‘Casa de Davi’: Prime Video informa data de estreia da série

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O Prime Video anunciou a estreia da série Casa de Davi para a próxima quinta-feira, 27 de fevereiro. O primeiro trailer foi divulgado e mostra a ascensão do jovem pastor como líder de Israel.

Baseada em uma ideia de Jon Erwin, em parceria com Jon Gunn, a produção conta com a consultoria especial de Dallas Jenkins, criador de The Chosen e integrante da equipe da Wonder Project, produtora de Casa de Davi.

A narrativa acompanha a trajetória do jovem Davi, que será ungido por Deus por meio do profeta Samuel para suceder o reinado de Saul, que cai em desgraça por conta de seu orgulho.

Conforme a sinopse oficial, Casa de Davi conta a história da ascensão do filho de Jessé que eventualmente se torna o mais renomado e celebrado rei de Israel. A série segue o outrora poderoso rei Saul enquanto ele se torna vítima de seu próprio orgulho. Sob a direção de Deus, o profeta Samuel unge um improvável adolescente rejeitado como o novo rei. Enquanto Saul perde seu poder sobre seu reino”.

No trailer, um dos momentos centrais é a preparação para o confronto com os filisteus, destacando o embate contra o gigante Golias. Em uma das cenas, a narração inicia com a pergunta “Uma pedra pode mudar o curso da história?”, enquanto mostra Davi recolhendo uma pedra junto ao rio.

Em seguida, o gigante Golias, descrito como um guerreiro imenso e ameaçador, desafia o exército de Israel, classificando-o de “covardes” e exigindo o envio de um “campeão” para enfrentá-lo em um combate individual.

A jornada de Davi, que começa como um humilde pastor ofuscado pelos irmãos mais velhos, é marcada pela busca por seu destino, permeada por momentos de amor, perda e violência na corte do rei. Em meio ao desenvolvimento da trama, uma das falas de destaque no trailer é: “Deus não vê o que o homem vê, ele vê no coração. E você tem o coração de um leão”.

A série, ao mesclar elementos históricos e narrativas de fé, promete trazer uma nova perspectiva sobre a lendária ascensão do rei Davi, apresentando uma releitura dos acontecimentos que marcaram um dos períodos mais emblemáticos da história bíblica.

Refém do Hamas lembra das orações que fez no cativeiro

Agam Berger, ex-refém do Hamas, foi libertada recentemente após mais de dois meses de cativeiro. Sua libertação fez parte da terceira rodada do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, realizada há duas semanas.

Em uma conversa com Rebbetzin Tzili Schneider, presidente da Kesher Yehudi, e o jornalista Shneor Webber, Agam compartilhou detalhes emocionantes sobre sua experiência e a força que encontrou na fé judaica durante o período angustiante em Gaza.

Aos 20 anos, Agam foi sequestrada durante o ataque de 7 de outubro. Em entrevista exclusiva ao Guiame, seu pai, Shlomi Berger, relembrou os dias de aflição vividos enquanto aguardava a libertação da filha.

Em sua narração, Agam revelou que, apesar das condições desumanas, os sequestradores forneceram a ela e aos outros reféns itens inesperados, incluindo um livro de orações judaico, um sidur, o que para ela teve um significado profundo e inesperado.

“Não sabemos como isso aconteceu, mas eles nos entregaram os livros de orações”, contou Agam. “Eles nos mostraram e disseram: ‘Peguem.’ Nós os usávamos constantemente. Isso nos dava força.” Ela destacou que a entrega do sidur ocorreu em um momento crucial, quando a esperança parecia escassa.

Além do livro de orações, outros itens pessoais foram encontrados, incluindo etiquetas de identificação de cães militares. Porém, Agam enfatizou que a chegada do sidur foi especialmente significativa, marcando um ponto de conexão com sua fé. “Não foi aleatório”, afirmou com convicção. “Chegou exatamente quando mais precisávamos.”

Fé em tempos de adversidade

Apesar das adversidades extremas, Agam e os outros reféns se empenharam em observar os feriados e as práticas do calendário judaico sempre que possível. Embora não fosse possível celebrar todos os feriados, ela recordou com orgulho como conseguiu, durante a Páscoa, evitar comer pão fermentado, utilizando farinha de milho, já que era o que havia disponível.

“Perdemos o Hanukkah, mas durante a Páscoa, consegui evitar comer pão fermentado”, relatou. “Os captores não se importaram com isso.” Ela também mencionou que, apesar do ódio dos sequestradores pelos judeus, havia uma espécie de respeito pela religiosidade, sendo considerada preferível ter fé a não ter nenhuma.

Em um dos momentos mais marcantes de seu cativeiro, Agam lembrou com emoção o Yom Kippur, quando conseguiu jejuar e orar. “Lembro-me de orar muito naquele dia”, disse. “Era algo que eu sentia que tinha que fazer, especialmente dadas as nossas circunstâncias.”

Separação e incerteza

Durante grande parte de seu cativeiro, Agam foi mantida junto à colega Liri Albag, e ocasionalmente com outras mulheres. No entanto, houve momentos de separação que tornaram a situação ainda mais desafiadora. A véspera da libertação de Albag foi particularmente difícil, pois Agam não soubera por dois dias sobre o destino da amiga.

“Foi um momento avassalador. Eu sabia que seria libertada, mas não tive certeza até o último segundo”, recordou. Quando finalmente foi informada de sua iminente libertação, perguntou sobre os outros reféns, e lhe foi dito: “Seus amigos já estão em casa.”

Nos últimos dias de seu cativeiro, Agam e outra refém, Arbel Yehoud, foram as últimas mulheres a permanecer juntas. “Sabíamos que Shiri Bibas estava em uma situação diferente”, disse Agam, destacando a incerteza sobre o estado de outros reféns, mas com a esperança de que todos seriam libertados.

Gratidão

Ao refletir sobre sua experiência, Agam expressou uma profunda gratidão pela fé que a sustentou. “Não sei como teria sobrevivido sem minha fé”, afirmou. “No final, foi isso que me deu esperança.”

Rebbetzin Tzili Schneider, que esteve ao lado da família de Agam durante todo o processo, também comentou sobre a dedicação inabalável de Agam à sua fé em condições tão extremas, reconhecendo que sua atitude foi um exemplo inspirador para todo o povo judeu.

“Ela santificou o nome de Deus em público e inspirou todo o povo judeu”, disse Schneider, segundo o Guiame, destacando a coragem e a força de Agam frente ao sofrimento indescritível.

Cultura tornou homens em idiotas, diz vice-presidente dos EUA

Na última quinta-feira, o vice-presidente JD Vance fez declarações contundentes contra a cultura durante sua participação no palco principal da Conservative Political Action Conference (CPAC), em National Harbor, Maryland. A entrevista foi conduzida pela ativista conservadora Mercedes Schlapp.

Vance criticou a cultura dominante nos Estados Unidos, alegando que ela está atacando a masculinidade e criando um grande número de “idiotas andróginos”.

Em sua fala, o vice-presidente expressou sua opinião de que a sociedade atual envia uma mensagem aos jovens de que devem suprimir seus impulsos masculinos.

“Minha mensagem para os jovens é: não permitam que essa cultura quebrada envie a vocês uma mensagem de que vocês são pessoas más porque são homens”, afirmou Vance. Ele reforçou que gostar de contar piadas, tomar uma cerveja com os amigos ou ser competitivo não deve ser visto como algo negativo.

Além disso, Vance argumentou que a sociedade dominante nos Estados Unidos tenta transformar todos, independentemente do sexo biológico, em “idiotas andróginos que pensam da mesma forma, falam da mesma forma e agem da mesma forma”.

Ele também fez uma declaração sobre as diferenças entre os sexos, mencionando que acredita que Deus criou homens e mulheres com propósitos distintos. “Queremos que vocês prosperem como homens e mulheres jovens”, disse Vance, sugerindo que as políticas públicas podem ajudar a alcançar esse objetivo.

A conversa seguiu para um outro tema relevante, o discurso de Vance na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha. Ele reiterou sua visão sobre a migração, afirmando que a maior ameaça à Europa seria a entrada de “milhões e milhões de migrantes estrangeiros não investigados”.

Vance ressaltou que os Estados Unidos e a Europa não podem reconstruir suas civilizações enquanto permitirem a migração ilegal em massa. Ele destacou que o governo Biden teria contribuído significativamente para a destruição da liberdade de expressão, não apenas nos EUA, mas também na Europa, comparando-o com as políticas do ex-presidente Donald Trump, que, segundo Vance, priorizou liberdade de expressão, fronteiras e soberania.

Vance também criticou a postura de certos governos europeus que, na sua visão, restringem a liberdade de expressão e punem aqueles que defendem o fechamento das fronteiras ou questionam resultados eleitorais. Ele acredita que “amizade” entre as potências ocidentais deve ser baseada em valores compartilhados, que, segundo ele, estão sendo corroídos.

No decorrer de sua entrevista, Vance abordou outras questões de interesse do público conservador, incluindo economia, políticas pró-vida, a importância da participação política entre os jovens e a segurança nas fronteiras.

Esses comentários de Vance marcaram o início da CPAC deste ano, evento anual que reúne políticos e ativistas conservadores, organizado pela União Conservadora Americana, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Cuba: pastor é interrogado mais de 50 vezes pela ditadura

O relatório da Lista Mundial da Perseguição 2025 aponta que a perseguição aos cristãos na América Latina tem se intensificado, com Cuba sendo identificado como o país mais hostil à liberdade religiosa. O relato de Miguel (pseudônimo), um pastor cubano, ilustra a repressão enfrentada por cristãos no país.

Segundo os dados, entre 2021 e março de 2024, foram registrados 614 incidentes contra seguidores do cristianismo no país em Cuba.

A repressão aos cristãos cubanos tem raízes na Revolução de 1959, quando o governo confiscou propriedades pertencentes a instituições religiosas, incluindo escolas, hospitais e terras. Além disso, líderes religiosos foram presos, exilados ou submetidos à vigilância constante.

Testemunho de perseguição

Desde jovem, Miguel ouvia relatos de prisões de pessoas apenas por possuírem Bíblias. Aos 16 anos, após sobreviver a um acidente, decidiu frequentar uma igreja e, posteriormente, começou a distribuir folhetos cristãos enquanto trabalhava como carteiro. Essa atitude resultou em interrogatórios e ameaças policiais.

Anos depois, Miguel assumiu a liderança de uma igreja na zona rural, enfrentando vigilância estatal e mais de 50 interrogatórios. Segundo ele, o monitoramento governamental se estendia à sua família, que também sofria assédio: “Eles avisaram que, em breve, eu seria preso”, relata.

Alvos do governo

A repressão a líderes religiosos em Cuba se manifesta de diversas formas, desde ameaças diretas até ataques físicos e sabotagens. O pastor Miguel menciona que conheceu colegas que sofreram acidentes de carro suspeitos, possivelmente causados por manipulação dos veículos.

Além disso, agentes do governo infiltraram-se em sua congregação. Em uma das ocasiões, a tentativa de expropriação da igreja foi evitada por intervenção legal. Em outro caso, um espião do governo teria se convertido ao cristianismo depois de testemunhar a rotina da comunidade religiosa.

Diante da perseguição contínua, Miguel e sua família deixaram Cuba, mas ele segue apoiando cristãos no país e mantém a esperança de um dia poder praticar sua fé livremente em sua terra natal, segundo informações da Missão Portas Abertas.

'Ex-pastora' Ana Akiva rebate críticas por desfilar no Carnaval

Ana Akiva, chamada nas mídias de “ex-pastora”, bem como ex-musa do Colorado do Brás, retornará ao Carnaval de São Paulo este ano, representando Yemanjá em um enredo que homenageia os orixás. Sua volta à folia ocorre após a decisão de se afastar da igreja evangélica, onde teria sido consagrada pastora em 2018, em São José dos Campos (SP).

A escolha gerou controvérsias nas redes sociais, levando Ana a limitar os comentários em suas postagens. Muitas das críticas estão relacionadas ao tema da escola, que celebra as religiões de matriz africana.

Em resposta, ela afirmou: “As religiões de matriz africana são demonizadas por grupos cristãos que não conhecem o que Jesus disse. É falta de conhecimento e de amor ao próximo.”

Conhecida por sua participação no concurso Miss Bumbum Distrito Federal e como musa do Carnaval, Ana disse que está aprendendo a lidar com os ataques. “O maior julgamento já passei quando deixei a igreja para produzir conteúdo adulto. Nada tira meu brilho e minha paz nesse Carnaval”, comentou.

Representação de entidade

A fantasia que Ana usará no desfile promete ser ousada e impactante, representando Yemanjá. Ela enfatizou a importância do respeito entre as diferentes crenças, afirmando: “Não precisamos acreditar ou praticar, mas devemos respeitar. É isso que vou fazer.”

Diferentemente dos adeptos da teologia liberal, para os evangélicos tradicionais, também chamados de históricos e/ou ortodoxos, o Carnaval é visto com desaprovação, sendo considerado uma festa de excessos e pecado à luz dos ensinamentos bíblicos.

As críticas se concentram principalmente nas práticas associadas ao evento, como o consumismo de drogas, a vulgaridade e os comportamentos considerados imorais à luz da doutrina cristã.

Ainda de acordo com algumas interpretações da Bíblia, festas como o Carnaval são consideradas uma forma de idolatria e desrespeito aos princípios cristãos de santidade e sobriedade. Com informações: Gshow

Sob temperatura abaixo de zero, estudantes são batizados

Na última terça-feira, 18 de fevereiro, cerca de 6.500 estudantes se reuniram para um evento evangelístico na Universidade Estadual de Ohio, marcando um momento significativo para o movimento Unite US. Durante o encontro, quase 2.000 participantes aceitaram Jesus, enquanto outros foram batizados, muitos deles em condições extremas, com temperaturas abaixo de zero.

Este evento, o segundo grande avivamento promovido pelo movimento Unite US em 2025, foi realizado apesar do frio intenso. Estudantes enfrentaram temperaturas congelantes para se batizar na traseira de caminhões, demonstrando seu compromisso com a fé.

O pastor Travis Johnson compartilhou sua admiração pela dedicação dos jovens: “As baixas temperaturas não conseguiram impedir que esses estudantes da Ohio State University tornassem pública sua fé em Jesus. Deus fez de novo.”

A Unite US, por meio de suas redes sociais, expressou sua emoção com o evento: “Ficamos impressionados com a forma como Deus já estava se movendo neste campus no ano passado, e Ele nos encontrou aqui novamente esta noite. Mais de 6.500 estudantes se reuniram no The Schott para exaltar o nome de Jesus, e quase 2.000 se entregaram a Ele — experimentando a liberdade que só Cristo pode trazer. Deus está agindo nesta geração e sabemos que Ele está apenas começando.”

Tonya Prewett, fundadora do movimento, também destacou o impacto espiritual ocorrido na Universidade Estadual de Ohio: “Que noite na Ohio State University! Estou impressionada com a forma como Deus está se movendo nos campi universitários.”

Este avivamento na Ohio State University ocorre logo após um evento semelhante na Universidade de Kentucky, onde mais de 2.000 estudantes se entregaram a Jesus e muitos foram batizados.

O movimento Unite US é uma rede de estudantes universitários que se uniram com o objetivo de compartilhar a mensagem de Jesus. O movimento começou em setembro de 2023, na Neville Arena da Auburn University, em Auburn, Alabama, e desde então tem se expandido para diversos campi universitários ao redor do país.

De acordo com o site oficial do ministério, os encontros têm três principais objetivos: ministrar sobre salvação, liberdade e comunidade. O próximo evento será realizado em 5 de março na Universidade Purdue, em Indiana. Desde o seu início, o movimento alcançou mais de 70.000 estudantes universitários em várias universidades nos Estados Unidos. Assista:

Justiça pede cancelamento de evento gospel no lugar de Carnaval

O Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Zé Doca, emitiu parecer favorável ao cancelamento do festival de música gospel anunciado pela prefeita Flavinha Cunha (PL-MA) para substituir a tradicional festa de carnaval. A decisão foi tomada após a denúncia de um advogado, que questionou a legalidade do evento.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais no final de janeiro, a prefeita anunciou que a cidade não realizaria festividades de carnaval, mas, sim, investiria em shows religiosos. “Serão quatro dias de muito louvor e adoração a Deus”, afirmou Flavinha, em referência ao “Festival Adora Zé Doca”.

O evento, que tinha um custo estimado de R$ 605 mil aos cofres públicos, incluiria apresentações de artistas como Maria Marçal, Morada, 3 Palavrinhas, Kleber Machado, Gerson Rufino, entre outros cantores locais, informou o UOL.

Diante da denúncia, o Ministério Público solicitou informações ao secretário municipal de Cultura sobre o planejamento e os gastos previstos para a realização do festival. Após análise, o MP manifestou-se favoravelmente ao cancelamento do evento, recomendando que a Justiça tomasse as medidas necessárias para impedir sua realização.

Ação das igrejas

Esse tipo de substituição de eventos tradicionais, como o carnaval, por cultos religiosos não é incomum entre algumas igrejas evangélicas no Brasil. Apesar dos populares retiros (“acampamentos”) serem os mais comuns, algumas denominações têm investido no evangelismo durante esse período do ano.

Em cidades como Recife, a Igreja Universal do Reino de Deus organiza festivais de música gospel e celebrações religiosas durante o período carnavalesco, com o intuito de oferecer uma alternativa de lazer e espiritualidade para os fiéis. Estas iniciativas buscam ressignificar o período do carnaval, oferecendo uma proposta de vivência da fé para aqueles que optam por não participar das festividades tradicionais.

Jovem que louvava a Deus com bateria de tijolos emociona a PM

Um adolescente de 15 anos comoveu muitas pessoas ao ser filmado tocando bateria de forma improvisada, utilizando baldes, panelas e tijolos, enquanto adorava a Deus.

Ronaldo André, morador da comunidade da Babilônia, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, sempre teve o sonho de tocar bateria na igreja, mas, devido às condições financeiras da família, não havia possibilidade de adquirir o instrumento.

Aos 10 anos, movido pelo desejo de realizar seu sonho, Ronaldo construiu sua própria bateria improvisada. Ele usou tijolos, baldes e tampas de panelas para criar o som que tanto desejava.

Um dia, enquanto tocava um louvor, o adolescente foi flagrado pela soldado Camila de Lima dos Santos, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Babilônia/Chapéu Mangueira. Camila, que estava em horário de descanso, ouviu o som vindo do jovem e, emocionada, decidiu registrar o momento.

“Quando ouvi o louvor, pensei: ‘Nossa, que louvor bonito’. Quando vi a cena, comecei a chorar, porque ele estava adorando a Deus com o que tinha. Ele me olhou, tímido, e eu falei: ‘Perfeito, meu filho!’”, relatou Camila ao RJ TV.

Comovida, ela compartilhou o vídeo nas redes sociais, buscando apoio para ajudar Ronaldo a conquistar seu sonho. “Foi emocionante ver sua força de vontade, mesmo sem nada, ele fez do jeito dele”, lembrou a policial.

A ação de Camila foi rapidamente apoiada pelo projeto social “Leve Amor”, que, junto aos agentes da UPP, conseguiu presentear o jovem com uma bateria de verdade. “Antes mesmo de conseguirmos arrecadar o dinheiro para comprar uma bateria, uma amiga do projeto me avisou que já havia conseguido a doação”, contou Camila.

Fabíola Pereira, mãe de Ronaldo, falou sobre o sonho do filho. “Ele sempre quis tocar bateria, desde muito pequeno. Eu me emociono porque, finalmente, ele vai poder realizar seu sonho”, disse a mãe, visivelmente emocionada.

Pensando no próximo

O projeto social “Leve Amor” também compartilhou a história nas redes sociais, destacando a importância do gesto de amor e solidariedade. “Vimos as lágrimas e a comoção das pessoas, e isso nos emociona muito. Conseguimos proporcionar ao Ronaldo a bateria que ele tanto sonhava. Esse é apenas o começo de muitos sonhos sendo realizados”, afirmou a organização.

Após receber a bateria, Ronaldo não escondeu sua felicidade e comentou sobre o impacto do presente. “A bateria é maravilhosa, tem um som incrível. Agora, posso estudar e aprender de verdade”, disse o jovem, que aprendeu a tocar bateria de forma autodidata, assistindo a vídeos na internet.

O gesto de carinho não parou por aí. Escolas de música começaram a entrar em contato com Ronaldo, oferecendo bolsas de estudo. O professor Francisco Jorge, que conheceu o jovem, elogiou sua dedicação e talento. “Ronaldo é um exemplo de gentileza e talento. Ele é o tipo de aluno que nos inspira”, disse o educador, emocionado com a história do adolescente.

Com o sonho finalmente realizado, Ronaldo pensa em seguir seus estudos musicais e, quem sabe, tocar com artistas renomados como Fernandinho e Aline Barros. “Seria uma honra tocar com eles. Agora, meu objetivo é aprender mais e me aperfeiçoar para tocar em igrejas”, concluiu Ronaldo, com o coração cheio de gratidão e esperança. Assista:

Gutierres Fernandes sobre Bolsonaro: Igreja deve manter postura

O teólogo e escritor Gutierres Fernandes, especialista em política, comentou a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que a Igreja precisa manter sua posição.

Para Gutierres, do ponto de vista eleitoral, a acusação não deve alterar significativamente o cenário: “O bolsonarismo, como todo movimento populista, conta com um grupo de eleitores que vota independentemente de qualquer circunstância. Existe um compromisso quase que de fé com o candidato”, disse.

Ele ponderou que, embora não tenha expertise jurídica para avaliar a força da denúncia, lembra que o próprio Bolsonaro, em declarações anteriores, admitiu ter recebido propostas para “virar a mesa”, o que torna a acusação de tentativa de golpe um tema de extrema seriedade: “Golpe de Estado não é brincadeira; trata-se da destruição do Estado, da Constituição e do tecido social”, destacou, alertando sobre os riscos de comprometer a justiça e a legalidade do país.

Fernandes observa que países com históricos de golpes e contragolpes tendem a não se desenvolver e frequentemente sofrem retrocessos, já que a estabilidade política e a preservação das instituições são essenciais para o progresso de uma nação. Para ele, os pilares que sustentam a prosperidade dos países são a democracia liberal, o Estado de Direito e o império das leis.

No entanto, o teólogo também destaca um ponto crucial sobre a relação entre a Igreja e a política. Para ele, sempre que a igreja se associa diretamente a um candidato, todos os erros dessa figura política acabam recaindo sobre a própria Igreja.

Ele alerta para os perigos da instrumentalização da fé, que transforma a comunidade cristã em refém de escândalos e incoerências de figuras públicas que muitas vezes não representam genuinamente os valores do Evangelho, mas utilizam a religião para fins eleitorais.

Em relação à relação entre Igreja e Estado, Fernandes enfatiza que a união entre essas duas esferas sempre foi prejudicial ao longo da história. Para ele, a separação entre Igreja e Estado é essencial para preservar a autoridade moral da Igreja e seu testemunho genuíno. Ele relembra que esse princípio, que foi central na formação das democracias modernas, especialmente entre os antigos batistas, não implica em hostilidade à fé, mas sim na preservação da liberdade religiosa e na integridade da Igreja.

“Ao longo da história, sempre que a igreja se fundiu ao Estado, sua missão foi comprometida”, afirmou Fernandes à revista Comunhão, defendendo que a Igreja não depende do favor de governantes ou da política para cumprir sua missão.

Jovem tem encontro com Jesus e desiste do suicídio

A jovem americana Gabby Fontes compartilhou seu testemunho de cura emocional e libertação espiritual após um encontro com Jesus. Ela enfrentava sérios desafios de saúde mental e uma batalha interna contra pensamentos suicida.

Nascida no Texas, Gabby cresceu sem uma conexão com a fé cristã, sentindo-se perdida e questionando seu propósito de vida. Sua trajetória passou por momentos de intensa tristeza, busca por sentido e até envolvimento com práticas da Nova Era.

Durante um período de profunda depressão, ela começou a ter pensamentos suicidas, como relatou em seu canal no YouTube, ItsGabby. “Satanás jogava pensamentos na minha mente o tempo todo para eu acabar com a minha vida”, afirmou ela, lembrando do vazio que a consumia, embora não tivesse intenção concreta de tirar sua própria vida.

Seu primeiro contato com a fé cristã aconteceu de forma inesperada, por meio de um sonho. Gabby relatou ter visto Jesus nas nuvens, acompanhado por uma música celestial que a tocou profundamente. “Foi muito real”, disse ela, indicando que a experiência foi marcante, permanecendo com ela mesmo após acordar. Esse evento a levou a se interessar por temas espirituais, embora não estivesse pronta para se converter imediatamente.

Ao longo dos anos, Gabby se afastou da fé cristã, buscando consolo em festas, relacionamentos e, eventualmente, se envolveu com a Nova Era. Sua vida começou a tomar outro rumo durante a pandemia de Covid-19, quando, após retornar ao Texas, ela teve uma experiência espiritual em um sonho, no qual Deus a alertava para se afastar de influências negativas.

Foi então que uma série de eventos a levou a um reencontro com Deus. Em agosto de 2022, durante um momento de oração em seu quarto, ela teve uma visão reveladora sobre quem Jesus é, o que Ele fez por ela e qual era o significado disso em sua vida. “Eu me senti inteira. Eu senti como se Ele estivesse juntando meus pedaços novamente”, declarou Gabby, expressando a sensação de cura emocional e espiritual que experimentou.

Em 2023, obedecendo à orientação divina, ela retornou a Dallas, onde foi batizada. Hoje, Gabby compartilha sua jornada de fé com outros, evangelizando por meio de seu canal no YouTube, ItsGabby, e buscando ajudar aqueles que enfrentam dificuldades semelhantes.

“Eu finalmente conheci a Verdade e foi libertador para mim”, concluiu, reforçando sua convicção de que encontrou o verdadeiro propósito de vida na fé cristã, segundo informações do God Reports.