Anel de ouro com 'rosto de Jesus' é encontrado por arqueólogos

Um anel de ouro em ótimo estado de preservação foi encontrado por arqueólogos durante uma escavação no sudeste da Suécia. Estima-se que a jóia, que tem um entalhe alusivo ao rosto de Jesus, pertença ao período medieval.

A peça foi encontrada junto com outros 30 mil objetos arqueológicos da era medieval no sudeste da Suécia. O trabalho de escavação está sendo feito por uma agência do governo do país ligada aos Museus Históricos Nacionais.

O anel, encontrado na cidade de Kalmar, é apenas parte das descobertas, de acordo com informações do portal The Christian Post. Centenas de edifícios, caves, ruas, latrinas e objetos que formavam o cotidiano há 400 anos também foram recuperados.

Inicialmente, o projeto era uma obra de troca de tubulações de água e esgoto, mas como foram encontrados objetos arqueológicos, um time de pesquisadores foi designado para supervisionar os trabalhos.

“No total, foram encontrados mais de 30 mil objetos. É muito incomum que áreas tão grandes e contíguas sejam investigadas no meio de uma cidade e o resultado está além de qualquer expectativa”, diz um comunicado da The Archaeologists, agência ligada aos Museus Históricos Nacionais.

Magnus Stibéus, gestor do projecto dos Arqueólogos, disse que o anel de ouro foi uma das duas descobertas “espetaculares” feitas antes da conclusão da escavação, acrescentando que os pesquisadores também encontraram uma pequena pedra de vidro, que se acredita ter sido usada como amuleto de peregrino.

“O anel de ouro estava quase novo com motivo de Cristo e foi encontrado, tal como o alsengemet, em contextos que interpretamos como armazenamento de resíduos. Provavelmente alguém teve azar e perdeu o anel há 500 anos. O alsengemet está quebrado e pode ter sido jogado fora [na época]”, comentou o gestor.

“O anel de ouro com a figura esculpida de Cristo data do início do século XV. Esse tipo de anel pode ter sido usado por uma mulher porque é bastante pequeno. Alguns anéis semelhantes foram encontrados no norte da Finlândia, Östergötland e Uppland. O alsengem que os arqueólogos encontraram em Kalmar data dos séculos XIII a XIV e tem três figuras esculpidas”, explicou Stibéus.

Franklin Ferreira explica como a Igreja rivaliza com a “esquerda”

O pastor, teólogo e escritor Franklin Ferreira, doutor em Divindade pelo Puritan Reformed Theological Seminary e mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, participou do “Positivamente Podcast”, onde abordou aspectos diferenciais na visão de mundo da Igreja e da esquerda política.

Ferreira explicou que a diferença central parte da compreensão de como a sociedade é estruturada. No caso da Igreja, essa estruturação é entendida como sendo Deus e a sua vontade o ponto de partida, vindo a partir dEle a criação da família e só então o Estado.

“Deus é o soberano”, enfatiza o pastor, frisando que, como a família cristã segue a sua vontade, consequentemente se vê responsável pela formação educacional dos filhos, tendo o dever de orientá-los moral e socialmente.

Já na “cabeça do esquerdista”, diz o pastor, essa estrutura é inversa! O Estado, nesse caso, estaria acima de tudo e todos, sendo o responsável direto até mesmo pela tutela moral dos filhos, como uma espécie de gestor administrativo da vida pública, incluindo seus recursos e costumes.

De acordo com o pastor, a visão ideológica de esquerda é algo incompatível também com a cosmovisão judaica, uma vez que os judeus também prezam pela formação moral dos filhos no seio da família, e mais do que isso, também parte da sua formação acadêmica.

Importância do ensino

Para Franklin Ferreira, esse é um entendimento que as igrejas devem ter a responsabilidade de transmitir aos fiéis, o que exige maior investimento no tempo de estudo entre os membros da congregação.

O teólogo sugere, por exemplo, que os pequenos grupos sejam mais valorizados do que a escola bíblica dominical, uma vez que possuem maior tempo e liberdade para abordar diferentes temas.

Em resumo, “essas cosmovisões opostas refletem uma batalha fundamental sobre quem detém a autoridade suprema: Deus ou o Estado”, resume o podcast. Assista três recortes abaixo:

“A Família Baxters”: atriz cristã exaltará a Deus em nova série

A atriz cristã Roma Downey está eufórica com a estreia da série “A Família Baxters”, que vai ao ar na plataforma Prime Video. A produção contará a história de pessoas comuns que enfrentam situações delicadas, mas que submetem suas vidas à vontade de Deus através da oração.

Além de produtora executiva da trama, Downey também vai interpretar o papel da matriarca Elizabeth Baxter, que representará uma figura de força através da submissão dos conflitos da família à orientação divina.

Família Baxters foi inspiração da obra “Redemption”, o primeiro livro da série “The Baxters”, escrito pela romancista cristã Karen Kingsbury. “Eu simplesmente não conseguia largar. Como fã, eu pensei: ‘Isso precisa ser um programa de TV’”, disse Downey à CBN News.

Para iniciar a gravação da série, Downey disse que pediu a autorização de Karen, que prontamente lhe concedeu, também demonstrando entusiasmo com o novo formato de exposição da sua obra, agora na TV e no streaming.

“Ela disse: ‘É extraordinário que você tenha me ligado. Meu pai, antes de falecer, me disse: ‘Você precisa entrar em contato com Roma Downey para transformar seu livro em uma série de TV’”, contou a atriz cristã.

Com 26 anos de carreira e agora aos 63 anos de idade, já tendo produzido outras séries de sucesso como “A Bíblia“, Downey espera que A Família Baxters consiga transmitir o recado ideal para o público, baseado nos valores cristãos que a sociedade precisa.

“Eu adoro que seja um programa sobre fé e sobre os valores que prezamos, mas não é um programa cansativo”, disse ela, destacando a importância de como os personagens reagem na série.

“Vemos a mãe e o pai Baxter pararem no meio de uma cena e orar. E não sei se já vimos isso em um programa de TV. E eles oram em nome de Jesus. Acho isso muito tocante e poderoso. Acho que as pessoas de fé vão adorar ver uma família que vai à igreja protagonizar esta nova série”, conclui.

Católicos tentam boicotar The Chosen com ataque aos evangélicos

Uma publicação feita nas redes sociais suscitou uma série de críticas geradas por internautas. Trata-se da tentativa de um grupo de católicos de boicotar a série The Chosen, que se popularizou mundialmente e impactou a vida de milhares de pessoas em diversos países.

A postagem foi feita pelo Centro Dom Bosco, que na internet se denomina como “uma associação de fiéis católicos que se reúnem para rezar, estudar e defender a fé”, cujo objetivo seria “ajudar a resgatar a bimilenar Tradição da Igreja por meio de livros, aulas e iniciativas apologéticas.”

No canal do movimento, um dos seus integrantes chamado Luciano Pires buscou apresentar o que seriam argumentos legítimos para os católicos não assistirem a série The Chosen.

Fazendo uso de uma espécie de purismo pela literalidade da história bíblica, Pires apontou algumas questiúnculas em cenas da série que, na sua avaliação, não estariam em conformidade com as figuras de Jesus e Maria.

Ocorre que, ao longo da sua “análise“, Pires passou a criticar o que seria o viés protestante de The Chosen, concluindo ao final que a série inteira teria sido baseada exclusivamente na Bíblia evangélica, sem levar em consideração a “tradição” católica, algo defendido como um do pilares da doutrina papal, mas amplamente rejeitado pelos evangélicos, uma vez que se trata de um ensino apócrifo – não reconhecido pelas Escrituras.

Reações

A tentativa de boicote do Centro Dom Bosco não foi bem aceita entre muitos fiéis do catolicismo, que reagiram à publicação do grupo fazendo críticas ao movimento. “Quem são vocês na fila do pão para dizer o que os católicos devem ou não consumir? Acham que todo católico é idiota e só vocês são os arautos da sabedoria?”, questionou uma seguidora no Instagram.

“Na minha humilde opinião ser católico é justamente entender os pontos divergentes da série e entender porque são divergentes, porém não se deve encarar uma série como documento histórico ou teológico”, ponderou outro internauta.

“Quanta energia gasta sem necessidade, somente pq o produtor é evangélico. A série retrata o evangelho, cada detalhe fielmente. Gastem energia com o que realmente importa”, rebateu mais uma seguidora.

Assine o Canal

Impactos

Excetuando-se os detalhes que não são fiéis ao texto bíblico, mas que também não comprometem a íntegra da mensagem evangelística em sua forma contemporizada, a série The Chosen tem sido bem aceita pelo grande público, sendo utilizada até para alcançar presidiários.

Esse foi o resultado de uma iniciativa feita em parceria com a Come and See Foundation (uma ONG criada para aumentar o impacto e alcance de The Chosen em todo o mundo). Heather Rice-Minus, presidente da Prison Fellowship, responsável pelo projeto, explicou:

“Temos centenas de prisões onde a Prison Fellowship realiza programação presencial e, portanto, em algumas dessas instalações, conseguimos organizar exibições especiais e assistir aos episódios de ‘The Chosen’”.

Atraindo a atenção dos detentos com a programação audiovisual, o projeto disse que muitos passaram a ser impactados. “Temos visto uma transformação incrível”, afirmaram, segundo a CBN News.

“A história de ‘The Chosen’ [foca] em quem Jesus escolheu e ele escolhe todos nós. Mas ele se concentra especialmente nas pessoas daquela época que víamos à margem da sociedade, pessoas com quem talvez ninguém mais quisesse estar”, concluiu Heather, segundo

Igrejas estão pregando “evangelho Prozac” em vez da Bíblia

A preocupação com a genuína pregação do evangelho de Deus tem norteado a mente de alguns teólogos e pastores dentro e fora do Brasil, o que não é por acaso, segundo o especialista Lourenço Stelio Rega, mestre em Teologia e doutor em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Em um artigo publicado por ele recentemente, Rega fez uma análise do que seria atualmente a pregação do “evangelho Prozac”, isto é, algo que, diferentemente da doutrina bíblica, visa oferecer ao ser humano uma noção falsificada de Deus, tal como se este fosse uma droga (medicação) cujo objetivo é manter a autossatisfação constante dos indivíduos.

“Muito do evangelho pregado e vivido hoje assenta-se na ideologia contemporânea do individualismo, em que o homem é o grande deus neste século. O que vale é a sua vontade, seus sentimentos, suas intuições, sua interpretação da realidade, seu desejo e seu projeto de vida”, inicia o autor.

Para Lourenço Stelio Rega, a busca por satisfação a qualquer custo tem feito com que pessoas não sejam fiéis às Escrituras, pois o que vale para elas é o que “funciona” aos próprios olhos, mesmo que isso lhe custe a salvação.

“É um tipo de religiosidade narcisista voltada somente para o indivíduo e seus interesses pessoais. Deus não conta, a não ser se ele puder dar um ‘jeitinho’ no tal projeto de felicidade e sucesso”, explica o teólogo.

O especialista, que já foi professor, deão e diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, também apontou como exemplos o maior número de publicações, pregações e métodos que retratam a figura de Deus como se fosse um “personal guru”, surgindo daí parte do que hoje se chama “coach gospel”.

“Sermões, palestras, livros e mensagens nas redes sociais estão repletas desse ‘evangelho Prozac’ individualista, alimentado desde o Iluminismo, que afasta o indivíduo da vida concreta, tornando-o consumidor da realidade, em vez de ser construtor e protagonista dela”, continua.

Ele acrescenta: “As boas-novas do arrependimento e a graça de Cristo são substituídas pela transformação do evangelho em mercadoria e bem simbólico de consumo, que deve ser negociado com Deus por meio de ‘despachantes-pastores’, ou escritores influencers, que conhecem bem como fazer “mandinga” para dobrar a vontade lá do alto”.

Retorno à Verdade

Por fim, o teólogo finaliza seu artigo para a Revista Comunhão fazendo um apelo aos cristãos para que retornem às verdades da Bíblia sagrada, onde o foco está em servirmos a Deus, seguindo os passos de Jesus Cristo, e não o contrário.

“No Novo Testamento, a pergunta era: ‘Deus, como podemos lhe servir?’. Hoje, é: ‘Deus como pode nos servir?’. Como na época da Reforma Protestante, precisamos mesmo voltar às Escrituras e recuperar o sentido real do evangelho e o nosso papel no plano de Deus para recuperar toda a criação”, conclui.

Bombeiro orou com motorista presa em carreta antes do resgate

A motorista de uma carreta que saiu da pista em uma ponte e ficou várias horas presa na cabine enquanto o veículo estava pendurado a dezenas de metros de altura sobre um rio se manteve calma por causa da oração que ela e o bombeiro que a resgatou fizeram antes de serem içados de volta à ponte.

A ponte Second Street, que liga a cidade de Louisville, no estado de Kentucy, ao sul do estado de Indiana, nos EUA, precisou ficar fechada por várias horas enquanto o resgate acontecia e também depois, para a remoção da carreta.

A motorista, que não teve seu nome divulgado, era uma veterana militar. Ela aguardou pacientemente os bombeiros montarem um sistema de cordas para resgatarem-na com a técnica de rapel.

O bombeiro que desceu até a cabine, Bryce Carden, contou que quando chegou à cabine encontrou a motorista em paz: “Fizemos algumas coisas malucas, mas isso é o melhor de tudo. Tudo remonta ao treinamento. Já fizemos isso provavelmente uma centena de vezes. Assim que a alcancei, ela estava super calma e controlada e nos permitiu fazer o que fazemos”.

De acordo com informações da emissora WHAS11, afiliada da rede ABC News, os bombeiros chegaram ao local do acidente apenas três minutos depois da chamada de emergência. Uma equipe de 30 homens foram ao local, e em apenas 40 minutos montaram o sistema de cordas para efetuar o resgate.

Os bombeiros conseguiram ver e se comunicar com a mulher durante todo o processo: “Ela estava orando muito e eu orei com ela”, disse o bombeiro Carden, explicando como foi o primeiro contato, antes que o cinto de segurança fosse removido para que ele pudesse coloca-la no equipamento de resgate.

“Era uma preocupação constante que o caminhão pudesse mudar a qualquer momento. Foi muita sorte que o caminhão inteiro não tenha caído no rio. Ela lidou com isso como uma campeã. Assim que ela pisou no chão, ela deixou suas emoções irem. Ela é uma mulher muito corajosa. Aqui está ela pendurada na borda. Mas pense em ter que prendê-la e colocá-la no arnês. Se você tem alguém que entra em pânico, pode ser perigoso. Mas ela era uma campeã”, elogiou o bombeiro.

Assine o Canal

Jogador da Seleção decide vender medalha para ajudar igreja

Quanto vale o registro de uma conquista no campeonato mundial de Futebol de Areia (em inglês, Beach Soccer)? Para o jogador da Seleção Brasileira da modalidade, Bruno Xavier, pode significar a oportunidade de contribuir com o crescimento do Reino de Deus.

É isso o que representa a decisão do atleta de vender a própria medalha de ouro, conquistada em fevereiro desse ano no campeonato mundial, para poder ajudar o Ministério Casa da Paternidade, em Anchieta, litoral sul do Espírito Santo, através da compra de seis ares-condicionados.

Segundo o atleta da Seleção, a decisão foi tomada durante um culto na denominação, quando percebeu a necessidade de haver refrigeração no ambiente. “Senti uma presença muito impactante do Espírito Santo”, disse ele.

“Estava muito quente. Vi senhoras e mulheres grávidas, e o culto teve que acabar antes do tempo devido ao forte calor”, detalhou Bruno Xavier em uma entrevista para a Revista Comunhão.

Com a venda da medalha, Bruno espera conseguir comprar os equipamentos de refrigeração, orçados em R$ 42,000.00. Através de um vídeo publicado nas redes sociais, o jogador pediu ajuda para encontrar colecionadores.

“Eu sei que existem muitos colecionadores, mas eu não conheço nenhum. Então, se você conhece, por favor, entre em contato comigo ou passe o contato deles”, disse ele, garantindo que o valor será diretamente repassado à empresa responsável pela venda dos ares-condicionados.

Gratidão

Com 11 anos de conversão a Jesus Cristo, o jogador da Seleção Brasileira de Futebol de Areia disse que a venda da sua medalha será apenas um gesto de gratidão a Deus, após tudo o que já conquistou através das bênçãos divinas em sua vida.

“É uma honra poder contribuir com o Reino dos Céus. Fazendo essa ação, só estou devolvendo um pouquinho de tudo aquilo que Deus me deu”, disse ele. “E ainda é muito pouco, pois recebo muito da parte do Senhor, e, em vida, nunca conseguirei retribuir o que Deus tem feito por mim”.

Em Israel, Tarcísio e Caiado se desculpam por falas de Lula

Os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo) e Ronaldo Caiado (Goiás) aceitaram o convite feito pelo primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, para uma visita ao país. Na ocasião, aproveitaram para pedir desculpas pela fala  “desastrosa” de Lula a respeito dos judeus.

O pedido foi feito durante um encontro com o presidente de Israel, Isaac Herzog, na terça-feira (19). Ambos fizeram referência à declaração feita por Lula em fevereiro, quando comparou a resposta militar israelense contra os terroristas do Hamas ao holocausto judeu praticado pelo genocida Adolf Hitler.

“Ao mesmo tempo, peço desculpas em nome do meu povo, de nós brasileiros, pelas declarações feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, ao desconhecer totalmente a história, fez uma comparação a mais desastrosa possível agredindo o povo judeu”, afirmou Caiado.

O posicionamento dos governadores representa um confronto direto ao Planalto brasileiro, que desde o conflito entre Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza, vem servindo de palco para acusações de “genocídio” praticado pelos judeus contra os palestinos da região.

Ao comentar seu encontro com Netanyahu, Tarcísio de Freitas, cotado como um dos principais nomes para uma eventual disputa presidencial em 2026, também foi taxativo ao prestar solidariedade aos israelenses.

“Reforçamos a nossa solidariedade ao povo de Israel, nosso repúdio ao terrorismo, nossos votos de sucesso nas tratativas para libertação dos reféns e construção de um caminho para a paz”, comentou o governador, segundo o Estadão.

Desastre

Em fevereiro, Lula provocou uma crise diplomática com Israel, após insinuar que o país estaria fazendo o mesmo que o regime nazista de Hitler. A declaração provocou a reação indignada dos israelenses e do primeiro-ministro do país, Binyamin Netanyahu, que acusou o petista de ultrapassar “a linha vermelha”.

“Hoje o presidente do Brasil, ao comparar a guerra de Israel em Gaza contra o Hamas, uma organização terrorista genocida, com o Holocausto, o presidente Silva desonrou a memória dos 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas”, declarou o primeiro-ministro.

Também em reação ao Planalto, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira a constitucionalidade de um projeto de lei que cria “o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto”.

De acordo com Jorge Silva (Solidariedade-ES), autor da proposta, o objetivo desse dia será “levar à reflexão das atuais e futuras gerações acerca do que representou um dos maiores genocídios de nossa história contemporânea, o Holocausto”.

Piper: 'A soberania divina não anula a necessidade da oração'

Um conceito amplamente abordado no meio teológico cristão é o da soberania divina, isto é, o fato de que Deus está no controle de todas as coisas. Mas, se isso é verdade, então significa que a oração não seria tão necessária, uma vez que a vontade soberana do Senhor sempre vai prevalecer?

Essa foi a pergunta apresentada ao podcast do pastor John Piper. “Deveria a soberania total de Deus nos tornar pessoas que oram menos, já que podemos entregar todas as coisas em Suas mãos?”, questionou uma mulher chamada Jenn.

Ela explicou que o seu questionamento não se refere à negligência, mas ao resultado da confiança naquilo que o Senhor deseja para nós, no sentido de haver “uma circunstância em que você se sente tão confiante e satisfeito nos propósitos e desígnios de Deus em sua vida” que não sente o desejo de pedir nada a Deus.

Oração é transformação

Piper, por sua vez, explicou que Jenn erra na maneira de interpretar o objetivo da oração. Isso porque, ela encarou essa iniciativa como se fosse algo que servisse apenas para a apresentação de desejos a Deus.

“Você formulou a questão da oração de tal forma que ela trata a oração apenas como uma resposta ao que acontece com você, em vez de tratar a oração também como uma capacitação daquilo que você deveria fazer acontecer para os outros”, respondeu Piper.

O pastor explicou que a oração não é uma espécie de “interfone” que usamos para pedir algo a um “mordomo”, tal como um travesseiro novo, mas sim um instrumento que visa a transformação pessoal.

“Se a oração é um instrumento de guerra projetado para invocar o poder divino do quartel-general militar para lhe dar a capacidade de derrotar o diabo e vencer a tentação, e assumir riscos piedosos por causa do amor, e espalhar o Evangelho em lugares perigosos, e resgatar os prisioneiros espirituais de trás das linhas demoníacas, e estabelecer a justiça, e praticar atos de misericórdia, a sua abordagem à oração é totalmente inadequada”, sustenta o pastor, segundo o Desiring God.

Piper, por fim, explica que o grande objetivo da oração é a capacitação pessoal, visando alcançar vidas para Cristo. Ou seja, é um instrumento que nos permite ter uma relação direta com Deus, a fim de que Ele nos molde e nos ensine a ser executores da sua vontade na Terra.

Além disso, é um meio de apresentar ao Senhor as nossas angústias e dificuldades, estabelecendo a partir disso uma relação de aprendizado contínuo com o Espírito Santo.

“O que significa que a oração é para o fortalecimento da missão que lhe foi dada pela sede. A oração é um instrumento de guerra para invocar toda a capacitação necessária para tratar os outros da maneira que gostaríamos de ser tratados”, diz o pastor.  “É para invadir o domínio de Satanás e libertar os cativos. A oração é pela capacitação enquanto lutamos contra o maligno”.

Para batizar jovem autista, igreja faz cerimônia com fiéis calados

Viralizou nas redes sociais um vídeo emocionante do momento em que uma igreja, pensando em acolher um jovem autista, resolve adaptar a sua cerimônia de batismo, a fim de poder incluir o rapaz junto aos demais batizandos.

A cerimônia ocorreu na igreja Assembleia de Deus Ministério Perus, liderada pelo pastor presidente Elias Cardoso, que também comentou sobre o momento marcante nas redes sociais.

Eduardo é o jovem autista que aparece na gravação. Sensível a barulhos, ele precisou utilizar fones de ouvidos para participar do batismo. A igreja, por sua vez, também colaborou, permanecendo em absoluto silêncio durante a cerimônia.

Nas denominações evangélicas é comum o momento de batismo ser acompanhado de cânticos congregacionais que expressam a alegria da igreja com o gesto que representa a morte para o mundo e o renascimento em Jesus Cristo.

No caso do batismo de Eduardo, no entanto, o Ministério Perus deu uma lição de comunhão, unidade e amor ao próximo através da inclusão do jovem autista em algo tão importante.

“Na manhã deste domingo (17), foi batizado um adolescente autista. Para reduzir o impacto dos ruídos, ele desceu às águas usando fones. No momento de sua imersão, o plenário ficou em absoluto silêncio para sua confissão de fé. Desta forma, a Igreja do Senhor cumpre a sua vocação priorizando a inclusão de todas as pessoas”, informou o perfil oficial da igreja no Instagram.

Elias Cardoso, por sua vez, frisou que a vontade de Deus é que todos venham à salvação, sendo essa atitude um reflexo desse desejo. “A igreja é do Senhor Jesus e o Espírito Santo fará de tudo para não deixar ninguém de fora. Desde que queiram entrar”, comentou o pastor.

Seguidores da denominação elogiaram a iniciativa: “Parabéns a todos pela organização, dedicação e preparação para receber a todos os portadores de necessidades especiais. Louvado seja Deus”, comentou um internauta. Assista: