Atriz de ‘Sob o Domínio do Mal’ deixa a Nova Era e segue a Jesus

A atriz Kimberly Elise, de 58 anos, conhecida por seu papel em Sob o Domínio do Mal, concedeu entrevista relatando como o encontro com Cristo a levou a abandonar a Nova Era.

Em entrevista à CBN News, Elise compartilhou detalhes de sua trajetória espiritual, revelando que sua conexão com a fé cristã começou ainda na juventude, mas sofreu interrupções ao longo da vida.

Elise explicou que, embora tenha sido criada com princípios cristãos, sua família não frequentava a igreja nem estudava a Bíblia regularmente: “Fomos criados com princípios cristãos. No entanto, eu sabia desde cedo: ‘Há algo que estou perdendo’”, afirmou.

O interesse mais profundo pela fé surgiu aos 16 anos, quando, após obter sua carteira de motorista, começou a frequentar uma igreja e foi batizada. Apesar disso, ela lamentou não ter recebido acompanhamento espiritual consistente: “Não tive o benefício de nenhum discipulado, nenhum desenvolvimento, nenhuma compreensão real do que significava ser uma seguidora de Jesus”, relatou.

A busca pela carreira artística levou Elise a Hollywood, após uma formação em teatro e cinema no Instituto Americano de Cinema. Durante esse período, apesar de não se dedicar ativamente à fé, a atriz relatou que reconhecia ter dons concedidos por Deus. “Eu não conhecia Jesus, não conhecia o Espírito Santo, mas sabia que Deus tinha me abençoado e me dado certos dons”, disse.

Em 2019, após anos de sucesso profissional, Elise reconheceu que sua vida espiritual estava em desequilíbrio: “Diversas coisas se juntaram e me fizeram perceber que não estou fazendo as escolhas que deveria”, declarou.

Nesse período, ela admitiu envolvimento com práticas da Nova Era, como o uso de cristais, práticas que mais tarde rejeitaria de forma contundente: “O problema com a Nova Era é que é uma busca constante; nunca acaba… é um poço sem fundo e não há verdade nisso”, afirmou.

O momento de transformação veio em um momento de desespero, quando Elise, em oração, pediu a Deus por um sinal: “Eu literalmente me ajoelhei na cozinha e clamei a Deus, dizendo: ‘Você está aí? Você me vê? Você me ama?’”, relembrou. Duas semanas depois, ela encontrou a mãe de uma amiga, uma cristã que, segundo Elise, havia sido enviada como resposta à sua oração: “A primeira coisa que ela disse foi: ‘Deus te ama, Deus quer que você saiba que Ele te ama, e Ele te ouve e Ele te vê’”, contou.

Motivada por essa experiência, Elise sentiu-se chamada a buscar uma Bíblia: “Fui, peguei uma Bíblia, sentei-me e não sabia por onde começar. Pesquisei no Google: ‘Por onde começo a ler a Bíblia?’”, disse. Ao iniciar a leitura pelo Evangelho de Mateus, ela relatou ter compreendido imediatamente a verdade da Escritura: “Estava claro como o dia — ‘Isto é a verdade’”, afirmou.

O processo de leitura levou Elise a reconhecer seu próprio pecado e a buscar arrependimento: “Deus me mostrou meu pecado, e eu simplesmente caí de joelhos novamente e implorei por seu perdão”, concluiu.

A trajetória de Elise evidencia a mudança profunda de vida que ela experimentou ao retornar à fé cristã, ressaltando sua decisão de seguir Jesus com compreensão e compromisso renovados.

Pastor que sugeriu que Jesus traiu Judas é demitido de faculdade

O pastor e teólogo Valdinei Ferreira foi demitido da Faculdade de Teologia da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (Fatipi), localizada em São Paulo. A decisão foi comunicada após a publicação de um artigo de sua autoria no jornal Folha de S.Paulo, no último dia 17 de abril, intitulado “Judas traiu Jesus ou Jesus traiu Judas?”.

O texto gerou ampla repercussão nas redes sociais por apresentar uma provocação teológica baseada em escritos apócrifos e no pensamento do teólogo francês Jean-Yves Leloup.

No artigo, Ferreira propôs uma releitura da figura de Judas Iscariotes, sugerindo que sua ação poderia ter ocorrido em concordância com a vontade de Jesus. A intenção, segundo ele, seria promover uma compreensão mais humana do personagem bíblico, sem, contudo, isentá-lo de responsabilidade.

Em nota divulgada pela Fundação Eduardo Carlos Pereira (FECP), mantenedora da instituição, foi informado que a dispensa do professor ocorreu “após avaliação regular”, sem referência direta ao conteúdo publicado na imprensa. Apesar disso, fontes ligadas à comunidade acadêmica relataram que a decisão teria sido influenciada por pressões internas motivadas pela repercussão negativa do artigo.

Valdinei Ferreira é doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e já exerceu o cargo de pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. É conhecido por adotar abordagens teológicas de caráter revisionista e por promover abordagens progressistas sobre temas controversos. Em 2022, causou debates ao comparar o culto às armas de fogo com a pornografia, também em um artigo de opinião.

Nas redes sociais, Ferreira se manifestou atribuindo seu desligamento à repercussão do texto e ao que chamou de “interpretações distorcidas” de seu conteúdo. Ele citou como exemplo o influenciador Filipe Sabará, que, segundo o pastor, teria contribuído para a difusão de uma leitura equivocada do artigo.

Em resposta à demissão, um grupo de estudantes da Fatipi divulgou uma carta pública em apoio ao professor. No documento, destacaram sua excelência acadêmica, compromisso ético e contribuição ao debate teológico no contexto da fé reformada.

A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Até o momento, não há informações sobre eventuais recursos ou reconsiderações da decisão por parte da instituição de ensino.

Pastor é demitido após artigo que sugeria que Jesus havia traído Judas
Vereadora Sonaira Fernandes (PL) foi uma das que protestaram contra publicação de Ferreira

Memes e ameaça: caso do profeta Miguel expõe ‘decadência’

Após ameaças registradas em redes sociais, os país do “profeta Miguel” procuraram a Polícia para cobrar investigação. Agora, o Ministério Público está investigando o caso e a repercussão motivou reflexões de figuras proeminentes no meio evangélico.

Circula nas redes sociais o vídeo em que um rapaz sugere que a segurança do profeta Miguel está em risco. Diante do caso, os pais decidiram não permitir mais o contato do jovem com veículos de mídia.

“Ele é menor, e os pais não querem mais falar com nenhuma mídia, pois as ameaças estão absurdas. Xingamentos e coisas absurdas. Já foram na delegacia, e nada acontece. Então, eles acharam melhor não responder e não aparecer mais”, resumiu a assessoria de imprensa do pregador-mirim.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) designa ao Ministério Público a função de investigar ameaças a menores de 18 anos, sejam por parte da família, do Estado ou da sociedade. As denúncias são acompanhadas pela Promotoria da Infância e da Juventude.

De acordo com informações do portal Metrópoles, o Ministério Público informou que por iniciativa própria já expediu ofícios para reunir informações sobre a situação do pregador-mirim.

Veículos de mídia secular têm tratado Miguel Oliveira como “pastor” em manchetes e reportagens, e o sociólogo Thiago Cortês fez questão de pontuar que o cenário representa o estado avançado de degradação do sagrado protagonizado em ambientes neopentecostais:

“Não há nenhum amparo bíblico para a ordenação pastoral de crianças. A figura do ‘pastor mirim’ é sintoma da cultura de show e entretenimento que tomou conta das igrejas evangélicas”, escreveu Cortês nos Stories do Instagram.

Miguel Oliveira – que teve oportunidade de mentoria com o pastor Elizeu Rodrigues, um dos mais respeitados pregadores da nova geração pentecostal, e não seguiu o cronograma proposto – exibe sintomas de despreparo e uso conveniente do holofote recebido. Para Cortês, sua situação ilustra a realidade em um quadro mais amplo:

–Não há nada de espiritual nisso; é apenas o efeito colateral da falta de rigor bíblico e da decadência teológica que nos atinge. Uma triste realidade que nós, evangélicos, temos que admitir e transformar.

A mesma análise foi compartilhada pelo reverendo Ageu Magalhães no X: “Sobre o garoto que se diz profeta, eu não estranho o que ele faz, pois é um garoto, fazendo meninices. O que estranho mesmo são os adultos que olham aquilo e dão crédito… Como disse o profeta Oséias, ‘O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento’ (Os 4.6)”.

Culto na Casa Branca marca os 100 dias de governo Trump

Wow.

Faith leaders chillingly give glory to God by singing worship songs at the White House.

Jesus is Lord. ✝️ pic.twitter.com/FPC9Qr2MSa

— Anna Lulis (@annamlulis) April 26, 2025

Para marcar simbolicamente os primeiros 100 dias de governo Donald Trump foi realizado um culto na Casa Branca, que recebeu aproximadamente 100 líderes religiosos de diferentes partes dos Estados Unidos, em um encontro que reuniu orações e louvor.

O evento foi organizado por Paula White-Cain, conselheira espiritual de longa data de Trump e responsável pelo Escritório de Fé da Casa Branca, em parceria com Jennifer Korn, que também atuou no governo anterior.

Nos primeiros 100 dias de seu segundo mandato, o presidente Donald Trump tem buscado cumprir promessas de campanha com medidas centradas em imigração, corte de gastos públicos e iniciativas em defesa das mulheres no esporte. Paralelamente, a administração tem destacado sua ênfase em princípios religiosos, realizando ações que visam posicionar a fé cristã como uma diretriz visível do governo.

Logo no início do novo mandato, Trump abriu a primeira reunião de gabinete com uma oração e, ao longo do período da Páscoa, intensificou os gestos públicos de fé. Entre os eventos, destacou-se a realização de um culto de adoração para a equipe da Casa Branca durante a Semana Santa, e o fortalecimento do Escritório de Fé, agora estabelecido em proximidade à Ala Oeste.

“Jesus está sendo exaltado HOJE na Casa Branca”, escreveu o cantor e evangelista Sean Feucht, que liderou momentos de louvor durante o encontro: “As orações de milhões de pessoas em todo o mundo estão realmente mudando este lugar! Hoje, ele se tornou uma casa de oração!”, publicou em seu canal oficial no X na sexta-feira, 26 de abril.

Também participaram da reunião os pastores Josh Howerton (Igreja Lakepointe), Ryan Visconti (Generation Church, Arizona) e Russell Johnson (The Pursuit NW), entre outros. O pastor Jeff Audas, presente na cerimônia, elogiou a condução de Paula White: “Ela tem sido a maior defensora dos pastores em todo o país”.

Feucht afirmou crer em uma “revitalização” espiritual na sede do governo norte-americano: “Haverá um som elevado neste lugar. Creiam conosco para que uma atmosfera espiritual seja carregada pela presença e pela glória de Deus. Que privilégio poder adorar aqui na Casa Branca”, disse.

Ele acrescentou: “Que as orações dos milhões de fiéis ao redor do mundo, que possamos levá-las, que possamos liberar essas orações e cantar essas orações”.

Segundo informações da CBN News, além da celebração, os líderes religiosos também participaram de reuniões para tratar de pautas que afetam diretamente comunidades de fé nos Estados Unidos. Em entrevista ao correspondente Kelly Wright, Paula White-Cain afirmou que Trump tem recebido com frequência orações diretas durante encontros com religiosos. “Ele agora está acostumado à imposição de mãos sobre ele, orar por ele e orar a Palavra”, relatou.

‘The Chosen’: criador dá notícia preocupante sobre a 6ª temporada

Embora a quinta temporada da série The Chosen ainda esteja em exibição, o criador e diretor Dallas Jenkins informou que a próxima temporada da produção sofreu atrasos e não seguirá o cronograma tradicional de lançamento.

O anúncio foi feito durante uma sessão de perguntas e respostas, com duração aproximada de duas horas, publicada recentemente no YouTube.

Nos anos anteriores, a quarta temporada estreou nos cinemas em fevereiro de 2024, enquanto a quinta foi lançada entre março e abril de 2025. No entanto, Jenkins esclareceu que a sexta temporada, que abordará a crucificação de Jesus, não será disponibilizada no primeiro semestre de 2026: “Não anunciaremos futuras datas de lançamento até que as tenhamos definido”, afirmou o diretor.

Jenkins explicou que a sexta temporada exigirá mais tempo de filmagem do que qualquer outra já realizada: “Isso, é claro, também adia o processo de pós-produção”, declarou. Entre os fatores citados para o adiamento, ele destacou a necessidade de um prazo maior para edição e finalização dos episódios.

“O processo de entregar essas temporadas no ritmo que temos feito tem sido extremamente desgastante para a equipe”, relatou o diretor.

Segundo o diretor, a produção enfrenta um rigoroso controle de qualidade, mais intenso do que o observado na maioria dos programas e filmes, o que tem gerado “muitas dores de cabeça” e “desafios”. Ele acrescentou que a equipe, “extremamente sobrecarregada”, solicitou mais tempo para concluir o trabalho de maneira adequada. “Eles têm me implorado para dar um pouco mais de folga. E com certeza faremos isso nas próximas temporadas”, disse Jenkins.

Outro fator mencionado para o adiamento é a complexidade da logística internacional, incluindo traduções, dublagens e legendagens: “Estamos tentando lançar o máximo de idiomas possível ao mesmo tempo”, explicou.

Jenkins também observou que a produção não conta com o suporte financeiro de um grande estúdio, o que torna o processo mais demorado: “Não somos propriedade de nenhum grande estúdio. Não temos um bilhão de dólares à disposição para fazer tudo isso funcionar. Estamos fazendo isso, boa parte disso, do zero, então leva tempo e é muito difícil”, destacou.

Por fim, Jenkins pediu compreensão ao público: “Por favor, tenham paciência conosco enquanto passamos por isso”, disse. Ele concluiu incentivando os fãs a valorizar o esforço da equipe: “Sejam gratos pelo fato de o programa ter crescido e se tornado maior, e por estarmos tentando satisfazer as necessidades de todos ao redor do mundo”, declarou, conforme relatado pela CBN News.

Vídeo: pregadora diz que línguas do profeta Miguel são cachorrada

A pregadora Januaria Câmara expressou sua indignação com a conduta do pregador-mirim Miguel Oliveira, conhecido como “profeta Miguel”, e tratou como “cachorrada” os episódios que o adolescente tem protagonizado no meio pentecostal.

Durante uma pregação no Seminário Bíblico para Jovens Cristãos (SEBJOC 2025), Januaria não poupou palavras ao reprovar o comportamento e a irreverência do profeta Miguel. Ao tentar reproduzir as falas do adolescente, confundiu os termos que Miguel Oliveira empresta do inglês, como “of the King” e “the power”:

“Estava vendo um menino – não vou falar o nome por questão de ética – que arrumou um tal de ‘tecon’, ‘tepauri’. Pai amado! Irmãos, o que é aquilo?”, questionou Januaria.

Para a pregadora, o próprio adolescente já deixou claro que seu comportamento é intencional e não tem nada de espiritual: “Apareceu outro vídeo dele falando ‘eu falo a língua que eu quiser, se eu quiser eu falo aramaico’. Então quer dizer, línguas estranhas, língua do céu, ele já descartou. Ele está inventando as línguas para falar”.

Ela também criticou a postura de líderes assembleianos diante do cenário caótico que se tornou o contexto em torno do adolescente, ecoando críticas feitas por outros pastores: “Tem pregadores de nome e renome que estão pregando dentro das igrejas Assembleia de Deus apoiando uma cachorrada dessa. O negócio, irmãos, não é contra o menino”, explicou, cobrando medidas para colocar fim à chacota com a doutrina pentecostal de dons espirituais.

“Vi um desses ‘pregadorzão’ dizendo assim ‘deixa o menino pregar, Deus usou Samuel, Deus usou Jeremias que falou que era um menino’. Onde já se viu comparar Samuel, Jeremias, com esse ‘tepon’, ‘tepauri’?”, protestou a pregadora.

Ao final, Januaria Câmara também condenou a presença da teologia da prosperidade nos discursos do adolescente: “‘Faça o pix! R$ 100 que Deus vai te abençoar’. Igreja, jovens, Deus tem uma obra na sua vida mas não é para isso, não!”, exclamou a pregadora.

Filho confessa ritual de bruxaria para tirar a vida da mãe

Alexander Taylor Valdez, de 23 anos, foi preso em 18 de abril, no oeste de Fort Worth, Texas, acusado de matar sua mãe, Teresita Sayson, de 58 anos, dentro da casa onde moravam em um ritual de bruxaria.

Segundo o mandado de prisão, Valdez encontrou os policiais na porta da residência coberto de sangue e declarou, sem ser questionado: “Foi um exorcismo”.

De acordo com a polícia, a ocorrência começou após uma ligação anônima para o número da emergência. A pessoa que ligou relatou ter visto, em um grupo no Snapchat, uma imagem mostrando “uma mulher coberta por algo vermelho, possivelmente sangue”, conforme informou a CBS News Texas.

A fotografia havia sido postada poucos minutos antes, levando os policiais a realizarem uma verificação de bem-estar, segundo o The Dallas Morning News. Quando os agentes chegaram ao local, Valdez segurava uma Bíblia e apresentava vestígios de sangue no rosto, pescoço, peito, tronco, mãos e pés.

Questionado sobre o motivo de estar ensanguentado, respondeu: “Eu estava fazendo bruxaria para matar minha mãe”. Em seguida, informou que havia “um cadáver” dentro da casa, identificando a vítima como sua mãe.

No quarto principal, os policiais encontraram Teresita Sayson caída no chão, sem sinais de vida. Ela apresentava múltiplos ferimentos contundentes no rosto e na parte superior do corpo e estava coberta de sangue. Um cachorro da família também foi encontrado morto no local.

Perto do corpo, os detetives localizaram uma caixa de joias quebrada, coberta de sangue e com fios de cabelo presos. De acordo com o Fort Worth Star-Telegram, os investigadores afirmam que a caixa foi usada como arma para agredir Sayson. Exames preliminares indicaram que o sangue e os cabelos encontrados eram compatíveis com a vítima.

As investigações apontam que Valdez fotografou a cena do crime e enviou as imagens para integrantes de um grupo privado no Snapchat. O destinatário que acionou a polícia reconheceu o quarto e identificou a vítima como Teresita Sayson. Segundo o Star-Telegram, Valdez também compartilhou uma segunda imagem, mostrando o cachorro morto.

Valdez foi detido no local sem resistência e conduzido à Delegacia de Homicídios da Polícia de Fort Worth, onde se recusou a prestar depoimento formal e solicitou a presença de um advogado. Posteriormente, foi autuado na cadeia do Condado de Tarrant sob acusação de homicídio. A fiança foi fixada em US$ 750.000. Até o momento, não consta registro de advogado representando o réu.

O mandado de prisão não esclarece os motivos que levaram Valdez a acreditar que sua mãe necessitava de um exorcismo ou a relação entre o ato e a prática de bruxaria. As autoridades continuam analisando os dados do telefone celular e das redes sociais do acusado para estabelecer a sequência dos eventos.

De acordo com informações do The Christian Post, testemunhas que receberam as imagens no Snapchat também estão sendo ouvidas para determinar os detalhes da divulgação das fotografias.

Vídeo: Fernanda Brum repreende mulher que falava em línguas

A cantora e pastora Fernanda Brum protagonizou um momento de tensão durante um culto, quando precisou repreender uma senhora que falava em línguas estranhas e profetizava enquanto a pregação era feita.

O vídeo com o recorte do momento está sendo compartilhado nas redes sociais e mostra a cantora interrompendo sua pregação para se dirigir à mulher que tumultuava o momento:

“Irmã, eu te repreendo em nome de Jesus e chega o que a senhora tem feito até hoje. Em nome de Jesus a senhora está repreendida. A maior profecia está no altar”, afirmou Fernanda Brum, referindo-se à ministração da Palavra.

No texto de 1 Coríntios 14, o apóstolo Paulo estabelece prioridades no culto, e afirma que a profecia – interpretada como a exposição do texto das Escrituras – tem prioridade em relação ao dom de línguas, independentemente da interpretação que se faça do significado desses dons.

Em seguida, o apóstolo dos gentios também pontua que há a necessidade de um intérprete para quem fala em línguas se expressar no culto. Dado esse contexto, Fernanda Brum foi bastante objetiva ao se dirigir à senhora que interrompia a pregação e pediu aos obreiros que tomassem providência.

“Por favor, os irmãos cuidem da irmã. A irmã tem um problema, não é de hoje, e nós vamos cuidar”, disse Fernanda Brum.

Do trauma e ocultismo à missionária em zonas de prostituição

Kelsey Decker, 34, narrou à revista Revive uma trajetória marcada por abusos, envolvimento com o ocultismo e prostituição, seguida por conversão religiosa e atuação em ministérios cristãos voltados a vítimas de exploração sexual.

Nascida nos EUA, Kelsey sofreu abuso sexual aos 7 e 14 anos. Após o divórcio dos pais, sua mãe adotou práticas como tarô, cristais e mediunidade, expondo-a desde cedo ao ocultismo.

As 1o8, ingressou em uma seita que combinava rituais de “magia de sangue” com exploração sexual, justificada como “caminho espiritual”. Paralelamente, atuou como dançarina em boates, em sites pornográficos e na prostituição.

O período

“Tinha uma suposta ‘visão espiritual’, mas não conhecia o Espírito Santo. Olhava na direção errada”, relatou. Sobre o abuso, afirmou: “Foi como se o diabo tivesse acesso legal à minha vida”. Após depressão e tentativas de suicídio, tornou-se viciada em cocaína e engravidou, optando por abortar.

Na seita, era obrigada a relações sexuais sob alegação de “crescimento espiritual” e participou de rituais com magia de sangue.

“Achava que controlava minha vida, mas me entregava a forças demoníacas. Não via saída”, disse. Simultaneamente, liderava rituais lunares e atuava como “curandeira da nova era”: “Queria curar outros, mas eu estava quebrada”.

Ponto de virada

Em 2020, viajou a Londres para reencontrar um homem ligado a seu passado ocultista, que a submeteu a violência, manipulação e falsos “exorcismos”. Durante visita a uma igreja local, ouviu um sermão contra práticas ocultistas:

“Minha vida passou diante dos meus olhos. Deus disse: ‘Esta é a verdade. Escolha agora’”. Na mesma noite, leu a Bíblia enviada pelo pai, orou e declarou entrega a Jesus. “Minha salvação veio sem rituais — só Ele”, afirmou.

Quatro meses depois, foi batizada. “Pela primeira vez, senti silêncio na mente. Uma libertação radical”, descreveu. O pastor responsável, de 80 anos, declarou: “Vi demônios saindo dela quando emergiu da água”. Kelsey cortou vínculos com o ocultismo e iniciou discipulado: “Deixo 40 anos de mentiras, mas o Espírito Santo me guia”.

Missão

Um mês após a conversão, retornou aos EUA para reatar laços com a filha. Nove meses depois, uniu-se à Morning Glory Ministries, organização evangélica que atua com vítimas de prostituição.

“Levei mulheres a Jesus. Vi milagres: elas deixaram a exploração”, testemunhou. Em 2023, colaborou com Frits Rouvoet, do ministério Bright Fame, em ações no Distrito da Luz Vermelha de Amsterdã, área conhecida pela prostituição.

“Não fui salva por mérito, mas porque Jesus é bom. Ele me resgatou quando eu não queria viver. Agora, vivo para fazê-Lo conhecido”, concluiu.

Fontes:

  • Depoimento de Kelsey Decker à Revive.

  • Declarações do pastor responsável pelo batismo (identidade não revelada).

  • Informações da Morning Glory Ministries e Bright Fame.

Declínio? “Não religiosos” superam cristãos católicos e evangélicos

Um estudo do grupo de pesquisa Weltanschauungen (Fowid), divulgado neste mês, revelou que 47% da população alemã (39 milhões de pessoas) não possui afiliação religiosa, superando pela primeira vez o total de cristãos (45% ou 38 milhões) evangélicos e católicos.

Entre os religiosos, 24% são católicos romanos, 21% protestantes, 3,9% muçulmanos e 4,1% pertencem a outras comunidades.

Contexto histórico:

O declínio de fiéis que se consideram membros de alguma igreja nas principais denominações cristãs da Europa é uma tendência consolidada, o que parece estar se refletindo, agora, na pesquisa mencionada.

Entre 2021 e 2023, a Igreja Católica registrou as maiores perdas anuais, enquanto a Igreja Evangélica na Alemanha (EKD), que reúne 20 denominações protestantes, já enfrentava reduções acentuadas antes de 2020.

Em 2024, ambas perderam aproximadamente 580.000 membros cada, totalizando mais de um milhão de abandonos — quarto ano consecutivo com essa marca.

Declarações

“As igrejas católica e protestante estão no mesmo patamar de declínio. A secularização avança em todas as regiões”, afirmaram os pesquisadores da Fowid.

Já o Relatório Anual do Escritório Federal para Migração e Refugiados destacou o crescimento de 80.000 muçulmanos no país em 2024, impulsionado por migrações e taxas de natalidade.

Fechamento de templos

Uma investigação do jornal Süddeutsche Zeitung em 2023 projetou o fechamento de cerca de 10 mil igrejas cristãs nas próximas décadas, devido à redução de fiéis.

Segundo o Evangelical Focus, Stefanie Lieb, professora de arquitetura da Universidade de Colônia, afirmou: “Até 2033, uma em cada quatro ou cinco igrejas não será mais usada para cultos”. Isto, porque, muitas já foram convertidas em restaurantes, academias ou lojas por novos proprietários.

Especialistas apontam que a transformação de igrejas em espaços laicos deve acelerar, enquanto líderes religiosos discutem estratégias para reter fiéis. A EKD e a Conferência Episcopal Católica alemã não comentaram os dados até o fechamento desta reportagem. Veja também:

Sinais de avivamento? Jovens europeus oram e vão aos cultos mais que seus avós, diz pesquisa

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