Pastor defende apoio bíblico a Israel e elogia ação contra o Irã

O pastor Robert Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista em Dallas, no Texas, com cerca de 16 mil membros, afirmou em sermão no dia 22 de junho que o apoio ao Estado de Israel é um dever estratégico e bíblico. Em resposta direta a um debate recente entre o senador Ted Cruz e o comentarista Tucker Carlson, Jeffress disse: “Tucker, deixe-me ajudá-lo. Apoiar Israel, antes de tudo, significa apoiar o direito de Israel de existir”.

A declaração foi feita dias após os Estados Unidos realizarem ataques militares a instalações nucleares do Irã, autorizados pelo presidente Donald Trump. O pastor classificou a ação como “corajosa e necessária”. Segundo ele, “ontem à noite, vimos o presidente Trump tomar a decisão certa. Ao se opor ao Irã, ele não apenas removeu uma ameaça à nação de Israel, mas também removeu uma ameaça à América e ao mundo inteiro”.

Jeffress, de 69 anos, fundamentou sua defesa a Israel em argumentos teológicos e históricos. “Ao contrário de qualquer outra nação do mundo, Deus criou a nação de Israel. Israel foi ideia Dele, e Ele disse que Israel perdurará para sempre”, afirmou o pastor. Ele também rejeitou a ideia de que os palestinos tenham direito à terra, alegando que “sabemos, sem sombra de dúvida, que Israel ocupou aquela terra há pelo menos três mil anos”.

Durante o sermão, Jeffress mencionou ter enviado uma mensagem de apoio pessoal a Donald Trump e relatou o teor da resposta do presidente após a missão militar. “Ele disse: ‘Quero agradecer a todos, mas em particular, quero agradecer a Deus, e só quero dizer que te amamos, Deus’. Você já ouviu outro presidente dizer isso, republicano ou democrata?”, questionou o pastor, recebendo aplausos da congregação.

A pregação ocorre no contexto de um debate público sobre o apoio dos cristãos ao moderno Estado de Israel, intensificado após a entrevista concedida por Ted Cruz a Tucker Carlson. Na ocasião, Carlson questionou a base bíblica para esse apoio. Em resposta, Cruz citou Gênesis 12:3, que afirma: “Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”, como motivação pessoal para sua posição.

Jeffress e Cruz compartilham uma relação política desde pelo menos 2013, quando o senador discursou na Primeira Igreja Batista de Dallas. Naquele evento, Cruz incentivou os fiéis a defenderem princípios cristãos e propôs a extinção da Receita Federal (IRS), em meio a denúncias de que a agência teria visado grupos pró-vida e cristãos, de acordo com informações do portal The Christian Post.

A repercussão da entrevista de Carlson também provocou reações de outras figuras públicas. David Friedman, ex-embaixador dos Estados Unidos em Israel, discordou da afirmação de Carlson de que o atual governo israelense seria distinto do povo bíblico. “A nação de Israel hoje compreende um povo que ora na mesma língua, nos mesmos lugares e com a mesma liturgia dos tempos antigos”, escreveu Friedman em resposta. “Sua fé é regida pelo Antigo Testamento. Esta é a mesma nação de Israel mencionada na Bíblia”.

Pastor processa empresário dos Newsboys e pede indenização

Wes Campbell, empresário ligado há décadas à banda cristã Newsboys, indicada ao Grammy, está sendo processado em US$ 5,4 milhões por Randall Schrum, pastor que liderava a igreja Hilltop Fellowship House of Prayer, sediada em Primm Springs, Tennessee. A ação civil foi protocolada em 03 de junho, no Condado de Hickman, e inclui nove acusações, como difamação, conspiração e obstrução da justiça.

Entre os 22 réus citados estão também os pais de Campbell, Colin e Nancy Campbell, além de seus irmãos Rocklyn (Rocky) e Evangeline. A denúncia acontece em meio a outras polêmicas envolvendo a família e a banda, que nos últimos meses perdeu contratos com gravadoras e emissoras após investigações relacionadas ao ex-vocalista Michael Tait.

Conflito na igreja familiar

O processo indica que o conflito teve início na igreja Hilltop Fellowship, fundada em janeiro de 2021 na propriedade dos Campbell, com Colin como pastor principal. Schrum se uniu à congregação em 2022, tornando-se posteriormente ancião.

Segundo a petição, divergências começaram quando a liderança da igreja recomendou ações disciplinares contra Evangeline Johnson, filha de Colin e Nancy, por “conduta imprópria”. Embora Evangeline estivesse afastada dos cultos, era considerada membro da igreja. Schrum afirma ter investido US$ 3.500 em aconselhamento conjugal para o casal, mas a proposta foi rejeitada por Colin Campbell, mesmo após medidas semelhantes terem sido aplicadas a outros fiéis.

Após relatar suas preocupações em um documento confidencial, Schrum alega que o conteúdo foi repassado à família Campbell, gerando um confronto direto no culto de 30 de março.

Na ocasião, segundo o processo, 16 membros da família Campbell, liderados por Rocky, interromperam um culto e confrontaram Schrum diante de aproximadamente 75 pessoas, incluindo sua esposa grávida e filhos. O documento cita ameaças verbais como “Vou pegar você” e “Se você não recuar, vai se arrepender”.

No dia seguinte, toda a liderança da igreja renunciou. Schrum, com cerca de 70 outros fiéis, fundou uma nova congregação chamada Refuge Ridge Fellowship.

Acusações de assédio

O processo também relata episódios posteriores que teriam intensificado o assédio. Na madrugada de 02 de abril, uma denúncia anônima de abuso infantil levou policiais a visitar a casa da família Schrum, que teria sido acordada às 3h. A investigação não encontrou indícios de crime. Schrum afirma que Evangeline Campbell foi responsável pela denúncia.

Ainda de acordo com o relato, pessoas não identificadas foram vistas fugindo da propriedade naquela noite. Na manhã seguinte, o pneu de um veículo da família estava furado. Por razões de segurança, os Schrums mudaram-se para outra região do estado, especialmente por conta do estresse enfrentado durante a gestação de gêmeos da Sra. Schrum.

Acusação de difamação

Wes Campbell é acusado de difamar Schrum e tentar impedi-lo de comparecer a um retiro ministerial familiar em Panama City Beach, Flórida, promovido pelo Above Rubies, ministério fundado por Nancy Campbell. O processo afirma que Wes disse a membros atuais e antigos da Hilltop que Schrum teria “roubado” a igreja e teria um “histórico questionável”.

Embora não haja acusação de envolvimento direto de Wes no episódio de 30 de março, ele é citado por, supostamente, articular esforços para prejudicar Schrum no ambiente ministerial.

Segundo o processo, US$ 35.000 teriam sido doados por Schrum à propriedade dos Campbell nos últimos três anos. Em 30 de abril, Wes vendeu sua casa de sete quartos e seis banheiros em Brentwood por cerca de US$ 5,8 milhões, e estaria construindo uma nova residência na mesma região.

Schrum está pedindo US$ 1,8 milhão em danos compensatórios e US$ 3,6 milhões em danos punitivos. Ele solicita julgamento com júri para todas as nove acusações listadas na ação judicial.

Newsboys

Em outra reportagem do The Roys Report, publicada em 19 de junho, novas acusações foram levantadas contra Steve Campbell, irmão mais novo de Wes e ex-empresário de turnê dos Newsboys. Ele é acusado de encobrir uma suposta agressão sexual ocorrida em 2014, durante uma apresentação da banda em Fargo, Dakota do Norte, envolvendo Michael Tait e uma funcionária. Tanto Steve quanto o acusado negaram qualquer irregularidade.

A administração da banda informou que Steve não possui cargo oficial na Newsboys Inc. ou na Newsboys Touring LLC e declarou não ter conhecimento prévio das ações atribuídas a Tait, manifestando apoio às vítimas envolvidas.

A situação jurídica e as consequências reputacionais envolvendo os Campbell e os Newsboys continuam em desenvolvimento, com possíveis novos desdobramentos nos próximos meses, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Como pais podem evitar tragédias em família? Pastores orientam

Uma série de crimes cometidos por adolescentes contra seus próprios familiares tem chamado atenção no Brasil nas últimas semanas. Os casos, que envolvem pais, irmãos e até avós assassinados por jovens entre 13 e 16 anos, apontam não apenas para a brutalidade dos atos, mas para um colapso mais profundo nas relações familiares.

Em muitos deles, os motivos relatados parecem banais — a proibição de um namoro virtual ou a retirada de um celular —, mas os desdobramentos revelam um cenário de vínculos frágeis, ausência de diálogo e desestrutura emocional.

Caso em Itaperuna

Na segunda quinzena de junho, um adolescente de 14 anos matou o pai, a mãe e o irmão de 3 anos na cidade de Itaperuna, no interior do Rio de Janeiro. Conforme informou a CNN Brasil, o crime teria sido motivado pela proibição dos pais a um encontro presencial com uma adolescente de 15 anos, que ele conheceu por meio de um jogo online. Após o assassinato, o jovem arrastou os corpos até a cisterna da residência e, ao confessar o crime, declarou que “faria tudo de novo”.

A polícia apurou que dias antes o adolescente havia feito pesquisas sobre como sacar o FGTS da família. A arma utilizada pertencia ao pai e estava guardada sob o colchão. O caso causou comoção nacional e se soma a outros registrados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, todos com elementos semelhantes: conflitos mal resolvidos, distanciamento emocional, acesso a armas e a ausência de arrependimento.

Desgaste silencioso

Para líderes cristãos, esses episódios revelam um desgaste que começa muito antes da violência. O pastor Marcelo Aguiar, da Igreja Batista da Mata da Praia, em Vitória (ES), afirma que “prevenir é sempre melhor do que remediar. A igreja previne quando orienta pais e filhos com relação a um convívio harmonioso”. Segundo ele, o ambiente comunitário pode identificar sinais de alerta antes que o problema se agrave.

O pastor destaca que a ruptura nos vínculos familiares não acontece de forma abrupta. “Muitas vezes os pais se sentem perdidos, sem saber como estabelecer limites saudáveis. Em outras ocasiões, se mostram ausentes ou omissos, gerando insatisfação nos filhos”, afirmou. Ele compara a criação equilibrada a um pássaro: “Assim como um pássaro precisa de duas asas para voar, um filho precisa que seus pais lhe proporcionem duas coisas: carinho e limite”.

Autoridade e afeto

Segundo especialistas e líderes religiosos, a ausência de equilíbrio entre autoridade e afeto pode gerar reações extremas. O pastor Marcelo cita o ensinamento bíblico registrado em Efésios 6.1-4, que orienta os filhos à obediência, mas também adverte os pais: “Os filhos devem obedecer aos pais, e os pais não devem provocar à ira os seus filhos”. Para ele, o esvaziamento de valores bíblicos tem favorecido a fragilidade nos lares.

“Infelizmente, valores como a obediência filial e a responsabilidade paterna têm sido solapados pela sociedade moderna. Isso tende a agravar os conflitos familiares”, declarou. Diante de um ambiente desprovido de limites claros e vínculos afetivos, o risco de comportamentos extremos aumenta.

Reflexão pastoral

O pastor Josué Gonçalves, líder do Ministério Amo Família, comentou publicamente o caso de Itaperuna. Em suas redes sociais, lamentou: “Um menino de 14 anos matou os pais e o irmão de 3 anos, jogou os corpos numa cisterna e disse que faria tudo de novo. A motivação? Os pais não aceitavam seu namoro com uma garota de 15 anos que ele conheceu num jogo online. Como pais, essa tragédia precisa nos acordar”.

Gonçalves compartilhou uma série de orientações para pais, reforçando que a prevenção exige vigilância, escuta ativa e presença significativa dentro de casa. Para ele, pais e mães precisam reavaliar o papel que exercem na formação dos filhos e entender que o tempo de mudança é agora.

Caminhos de restauração

Apesar da gravidade dos fatos, líderes cristãos apontam para a possibilidade de reconstrução. O pastor Marcelo defende que é possível restaurar os laços familiares com base na fé cristã. “Talvez pais e filhos precisem mudar de comportamento, liberar o perdão e administrar as consequências dos erros cometidos. Mas, com a ajuda de Deus, eles podem ter sucesso no estabelecimento de uma relação familiar saudável”.

Essa restauração, no entanto, não deve ser buscada apenas após uma crise. A proposta, segundo ele, é de cuidado contínuo, diálogo constante, vigilância emocional e disposição para ajustar comportamentos. “Não se trata apenas de orar mais ou de confiar que tudo será resolvido com fé. Trata-se de traduzir essa fé em práticas diárias, como tempo de qualidade, afeto disciplinado, vigilância emocional e busca por ajuda quando necessário”, explicou, à revista Comunhão.

10 orientações para prevenir tragédias

O pastor Josué Gonçalves compartilhou uma lista com dez práticas preventivas voltadas a pais e responsáveis. As recomendações destacam a importância de atenção emocional, supervisão digital e resgate de valores fundamentais.

  1. Presença intencional – Estar em casa não é o mesmo que estar presente emocionalmente.

  2. Educação com afeto e limites – Autoridade sem amor afasta; permissividade sem direção destrói.

  3. Supervisão digital – Internet não é babá. Acompanhe os jogos, conversas e conteúdos acessados.

  4. Fale sobre afetos e relacionamentos – Proibir sem diálogo estimula o segredo e o isolamento.

  5. Atenção à frieza emocional – Falta de culpa e facilidade para mentir são sinais de alerta.

  6. Armas e segurança – Em casas com adolescentes, armas devem estar trancadas e fora de alcance.

  7. Relacionamento de confiança – O filho que teme contar a verdade esconde o que sente.

  8. Discernimento digital e emocional – Nem tudo é amor, e nem todo amigo virtual é confiável.

  9. Busque ajuda antes da crise – Psicoterapia não deve ser último recurso, mas prática preventiva.

  10. Reavalie os valores da casa – Pergunte-se o que está sendo ensinado em silêncio diariamente.

As orientações reforçam que a prevenção exige intenção e constância: “Prevenir não é adivinhar o que pode dar errado. É cuidar intencionalmente do que pode ser protegido”, concluiu o pastor Josué. “O que você pode mudar hoje para salvar o seu filho, a sua filha, amanhã? Pais, esse é o momento de despertar”.

Missionários detidos ao enviar Bíblias à Coreia do Norte pelo mar

Seis missionários dos Estados Unidos foram detidos pelas autoridades sul-coreanas após tentarem lançar no mar garrafas contendo materiais evangelísticos com destino à Coreia do Norte. O incidente ocorreu na sexta-feira, 27 de junho, na Ilha de Ganghwa, localizada próximo à fronteira entre os dois países.

De acordo com a polícia local, os missionários planejavam enviar cerca de 1.600 garrafas plásticas, contendo arroz, notas de 1 dólar, miniaturas de Bíblias e pendrives. As autoridades afirmaram que os envolvidos foram interceptados antes de conseguir lançar os objetos nas águas costeiras, que seguiriam com a corrente marítima em direção ao território norte-coreano.

Os missionários estão sob investigação por possível violação da Lei de Gestão de Segurança e Desastres, legislação sul-coreana que regula atividades consideradas potencialmente perigosas à segurança pública. Os policiais responsáveis, que solicitaram anonimato por não estarem autorizados a falar com a imprensa, informaram que não divulgarão a identidade dos detidos, conforme regras de privacidade vigentes.

Segundo a polícia de Ganghwa, o conteúdo dos pendrives apreendidos ainda não foi identificado. Já a Embaixada dos Estados Unidos na Coreia do Sul afirmou à Associated Press que não comentará o caso por enquanto.

Evangelização e repressão

O envio de materiais evangelísticos à Coreia do Norte por meio de garrafas plásticas ou balões já foi realizado por diversos grupos missionários ao longo dos anos. Contudo, a prática foi proibida entre 2021 e 2023, com base em preocupações relacionadas à segurança nacional e às tensões diplomáticas com o regime de Pyongyang.

A Coreia do Norte, sob o comando de Kim Jong-un, mantém uma política de tolerância zero ao cristianismo. Segundo organizações internacionais de defesa da liberdade religiosa, a posse de uma Bíblia pode resultar em prisão, tortura ou execução. Ainda assim, há relatos contínuos de atividade cristã secreta no país.

O norte-coreano Illyong Ju, entrevistado pela organização International Christian Concern (ICC), relatou que sua família foi desmantelada após a descoberta de sua fé cristã, com vários membros enviados a campos de prisioneiros políticos. “Mesmo assim, muitos continuam pregando a Palavra de Deus”, declarou.

Um missionário da organização Portas Abertas afirmou que, no país, “cristãos são considerados espiões em busca de informações das autoridades norte-coreanas. Por isso, são alvos de perseguição extrema”, relatou.

Apesar do risco e da vigilância constante, relatos apontam que o Evangelho continua avançando de forma subterrânea entre a população norte-coreana, por meio de redes de discipulado secretas, encontros discretos e materiais distribuídos de forma clandestina.

Para médico, guerra contra a família vem de “forças sobrenaturais”

Em entrevista ao programa “The Allen Jackson Podcast” na semana anterior, o ex-secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos, Dr. Ben Carson, reconhecido mundialmente por sua atuação, também, como médico cirurgião, afirmou que “forças sobrenaturais” estariam influenciando os conflitos políticos e culturais no país.

Carson, renomado neurocirurgião aposentado e autor do livro “The Perilous Fight: Overcoming Our Culture’s War on the American Family” (2024), declarou:

“Acredito que há forças em ação, forças do bem e forças do mal”, disse Carson, ao citar como exemplo prático o seguinte:

“Temos coisas completamente ilógicas ocorrendo, como algumas forças tentando doutrinar nossas crianças e eliminar seu patriotismo; confundir menores impressionáveis sobre gênero, sobre se há diferença entre homens e mulheres, ou permitir que homens participem de esportes femininos e frequentem seus vestiários.”

O ex-membro do governo Trump (2017–2021) vinculou tais fenômenos a um enfraquecimento das estruturas sociais:

“Isso se soma à guerra cultural contra a família nuclear tradicional, ridicularizada, e à desvalorização do matrimônio. As pessoas não se casam, casam-se tarde, não têm filhos — todos alicerces de uma sociedade forte. Vemos as consequências disso.”

Questionado pelo apresentador Allen Jackson — pastor sênior da World Outreach Church — sobre a reversibilidade dessas tendências, o médico expressou ceticismo, baseando-se em previsões bíblicas:

“A Bíblia diz que nos últimos tempos a humanidade se corromperá antes do retorno de Cristo. Mas isso não significa que não devamos lutar contra isso, ou fazer tudo para levar pessoas à luz e salvar o máximo possível.”

O médico referiu-se, por fim, à passagem de 2 Pedro 3 e à história de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego (Daniel 3), destacando:

“Eles disseram ao rei: ‘Nosso Deus pode nos salvar, mas mesmo que não o faça, não o serviremos.’ Isso mostra sua fé: mesmo não sendo salvos, confiavam no que era melhor. Precisaremos dessa fé, pois os últimos dias serão difíceis.”

Esta não é a primeira vez que Carson aborda o tema. Em 2024, em entrevista ao The Christian Post, já alertara:

“Nossa força está na família. Podemos ser destruídos internamente, e é isso que ocorre.” Com informações: The Christian Post.

‘Não Existe Cristã Feminista’: historiadora explica os motivos

Após ter ficado nacionalmente conhecida por ter enfrentado a ideologia feminista durante o seu curso de mestrado, Ana Campagnolo, hoje deputada estadual por Santa Catarina, seguiu atuando não apenas no meio político, mas também no acadêmico, lançando agora mais uma publicação a respeito do tema.

O novo livro de Campagnolo, chamado “Não Existe Cristã Feminista”, surge como mais um reforço de fontes confiáveis que demonstram claramente a incompatibilidade entre o cristianismo e o feminismo.

A obra complementa, com mais dados e argumentos, o seu primeiro livro de sucesso chamado “Feminismo: Perversão e Subversão”, que causou alvoroço no meio político e acadêmico, sendo até hoje uma referência sobre o tema sob à perspectiva conservadora.

Feminista cristã?

A ideia central do novo livro de Ana Campagnolo é demonstrar que, na prática, é impossível uma mulher cristã, bíblica e, portanto, verdadeira, adotar a ideologia feminista como uma referência moral.

Isto, porque, para a autora, os princípios cristãos que tratam de família contrariam frontalmente o feminismo, sendo a própria ideologia contrária ao que Deus ensina a respeito dos papeis dos homens e das mulheres.

“O feminismo é essa bandeira política da revolta contra tudo o que a Bíblia recomenda — ou melhor, contra tudo o que Deus disse no Éden sobre identidade, sexualidade, propósito, família, casamento e pecado”, diz um trecho do livro “Não Existe Cristã Feminista”, segundo o Guiame.

Citando autores como Phyllis Schlafly, Wayne Grudem e Nancy DeMoss, Campagnolo expõe as distorções do feminismo à luz da teologia cristã, mas também da história, o que faz do seu novo livro mais uma fonte de informações para estudiosos e interessados no assunto em geral.

O livro, por fim, já pode ser encontrado no E-commerce da Editora Vida, Amazon e nas principais livrarias do Brasil.

Muçulmanos invadem retiro de jovens e forçam encerramento

Cerca de 200 muçulmanos invadiram um retiro de jovens cristãos realizado em uma residência na vila de Tangkil, no distrito de Cidahu, província de Java Ocidental, Indonésia. O ataque ocorreu por volta das 13h30, após as orações na mesquita local, e resultou em danos materiais e na expulsão dos participantes.

Testemunhas relataram que os manifestantes gritavam palavras de ordem como “Destruam aquela casa” e carregavam faixas enquanto avançavam contra a residência. Janelas, banheiros, um mirante, um jardim e um veículo estacionado foram danificados. Uma motocicleta foi jogada em um rio próximo.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um homem escalando um muro para remover uma cruz de madeira, que em seguida foi usada para quebrar uma janela. Outros vídeos mostram objetos sendo destruídos com cadeiras e ferramentas.

Apesar da presença de policiais e soldados, os agentes só intervieram após os atos de vandalismo, evacuando 36 jovens e três veículos do local para evitar agressões físicas. Um dos vídeos mostra adolescentes assustados tentando entrar rapidamente em um carro enquanto são cercados por gritos da multidão.

Acusações

A residência pertence a Maria Veronica Ninna, que não estava presente no momento do ataque. Segundo autoridades locais, a casa já havia sido utilizada anteriormente para cultos cristãos, o que teria motivado a insatisfação dos moradores. “Não é que sejamos intolerantes, mas se o culto for realizado secretamente, envolvendo forasteiros, sem permissão, em um assentamento 100% muçulmano, ficamos preocupados”, afirmou um morador não identificado.

Na manhã do mesmo dia, às 10h30, autoridades locais — incluindo o chefe da filial de Sukabumi do Conselho Ulama da Indonésia — haviam visitado a casa e conversado com Wedi, irmão da proprietária. Segundo relatos, uma provocação durante esse encontro teria desencadeado a mobilização da multidão contra o retiro de jovens.

O chefe da Agência de Unidade Nacional e Política da Regência de Sukabumi, Tri Romadhono, declarou ao Sukabumiupdate.com que o incidente foi “uma reação espontânea dos moradores ao fato de uma casa estar sendo usada como local de culto sem permissão oficial”.

Culto doméstico

A legislação indonésia exige permissão para construção de igrejas, mas, segundo o ativista Permadi Arya, conhecido como Abu Janda, cultos realizados em residências não requerem autorização. Em publicação de 2023, ele citou o Decreto Conjunto dos Dois Ministros (Capítulo 1, Artigo 3), que estabelece que locais como casas, cafés e lojas podem ser usados para cultos, de forma equivalente às musholla (salas de oração muçulmanas), sem necessidade de alvará.

Ainda assim, o chefe do bairro, identificado como Hendra, alegou que a casa foi usada diversas vezes para cultos com participação de visitantes externos, inclusive com chegada de ônibus. “Os moradores não podem mais tolerar isso, porque este lugar não é um local oficial de culto”, disse Hendra.

O líder da vila, Ijang Sehabudin, declarou que houve tentativas de mediação desde abril. “Recomendamos que não a utilizássemos para cultos religiosos, mas fomos ignorados”, afirmou. Segundo ele, os moradores consideraram que seus “direitos ambientais” estavam sendo violados por atividades religiosas em uma zona residencial.

Acordo e indenização

No sábado, 29 de junho, Ijang informou que os moradores aceitaram pagar pelos danos causados à propriedade. Ele enfatizou que os danos foram causados a uma casa, “não a uma igreja ou local de culto”.

As autoridades distritais publicaram uma nota oficial afirmando que houve acordo para que a igreja não tomasse medidas legais contra os agressores, e que as divergências seriam resolvidas por meio de diálogo. O comunicado também pedia que a casa fosse utilizada exclusivamente como residência. “Acreditamos que incidentes semelhantes não ocorrerão novamente no futuro”, dizia a nota.

Intolerância religiosa

O ativista Permadi Arya criticou a postura das autoridades, afirmando que o caso revela cristofobia e negligência do Estado. “Estudantes cristãos em retiro em Sukabumi foram atacados por moradores, despejados de suas casas e estas foram destruídas pelas massas”, escreveu ele nas redes sociais.

Ele afirmou que o problema não está relacionado à ausência de licenças, mas à intolerância religiosa: “Isso é pura fobia cristã, permitida pelo Estado desde a época do Sr. Jokowi até o presidente Sr. Prabowo”.

Organizações como a Portas Abertas alertam que, na Indonésia, a construção de novas igrejas é dificultada por um decreto ministerial de 2006. Mesmo quando congregações reúnem os requisitos — como obter 90 assinaturas de membros e 60 de famílias vizinhas de outras religiões — muitas vezes enfrentam atrasos e negativas por parte das autoridades locais.

O país, de maioria muçulmana, tem demonstrado um endurecimento religioso em algumas regiões, especialmente em Java Ocidental, onde casos semelhantes de perseguição a cristãos já foram registrados. Igrejas envolvidas em evangelização pública são frequentemente alvo de grupos extremistas.

Contexto legal e social

A Indonésia é o país com a maior população muçulmana do mundo e reconhece oficialmente seis religiões: islamismo, protestantismo, catolicismo, hinduísmo, budismo e confucionismo. A Constituição garante liberdade religiosa, mas essa liberdade é frequentemente contestada por normas administrativas e resistência comunitária local.

Especialistas em liberdade religiosa alertam para o uso indevido do argumento legal como forma de restringir atividades religiosas minoritárias. “O que começa como disputa sobre licenças termina por se tornar um argumento para repressão social e violência”, afirmou à imprensa um analista da ONG Human Rights Watch, que acompanha casos na região.

Segundo informado pelo The Christian Post, embora os líderes locais tenham prometido reparação dos danos e mantido negociações pacíficas com os envolvidos, o caso reacende o debate sobre o direito de culto e a segurança de minorias religiosas na Indonésia.

Menina cristã sequestrada no Paquistão escapa após 2 anos

Uma adolescente cristã do Paquistão afirmou ter sido sequestrada, convertida à força ao islamismo e mantida em cativeiro durante dois anos. O caso foi relatado por Muskan Liaqat, hoje com 15 anos, em entrevista concedida no final de junho.

Muskan disse que foi levada de casa durante a madrugada de 24 de maio de 2023, na cidade de Muridke, distrito de Sheikhupura, província de Punjab. Segundo o depoimento, os responsáveis foram Muhammad Adnan e seu pai, Muhammad Arif, que invadiram a residência armados enquanto sua família dormia.

“Eles me levaram para a casa deles, onde me torturaram e tiraram à força minhas impressões digitais em alguns papéis. Mais tarde, me disseram que eu havia me tornado muçulmana e que Adnan era meu marido”, declarou a jovem.

A adolescente pertence à igreja do Exército da Salvação. Segundo ela, após o sequestro, foi mantida em uma casa, submetida a agressões físicas e abusos sexuais. Muskan afirmou que era chamada com termos depreciativos e sofreu violência com uma barra de ferro.

“Ele me chamava de ‘Chuhri’ [termo pejorativo usado contra cristãos] e outros palavrões. Como resultado de abusos sexuais repetidos, engravidei em 2024”, relatou.

De acordo com seu testemunho, a gravidez foi interrompida no quarto mês devido a um episódio de agressão. Muskan afirmou que o sofrimento a levou a tentar o suicídio. Segundo ela, acreditava que a morte seria a única forma de escapar da situação.

“Eu me perguntava se minha família me aceitaria, mesmo se eu conseguisse fugir. Pensava que acabar com a vida era a única opção”, disse.

Tentativa de resgate

Em 26 de maio de 2024, Muskan conseguiu fazer uma ligação para sua irmã mais velha e informou sua localização. Segundo o relato, após essa comunicação, Adnan e o pai teriam ameaçado matá-la, caso denunciasse o ocorrido.

“Disseram-me para declarar ao tribunal que eu havia me convertido ao islamismo e me casado com Adnan por vontade própria. Cedi à pressão, embora quisesse voltar para meus pais”, afirmou.

Grupos de direitos humanos afirmam que esse tipo de caso é recorrente no Paquistão, especialmente contra meninas cristãs e hindus. Segundo essas organizações, as vítimas são forçadas a conversões religiosas e casamentos, seguidos de pressões para que registrem declarações em favor dos sequestradores.

Documentos de identidade e certidões de nascimento são frequentemente desconsiderados pelos tribunais. Em muitos casos, segundo os relatos, as vítimas acabam sendo reconhecidas legalmente como esposas dos sequestradores.

Após a tentativa da família de acionar a Justiça, Muskan relatou ter sofrido mais agressões. Segundo ela, Adnan usou uma barra de ferro para agredi-la, fraturando seu braço esquerdo.

A fuga ocorreu em 3 de junho, quando Muskan foi deixada sozinha em casa. Ela conseguiu escapar e entrar em contato com sua família. “Sou verdadeiramente grata a Deus por me resgatar e à minha família por confiar em mim”, disse ela.

Apoio jurídico e acolhimento

Com receio de que Adnan tentasse retomar a custódia da adolescente com base no casamento forçado, o pai de Muskan, Liaqat Masih, procurou a organização Christians’ True Spirit (CTS), que atua com apoio jurídico e abrigamento de mulheres cristãs.

A diretora executiva da CTS, Katherine Sapna, afirmou que os pais de Muskan tentaram registrar um boletim de ocorrência no momento do desaparecimento, em 2023. A solicitação não foi aceita pela delegacia local. “A família foi obrigada a buscar a filha por conta própria, sem sucesso”, disse Sapna.

Após o telefonema da jovem em 2024, a CTS entrou com um pedido de habeas corpus para recuperar a menor. A Justiça determinou que a polícia local apresentasse Muskan em tribunal. Durante a audiência, a adolescente declarou em favor dos acusados, o que a organização atribuiu a coerção. “Ficamos decepcionados com o depoimento, mas entendemos que ela foi forçada”, afirmou Sapna.

Depois da fuga em junho de 2025, a CTS transferiu Muskan para uma casa segura. Segundo a organização, ela apresenta sinais de trauma físico e psicológico: “Ela passou por situações extremas durante dois anos. Acreditamos que sua recuperação levará tempo, mas estamos confiantes de que será restaurada”, disse a diretora.

Processo criminal e contexto

A equipe jurídica da CTS deu início a um processo criminal contra Muhammad Adnan e seus cúmplices. A organização declarou que buscará responsabilização legal pelas acusações de sequestro, violência sexual e conversão forçada. “Não mediremos esforços para garantir que os envolvidos sejam processados e punidos”, declarou Sapna, conforme noticiado pelo Evangelical Focus.

Segundo informações da CTS, o pai de Muskan adoeceu após o sequestro e deixou de trabalhar como pedreiro. A família enfrenta dificuldades financeiras e está recebendo apoio jurídico, médico e psicológico.

O Paquistão tem cerca de 96% da população muçulmana. De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2025, publicada pela organização Portas Abertas, o país ocupa o 8º lugar entre os locais com maior hostilidade contra cristãos.

Relatórios de organizações internacionais apontam que casos de conversão forçada e casamentos de meninas cristãs com adultos muçulmanos ocorrem em diferentes regiões do país, especialmente na província de Punjab.

Japão: ex-lutador brasileiro alcança moradores de rua para Jesus

O ex-lutador de boxe e evangelista brasileiro Marcos Sogabe batizou sete pessoas — seis japoneses e um estrangeiro — nas ruas de Nagoya no último sábado (28), declarando um “avivamento em curso” no país.

O ritual, realizado pela igreja itinerante “Gym Church” (fundada por Sogabe), ocorreu após cultos voltados para moradores de rua em academias locais.

Diante dos convertidos, Sogabe questionou: “Você acredita em Jesus Cristo como Senhor e Salvador?”. Após a resposta afirmativa coletiva, prosseguiu com o batismo “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Este foi o primeiro batismo oficial do projeto, que em um ano já realizou evangelização em larga escala. “Ganhamos muitas vidas para Jesus”, afirmou o brasileiro, agradecendo aos voluntários e intercessores.

Histórico de transformação

Sogabe, ex-atleta profissional no Japão, redirecionou sua carreira após converter-se ao cristianismo. Atua desde 2022 na “Missão Apoio – Bom Samaritano”, distribuindo alimentos e apoio espiritual em Nagoya, e fundou a “Gym Church” para alcançar populações vulneráveis.

Entre os batizados, destacou-se um idoso japonês em recuperação de internação hospitalar. Encontrado pela equipe na rua na quarta-feira (26), ele insistiu em participar do batismo no sábado. “

Seu esforço para permanecer de pé era enorme. Enquanto chorávamos, ele sorria”, relatou Sogabe, que realizou o batismo por aspersão (derramamento de água) devido à fragilidade física do homem. Os demais foram imersos em um lago.

Dois candidatos foram recusados por demonstrarem sincretismo religioso: “Eles criam em Jesus, mas também em outros deuses. Explicamos que ainda não era o momento”, detalhou o evangelista.

Desafios

O Japão possui a segunda menor população cristã do mundo (1% entre 125,8 milhões de habitantes), conforme dados de 2025. O australiano Ben Fitzgerald, que atua no país, atribui a estatística à escassez histórica de pregação: “Os japoneses são abertos se abordados. O problema não é a nação, mas a falta do Evangelho”.

O cantor nipo-brasileiro Yudi Tamashiro, que evangeliza no país, explicou as barreiras culturais: “

Quando dizemos ‘Jesus te ama’, muitos perguntam ‘Quem é Jesus?’. Precisamos explicar desde o básico, agir com atitudes e respeitar uma cultura milenar”. Ele vinculou a alta taxa de suicídios japoneses à carência afetiva: “Só Jesus preenche essa necessidade de amar e ser amado”.

Perspectivas de Mudança

O pastor brasileiro Davi Gonçalves (fundador da “NPO Bridge” e parceiro de Sogabe) rejeita o estereótipo de “coração duro”: “É uma questão de cultura milenar, não de resistência”. Tamashiro, que recentemente liderou intercessões na Floresta Aokigahara (notória por suicídios), profetiza: “Veremos um Japão diferente em alguns anos”.

Os batismos de junho simbolizam um passo nessa direção, reforçando a estratégia de evangelização contextualizada que Sogabe e parceiros promovem nas ruas do arquipélago.

Magno Malta diz que ministra do STF deve sofrer impeachment

O senador Magno Malta (PL-ES) anunciou durante manifestação na Avenida Paulista que protocolará pedido de impeachment contra a ministra do STF Cármen Lúcia.

A decisão do parlamentar evangélico ocorre em resposta à declaração da magistrada, que durante julgamento do Marco Civil da Internet, na quinta-feira (26), referiu-se à população brasileira como “213 milhões de pequenos tiranos soberanos”.

A declaração

A polêmica surgiu no plenário do Supremo durante análise da responsabilidade de plataformas digitais por conteúdo de usuários. Cármen Lúcia argumentou pela necessidade de equilíbrio entre liberdade de expressão e regulação:

“Censura é proibida constitucionalmente […] mas não se pode permitir que estejamos numa ágora em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos”.

A ministra defendeu que as regras devem garantir “pelo menos um pingo de sossego” na convivência digital, sem detalhar critérios para responsabilização prévia das plataformas.

Reações políticas

Na manifestação de domingo (29), organizada por grupos conservadores, Malta classificou o Brasil como “regime absolutamente ditatorial” e afirmou:

“Nós temos que vir à rua pela ofensa da senhora Cármen Lúcia. Ela disse que nós somos 213 milhões de perversos. Inclui sua família, inclui todo mundo”. A vereadora paulistana Zoe Martínez (PL-SP) uniu-se às críticas:

“Os tiranos aqui são eles [ministros do STF]. Estamos pedindo justiça e liberdade para dizer verdades que precisam ser ditas”.

Desdobramentos

O senador informou que sua assessoria prepara o pedido de impeachment, reconhecendo a dificuldade jurídica, pois “todas as decisões acabam no STF”.

Especialistas em direito constitucional apontam que a declaração da ministra, ainda que polêmica, configura opinião técnica no exercício da função, não caracterizando crime de responsabilidade.

O protesto na Paulista reuniu cerca de 1,5 mil pessoas segundo a Polícia Militar, com faixas contra o que chamaram de “judicialização da política”. Até o momento, o STF não se manifestou sobre as declarações dos parlamentares.