Kivitz diz que Jesus é para ‘todes’ e pastor Rodrigo Mocellin reage

O pastor Rodrigo Mocellin reagiu a mais uma declaração polêmica de Ed René Kivitz, líder religioso responsável pela Igreja Batista de Água Branca (IBAB), que em sua mensagem de Natal afirmou que Jesus veio para “todes”.

Kivitz, que foi expulso da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) por seu posicionamento de negar a inerrância e suficiência da Bíblia Sagrada, além de um posicionamento relativista em relação ao aborto, voltou a usar a chamada “linguagem neutra”.

“A Bíblia Sagrada diz que Jesus recebe o nome de Emanuel, que é Deus conosco. ‘Conosco’, quem? ‘Nós’, quem? É ‘Deus no meio de nós’. Deus ao nosso lado. Ao lado de quem? Ao lado do rico, do pobre, do preto, do branco, ao lado do masculino, do feminino, ao lado de todas, de todes”, diz Kivitz no vídeo compartilhado em suas redes sociais.

Meses atrás, o líder religioso da IBAB havia usado a expressão “bom dia pessoais” durante um sermão em que referiu-se a Deus como “mamãe do céu”, indicando que intensificaria a defesa de pautas progressistas em suas manifestações.

Mocellin reage

O pastor Rodrigo Mocellin, da Igreja Resgatar, de Guaratinguetá (SP), gravou um vídeo comentando a mais nova polêmica e afirmou que “Kivitz é uma metralhadora de heresias”.

“O homem é incansável na sua capacidade de falar absurdos!”, enfatizou, antes de iniciar uma reflexão sobre o impacto da fala do líder da IBAB.

De acordo com Mocellin, há uma tentativa de transformar o pecado em uma expressão humana, através de distorções da mensagem bíblica: “Estão pegando passagens bíblicas que fala sobre esse fato histórico de que, nas sociedades sempre houve exclusão, mas Cristo abraçou todo mundo. E isso é fato. Eles pegam isso e distorcem. O Evangelho, de fato, inclui a raça humana”.

“A Escritura é clara ao afirmar que Deus não faz acepção de pessoas, não importa a cor da pele, sexo – masculino ou feminino – e não importa a classe social, rico ou pobre. Não interessa”, ponderou Mocellin.

A mensagem do Evangelho, disse o pastor evidencia que Cristo veio para salvar pessoas de todas as origens: “Qualquer um que se aproximar de Cristo, e crer, será salvo. Eu sei que isso hoje possa parecer simples, mas isso é assombroso, pensando nas culturas ao longo da história. As sociedades sempre acharam que havia uma classe de pessoas que não poderia ser salva. Os judeus, por exemplo, criam que os gentios não poderiam ser salvos”, disse, citando o relato de Atos 22.21,22.

“Ao falar todes, o Kivitz não inclui todo tipo de pessoa, mas todo tipo de pecado. Todes é uma linguagem que visa identificar uma identidade, de um grupo que toma um comportamento pecaminoso e equipara-o à raça”, argumentou.

Mocellin chamou atenção para a sutileza da fala de Kivitz: “No Brasil, homofobia é crime enquadrado na lei do racismo. O que é raça? Um termo para determinar grupos étnicos. […] Assim, temos humanos, da raça branca ou negra, mas são apenas variações. Ambos são humanos. […] Desse modo, agora, um comportamento pecaminoso é retratado pelo homem moderno é retratado apenas como mais um jeito de ser humano. É um tipo de ser humano, seria uma ‘raça’. Assim como há brancos e negros, há gays e heteros. […] Se o homossexualismo é raça, eles estariam entre os salvos, como se vê João falando em Apocalipse 7.9 […] Mas, não: homossexualismo não é raça. É pecado”

A mensagem do Evangelho, disse o pastor, é que Cristo salva aqueles que se arrependem: “Não importa quão fundo tenhamos ido na lama do pecado, mas se dissermos ‘Senhor, tem misericórdia de mim, eu creio em Ti, estou no pecado, completamente perdido, mas o Senhor veio salvar o perdido, então encerre sua busca porque eu sou o perdido mas creio em Ti’, há Salvação”, concluiu Mocellin.

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'Espiritualizar' demais o namoro te faz ficar encalhado, diz autora

A casamenteira profissional cristã Jackie Dorman, especialista em relacionamentos, tem tratado com bom humor e equilíbrio teológico um assunto que é motivo de ressalvas em muitas igrejas, à vezes até de conflitos: a espiritualização excessiva do namoro!

O que Dorman fala sobre o assunto não é fruto do acaso, pois reflete a sua própria experiência profissional. De acordo com a especialista, o que tem afetado os cristãos da Geração Y, os nascidos entre os anos 1981 e 1996, é o ensino errado sobre pureza na relação.

Mas, quais seriam esses erros? Para Dorman, tudo o que vai além do natural e necessário em matéria de envolvimento emocional, o que significa até mesmo a restrição de não se envolver por achar isso pode ir de encontro aos “planos de Deus”.

Ela explica que, muitos desses cristãos, após anos de espera, se questionam:  “Onde está o cônjuge que me foi prometido por ter sido fiel a Deus?”. Ela cita como exemplo uma das suas clientes, uma mulher virgem de 40 anos, cujo primeiro encontro para um potencial namoro só ocorreu aos 29 anos.

“Ela passou a maior parte dos seus vinte anos à espera que o seu ‘esposo ordenado por Deus aparecesse, tal como lhe foi ensinado. No momento em que ela finalmente começou a namorar, ela se sentiu completamente perdida – sobrecarregada por todo o processo e convencida de que estava ‘muito atrás’ para recuperar o atraso”, contou Dorman.

O que isto significa?

Dorman explica que não se trata de vulgarizar o namoro, sair dos princípios bíblicos e partir para o liberalismo. Significa, isto sim, que a espiritualização excessiva dos relacionamentos acaba fazendo com que o cristão enxergue pecado onde não existe.

Como exemplo, ela diz que entre os solteiros cristãos, é normal e necessário a paquera, como troca de olhares, convites e iniciativas sadias para encontros. Por outro lado, não é normal “sentar e esperar”, achando que Deus fará cair o amor da sua vida em seu colo.

“As histórias que ouço todos os dias são exemplos de como a narrativa de ‘sentar e esperar’ da cultura da pureza deixou os solteiros despreparados para os relacionamentos modernos”, diz a casamenteira, segundo o The Christian Post.

Dorman, por fim, conclui dizendo que as igrejas e seus líderes devem tratar o namoro cristão como uma oportunidade de crescimento sadio, e não como brecha para o pecado. Em vez de criar mitos e regras rígidas demais, os pastores devem tratar com equilíbrio algo que faz parte do caminho para a construção familiar.

“As apostas são altas demais para ficar em silêncio. Os millennials [Geração Y] são a geração mais solteira da história, e muitos deles estão carregando as feridas relacionais da cultura da pureza”, alerta a especialista. Veja também:

Autora: cultura da pureza de ‘sentar e esperar’ o amor prometido pode lhe arruinar

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Edir Macedo processa a Netflix devido ao 'O Diabo no Tribunal'

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, ficou contrariado com a publicação do documentário “O Diabo no Tribunal” pela gigante do streaming Netflix, decidindo processar a plataforma devido ao suposto uso indevido da sua imagem.

Lançado em 2023, O Diabo no Tribunal pode ser considerado o relato de uma história de terror, motivo pelo qual é visto como tendo sido a inspiração para o lançamento do filme “Invocação do Mal 3”.

“Por meio de reconstituições e gravações caseiras, este documentário sombrio investiga a suposta possessão de um garoto e um subsequente assassinato brutal”, diz a sinopse do documentário.

O caso retratado pela Netflix é baseado em fatos reais e foi parar na Justiça dos Estados Unidos. Edir Macedo e seu genro, Renato Cardoso, no entanto, argumentam que a plataforma utilizou sem o consentimento de deles as suas imagens.

No processo movido contra a Netflix, eles afirmam que “as imagens pessoais foram incluídas no filme sem a devida autorização no âmbito de um entretenimento claramente sensacionalista e de temática perturbadora”.

Ao classificar o conteúdo de O Diabo no Tribunal, de fato, a plataforma de streaming o trata como sendo dos gêneros “sinistro, investigativo, crimes verídicos, julgamentos, britânicos, demônios, terror, documentário”.

O processo movido por Edir Macedo e seu genro pede a remoção do conteúdo do ar, mas também ponde que, em caso de impossibilidade, os rostos das pessoas ligadas à Universal do Reino de Deus sejam desfocados.

Lado da Netflix

A Netflix, por sua vez, argumentou que não praticou qualquer ilegalidade ao produzir o documentário O Diabo no Tribunal, afirmando que a produção trata-se de algo biográfico e informativo.

A empresa também afirma que não é possível identificar os rostos das pessoas ligadas à Igreja Universal, e que a produção não faz qualquer ligação da denominação com o crime ocorrido nos EUA, segundo O Antagonista.

'Espiritualizar' demais o namoro te faz ficar encalhado, diz autora

A casamenteira profissional cristã Jackie Dorman, especialista em relacionamentos, tem tratado com bom humor e equilíbrio teológico um assunto que é motivo de ressalvas em muitas igrejas, à vezes até de conflitos: a espiritualização excessiva do namoro!

O que Dorman fala sobre o assunto não é fruto do acaso, pois reflete a sua própria experiência profissional. De acordo com a especialista, o que tem afetado os cristãos da Geração Y, os nascidos entre os anos 1981 e 1996, é o ensino errado sobre pureza na relação.

Mas, quais seriam esses erros? Para Dorman, tudo o que vai além do natural e necessário em matéria de envolvimento emocional, o que significa até mesmo a restrição de não se envolver por achar isso pode ir de encontro aos “planos de Deus”.

Ela explica que, muitos desses cristãos, após anos de espera, se questionam:  “Onde está o cônjuge que me foi prometido por ter sido fiel a Deus?”. Ela cita como exemplo uma das suas clientes, uma mulher virgem de 40 anos, cujo primeiro encontro para um potencial namoro só ocorreu aos 29 anos.

“Ela passou a maior parte dos seus vinte anos à espera que o seu ‘esposo ordenado por Deus aparecesse, tal como lhe foi ensinado. No momento em que ela finalmente começou a namorar, ela se sentiu completamente perdida – sobrecarregada por todo o processo e convencida de que estava ‘muito atrás’ para recuperar o atraso”, contou Dorman.

O que isto significa?

Dorman explica que não se trata de vulgarizar o namoro, sair dos princípios bíblicos e partir para o liberalismo. Significa, isto sim, que a espiritualização excessiva dos relacionamentos acaba fazendo com que o cristão enxergue pecado onde não existe.

Como exemplo, ela diz que entre os solteiros cristãos, é normal e necessário a paquera, como troca de olhares, convites e iniciativas sadias para encontros. Por outro lado, não é normal “sentar e esperar”, achando que Deus fará cair o amor da sua vida em seu colo.

“As histórias que ouço todos os dias são exemplos de como a narrativa de ‘sentar e esperar’ da cultura da pureza deixou os solteiros despreparados para os relacionamentos modernos”, diz a casamenteira, segundo o The Christian Post.

Dorman, por fim, conclui dizendo que as igrejas e seus líderes devem tratar o namoro cristão como uma oportunidade de crescimento sadio, e não como brecha para o pecado. Em vez de criar mitos e regras rígidas demais, os pastores devem tratar com equilíbrio algo que faz parte do caminho para a construção familiar.

“As apostas são altas demais para ficar em silêncio. Os millennials [Geração Y] são a geração mais solteira da história, e muitos deles estão carregando as feridas relacionais da cultura da pureza”, alerta a especialista. Veja também:

Autora: cultura da pureza de ‘sentar e esperar’ o amor prometido pode lhe arruinar

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Edir Macedo processa a Netflix devido ao 'O Diabo no Tribunal'

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, ficou contrariado com a publicação do documentário “O Diabo no Tribunal” pela gigante do streaming Netflix, decidindo processar a plataforma devido ao suposto uso indevido da sua imagem.

Lançado em 2023, O Diabo no Tribunal pode ser considerado o relato de uma história de terror, motivo pelo qual é visto como tendo sido a inspiração para o lançamento do filme “Invocação do Mal 3”.

“Por meio de reconstituições e gravações caseiras, este documentário sombrio investiga a suposta possessão de um garoto e um subsequente assassinato brutal”, diz a sinopse do documentário.

O caso retratado pela Netflix é baseado em fatos reais e foi parar na Justiça dos Estados Unidos. Edir Macedo e seu genro, Renato Cardoso, no entanto, argumentam que a plataforma utilizou sem o consentimento de deles as suas imagens.

No processo movido contra a Netflix, eles afirmam que “as imagens pessoais foram incluídas no filme sem a devida autorização no âmbito de um entretenimento claramente sensacionalista e de temática perturbadora”.

Ao classificar o conteúdo de O Diabo no Tribunal, de fato, a plataforma de streaming o trata como sendo dos gêneros “sinistro, investigativo, crimes verídicos, julgamentos, britânicos, demônios, terror, documentário”.

O processo movido por Edir Macedo e seu genro pede a remoção do conteúdo do ar, mas também ponde que, em caso de impossibilidade, os rostos das pessoas ligadas à Universal do Reino de Deus sejam desfocados.

Lado da Netflix

A Netflix, por sua vez, argumentou que não praticou qualquer ilegalidade ao produzir o documentário O Diabo no Tribunal, afirmando que a produção trata-se de algo biográfico e informativo.

A empresa também afirma que não é possível identificar os rostos das pessoas ligadas à Igreja Universal, e que a produção não faz qualquer ligação da denominação com o crime ocorrido nos EUA, segundo O Antagonista.

Biden mantém pena de morte para assassino que matou 9 fiéis

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, optou por não comutar a pena de morte de Dylann Roof, condenado pelo assassinato de nove membros de uma igreja durante um estudo bíblico em 2015, bem como de outros dois indivíduos envolvidos em outros crimes.

Roof é o primeiro na história dos Estados Unidos a receber uma pena de morte por um crime de ódio federal. Na segunda-feira, 23 de dezembro, o governo anunciou a comutação das sentenças de morte de 37 presos federais, convertendo-as para prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

Biden reiterou sua posição de que os Estados Unidos deveriam interromper o uso da pena de morte em nível federal, com exceção de casos envolvendo terrorismo e assassinatos em massa motivados por ódio.

Roof, responsável pelo massacre na Igreja Metodista Episcopal Africana Emanuel em Charleston, Carolina do Sul, em junho de 2015, não foi incluído na lista de presos com sentenças comutadas. Durante o ataque, ele assassinou nove membros da igreja, numa tentativa de incitar uma guerra racial.

Além de Roof, Dzhokhar Tsarnaev, responsável pelo atentado à Maratona de Boston em 2013, e Robert Bowers, autor do ataque à Sinagoga Árvore da Vida, em Pittsburgh, em 2018, também permaneceram com suas sentenças de morte inalteradas, conforme informou a Associated Press.

Roof foi condenado em janeiro de 2017, após ser declarado culpado de 33 acusações de crimes de ódio federais, incluindo assassinato, obstrução religiosa e porte ilegal de armas. Durante o julgamento, o então procurador-assistente Nathan Williams declarou: “Ele deve ser responsabilizado por cada ação que tomou dentro daquela igreja. Por cada vida que ele tirou”.

Em agosto de 2021, um painel do Tribunal de Apelações dos EUA para o Quarto Circuito confirmou a sentença de morte de Roof, descrevendo seus atos como um massacre premeditado com a intenção de causar terror em larga escala.

A decisão do tribunal ressaltou a gravidade dos crimes, afirmando que “nenhum registro legal pode capturar todo o horror do que Roof fez” e que “seus crimes o qualificam para a pena mais severa que uma sociedade justa pode impor”.

De acordo com o The Chrisitan Post, a postura do governo em preservar as sentenças de morte nesses casos reflete um equilíbrio entre as opiniões de Biden sobre a pena de morte e a natureza extraordinária dos crimes cometidos.

Igrejas evangélicas se juntam para celebrar o Natal na Espanha

A cidade de Jerez de la Frontera, localizada na região da Andaluzia, sul da Espanha, foi palco da 11ª edição do evento “Natal Evangélico”, promovido pela Fraternidade de Pastores local. O objetivo do encontro foi levar a mensagem cristã do Natal para a comunidade.

Cerca de 1.200 pessoas participaram da celebração realizada no Teatro Villamarta, enquanto outras ficaram impossibilitadas de entrar devido à lotação, conforme informou a organização. Além de membros das igrejas evangélicas locais, o evento contou com a presença de autoridades políticas de Jerez.

Os organizadores expressaram entusiasmo, declarando: “Jerez dançou para o Senhor”, e acrescentaram: “Nós louvamos, adoramos, glorificamos e exaltamos o nome de Jesus”.

O programa incluiu momentos de adoração musical e a pregação da mensagem intitulada “Nosso Natal”, onde pastores locais compartilharam reflexões sobre o significado da celebração.

Entre os participantes estavam líderes evangélicos como Antonio Bonilla, presidente da Fraternidade de Pastores de Jerez, e José Manuel Marín, presidente do Conselho Evangélico da Andaluzia.

Durante o evento, foi apresentada a 3ª edição do “Prêmio Joseph Vielist”, uma iniciativa da Comunidade de Pastores de Jerez para reconhecer contribuições significativas ao movimento evangélico na Espanha.

O premiado deste ano foi Paco Echevarría, diretor e produtor do programa evangélico de televisão “Pan del Cielo”, transmitido há 25 anos aos domingos pela emissora pública Canal Sur TV.

O encontro destacou o compromisso das igrejas evangélicas de Jerez em promover valores cristãos e fortalecer laços comunitários, reafirmando sua presença ativa na sociedade local, segundo informações do Evangelical Focus.

Kenneth Copeland diz ter pacto com Deus para viver 120 anos

O televangelista Kenneth Copeland, de 88 anos, revelou recentemente que foi hospitalizado por 10 dias devido a uma ruptura de apêndice e passou por uma apendicectomia.

Durante uma reunião na Igreja Internacional Eagle Mountain, fundada por ele em 1986 em Newark, Texas, Copeland falou sobre sua recuperação e seus planos de vida.

Copeland, conhecido por sua pregação de prosperidade e vida luxuosa, contou que superou o episódio médico com fé e humor. Ele relatou momentos de descontração com a equipe médica para manter o ânimo elevado: “Um coração alegre faz bem como um remédio”, declarou, citando um versículo bíblico para enfatizar a importância de permanecer positivo em situações difíceis.

Ele também expressou confiança no sucesso do procedimento, afirmando que orou para que “espíritos ministradores” cuidassem do processo cirúrgico.

O televangelista compartilhou que tem um pacto com Deus para viver até 2056, alcançando 120 anos de idade. “Em 6 de dezembro de 2056, vejo todos vocês mais tarde”, afirmou, mencionando que sua “carroceria velha e desgastada de 88 anos foi melhorada”.

Copeland explicou que seu compromisso inclui não apenas a longevidade, mas também a preparação espiritual para os próximos anos, segundo informado pelo The Christian Post.

Previsões

Durante a reunião, Copeland revelou temas que tem planejado até 2029, incluindo previsões sobre eventos políticos e espirituais:

  • 2024: Um ano de vitória.
  • 2025: “A nação ganha vida”, com menos tempestades perigosas em comparação a anos anteriores, mas com maior oposição política nos EUA. Copeland observou que o “time adversário” lutará para proteger interesses partidários.
  • 2026: Chamado de “a grande correção”.
  • 2028: “Nós atravessamos o portão”.
  • 2029: “Todas as coisas serão divinas”.

Ele pediu aos fiéis que se preparem espiritualmente para cada ano, buscando a direção de Deus para suas vidas. “Cuide dos negócios espirituais e faça isso com um sorriso”, incentivou.

Reflexões

Copeland destacou a importância de viver de forma intencional, pedindo aos fiéis que façam “exames de meio de mandato” em suas próprias vidas. Ele sugeriu que todos avaliem se estão no lugar certo e tomando decisões alinhadas com seu propósito espiritual.

Kenneth Copeland encerrou com um chamado para os congregantes renovarem sua fé e se manterem vigilantes diante dos desafios futuros. Ele enfatizou a importância de planejar o futuro com oração e fé, destacando que decisões espirituais devem ser feitas com clareza e confiança em Deus.

Jovem deixa a umbanda: 'Deus retirou a venda dos meus olhos'

Apesar de nascer em um lar cristão, algumas pessoas parece se rebelar contra Deus, a fim de seguir os próprios pensamentos. Foi o que aconteceu com Amanda Micaele, que durante os anos de cegueira espiritual resolveu ingressar ingressar na umbanda, achando que através disso poderia obter poder e riqueza.

“Sempre ouvi a história de que existe Deus e existem os demônios. Para mim, o cristianismo não fazia muito sentido, então levei a vida que ‘dava na minha telha’”, disse ela por meio do Instagram.

A jovem contou que a partir disso, levou uma vida de pecados e vícios que lhe fizeram pensar que não teria mais como ser salva. Foi assim, então, que ela mergulhou ainda mais no pecado, recorrendo ao mundo da feitiçaria para alcançar prazeres materiais cada vez maiores.

“Eu paguei um valor e fiz o que eles pediram. Eu queria prosperidade e poder”, disse ela, se referindo à umbanda. O que Micaele não imaginava, contudo, era que a sua mãe estivesse atuando em prol da sua vida, clamando a Deus por meio das orações.

A jovem só conseguiu entender o que estava acontecendo quando os próprios feiticeiros reconheceram o poder de Deus através da vida da sua mãe. “Meses foram se passando e nada. Aquilo me deixou indignada e irada, liguei furiosa e [perguntei]: ‘Por que não está acontecendo?’”, lembrou ela.

“Amanda, realmente tem algo amarrando, e descobrimos que sua mãe está envolvida nisso, que ora por você, e não estamos conseguindo dar prosseguimento”, disseram eles para a jovem.

Transformação

Diante do que havia descoberto, inicialmente Micaele disse que ficou revoltada e chegou a confrontar a Deus, dizendo que não queria lhe escolher. A jovem, contudo, reviu o seu passado e percebeu que o seu caminho de morte poderia ser diferente, desde que reconhecesse os seus pecados.

“Era muito sofrimento envolvido, eu não estraguei só a minha vida, mas a vida de outros ao meu redor”, disse ela. “Deus retirou a venda dos meus olhos e eu consegui ver tudo, vi a minha vida no estado em que se encontrava, era o final da minha vida, e eu me arrependi”. Assista:

Ativista que conspirou contra centros pró-vida é condenada

A ativista Gabriella Oropesa, residente de Cooper City, na Flórida (EUA), foi condenada na última quinta-feira, 21 de dezembro, por sua participação em uma conspiração para intimidar e ameaçar funcionários de centros de gravidez pró-vida.

A decisão foi divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Oropesa estava envolvida em atos de vandalismo e ameaças realizadas em 2022, junto a outros conspiradores — Caleb Freestone, Amber Stewart-Smith e Annarella Rivera — que já haviam se declarado culpados anteriormente.

Os acusados foram processados com base na Lei de Liberdade de Acesso às Entradas de Clínicas (FACE Act), uma legislação federal controversa que protege o acesso a serviços de saúde reprodutiva, incluindo clínicas pró-vida.

Entre os ataques, destaca-se o vandalismo ocorrido em 26 de junho de 2022 em Winter Haven, onde frases ameaçadoras como “seu tempo acabou!” e “nós vamos atrás de vocês” foram pichadas.

Outro incidente notório aconteceu em 3 de julho de 2022, na clínica Heartbeat of Miami, em Hialeah, com mensagens como “Se os abortos não são seguros, você também não está”

Contexto dos Ataques

Os atos ocorreram em meio a uma onda de ataques contra igrejas e centros pró-vida, desencadeada pelo vazamento de um rascunho da decisão da Suprema Corte dos EUA, indicando a possibilidade de revogação de Roe v. Wade — decisão histórica de 1973 que legalizou o aborto em âmbito federal.

Em 24 de junho de 2022, a Suprema Corte derrubou oficialmente Roe v. Wade, intensificando protestos em várias partes do país.

Legislação

A Lei FACE, sancionada pelo então presidente Bill Clinton em 1994, foi criada para combater a violência contra provedores de serviços de aborto. Na época, Clinton declarou que a lei visava proteger cidadãos e profissionais de saúde contra ameaças e intimidações.

Por outro lado, críticos conservadores argumentam que a lei tem sido usada de forma desproporcional contra ativistas pró-vida. Em setembro de 2022, o deputado Chip Roy, do Texas, apresentou uma proposta para revogar a Lei FACE, acusando o governo Biden de utilizá-la como ferramenta de perseguição política contra opositores do aborto.

Sentença

Oropesa enfrenta até 10 anos de prisão. Sua sentença será determinada em 19 de março de 2025. O caso foi investigado pelo FBI, com o apoio de autoridades locais e estaduais, incluindo o Gabinete do Xerife do Condado de Polk.

A decisão ressalta os desafios legais e políticos em torno do tema, que permanece um dos mais polarizadores nos Estados Unidos, de acordo com o The Christian Post.