Policiais vão às lágrimas ao verem 278 alunos em evangelismo

O evangelista Guilherme Batista compartilhou um relato marcante sobre o impacto de seu ministério evangelístico nas escolas. Durante uma pregação em uma escola de sua cidade, onde 278 alunos aceitaram Jesus, ele teve uma experiência incomum: policiais, que haviam sido chamados para interromper o evangelismo, acabaram sendo tocados pelo Espírito Santo e não puderam intervir.

Em um culto realizado na El Shadday Church, nos Estados Unidos, Guilherme relembrou os detalhes dessa situação, explicando que, naquele dia, ele se encontrava em uma das escolas mais problemáticas de sua cidade.

“Só naquele dia, havia sete pessoas usando tornozeleira eletrônica”, afirmou o evangelista. Quando foi informado por sua assessora de que a polícia estava a caminho, ele decidiu seguir com o apelo, independente das consequências. “Se for para ser preso, vou ser preso, mas vou fazer o apelo”, disse ele.

Ao chegar na escola, os policiais entraram nos corredores, enquanto Guilherme continuava a pregar. Ele desafiou os alunos a tomarem uma decisão por Jesus, pedindo que deixassem para trás a vida de crimes e vícios. “Se vocês querem entregar a vida para Jesus, levantem o mais rápido do seu lugar e venham aqui na frente”, orientou.

A resposta dos alunos foi imediata: cerca de 278 jovens se aproximaram para entregar suas vidas a Jesus. O evangelista descreveu o momento como de grande emoção: “Quando levantei a cabeça, todos estavam chorando, mas os policiais? O diretor disse: ‘Os dois estão lá na minha sala chorando’”, relatou.

Ao entrar na sala do diretor, Guilherme questionou os policiais sobre sua presença na escola. Eles explicaram que haviam recebido um mandado para intervir em uma manifestação religiosa, mas, ao chegarem ao local, se depararam com algo que não conseguiam interromper.

“Tentamos parar, mas algo nos impediu. Quando olhei para meu amigo, ele estava chorando. Não conseguimos conter as lágrimas”, contou um dos policiais.

Ação de Deus

Foi nesse momento que Guilherme afirmou ter ouvido uma direção clara do Espírito Santo: “É impossível parar aquilo que Deus decide fazer em algum lugar”. O testemunho foi compartilhado pela igreja nas redes sociais com a mensagem: “Quando Deus decide fazer algo, não há inimigo, polícia ou governo que possa impedir.”

Ao concluir, o evangelista expressou sua gratidão pelo dia vivido. “Foi um dia precioso. As escolas do mundo serão alcançadas pelo poder do nosso amigo Espírito Santo”, destacou. Nos comentários, diversos internautas expressaram sua gratidão a Deus pelo testemunho e incentivaram Guilherme a continuar firme em seu ministério.

“Que o Reino do Senhor avance”, comentou uma internauta. “Glória a Deus! Que Deus continue te usando nas escolas”, escreveu outra.

Bíblia em chinês de 1815 é vendida por valor astronômico em leilão

Uma rara Bíblia em chinês, datada de aproximadamente 1815, foi leiloada por mais de US$ 72 mil (R$ 414,3 mil, na cotação desta quinta, 27 de março) após ser doada a uma loja da Oxfam em Chelmsford, Essex, no Reino Unido.

O valor arrecadado foi surpreendente, superando em muito a estimativa inicial de até US$ 1.000. Acredita-se que este exemplar seja o primeiro de uma tradução completa das Escrituras para o chinês, realizada pelos missionários protestantes John Lassar e Joshua Marshman.

A Bíblia em chinês foi encontrada por voluntários da loja, Chris Tyrrell e Eleanor Atac, em uma pilha de doações. Reconhecendo seu valor, decidiram enviá-lo para leilão na Bonhams, onde, após duas semanas de lances online, o preço final surpreendeu a todos.

“Ficamos absolutamente sem palavras”, afirmou Nick Reeves, gerente da livraria. “Quando foi colocado em leilão, foi avaliado originalmente em algumas centenas de libras, então nunca imaginamos que poderia ser vendido por tanto”.

A Bíblia fez parte de uma coleção maior de livros raros doados a diversas lojas da Oxfam. Entre os itens leiloados entre 10 e 20 de março, o total arrecadado ultrapassou os US$ 135,5 mil (R$ 777 mil).

Esses recursos serão destinados a iniciativas globais da instituição de caridade para combater a pobreza e a desigualdade. Outros livros raros vendidos incluem uma primeira edição de Um Conto de Natal, de Charles Dickens, que atingiu o valor de US$ 21.460, uma primeira edição do Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx, por US$ 14 mil, e uma cópia autografada de Matilda, de Roald Dahl, vendida por US$ 2.971.

Ian Falkingham, líder da estratégia de bens doados da Oxfam, destacou a importância dos fundos arrecadados, enquanto a Dra. Lorenza Gay, especialista associada da Bonhams, comentou que a tradução chinesa da Bíblia de Lassar e Marshman era um item extremamente raro, cuja venda no leilão surpreendeu até os especialistas, segundo informações do The Christian Post.

Cristão preso após ser incluído sem saber a grupos do Facebook

Em 17 de março, Arsalan Gill, um jovem cristão de 24 anos, foi preso no Paquistão sob acusações de blasfêmia, após comentários considerados ofensivos compartilhados em grupos de bate-papo no Facebook, os quais ele alegou desconhecer.

A prisão ocorreu quando Arsalan Gill, que trabalhava como varredor, retornava para sua casa em Lahore, na província de Punjab. Sua família, que vive em condições financeiras precárias, foi informada à noite sobre sua detenção, mas não teve permissão para vê-lo naquele momento.

Segundo seu irmão, Suleman Gill, a acusação foi de que Arsalan havia compartilhado conteúdo blasfemo em grupos de Facebook, algo que ele desconhecia, pois teria sido adicionado a esses grupos sem seu consentimento.

O caso foi registrado pela Agência Federal de Investigação (FIA), que acusou Arsalan Gill sob várias seções da Lei de Blasfêmia do Paquistão, incluindo a Seção 295-C, que estabelece pena de morte em casos de blasfêmia contra o Islã. Além disso, ele foi acusado sob a Seção 11 do Pakistan Electronic Crimes Act de 2016, que prevê até sete anos de prisão por disseminação de informações que promovam ódio inter-religioso.

Defensores dos direitos humanos expressaram preocupações sobre a possibilidade de o caso fazer parte de uma série de prisões fraudulentas relacionadas à “indústria de blasfêmia” no país, uma prática que tem afetado várias minorias religiosas, incluindo cristãos.

De acordo com a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Paquistão e a Polícia de Punjab, centenas de pessoas, muitas das quais inocentes, foram presas com base em acusações falsas de blasfêmia online. O advogado Lazar Allah Rakha, que representa várias vítimas de acusações falsas, afirmou que a unidade anti-blasfêmia da FIA estaria conspirando com advogados e ativistas islâmicos para extorquir dinheiro e abusar das leis de blasfêmia para interesses próprios.

Suleman Gill, concedeu entrevista destacando as dificuldades financeiras de sua família, que vive em um quarto alugado e mal consegue cobrir suas despesas diárias. Eles não têm recursos para contratar um advogado e apelaram a organizações cristãs por apoio legal.

Este caso ocorre em meio a uma crescente preocupação sobre abusos das leis de blasfêmia no Paquistão. Em fevereiro, o Tribunal Superior de Islamabad recomendou ao governo a criação de uma comissão para investigar alegações de conluio entre a FIA e clérigos islâmicos em processos envolvendo mais de 400 pessoas, acusadas de compartilhar conteúdo blasfemo online.

A comissão deverá ser composta por um juiz aposentado, um funcionário da FIA, um estudioso religioso e um especialista em tecnologia da informação, conforme informado pelo The Christian Post.

Na audiência de 21 de março, o juiz Ejaz Ishaq Khan expressou insatisfação com a falta de progresso do governo em relação ao caso. O tribunal destacou a falha do Ministério do Interior em fornecer respostas claras e a ausência de uma avaliação definitiva sobre a autenticidade das provas.

Em um movimento para garantir maior transparência, o juiz ordenou a transmissão ao vivo dos procedimentos, dado o grande interesse público no caso.

O Paquistão, que figura na oitava posição na Lista Mundial de Perseguição de 2025 da Portas Abertas, continua a ser um dos países mais difíceis para cristãos viverem devido à crescente repressão e perseguição religiosa.

Sequência de ‘A Paixão de Cristo’ começará a ser filmada

A aguardada sequência do sucesso de bilheteira A Paixão de Cristo, intitulada A Ressurreição de Cristo, começará a ser filmada neste verão, com as filmagens programadas para agosto de 2025.

A confirmação foi dada por Manuela Cacciamani, CEO da Cinecittà Studios, em entrevista ao jornal financeiro italiano Il Sole 24 Ore, e foi amplamente divulgada pela Variety.

A produção ocorrerá nos Estúdios Cinecittà, em Roma, o mesmo local onde o filme original de 2004 foi filmado. Além disso, a filmagem se estenderá para a cidade de Matera e outras localidades italianas, como Ginosa, Gravina Laterza e Altamura, todas com um forte apelo histórico, proporcionando uma ambientação autêntica para a narrativa.

Jim Caviezel retornará ao papel de Jesus, com Maia Morgenstern interpretando Maria e Francesco De Vito como Pedro. Mel Gibson, que dirigirá o filme, também coescreveu o roteiro ao lado de Randall Wallace, roteirista de Coração Valente.

Em entrevista a Joe Rogan, Gibson descreveu o próximo filme como “uma viagem de ácido”, destacando a originalidade do roteiro e seu impacto emocional. Ele também comentou sobre a utilização de técnicas de rejuvenescimento para Caviezel, que atualmente tem 56 anos.

O filme original, A Paixão de Cristo, lançado em 2004, tornou-se o filme com classificação 18 anos de maior bilheteira da história dos Estados Unidos, arrecadando US$ 370,8 milhões, superando seu orçamento de US$ 30 milhões. Além disso, foi indicado a três prêmios Oscar.

Gibson recordou a forte oposição que o primeiro filme enfrentou, mas afirmou que esse tipo de abordagem despertou o interesse do público. O diretor enfatizou que a história retratava o sacrifício de Jesus como uma redenção para toda a humanidade, incluindo os males e as falhas da natureza humana.

Em relação à ressurreição de Cristo, um tema central do novo filme, Gibson comentou que, embora seja um conceito difícil de ser aceito por muitos, ela requer mais fé: “Quem se levanta três dias depois de ser assassinado em público? … Buda não fez isso”, disse ele, reforçando a singularidade da ressurreição de Cristo.

Além disso, em uma entrevista de 2022, Gibson refletiu sobre sua atração por histórias que enfatizam a redenção e a necessidade de um Salvador. Ele compartilhou a perspectiva de que a vida é cheia de desafios e escolhas difíceis, e ressaltou a importância de manter as convicções pessoais, mesmo diante das dificuldades de uma sociedade polarizada.

“Você só precisa examinar sua própria consciência e tomar o caminho certo”, concluiu, enfatizando a complexidade da vida e a necessidade de discernimento em momentos cruciais.

O filme promete continuar explorando temas de fé, redenção e sacrifício, mantendo o foco na narrativa bíblica, com uma abordagem que segue a linha de seu antecessor, conforme informado pelo The Christian Post.

Jogador diz que precisou chegar ao ‘fundo do poço’ para ver Jesus

Em uma entrevista, Baker Mayfield – quarterback do Tampa Bay Buccaneers – compartilhou sua jornada espiritual, refletindo sobre como chegou ao fundo do poço antes de desenvolver uma profunda apreciação por Jesus Cristo.

O atleta de 29 anos, primeira escolha geral no Draft da NFL de 2018 e duas vezes selecionado para o Pro Bowl, destacou que essa experiência transformadora moldou sua visão sobre a vida e sua identidade, além de inspirá-lo a transmitir suas lições para as gerações futuras de atletas.

Mayfield começou seu relato lembrando que, quando criança, ele raramente frequentava a igreja e seus encontros com Deus se limitavam às celebrações de Natal e Páscoa.

“Eu estava tentando fazer as coisas acontecerem sozinho”, afirmou. Sua visão sobre o cristianismo, à época, se restringia a conceitos simples como “fazer boas ações” e “ser uma boa pessoa”, de acordo com seu relato ao The Sports Spectrum Podcast.

No entanto, sua experiência na Universidade de Oklahoma mudou sua percepção, especialmente após conhecer o pastor Adam Starling, que o ajudou a entender que não precisava ser perfeito nem ter tudo planejado: “Todos nós nascemos pecadores”, disse Mayfield, mencionando uma das lições mais significativas que aprendeu com Starling: “Fomos salvos”.

Apesar de conhecer o pastor, Mayfield reconheceu que seu relacionamento com Deus não se fortaleceu imediatamente. Foi somente depois de ingressar na NFL, que a fé de Mayfield começou a crescer de forma mais consistente.

Em fevereiro de 2020, ele e sua esposa, Emily Wilkinson, se uniram ao ministério Professional Athletes Outreach, o que Mayfield descreveu como a descoberta de algo que ele “estava procurando”.

Durante esse período, ele se deparou com um vazio interno que, até então, tentava preencher de outras maneiras, como focando sua identidade no futebol americano: “Minha identidade na época era um jogador de futebol. … Era um quarterback“, afirmou.

Ele também compartilhou como as dificuldades em sua carreira o levaram a compreender que o futebol era apenas uma parte de sua vida: “Deus me ensinou uma lição”, disse Mayfield, possivelmente se referindo ao momento em que perdeu sua posição como quarterback titular dos Cleveland Browns em 2022, seguido por passagens como reserva em outros times, antes de assinar com os Buccaneers em 2023.

“Ele teve que acabar com minha carreira e me fazer perceber que sou mais do que um jogador de futebol”, explicou o jogador.

Mayfield associou essa transformação a uma fase difícil em seu casamento. Ele revelou que ele e sua esposa enfrentaram desafios significativos ao tentar ter filhos, o que o levou a mergulhar na palavra de Deus e aceitar Sua graça.

“Para eu subir de volta, tive que mergulhar na palavra e aceitar a graça e isso foi algo muito, muito difícil para mim”, disse. Ele descreveu a mudança em sua perspectiva como a maior transformação de sua vida, enfatizando a importância de continuar trabalhando em sua fé: “Você tem que continuar trabalhando porque o inimigo está atrás de você”, destacou.

Por fim, Mayfield destacou o papel fundamental de sua esposa em sua jornada de fé: “Deus a apoiou o tempo todo, a manteve forte durante muitas provações e tribulações”, disse ele, expressando uma profunda gratidão pela força que ela demonstrou. “Vi a fé dela crescer e vi o quão forte ela foi por mim em momentos em que eu não conseguia ser forte”.

A experiência de Mayfield o levou a compreender que a verdadeira liderança vai além das estatísticas e do campo de jogo: “É sobre como eu me comporto, como eu inspiro os outros e tento unir as pessoas e criar uma cultura que permite que você seja você mesmo e a melhor versão disso”, afirmou, refletindo sobre o impacto que deseja ter nos jogadores mais jovens.

Segundo informações do The Christian Post, o jogador espera usar as lições aprendidas para ensinar a próxima geração de atletas, destacando que a fé em Jesus foi o que o fez “sentir inteiro”.

KFC zomba do batismo nas águas em anúncio e clientes reprovam

No início deste mês, um anúncio do KFC gerou indignação nos clientes da empresa por conta do que foi entendido como zombaria com o batismo nas águas, um dos símbolos da conversão ao Evangelho.

O comercial, veiculado no Reino Unido e na Irlanda, gerou controvérsia e centenas de reclamações. O comercial de dois minutos retrata um jovem que, ao caminhar por uma floresta, encontra uma galinha e, em seguida, se junta a um grupo de pessoas que carregam um grande ovo de ouro em direção a um lago de molho.

Uma mulher o leva até o lago, onde ele passa por uma cerimônia que, aparentemente, é uma iniciação, antes de emergir transformado em um Mini Filé KFC frito.

A publicidade gerou críticas por diversos motivos. Alguns se queixaram que a imagem do homem aparentemente afogado poderia ser perturbadora para crianças, enquanto outros se sentiram ofendidos pela representação do batismo cristão como uma espécie de zombaria.

Houve também quem acusasse o comercial de exaltar comportamentos de seita e sugerir canibalismo. A Advertising Standards Authority (ASA), órgão regulador de publicidade no Reino Unido, recebeu as queixas e afirmou que ainda está avaliando se há motivos para ações adicionais, embora tenha esclarecido que, até o momento, não abriu uma investigação formal sobre o caso.

Além disso, alguns usuários em sites de marketing expressaram sua desaprovação, chamando o comercial de “nojento”, uma “vergonha” e “além do aceitável”. O anúncio também foi descrito como uma “odisseia pela floresta mística”, com o ovo de ouro simbolizando uma “luz guia” e acompanhando uma “procissão coreografada” de crentes.

Segundo o The Christian Post, a narrativa culmina com a imersão de um dos crentes no molho dourado e sua transformação em um Mini Filé KFC, recebendo aplausos da multidão.

Monica Silic, diretora de marketing do KFC Reino Unido e Irlanda, explicou que o objetivo da campanha era trazer “um antídoto divertido para este mundo monótono e caótico”. Em entrevista ao Adweek, Silic destacou que a intenção era inspirar os fãs do KFC, trazendo leveza e humor para o ambiente cotidiano, ao mesmo tempo em que celebrava a conexão dos consumidores com o produto da marca.

Jardim encontrado no Santo Sepulcro endossa texto de João

Arqueólogos que realizavam escavações sob a Igreja do Santo Sepulcro, localizada na Cidade Velha de Jerusalém, revelaram a descoberta de vestígios de um antigo jardim no local, o que reforça o texto do evangelho de João.

A escavação, parte de um projeto de restauração iniciado em 2022, identificou evidências de oliveiras e videiras datadas de aproximadamente dois mil anos, alinhando-se com a descrição bíblica no Evangelho de João sobre o local da crucificação e sepultamento de Jesus.

O versículo de João 19:41 menciona: “Ora, no lugar onde ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda tinha sido posto”.

A análise de amostras de solo e pólen permitiu a identificação de vestígios de plantas, confirmando a presença de oliveiras e videiras na área. A escavação foi conduzida pela professora Francesca Romana Stasolla, da Universidade Sapienza de Roma, e é a primeira grande reforma na igreja desde o século XIX.

O projeto de restauração contou com a aprovação dos três principais responsáveis pela igreja: o Patriarcado Ortodoxo Grego, a Custódia da Terra Santa (Católica Romana) e o Patriarcado Armênio, além da autorização da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Em entrevista ao Times of Israel, Stasolla explicou que as comunidades religiosas que guardam o local concordaram em permitir as escavações arqueológicas sob o piso da igreja como parte das obras de renovação. No entanto, por causa das preparações para as celebrações da Páscoa, que atraem grandes multidões de peregrinos, as áreas escavadas não estão expostas ao público no momento.

Durante as escavações, foram descobertas camadas de solo que datam da Idade do Ferro, incluindo cerâmica, lâmpadas a óleo e túmulos escavados na rocha. Além disso, amostras de solo indicaram que a área, antes de ser usada como local de sepultamento, passou por um processo de cultivo, com muros baixos de pedra e terra preenchendo o espaço.

A Igreja do Santo Sepulcro, considerada o local tradicional tanto da crucificação quanto do túmulo de Jesus, foi originalmente estabelecida no século IV pelo imperador Constantino, após sua mãe, Helena, identificar o local.

Desde então, a igreja passou por várias reconstruções, incluindo a destruição causada pelos persas no século VII e danos significativos durante o período do califa fatímida Al-Hakim, no século XI. Durante o período dos cruzados, a igreja foi reformada e tomou a estrutura que possui hoje.

A escavação também revelou uma base circular de mármore abaixo da edícula — o santuário que envolve o túmulo de Jesus. Acredita-se que essa base seja parte da estrutura original construída por Constantino, já que representações do século V e VI a descrevem como circular. Testes adicionais estão sendo realizados para determinar a origem do mármore e fornecer mais informações históricas sobre a estrutura.

O local onde a Igreja do Santo Sepulcro foi erguida era originalmente uma pedreira fora dos muros de Jerusalém no século I. No século II d.C., com a fundação da cidade de Élia Capitolina sob o imperador Adriano, um templo dedicado a Vênus foi construído sobre o local. A igreja de Constantino, que substituiu esse templo, foi construída para abrigar os locais de crucificação e sepultamento de Jesus.

Stasolla ressaltou que as descobertas arqueobotânicas são particularmente significativas, pois corroboram a menção do jardim no Evangelho de João. Ela explicou: “Baixos muros de pedra foram erguidos, e o espaço entre eles foi preenchido com terra.

As descobertas arqueobotânicas são especialmente interessantes à luz do que é mencionado no Evangelho de João, cujas informações são consideradas escritas ou coletadas por alguém familiarizado com Jerusalém na época. O Evangelho menciona uma área verde entre o Calvário e o túmulo, e identificamos esses campos cultivados.”

Embora ainda esteja pendente a datação por radiocarbono dos vestígios encontrados, o contexto arqueológico sugere que o jardim remonta a um período anterior à ascensão do cristianismo. A escavação, conduzida pela Universidade La Sapienza, foi realizada em várias etapas, com a equipe de Stasolla dividindo o espaço em zonas e realizando escavações de forma gradual.

Em um futuro próximo, está prevista a reconstrução multimídia de todas as áreas escavadas, utilizando novas tecnologias para criar uma visão completa do local.

A escavação final deve retomar após as celebrações da Páscoa, embora o processo de documentação e publicação das descobertas possa levar anos. Stasolla foi questionada sobre a veracidade histórica do sepultamento de Jesus no local, mas preferiu não responder diretamente.

Segundo o The Christian Post, Stasolla afirmou: “É a fé daqueles que acreditaram na santidade deste local por milênios que permitiu que ele existisse e se transformasse. Quer alguém acredite ou não na historicidade do Santo Sepulcro, o fato de gerações de pessoas terem acreditado é objetivo. A história do Santo Sepulcro é, sem dúvida, a história de Jerusalém”.

Yago diz que queda de Paulo Junior foi ’motivada por um livro’

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O pastor Yago Martins compartilhou detalhes de informações de bastidor da Igreja Aliança do Calvário que podem esclarecer como ocorreu a queda de Paulo Júnior de sua função como pastor.

Em uma live no canal Dois Dedos de Teologia, Yago Martins disse que foi procurado por membros da igreja e ouviu relatos de que as pessoas passaram a olhar para o comportamento de Paulo Júnior de maneira diferente após lerem um livro sobre cultura eclesiástica:

“Vou dizer uma coisa agora e quero trazer para você uma informação de bastidor que eu acho importante. Eu tenho ouvido muitas coisas e estou há alguns meses recebendo mensagens de membros da igreja sobre o Paulo Júnior e o que está acontecendo na igreja”, introduziu Yago Martins.

Segundo o pastor da Igreja Batista Manaaim, em Fortaleza (CE), a decisão de revelar esse bastidor foi ponderada: “Passei um tempo em oração, mas uma informação importante chegou até mim, e é sobre isso que quero falar com vocês. Paulo Júnior fala que houve um momento em que ele foi repreendido, mas não quis ouvir, e que houve outro momento em que ele não conseguiu manipular a igreja, segundo relatos de dois membros diferentes da igreja que me contaram isso”, recapitulou, referindo-se ao vídeo que o ex-pastor da Aliança do Calvário publicou na última quarta-feira, 26 de março.

“Esse acontecimento foi motivado por um livro específico. Houve um livro que começou a ficar popular na igreja. Os líderes da igreja começaram a ler esse livro, e foi ele que levou a comunidade a ter uma visão um pouco mais clara do que acontecia lá dentro. Essa informação chegou até mim por meio de relatos de membros da igreja. Então, essa é toda a fonte que tenho”, resumiu.

“O livro em questão é este aqui: Uma Igreja Chamada TOV, da [editora] Mundo Cristão, de Scott McKnight e Laura Beringer. A igreja começou a ler esse livro porque os líderes – não sei se toda a igreja, mas pelo menos os líderes – começaram a lê-lo”, revelou o pastor e youtuber.

Segundo Yago Martins, divulgar informações sobre casos de abuso da liderança da igreja e materiais que indicam um modelo bíblico são a ação correta a se tomar: “Isso tudo aconteceu, então, veja só a importância da divulgação de boa literatura, de material contra o abuso”.

“As pessoas chegam para a gente e dizem: ‘Ah, mas por que vocês falam tanto sobre abuso e divulgam os casos de abuso nos Estados Unidos, livros sobre abuso?’ Cara, é para isso! É para dar poder às igrejas, para que as igrejas possam perceber o que acontece dentro delas e se proteger”, finalizou o pastor.

'Orações ousadas resultam em grandes respostas', diz pastora

Em uma série de mensagens na Fearless Church, em Los Angeles (EUA), a pastora Christy Johnson abordou a centralidade das orações na vida cristã, destacando-as como “arma espiritual” essencial para superar desafios. Segundo ela, a negligência dessa prática impacta diretamente a intimidade com Deus e a fé dos fiéis.

Detalhes do ensinamento:

  1. Oração como Estratégia Espiritual: Johnson definiu a oração como “plano de batalha, não plano B”, enfatizando que “é assim que lutamos nossas guerras: com oração e adoração pela Palavra”. Ela criticou a inação de muitos cristãos: “Essas armas [espirituais] estão paradas, acumulando poeira. Precisamos pegá-las”.
  2. Engajamento com a Bíblia: A pastora ressaltou que o poder da Palavra não deriva de possuir “30 Bíblias em casa”, mas de sua aplicação prática: “Ela é poderosa quando você a abre, a lê e a declara sobre sua vida”.

Testemunho pessoal

Johnson citou exemplos bíblicos de figuras como Daniel e Ana, que “viram grandes coisas acontecerem” por meio da oração. Compartilhou ainda seu testemunho: “Todas as minhas vitórias ocorreram através da oração. Não tenho fórmula mágica, apenas adoração: cante, ore e pregue a Palavra”.

A pastora listou ainda alguns fatores que, segundo ela, bloqueiam as respostas divinas:

  • Pecados não confessados;
  • Falta de fé ou motivos egoístas;
  • Desobediência e relacionamentos quebrados;
  • Ausência de persistência e orgulho.

Johnson desafiou os fiéis a superarem a inércia: “Se não sente vontade de orar, force-se. Há uma influência espiritual tentando silenciar você”. E encorajou orações audaciosas: “Orações superficiais resultam em respostas superficiais. Se quer grandes coisas, ore por grandes coisas. Deus fará mais do que você pede ou imagina”.

A série de pregações continuará abordando disciplinas espirituais, com foco em jejum e estudo bíblico. A igreja também planeja grupos de oração semanais para colocar os ensinamentos em prática, conforme anunciado no encerramento do culto.

As declarações foram transcritas a partir da pregação transmitida ao vivo no canal oficial da Fearless Church. A igreja não divulgou datas específicas para as próximas etapas da série, mas confirmou que os conteúdos estarão disponíveis em sua plataforma digital.

Homem que sofria com dívidas conta como foi alcançado por Deus

Casey e Jen Washington, residentes nos Estados Unidos, enfrentaram dificuldades financeiras crônicas após contraírem dívidas de cartão de crédito logo após seu casamento, em 2011.

Em entrevista à CBN News, Casey relatou que o casal acumulou cerca de US$ 10 mil em despesas do casamento e da lua de mel, utilizando cartões de crédito para custear gastos cotidianos. “Começamos o casamento já endividados”, explicou.

Até 2014, a dívida do casal atingiu US$ 50 mil, agravada por investimentos não autorizados de Casey no mercado de ações. “Eu acordava às 4h para negociar ações, tentando sair do buraco, mas só piorava. Estava tirando a atenção da minha família”, admitiu ele.

A pressão financeira levou Casey a desenvolver crises de ansiedade e pânico, culminando em uma hospitalização em data não especificada. Foi durante esse episódio que ele revelou a extensão da dívida à esposa e ao pai, informou a  CBN News.

Decisão religiosa

No domingo seguinte à crise, o casal compareceu a uma igreja local, onde o pastor convidou fiéis que necessitavam de “cura” a se levantarem. Casey atendeu ao chamado e, segundo seu relato, fez uma oração pedindo direção divina. “Senti um alívio imediato. A ansiedade saiu do meu corpo”, testemunhou. Jen, que acompanhou o momento, afirmou: “Sabíamos que precisávamos mudar de caminho”.

O casal iniciou então a prática do dízimo — doação de 10% da renda à igreja — e participou de um jejum coletivo com a congregação. “Decidimos ser fiéis no dízimo, não importasse a situação”, disse Jen. Casey acrescentou: “Não sei explicar, mas depois disso, nunca mais atrasamos contas. Foi um milagre”.

Em 2023, segundo o casal, Casey sentiu um “direcionamento divino” para vender a casa da família. O imóvel foi colocado no mercado e recebeu uma oferta de US$ 53 mil acima do valor pedido, quantia que coincidiu com o total necessário para quitar as dívidas. “Deus tinha todos os detalhes planejados”, declarou Casey.

Atualmente, os Washington estão livres de dívidas e atribuem a mudança à fé. “O dízimo nos fez entregar o controle a Deus. Ele sabe o que fazer com nossas finanças e corações”, concluiu Casey.

Contexto

Segundo dados do Federal Reserve (2023), 46% das famílias norte-americanas possuem dívidas de cartão de crédito, com média de US$ 6.501 por titular. Casos como o do casal Washington ilustram estratégias individuais para lidar com crises financeiras, embora especialistas recomendem planejamento orçamentário e assessoria profissional.

A reportagem não identificou registros públicos independentes que confirmem os valores citados, que são baseados exclusivamente nos relatos do casal.