Pastor entrega profecia e idosa de 62 anos engravida

Carmelina Alves Albino, de 62 anos, moradora de Itapetininga (SP), descobriu neste ano, às vésperas do Dia das Mães, que está grávida de seu sexto filho. A gestação, atualmente no terceiro mês, é de uma menina que receberá o nome de Miriã. O nascimento está previsto para novembro, mês em que a idosa completará 63 anos.

Carmelina é casada há quase 30 anos com Jefferson Albino. O casal tem cinco filhos, com idades entre 22 e 42 anos, e nove netos, cujas idades variam entre quatro e 19 anos.

Desde 1998, Carmelina e Jefferson tentavam uma nova gestação por meio da fertilização in vitro (FIV), sem êxito. As últimas tentativas haviam ocorrido em 2016 e 2019, também sem sucesso. Após essas tentativas, o casal decidiu interromper o processo. A mudança veio após participarem de um culto em sua igreja, onde, segundo relatam, receberam uma mensagem profética.

“Foi uma promessa de Deus. Estávamos na igreja e o pastor foi usado por Deus para entregar a revelação de que a Miriã estava chegando para nós”, afirmou Jefferson Albino.

Ele acrescentou: “A Carmelina nem estava grávida, mas foi algo bem marcante, bem concreto. A revelação foi de dois filhos, Miriã e Moisés. Creio que futuramente venha o menino”.

Motivados pela profecia, o casal decidiu tentar mais uma vez o procedimento de FIV. Desta vez, a tentativa teve êxito: “Estamos super emocionados por ver que está dando tudo certo. Passamos por lutas, mas, graças a Deus, tudo isso é compensador. Todos nós, ela, os filhos, estamos ansiosos para conhecer a irmãzinha”, declarou Jefferson.

Carmelina afirmou estar preparada para a nova gestação. “Não tive nenhuma preocupação quanto à idade e estou preparada fisicamente, psicologicamente e emocionalmente para essa maravilhosa gestação. Os cuidados normais de uma gestante, mas sem me esforçar muito”, relatou.

O médico Lister Salgueiro, responsável pelo acompanhamento do primeiro trimestre da gravidez, afirmou que a boa condição de saúde da paciente foi decisiva para o sucesso da gestação. “Ela parece pelo menos uns 10, 15 anos mais nova, tem uma boa estrutura. Começou o tratamento em 2019, teve os embriões formados, passou um tempo e depois ela veio colocar. Colocou uma vez, não deu certo, na segunda vez deu”, explicou.

De acordo com Salgueiro, não há uma idade-limite estabelecida por lei no Brasil para a realização da FIV. No entanto, o procedimento só pode ser autorizado se a paciente estiver em condições clínicas adequadas. “A legislação brasileira determina que a mulher não pode apresentar doenças pré-existentes, como diabetes ou hipertensão. Ela precisa estar em perfeitas condições de saúde. Além disso, o útero deve estar íntegro, sem miomas ou outras alterações que possam comprometer a gestação”, esclareceu, de acordo com o G1.

Jovens sem relacionamentos reais estão ‘espiritualmente famintos’

Will Graham, evangelista neto de Billy Graham (1918–2018), afirmou que jovens têm demonstrado maior interesse por fé e espiritualidade. A declaração foi feita em entrevista concedida no dia 13 de maio a um programa de rádio.

Durante a conversa, a apresentadora Rose Tennent observou um aparente aumento no número de jovens voltando-se para Deus. Graham concordou e mencionou movimentos de avivamento registrados em universidades como Asbury, em Wilmore (Kentucky), e Auburn, em Auburn (Alabama).

“Algumas dessas escolas nem sequer são cristãs”, disse Graham. “A maioria delas não é cristã, e é isso que torna tudo tão único. É aqui que há apenas alguns cristãos na escola, orando para que Deus visite a escola deles e faça uma obra poderosa. E Deus tem respondido a essas orações. E isso continua acontecendo”.

Segundo ele, esse fenômeno tem se espalhado: “Há dezenas e dezenas de milhares de universitários conhecendo a Cristo em todo o país, e é maravilhoso ver isso acontecendo”, afirmou.

Tennent também mencionou o batismo de mais de 60 estudantes em 2023, durante um culto especial no campus da Universidade Estadual de Ohio, conduzido por jogadores do time de futebol americano. Ela ainda citou o crescimento nas vendas de Bíblias, especialmente entre o público jovem. Dados da Circana BookScan indicam que, até o final de outubro de 2024, as vendas de Bíblias nos Estados Unidos aumentaram 22% em relação ao mesmo período de 2023. Segundo o Wall Street Journal, especialistas atribuíram o crescimento à busca de propósito em meio a cenários de incerteza.

Graham comentou o movimento: “A Bíblia é o livro mais vendido no mundo, e é um livro incrível que muda vidas, e estamos vendo os jovens devorando-a. E acho que parte disso se deve à fome que sentem pela verdade”.

Tennent relatou ainda ter conversado com um jovem da Geração Z durante um dos eventos evangelísticos promovidos por Graham. De acordo com ela, o rapaz afirmou que, apesar de hiperconectada, sua geração enfrenta níveis de isolamento que não eram comuns às anteriores. “Então, isso é algo bastante novo para esta geração, e acho que eles finalmente estão sentindo que querem se conectar, não apenas física e em relacionamentos humanos, mas também espiritualmente”, afirmou a apresentadora.

Em resposta, Graham declarou: “Há uma grande fome na alma de homens e mulheres muito jovens, porque eles nunca tiveram isso antes. […] Eles estão buscando, estão espiritualmente famintos, estão buscando relacionamentos reais. E isso se encontra na fé cristã e em encontrar Deus, porque Ele é o nosso criador, Ele é quem nos criou, Ele é quem nos transforma, Ele é quem nos dá propósito e significado na vida”.

Para Graham, o ambiente comunitário desempenha um papel essencial. “A vida cristã nunca foi feita para ser vivida sozinho. Ela foi feita para ser vivida com outro grupo de fiéis. E é isso que eles estão descobrindo, especialmente nos campi universitários”, disse.

Dados da iniciativa State of the Church 2025, conduzida pelo instituto Barna, indicam um crescimento no comprometimento com Jesus, especialmente entre homens jovens. Entre os homens da Geração Z, a taxa aumentou 15 pontos percentuais entre 2019 e 2025. Entre os millennials, o crescimento foi de 19 pontos percentuais no mesmo período, segundo informado pelo portal The Christian Post.

Joe Rogan duvida do Big Bang e faz revelação sobre ressurreição

O apresentador e podcaster norte-americano Joe Rogan afirmou recentemente que considera mais plausível a ideia da Ressurreição de Jesus Cristo do que a teoria do Big Bang. As declarações foram feitas durante uma conversa com o comediante Cody Tucker, transmitida em seu podcast na quarta-feira passada, 8 de maio.

“É engraçado, porque as pessoas podem ficar incrédulas com a Ressurreição de Jesus Cristo, mas, ainda assim, estão convencidas de que o universo inteiro era menor que a cabeça de um alfinete e que, sem nenhuma razão que alguém tenha me explicado adequadamente, instantaneamente se tornou tudo? Certo”, disse Rogan, que foi criado em um lar cristão, mas se descreve atualmente como agnóstico.

O apresentador também abordou o conceito de origem do universo a partir do nada: “Não seria uma loucura se não houvesse algo em determinado momento?”, questionou. “Isso parece ainda mais louco do que sempre houve algo. […] Não poderia haver nada e, de repente, tudo”.

Durante o episódio, Tucker sugeriu que o universo exigiria uma força externa para dar início à existência. Em resposta, Rogan citou o etnobotânico Terence McKenna, falecido em 2000, cuja frase sobre a ciência foi registrada no livro Ressonância Mórfica: A Natureza da Causação Formativa (2009), do biólogo Rupert Sheldrake.

Segundo a citação atribuída a McKenna, “a ciência moderna se baseia no princípio: ‘Dê-nos um milagre gratuito e nós explicaremos o resto’. O único milagre gratuito é o surgimento de toda a massa e energia do universo e de todas as leis que o governam em um único instante, a partir do nada”.

Rogan comentou a frase: “Essa é a ótima frase de McKenna… a diferença entre ciência e religião é que a ciência só pede que você acredite em um milagre — o Big Bang”. Em seguida, acrescentou: “Vou ficar com Jesus nessa. Jesus faz mais sentido. As pessoas voltaram à vida”.

Nos últimos meses, o apresentador tem abordado temas religiosos com frequência crescente em seu podcast, um dos mais ouvidos no mundo. Em entrevista com Kid Rock, em 2023, Rogan declarou: “Acho que o conceito de Jesus é absolutamente incrível, e se Jesus viesse aqui e quisesse me visitar, eu ficaria empolgado”.

Em outro episódio com o jogador da NFL Aaron Rodgers, em 2024, Rogan comentou: “Vivemos num mundo f—– danado. Precisamos de Jesus. Sério, tipo, se você voltasse agora, tipo Jesus, se você está pensando em voltar, agora, agora é uma boa hora”.

Em janeiro deste ano, Rogan também conversou com o ator Mel Gibson sobre a teoria da evolução. Na ocasião, Rogan disse acreditar em evidências fósseis de hominídeos pré-humanos, enquanto Gibson declarou: “Eu realmente não acredito nisso”.

Ainda em 2025, Rogan entrevistou o apologista cristão Wesley Huff. Durante o episódio, os dois discutiram por vários minutos as evidências históricas em torno da figura de Jesus, segundo informações do The Christian Post.

Virgínia na CPI das Bets: veja análise de pastor sobre o ‘circo’

A CPI das Bets investiga a promoção de jogos de azar online feita por influenciadores digitais, e ouviu na última terça-feira, 13 de maio, Virgínia Fonseca. O comportamento dos senadores e da própria influenciadora gerou indignação, e o pastor Rodrigo Mocellin afirmou que o episódio retrata os efeitos da vida sem Deus.

As apostas esportivas têm causado problemas, especialmente porque muitos dos adeptos das bets são menores de idade ou pessoas vulneráveis a problemas com jogos.

Além disso, também investiga eventuais irregularidades nos contratos de publicidade, que seriam atrelados ao quanto os apostadores perdem.

Virgínia, que tem mais de 50 milhões de seguidores, negou irregularidades e disse que sempre alertou o público sobre os riscos das apostas.

Durante a sessão, que durou mais de três horas, a influenciadora foi tietada pelos senadores e abordou temas como contratos, responsabilidade com os seguidores e a continuidade de parcerias publicitárias.

Para Mocellin, que se opõe às apostas – como a maioria dos cristãos conservadores –, a audiência da CPI das bets com Virginia Fonseca “foi um verdadeiro circo”.

“Sem Deus como fundamentação, todo direito, toda disputa entre certo e errado, declaração de justiça e injustiça, tudo é um verdadeiro circo. Filósofos ateus como Sartre e Dawkins disseram, e concordaram, se Deus não existe, não existe certo ou errado”, conceituou.

Reproduzindo argumentos comumente aceitos, Mocellin provocou ao dizer que se a humanidade se resume “apenas a bichos evoluídos”, nada deveria ser considerado errado:

“Nenhum leão é levado a julgamento por matar, estuprar ou violentar. Se Deus não existe, a única coisa que existe é a lei da seleção natural, em que os mais adaptados sobrevivem. Desse modo, não apenas debater ‘é correto, aposta ou não?; Drogas? E o assassinato?’, tudo isso é pura ilusão. Se Deus não existe, como disse Dostoiévski, tudo é permitido. Certo e errado seriam apenas uma convenção social”, provocou Mocellin.

Vídeo: noivo de Sarah Beatriz faz gol e exibe mensagem de fé

Durante a partida entre Fortaleza e Juventude, válida pelo Campeonato Brasileiro no domingo (10), o jogador Calebe Silva, noivo de Sarah Beatriz, comemorou seu gol exibindo uma camiseta com mensagem cristã.

O meia-atacante marcou o quinto gol da equipe cearense aos 43 minutos do segundo tempo. Visivelmente emocionado, Calebe chorou, celebrou com os companheiros e fez um gesto de agradecimento a Deus.

O gol marcou o fim de um período difícil para o atleta, que vinha enfrentando lesões ao longo de 2024 e estava há mais de um ano sem balançar as redes pelo Fortaleza. Em entrevista após a vitória por 5 a 0, Calebe comentou:

“Todo mundo sabe o que passei, venho trabalhando muito para voltar ao meu futebol. A torcida sabe qual é o meu futebol, meus companheiros, a diretoria, a comissão. Então, desde o meu retorno, eu não via a hora de poder ajudar com gols, com assistências e com a vitória, que é o mais importante. Eu me cobrava bastante”.

Camisa 10 do time, o jogador também fez agradecimentos públicos a Deus e à família. “Não veio no tempo que eu queria, mas veio no tempo de Deus. Toda honra e toda a glória sejam dadas a Ele, sempre. Deus me fez estar aqui nesse momento. Só tenho a agradecer aos meus familiares, à minha futura esposa, Sarah Beatriz, que me ajudou em todos os momentos. Então é só glorificar o nome do Senhor”, afirmou.

Em outubro de 2024, Calebe ficou noivo de Sarah Beatriz durante um culto realizado em uma igreja que o casal frequenta.

Vídeo: médico cardiologista lista benefícios do perdão ao coração

O cardiologista Roque Savioli, médico da Unidade de Cardiogeriatria do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, publicou em suas redes sociais uma reflexão sobre os impactos do perdão na saúde do coração. A mensagem foi divulgada por meio de um vídeo no Instagram, onde o especialista relaciona o ato de perdoar à prevenção de doenças cardiovasculares.

“Você já sentiu o peso de um rancor antigo?”, perguntou Roque Savioli na legenda da publicação. “Aquela mágoa que insiste em ocupar espaço na mente e no peito… A ciência tem um recado claro: perdoar não é apenas um ato nobre — é um cuidado com a saúde do seu coração”, escreveu.

Durante o vídeo, o médico afirmou que “guardar mágoas adoece seu coração; perdoar, pode salvá-lo”. Em seguida, explicou que “cada vez que você revive uma mágoa, o seu corpo reage como se estivesse sendo ferido de novo”, destacando os efeitos fisiológicos associados a emoções negativas persistentes.

Entre os riscos citados, Savioli mencionou o aumento da pressão arterial, processos inflamatórios e a elevação da probabilidade de infarto e acidente vascular cerebral. “A ciência já mostrou: perdoar reduz o estresse, protege o coração, salva vidas”, declarou.

Ao concluir a mensagem sobre perdão, o cardiologista resumiu: “Perdoar não é esquecer, é se libertar, é cuidar da sua saúde física, mental e espiritual. Se essa mensagem fez sentido para você, compartilhe”.

Pastor Luiz Sayão critica postura do governo Lula contra Israel

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O pastor e teólogo Luiz Sayão criticou publicamente a condução diplomática do governo brasileiro em relação ao conflito no Oriente Médio, especialmente a postura adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante da guerra entre Israel e o grupo Hamas na Faixa de Gaza.

Sayão reagiu às declarações de Lula, feitas em fevereiro de 2024, quando o presidente classificou as ações militares israelenses como “genocídio”. Na ocasião, Lula afirmou: “Na Faixa de Gaza, é um genocídio de um exército muito bem preparado contra mulheres e crianças, a pretexto de matar terroristas. Já houve caso de explodir hospital, e não tinha um terrorista, só tinha mulher e criança”.

Em resposta, o pastor questionou a imparcialidade do governo brasileiro e alertou para uma suposta distorção do contexto: “Muita gente dá opinião, né, sobre a realidade lá sem conhecer de perto. Modéstia à parte, eu já estive mais de 60 vezes em Israel e tenho amigos judeus e árabes. Tenho relacionamento próximo com o ambiente israelense judaico e também na Palestina”, declarou Sayão.

Segundo ele, há incoerência na diplomacia brasileira ao se criticar Israel e, ao mesmo tempo, manter relações com líderes internacionalmente questionados. “Tenho a impressão de que a nossa articulação política no Brasil, nesse sentido, está bastante equivocada. Até porque o presidente, por exemplo, estava em boas conversas na Rússia, com alguém que é totalmente questionado pela comunidade internacional por ter começado uma guerra indevida, invadindo a Ucrânia”, disse.

O pastor destacou que a resposta israelense aos ataques de 7 de outubro de 2023 foi significativa, mas justificável diante do contexto: “Fica muito difícil […] porque você tem uma postura tão leniente em relação ao Vladimir Putin e uma crítica tão exagerada sobre Israel. É verdade que Israel reagiu, e reagiu de maneira significativa em relação a Gaza. E a gente lamenta tudo isso. Ninguém comemora ou acha razoável todo o sofrimento que existe em Gaza. Mas vamos ser realistas”, declarou.

Luiz Sayão também fez referência à escalada do antissemitismo observada em várias partes do mundo desde o início do conflito. Ele lembrou os repetidos ataques sofridos por Israel ao longo dos anos. “Eu acompanho isso há vários anos. Israel tem, durante anos, suportado ataques de mísseis vindo de Gaza o tempo todo. Todo dinheiro, todo recurso… Basta você ler o livro Filho do Hamas. O sujeito rompeu porque percebeu o caminho do reinado do terror, que não admite qualquer tipo de questionamento”, afirmou, ao Pleno News.

Encerrando sua análise, Sayão reforçou que grupos como o Hamas têm recebido apoio logístico e financeiro e operam com o objetivo declarado de destruir o Estado de Israel. Para ele, o posicionamento do Brasil deve considerar esse contexto e buscar uma postura equilibrada, sem ignorar as raízes e os desdobramentos do conflito.

China é vista como responsável por crueldades contra cristãos

A China foi apontada como o principal executor do mundo no relatório anual da Anistia Internacional sobre a pena de morte, divulgado em maio de 2025. Segundo o levantamento, embora o número exato de execuções no país permaneça desconhecido devido à falta de transparência oficial, estima-se que milhares de pessoas tenham sido condenadas à morte em 2024.

A organização de direitos humanos destacou que o sistema de pena de morte chinês permanece marcado pelo sigilo, o que impede a verificação independente e compromete o monitoramento internacional. O relatório apontou ainda que, além do uso generalizado da pena capital, o país mantém políticas de repressão a minorias religiosas, como cristãos, muçulmanos uigures e praticantes do Falun Gong.

A Anistia Internacional afirmou que a China continua a aplicar a pena de morte inclusive em casos relacionados a drogas, contrariando normas do direito internacional, que desaconselham sua aplicação para crimes que não envolvam homicídio intencional. De acordo com a entidade, essas práticas afetam, de forma desproporcional, pessoas de origens socialmente desfavorecidas e não apresentam impacto comprovado na contenção do tráfico de drogas.

O relatório também acusou o governo chinês de envolvimento em execuções de membros de minorias religiosas com o objetivo de extração e comercialização de órgãos. A Anistia Internacional declarou que tais denúncias, somadas à detenção em massa de uigures em campos de reeducação, mantêm a China como uma das maiores preocupações globais no campo dos direitos humanos.

No panorama global, a Anistia Internacional registrou pelo menos 1.518 execuções confirmadas em 2024, um aumento de 32% em relação a 2023 e o maior número em uma década. Os dados não incluem países como China, Coreia do Norte e Vietnã, cujos governos mantêm em segredo informações relacionadas à aplicação da pena capital.

Entre os países com dados acessíveis, o Irã liderou com pelo menos 972 execuções, representando quase dois terços do total global conhecido. A Anistia informou que o Irã utilizou a pena de morte para reprimir a dissidência religiosa e política. A organização relatou a execução de indivíduos ligados aos protestos do movimento Woman, Life, Freedom, incluindo o caso de uma mulher de 23 anos com deficiência mental, após o que classificou como um julgamento injusto e baseado em confissão forçada.

A Arábia Saudita registrou pelo menos 345 execuções, mais que o dobro do ano anterior. Segundo o relatório, o país utilizou a pena capital para reprimir a dissidência política, incluindo a execução de Abdulmajeed al-Nimr, inicialmente acusado por participação em protestos entre 2011 e 2013, mas posteriormente julgado por terrorismo. A entidade apontou que crimes como blasfêmia e apostasia seguem puníveis com morte no país, onde a prática pública de religiões não islâmicas permanece proibida.

O Iraque quadruplicou o número de execuções em relação ao ano anterior, com pelo menos 63 sentenças executadas em 2024.

Apesar do aumento geral, a Anistia identificou avanços em outras regiões. A Malásia, por exemplo, reformou sua legislação em 2023, permitindo a revisão de mais de mil condenações à morte, a maioria por tráfico de drogas. Em 2024, o Zimbábue aprovou um projeto de lei que abole a pena capital para crimes comuns. Desde 2021, outros países africanos também adotaram medidas similares.

Nos Estados Unidos, foram registradas 25 execuções em 2024, mantendo o país como a única democracia ocidental a aplicar a pena de morte. Quatro estados — Carolina do Sul, Geórgia, Utah e Indiana — retomaram as execuções após longos períodos de suspensão. O Alabama triplicou o número de execuções e adotou o uso de gás nitrogênio como método, o que levou especialistas da ONU a alertarem para possíveis violações de direitos humanos, classificando o método como potencialmente equiparável à tortura.

A Anistia Internacional ressaltou que apenas 15 países confirmaram a aplicação da pena capital em 2024, o menor número já registrado pela organização pelo segundo ano consecutivo. Atualmente, 145 países aboliram a pena de morte em lei ou na prática.

Ainda segundo o relatório, mais de dois terços dos Estados-membros da ONU votaram, em 2024, a favor de uma moratória sobre a pena de morte, e campanhas internacionais resultaram na reversão de sentenças de morte em diversos casos de alto perfil.

A organização concluiu que, embora persistam práticas alarmantes em países autoritários — especialmente onde a pena de morte é usada como instrumento de controle e repressão —, o movimento global em direção à abolição continua ganhando força, segundo informações do portal The Christian Post.

Jottapê pagou multa milionária para rescindir com funk; Veja valor

O cantor Jottapê anunciou que está legalmente livre para iniciar sua trajetória na música gospel, após firmar a rescisão de contrato com sua antiga produtora de funk. O rompimento marca o início de uma nova fase na vida artística do cantor, que se converteu ao cristianismo e abandonou o funk em 2023.

Desde a conversão, Jottapê enfrentava restrições contratuais que o impediam de lançar músicas com temáticas cristãs. Em fevereiro deste ano, ele realizou sua última apresentação em um evento promovido pela Netflix no estádio do Canindé, em São Paulo, onde anunciou publicamente o encerramento da carreira anterior.

“A promessa se cumpriu. Obrigado Deus por tudo! Agora sim Pai, sou instrumento 100% Teu”, escreveu o cantor em seu perfil no Instagram, ao comentar a liberação do contrato.

Acompanhado da esposa, Estefany Boro, Jottapê compartilhou detalhes do processo: “Pessoal, estamos passando aqui para avisar vocês que chegou um dia que a gente esperou muito, uns dois anos que foram muito difíceis. Como vocês sabem, eu estou pagando a multa contratual e não podia lançar as músicas que Jesus já tinha me entregado, as composições, porque eu tinha um contrato com a produtora de funk. Mas, depois de muito tempo e muita oração, a gente conseguiu esse distrato”.

Estefany também agradeceu o apoio: “Obrigada a todo mundo que orou e que ajudou a gente de alguma forma”.

O cantor revelou que a multa total era de aproximadamente R$ 3 milhões, dos quais ainda resta cerca de R$ 1 milhão a ser quitado: “A gente vai continuar pagando […] e Deus está provendo sempre na nossa vida”, disse ele.

Com o contrato encerrado, Jottapê planeja lançar novas canções e investir na produção de videoclipes. “Agora, eu vou poder lançar algumas músicas. Vou começar o processo, na verdade, para gravar e fazer os clipes com tudo que eu tenho na minha cabeça. […] Com as músicas, a gente também consegue rentabilizar melhor para poder arcar com essa dívida mais rápido”, afirmou.

Ele acrescentou que as novas composições têm base bíblica e propósito edificante. Além disso, informou que está finalizando o lançamento de um livro autobiográfico, onde relata o processo de conversão e os desafios enfrentados desde então.

“Eu escrevi tudo isso que a gente passou porque eu creio que esse meu propósito, esse meu processo, pode edificar a vida de muitos jovens, maridos e famílias. Eu coloquei tudo isso no livro e também tudo o que a gente arrecadar com esse livro, vamos direcionar para essa dívida”, explicou.

Ao final do comunicado, Jottapê agradeceu pelas orações recebidas e reforçou seu compromisso com a nova fase ministerial. “Continuem orando pela gente, e agora eu vou poder seguir o meu chamado, 100% com tudo aquilo que Deus me proporcionou, com todos os dons e talentos usados para o Reino”.

Estefany concluiu: “Deus não disse que não haveria tempestade, mas Ele disse que estaria no barco com a gente e Ele sempre esteve”.

O cantor revelou que o livro se chamará Um Homem na Forja, em alusão ao processo que diz ter sido necessário para o amadurecimento espiritual e pessoal do casal. “Todo esse processo foi necessário para preparar a gente”, disse Jottapê. A esposa complementou: “Para nos forjar”.

Vídeo: na cadeia, muçulmano ouve Evangelho e se rende a Jesus

O ministério God Behind Bars, que atua em unidades prisionais nos Estados Unidos, divulgou o testemunho de um detento que se identificava anteriormente como muçulmano e que, recentemente, aceitou a fé cristã e foi batizado dentro da prisão onde cumpre pena de prisão perpétua.

De acordo com a organização, o batismo ocorreu em uma piscina improvisada durante um evento evangelístico, acompanhado por outros detentos: “Ele se aproximou da nossa equipe e disse: ‘Quero saber mais sobre Jesus’. Compartilhamos o Evangelho com ele e lhe contamos sobre a morte e ressurreição de Jesus e o perdão dos pecados. Ali mesmo, ele entregou sua vida a Cristo”, relatou o ministério por meio de sua conta oficial no Instagram.

Após a cerimônia, o muçulmano expressou publicamente sua gratidão. “A alegria inundou seu rosto. Ele queria que o mundo — e seus irmãos encarcerados — o vissem sendo batizado”, acrescentou a equipe do God Behind Bars. “Jesus ainda faz milagres na prisão”, concluiu a publicação.

God Behind Bars

Fundado em 2009, o God Behind Bars atua em parceria com igrejas locais nos Estados Unidos com o objetivo de evangelizar detentos e apoiar suas famílias. Segundo dados fornecidos pelo próprio ministério, mais de 1 milhão de presos (1.049.346) já foram alcançados com a mensagem do Evangelho por meio das ações realizadas em presídios.

A instituição afirma que cerca de 92% dos detentos nos EUA eventualmente retornam à sociedade, e que 75% deles voltam à prisão no prazo de três anos após a soltura. Para lidar com essa realidade, o ministério desenvolveu uma metodologia dividida em três etapas, voltada às necessidades físicas, espirituais e relacionais dos encarcerados.

“Tratamos esse problema com uma abordagem única […] mostrando o amor de Deus de maneiras tangíveis. Estamos restaurando vidas, construindo fé, lutando contra vícios, reconectando famílias e dando esperança para o futuro”, declarou o ministério.

Em outro trecho, o God Behind Bars afirmou: “Não mediremos esforços para garantir que cada detento nos EUA tenha acesso direto e pessoal ao Evangelho […] para que possam desenvolver sua fé, curar traumas e assumir seu chamado como filhos e filhas do Altíssimo”.