigues defendeu que os cristãos mantenham uma postura de atenção e avaliação das pregações, com o objetivo de evitar a disseminação de ensinamentos considerados equivocados dentro das igrejas evangélicas.

‘Canções de um Guerreiro’: livro narra dúvidas na jornada de fé

A Editora Mundo Cristão lançou Canções de um Guerreiro: Davi, Saul e Jônatas, obra da escritora Katy Morgan voltada ao público adolescente. O livro apresenta os conhecidos personagens bíblicos em uma fase anterior aos acontecimentos que os tornaram figuras marcantes das Escrituras, explorando desafios relacionados ao crescimento, à identidade e à fé.

A narrativa acompanha Davi, Saul e Jônatas durante a juventude, período em que enfrentam inseguranças, responsabilidades e decisões que ajudariam a moldar suas trajetórias. A autora utiliza episódios inspirados nos relatos bíblicos para construir uma história que aproxima as experiências dos personagens das questões vividas pelos jovens da atualidade.

Na obra, Saul é retratado como um jovem que luta contra sentimentos de inadequação e medo de fracassar. Entre os episódios abordados está o momento em que ele se esconde entre as bagagens antes de ser apresentado como rei de Israel, demonstrando as dificuldades que enfrentava diante da missão que lhe havia sido confiada.

Davi também aparece antes de se tornar conhecido por feitos que marcaram a história de Israel. O personagem procura compreender seu chamado enquanto enfrenta rejeições, assume novas responsabilidades e aprende a confiar em Deus em meio às incertezas do futuro.

Jônatas, por sua vez, vive os desafios provocados pelas mudanças em sua família após a ascensão de Saul ao trono. Ao longo da narrativa, ele lida com questões relacionadas à autoridade, lealdade e identidade, temas que continuam presentes na realidade de muitos adolescentes.

A proposta do livro é apresentar personagens bíblicos de forma próxima ao leitor, destacando conflitos emocionais e espirituais que fazem parte do processo de amadurecimento. A obra busca mostrar como homens que se tornaram referências de fé também passaram por momentos de dúvidas, desafios e aprendizado.

Um dos recursos incluídos na publicação são comentários da própria autora ao longo da leitura. Nesses trechos, Katy Morgan identifica quais acontecimentos têm base direta nos relatos bíblicos e quais elementos foram acrescentados para compor a adaptação literária. A proposta busca auxiliar os leitores a distinguir os fatos registrados nas Escrituras dos aspectos ficcionais utilizados para enriquecer a narrativa.

A edição também traz materiais complementares, incluindo um plano de leitura sobre a vida de Davi e um guia de discussão destinado a grupos de adolescentes, clubes de leitura e estudos bíblicos.

Katy Morgan atua como editora da The Good Book Company e dedica seu trabalho à produção de conteúdos voltados para crianças e jovens. Mestre em literatura grega clássica, ela também serve como voluntária no ministério de adolescentes da King’s Church Chessington, no Reino Unido, incentivando novas gerações a crescerem no conhecimento das Escrituras e no relacionamento com Jesus.

‘A Vida Crucificada’, de AW Tozer chega em coleção de clássicos

A Editora Vida anunciou o lançamento de uma nova edição de A Vida Crucificada, obra do pastor e escritor cristão AW Tozer. O título chega ao mercado brasileiro integrando uma coleção especial que reúne 14 livros considerados clássicos do autor.

A publicação aborda temas relacionados à vida cristã, à rendição espiritual e ao compromisso com a fé. Tomando como ponto de partida a declaração do apóstolo Paulo de que foi “crucificado com Cristo”, Tozer desenvolve reflexões sobre o significado de seguir Jesus e experimentar uma transformação espiritual profunda.

O conteúdo da obra é resultado de anos de mensagens ministradas por Tozer em igrejas, seminários e conferências. Ao longo dos capítulos, o autor apresenta ensinamentos sobre fé prática, consagração e a busca por uma vida centrada nos princípios do evangelho.

Em um dos trechos do livro, Tozer escreve: “Estar morto, mas ainda vivo, é uma das estranhas inconsistências da vida estabelecida para nós pela morte de Jesus na cruz. Mas ah, como são benditas essas aparentes inconsistências!”.

A nova edição faz parte da Coleção AW Tozer, desenvolvida pela Editora Vida com uma proposta que combina conteúdo teológico e acabamento diferenciado. Os 14 volumes foram publicados em capa dura, com detalhes gráficos especiais e projeto editorial voltado para leitores e colecionadores.

Além de A Vida Crucificada, a coleção inclui obras conhecidas do autor, como Em Busca de Deus, Os Atributos de Deus (volumes 1 e 2), O Tamanho da Alma, Maturidade Espiritual e Ausência de Dons.

Reconhecido como uma das vozes mais influentes do cristianismo no século 20, Aiden Wilson Tozer nasceu em 1897 e faleceu em 1963. Autodidata, produziu mais de 40 livros ao longo de sua trajetória ministerial e ficou conhecido por suas mensagens sobre santidade, adoração, presença de Deus e vida espiritual.

Tozer também atuou como editor da Christian and Missionary Alliance e exerceu influência significativa no pensamento evangélico de sua época. Décadas após sua morte, seus livros continuam sendo publicados em diversos países e permanecem presentes em estudos, devocionais e programas de formação cristã.

O lançamento ocorre em um cenário de crescente interesse por obras voltadas ao aprofundamento da vida espiritual e ao estudo da fé cristã, ampliando o acesso de leitores brasileiros a um dos autores mais conhecidos da literatura evangélica contemporânea.

Ficha técnica

A vida crucificada (Coleção A. W. Tozer)

Autor: A. W. Tozer

Editora: Editora Vida

Gênero: Vida cristã

Onde encontrar: Amazon e outras livrarias