Trump: Se Jesus contasse votos, venceria até entre esquerdistas

Depois de perder as eleições de 2020 questionando o resultado em alguns estados, com problemas admitidos em alguns condados, Donald Trump voltou a demonstrar desconfiança na apuração dos votos e afirmou que se a contagem fosse feita por alguém idôneo como Jesus, sairia vencedor até na Califórnia.

A Califórnia é o estado considerado maior reduto da ideologia de esquerda nos Estados Unidos. A mentalidade progressista é predominante, e durante a pandemia a aversão ao cristianismo foi evidenciada pelo tratamento dado às igrejas locais pelo governador Gavin Newsom, do Partido Democrata.

Em uma entrevista concedida recentemente, o ex-presidente Donald Trump voltou a dizer que considera sua vida um milagre após o atentado a tiro sofrido durante um comício em 13 de julho na cidade de Butler, Pensilvânia.

O entrevistador Phil McGraw abordou o assunto dizendo que os especialistas acreditam que “um tiro mortal era quase uma certeza, mas ainda assim você está aqui sentado”, e o candidato à Casa Branca respondeu: “A única coisa em que consigo pensar é que Deus ama nosso país e Ele acha que vamos trazer nosso país de volta […] Tem que ser Deus”.

Em outro ponto da entrevista, o candidato presidencial diz que não entende como perdeu na Califórnia em 2020, já que seus comícios lá estavam sempre lotados com eleitores engajados do Partido Republicano.

“Eu garanto que se Jesus viesse e fosse o contador de votos, eu venceria na Califórnia”, disse, acrescentando que esse havia sido apenas um exemplo de que “se tivéssemos um contador de votos honesto, um contador de votos realmente honesto”, ele venceria no estado, segundo informações do portal The Christian Post.

Selo raro de 2.700 anos encontrado por arqueólogos em Jerusalém

Arqueólogos no Parque Nacional da Cidade de Davi, em Jerusalém, descobriram um selo raro de pedra, com cerca de 2.700 anos, da época em que o rei Salomão encomendou e construiu o primeiro Templo.

O selo contém um nome inscrito em hebraico antigo e uma figura alada, possivelmente um monarca, descrito por alguns como um demônio e outros como um gênio. Em ambos os lados da figura há uma inscrição do nome do proprietário em hebraico antigo, lendo, “LeYehoʼezer ben Hoshʼayahu”.

Yuval Baruch e Navot Rom, responsáveis pela escavação da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) comentaram: “O selo, feito de pedra preta, é um dos mais belos já descobertos em escavações na antiga Jerusalém e é executado no mais alto nível artístico”.

O arqueólogo e assiriologista Dr. Filip Vukosavović, especialista da IAA, estudou o selo raro e declarou que “esta é uma descoberta extremamente incomum”, pois a figura nunca havia sido encontrada antes: “Esta é a primeira vez que um ‘gênio’ alado – uma figura mágica protetora – foi encontrado na arqueologia israelense e regional. Figuras de demônios alados são conhecidas na arte neoassíria dos séculos IX-VII a.C., e eram considerados um tipo de demônio protetor”.

Vukosavović acrescentou: “Parece que o objeto foi feito por um artesão local – um judeu, que produziu o amuleto a pedido do proprietário”.

Influências pagãs sobre Judá

O selo raro revela a forte influência do Império Assírio na cultura judaica daquela época, de acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

O objeto era “usado como um amuleto em volta do pescoço de um homem chamado Hoshʼayahu, que ocupava uma posição alta na administração do reino de Judá. Em virtude de sua autoridade e status, este Hoshʼayahu permitiu-se enobrecer e exibir um selo com uma figura inspiradora gravada nele – uma que incorpora um símbolo de autoridade”, explicou o Vukosavović.

Os cientistas do IAA notaram as conexões bíblicas com os nomes no selo. O nome Hoshayahu provavelmente pertencia ao dono original que passou o tesouro para seu filho, Yeho’ezer:

“A hipótese é que, após a morte de Hoshʼayahu, seu filho Yehoʼezer herdou o selo e, então, adicionou seu nome e o nome de seu pai em ambos os lados do demônio. Ele fez isso, talvez, para se apropriar diretamente das qualidades benéficas que ele acreditava que o talismã incorporava como um item mágico”, diz uma nota do IAA em um comunicado à imprensa.

“O nome Yehoʼezer nos é familiar pela Bíblia (Crônicas 12:7) em sua forma abreviada – Yoʼezer, um dos guerreiros do rei Davi”, acrescenta o documento.

Os nomes no amuleto também correspondem a um nome no Livro de Jeremias, citado no capítulo 43, versículo 2.

O ministro do Patrimônio de Israel, rabino Amichai Eliyahu, elogiou o trabalho: “A descoberta espetacular e única feita nas escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Cidade de Davi abre outra janela para nós sobre os dias do Reino de Judá durante o período do Primeiro Templo e atesta as conexões internacionais dessa administração”.

Eliyahu também pontuou que, a peça “demonstra a importância e centralidade de Jerusalém já há 2.700 anos” na região. “É impossível não se comover com um encontro tão direto e imediato com um capítulo do nosso passado, uma época em que o primeiro Templo estava em toda a sua glória”, finalizou.

Bruxaria e Nova Era aprisionaram jovem: ‘Estava morta por dentro’

A escritora Tailah Scroggins concedeu um testemunho afirmando que se sentia morta por dentro durante seus anos que viveu escrava da astrologia, bruxaria e Nova Era, mas após um encontro real com Jesus, tudo mudou.

Tailah hoje evangeliza através das redes sociais, além de continuar escrevendo, mas agora sobre a libertação pelo Evangelho. Ela concedeu uma entrevista e falou os detalhes de sua vida, como a infância em um lar cristão e seu tropeço no ocultismo.

Durante o Ensino Médio, Tailah conheceu a Nova Era quando alguém de confiança a apresentou à astrologia: “Eles tinham um livro grande, didático, de tudo sobre astrologia, e eles diziam ‘Isso descreve minha personalidade tão perfeitamente — olha o que isso diz sobre você’”, relembrou.

“Fui pega de surpresa, e lembro que pensava ‘mas como isso pode ser verdade? Se Deus criou todos nós e ele fez nossas personalidades, como um planeta pode ditar meu futuro ou ditar minha personalidade?’”, acrescentou.

Semente de engano

Segundo a ex-astróloga, dar ouvidos à astrologia foi a primeira “semente de engano” que o diabo plantou em sua vida, e sua perspectiva começou a mudar. Com sua amiga de família afirmando que Deus criou a astrologia como um sistema “que Ele colocou em ordem”, ela começou a trilhar um caminho perigoso.

“Eles me deram uma explicação que era totalmente falsa, mas eu não conhecia a palavra de Deus o suficiente. Eu sabia muito sobre Deus, mas não sabia… o que a Bíblia dizia sobre o ocultismo — sobre a escuridão, sobre a batalha. Eu só conhecia as coisas boas, então me tornei astróloga”, disse.

Ao longo dos 11 anos seguintes, Tailah moldou sua “visão de mundo” e “vida” a partir da astrologia, embora ainda visitasse alguns cultos e mantivesse certas ideias cristãs, o que a levou a “tanto engano e confusão” que já não sabia mais como se livrar do tormento das ideias ocultistas.

“É imaturidade espiritual”, ela disse sobre sua perspectiva na época. “Não confiamos no tempo de Deus, então sou jovem, tenho 18 anos nessa época, e estou furiosa — estou furiosa porque Deus não abriu a porta que eu queria que ele abrisse, e isso é apenas parte de ser um bebê cristão”.

Algemas

Essa confusão causada pela influência do ocultismo terminou em hábitos de abuso de álcool e festas de gosto duvidoso: “Quanto mais eu me rebelava e vivia nesse estilo de vida de festa, mais eu ansiava por astrologia, bruxaria, adivinhação e tudo isso. Era como se essa fome explodisse… era como um buraco negro… eu precisava consumi-la”.

Nesse rumo, a depressão se tornou uma realidade de maneira rápida, e agora ela convivia com pensamentos suicidas: “Era como se eu não tivesse razão para viver”.

Diante da situação de miséria existencial, outra amiga da família decidiu intervir e a abordou para falar francamente sobre qual seria seu destino se ela não mudasse de postura.

“Ela apenas olhou para mim um dia e disse: ‘Hoje é o dia da sua liberdade’, e eu disse: ‘OK, não sei o que isso significa, mas não tenho vontade de viver’”, contou Tailah.

“Eu não tinha tentado fazer nada ou tirar minha vida, mas eu estava morta por dentro. E então eu pensei: ‘Você pode orar e fazer o que quiser comigo porque não há outro lugar para onde eu possa ir. Eu já estou no fundo do poço’, e então ela orou por mim”.

Enfim, liberta

O clamor liderado pela amiga a impactaram profundamente, e ela sentiu como se Deus tivesse expulsado “todo espírito de morte e depressão”, levando-a a sentir que um “enorme peso fosse tirado de cima” de seus ombros.

“A depressão nunca mais voltou, os pensamentos suicidas nunca mais voltaram — nunca. Já faz mais de seis anos. Eu fui liberta”, testemunhou, acrescentando que foi “Deus me curou completamente, me libertou”.

Com o tempo, ela abandonou suas práticas ocultistas e voltou a Cristo, passando a alertar outros sobre os riscos e males que a prática de bruxaria, cartas de tarô, cristais e ocultismo podem levar.

“Fiquei triste, porque essa era a minha história”, ela disse ao lembrar de como a pandemia de covid-19 se tornou um período em que as pessoas se renderam a esse tipo de prática.

“Eu estava na Nova Era. Eu estava na falsa espiritualidade da bruxaria”, relembrou, explicando por quê decidiu pregar para livrar pessoas das algemas que a haviam escravizado: “Vou compartilhar meu testemunho, e vou expor a astrologia. Vou expor a Nova Era, vou expor tudo isso. E eu simplesmente comecei a contar às pessoas o que passei e do que Deus me salvou. E o que aconteceu na minha vida quando comecei a fazer essas práticas — e era tudo mal”, concluiu, de acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News)

‘A Forja’: Irmãos Kendrick virão ao Brasil para lançar o novo filme

Os pastores Alex e Stephen Kendrick, renomados cineastas dos filmes Quarto de Guerra, Mais Que Vencedores e Prova de Fogo, virão ao Brasil para promover o lançamento de seu mais recente trabalho, A Forja – O Poder da Transformação (The Forge).

O filme estreia nos cinemas brasileiros em 26 de setembro, e os diretores terão encontro com o público e a imprensa nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo:

“Fiquei muito encorajado pelo apoio entusiasmado da igreja brasileira quando Mais Que Vencedores foi lançado em 2019. Estou ansioso para me reconectar com nossos parceiros e amigos no Brasil com o lançamento de A Forja este ano. Os brasileiros são anfitriões incríveis”, declarou Alex Kendrick.

“Uma das minhas partes favoritas ao fazer um filme é ver como ele glorifica a Deus ao redor do mundo. Com o lançamento de A Forja no Brasil, quero me unir aos nossos irmãos enquanto eles proclamam o Evangelho para esta nação. Mal posso esperar para estar aí”, comentou Stephen Kendrick.

O poder da transformação

A Forja – O Poder da Transformação é um drama inspirador que segue a linha dos demais filmes da dupla, apresentando uma história de amor e esperança que motiva os espectadores a fortalecerem suas relações pessoais.

O filme narra a jornada de Isaías Wright, um jovem sem planos para o futuro que, após ser desafiado por sua mãe, descobre o propósito de Deus para sua vida. No elenco, destacam-se Cameron Arnett, Priscilla Shirer, Aspen Kennedy, Karen Abercrombie, T.C. Stallings, BJ Arnett, Ken Bevel, Benjamin Watson, Jonathan Evans, Jerry Shirer e Tommy Woodard.

A história de Isaías é transformada a partir do discipulado feito por um empresário, temente a Deus, e auxiliado por um grupo de homens que fizeram dos seus encontros semanais, mesas de comunhão, mentoria e crescimento.

A temática abordada no filme trata dos desafios encontrados por muitas famílias hoje em dia e que, certamente, vai servir de inspiração para novas escolhas guiadas pela fé em Deus.

O longa-metragem será distribuído nos cinemas brasileiros pela Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up e a Heaven Content, de acordo com informações da assessoria de imprensa.

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‘Esperar por milagres’ vale a pena, diz escritor curado de câncer

O escritor cristão Ryan Bomberger anunciou que seu câncer de próstata está em remissão, e aproveitou a boa notícia para encorajar pessoas em situações difíceis a perseverarem: ‘Vale a pena esperar por milagres’.

Conhecido por seu ativismo em defesa da vida desde a concepção, Ryan Bomberger usou as redes sociais recentemente para dizer que “ouviu as palavras” que mais esperava desde que se submeteu a uma cirurgia: “Você está em remissão”.

“Deus é tão bom”, testemunhou o escritor. “Você sabe que quando você está no meio não apenas da batalha física, mas da batalha espiritual, não gostamos de esperar, certo? Mas vale a pena esperar por milagres”, acrescentou no vídeo compartilhado no X.

Antes da cirurgia, mesmo enfrentando as incertezas de um diagnóstico de câncer de próstata, Bomberger não hesitou em dizer que se apoiava em sua fé: “Para qualquer um que esteja lidando com algo que sinta ser ‘impossível’ [e se pergunte] ‘como vou superar?’, deste lado do Céu, podemos não obter a cura física de que precisamos, mas, mesmo em nossas lutas físicas, geralmente há a cura espiritual e a revitalização espiritual de que precisamos — que eu precisava”, disse ele.

“Deus é tão bom, independentemente daquele milagre físico deste lado do Céu ou do outro lado do Céu. Deus ainda é muito bom, e Ele nos ama, e temos que aproveitar ao máximo o que nossas vidas são aqui. Aproveite ao máximo cada minuto”, declarou na ocasião do diagnóstico.

Em maio, ele escreveu um artigo e falou abertamente sobre seu diagnóstico de câncer de próstata em estágio 2, acompanhado de invasão paraneural, o que significava que o câncer poderia se espalhar para as áreas externas ao redor de sua próstata.

“Eu sei que Deus pode curar deste lado do Céu. Eu sei que Ele pode antecipar qualquer cirurgia (que é na semana que vem) com um milagre que confundiria os médicos, mas confirmaria Sua habilidade divina. Às vezes, não importa o grão de mostarda da fé, Ele escolhe diferente do clamor do nosso coração. Eu não entendo. Eu certamente não entendi quando perdi meu pai no auge da COVID. No entanto, durante toda a minha vida, vi como Deus trabalha maravilhosamente para transformar tragédias em triunfo”, publicou.

Durante todo esse período, Bomberger continuou viajando e cumprindo as agendas do ministério The Radiance Foundation, em que ele trabalha ao lado de sua esposa, Bethany Bomberger.

“Satanás adora trabalhar através do medo. Eu me recuso a ser controlado por ele. Se eu desistir, ele vence. […] Eu continuei a lutar contra questões que moldam a cultura na TV e em entrevistas de rádio. Eu continuei a falar corajosamente nas mídias sociais”, escreveu ele no artigo.

“Tenho muitos, muitos anos de luta dentro de mim. Meu trabalho por meio da Radiance Foundation continuará, tão apaixonadamente, mas de forma diferente, à medida que mudamos para criar mais conteúdo online e viajar menos. Mais importante, continuarei a ser o marido e pai de que minha família precisa”, enfatizou.

This morning, I heard the words from my surgeon that I’ve waited to hear for 3 months (since surgery): “You’re in remission!” 🙌🏽🎉🙏🏽 Psalm 103:1-5 #CancerFree #PraiseGod pic.twitter.com/R9lKsKT1fE

— Ryan Bomberger (@ryanbomberger) August 9, 2024

Mágico de rua se irrita com pregação de evangelista

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um mágico de rua irritado com a pregação de um evangelista que havia decidido anunciar a mensagem do Evangelho ao público que assistia sua performance.

A discussão registrada mostra o mágico profundamente irritado por algo que o pregador disse, mas não foi registrado no vídeo. Entre palavrões, ele xinga o evangelista de “babaca” e diz qual deveria ser sua postura:

“Você me chame e ore por mim, não venha me condenar não. Você lê a Bíblia eu também leio, seu babaca, seu otário”, diz o mágico. O caso teria ocorrido no centro de Maceió (AL).

Em resposta, o pregador diz “então venha aqui que oro por você”. Entretanto, o rapaz não demonstrou aceitar a resposta positiva à sua própria sugestão e voltou a xingar o evangelista, proferindo palavrões.

“Espera eu terminar meu trabalho, fica orando por mim”, diz o mágico de rua, aos berros, enquanto o pastor levanta as mãos para orar por ele. “Aceita Jesus e fica tirando onda. […] Todo crente faz isso”.

A essa altura, quando parecia que o rapaz agrediria o evangelista, surge um homem que tenta acalmar os ânimos e afasta o mágico. Depois, o vídeo mostra que o mesmo homem volta e convence o pregador a se retirar, para evitar mais problemas.

Multidão se reúne para orar por policial após ferimento em protesto

Um policial em início de carreira foi ferido gravemente na cabeça por um manifestante, e multidão da cidade se mobilizou em um momento de oração espontâneo ao saber da situação. Um pastor que atua na região classificou o caso como um milagre.

O policial Travis Brown, que entrou para a Polícia de Ferguson (Missouri, EUA) este ano, está internado em coma após bater a cabeça ao ser empurrado por um manifestante violento em um protesto que havia começado pacífico.

O protesto fazia referência aos 10 anos da morte de um jovem de 18 anos, que baleado por um policial em agosto de 2014 após ser desarmado. Um grupo de manifestantes atacou um gradil colocado pela polícia em frente à delegacia, e os policiais foram obrigados a deter alguns manifestantes.

Nesse tumulto, alguns policiais ficaram feridos, mas nenhum tão gravemente quanto Travis Brown, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).

O pastor Jonathan Tremaine Thomas, fundador da organização Civil Righteousness – que atua para reconciliar as diferenças entre grupos da sociedade – comentou que o estado crítico do policial e a violência contra a polícia de Ferguson abalaram a população novamente.

Diante da situação de tensão, o pastor Thomas anunciou uma vigília de oração pela vida do policial, e a Polícia divulgou a reunião, convocando autoridades e moradores, sem que ele soubesse.

Ao chegar ao local, o pastor foi surpreendido pela multidão que se mobilizou pelo mesmo propósito: “Sem nenhum líder humano presente para assumir o comando ou receber o crédito, parece que o próprio Deus chamou a cidade para orar e se arrepender”, declarou Thomas.

O capelão da polícia de Ferguson, José Aguayo, se juntou ao pastor na direção do encontro, juntamente com outros líderes cristãos locais, que oraram com fervor enquanto as pessoas presentes eram quebrantadas.

“Observamos com admiração o Espírito do Senhor governar a reunião, o que era de se esperar. Eu realmente acredito que foi um momento para a história de Ferguson – e possivelmente americana – que apontaremos como um ponto de virada nos próximos anos”, concluiu o pastor.

‘Vai novinha’? Vitória Reis contra cultura de erotização de meninas

A palestrante cristã Vitória Reis concedeu entrevista ao podcast Conversa Paralela e falou sobre a necessidade de combater a cultura da relativização sexual para preservar a infância e adolescência de meninas para que os abusos de cunho sexual não se tornem regra.

Vitória Reis tem dedicado seu ministério de palestras e formação de opinião nas redes sociais a alertar sobre os perigos da cultura secular e progressista, como o feminismo, e as consequências da omissão cristã nessa área.

Convidada do podcast Conversa Paralela, da produtora Brasil Paralelo, Vitória expressou indignação com as músicas que fantasiam sobre a sexualidade de meninas em fase de desenvolvimento, tratadas como “novinhas” em várias vertentes culturais, em especial na música funk e derivados:

“Geração do ‘vai novinha’ tem consequências. Não é só um ‘vai novinha’. Como a gente normalizou músicas que o tempo todo retratam relações sexuais com uma ‘novinha’? Quem é essa ‘novinha’, quantos anos tem essa ‘novinha’?”, questionou, provocando concordância da apresentadora Lara Brenner Queiroz.

A situação se tornou tão grave que chegou ao ponto de estar “culturalmente normalizado”, com uma relativização já considerada aceitável pela sociedade: “É o ‘nada a ver’ que é o problema. A roupa não tem ‘nada a ver’, a música que está tocando no churrasco da família não tem ‘nada a ver’, o programa que está passando na TV não tem ‘nada a ver’, o vizinho que está junto ali não tem ‘nada a ver’, a tia que fez uma brincadeira indelicada ou passou a mão de um jeito indelicado não tem ‘nada a ver’ porque é ‘só família’”, alertou.

“Esse tipo de brincadeira, de situação que para todo mundo é ‘nada a ver’, é aí onde a gente começa a dar abertura para o pior. E essas situações, a gente precisa entender que elas têm consequências”, concluiu seu argumento, convocando as pessoas que acompanham o podcast a quebrarem o ciclo de relativização que leva aos abusos.

Marquinhos Menezes testemunha restauração de seu casamento

O pastor Marquinhos Menezes testemunhou o papel crucial exercido pelo presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), Silas Malafaia, na disciplina e restauração de seu casamento com Lilian Azevedo.

Marquinhos Menezes contou que caiu em adultério e seu erro praticamente resultou na destruição de seu casamento. O caso veio à tona e, como pastor da ADVEC, Marquinhos foi disciplinado e tratado pessoalmente por Malafaia.

Em entrevista concedida ao PodCrê Podcast ao lado da esposa, o pastor da ADVEC Niterói relatou detalhes do processo de disciplina e acompanhamento feito por Malafaia com ele, que durou 1 ano e 8 meses e culminou com a reconciliação do casamento:

“Quando eu subi para a sala do pastor Silas, ele saiu da cadeira que estava, sentou ao meu lado, botou a mão na minha cabeça e orou por mim. Ele me deu uma palavra de encorajamento e de carinho tão grande que eu saí de lá fragmentado. Eu esperava que ele fosse me dar juízo, mas na verdade ele orou comigo”, contou.

Segundo Marquinhos Menezes, Malafaia não escondeu sua angústia pela situação em que ele se encontrava: “Uma coisa que me marcou é que os olhos do pastor Silas estavam muito tristes e hoje, quando o pastor Silas olha para mim, eu vejo que ele é feliz e realizado por ter conseguido salvar uma família, um casamento e um ministério”.

A cantora Lilian Azevedo corroborou o relato do marido e comentou que muitas pessoas acreditam que não é possível ter o casamento restaurado, mas sua história prova o contrário, apesar de cada caso ser único:

“A gente tem que entender que não é só um casal que se separa. É uma ruptura, é uma família, tem filhos na história. Na época, eu viajava com a Eyshila e com a Cassiane e elas me ajudaram e foi fundamental eu estar agarrada no Senhor, mais do que nunca, para eu não me perder”, declarou.

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Vargens cobra Ariovaldo: ‘Como pode se aliar a Boulos?’

O antigo líder da Missão Integral no Brasil, Ariovaldo Ramos, foi questionado pelo pastor Renato Vargens sobre seu apoio a Guilherme Boulos (PSOL), candidato a prefeito da capital paulista conhecido por seu apoio a pautas progressistas extremas.

Ariovaldo e Boulos se encontraram durante um culto promovido por “cristãos de esquerda” na zona oeste de São Paulo na última segunda-feira, 26 de agosto. Ao final, o candidato a prefeito foi fotografado ao lado do “pastor lulista”, apelido concedido pelo jornal Folha de S. Paulo ao líder religioso.

“Na foto o candidato do PSOL que defende o aborto, a descriminalização das drogas, a invasão de terras e de propriedades privadas. Ao fundo Ariovaldo Ramos, pastor e que defende a eleição do que está a frente dele”, descreveu Vargens.

A indignação do pastor da Igreja Cristã da Aliança, de linha doutrinária reformada, foi evidenciada na publicação feita no Instagram: “Pergunto: como uma pessoa que diz cristã pode se aliar ao PSOL e seu candidato?”.

Nos comentários, um seguidor do pastor Vargens opinou que líderes religiosos como “Ariovaldo, Kivitz, Neil Barreto são os Alexandre’s Latoeiros, Himeneu’s e Fileto’s dos tempos modernos”, em referência a pessoas descritas pelo apóstolo Paulo como falsos mestres nas cartas a Timóteo.

A campanha de Boulos vem motivando posicionamentos contundentes de lideranças evangélicas Brasil afora. O pastor Pedro Pamplona, da Igreja Batista Filadélfia em Fortaleza (CE), repudiou o uso ativista do Hino Nacional durante um comício do candidato do PSOL:

“O vídeo mostrando nosso hino nacional sendo cantado em linguagem neutra é um daqueles absurdo simbólicos do tempo que vivemos. Amo nosso hino e o respeito demais. Aprendi a cantá-lo de forma organizada e reverente na escola. Bons tempos. Mas o que vemos hoje é diferente… Esquartejaram o português, identidade do nosso povo, esquartejaram nosso hino, símbolo tradicional da pátria, esquartejaram a afinação, a beleza da música”, protestou o pastor.

Pamplona apontou o episódio como um “resumo do que o petismo vem fazendo: acabando com nossa identidade, tradição e beleza. Estão esquartejando o Brasil”.