Inspetor escolar esquerdista é preso por estupro de vulnerável

A prisão de um inspetor escolar em São Paulo por estupro de vulnerável foi comentada pela vereadora Sonaira Fernandes (PL), missionária pentecostal, que tem dedicado sua carreira na política para combater a erotização infantil e os ataques ao modelo familiar bíblico.

O inspetor detido é Guilherme de Paula Petelincar, 29 anos, que trabalhava na Escola Estadual Professor João Boemer Jardim, no bairro Parque Tietê, zona norte de São Paulo. Ele foi preso por estupro de vulnerável, e a Polícia Civil também o acusa de armazenar pornografia infantil e aliciar meninos de 8 e 11 anos.

Nas redes sociais, usuários repercutiram fotos do inspetor, vestido com camiseta e boné do Partido dos Trabalhadores, expressando seu apoio ao governo Lula. Nesse ponto, Sonaira Fernandes associou a presença do militante de esquerda em um ambiente escolar, local onde a ideologia de gênero é mais propagada pelos partidos esquerdistas:

“A gente viu as fotos dele trajando o uniforme do PT, adesivos do Partido dos Trabalhadores. Vem sempre a revolta e a certeza de que nós estamos no caminho certo defendendo a família, defendendo as crianças, e dizendo que somos contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas”, declarou Sonaira.

A vereadora que disputa a reeleição para a Câmara Municipal de São Paulo deixou clara sua bandeira política: “Somos contra a intervenção de ideologias nefastas que odeiam a família, que querem sequestrar a infância das nossas crianças. Fica o alerta”.

De acordo com informações da revista Oeste, as investigações feitas pela Polícia Civil revelaram que o inspetor fez troca de mensagens, fotos e vídeos de conteúdo sexual com uma das vítimas, que é autista. Ele foi preso em flagrante e a Justiça converteu a detenção para preventiva, que não tem prazo delimitado.

Os investigadores descobriram que o inspetor levou uma de suas vítimas ao banheiro e a obrigou a apalpar seu órgão sexual. Ele trabalhava na escola havia quatro meses, cuidando dos alunos, mas foi demitido depois das denúncias.

Pastor Hueslen Santos morreu após queda do telhado dos Gideões

A trágica morte do pastor Hueslen Santos, 50 anos, abalou o meio pentecostal. Ele caiu de uma altura de 5 metros, teve traumatismo cranioencefálico (TCE) e não resistiu aos ferimentos.

Hueslen Santos era pastor da Assembleia de Deus Camboriú, foi presidente dos Gideões Missionários da Última Hora e atualmente exercia o cargo de coordenador do Sistema de Comunicação da entidade.

A família informou, através das redes sociais, que o corpo do pastor será velado no Pavilhão dos Gideões, mesmo local onde ocorreu o acidente. O culto fúnebre ocorrerá na próxima sexta-feira, 27 de setembro, às 16h00, com o sepultamento ocorrendo em seguida.

O acidente

Hueslen trabalhava na última quarta-feira na manutenção do telhado do Pavilhão dos Gideões, no lado interno, sobre um andaime. Ele caiu de aproximadamente 5 metros de altura e sofreu traumatismo cranioencefálico.

O pastor foi socorrido ao Hospital Municipal Ruth Cardoso, na cidade vizinha de Balneário Camboriú. Os socorristas informaram que no momento do atendimento da ocorrência, o pastor tinha um ferimento na cabeça e rebaixamento do nível de consciência.

Às 15h15 a morte do pastor foi confirmada pela prefeitura, que é responsável pelo Hospital, de acordo com informações do portal G1.

Em 2020, durante a pandemia de covid-19, o pastor foi infectado e publicou um vídeo emocionante falando sobre os sintomas que vinham enfrentando, como dificuldades para respirar e sofrendo com dores fortes no peito, pernas e costas.

Na ocasião, Hueslen Santos falou que a necessidade de ficar isolado e não poder abraçar a esposa e os filhos era uma das questões mais difíceis no enfrentamento da doença.

‘Bets’: Feliciano lamenta vício de beneficiários do Bolsa-Família

Um dado recente do Banco Central apontou que 5 milhões de beneficiários do principal programa assistencial do governo brasileiro estão usando parte do valor recebido todos os meses para apostar nas “bets”, casas de aposta online que dominaram o mercado.

Diante desse cenário, o pastor Marco Feliciano (PL-SP) relembrou sua antiga luta contra a legalização de jogos de aposta no Brasil: “Existe um ditado que diz ‘quem avisa amigo é’; e eu avisei que a liberação do jogo no Brasil seria um flagelo que atingiria grande parte da população. A profecia está se materializando”, escreveu o deputado federal.

Feliciano citou a “manifesta preocupação” do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, com o assunto: “Estão gastando parte do benefício concedido pelo governo com jogos, tirando parte importante da alimentação dos filhos para engordar casas de apostas”.

Nesse contexto de exploração da miséria, o pastor e deputado federal lembrou que o atual governante do país historicamente adotou postura favorável aos jogos, mas diante da atual crise das “bets”, tem feito discursos demagógicos:

“Lula, em entrevista no exterior, reclamou […] que as residências estão se transformando em cassinos com o simples uso de um aparelho celular. Isso é a extrema cara de pau de um líder que sempre apoiou a liberação dos jogos de azar com a sua sanha arrecadatória, que nunca usou a força de seu partido no Congresso para impedir aprovação de meios inglórios de pôr a mão no bolso, inclusive dos mais pobres”, protestou Feliciano.

O pastor finalizou seu artigo no Pleno News pontuando que a bancada evangélica lutou com “todas as forças para impedir a liberação do jogo, e agora nos resta lutar mais ainda para reverter esse quadro lamentável, que sangra as parcas economias do cidadão, vítima desse maldito vício”.

Pastor Tiago Mattes visita fronteira da Coreia do Norte

A realidade dos cristãos secretos da Coreia do Norte foi exposta aos participantes da Conferência de Lausanne, que este ano está sendo realizada na Coreia do Sul, com a presença de pastores e líderes cristãos de todo o mundo. O pastor Tiago Mattes, que participa do evento, visitou a fronteira e falou sobre o tema em um vídeo.

Mattes, que é também escritor – lançou os livros Jesus Não é Quem Você Pensa e Burnout –, lidera a Igreja Red, em Indaiatuba (SP) e foi um dos brasileiros convidados a participar da Conferência de Lausanne.

No Instagram, o pastor visitou a fronteira entre as duas Coreias e compartilhou sua emoção pela oportunidade de visitar o local: “Estou muito tocado, um momento muito especial, e eu queria compartilhar isso com vocês”.

“Estamos exatamente na fronteira entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte. Essa aqui é a chamada zona desmilitarizada, mas a Coreia do Sul e a Coreia do Norte estão em guerra. A Coreia do Norte é uma ditadura onde a fé cristã é proibida, o Evangelho é proibido”, introduziu o pastor.

Diante da realidade avessa ao cristianismo no país, Mattes falou sobre a dificuldade enfrentada pelos seguidores de Jesus: “Eles estimam que existem 300 mil cristãos que cultuam a Deus em igrejas subterrâneas. Imagina isso: todos os domingos, quando nós vamos à igreja, significa que existem 300 mil pessoas, cristãos, que estão arriscando a sua vida para poder ouvir a Palavra de Deus e poder louvar a Deus”.

“Isso tocou profundamente a minha vida, me trazendo essa lembrança do privilégio dessa liberdade que nós temos no Brasil, de cultuar a Deus. Por outro lado, também, pensar o preço que essas pessoas estão pagando por crerem em Cristo Jesus”, acrescentou o pastor.

Ao final, Tiago Mattes apontou uma janela de oportunidade: “Uma outra coisa que chamou muita atenção é que o único país que a Coreia do Norte dá abertura para fazer negócios, para a entrada de projetos no país são os brasileiros. Nós brasileiros temos a oportunidade de entrar nesse país para fazer negócios, para construir relacionamentos, de maneira intencional e poder compartilhar a maior mensagem do mundo”.

Pastor José Wellington ‘faz o M’ mas AD Belém nega apoiar Marçal

A Assembleia de Deus Ministério do Belém negou ter declarado apoio ao candidato Pablo Marçal (PRTB) nas eleições para a prefeitura da cidade de São Paulo. Nos stories de sua conta no Instagram, o ex-coach publicou vídeo com o pastor José Wellington “fazendo o M”.

O veterano líder do Ministério do Belém, pastor José Wellington Bezerra da Costa, recebeu Pablo Marçal em um dos cultos da sede da denominação na última terça-feira, 24 de setembro.

Na conversa entre eles, o ex-coach e empresário falou sobre a ligação de sua família com a denominação e recebeu uma oração dos pastores e membros da igreja presentes no culto.

José Wellington, presidente da AD Belém, chegou a comentar a campanha, dizendo que o “ilustre senhor” Pablo Marçal nunca mais receberá uma cadeirada, de acordo com o portal Exibir Gospel.

Ao final, Marçal usou os Stories no Instagram para anunciar que teria recebido o apoio do Ministério do Belém, que tem 500 mil membros na capital (incluindo a região metropolitana) espalhados em 2 mil igrejas.

“Hoje recebi o apoio do pastor presidente José Wellington Bezerra da Costa e de toda a igreja Assembleia de Deus – Ministério Belém”, publicou o candidato.

Entretanto, o filho do pastor-presidente, José Wellington Jr, negou que a igreja tivesse fechado apoio: “Nós apenas recebemos ele educadamente”, declarou o pastor na manhã desta quarta-feira, 25 de setembro, segundo informações do portal Metrópoles.

Expulsa por ‘semear discórdia’, fiel é impedida de entrar em igreja

Uma fiel que teceu severas críticas à direção da megaigreja Gateway Church foi expulsa do quadro de membros e foi impedida de entrar no templo por seguranças armados. A igreja vem atravessando uma crise após o antigo pastor presidente renunciar diante de acusações de abusos sexuais.

Robert Morris, pastor que dirigia a Gateway Church, renunciou ao cargo no dia 18 de junho após ser acusado por uma mulher de 54 anos chamada Cindy Clemishire de ter abusado sexualmente dela em 25 de dezembro de 1982, quando ela tinha apenas 12 anos.

Os crimes teriam se mantido por mais quatro anos e meio depois disso. Nessa época, Morris era um jovem ordenado ao ministério pastoral, mas ainda não havia fundado a Gateway Church.

A repercussão do caso levou a diversos desdobramentos, incluindo as críticas de uma fiel chamada Valentina Hansen, que atuava como voluntária na igreja e de tanto criticar a postura da liderança da igreja após a acusação ao pastor, terminou expulsa.

“Eu direi isto: em meus 47 anos de vida, nunca tive minha filiação à igreja revogada, dispensada, como eles queriam chamar. Nunca tive minhas oportunidades de voluntariado dispensadas”, desabafou Valentina.

Valentina usou as redes sociais para revelar que se reuniu, em 22 de agosto, com o presbítero Tra Willbanks e a pastora e Lorena Valle, líder de uma filial da megaigreja, além de outros líderes. No encontro, ela cobrou informações sobre as ações práticas no caso da mulher que acusa o antigo pastor de abuso.

Ela também acusou o presbítero Willbanks de mentir ao dizer que os advogados da Gateway Church estavam em contato com o advogado de Cindy, Boz Tchividjian, para indeniza-la pelo trauma vivido com o suposto abuso de Morris, além do tratamento inicial dispensado pela própria igreja à vítima.

Na mesma publicação, a fiel referiu ao presbítero como “enganoso e evasivo” quando foi questionado sobre as finanças da igreja, dizendo a ela que o caixa está em ordem, com o patrimônio preservado.

Expulsão

Após a fiel fazer acusações à direção da igreja, sua filiação de membro foi revogada, e o porta-voz da Gateway Church afirmou ao portal The Christian Post que a decisão foi tomada após a liderança tentar esclarecer suas preocupações, mas diante da postura “proativa” de Valentina contra a igreja, a situação se tornou insustentável.

“Antes de sua filiação ser revogada, a Sra. Hansen solicitou e recebeu uma reunião privada com uma pastora de uma filial e com um dos anciãos da Gateway para ouvir suas preocupações e esclarecer suas perguntas. Após essa reunião privada de várias horas, ela escolheu não acreditar nas respostas precisas e factuais que recebeu da pastora do campus e do ancião”, disse o porta-voz Lawrence Swicegood.

Após a desfiliação do quadro de membros, Valentina voltou às redes sociais acusando os anciãos de “fornecerem informações falsas”, e o porta-voz enfatizou que ela não tinha motivos para isso.

A desfiliação de Valentina se deu porque os anciãos concluíram que ela estava “semeando discórdia na igreja”, que já vem enfrentando sérias dificuldades com a denúncia contra o fundador.

“Nunca fui contatada ou abordada por nenhum membro do presbitério sobre essas preocupações. Não recebi nenhuma advertência, nenhum aconselhamento e nenhuma orientação sobre como resolver quaisquer problemas percebidos. Isso está em contradição direta com os princípios delineados em Tito 3:10, que enfatiza a importância de abordar o comportamento divisivo por meio de conversas diretas e advertências”, defendeu-se Valentina.

No dia seguinte após ser comunicada que havia sido expulsa, Valentina gravou sua tentativa de entrar na igreja para conversar com os anciãos, quando foi barrada por seguranças armados, sob o olhar de policiais que estavam no local monitorando a situação.

Samuel Ferreira oferece povo a Nunes e recebe crítica: ‘Aberração’

Durante uma visita do prefeito Ricardo Nunes à AD Brás, o bispo Samuel Ferreira externou seu apoio ao candidato à reeleição e declarou que os membros da igreja seguiriam seu posicionamento: “Esse povo é seu”.

“Esta igreja é sua, esse povo é seu”, disse o líder da AD Brás, uma das principais igrejas do Ministério de Madureira. O vídeo com a declaração do bispo Samuel Ferreira vem circulando em páginas ligadas a fiéis das Assembleias de Deus, com opiniões favoráveis e contrárias.

Ricardo Nunes (MDB) concorre à reeleição contra Guilherme Boulos (PSOL), Pablo Marçal (PSTU), José Luiz Datena (PSDB) e Tábata Amaral (PSB), dentre outros candidatos.

O mandato de Nunes, que é católico, sofreu críticas por seu posicionamento flexível com pautas da militância progressista. Mesmo assim, pesquisas apontam que o candidato à reeleição está entre os preferidos do público evangélico, ao lado de Marçal.

O pastor Renato Vargens não escondeu sua reprovação diante da cena protagonizada por Ferreira: “Que aberração é essa? Onde já se viu tratar do povo de Deus desta forma? O que ele quis dizer desse povo ser ‘seu?’”, questionou.

“Por acaso pode a igreja ser manipulada por ideais políticos? Pode, porventura, um pastor agir desta forma maculando o culto público? Meus irmãos, isso está errado e não coaduna com aquilo que a Palavra de Deus ensina”, protestou Vargens.

Filmes de terror levaram evangelista a batalha espiritual

O gosto por filmes de terror se tornou uma vulnerabilidade na vida de uma mulher, que passou a ser oprimida espiritualmente até que fosse liberta por Jesus Cristo. Hoje, ela atua como evangelista contando seu testemunho.

Alicia Morton cresceu em um lar cristão e costumava frequentar a igreja com a família durante a infância: “Sempre estive muito envolvida na igreja, no ministério de louvor e fazia cultos. Sinto que sempre tive Jesus em meu coração. Mas, eu costumava assistir a filmes de terror. Eu ficava arrepiada com eles e achava isso empolgante”, contou.

Em entrevista ao Deliverance Down Under, no YouTube, Alicia revelou que a adrenalina dos filmes de terror se tornaram uma espécie de hábito, mas um dia ela se deu conta que isso a estava afetando espiritualmente:

“Um filme em particular tinha uma cena bem demoníaca em que havia um sacrifício humano e imediatamente, eu desliguei a TV. Mas, já era tarde demais: algo havia entrado em mim, eu senti fisicamente uma presença entrar em mim”, relembrou ela.

Após esse dia, Alicia passou a enfrentar pesadelos, crises de ansiedade e pânico durante a noite. Seu marido, Matthew, que se mantinha firme na fé em Cristo, passou a interceder por ela: “Meu marido fez uma oração de libertação comigo. Nós expulsamos os espíritos e aquele espírito de medo que entrou em mim. Louvado seja Deus por isso”.

Transformação

Segundo a canadense, desde então ela nunca mais assistiu a nenhum filme de terror e também abandonou a fofoca: “Eu não sabia que havia um espírito maligno por trás da fofoca. Então, Deus me convenceu de que havia outras coisas das quais eu precisava ser liberta”.

“Um dia, o Espírito Santo veio sobre mim, me convenceu dos meus pecados e eu comecei a me arrepender”, enfatizou Alicia.

Hoje, ela atua no evangelismo ao lado do marido, viajando pelo mundo para anunciar a mensagem do Evangelho com o ministério “Chaves para o Reino”: “Fazemos evangelismo, levamos salvação, cura, libertação, treinamento e equipamos igrejas. Somos apaixonados em ver o Reino dos Céus avançar e se manifestar na Terra”, disse Alicia.

“Eu e Matthew fomos chamados para libertar o povo de Deus e equipar a igreja para fazer libertação, para que haja um efeito cascata de pessoas curando, libertando e trazendo salvação para todos ao seu redor. Fazemos as igrejas renunciarem às mentiras, se arrepender dos pecados e quebrar acordos com o inimigo”.

“Eu vejo muitos milagres, tantas pessoas diariamente se entregando a Jesus e isso é tão emocionante, é o poder de Deus mudando vidas todos os dias. Eu sempre quis ser missionária e hoje estou fazendo isso. Deus viu meu coração e viu que eu realmente queria viver a minha vida para Ele. Então, Ele me abençoou e eu só agradeço por também ver a minha cura e transformação no processo”, finalizou Alicia Morton.

Assine o Canal

Troféu Gerando Salvação: Anderson Silva faz críticas ao evento

O pastor Anderson Silva voltou a criticar o mercado da música gospel e afirmou que o Troféu Gerando Salvação promove ostentação e ganância, além do que seria uma postura duvidosa dos responsáveis.

No Instagram, Anderson Silva publicou uma imagem do evento e afirmou que todo o contexto da edição mais recente mostra que a igreja evangélica brasileira estaria doente e com propósito diferente do que a Bíblia define:

“O Troféu Gerando Ostentação (Salvação) é o reflexo do adoecimento da Instituição Evangélica Brasileira, o festival de premiação reflete o quão os evangélicos atuais existem apenas para si mesmos: luxo, fama, celebração de si mesmo, desvio de objetivos, lucro, má teologia produzindo mais artistas do que ministros”, criticou o pastor.

Contundente, Anderson Silva acrescentou sua opinião sobre os envolvidos no Troféu Gerando Salvação: “O resultado de tudo isso: uma máquina gospel financeira produzindo ganância para que artistas e obreiros fraudulentos usem a Igreja para fazerem dinheiro fácil para usarem em seus pecados!”

“‘Cuidado com esses cães! Cuidado com esses charlatães! Cuidado com esses mutilados!’ Filipenses 3.2. Farei uma breve reflexão em vídeo… Me recordei da canção profética: Evangelho dos Fariseus. Maranata!”, finalizou o pastor, referindo à música composta e interpretada por Aymeê Rocha com severas críticas à igreja evangélica no Brasil.

Anderson Silva critica Troféu Gerando Salvação: ‘Ganância e fraude’
Publicação do pastor Anderson Silva no Instagram sobre o evento

Pastor defende cristãos na política: 'Aprendemos que era do diabo'

Durante um culto da Santa Ceia em João Pessoa, na Paraíba, o pastor José Carlos de Lima, presidente da União dos Ministros das Assembleias de Deus no Nordeste (UMADENE) e 2º vice Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), fez uma declaração em defesa da participação evangélica na política nacional.

A fala do pastor chamou atenção da comunidade assembleiana nas redes socais, que viu como uma mudança de visão do religioso no tocante à relação da Igreja com a política, algo que sempre foi tratado com muita reserva por parte dele.

Visto como um líder que não poupa palavras em defesa do evangelho, José Carlos de Lima fez distinção entre o fazer “política” e fazer “politicagem”, dando a entender que os cristãos precisam saber diferenciar os candidatos que, de fato, são honestos e desejam fazer um bom trabalho em prol da sociedade.

“Nós fomos ensinados que a política era do diabo”, disse ele, segundo o perfil Assembleianos de Valor. “Mas, não. Política é a arte de governar bem. Agora, politicagem é um inferno. Mas a política não. Eu não sou tão ignorante, eu conheço as coisas”.

Representatividade

Para o pastor José Carlos de Lima, a defesa das candidaturas evangélicas não tem a ver com a sobrevivência da Igreja, uma vez que isto depende unicamente do próprio Deus, mas sim com representatividade social.

Isto é, com o fato da Igreja não ficar de fora do debate público no tocante ao poder Legislativo, responsável por criar e promulgar as leis que regem a vida pública em diversos aspectos, incluindo o religioso.

“Nós vamos precisar dos irmãos e irmãs que se elegeram. Não é para defender a Igreja de Deus, porque quem defende a Igreja é o Senhor Jesus. Mas há necessidade de termos pessoas da nossa Igreja ocupando cargos eletivos”, conclui o pastor. Veja também:

‘Não traga ao púlpito’, diz pastor-presidente da AD sobre políticos

Assine o Canal