'Eu nasci de novo': ex-trans relata experiência de vida com Deus

Nunca é tarde para entregar a vida nas mãos de Deus, mesmo na pior das circunstâncias, quando tudo parece estar perdido. O testemunho de vida do ex-trans Robert Diego é uma prova disso.

Mesmo tendo frequentado a Assembleia de Deus durante a infância, a falta de representação masculina na vida de Diego, bem como os abusos sexuais sofridos por ele, cometido por outros homens, afetaram profundamente a vida do rapaz.

“Os homens só tinham duas referências para mim: ou eles me humilhavam e me ofendiam ou tocavam o meu corpo de criança”, disse ele ao “Mais Forte Podcast”, apresentado pela atriz Karina Bacchi.

Com sua identidade sexual afetada, Diego não sabia exatamente como resolver seus traumas emocionais, o que acabou lhe sujeitando a todo tipo de influência negativa. Foi assim que ele se identificou com um personagem da novela “Malhação”, exibida pela TV Globo. Na época, em 2001, ele tinha apenas 15 anos.

“Ele era homossexual e depois que eu vi, eu pensei: ‘Agora eu sei quem eu sou’”, contou Robert. Daí em diante, as mudanças para uma “mulher trans” tiveram início. Em 2010 ele fez a sua primeira cirurgia. “Com 17 anos, eu já tinha feito as cirurgias plásticas necessárias e, com 18 anos, já não morava mais no Brasil”, disse ele.

Experiência com Deus

Vivendo fora do Brasil através da prostituição e do consumo de drogas, Diego estava completamente perdido e chegou a pensar que iria morrer, quando em dado momento deitou em sua cama e começou a passar mal.

“Dentro do coração, eu falei: ‘Deus, me dá uma oportunidade, não me deixa morrer’. Daí, quando eu falei isso, meu corpo ficou em pé e foi o momento em que a voz de Deus entrou em casa e falou: ‘Sou eu, Deus, que falo com você. Eu não te criei uma mulher, eu te criei um homem”, disse ele.

Arrasado por causa do pecado, Diego disse que Deus o levou ao arrependimento profundo. Foi nessa ocasião em que ele resolveu entregar sua vida ao Senhor, verdadeiramente, decidindo abandonar a prostituição.

“Eu levantei minhas mãos para o alto dentro de casa e falei: ‘Jesus, eu entrego a minha vida nas suas mãos’. Eu fui para a frente do espelho e as escamas dos meus olhos caíram e eu nasci de novo. Eu gritei: ‘Eu sou homem! Meu Deus, o que eu fiz da minha vida?’”.

De volta ao Brasil, Diego passou a viver na casa da sua irmã, onde deu início a sua recuperação. Foi nesse período em que ele buscou intensamente a Deus, orando e lendo a Bíblia por horas. A igreja, amigos e seus familiares também foram muito importantes para a sua mudança.

“Eu cheguei até aqui porque uma irmã orou, uma mãe me amou e orou, a igreja me amou e amigos o Senhor me deu. A gente ouve o mundo falar mal da igreja, mas a igreja vai estar semprAssistae pronta para nos amar, nos acolher e estender os braços”, disse ele. :

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Batalha espiritual: diretor cristão vai expor bastidores de Hollywood

O cineasta que dirigiu o musical Jornada para Belém revelou que está produzindo um filme de suspense sobre batalha espiritual. Ele também fez críticas a Hollywood, afirmando que essa é a indústria onde “o diabo faz a festa”.

Adam Anders coleciona filmes musicais como Jornada para Belém, lançado em 2023 contando a história do Natal, além de Rock of Ages e Dirty Dancing. Agora, fora de Hollywood, vai se arriscar em um estilo de filme completamente diferente.

“Meu próximo projeto é um suspense com a Lionsgate sobre batalha espiritual. Vai ser um filme enorme. Não é um musical, o que é loucura, mas um grande desafio. Estou muito animado. Estou apenas escrevendo agora”, declarou o diretor.

Aos 48 anos, após décadas trabalhando em Hollywood, o diretor decidiu se arriscar no projeto. Ele admitiu em entrevista que “fugiu do projeto por um longo tempo”, e mesmo agora, se sente assustado com o desafio.

“Eu moro em Los Angeles. É o epicentro [da batalha espiritual], e eu o vi durante toda a minha carreira. Vivendo lá como cristão, sou um homem em uma ilha. Hollywood é onde a cultura é moldada, e isso afeta o mundo inteiro. É por isso que o diabo faz a festa lá. Ele quer estar lá e afetar a cultura para o mundo inteiro”, explicou.

Anders disse que a batalha espiritual é uma realidade que muitos na indústria cinematográfica evitam discutir, mas ele acredita que a mensagem é mais urgente agora do que nunca, já que o submundo da da música e do cinema tem sido exposto com o caso Sean Diddy Combs (confira aqui).

A ideia do diretor é que as pessoas entendam o cenário oculto em Hollywood: “Espero que o filme seja capaz de revelar o que realmente está acontecendo para que as pessoas entendam que há um véu sobre seus olhos. O que realmente está acontecendo é que há uma batalha por nossas almas. E precisamos mostrar isso às pessoas”, concluiu, de acordo com o The Christian Post.

Verdades bíblicas: maioria dos evangélicos não sabe defender a fé

A maioria dos evangélicos não se sente preparada para compartilhar as verdades bíblicas, revelou uma pesquisa recente.

Embora a esmagadora maioria dos evangélicos acredite que tem o dever de compartilhar os ensinamentos da Bíblia, a maioria dos fiéis não se sente preparada para fazê-lo.

O Instituto de Fé e Cultura divulgou os resultados de sua Pesquisa sobre Engajamento Cultural Cristão de 2024, conduzida em colaboração com a Lifeway Research.

Os entrevistados foram questionados se entendem que têm a responsabilidade de “compartilhar verdades bíblicas com pessoas que têm visões diferentes”, e 92% concordaram com essa afirmação. Apenas 6% discordaram, enquanto outros 2% não souberam responder.

Por outro lado, apenas 35% dos evangélicos se consideraram “prontos para a maioria das oportunidades de compartilhar o que a Bíblia diz sobre questões culturais e polêmicas”.

Outros 18% disseram que estavam “prontos para qualquer oportunidade de compartilhar o que a Bíblia diz”, enquanto 32% sustentaram que estavam “prontos apenas para discutir algumas verdades” que conheciam bem.

O levantamento também constatou que 9% não se consideram prontos para “a maioria das oportunidades de compartilhar o que a Bíblia diz”, enquanto 5% acreditam que “não estavam prontos para compartilhar o que a Bíblia diz de forma alguma”.

A culpa não é da igreja

Apesar do cenário de insegurança, os evangélicos entrevistados entendem que a responsabilidade por sua falta de prontidão para anunciar o Evangelho não é da igreja: 40% dos entrevistados entendem que “sua igreja os prepara para ter conversas com pessoas cujas visões diferem da Bíblia”, e outros 38% “concordam fortemente” que sua igreja os equipa para tais encontros.

Apenas 10% “discordaram um pouco” de que o ensinamento recebido na igreja os prepara adequadamente para falar com aqueles que têm uma visão de mundo diferente, enquanto outros 3% “discordam fortemente” por se sentirem completamente despreparados.

“Há diferenças notáveis no grande número de evangélicos que se sentem responsáveis por compartilhar as visões da Bíblia do que o número que está pronto para fazê-lo. As igrejas buscam ajudar os evangélicos a ter conversas com pessoas cujas visões diferem da Bíblia, mas menos igrejas discutem a Bíblia e os valores da cultura lado a lado”, comentou Scott McConnell, diretor da Lifeway Research, de acordo com informações do portal The Christian Post.

NVI: pastor Luiz Sayão reprova atualização da tradução da Bíblia

A tradução da Bíblia chamada Nova Versão Internacional (NVI) recebeu uma atualização em 2023 que vem despertando polêmicas, e o antigo coordenador das edições anteriores, pastor Luiz Sayão, usou as redes sociais para se posicionar a respeito, negando qualquer relação com a revisão.

Sayão, que é professor de teologia, especialista em hebraico e integrante das comissões de tradução da Bíblia em diferentes versões – como por exemplo a Almeida 21 – declarou que não concorda com a proposta adotada para a tradução NVI 2023.

“Com muita frequência tenho recebido perguntas sobre a nova NVI, versão 2023. Gostaria de deixar bem claro que não participei nem tive qualquer relação com o novo projeto. Nem estou de acordo com a proposta de tradução”, enfatizou.

História

O pastor recapitulou seu envolvimento ainda nos anos 1990 com o projeto de criação da NVI, uma iniciativa que ocorreu em diferentes países, com comissões locais, respeitando características dos diferentes idiomas que receberiam a tradução: “Por mais de vinte anos fui o principal representante da NVI, da qual fui o coordenador. Nosso projeto, lançado em 2000, teve a supervisão do Dr Eugene Rubingh, da International Bible Society. Foi um piedoso servo do Senhor, por décadas missionário na África”, pontuou.

No Brasil, a iniciativa foi viabilizada por outro respeitado acadêmico: “O pai do projeto em português foi o saudoso Dr Russell Shedd. Nossa comissão era formada por presbiterianos, batistas, luteranos, pentecostais, independentes e menonitas. Era composta de brasileiros, europeus e americanos. Tinha diversidade denominacional, teológica e de área de especialização”, descreveu Sayão.

“O projeto teve total liberdade de tradução. Toda a comissão afirmava sua plena confiança na autoridade e inspiração da Bíblia. A experiência foi extraordinária. No caso do novo projeto (2023), não houve participação da primeira comissão da NVI. É distinto. Não temos como dar qualquer informação sobre o perfil do novo texto”, lamentou.

Responsabilidade

Sayão foi enfático ao dizer que já se despediu da NVI em termos de trabalho: “Foram dez anos de dedicação. Traduzir a Bíblia: imensa responsabilidade. Com muito temor e tremor, tive a oportunidade de coordenar aquela equipe de vários tradutores do Brasil, Europa e EUA, com total respeito e plena afirmação da autoridade das Escrituras”.

Apesar da clara contrariedade com o projeto da NVI 2023, Sayão expressou satisfação pelo trabalho realizado nas primeiras versões da tradução: “Que desafio. Que resultado. Vendo hoje tantas pessoas abençoadas pela NVI, premiada em 2002, tenho o coração cheio de gratidão. Deus seja louvado para sempre”.

“Hoje vários tradutores já descansam no Senhor. O irmão Shedd foi quem deu origem ao projeto na época. Mais uma herança extraordinária que ele deixou para a glória de Deus. Meu desejo e oração é que Deus continue a abençoar a expansão da sua Palavra no Brasil e no mundo. Depois da NVI, Almeida 21, A Mensagem, Bíblia Brasileira de Estudo e Rota66, agradeço a Deus a oportunidade de auxiliar de algum modo a propagação da Palavra no Brasil e no mundo. Afinal, como bem disse Habacuque: E a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas enchem o mar (Hc 2.14)”, concluiu.

Miguel Soriani: escândalo mostra falhas da psicologia, diz Mocellin

Um psicoterapeuta católico que ganhou destaque nas redes sociais nos últimos anos está sendo acusado de assédio a mulheres que o procuraram para receber aconselhamento. Diante do escândalo, o pastor Rodrigo Mocellin aproveitou para pontuar que somente a mensagem do Evangelho pode curar dores da alma.

Miguel Soriani tem um curso voltado ao combate à pornografia e soma mais de 420 mil seguidores no Instagram. As acusações contra ele vieram de dois outros influenciadores, que expuseram queixas de usuárias da rede social que o procuraram para receber ajuda e terminaram sendo assediadas.

Geisiane Freitas, jornalista, e Gil Gabriel Outeiro, médico e escritor, publicaram prints de diálogos do psicoterapeuta com pacientes que o procuraram para receber aconselhamento e terminavam recebendo abordagens sexuais, como pedidos de “nudes”, por exemplo.

Como Miguel Soriani é uma figura de grande influência nos círculos católicos, tendo participado do podcast Conversa Paralela, da Brasil Paralelo, a repercussão foi imediata. O pastor Rodrigo Mocellin, que tem dedicado parte de sua atividade nas redes sociais para combater abusos cometidos por profissionais de psicologia, falou sobre o caso em um vídeo em seu canal no YouTube.

“Isso não é papo de gente decente. […] Cantadas diretas, coisa de ‘nudes’, e por aí vai. Cantadas bem explícitas mesmo, tanto é que ele já gravou uma live hoje de manhã [terça-feira, 01 de outubro] e confessou, mesmo porque não teria como não confessar já que as denúncias foram feitas mediante provas”, introduziu Mocellin.

O pastor afirmou que vê as alegações de Soriani de que “os anabolizantes é que causaram essa tara nele” como uma fuga da responsabilidade pelos próprios atos:

“Ele falou que está doente. E aí as coisas mudam, não é? Porque quem está doente precisa de misericórdia e tratamento, mas quem está em pecado precisa ser disciplinado e necessita de arrependimento. A simples mudança da palavra, ao invés de descrever como pecado, mas como doença, um problema de hormônio ou de anabolizante, muda tudo”, alertou Mocellin.

“Esse é um grande problema da psicologia/psiquiatria moderna. ‘Eu nunca sou o culpado’; ‘É a serotonina, é o lobo central, são os meus hormônios, é o meu cérebro, é o meu corpo’; ‘Eu não sou responsável’. E é óbvio que uma perspectiva dessa induz, é uma tendência a uma vida imoral”, acrescentou.

O caso, na perspectiva de Mocellin, serve para ilustrar que filosofias e ciências não podem oferecer a cura para as mazelas humanas: “O Evangelho, o verdadeiro cristianismo, é o único que pode nos ajudar a lidar com as nossas fraquezas. Nem entro no debate, aqui, se esse homem – o Miguel – é um canalha desde sempre ou alguém que começou bem e se desviou”, concluiu.

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Preguiça espiritual é inaceitável em cristãos, diz Piper sobre Rm 12

A preguiça espiritual é um termo usado para se referir à postura indiferente de muitos cristãos sobre seu papel na expansão do Reino de Deus. Nesse contexto, o pastor John Piper compartilhou formas para combater essa postura.

Piper falou sobre como ele lida com a tentação da preguiça espiritual durante um episódio do podcast Ask Pastor John, e citou a Bíblia como guia e o famoso pregador Jonathan Edwards como referência.

Apresentando como base o texto de Romanos 12, onde o apóstolo Paulo escreve sobre o uso dos dons espirituais e descreve características: “Aquele que contribui, com generosidade; aquele que lidera, com zelo; aquele que pratica atos de misericórdia, com alegria”.

“A mente transformada […] realmente quer fazer a vontade de Deus. Está tudo dentro, 100%, com a vontade de Deus. Não é fazer a vontade de Deus pela metade. Se a vontade de Deus para você é contribuir, faça-o generosamente”, disse Piper.

“Se a vontade de Deus para você é liderar, lidere zelosamente. Se a vontade de Deus para você é ter misericórdia, mostre misericórdia, faça-a alegremente, não de má vontade”, acrescentou o pastor.

Piper observou que o texto demonstra que “o que arde no coração de Paulo, até onde posso ver, é que sirvamos ao Senhor de uma certa maneira — ou seja, que não sejamos letárgicos, indolentes, preguiçosos, indiferentes, indolentes ou mornos”.

“Se você nasceu passivo, como uma pessoa do tipo mancha de sofá, você não tem desculpas. Este não é um comentário sobre sua personalidade. Este é um comando para todos os cristãos. Seja qual for sua personalidade, faça com que ela funcione para você”, enfatizou.

Citando Jonathan Edwards, o pregador americano do século 18 que fez parte do Primeiro Grande Despertar – um importante reavivamento espiritual na América ainda no período como colônia britânica – e aos 19 anos quando escreveu 70 resoluções que ele queria cumprir ao longo de sua vida, sendo a sexta “viver com todas as minhas forças enquanto eu viver”.

“Toda vez que leio essa frase, meu coração se eleva com zelo e diz: ‘Sim, sim. Ó Deus, não me deixe desperdiçar minha vida com esforços mornos e sem entusiasmo para fazer qualquer coisa’. O foguete propulsor que envia o zelo por boas obras — na verdade, zelo por tudo o que fazemos — para a órbita, este foguete propulsor é: Cristo morreu por isso. Ele morreu por isso. Cristo se entregou na cruz para criar um povo com zelo — zelo por boas obras, zelo pela glória do Senhor”, finalizou, de acordo com o portal The Christian Post.

Processado por pregar contra agenda LGBT+, pastor pede ajuda

A pregação religiosa no Brasil atual está sob ameaça! Isso, porque, abordar alguns temas que contrariam os ensinamentos da Bíblia sagrada, por exemplo, no caso da agenda ideológica LGBT+, tem sido motivo de perseguição contra líderes cristãos, como é o caso do pastor Jack, líder da Igreja Vintage, do Rio Grande do Sul.

Por meio das redes sociais, o líder religioso disse estar “sofrendo pelo evangelho” de Jesus Cristo, uma vez que se tornou alvo de uma ação judicial pelo suposto crime de homotransfobia, o qual nem está tipificado no Código Penal brasileiro.

O pastor Jack pediu ajuda aos seguidores para conseguir custear os advogados que trabalham em sua defesa em face da Ação Penal nº 5107094-20.2024.8.21.0001. Os defensores já enviaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de liminar, solicitando o arquivamento da ação.

O pedido trata da “suspensão da ação penal referida nos termos do art. 989, II do CPC, face de decisão de recebimento de denúncia na Ação Penal nº 5107094 20.2024.8.21.0001, uma vez que, em tal decisão e consequente ação, afrontam e desrespeitam a decisão Plenária em controle concentrado de constitucionalidade deste Egrégio SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL na ADO nº 26”.

Isso porque, na petição, os advogados argumentam que o processo movido contra o pastor Jack desrespeita um entendimento do próprio STF, que na Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 26, deixou claro que o crime de homotransfobia não envolve a liberdade de pregação religiosa.

“A repressão penal à prática da homotransfobia não atinge, restringe ou limita o exercício da liberdade religiosa […], garantindo-se o direito de pregar e divulgar, livremente, por meio da palavra, da imagem ou de qualquer outro recurso, seus pensamentos e convicções, conforme estabelecido em seus livros e códigos sagrados, bem como o direito de ensinar segundo sua orientação doutrinária e/ou teológica, podendo buscar e conquistar fiéis, e realizar os atos de culto e liturgia”, diz um trecho da ADO, conforme o GospelMais já havia noticiado.

Pregação ampla

A liberdade religiosa, que inclui a pregação, significa o livre exercício de expor as suas crenças, não apenas durante cerimônias religiosas, mas em qualquer lugar, a exemplo das redes sociais.

No caso do pastor Jack, por exemplo, o processo movido contra ele teve como base três publicações feitas nas redes sociais, onde o mesmo chama o público LGBT+ ao arrependimento e apresenta a ideologia desse movimento como um pecado contra Deus.

Por tudo isso, também, o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) resolveu entrar com um pedido para entrar como amicus curiae na RCL 71.627 que tramita no STF, “para restabelecer em território nacional a autoridade da decisão da ADO 26 que excepciona a liberdade religiosa, de pregação e ensino religiosa das questões envolvendo crime de homotransfobia.”

O objetivo do grupo é proteger o direito de pregação com base na ressalva feita pelo próprio STF na ADO n° 26, o que inclui a manifestação do pastor Jack, bem como de qualquer cidadão brasileiro que queira manifestar o seu pensamento religioso quanto ao movimento LGBT+. Assista:

Caso Diddy: pastor aponta hipocrisia das estrelas de Hollywood

O pastor Rodrigo Mocellin gravou um vídeo para comentar o escândalo sexual envolvendo o rapper americano Sean Diddy Combs, também conhecido como Puff Daddy ou apenas P. Diddy, considerado uma das maiores estrelas da indústria da música pop nos EUA.

Diddy foi preso no dia 16 de setembro quando estava no hotel Park Hyatt, na rua 57, em Nova York, Estados Unidos, após a promotoria de Justiça apresentar contra ele 14 páginas de acusações envolvendo tráfico sexual, violência e sequestro.

De acordo com a acusação, por décadas Diddy “abusou, ameaçou e coagiu mulheres e outras pessoas ao seu redor para satisfazer seus desejos sexuais, proteger sua reputação e ocultar suas ações”.

Os crimes eram cometidos principalmente durante festas promovidas pelo rapper, chamadas de “freak-offs”, realizadas em suítes de luxo onde haviam drogas e coação para sexo forçado, segundo a acusação.

Diversas celebridades chegaram a participar dessas “festas”, sendo nomes como Jay-Z, Will Smith, Diana Ross, Leonardo DiCaprio, Owen Wilson, Vera Wang, Bruce Willis e Justin Bieber, segundo o G1. Não se sabe, contudo, o nível de participação ou conhecimento dessas figuras com relação às práticas ilegais.

Após o caso vir à tona, internautas levantaram a suspeita de que Justin Bieber, assim como Rihanna, teriam sido vítimas do rapper. “Quando não conseguia o que queria, era violento, (…) chutava e arrastava as vítimas, às vezes pelos cabelos”, diz a promotoria.

Hipocrisia moral

O pastor Rodrigo Mocellin, por sua vez, colocou em xeque a influência exercida pelas celebridades de Hollywood no mundo, dizendo que por trás dos discursos progressistas, liberais e feministas se esconde a depravação moral.

“Essa galera podre que escraviza criança para obter prazer sexual… essa galera deve ser a sua referência de moralidade?”, pergunta o religioso.

Uma das seguidoras do pastor, no Instagram, lembrou que não por acaso o filme Som da Liberdade, que trata do tráfico infantil, foi tão combatido nas mídias.

Assista:

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Professor demitido por não aceitar a ideologia 'trans' tem vitória

A tentativa de violação da liberdade religiosa de um professor cristão chamado Peter Vlaming não deu certo. Felizmente, após uma batalha judicial que foi parar na Suprema Corte do estado da Virgínia, Estados Unidos, o docente saiu vitorioso, tendo agora o direito de receber uma indenização de mais de meio milhão de dólares (mais de R$ 3 milhões de reais).

Conforme o GospelMais havia noticiado em 2022, tudo começou quando Vlaming se recusou a chamar uma aluna “trans”, biologicamente feminina, por um pronome masculino. À época, o professor disse que isto iria de encontro à sua consciência e seus valores, pois implicaria em mentir.

“Eu adorava ensinar francês e graciosamente tentei acomodar todos os alunos da minha classe, mas não podia dizer algo que violasse diretamente minha consciência”, disse ele à CBN News.

Como resultado, o docente foi demitido da escola onde atuara por quase dez anos. Para Vlaming, tudo porque seus valores entraram “numa rota de colisão com os administradores escolares” que queriam, a todo custo, impor aos funcionários “apenas uma perspectiva sobre a identidade de género”.

Vitória esmagadora

O caso foi parar na Justiça americana e o professor foi defendido pelo escritório advocatício Alliance Defending Freedom (ADF), que apresentou como fundamento o direito do professor de não concordar com algo que fosse de encontro à sua fé, incluindo, obviamente, o seu próprio conhecimento científico.

Em seu voto, representado pela maioria do Tribunal, o juiz D. Arthur Kelsey concordou que a divergência de pensamento não pode ser tolhida em prol de alguns, sendo essa a a base de uma sociedade livre e democrática.

O magistrado frisou que a decisão da Corte buscou “proteger a diversidade de pensamento, diversidade de discurso, diversidade de religião e diversidade de opiniões”, ressaltando que “nenhum governo comprometido com esses princípios pode legalmente coagir seus cidadãos a prometer lealdade verbal a visões ideológicas que violam suas crenças religiosas sinceramente mantidas”.

Feliz com sua vitória e com a indenização por danos morais e custos advocatícios, o professor cristão agradeceu o apoio recebido, dizendo esperar que o seu caso sirva de exemplo para futuras ocorrências.

“Estou muito grato pelo trabalho dos meus advogados na Alliance Defending Freedom para trazer o meu caso à vitória, e espero que ajude a proteger todos os outros professores e os direitos fundamentais da Primeira Emenda do professor”, concluiu.

Ataque do Irã a Israel: especialista fala em ‘guerra espiritual’

No mundo da geopolítica, o ataque do Irã a Israel realizado no último dia primeiro pode ser apenas mais um capítulo do conflito regional de muçulmano contra judeus, mas para quem analisa este cenário a partir da perspectiva bíblica, podemos estar diante dos desdobramentos de uma guerra espiritual que envolve toda a humanidade.

Esta é a opinião do hebraísta cristão Getúlio Cidade, que fez algumas pontuações sobre o tema para justificar a sua visão. A primeira delas diz respeito ao momento em que o ataque do Irã a Israel aconteceu.

Segundo o especialista, os mísseis balísticos foram lançados sobre o território israelense no último dia do ano civil judaico, 29 de Elul, véspera do Rosh Hashaná, que é o Ano Novo no calendário judeu, diferentemente dos cristãos.

Para o hebraísta, outro ponto que chama atenção é a correlação com um fenômeno astronômico. “O que torna essa situação mais auspiciosa é o eclipse anular do sol que ocorre hoje (2 de outubro de 2024), exatamente ao pôr do sol em Israel, quando se inicia Rosh HaShaná”, disse ele.

Este seria mais um sinal profético porque, segundo o especialista, a Bíblia possui inúmeras referências associando eventos astronômicos ao agir de Deus, ou seja, aos desdobramentos do mundo espiritual.

Batalha espiritual?

Não por acaso, ao fazer seu pronunciamento logo após o ataque do Irã a Israel, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez referência à guerra entre a “luz” e as “trevas”, em aparente alusão ao mundo espiritual.

“Hoje, mais do que nunca, no mundo inteiro, as forças da luz devem se unir e agir em união contra o regime das trevas do aiatolá, que é a fonte do terror e da maldade na nossa região. Estes devem estar ao lado de Israel. A escolha nunca foi tão clara entre a prisão e a liberdade, entre a bênção e a maldição”, declarou Netanyahu.

Getúlio Cidade, por sua vez, lembrou que o ataque brutal do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023, o qual deixou 1.200 mortos, além de inúmeros feridos e 250 sequestrados, também se deu em um contexto de simbolismo profético.

“Em 14 de outubro de 2023, tivemos um eclipse anular que percorreu os Estados Unidos, a América Central e do Sul, incluindo toda a região norte do Brasil. O dia também não foi aleatório, mas ocorreu exatamente sete dias após o encerramento das Festas do Outono, em Tabernáculos, e do ataque vil do Hamas contra as comunidades do sul de Israel, dando início à guerra em Gaza que se arrasta até hoje”, disse ele ao Guiame.

Com isso, o especialista conclui que “a ocorrência de eclipses em datas que coincidem com as Festas do Senhor, ou próximas a elas, têm um histórico de eventos marcantes nas nações, muitos deles ligados a tragédias”, motivo pelo qual “por trás de tudo isso está o mais importante e invisível ao olho humano, que é a terrível guerra espiritual travada nos lugares celestiais.”