Menino realiza festa com tema “Jesus, o Maior Pintor do Mundo”

Um menino de 6 anos, morador de São Paulo, escolheu Jesus como tema de sua festa de aniversário e emocionou milhares de pessoas ao demonstrar, de forma espontânea, sua amizade com Cristo durante a celebração. O evento aconteceu em um parque ao ar livre, e o tema escolhido por Caio foi “Jesus, o maior pintor do mundo”.

A mãe do menino, Camila Serato, contou nas redes sociais que o filho nunca hesitou sobre o tema da comemoração. “Desde que falamos do seu aniversário, ele sempre falava que o tema seria Jesus. Manteve-se firme na ideia até que chegou o dia”, escreveu.

Durante a festa, Caio brincou com um personagem que representava Jesus no balanço, no escorrega e até em um carrossel com outras crianças. “No fim da festa, ele pegou ‘Jesus’ e finalizou o dia se divertindo com Ele”, relatou a mãe.

Pureza Infantil e Repercussão

Um dos momentos que mais tocou os internautas foi registrado dentro do carro, já no fim da comemoração: Caio aparece ao lado do boneco de Jesus e chega a prendê-lo no cinto de segurança. “Que delícia de ver. Eu me encantei com o tema. Deus te acompanhe sempre, pequeno Caio”, comentou uma mulher.

Outra internauta acrescentou: “Que lindo! Parabéns, Caio, que Jesus esteja sempre ao seu lado como seu melhor amigo. Com certeza, Ele amou ser o convidado principal do seu aniversário”.

Camila, que trabalha como fotógrafa e também compartilha conteúdos sobre maternidade nas redes sociais, recebeu elogios pela forma como incentiva a fé do filho. “A gente só convida quem conhece. Belo trabalho, mamãe”, destacou uma seguidora.

A mãe concluiu a publicação com uma mensagem ao menino: “Filho, que Jesus nunca deixe de ser seu melhor amigo. Te amamos infinito”. O vídeo da festa já acumula milhares de visualizações e compartilhamentos.

Pastor dá conselho a esposas na Copa do Mundo: ‘Compassivas’

Às vésperas da Copa do Mundo, o pastor Filipe Niel usou de bom humor para encorajar esposas e mães a serem compreensivas com a atenção que o evento atrairá da parte dos homens. Em um vídeo no Instagram, ele usou um versículo como base para seu conselho.

“Vou dar uma palavrinha às irmãs, especialmente as irmãs casadas, mães de meninos, está bem? Tem um versículo na Bíblia que fala ‘sejam bondosos e compassivos uns para com os outros’. Irmã, se tem um momento para você ser bondosa e compassiva com seu esposo, com seus filhos, é durante a Copa do Mundo”, disse o pastor da Igreja Batista Vida Nova, em Caldas Novas (GO), citando a carta do apóstolo Paulo aos Efésios 4.32.

“Demonstra bondade, deixa o rapaz lá. Olha, ele quer o quê? Assistir o jogo da Copa, tomando uma ‘coquinha’. É isso. Deixa ele. Só acontece de quatro em quatro anos. É hora de expressar essa bondade, de demonstrar bondade para com seu marido e com seu filho. Deixa! Só tem de quatro em quatro anos. Deixa o homem tranquilo”, acrescentou Filipe Niel.

Nos comentários, outro pastor fã de futebol endossou o pedido: “Mulheres, lembrem que é a última copa de Messi e CR7, precisamos de todo apoio e compreensão”, escreveu Pedro Pamplona, da Igreja Batista Filadélfia, em Fortaleza (CE).

Um dos seguidores de Niel pediu que o pastor fizesse um apelo às empresas: “Pastor, da uma palavrinha pros chefes por favor”, brincou.

Michelle Bolsonaro revela crise do ex-presidente por tratamento

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, nesta quarta-feira (10), que o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou uma crise de saúde durante uma tentativa de redução das medicações utilizadas em seu processo de recuperação. Segundo ela, a equipe médica decidiu reformular o tratamento e solicitar novos exames.

A declaração foi feita durante o lançamento da pré-candidatura de Luiza Cunha (PL-DF), conhecida como Luiza do Clézão, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clézão, que disputará uma vaga nas eleições de 2026.

Michelle participaria presencialmente do evento, mas acompanhou a cerimônia por videoconferência. Ela explicou que permaneceu em casa para acompanhar o estado de saúde do marido.

“Jair já estava no desmame há três dias das medicações. Infelizmente não deu certo e ele teve uma crise muito forte anteontem”, afirmou.

Michelle relatou que os médicos decidiram revisar a estratégia adotada para a recuperação do ex-presidente. “Nós estamos com o doutor Brasil. Reformulamos todas as medicações. Ele vai passar por alguns exames. Infelizmente eu não tenho como me ausentar”, declarou.

Durante a transmissão, a ex-primeira-dama também disse que pretendia dedicar mais tempo às atividades partidárias e à preparação de materiais voltados a pré-candidatas ligadas ao PL, mas a situação de Bolsonaro alterou sua agenda.

O evento reuniu lideranças da oposição, como Damares Alves (Republicanos-DF), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP-DF), o senador Magno Malta (PL-ES), a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e os deputados federais Marcos Pollon (PL-MS) e Marcel van Hattem (Novo-RS).

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que levou em conta seu quadro de saúde. O ex-presidente enfrenta complicações decorrentes da facada sofrida em 2018. A família não divulgou detalhes sobre os novos exames solicitados, e a defesa de Bolsonaro não se manifestou oficialmente sobre o episódio.

Decisão de Moraes sobre visitas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na última quarta-feira (10) que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba familiares na residência onde cumpre prisão domiciliar em Brasília.

A decisão atendeu a pedido da defesa e permite que o ex-presidente encontre a nora, Fernanda Bolsonaro, mulher do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e as duas netas menores de idade. O encontro está previsto para ocorrer no próximo sábado (13), entre 11h e 13h, e também inclui a presença do senador.

Segundo o despacho, as regras previamente estabelecidas para visitas seguem válidas: os visitantes serão submetidos à vistoria prévia, e os aparelhos celulares deverão permanecer sob a guarda dos agentes responsáveis pela segurança da residência. Com: Oeste.

MP-SP denuncia Deolane por ligação com o PCC; prisão é mantida

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) apresentou denúncia formal contra a influenciadora Deolane Bezerra nesta quarta-feira (10), investigada por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Atualmente presa em Tupi Paulista, na região de Presidente Prudente, a Justiça negou o pedido de transferência de presídio solicitado pela defesa.

A denúncia foi encaminhada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), coordenado pelo promotor Lincoln Gakiya. As investigações apontam que pessoas ligadas à cúpula da facção teriam utilizado uma empresa de transportes para distribuir recursos ilícitos.

Parte desses valores teria sido destinada a Deolane e a sobrinhos de Marcola, um dos líderes do PCC. No total, seis pessoas foram denunciadas, incluindo Marcola e outros familiares.

Segundo o MP, relatórios financeiros e dados de sigilo bancário indicam ocultação de quantias e reinserção do dinheiro na economia formal. O órgão também afirmou que a influenciadora dispõe de condições adequadas na unidade prisional onde está detida e que a existência de uma filha menor de 12 anos não é suficiente para assegurar o direito à prisão domiciliar, diante da gravidade das acusações.

STJ Mantém Prisão Preventiva

Nesta terça-feira (9), a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia negado pedido de liberdade à influenciadora. A defesa argumentava ausência dos requisitos legais para a prisão preventiva.

No entanto, os ministros Ribeiro Dantas, Joel Ilan Paciornik, Maria Marluce Caldas e Messod Azulay Neto entenderam que não cabia intervenção do STJ naquele momento, uma vez que outros pedidos de soltura ainda aguardavam análise nas instâncias inferiores. O caso segue em segredo de Justiça. Com: Pleno News.

Sudão: crise humanitária resulta em dezenas de igrejas destruídas

O conflito entre o exército do Sudão e as forças rebeldes, iniciado em 2023, provocou a pior crise humanitária dos últimos anos no país. Estima-se que entre 60 mil e 400 mil pessoas tenham sido mortas desde o começo da guerra civil, enquanto 12 a 14 milhões foram deslocadas.

O conflito ainda intensificou a fome e o colapso econômico, com cerca de 20 milhões de sudaneses enfrentando fome severa.

Os cristãos estão entre os grupos mais vulneráveis no Sudão, ao lado de mulheres e crianças — estas últimas frequentemente alvo de ataques sexuais ou recrutamento forçado como crianças-soldado.

“Cristãos no meio dessa volatilidade costumam ser os últimos na fila”, explicou Ryan Brown, CEO da Portas Abertas dos Estados Unidos. “Se há algum tipo de ajuda disponível, raramente é fornecida a eles. Se há refúgio seguro contra a violência, cristãos muitas vezes não são bem-vindos.”

Igrejas Destruídas e Perseguição Generalizada

O Sudão ocupa o 4º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Portas Abertas. Segundo a missão, os ataques a cristãos aumentaram durante o conflito. “Historicamente, a perseguição se concentrava nas áreas rurais. Hoje é muito comum por todo o país, incluindo áreas urbanas que antes serviam como refúgios seguros”, observou Brown.

Mais de 160 igrejas foram danificadas ou destruídas desde o início da guerra, conforme o Departamento de Estado dos EUA. Templos foram saqueados, confiscados ou transformados em quartéis militares e depósitos de armas.

Na capital Cartum, combatentes do grupo paramilitar RSF (Forças de Apoio Rápido) invadiram a Igreja dos Mártires durante uma reunião de oração e agrediram os presentes. Safein Nazer, diácono da igreja, relatou à CBN News que os invasores quebraram portas, bateram em todos, roubaram objetos de valor, cavaram túmulos em busca de ouro e tentaram sequestrar meninas do orfanato da igreja, algumas com apenas 11 anos.

“Eu os confrontei. Um deles me acertou pelas costas e atirou na minha perna. Eles exigiram um dos nossos veículos para levar as órfãs. Graças a Deus o carro não ligou”, disse Nazer, que testemunhou que sua fé foi fortalecida: “Deus estava presente em meio à guerra e ao sofrimento”.

Contexto de Guerra e Lei Islâmica

Tanto o exército sudanês quanto as RSF foram acusados de atacar igrejas e apreender propriedades religiosas. A crise é resultado do golpe militar de 2021 e da guerra civil iniciada em 2023.

O governo restabeleceu líderes opressores, retomou políticas cruéis de “moralidade” e tem utilizado leis islâmicas para justificar conversões forçadas e punições físicas, anulando os avanços na liberdade religiosa conquistados após a queda do regime de al-Bashir em 2021.

O conflito deixou um vazio de poder aproveitado por milícias de ambos os lados, que perseguem cristãos sem medo de punição. Convertidos do islamismo vivem com medo constante, enfrentando isolamento, violência e rejeição familiar.

Igrejas são fechadas à força, impedidas de se registrar ou destruídas, e líderes religiosos e cristãos estrangeiros têm sido presos injustamente com frequência crescente. O Sudão segue no radar das organizações de direitos humanos como um dos países mais hostis à fé cristã. As informações são da CBN News e da Portas Abertas. Com: Guiame.

Padaria cristã se opõe ao mês LGBT e gera reação do ativismo

Uma padaria de Granite Falls, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos, lançou uma campanha especial durante o mês de junho para celebrar o que define como o modelo bíblico de família. A iniciativa inclui promoções de donuts e café e foi apresentada como uma alternativa às celebrações do mês LGBT.

Joshua Streblow, proprietário da Carl’s Bakery, afirmou que a ação tem como objetivo destacar valores que considera fundamentais para a vida familiar. Segundo ele, a proposta busca celebrar aquilo que entende como “bom, verdadeiro e belo” com base nos ensinamentos cristãos.

Streblow declarou que a família nuclear tradicional tem desempenhado historicamente um papel importante na formação das sociedades. Marido e pai de nove filhos, ele afirmou ter sido criado em uma família cristã e disse que mantém os mesmos princípios na educação dos filhos.

No início de junho, a padaria anunciou nas redes sociais uma série de promoções semanais voltadas a diferentes relações familiares, incluindo casais, pais, filhos e avós. De acordo com o empresário, a iniciativa representa uma continuidade de posicionamentos públicos já adotados pela empresa em outras ocasiões.

Nos últimos anos, a Carl’s Bakery também promoveu campanhas relacionadas à fé cristã, à valorização da vida rural e ao fortalecimento de pequenas comunidades. Em 2024, a empresa lançou a iniciativa “Make Small Towns Great Again”, voltada ao apoio de cidades do interior.

A campanha mais recente gerou reações favoráveis e críticas. Melissa Peterson, moradora de Granite Falls, integrante do conselho local de artes e voluntária da organização Yes! House, questionou as motivações da ação. Ela afirmou que a divulgação dos produtos após o surgimento da controvérsia lhe pareceu oportunista.

Peterson também declarou que algumas pessoas da comunidade podem se sentir excluídas pela celebração de relacionamentos entre homem e mulher. Apesar disso, afirmou respeitar a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, mas ponderou que a associação entre crenças pessoais e atividades comerciais pode gerar desconforto para parte do público.

A Yes! House organizou a primeira celebração do orgulho LGBTQIA+ de Granite Falls no ano passado e programou uma nova edição do evento para 20 de junho.

Segundo Streblow, a venda de produtos relacionados à campanha oferece aos apoiadores uma forma de demonstrar concordância com a mensagem defendida pela padaria. Ele ressaltou que a iniciativa não tem como objetivo condenar ou excluir pessoas e afirmou que o foco está em celebrar aquilo que considera positivo.

O empresário reconheceu que a valorização de um modelo específico de família pode ser interpretada como uma preferência em relação a outras formas de relacionamento, mas reiterou que a intenção da campanha é destacar valores que considera importantes.

De acordo com Streblow, a maioria das reações recebidas na comunidade local tem sido favorável. Ele afirmou que mesmo moradores que discordam da proposta costumam manter um relacionamento respeitoso com a empresa.

Por outro lado, o proprietário relatou que as críticas mais intensas surgiram após a repercussão nacional da campanha nas redes sociais. Segundo ele, a padaria recebeu mensagens ofensivas e ameaças vindas de pessoas de outras localidades, conforme informou o portal The Christian Post.

Com a promoção em andamento durante todo o mês de junho, Streblow afirmou acompanhar com atenção a possibilidade de manifestações organizadas contra o estabelecimento. Apesar das preocupações, ele disse que continuará conduzindo a iniciativa conforme planejado.

Crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas se mantém

Em participação no programa Estúdio i, da GloboNews, o diretor da Quaest, Felipe Nunes, afirmou que a divulgação das conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não impactou negativamente a popularidade do pré-candidato à Presidência nas intenções de voto para outubro.

Ao contrário, segundo dados do instituto, os números do parlamentar cresceram após a revelação dos áudios.

Nunes apresentou dois indicadores. O primeiro mostra a resposta dos eleitores à pergunta “Sua escolha para presidente nas eleições de 2026 é definitiva?”: a decisão por Flávio subiu de 60% em abril para 70% na amostragem mais recente.

O segundo recorte, focado exclusivamente em eleitores que se autodeclaram “bolsonaristas”, apontou que o apoio a Flávio saiu de 76% em dezembro de 2025 para 90% em maio (quando os áudios com Vorcaro vieram a público) e, em junho, atingiu 92%.

Os números indicam que o diálogo não prejudicou a imagem do senador entre seus apoiadores. Os dados da Quaest mostram que a base do pré-candidato se manteve consolidada mesmo diante das revelações sobre os contatos com o banqueiro envolvido em investigações. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05809/2026.

‘Esquerda levou surra’, diz deputada sobre redução da maioridade

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira, 10 de junho, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2015, que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A proposta recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários, sem abstenções, após uma sessão que durou quase três horas.

Após a votação, a deputada Bia Kicis (PL-DF) comemorou o resultado nas redes sociais. Em publicação no X, ela afirmou que a proposta reflete a vontade da maioria da população e criticou os argumentos apresentados pelos parlamentares contrários à medida.

Durante os debates, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) se posicionou contra a PEC. Ela argumentou que a redução da maioridade penal não resolverá os problemas de segurança pública e questionou a eficácia do encarceramento de adolescentes envolvidos com o tráfico de drogas.

Já o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu a proposta e afirmou que adolescentes envolvidos em crimes graves devem ser responsabilizados criminalmente. Segundo ele, casos como estupro e abuso sexual exigem punições mais severas.

Bia Kicis também criticou as políticas de segurança pública defendidas por partidos de esquerda e afirmou que essas medidas priorizam a redução do encarceramento, de acordo com informações da revista Oeste.

Com a aprovação da admissibilidade na CCJ, a PEC segue para a próxima fase de tramitação. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deverá criar uma comissão especial para analisar o mérito da proposta antes de eventual votação em plenário.

O parecer aprovado foi elaborado pelo deputado Coronel Assis (PL-MT). No relatório, ele concluiu que a redução da maioridade penal não viola cláusulas pétreas da Constituição e pode ser analisada pelo Congresso por meio de emenda constitucional. O relator também destacou que eventuais mudanças devem preservar garantias específicas destinadas aos adolescentes submetidos ao sistema de Justiça.

Estudo: esgotamento mental atinge 72% dos trabalhadores no país

O esgotamento mental tem afetado uma parcela crescente dos trabalhadores brasileiros e já é apontado por especialistas como um dos principais desafios relacionados à saúde e ao desempenho profissional.

Um levantamento realizado pela empresa Starbem identificou que 72% dos participantes vivem sob níveis elevados de tensão, em um estado descrito como “modo de sobrevivência”, caracterizado por alerta constante e exposição prolongada ao estresse.

A pesquisa acompanhou 1.868 pessoas durante seis meses e concluiu que a pressão contínua pode comprometer funções importantes do cérebro, incluindo planejamento, tomada de decisões, criatividade e relacionamento interpessoal. Segundo os dados, esse quadro dificulta a concentração, reduz a capacidade de resolver problemas e aumenta a sensação de sobrecarga no dia a dia.

Um dos efeitos mais frequentes aparece na qualidade do sono. O estudo mostrou que 58% dos entrevistados avaliam seu descanso como ruim ou muito ruim, enquanto apenas 13% consideram que dormem bem. Os pesquisadores observaram que o aumento da tensão emocional tende a agravar problemas relacionados ao sono, criando um ciclo que contribui para o desgaste físico e psicológico.

Os impactos também alcançam a vida fora do ambiente de trabalho. Embora muitas pessoas consigam encerrar suas atividades profissionais ao fim do expediente, grande parte permanece mentalmente conectada a preocupações, metas e cobranças. Como resultado, cresce a dificuldade de participar plenamente da convivência familiar e social.

De acordo com a análise, fatores como hiperconectividade, excesso de notificações, disponibilidade permanente e pressão por desempenho contribuíram para tornar a ansiedade uma condição cada vez mais presente na rotina de muitos profissionais. O levantamento sugere que esse cenário deixou de ser um reflexo temporário do período pós-pandemia e passou a integrar a dinâmica da vida contemporânea.

A pesquisa também identificou que o excesso de pressão pode produzir o efeito contrário ao esperado por muitas organizações. Em vez de aumentar a produtividade, a ansiedade crônica está associada a episódios de névoa mental, condição que reduz a clareza de pensamento e pode prolongar o tempo necessário para executar tarefas simples.

Outro fenômeno destacado é o presenteísmo, situação em que o trabalhador comparece regularmente ao emprego, mas atua abaixo de sua capacidade devido ao desgaste emocional. Diferentemente das ausências por problemas de saúde, esse quadro costuma passar despercebido, embora possa gerar impactos significativos para profissionais e empresas.

Apesar do cenário preocupante, os pesquisadores observaram sinais de recuperação entre participantes que receberam acompanhamento psicológico adequado. Nesses casos, houve melhora nos níveis de foco, disposição e motivação, de acordo com a revista Comunhão.

O relatório conclui que a prevenção do esgotamento mental depende de medidas voltadas à recuperação física e emocional. Entre as estratégias apontadas estão manter uma rotina de sono adequada, estabelecer limites para o uso de dispositivos digitais, realizar pausas durante o trabalho, praticar atividade física regularmente e preservar momentos de lazer e convivência social.

Especialistas também alertam para sinais que podem indicar agravamento do quadro, como cansaço persistente mesmo após períodos de descanso, dificuldades frequentes de concentração, perda de produtividade, alterações de humor, insônia e desinteresse por atividades que antes proporcionavam satisfação. Nesses casos, a busca por apoio profissional é considerada fundamental para evitar o desenvolvimento de problemas mais graves, como transtornos de ansiedade, depressão e síndrome de burnout.

Modelo diz que Only Fans força ‘pacto sombrio’ com a indústria de conteúdo adulto

A influenciadora também afirmou que permanece solteira há quatro anos e disse acreditar que sua atuação profissional contribuiu para esse cenário.