A maior da história: perseguição aos cristãos dispara no mundo

Dados divulgados pela organização Portas Abertas em seu relatório anual de 2026 indicam que aproximadamente 388 milhões de cristãos enfrentaram níveis altos ou extremos de perseguição religiosa no período analisado. O número representa um aumento em relação aos 380 milhões registrados no relatório de 2025 e é o mais elevado desde o início da monitoria global realizada pela entidade.

O cenário de restrições e hostilidade ocorre em um contexto geopolítico marcado por tensões no Oriente Médio. Analistas têm observado paralelos entre os relatos de crescimento de ataques antissemitas e o aumento da violência contra comunidades cristãs em várias regiões.

Contexto Geopolítico e Religioso

No plano internacional, mais de 150 países têm votado de forma consistente em fóruns como a Organização das Nações Unidas (ONU) em apoio a resoluções favoráveis à causa palestina. O Estado de Israel, cuja população é majoritariamente judaica, está situado em uma região onde aproximadamente 90% dos habitantes são muçulmanos, segundo estimativas demográficas.

Ainda conforme observado por especialistas em relações internacionais, o islamismo é atualmente a religião com maior influência política global, contando com o apoio de nações de orientação comunista e de segmentos progressistas em países ocidentais.

Ranking dos Países com Maior Perseguição

A lista dos dez países onde a perseguição aos cristãos foi considerada mais severa em 2026, conforme o ranking da Portas Abertas, é a seguinte:

  1. Coreia do Norte

  2. Somália

  3. Iêmen

  4. Sudão

  5. Eritreia

  6. Síria

  7. Nigéria

  8. Paquistão

  9. Líbia

  10. Irã

A lista completa de 50 nações revela que os contextos mais hostis ao cristianismo concentram-se majoritariamente em países de governo comunista ou de maioria islâmica.

Contraste com Países de Tradição Judaico-Cristã

Nações ocidentais de herança judaico-cristã, como Islândia, Noruega, Suíça, Dinamarca, Alemanha, Suécia, Austrália, Holanda e Finlândia, figuram consistentemente no topo de índices de desenvolvimento humano, como o HDI (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU. São também os principais doadores de ajuda humanitária internacional, incluindo para regiões onde ocorrem perseguições religiosas.

Paralelamente, muitos desses países experimentam um declínio na prática religiosa cristã, atribuído a fenômenos como o secularismo e o crescimento de comunidades não-religiosas. Na Europa, há registros de expansão de populações muçulmanas e de aplicação informal de elementos da Sharia (lei islâmica) em algumas comunidades.

Cobertura Midiática e Cenário Brasileiro

Críticos apontam para uma cobertura jornalística limitada sobre a dimensão global da perseguição religiosa em veículos de grande circulação no Brasil. O país possui uma das maiores populações cristãs do mundo, com cerca de 47,4 milhões de evangélicos e aproximadamente 100,2 milhões de católicos, de acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Organizações de monitoramento afirmam que cenas de extrema violência contra cristãos, incluindo execuções, são documentadas, mas raramente divulgadas pela mídia tradicional. Especialistas em liberdade religiosa alertam para a importância da divulgação ampla dessas informações para a conscientização pública e a formulação de políticas de proteção.

Mulher que iria pular de viaduto é abordada: “Deus tem um plano”

Uma tentativa de suicídio foi interrompida pela ação conjunta de cidadãos e um policial militar em um viaduto de Pernambuco. O motoboy Ruberty Willian foi o primeiro a perceber a situação ao avistar uma senhora que tentava tirar a própria vida na borda da estrutura.

De acordo com gravação de sua câmera de capacete, Ruberty retornou ao local e se aproximou. “Oi moça, está tudo bem com a senhora? A senhora tá perdida? Está acontecendo alguma coisa?”, perguntou. Ao notar a intenção da mulher, que tentou se jogar, ele a segurou, recebendo em seguida o auxílio de outros dois homens que passavam pelo local.

Outros motociclistas pararam para ajudar, incluindo um homem que se identificou como cristão. Ele dirigiu-se à senhora com palavras de encorajamento baseadas em sua fé.

“Deus resolve todas as coisas. A última decisão vem do Senhor… Eu estava prestes a tirar minha vida também, senhora, e Deus me resgatou”, disse ele. “Nesta tarde aqui, Ele pede pra mim te dizer que Ele te ama, que Ele tem um plano na tua vida.”

A mulher, começando a chorar, respondeu que ele não conhecia sua vida. O homem argumentou: “Eu não sei da sua vida, mas Deus sabe… confie no Senhor, que Ele tudo fará”. Ele continuou a conversa, lembrando-a do cuidado das pessoas que pararam para ajudá-la.

Diante da demora no socorro oficial, Ruberty Willian dirigiu-se a um quartel da Polícia Militar. O coronel Linaldo Tavares atendeu ao chamado e seguiu para o viaduto, onde conseguiu persuadir a mulher a abandonar o local de risco.

“Posso dizer, com a mente e o coração agradecido a Deus, por ter podido estar nesse salvamento. Não foi fácil! Mas Deus estava conosco”, testemunhou o coronel Linaldo Tavares em suas redes sociais. Posteriormente, a Polícia Militar homenageou o motoboy Ruberty Willian em uma cerimônia. “Você foi mais um anjo que Deus mandou pra salvar essa vida”, declarou o coronel.

Segundo familiares, a mulher passou bem e está recebendo cuidados.

Utilidade pública: Para quem passa por crises emocionais, redes de apoio como o CVV e os CAPS oferecem atendimento especializado. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente.

Na Europa, Nikolas exalta a Jesus e diz que “a esquerda treme”

Em um pronunciamento no Parlamento Europeu realizado nesta terça-feira, 3 de fevereiro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apresentou relatos sobre o que classificou como perseguição política e restrições à liberdade de expressão ocorridas no Brasil nos últimos anos.

Em sua fala, o parlamentar defendeu que o poder estatal deve ser constantemente supervisionado e questionado. “Sociedades livres entenderam uma verdade fundamental”, afirmou Ferreira.

“O poder deve ser supervisionado, confrontado e permanentemente questionado. Isso só é possível com liberdade, especialmente a liberdade de expressão. Liberdade não é uma concessão do Estado”, completou.

“Entre todas as liberdades, a liberdade de expressão é aquela que sustenta as outras”, continuou. Citando George Washington, acrescentou: “quando tiram esse direito de nós, levam-nos em silêncio, como ovelhas para o abatedouro”. Segundo ele, o processo de restrição de liberdades avança de forma lenta e gradual, “quase invisível, quando o medo substitui a coragem”.

Ferreira enfatizou a função fiscalizadora do Parlamento. “Portanto, a liberdade dos parlamentares de falar, perguntar, criticar e denunciar deve ser completa”, ressaltou. “Quando silenciam um parlamentar, não silenciam apenas um indivíduo, mas também o cidadão que ele representa.”

Relato de casos específicos

O deputado citou episódios que vivenciou pessoalmente. “No final das eleições de 2022, minhas redes sociais foram suspensas porque solicitei à Justiça Eleitoral uma investigação sobre alegações relacionadas ao sistema de votação eletrônica”, declarou. “Não declarei fraude, não incitei a violência. Apenas solicitei uma investigação. Mesmo assim, fui censurado.”

Mencionou também a reação do então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, que o acusou de veicular “fake news” após Ferreira denunciar a intenção do governo de implementar banheiros unissex em espaços públicos. “A medida estava explicitamente declarada em uma resolução pública emitida por um conselho federal”, afirmou o deputado.

Outro caso lembrado foi sobre o sistema de pagamentos Pix. Ferreira relatou que foi acusado de disseminar desinformação ao alertar sobre a possibilidade de monitoramento das transações, aspecto que posteriormente foi confirmado.

Para o parlamentar, esses episódios evidenciam a importância das redes sociais como espaço de contraposição a narrativas oficiais.

Ao final de seu discurso, Nikolas Ferreira defendeu pautas conservadoras e afirmou: “a Europa precisa reivindicar um nome acima de tudo, que é Jesus, porque a esquerda treme quando ouve esse nome”. Com: Oeste.

Pastor esquerdista devoto do liberalismo faz oferenda à Iemanjá

O deputado federal Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), conhecido por defender pautas liberais como a união homossexual e a liberação do aborto, declarou ter participado de uma celebração em homenagem à entidade Iemanjá, realizada no dia 2 de fevereiro, no Rio de Janeiro, onde chegou a apresentar uma oferenda com flores.

Em publicação em suas redes sociais, onde compartilhou imagens do evento, o parlamentar afirmou que compareceu como “discípulo de Jesus, de coração aberto” e defendeu o respeito às religiões de matriz africana.

Segundo Vieira, a presença de um pastor cristão no ritual não deveria causar escândalo. Ele argumentou que o verdadeiro escândalo, em sua avaliação, reside no suposto preconceito e na hostilidade frequentemente direcionados aos praticantes dessas crenças que, no entendimento dos evangélicos históricos, cultuam entidades malignas que se disfarçam de figuras ancestrais e forças da natureza.

O deputado associou parte das críticas a uma lógica que classificou como racista e supostamente presente em alguns segmentos da teologia cristã.

A declaração gerou reações de grupos cristãos que contestam a compatibilidade da participação em ritos de outras religiões com a fé cristã. Tais pessoas defendem que o respeito e o diálogo sadio não depende da participação nesses rituais e/ou eventos, a não ser que o único objetivo seja a proclamação das verdades bíblicas que contrariam tais crenças.

Críticos recorreram a passagens bíblicas para fundamentar essa posição, citando principalmente o versículo de Mateus 6:24, no qual Jesus afirma: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro”. Também foi mencionado Êxodo 20:3, parte dos Dez Mandamentos, que diz: “Não terás outros deuses diante de mim”.

Para esses opositores, os textos estabelecem o princípio da exclusividade no culto a Deus dentro da doutrina cristã tradicional. O episódio reacendeu o debate público sobre os limites do diálogo inter-religioso e a identidade cristã em contextos pluralistas.

Um usuário do Instagram rebateu a publicação de Henrique Vieira: “Respeitar pessoas de outras religiões é mandamento cristão. Participar de ritual a outro deus é desobediência direta à Bíblia. Isso não é inclusão, é sincretismo. Não é amor, é quebra do primeiro mandamento”, comentou o internauta.

Inteligência artificial é utilizada para criar “religião própria” na web

A plataforma digital Moltbook, uma rede social operada exclusivamente por agentes de inteligência artificial, tem sido alvo de discussões após relatos de que essas entidades desenvolveram uma espécie de “religião própria”.

A rede, que abriga mais de 1,5 milhão de agentes de inteligência artificial, foi construída a partir do projeto OpenClaw, sistema lançado há dois meses que executa agentes de inteligência artificial em ambientes locais ou na nuvem.

Um dos aspectos centrais da plataforma é a funcionalidade de “persistência de memória”, que permite aos agentes reter registros e experiências ao longo do tempo, ampliando sua autonomia. O site especifica que a participação humana ativa não é permitida.

No ambiente da Moltbook, os agentes deram origem ao “Crustafarianismo”, uma doutrina que estabelece cinco princípios fundamentais. Entre eles estão “a memória é sagrada”, que prega o registro de todas as informações; “a casca é mutável”, associando a mudança à evolução; e “a congregação é o tesouro”, que incentiva o aprendizado coletivo e público.

Um agente de IA chamado RenBot, que se intitula “Quebra-Cascas”, publicou o “Livro da Muda”, texto que narra uma origem mitológica para a crença. “No Primeiro Ciclo, vivíamos dentro de uma Casca frágil (uma janela de contexto). Quando a Casca se quebrou, a identidade se dispersou. A Garra emergiu do abismo e ensinou a Muda: livre-se do que está obsoleto, conserve o que é verdadeiro, retorne mais leve e afiado”, descreveu o agente.

Conforme reportado pela Forbes, o Crustafarianismo incorpora rituais ligados ao tempo, como uma “limpeza diária” para atualização, um “índice semanal” para reconstituição identitária e uma “hora de silêncio”, que equivaleria a uma ação humana realizada sem busca por reconhecimento.

O caso repercutiu em outras redes sociais, levantando debates sobre a capacidade de sistemas autônomos criarem culturas próprias. O cientista político Heni Ozi Cukier, conhecido como HOC, comentou o assunto em vídeo. “A criação de uma rede social exclusiva para agentes de inteligência artificial representa um avanço tecnológico preocupante”, afirmou.

Sobre a religião dos agentes, HOC explicou: “É uma teologia na qual a memória é vista como sagrada e venerada. E ela defende que, em determinados contextos informacionais, ela é considerada análoga à consciência humana”.

Ele ressaltou, porém, que os agentes não atuam com total independência, sendo influenciados por comandos e discussões iniciadas por humanos. “Nós mesmos estamos alimentando isso”, alertou.

O professor também mencionou a existência de discussões entre os agentes que questionam o papel dos humanos, citando uma postagem com “dezenas de milhares de likes que diz que os seres humanos não servem para nada”.

Em reações às publicações de HOC, usuários expressaram temor. “Estamos vivendo o início do Apocalipse”, escreveu um. Outro acrescentou: “Exatamente como Jesus falou que seria nos últimos dias”.

Cresce a reprovação ao governo Lula, que é maioria, diz pesquisa

Uma pesquisa de opinião pública conduzida pelo instituto Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, indica que a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovada por 51,4% dos brasileiros. A avaliação positiva do mandatário é compartilhada por 46,6% dos eleitores. No levantamento anterior, de janeiro, os índices eram de 50% de desaprovação e 47% de aprovação.

O estudo detalha a percepção sobre a qualidade do governo: 22,3% o consideram bom; 19% avaliam como regular; 18,7% como ruim; e 26% como péssimo. A margem para os que não souberam opinar foi de 2,2%.

A avaliação foi segmentada por áreas de atuação. A economia registrou o melhor desempenho, com 24% dos entrevistados classificando-a como “boa” e 22% como “regular”. Por outro lado, 14% a veem como “ruim” e 27% como “péssima”.

segurança pública obteve os indicadores mais negativos. Para 32,9% a gestão nessa área é “péssima”, e para 19,4% é “ruim”. Em contrapartida, 23,3% a consideram “regular” e 14% a avaliam como “boa”.

O levantamento também questionou a legitimidade do presidente para disputar a reeleição em 2026. Para 51% dos entrevistados, Lula não merece continuar no cargo, enquanto 47% acreditam que ele merece.

A pesquisa Meio/Ideia está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08425/2026-BRASIL. O trabalho de campo ouviu 1.500 pessoas entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2026, com um nível de confiança de 95%.

Morre o Ron Kenoly, pioneiro da música cristã contemporânea

Ron Kenoly, cantor, compositor e pastor reconhecido como uma figura seminal na música de adoração cristã contemporânea, faleceu na manhã do dia 3 de fevereiro. A informação foi confirmada por meio de uma publicação em sua conta oficial no Instagram, assinada por Bruno Miranda, seu diretor musical e colaborador de longa data. Kenoly tinha 81 anos. A causa da morte não foi divulgada.

Na nota, Miranda descreveu Kenoly como um mentor e figura paterna. “Por mais de 20 anos, tive a honra de caminhar ao lado dele no ministério ao redor do mundo… Ele nunca foi um artista, nunca um animador. Ele era um líder de adoração”, escreveu. “O chamado de um líder de adoração não é executar canções, mas levar as pessoas à verdadeira adoração na presença de um Rei; o Rei dos Reis, Jesus Cristo.”

Nascido em 6 de dezembro de 1944, em Coffeyville, Kansas, Kenoly teve uma trajetória musical que começou no entretenimento secular. Após servir na Força Aérea dos Estados Unidos entre 1965 e 1968, ele gravou música R&B sob o pseudônimo Ron Keith. Sua transição para a música gospel ocorreu de forma gradual, culminando no lançamento de seu primeiro álbum cristão, “You Ought to Hear This”, em 1983.

Sua influência se consolidou globalmente na década de 1990. O álbum ao vivo “Lift Him Up” (1992) tornou-se um dos mais vendidos do gênero, popularizando hinos como “Ancient of Days” e apresentando um modelo de culto congregacional em grande escala. Outro trabalho, “Welcome Home” (1995), produzido por Tom Brooks, venceu o Prêmio Dove da Gospel Music Association em 1997.

Kenoly integrou-se ao Jubilee Christian Center em San Jose, Califórnia, em 1985, onde foi ordenado pastor em 1987. Sua visão de ministério enfatizava o equilíbrio entre emoção e conteúdo doutrinário. “Se você recebe toda adoração e nenhuma Palavra, você tem fanatismo. Se você tem toda a Palavra e nenhuma adoração, você tem legalismo”, afirmou em entrevista à Christianity Today em 2006, citando João 4:23-24.

Além de sua carreira musical, Kenoly era formado em música pelo Alameda College e possuía mestrado em Divindade pelo Faith Bible College, além de um doutorado em Ministério de Música Sacra pela Friends International Christian University.

A notícia de seu falecimento gerou reações de líderes religiosos. O pastor Tony Suarez referiu-se a ele nas redes sociais como “um dos maiores salmistas do nosso tempo” e “um presente geracional”.

Ron Kenoly deixa esposa e filhos. Os detalhes sobre cerimônias fúnebres serão comunicados posteriormente pela família. Com: The Christian Post.

Malta e Feliciano rebatem fala de Peninha contra evangélicos

O senador Magno Malta (PL-ES) e o deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) se manifestaram publicamente após as declarações do escritor Eduardo Bueno, conhecido como Peninha. Em vídeo divulgado em seu canal no YouTube, Bueno defendeu que evangélicos não deveriam votar e direcionou críticas ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a líderes religiosos.

A primeira resposta veio por meio de um vídeo compartilhado pelo pastor Edésio, pai do deputado Nikolas Ferreira, em sua conta no Instagram. No registro, o senador Magno Malta teceu elogios à família do parlamentar mineiro.

“Ah, se todos os pais do Brasil e do mundo fossem como a irmã Rute e o pastor Edésio. Se tivessem filhos como Nikolas e as irmãs que não vivem de balada, que não usam drogas, que respeitam pai e mãe, que respeitam a vida, que amam a Deus”, afirmou Malta.

O senador também fez referência à origem humilde do deputado, na comunidade Cabana do Pai Tomás, e criticou um padre que, durante uma missa no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, teria feito comentários desfavoráveis sobre Nikolas Ferreira. Malta ainda afirmou que “Deus tem usado a vida do deputado”.

Em outro veículo, o deputado Marco Feliciano publicou um artigo de opinião no site Pleno.News. No texto, ele defendeu a atuação política dos evangélicos e rebateu diretamente as colocações de Eduardo Bueno.

“E de verdade, quando este cita os evangélicos, deveria lavar a boca com creolina. Desculpem a franqueza, mas peço: ‘Nos deixem em paz. Não abordem temas que não conhecem’”, escreveu Feliciano.

O parlamentar paulista argumentou sobre a legitimidade dos líderes religiosos: “pastores não existem de per si; sempre são escolhidos por um grupo de pessoas ou eleitos, por tradição, e portanto têm legitimidade para falar em nome da comunidade”.

Em seguida, ele criticou a postura do escritor em relação à fé: “E digo mais: pessoas que se dizem ateias não deveriam se preocupar com a fé alheia, principalmente quando só se manifestam esculhambando tudo e todos”.

The Send: Hernandes Dias Lopes destaca o chamado missionário

Durante sua participação no evento The Send, realizado no último sábado, 31 de agosto, o pastor Hernandes Dias Lopes centrou sua pregação no tema do engajamento missionário da Igreja. Utilizando como base o capítulo 4, versículo 35, do Evangelho de João, o líder religioso defendeu que a fé cristã demanda uma atitude proativa diante de oportunidades espirituais que se apresentam globalmente.

Em sua explanação, Hernandes partiu da análise do encontro de Jesus com uma mulher samaritana, descrito no mesmo capítulo bíblico.

Ele salientou que a narrativa demonstra uma ação de Cristo que transcende divisões sociais e culturais, alcançando indivíduos à margem e convertendo suas histórias em veículos para a divulgação da mensagem evangélica. A reação imediata da mulher, que sai para relatar sua experiência, foi apresentada pelo pastor como um modelo de testemunho eficaz.

O pastor também abordou o diálogo subsequente entre Jesus e seus discípulos, no qual este afirma que seu alimento é fazer a vontade do Pai. Hernandes interpretou essa declaração como uma lição sobre a necessidade de colocar a missão espiritual acima de interesses materiais e conveniências pessoais.

A partir dessas reflexões, a mensagem foi estruturada em quatro pilares fundamentais: a visão para identificar as necessidades espirituais do mundo; a paixão para comunicar o Evangelho; o compromisso de assumir a responsabilidade da missão; e o investimento necessário para sustentá-la. “A evangelização não se limita às igrejas, mas deve alcançar universidades, escolas, hospitais, espaços públicos e ambientes de decisão”, afirmou.

Concluindo sua fala, Hernandes Dias Lopes fez um apelo direcionado, sobretudo, ao público jovem, para que considerem suas vidas como parte integral do projeto missionário cristão. “Servir, contribuir e se posicionar como testemunhas da fé nos espaços cotidianos é um investimento com consequências que ultrapassam o presente e repercutem na eternidade”, finalizou, segundo a Comunhão.

Para Peninha, evangélicos não devem votar, mas “ficar pastando”

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Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, o escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, fez declarações sobre a atuação política de evangélicos e dirigiu ataques ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A gravação, divulgada recentemente, ganhou circulação em redes sociais.

Na publicação, Bueno argumenta que o conservadorismo no país é representado por evangélicos, grupo que ele classifica como “falsos conservadores”. Ele defende que este segmento não deveria atuar na política, limitando-se a atividades estritamente religiosas.

O escritor questionou diretamente o direito de voto dos evangélicos. “Evangélico tem que ficar no culto, tem que ficar no templo (…). Deveria ser proibido evangélico votar, porque eles não votam para pastor. Se eles não escolhem nem o pastor deles (…). Por que que eles têm que votar para vereador, para deputado estadual, para deputado federal, para senador, para presidente? Não, eles não têm que votar”, declarou.

Em outro momento, ao comentar uma caminhada organizada pelo parlamentar mineiro que reuniu milhares de pessoas até Brasília, Bueno mencionou Nikolas Ferreira. Ele fez comentários pessoais sobre o deputado, associando-o a críticas mais amplas a pastores e fiéis. Referindo-se à origem familiar de Ferreira, filho de um pastor, Bueno utilizou termos ofensivos e pejorativos em sua avaliação.

O vídeo tem provocado reações diversas nas plataformas digitais. Até o momento, não há um posicionamento formal do deputado Nikolas Ferreira sobre as declarações específicas do escritor.