Pastor proíbe palmas em culto e divide opiniões: 'Glorificar a Deus'

A utilização das palmas é normalmente associada à expressão de alegria humana diante de algo, se tornando algo comum, também, nos cultos cristãos. Mas, para o pastor presidente da Igreja Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte, essa prática deve ser abolida no culto.

Foi o que disse o pastor Martim Alves da Silva em uma ministração, cujo trecho foi compartilhado nas redes sociais, se tornando rapidamente viral. No recorte da gravação, o líder religioso é enfático ao falar sobre o uso de palmas no culto:

“Pode parar de bater palmas”, disse ele, completando em seguida: “Palmas não, aqui nós estamos cultuando a Deus, aqui não é lugar de palmas não. Aqui é lugar de você glorificar a Deus”.

Reações

A fala do pastor Martim dividiu opiniões. Alguns seguidores do perfil Assembleianos de Valor, que compartilhou o trecho da gravação, criticaram a proibição do gesto no culto.

“Não pode bater palmas, não pode assistir Dorama, não pode ouvir Bênçãos que não tem fim, não pode cantar Jeová Jireh… É cada coisa agora! Misericórdia”, reagiu um internauta, se referindo à outra fala polêmica feita por um líder assembleiano – veja aqui.

Outra internauta lembrou ainda que a Bíblia, no Salmo 47, faz referência ao gesto em algumas traduções, como uma das expressões de louvor a Deus. “Batei palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo”, diz o versículo 1° deste capítulo.

Outros internautas, porém, argumentaram que a intenção do pastor Martim não foi proibir esse gesto como expressão de louvor, mas sim como forma de exaltar a figura humana, algo que tem sido alvo de preocupações por parte dos líderes críticos da teologia centrada no homem, e não em Deus.

“Eu super entendi a colocação dele, pois o povo sempre bate palmas após alguma oportunidade, dando a entender que é para homem”, comentou uma internauta. Assista:

Pastor morre após proteger esposa de ataque de pitbulls

Um pastor evangélico de 85 anos sacrificou a própria vida para salvar a sua esposa no estado de Indiana, Estados Unidos, ao perceber que ela estava sendo perseguida por dois cachorros da raça pitbull.

Betty Mundine foi perseguida pelos animais, quando William Mundine, seu marido, percebeu a situação e saiu de dentro da sua residência para lhe ajudar. Os cachorros atacaram o casal após já terem feito outros três ataques em menos de uma semana, na mesma região, segundo informações do canal 21 Alive News.

O pastor foi atacado pelos animais nos braços e pernas, recebendo inúmeras mordidas. Socorrido para um hospital, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito horas depois. “Digo que ele salvou a minha vida”, disse Betty.

“Meu avô saiu para tentar afastá-los, e dois pit bulls, eu acho, o atacaram”, disse a neta do religioso, Holly Watkins. O ataque ocorreu na última terça-feira no endereço 2300 Bloco de North Kenyon Street, perto da East 21st Street e da North Arlington Avenue.

A presença dos animais agressivos no local já era um problema da vizinhança. “Todos os dias, eles vêm  nos quintais das pessoas”, disse Watkins na terça-feira. “Como ontem à noite, estávamos no quintal — e eles correram em nós — e nós só tivemos que correr e esperar que eles saíssem.”

Vida para Deus

Segundo o Christian Post, o pastor William tinha um ministério pastoral de 50. Foram, portanto, cinco décadas de dedicação ao Reino de Deus. Ele atualmente liderava a Igreja Apostólica do Tabernáculo da Fé, em Indiana.

Após a morte do religioso, autoridades locais fizeram uma busca na região e conseguiram encontrar os animais. A filha de William, também disse que conseguiram encontrar os donos dos cachorros. “Vamos resolver esta situação”, disse ela.

Michelle após Lula dizer que crê em Deus: 'Até demônios creem'

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu a mais um comentário feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no tocante à fé. Em tom megalomaníaco, o chefe do Executivo se colocou religiosamente acima de todos os habitantes do planeta ao exaltar a sua trajetória de vida.

“Eu digo sempre que não tem ninguém na face da Terra que possa crer mais em Deus do que eu”, disse Lula na última terça-feira (30), durante a sua participação na Conferência Nacional de Educação (CONAE) de 2024, realizada em Brasília.

Ao defender sua fala, o petista lembrou do seu passado, contando histórias da sua memória com uma narrativa de apelo emocional:

“Eu tenho uma razão para crer em Deus. Saí de onde eu saí, de Caetés, Pernambuco, fugindo da fome em 1952, filho de uma mulher analfabeta que foi para São Paulo tentar salvar os filhos e, chegando lá, encontrou o marido casado com outra com outra penca de filhos”, declarou.

Crer não significa servir

Ao comentar a fala do petista, a responsável pela Secretaria da Mulher de São Paulo, Sonaira Fernandes, contestou a declaração de crença em Deus do presidente, afirmando que a mera crença não é o mesmo que servir a Deus.

A ex primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou a publicação de Sonaira em seus Stories e citou a passagem bíblica de Tiago 2:19, onde é dito o seguinte: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem, e estremecem”.

'Até demônios creem e tremem', diz Michelle após Lula afirmar que crê em Deus
Post de Sonaira Fernandes compartilhado por Michelle Bolsonaro. Foto: reprodução/redes sociais

A postagem de Michelle Bolsonaro reforçou a noção de que não basta se declarar crente em Deus – tendo em vista que até Satanás reconhece a existência do Senhor – mas seguir os princípios e valores da Bíblia Sagrada, algo que contraria o viés político-ideológico defendido por Lula e seus aliados.

Não por acaso o presidente da República, ainda na mesma ocasião da sua participação na conferencia do CONAE, também aproveitou para criticar as denúncias contra a presença de ideologia de gênero em materiais didáticos, um tema recorrente entre os evangélicos. Veja também:

Cenário ruim: avaliação negativa de Lula entre os evangélicos dispara, diz pesquisa

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Com guerras, 'relógio do juízo final' marca 90 segundos para o fim

A escalada de conflitos militares pelo mundo tem chamado atenção não apenas dos cristãos que acompanham os sinais dos últimos do “fim dos tempos”, conforme as profecias bíblicas, mas também dos cientistas que atualizam anualmente o “relógio do juízo final“.

Agora, no último dia 23, o “Bulletin of the Atomic Scientists” (Boletim dos Cientistas Atômicos) atualizou o relógio do juízo final para 90 segundos, sendo esse o tempo mais próximo do “fim do mundo” desde o início do projeto, mantido pela Universidade de Chigago.

Basicamente, o grupo de cientistas que atualizam o relógio fazem uma análise baseada nos riscos do planeta se envolver em uma catástrofe nuclear. Isso, obviamente, diz respeito aos conflitos entre nações como Estados Unidos e a Rússia, Coreia do Norte, China e seus respectivos aliados.

Com o ataque terrorista do Hamas contra Israel, no ano passado, e a consequente resposta dos judeus contra os radicais islâmicos e seus braços financiados pelo Irã, como o Hesbollah e a Resistência Islâmica, o Oriente Médio se vê novamente em um cenário de conflito capaz de afetar todo o planeta.

Somado a isso tem a guerra no Leste europeu, após a invasão russa na Ucrânia em fevereiro de 2022, desencadeando uma nova corrida armamentista entre os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), o que foi destacado pelo Boletim dos Cientistas Atômicos.

“A guerra na Ucrânia e a dependência generalizada e crescente de armas nucleares aumentam o risco de uma escalada nuclear. A China, a Rússia e os Estados Unidos estão gastando enormes somas para expandir ou modernizar os seus arsenais nucleares, aumentando o perigo constante de uma guerra nuclear por conta de erros ou falhas de cálculo”, diz o relatório.

Os cientistas, então, concluem: que “a humanidade enfrenta um nível de perigo sem precedentes”, fazendo um alerta para que os cidadãos de todo o mundo devam encarar “esta declaração como um aviso severo e responder com urgência, como se hoje fosse o momento mais perigoso da história moderna.”

Evangelista tem recuperação milagrosa após tiro na cabeça

O jovem evangelista Hans Schmidt, 26 anos, que foi baleado na cabeça enquanto pregava em uma avenida de sua cidade, já recebeu alta hospitalar e voltou aos cultos.

A esposa de Hans, Zulya, usou o Instagram para mostrar a recuperação “milagrosa” de seu marido: “Ele anda, fala e até toca bateria”, disse ela.

“Servimos a um Deus que faz milagres. […] Deus fez uma obra incrível na vida de Hans e, a cada dia, ele continua a melhorar. Por favor, continuem a orar por uma restauração completa”, escreveu a esposa do evangelista.

Antes de mostrar as fotos e vídeos de seu marido já na igreja, Zulya havia revelado no último mês de dezembro que seu marido estava fazendo “progressos impressionantes”, mas ainda não conseguia falar.

Em seu site, a igreja Victory Chapel First Phoenix sublinhou que as orações dos fiéis foram respondidas: “Estamos nos regozijando e agradecendo a Deus pelo milagre que vimos”.

“Hans recebeu alta do hospital e está em casa com sua família. Por favor, continuem a orar por esta família enquanto eles navegam no caminho da recuperação”, acrescentou o comunicado.

Hans Schmidt, um ex-médico militar, foi baleado na cabeça na noite de 15 de novembro de 2023, no cruzamento de duas importantes avenidas na cidade de Glendale, Arizona (EUA), enquanto fazia evangelismo na igreja antes de um culto de quarta-feira à noite.

“Ponto de entrada único na lateral da têmpora esquerda. A bala percorreu seu cérebro. […] Ninguém ouviu o tiro ou viu de onde veio”, escreveu o amigo da família Brad Currell em uma campanha GoFundMe que arrecadou mais de US$ 78 mil para custear as despesas médicas.

“Os detetives da polícia revisaram o vídeo do cruzamento. Ele inicialmente caiu, mas se levantou e estava andando e falando, mas sangrando. Ninguém percebeu o que aconteceu a princípio. Ele começou a ter convulsões e vômitos, e eles o levaram para o hospital”, acrescentou.

Na época em que Schmidt foi baleado, sua esposa disse que ele pregava nas ruas há cerca de um ano, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Bênção LGBT: papa diz que resistência vem de bispos africanos

O líder da Igreja Católica voltou a defender a decisão do Vaticano em permitir que padres ministrem a chamada bênção LGBT. Segundo o papa Francisco, a oposição à medida vem das lideranças africanas e de “pequenos grupos ideológicos”.

O papa minimizou as críticas à decisão do Vaticano, afirmando que mesmo na África a resistência seria mais cultural, uma vez que a homossexualidade geralmente não é tolerada, do que teológica.

Em entrevista ao jornal italiano La Stampa, Francisco desqualificou a oposição à sua abordagem revolucionária: “Aqueles que protestam veementemente pertencem a pequenos grupos ideológicos. Um caso especial são os africanos: para eles a homossexualidade é algo ‘ruim’ do ponto de vista cultural, eles não toleram isso”.

“Mas, em geral, confio que gradualmente todos serão tranquilizados pelo espírito da declaração ‘Fiducia Supplicans’ do Dicastério para a Doutrina da Fé: visa incluir, não dividir”, acrescentou, de acordo com informações do portal The Christian Post.

O papa reconheceu, porém, que a forte resistência dos bispos africanos – uma vez que existem duras sanções legais para as relações entre pessoas do mesmo sexo em alguns países africanos – exige que a decisão não resulte em imposições a quem discorda: “Devemos deixá-los em paz e seguir em frente… e olhar para frente”.

A postura adotada pelo líder católico parece implacável diante da oposição de alguns conservadores teológicos. Ele vem dizendo que não negociará diante do cisma que se coloca à sua frente, e já demonstrou isso com o despejo de um cardeal conservador que o criticava [veja aqui], além de demitir outro bispo, nos EUA.

Pai acusa Igreja Assembleia de Deus de negligenciar abuso sexual

A Igreja Assembleia de Deus dos Estados Unidos está tendo que lidar com um novo processo envolvendo casos de abuso sexual. Dessa vez, trata-se de um pai do Texas que acusa a denominação de negligência por não ter atuado como poderia para evitar que o criminoso Daniel Savala fizesse novas vítimas.

Daniel Savala, de 67 anos, é uma figura conhecida no meio assembleiano americano, pois atuou como uma liderança no ministério Chi Alpha, um projeto que visa evangelizar estudantes universitários, ligado à Assembleia de Deus. Ele foi preso no ano passado, após várias denúncias de abuso sexual.

Agora, o pai Stephen Holt abriu um novo processo contra a denominação, afirmando que o seu filho, então com 13 anos, foi vítima de vários abusos cometidos por lideranças do Chi Alpha, enquanto Savala ainda atuava no ministério.

De acordo com o processo, a denominação teria negligenciado o fato de que vítimas de Savala também teriam se tornado abusadores. Este seria o caso de Eli Stewart, tornado pastor da Mountain Valley Fellowship, o qual teria permitido a presença de Savala com menores, mesmo após a existência de graves acusações de abuso sexual contra ele, desde 2012.

Abusos

O filho de Holt teria sido submetido a situações de abuso sexual como a exibição e toques do órgão sexual de Savala, bem como de outros integrantes do Chi Alpha. O jovem também teria sido constrangido a tirar suas roupas e entrar, por exemplo, numa sauna com outros homens.

Caso o novo processo envolvendo o ministério ligado à Assembleia de Deus prospere, com as autoridades encontrando materialidade nas suas acusações, o escândalo que já afetou a imagem da denominação nos Estados Unidos poderá se agravar ainda mais.

O Chi Alpha é um ministério presente não apenas nos Estados Unidos, como também em outros países, segundo informações da Baptist News.

Lideranças da denominação, agora, cobram uma reação enérgica por parte da cúpula assembleiana, a fim de deixar claro que os envolvidos em crimes e condutas demoníacas sejam devem ser devidamente punidos pela Justiça, como também pela doutrina da igreja. Saiba mais, abaixo:

Prisão de pregador por abusos sexuais arrasta Assembleia de Deus para escândalo

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Líder da bancada evangélica tem o mandato cassado por Tribunal

O deputado federal Silas Câmara, que também é pastor evangélico e líder da bancada evangélica no Congresso Nacional, também conhecida como Frente Parlamentar Evangélica (FPE), teve o seu mandato cassado nesta quarta-feira por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM).

Câmara, que é do Republicamos, ao perder o seu mantado obtido com mais de 125 mil votos no Amazonas, faz com que o seu partido também perca a contagem de votos no quociente eleitoral, o que também derruba o mandato do deputado federal Adail Filho.

A cassação de Silas Câmara ocorreu por quatro votos a favor e dois contra no TRE do seu estado, em um processo que se deu em face à denúncia feita pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

De acordo com o órgão, a campanha do deputado federal teria cometido gastos irregulares em 2022, o que justificaria a sua cassação. A defesa do parlamentar, contudo, disse que vai recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE.

Isso porque, segundo os advogados de Câmara, o mesmo TRE que hoje forma maioria pela cassação do deputado, foi o que também aprovou as contas da sua campanha.

“A decisão foi formada por pequena maioria de votos e contrariou a posição anterior do próprio TRE-AM, que aprovou as contas do deputado”, diz a defesa do evangélico. “A confiança na reversão do julgamento é total e o deputado continuará no exercício pleno de suas responsabilidades enquanto aguarda a apreciação do caso em definitivo pela Justiça Eleitoral.”

Segundo informações do G1, enquanto o TSE não tomar uma decisão final sobre o recurso que a defesa de Câmara irá apresentar, o líder da bancada evangélica continuará exercendo as suas funções no Congresso Nacional.

Em seu sétimo mandato, Silas Câmara é um dos principais articuladores da bancada evangélica no Congresso, grupo que tem se constituído como um dos principais núcleos de resistência à agenda política do atual governo de esquerda.

Ex-Bruxa: 'Jesus me tirou da Nova Era. Ele é o maior amor'

Traumas infantis, abuso sexual e depressão marcaram a vida de Alyssa Leonne, prejudicando a sua compreensão sobre o amor de Deus, o que lhe fez mergulhar na Nova Era. Atualmente, a ex-bruxa compartilha o seu processo de mudança, testemunhando o quanto foi resgatada das trevas.

A Nova Era é uma expressão utilizada para fazer referência a um movimento que envolve diversas práticas místicas, formando assim o ocultismo moderno. Dentre elas está a Wicca, uma versão mais contemporânea da bruxaria.

Abusada ainda criança por um vizinho e depois por um homem com quem a sua mãe se casou, Leonne contou que os traumas lhe fizeram desacreditar no amor de Deus, apesar de ter sido criada na Igreja Católica.

“A amargura cresceu em meu coração e me perguntei se todos os homens da igreja estavam fazendo a mesma coisa. Minha amargura se direcionou para o próprio Deus. Pensei: ‘Deus não me ama’”, disse ela.

Luta espiritual

Já adulta e sem orientação correta, Alyssa Leonne passou a ter contato com a Nova Era, acreditando que os seus traumas e depressão poderiam ser curados através do misticismo. Ela, assim, adquiriu conhecimentos de bruxaria e se tornou uma bruxa moderna.

Mesmo servindo às trevas, a jovem bruxa chegou a ter a oportunidade de se voltar para Jesus, mas o seu contato com espíritos malignos prejudicava o seu discernimento.

“Eu não estava pronta para desistir do poder de ser uma bruxa. Acho que Jesus viu isso e sabia: ‘Vou ter que mostrar a ela o que ela está servindo como bruxa para que me veja’”, lembra ela.

Tudo mudou quando a jovem teve um episódio de manifestação espiritual, experimentando algo que para os adeptos da Nova Era é chamado erroneamente de “projeção astral”, mas que na realidade não passa da influência demoníaca sobre o corpo humano.

De acordo com seu testemunho, ela se viu “levitando a cerca de um metro e meio do meu corpo. Sou forçada, fora do meu corpo, a olhar para o lado e vejo meu filho sendo terrivelmente abusado. Não consigo desviar o olhar, não consigo fechar os olhos, não posso fazer nada, estou paralisada”, lembra a ex-bruxa.

Leonne contou que a sua luta espiritual com as forças demoníacas só foi vencida quando ela, com muito sacrifício, sob a sensação de não conseguir falar ou se mexer, conseguiu invocar o nome de Jesus Cristo. Após isso, ela resolveu retornar ao Evangelho, entregou sua vida a Deus e encontrou a paz de espírito que tanto sonhava.

“Jesus me tirou da Nova Era. Para mim, Jesus é o maior amor que podemos ter. Estou vivendo uma nova vida, sou um novo ser humano”, disse ela, hoje casada e mãe de duas crianças. Assista:

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Rei Davi será tema de série encomendada pelo Amazon Prime

A Amazon MGM Studios anunciou um acordo com o diretor Jon Erwin e seu estúdio, The Wonder Project, para gravar uma série sobre o rei Davi. O projeto poderá, inclusive, contar com a consultoria do criador de The Chosen, Dallas Jenkins.

Jon Erwin fundou o estúdio The Wonder Project ao lado de Kelly Merryman Hoogstraten, uma executiva que trabalhou para a Netflix e o YouTube. Atualmente, Dallas Jenkins é consultor do estúdio.

O anúncio da Amazon MGM Studios foi feito com a confirmação de que a série será exibida no Prime Video, serviço de streaming da empresa onde atualmente está sendo exibido o longa de sucesso Som da Liberdade.

Erwin, que dirigiu os filmes Jesus Revolution e Eu Só Posso Imaginar, estará à frente da série House of David (“Casa de Davi”, em tradução do inglês). Todo o roteiro será baseado no relato sobre o rei Davi no Antigo Testamento, desde o chamado até sua ascensão como rei de Israel.

De acordo com informações do portal The Christian Post, o comunicado diz que a série mostrará “o outrora poderoso rei Saul enquanto ele é vítima de seu próprio orgulho”, e acrescenta que “um profeta se prepara para derrubá-lo – ungindo o pastor exilado Davi como segundo rei”.

“À medida que a fúria de Saul aumenta, Davi enfrenta o amor, a violência e a política na corte do mesmo homem que está destinado a substituir. Dois reis. Um Reino. O resultado é a guerra”, descreve o comunicado.

O diretor expressou sua alegria com a parceria com o estúdio secular: “Com House of David sendo o primeiro projeto sob este novo acordo, estamos preparando o cenário para uma série de filmes e programas de TV atraentes e orientados por valores”.

“Este é um marco […] e estamos entusiasmados por trabalhar com uma empresa que entende e apoia a nossa missão e o nosso público de uma forma tão inovadora”, comemorou Erwin.