Cristãos se mobilizam para ajudar igreja que foi destruída pelo fogo

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma igreja situada na Holanda, construída em 1937. O local era utilizado para cultos, mas agora ficou reduzido às cinzas. Como reação, cristãos locais de outras denominações se mobilizaram para ajudar os membros afetados.

A igreja atingida pelo fogo foi a Regenboogkerk, situada na cidade de Epe, na província holandesa de Gelderland. A ocorrência foi no último dia  10. A denominação faz parte da Igreja Protestante da Holanda, sendo de linha reformada.

Após o início das chamas, o Corpo de Bombeiros foi acionado, mas o fogo avançou rapidamente, consumindo praticamente todo o templo. Os agentes de segurança não conseguiram evitar a destruição total do templo.

Felizmente, não haviam pessoas no local, restando apenas os danos materiais. Por meio das redes sociais, a igreja publicou uma foto onde bombeiros aparecem tentando controlar o fogo. “Por favor, junte-se a nós em oração”, dizia a postagem.

Mobilização

Com a destruição da igreja histórica, cristãos de outras denominações, incluindo pastores, se mobilizaram para acolher os membros da Regenboogkerk, que agora fazem seus cultos no Grote Kerk de Epe, um local também utilizado pelos reformados locais.

Até o momento não há informações sobre a causa do incêndio, ficando à cargo das autoridades locais a realização de uma investigação detalhada para que este triste episódio seja devidamente esclarecido.

Por meio do perfil da igreja no Facebook, seguidores da denominação lamentaram a destruição do templo. “Como neto do Reverendo Vrolijk, que lançou a primeira pedra, desejo muita força à congregação! Que pena que essa linda propriedade agora possa ser considerada perdida”, postou um internauta.

“Muita força e união, vocês são uma comunidade unida um para com o outro, isso dá algo de esperança e confiança neste dia triste de hoje. Estamos orando por todos os afetados hoje”, comentou outro seguidor. Confira:

Ex-homossexual: 'Vivia no pecado, mas não sabia que era pecado'

Uma jovem ex-homossexual resolveu compartilhar um pouco da sua jornada em busca do preenchimento do “vazio” que consumia a sua alma. Sem Deus, ela trilhou caminhos errados, vivendo no pecado, até finalmente encontrar a Jesus.

Selina é da Holanda e por muito tempo ela se manteve no engano, achando que poderia encontrar a felicidade e paz de espírito em coisas terrenas. A sua ilusão, porém, não foi suficiente para saciar a sua necessidade de encontrar a Deus.

“Eu tinha um relacionamento com uma mulher. Eu festejava e ia a clubes, ia a qualquer lugar para preencher esse vazio”, disse ela numa gravação publicada pelo Studio Christ Ministries, no Instagram.

Para a ex-homossexual, o estilo de vida que mantinha não era pecado. Ela acreditava que não estava fazendo nada contra Deus, apesar da Bíblia sagrada ser clara quanto às práticas sexuais que vão de encontro à vontade do Senhor.

“Eu vivia no pecado, mas não sabia que era pecado. Eu achava que estava vivendo da maneira certa, até o momento em que convidei Jesus para entrar no meu coração”, contou Selina.

Mudança

A transformação na vida da jovem ocorreu após ela fazer uma visita numa igreja, onde teve a oportunidade de ouvir a verdade do Evangelho. “Duas semanas depois, eu comecei a mudar meu nome de volta para Selina, porque Deus me fez mulher. Eu terminei com a minha namorada”, contou ela.

O vazio existencial que Selina tentou preencher com práticas pecaminosas foi definitivamente ocupado pela presença de Deus. Seus impulsos e pensamentos se voltaram para o Evangelho, e isso produziu nela a transformação de que tanto precisava.

“Jesus mudou minha vida, mudou tudo. Ele veio morar no meu coração”, disse ela, concluindo com uma mensagem: “A única coisa que posso dizer agora é: dê uma chance a Jesus, porque Jesus ama você também”.

'Deus se movendo': evangelismo de rua alcança 225 pessoas

Um ministério tem buscado fazer a diferença no dever de proclamar o Evangelho de Jesus Cristo. Através do evangelismo de rua, o Steiger Europe tem alcançado vidas, impactando a realidade espiritual na Inglaterra.

Diretor do ministério, Luke comentou sobre o contexto atual na Inglaterra, questionando o fato do país, atualmente, não estar sendo mais um celeiro de missionários e pregadores, como foi no passado.

“As igrejas pareciam rígidas, como se estivessem presas de alguma forma. Eu estava cansado de ir lá, falar e ver uma expressão vazia em troca, especialmente entre os jovens”, disse ele.

Diante deste cenário, o ministério resolveu investir na capacitação de evangelistas, a fim de iniciar uma campanha voltada para o evangelismo de rua. Os treinamentos foram realizados no templo de uma antiga igreja anglicana, onde cerca de 400 jovens se reuniram para aprender a falar de Deus.

Mover sobrenatural

De acordo com Luke, o engajamento foi tão bom que até quem não tinha relação com o treinamento teve curiosidade pelo que estava acontecendo na igreja.

“As pessoas estão acostumadas a igrejas serem museus – elas vão à igreja para olhar as lindas janelas antigas, mas desta vez a igreja estava cheia de jovens clamando a Deus. E as pessoas não podiam deixar de entrar, sentar e ouvir”, contou o evangelista.

O resultado do treinamento foi extraordinário. Capacitados, os jovens saíram para o evangelismo de rua, pregando o nome de Jesus Cristo em diversas partes do país. Segundo o ministério, 225 pessoas entregaram suas vidas a Deus.

“Estamos vendo um mover de Deus em Londres e em diferentes igrejas, não apenas relacionadas a Steiger e The Send. Deus está se movendo de uma maneira muito especial no Reino Unido agora e é emocionante fazer parte disso”, concluiu.

Assista, abaixo, um vídeo que mostra um grupo de jovens louvando a Deus durante o treinamento evangelístico:

Campo 18: a área onde cristãos são confinados na Coreia do Norte

Pesquisadores afirmam que imagens de satélite registradas pelo Google Earth mostram um campo de concentração na Coreia do Norte em plena atividade. O governo comunista afirma oficialmente há anos que a instalação, conhecida como “campo 18”, está desativada.

O Campo 18, também descrito como “Campo de Concentração de Bukchang”, é o local em que presos políticos, chamados “kwan-li-so” em coreano, cumprem sentenças longas, sob trabalho forçado.

Pesquisadores do Comitê de Direitos Humanos na Coreia do Norte estudaram as imagens capturadas pelo Google Earth, o software de geolocalização da empresa big tech, e concluíram que o campo de prisão está ativo, apesar das alegações de autoridades do país de ter encerrado as atividades há anos.

Além disso, o governo norte-coreano afirma que há imagens do Campo 18 que mostram demolição de algumas estruturas do local, o que seria a prova de que o espaço está desativado. Porém, as novas imagens deixam visível que novos prédios foram construídos no campo prisional e que muitas áreas foram expandidas.

Essa constatação corrobora relatos de cristãos norte-coreanos que fugiram do país e descrevem a situação de opressão vivida sob o regime comunista.

De acordo com informações da Missão Portas Abertas, os analistas ponderam que as imagens mostram pessoas trabalhando no local, mas não permitem determinar com certeza se são trabalhadores regulares ou presos sob regime de trabalho forçado.

Por outro lado, a quantidade de torres de vigilância, cercas de arame e perímetros murados, visíveis nas imagens de satélite, sugerem que não se trata de trabalho livre.

Doutrinação

De acordo com ex-presidiários, apenas uma pequena parte do Campo 18 era usada como “zonas revolucionalizantes”, ou seja, usadas para “reeducar” os detidos sob as doutrinas do regime autoritário norte-coreano. Alguns poucos dos que sobrevivem são libertos após algum tempo mediante a submissão aos líderes da Coreia do Norte.

A partir de relatos dos poucos prisioneiros que sobrevivem, a maioria das pessoas enviadas a esse campo de concentração não saem de lá com vida. “Os pesquisadores que analisaram as imagens de satélite do campo prisional encontraram uma região usada para enterrar os presos nas montanhas. Estima-se que havia 50 mil presos no local, mas é difícil calcular o número atual de detidos”, diz a nota da Missão Portas Abertas.

“É um fato que muitos cristãos norte-coreanos são enviados para campos de prisão ‘kwan-li-so’, ou seja, para prisioneiros políticos, pois são vistos como ameaças ao regime autoritário. Se o Campo 18 continua funcionando como um local de detenção de presos políticos, é provável que alguns dos detentos sejam cristãos norte-coreanos”, explica a entidade missionária.

As condições sub-humanas a que são submetidos os prisioneiros mostram a crueldade do regime instaurado pela dinastia Kim: “Os detentos são obrigados a trabalhos forçados durante 12 horas por dia e mal ingerem 500 calorias por dia, além de serem submetidos a abusos verbais e físicos. Assim, os presos são vítimas de violações graves dos direitos humanos e, em muitos casos, simplesmente porque creem em Jesus”.

“O Campo de Concentração de Bukchang tem minas e fábricas nas quais os detentos são obrigados a trabalhar em ambientes insalubres e, com frequência, em situações perigosas. O local tem um formato irregular e ocupa uma área de aproximadamente 71,5 quilômetros quadrados, onde há nove vilarejos oficiais e inúmeros vilarejos não registrados oficialmente pelo governo, onde provavelmente vivem os presos norte-coreanos”, finaliza a Portas Abertas.

Apollo Quiboloy: pastor se rende à Polícia após semanas foragido

O polêmico pastor Apollo Quiboloy que estava foragido há duas semanas, escondido na propriedade de quase 300 mil metros quadrados de sua igreja, se rendeu à Polícia para responder às acusações de abuso infantil e tráfico sexual de crianças.

O pastor Apollo Quiboloy, líder da igreja neopentecostal Reino de Jesus Cristo, se entregou às autoridades das Filipinas para responder às acusações que pesam contra ele. Seu advogado, Israelito Torreon, disse em um comunicado que o líder religioso se rendeu porque não aguentava mais o sofrimento dos fiéis nas dependências da igreja.

“Isto é para informar o povo filipino que o pastor Apollo C. Quiboloy decidiu se render ao PNP/AFP porque ele não quer que a violência ilegal continue a acontecer no Complexo KOJC e ele não suportou testemunhar nem mais um segundo do sofrimento que seu rebanho estava enfrentando por muitos dias”, disse Torreon.

Quiboloy, que enfrenta acusações de abuso infantil e tráfico de pessoas, que ele e seus seguidores negaram. Ele também está na lista dos mais procurados do FBI por acusações semelhantes nos Estados Unidos.

Uma denúncia do Departamento de Justiça dos EUA em 2021 acusa Quiboloy e dois de seus principais administradores de traficar mulheres e meninas jovens nos EUA que teriam sido coagidas a fazer sexo com ele sob ameaças de “condenação eterna”.

O controverso líder da megaigreja teria alegado que fazer sexo com ele era um “privilégio” e “vontade de Deus”.

Caçada humana

No final de agosto, cerca de dois mil policiais locais cercaram a propriedade da igreja Reino de Jesus Cristo para prender Quiboloy. Mas ele teria se escondido dentro de um bunker subterrâneo onde os investigadores não conseguiram localizá-lo.

Os agentes da Polícia descobriram uma elaborada rede de cômodos, incluindo vários quartos, em um porão de vários andares de sua mansão no complexo da igreja. Investigadores acreditam que essas são as instalações onde o pastor teria mantido mulheres em cárcere para serem abusadas.

O advogado do pastor, no entanto, alega que a investigação feita pela Polícia profanou o templo e agrediu fiéis. Por isso, Quiboloy decidiu se entregar: “Mesmo tendo o direito de aguardar o resultado dos recursos legais utilizados por seus advogados, ele decidiu fazer o sacrifício máximo e se entregar ao PNP e à AFP”.

Desde a prisão de Quiboloy, o presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr., disse aos repórteres que o líder religioso não receberá nenhum tratamento especial: “Não há tratamento especial. Nós o trataremos como qualquer outra pessoa presa e respeitaremos seus direitos”.

Marcos disse que, embora a equipe jurídica de Quiboloy tenha estabelecido condições para sua rendição, incluindo uma garantia de que ele não seria extraditado para os EUA para enfrentar acusações, eles não estão em condições de negociar os termos.

“Impor condições não é uma opção para alguém que é um fugitivo. É com algum alívio que posso dizer que esta fase da operação acabou. Agora deixaremos Quiboloy para o sistema judicial”, finalizou o presidente, segundo informações do portal The Christian Post.

1 Pedro 3.19: Teólogo N. T. Wright analisa polêmica passagem

O teólogo anglicano N. T. Wright ofereceu sua interpretação a respeito da passagem de 1 Pedro 3.19, que fala sobre a descida de Jesus ao inferno após sua morte na cruz, uma das passagens mais polêmicas em termos de interpretação do Novo Testamento.

Em um artigo publicado no portal Premier Christianity, N. T. Wright – um dos principais acadêmicos cristãos da atualidade – expôs sua explicação a respeito da passagem, pontuando que “a imagem de Jesus trazendo a presença divina às profundezas da angústia humana oferece uma reflexão poderosa sobre a extensão de seu amor sacrificial”.

Confira o artigo na íntegra:

Essa questão há muito tempo intriga teólogos e crentes. O conceito é mencionado no Credo dos Apóstolos, que afirma que Jesus “sofreu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morreu e foi sepultado; desceu aos mortos” (ênfase minha).

Os primeiros pais da Igreja discutiram uma descida ao Sheol ou Hades, o reino dos mortos. Algumas traduções do Credo interpretam isso como uma descida ao inferno, gerando debate entre várias tradições cristãs. Essa ideia deriva principalmente de 1 Pedro, que sugere o que pode ter ocorrido durante o período entre a morte e a ressurreição de Cristo.

1 Pedro 3.19 fala de Jesus pregando “aos espíritos aprisionados – àqueles que foram desobedientes há muito tempo, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé”, sugerindo que após sua crucificação, Jesus foi proclamar sua vitória a esses seres particularmente perversos em Gênesis 6.

Isso não é pregação no sentido de oferecer salvação, mas sim uma declaração de seu triunfo sobre o pecado e a morte. Similarmente, 1 Pedro 4.6 afirma: “Porque esta é a razão pela qual o evangelho foi pregado também aos que agora estão mortos, para que, sendo julgados segundo os padrões humanos quanto ao corpo, mas vivam segundo Deus quanto ao espírito.” À primeira vista, esta passagem pode parecer estranha, mas afirma uma proclamação mais ampla aos mortos, embora não esteja claro se isso se refere ao inferno.

Além disso, Lucas 23.43 registra Jesus prometendo ao ladrão arrependido: “Hoje você estará comigo no paraíso”, o que parece contradizer a noção de uma descida ao inferno. Isso destaca a complexidade de traduzir conceitos antigos como Sheol ou Hades para a linguagem contemporânea, onde as distinções entre “o lugar dos mortos” e “inferno” nem sempre são claras.

As implicações teológicas dessa descida foram extensivamente estudadas, com algumas interpretações vendo-a como o “angustiante do inferno”, onde Jesus liberta as almas dos justos. Isso é vividamente retratado em ícones ortodoxos gregos, onde Jesus é mostrado conduzindo Adão e Eva para fora do submundo, simbolizando sua vitória sobre a morte. No entanto, essa visão não é universalmente aceita, e eu mesmo não estou convencido de que seja isso que o Novo Testamento está dizendo. 

Muitos estudiosos continuaram a explorar o significado do Sábado Santo – o dia entre a Sexta-feira Santa e a Páscoa. Este período, e a questão do que deve ser dito sobre a atividade ou experiência de Jesus durante este tempo, representa um profundo mistério. Mas oferece, no entanto, uma oportunidade de contemplar a solidariedade de Jesus com o mais profundo sofrimento e alienação humana. 

Em última análise, enquanto as escrituras e a tradição fornecem várias perspectivas, a natureza precisa da descida de Cristo continua sendo um tópico de exploração teológica. Mas a imagem de Jesus trazendo a presença divina às profundezas da angústia humana oferece uma reflexão poderosa sobre a extensão de seu amor sacrificial.

Rodrigão agradece a Deus após remover tumor: ‘Segunda chance’

O ex-BBB Rodrigão está testemunhando o resultado positivo de uma cirurgia para a retirada de um tumor de 13 centímetros na glândula suprarrenal, que havia causado uma hemorragia e dores intensas: “Deus me deu uma segunda chance”.

Rodrigão e a esposa, Adriana, são cristãos e contam com milhões de seguidores nas redes sociais. No final de agosto, ele sentiu dores muito fortes em casa, em Orlando, na Flórida (EUA), e precisou ser internado para uma cirurgia de emergência para estancar uma hemorragia.

“No dia 22 eu levei as crianças na escola, fiz minha rotina normal, fui para a academia e quando estava terminando de fazer um treino senti um mal-estar, dor no estômago. Voltei para casa, Adriana estava no Brasil e comecei a me cuidar. A dor ia embora, voltava. Eu não conseguia entender, nunca tive dor nenhuma, não enjoo. Fiquei preocupado”, disse Rodrigão no vídeo compartilhado no Instagram.

O ex-BBB contou que rapidamente as situação se tornou insuportável: “Quando retornei para casa, ficou mais forte e assim que coloquei as crianças para dormir, a dor ficou insustentável, não conseguia fazer nada. Deitei no chão, suava, só vomitava e fui para o hospital. Já nos primeiros exames foi detectado um tumor, uma bola. Só queria resolver”.

Os exames realizados pelos médicos que o atenderam apontaram a causa das dores: uma massa de 13 centímetros havia causado o rompimento de vasos na região do fígado e dos rins. Uma incisão na região da virilha foi realizada para estancar a hemorragia no dia seguinte.

É muito grande para ser algo simples. Todos diziam que muito provavelmente era um câncer, tinha que cuidar disso. Eu permanecia firme e vi Deus em cada segundo”, desabafou.

O influenciador foi estabilizado e a cirurgia para remoção da massa detectada foi agendada para 30 de agosto. O procedimento foi realizado, com a remoção completa do tumor em uma das glândulas suprarrenais, e o material foi encaminhado para a biópsia, enquanto Rodrigão aguardava alta.

Doze dias depois da internação ele recebeu alta, no dia 03 de setembro: “Lembro de um momento muito forte, [quando] um ou dois dias antes da cirurgia, ele [médico] entrou no meu quarto e falou: ‘Nós vamos limpar, você vai se curar, Deus é bom’. E falou sobre a bondade de Deus também no dia seguinte”, contou o influenciador.

‘Segunda chance’

Rodrigão afirmou que a espera pelo resultado da biópsia foi angustiante, mas valeu a pena, pois quando teve consulta com o médico responsável pela cirurgia, recebeu uma boa notícia: “Já saiu [o resultado]. É benigno”.

“A gente comemorou muito, agradeceu muito a Deu por essa cura. Agora eu tenho um longo período de recuperação em casa, foi uma cirurgia muito grande, mas Deus me deu essa segunda chance e eu não vou desperdiçar nenhum segundo da minha vida. Só queria agradecer todas as mensagens de vocês, todas as orações de todos vocês, muito obrigado”, finalizou Rodrigão.

A esposa do influenciador, Adriana, também comentou a superação do desafio: “Não paramos de amar Jesus por nem 1 minuto! Sem resposta e com resposta! Sem milagre e com milagre!”, escreveu Adriana em um vídeo onde o casal aparece orando no hospital.

Pablo Marçal se compara ao rei Davi e desafia Malafaia a debater

O candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) desafiou o pastor Silas Malafaia para um debate após a polêmica ocorrida nas manifestações de 07 de setembro na Avenida Paulista.

Pablo Marçal foi impedido de subir no palanque por ter chegado após o encerramento do evento, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou pedindo o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas redes sociais, Pablo Marçal reclamou de ter sido impedido de subir ao palanque e o pastor Malafaia gravou um vídeo rebatendo o candidato: “Todos [os candidatos a prefeito] foram convidados. A imprensa passou dez dias perguntando a ele se ele ia. Pergunta se ele falou alguma coisa?”, disse o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).

“Ele usa com tanta força as redes sociais, porque não usou com força para convocar o 07 de setembro?”, questionou o pastor.

Em resposta, Pablo Marçal gravou um Stories se comparando ao Rei Davi e desafiando o pastor: “Vamos entrar aqui ao vivo. Você fala o que você quer e ouve o que você precisa, tá bom? Todo respeito ao que você construiu na religião, mas na política todas as coisas que você faz é fora da lógica. Já apoiou o Paes, já apoiou Lula, está caladinho por causa do Ramagem, para não queimar seu filme, né?”.

“Deixa aqui em São Paulo. Ninguém está precisando de você aqui em São Paulo não, Malafaia. Todo respeito ao que você construiu. Você sabe que eu gosto de você. Você é só um Eliabe na minha vida. Deixa o Davi em paz. Ou então atrapalha logo o tanto que você der conta, e deixa o rio fluir, tá bom?”, acrescentou o candidato, se comparando ao homem que a Bíblia descreve como “segundo o coração de Deus”.

A postura adotada para o desafio com o pastor foi a mesma que o candidato vem adotando em debates e entrevistas sobre as eleições: “Você está desafiado, vamos fazer uma live. Aí você me xinga. Ontem você não falou que eu tava mentindo, que ninguém me impediu. Eu provei. Ficou nervoso por quê? Eu não pedi para falar em microfone, só fui subir em respeito ao movimento. Infelizmente eu não consegui chegar no horário, eu estava em El Salvador. ‘Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o Seu propósito’. Um beijo, Eliabe”.

Pablo Marçal já havia se comparado ao rei Davi antes, quando disse que não atacaria Jair Bolsonaro por não ser a hora. Na afirmação, fez uma alegoria em que o ex-presidente seria Saul em vias de ser substituído por ele.

Assine o Canal

ONGs esquerdistas financiam cristãos progressistas, alerta pastor

A influência do cristianismo no mundo ocidental tornou a Europa e as Américas dois continentes com o alicerce moral muito superior ao registrado nas outras partes do planeta. Mas essa herança judaico-cristã está sob ataque, com parte dessa iniciativa sendo financiada por ONGs esquerdistas.

O tema foi abordado pelo pastor Franklin Ferreira em um artigo que aponta as áreas de influência dessas entidades, financiadas por bilionários que se posicionam abertamente contra a mensagem do Evangelho.

“Desde os primórdios do cristianismo até os dias atuais, sua influência positiva tem sido perceptível em diversas sociedades onde se difundiu. No entanto, é fundamental ressaltar que essa transformação é essencialmente guiada pelo Espírito Santo e enraizada nas Escrituras, não sendo pautada por agendas políticas ou ideológicas externas”, introduziu Franklin Ferreira.

Segundo o pastor e professor, “quando organizações internacionais com inclinações esquerdistas, como a Open Society Foundations ou a Ford Foundation, investem vultosas quantias em entidades que promovem uma visão progressista contrária aos valores cristãos, devemos ficar alarmados”.

“Essas organizações visam enfraquecer a influência pública do cristianismo no Brasil ao se oporem diretamente aos princípios cristãos e moldar a sociedade de acordo com ideologias globalistas”, explicou Ferreira no artigo publicado pela Gazeta do Povo.

Inimigos do cristianismo

Essas ONGs esquerdistas que despejam dinheiro em práticas e ideologias anticristãs querem, justamente, anular a influência que o cristianismo exerceu sobre o mundo ocidental: “O apoio ao aborto, à ideologia de gênero e à redução do encarceramento não são apenas temas políticos em debate – eles representam um ataque direto aos valores essenciais do cristianismo, como o respeito pela vida, a importância da família e os ensinamentos morais bíblicos”.

“O financiamento dessas pautas por organizações estrangeiras progressistas que não partilham dos princípios cristãos evidencia claramente uma estratégia para enfraquecer a influência da igreja na sociedade brasileira, corrompendo o tecido moral da nação”, acrescentou o pastor.

Ferreira vê semelhança entre o discurso da serpente no Éden e a prática das ONGs esquerdistas, que distorcem os fatos: “A estratégia utilizada pelos inimigos do cristianismo é a da guerra cognitiva, em que a verdade bíblica é distorcida e manipulada pelos esquerdistas para servir a uma agenda secularista e anticristã”.

“Essa rede de financiamento cruzado é extremamente eficiente em amplificar as vozes e agendas anticristãs. Por exemplo, o Fundo Brasil de Direitos Humanos, que atua como intermediário para doações de organizações como a Ford Foundation e a Open Society Foundations, é uma peça fundamental nesse quebra-cabeça”, apontou.

A atuação coordenada e sincronizada visa, segundo Ferreira, um discurso homogêneo, em todos os meios, para sufocar contestações: “Novas organizações progressistas, como a Luminate, fundada pelo bilionário Pierre Omidyar (é dele a First Look Media, grupo por trás do site Intercept), têm se juntado a esse esforço, injetando mais recursos em iniciativas que visam enfraquecer a influência cristã no Brasil. A Luminate, através de seu financiamento direto e indireto, apoia uma série de projetos que buscam redefinir o papel da religião na esfera pública, sempre com um viés secularista e progressista”.

“A igreja deve responder com resistência e firmeza na fé. Devemos fortalecer a nossa comunidade cristã, focando na doutrina bíblica, na oração e na comunhão dos santos. A igreja deve ser um refúgio de verdade e moralidade em um mundo que está cada vez mais se afastando de Deus”, concluiu o pastor Franklin Ferreira.

Cultos: quem vai semanalmente tem mais benefícios emocionais

Quem vai à igreja de vez em quando esperando ter benefícios emocionais duradouros precisa comparecer mais vezes aos cultos. Trocando em miúdos, essa é a conclusão de uma pesquisa realizada recente por estudiosos das ciências da religião.

O estudo, intitulado “Até Domingo? Efeitos de comparecer a um culto religioso específico de fim de semana no bem-estar emocional”, publicado no Journal for the Scientific Study of Religion, diz que os fiéis que frequentam cultos com regularidade aos finais de semana têm um aumento nas emoções positivas e uma redução nas negativas.

Os indivíduos que foram observados no estudo e que não frequentam a igreja regularmente, no entanto, não experimentaram nenhuma mudança em seu bem-estar emocional.

O estudo é baseado em dados coletados de 2.869 adultos dos Estados Unidos por meio de seus smartphones e destaca exatamente o que acontece na vida emocional dos frequentadores de igrejas depois que eles participam de um culto.

Os participantes do estudo foram convidados a preencher questionários diariamente ao longo de duas semanas para avaliar sua frequência em cultos.

De acordo com informações do portal The Christian Post, o autor principal do estudo é o professor de sociologia Blake Victor Kent, que explicou a metodologia: “A natureza diária da coleta de dados no SoulPulse nos permitiu fazer duas comparações realmente interessantes”.

“Primeiro, pudemos comparar aqueles que compareceram a um culto em um determinado fim de semana com aqueles que não compareceram. Segundo, pegando apenas aqueles que compareceram em um determinado fim de semana, fomos capazes de comparar aqueles que eram frequentadores regulares com aqueles que não compareciam regularmente”, acrescentou, em um comunicado.

A diferença das emoções foi “notável”, disse Kent: “Para experimentar um benefício emocional positivo ao ir à igreja, você não só precisa comparecer, mas comparecer regularmente. Isso provavelmente ocorre porque, para se beneficiar, você precisa estar familiarizado com as rotinas, o estilo de adoração e as pessoas com quem está adorando”.

“Se não, você simplesmente não consegue participar com o mesmo nível de familiaridade, e as conexões sociais simplesmente não existem. Portanto, há pouco ou nenhum impacto emocional”, finalizou.