Seleção de Curaçao viraliza ao louvar a Deus antes da Copa

Imagens da seleção de Curaçao reunida em um momento de oração e louvor poucas horas antes do embarque para a Copa do Mundo viralizaram nas redes sociais. O encontro ocorreu no hotel Huis ter Duin, na Holanda, e contou com jogadores, membros da comissão técnica e familiares.

Nos vídeos compartilhados, o atacante Kenji Gorré, do Maccabi Haifa (Israel), aparece liderando a cerimônia, com momentos de oração, músicas e participação de uma banda.

A concentração da equipe foi realizada na Holanda porque Curaçao, ilha autônoma do Caribe, é um país constituinte do Reino dos Países Baixos, o que viabilizou a preparação em território holandês.

Estreante na Copa, Equipe Enfrenta Alemanha, Equador e Costa do Marfim

Segundo o site Brasil Escola, cerca de 72,8% da população de Curaçao segue a Igreja Católica. Gorré já havia publicado outros registros de oração ao lado de companheiros de seleção. Estreante no Mundial, o time está no Grupo E e estreia no dia 14 de junho contra a Alemanha.

Depois, enfrenta o Equador (20) e a Costa do Marfim (25) pela fase de grupos na Copa. A mobilização religiosa da equipe repercutiu positivamente entre torcedores nas redes sociais.

Marquinhos Gomes se recupera de paralisia facial

O cantor gospel Marquinhos Gomes foi diagnosticado com paralisia facial de Bell, uma condição neurológica que causa fraqueza temporária em um dos lados do rosto devido à inflamação do nervo facial.

Os primeiros sintomas surgiram no dia 29 de maio, durante uma gravação em estúdio, quando o artista percebeu alteração na dicção e uma leve perda de força no lado direito do rosto. No dia seguinte, em evento na Igreja Calvary Church, em Salvador (BA), os sintomas se intensificaram.

“Eu estava gravando no estúdio quando percebi um repuxar. Os lábios começaram a ficar dormentes e senti uma dificuldade na dicção. Também notei uma leve perda de força do lado direito do rosto”, relatou.

Após o episódio, Marquinhos Gomes buscou atendimento em São Paulo com o médico Alexandre Luca, especialista em paralisia facial. “O doutor Alexandre disse que estou me recuperando bem. Graças a Deus não é nada grave e acredito que em poucas semanas estarei de volta”, afirmou.

Luto e Estresse Agravaram o Quadro

O cantor revelou que o falecimento recente de seu pai contribuiu para um desgaste emocional significativo, que pode ter agravado o quadro. “Perdi meu pai no mês passado e enfrentei um período de muito estresse. Acredito que isso também acabou me afetando”, declarou. Seguindo orientação médica, ele está afastado das atividades para priorizar a recuperação, mas mantém a expectativa de retomar compromissos a partir de julho.

“A partir de julho já temos o lançamento do livro e outras programações. Estou confiante de que até lá estarei recuperado”, disse. Entre os projetos estão o livro “Eu Tinha Tudo para Dar Errado” e os trabalhos musicais “O Pai Me Ama” e “O Salmista”.

Marquinhos Gomes agradeceu as mensagens de apoio e pediu orações: “Quero agradecer pelas orações e pelo carinho que tenho recebido. Peço que continuem orando pela minha saúde e pelos projetos que estamos preparando”. Com: Exibir Gospel.

Flávio Bolsonaro na Marcha para Jesus: “Não é um ato político”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, participou pela primeira vez da Marcha para Jesus em São Paulo nesta quinta-feira (4), acompanhando o evento de cima de um dos oito trios elétricos que percorrem as ruas da capital. A edição deste ano projeta atrair mais de 2 milhões de pessoas ao longo do feriado de Corpus Christi, com mais de 26 mil caravanas de todo o país.

Em entrevista exclusiva ao site Oeste, o parlamentar demonstrou entusiasmo com a recepção do público e fez questão de desvincular sua presença de uma agenda eleitoreira. “Isso aqui não é um ato político”, afirmou.

“Nós fomos convidados aqui por uma pauta comum, de grande relevância, que é o direito de a gente professar… de colocar a nossa fé na rua, de orar pelo Brasil, pela família brasileira.”

Fé e Família: A Pauta que Afasta o Evento da Polarização

Segundo Flávio, a presença de lideranças de direita na caminhada responde a um chamado de valores fundamentais, e não a uma estratégia partidária. “É muito bom ver que o povo está aqui orando pela família brasileira, que está precisando de tanta oração”, disse o senador, em meio aos cânticos que tomaram o trajeto entre a Estação da Luz e a Praça Heróis da FEB.

A força da mobilização expõe a distância histórica entre a esquerda e os evangélicos, grupo que representa 26,9% da população brasileira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) optou por não participar do evento pela quarta vez consecutiva em seu terceiro mandato, enviando como representante oficial o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

Pesquisas Reforçam Isolamento do Governo

Levantamento do instituto Meio/Ideia (registro TSE BR-02918/2026), realizado entre 23 e 27 de maio, mostra consolidação da rejeição ao atual presidente entre evangélicos. Em um eventual segundo turno, Flávio lidera com 66,6% das intenções de voto, enquanto Lula registra 22,9%, em viés de queda.

Diante do contexto, o senador deixou uma mensagem de otimismo para o eleitorado conservador. “Eu acho que tudo isso vale a pena. A gente está aqui para falar para todo mundo que o Brasil tem conserto. E, se Deus quiser, a gente vai chegar lá”, encerrou. Com: Oeste.

Mulher ex trans na adolescência relata traumas e arrependimento

Um projeto de lei que prevê a proibição nacional de procedimentos de transição de gênero em menores de idade está em debate no Congresso dos Estados Unidos. A proposta busca restringir o uso de bloqueadores da puberdade, hormônios do sexo oposto e cirurgias relacionadas à redesignação sexual para crianças e adolescentes.

Durante uma audiência da Comissão de Saúde, Educação, Trabalho e Previdência do Senado, especialistas e testemunhas apresentaram posições divergentes sobre o tema. Entre os depoimentos esteve o de Chloe Cole, de 21 anos, que passou por um processo de transição de gênero ainda na adolescência e posteriormente se arrependeu da decisão.

Chloe relatou que começou a se identificar como menino aos 12 anos e, aos 15, foi submetida à retirada cirúrgica dos seios. Segundo ela, a expectativa de alcançar paz e aceitação pessoal não se concretizou.

“Isso é abuso infantil. Já temos outras leis que tornam ilegais outras formas de abuso contra crianças. Este caso não é diferente e precisamos agir agora”, declarou.

A jovem afirmou que enfrentava desconforto com as mudanças físicas da adolescência e que, após consumir conteúdos sobre transexualidade nas redes sociais, passou a acreditar que a transição era necessária. Ela também alegou que muitos pais são pressionados a aceitar tratamentos médicos por temerem riscos à saúde mental dos filhos.

Do outro lado do debate, Shannon Minter, diretor jurídico do Centro Nacional para os Direitos LGBTQ, defendeu que decisões sobre tratamentos médicos devem permanecer sob responsabilidade das famílias e dos profissionais de saúde.

“Poucos princípios no direito americano são tão consolidados quanto o direito dos pais de tomarem decisões médicas para seus próprios filhos, em consulta com seus médicos”, afirmou. Segundo ele, os pais são os mais aptos a avaliar as necessidades de seus filhos e o governo não deve interferir nessas decisões.

A audiência também contou com a participação do psiquiatra Kurt Miceli, diretor médico da organização Do No Harm. Ele argumentou que as evidências científicas disponíveis não demonstram benefícios conclusivos dessas intervenções para a saúde mental ou para a prevenção do suicídio.

“Duas dezenas de revisões sistemáticas não encontraram evidências confiáveis que apoiem essas intervenções”, declarou. Miceli acrescentou que possíveis riscos associados aos tratamentos incluem infertilidade, disfunção sexual, problemas ósseos e complicações cardiovasculares.

Segundo a CBN News, estudos apontam que muitos jovens que apresentam desconforto relacionado à identidade de gênero deixam de manifestar esses sentimentos ao atingir a idade adulta.

Ainda não há previsão para a votação da proposta em âmbito federal. Enquanto isso, 27 estados americanos já aprovaram restrições próprias relacionadas a procedimentos de transição de gênero em menores de idade.

Neste ano, entidades como a Associação Médica Americana e a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos também recomendaram que procedimentos de redesignação sexual não sejam realizados em menores.

‘Satanás sempre faz algo, mas Deus faz mais’, diz escritora cristã

A escritora e palestrante cristã Jackie Hill Perry incentivou os cristãos a continuarem compartilhando o Evangelho mesmo diante de críticas e zombarias nas redes sociais. A declaração foi feita após usuários comentarem publicações desejando a ela um “Feliz Mês do Orgulho” e reacenderem debates sobre seu testemunho de fé.

Perry, que atua como professora bíblica, poetisa, artista hip-hop e autora do livro Gay Girl, Good God, abordou o tema em um vídeo publicado recentemente no Instagram. Ao longo dos anos, ela tem compartilhado publicamente sua experiência de ter adotado uma compreensão da sexualidade baseada em sua interpretação das Escrituras após ter se identificado como gay.

Durante o vídeo, ela relatou que viu comentários relacionados ao Mês do Orgulho e observou que discussões sobre sua trajetória pessoal voltaram a circular nas redes sociais.

“Há toda essa conversa sobre meu testemunho, minha história, se sou gay, como me visto, coisas assim”, afirmou. “Satanás está sempre fazendo alguma coisa, mas Deus está sempre fazendo mais.”

A autora declarou que situações desse tipo a levam a refletir sobre o propósito de Deus em meio às circunstâncias. Segundo ela, sua reação inicial ao ver a publicação foi orar para que a repercussão da conversa servisse para aproximar pessoas de Deus e produzir mudanças de vida.

Perry, que apresenta o podcast “With the Perrys” ao lado do marido, Preston Perry, afirmou que cristãos que enfrentam oposição por causa da fé devem priorizar a proclamação do Evangelho em vez de concentrar esforços na própria defesa.

“Não vou me defender, vou comunicar o Evangelho”, declarou. Ela acrescentou que personagens centrais do Novo Testamento, como Jesus, Paulo e Pedro, respondiam aos desafios apontando para a verdade sobre Deus.

Ao comentar as críticas relacionadas ao seu testemunho, Perry afirmou que a mensagem central do cristianismo está na transformação promovida por Deus na vida das pessoas. Segundo ela, a condição pecaminosa da humanidade influencia tanto comportamentos quanto desejos, e a fé cristã envolve renunciar a qualquer elemento que ocupe o lugar de Deus na vida do indivíduo.

“O fato de todos nós termos nascido depois de Adão significa que nascemos para pecar”, afirmou. “Nascer em pecado não afeta apenas o que fazemos, mas também como nos sentimos.”

Ela também declarou que a conversão não elimina automaticamente tentações ou conflitos pessoais, mas afirmou acreditar que Deus transforma os desejos e as prioridades daqueles que seguem a fé cristã.

“Quando Deus salva, ele muda o coração, muda os desejos”, disse. “Isso não significa necessariamente que ele remove as tentações, mas significa que, quando você é salvo, recebe um amor e um afeto maiores, e um desejo por Deus que então supera todas as outras coisas que você costumava amar.”

Perry também avaliou que parte das igrejas não tem comunicado de forma clara a mensagem central do Evangelho. Segundo ela, algumas abordagens têm enfatizado a condenação de determinados comportamentos sem explicar adequadamente a transformação espiritual que, segundo a doutrina cristã, ocorre por meio da fé em Cristo.

“A Igreja não comunicou as boas novas com precisão”, afirmou, de acordo com o The Christian Post. Ela acrescentou que o Evangelho ensina que Deus transforma as pessoas, embora elas continuem enfrentando desafios e tentações ao longo da vida.

Ao encerrar a reflexão, Perry voltou a incentivar os cristãos a concentrarem sua atenção na proclamação da fé e na oração por aqueles que discordam de suas convicções: “Não se defendam, preguem o Evangelho. Estejam sempre curiosos sobre o que Deus está fazendo e intercedam por aqueles que talvez não entendam”, concluiu.

Pintura mais bem preservada com representação de Jesus achada

Escavações realizadas em diferentes regiões da Turquia têm revelado descobertas arqueológicas que ampliam o conhecimento sobre os primeiros séculos do cristianismo. Entre os achados mais relevantes está uma representação de Jesus que pesquisadores consideram uma das imagens mais bem preservadas já encontradas do período cristão primitivo.

As descobertas foram feitas nos últimos anos na Anatólia, território que corresponde à atual Turquia. Arqueólogos identificaram igrejas, túmulos cristãos, inscrições e diversos artefatos que reforçam a importância da região para a expansão da fé cristã após a morte e a ressurreição de Jesus.

A professora Candida Moss destacou a relevância dos achados. “O grande número de descobertas arqueológicas recentes do cristianismo primitivo na Turquia tem uma importância substancial”, afirmou. Ela acrescentou que a Turquia “foi, em muitos aspectos, o berço do cristianismo primitivo”.

Um dos achados mais significativos foi um afresco do século III encontrado na cidade de Iznik, no oeste do país. A pintura retrata Jesus como o Bom Pastor e está entre as representações mais antigas conhecidas de Cristo na fase adulta. Segundo os arqueólogos, a obra permaneceu excepcionalmente preservada por estar localizada dentro de um túmulo familiar selado, com baixa circulação de oxigênio.

A imagem apresenta Jesus com cabelos curtos, sem barba e vestido com trajes de estilo romano. Os pesquisadores afirmam que o estado de conservação da pintura oferece uma visão rara de como parte das primeiras comunidades cristãs imaginava Cristo há cerca de 1.800 anos.

As descobertas ocorrem enquanto estudiosos continuam investigando a transformação do cristianismo, que passou de um movimento religioso minoritário e frequentemente perseguido para a religião oficial do Império Romano em poucos séculos.

Escavações recentes também trouxeram novas informações sobre o culto imperial romano, prática centrada na veneração dos imperadores. Pesquisadores avaliam que a expansão desse culto pela Anatólia influenciou o desenvolvimento do cristianismo, que em muitos momentos se posicionou em oposição à autoridade imperial.

Nos últimos anos, arqueólogos encontraram estátuas e fragmentos relacionados a imperadores como Marco Aurélio e Adriano em diferentes sítios arqueológicos da Turquia. Especialistas afirmam que o estudo da disseminação do culto imperial ajuda a compreender o contexto histórico de passagens do Novo Testamento, especialmente do livro do Apocalipse.

Várias das sete igrejas citadas no Apocalipse também têm sido alvo de novas pesquisas. Em Laodiceia, arqueólogos localizaram uma igreja doméstica do século IV, uma das poucas conhecidas no mundo. Em Sardes, os estudos continuam em uma grande igreja do século VI que pode ter influenciado tradições arquitetônicas bizantinas posteriores.

Na cidade de Esmirna, pesquisadores analisaram grafites e inscrições cristãs datados do século II. Alguns especialistas acreditam que essas marcas podem estar entre os registros escritos cristãos mais antigos preservados até a atualidade.

Já em Pérgamo, arqueólogos identificaram o que pode ser uma das representações mais antigas conhecidas de São Jorge. A imagem foi encontrada em um frasco de peregrino do século V. As escavações na região também incluem um anfiteatro associado ao martírio de cristãos dos primeiros séculos.

Novas descobertas em Éfeso também contribuíram para o entendimento da vida cotidiana durante o período cristão bizantino. Escavações em um bairro coberto pelas cinzas de um grande incêndio revelaram milhares de artefatos, entre eles peças de cerâmica, restos de alimentos e objetos relacionados à peregrinação cristã.

Embora a Turquia tenha desempenhado papel central na história do cristianismo, dados oficiais indicam que cerca de 99% da população do país é muçulmana. Nos últimos anos, também foram registrados casos de cristãos que tiveram a entrada no território turco negada após serem classificados pelas autoridades como ameaças à segurança nacional.

De acordo com o The Christian Post, a Associação das Igrejas Protestantes informou em seu Relatório de Violações dos Direitos Humanos de 2024 que houve aumento nos registros de crimes de ódio no país. A entidade fez a observação em meio às declarações oficiais do governo turco de que a liberdade religiosa é protegida pela legislação nacional.

Newsboys: antigo vocalista lamenta escândalo com Michael Tait

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John James, um dos fundadores e primeiro vocalista da banda Newsboys, concedeu uma entrevista ao podcast Faith in Culture, falou sobre sua trajetória de queda e restauração, e lamentou a queda de Michael Tait em um escândalo sexual.

A banda enfrenta as consequências das acusações de má conduta sexual contra Michael Tait, e a entrevista com James abordou também este assunto, além do lamnçamento de sua autobiografia Newsboy: My Story of Hope and Second Chances [Newsboy: Minha História de Esperança e Segundas Chances — ainda sem tradução para o português], na qual relembra sua saída da banda nos anos 1990 após se envolver em relacionamentos virtuais inadequados e enfrentar problemas com alcoolismo.

Segundo o músico e escritor, sua história também é marcada pela confissão de falha: “Eu me desqualifiquei”. Após deixar os Newsboys, James afirmou que sua vida continuou em declínio. Seu casamento terminou, ele passou a usar drogas ilícitas e enfrentou um período de depressão profunda.

Hoje, casado pela segunda vez e atuando como missionário nos Estados Unidos, James atribui sua recuperação ao arrependimento e à graça de Deus: “Não foi por algo que eu pudesse ter feito. Mas pela misericórdia e graça de Deus, que constante e amorosamente me conduziu de volta aos pés da cruz em arrependimento”.

John James acrescentou que a mudança foi além de uma simples prece: “Aquilo foi mais do que apenas uma oração que eu fiz: permitir que o Espírito Santo lidasse com a fragilidade e o pecado em minha vida”.

Ao comentar o caso envolvendo Tait, James demonstrou tristeza pelo rumo tomado pela história da banda que ajudou a fundar em 1985 ao lado de Peter Furler e Wes Campbell. “Parte meu coração ver esse legado terminar desta forma”, afirmou.

O ex-vocalista também expressou solidariedade às pessoas afetadas pelas denúncias: “Meus mais profundos pêsames às pessoas que foram feridas, às vítimas, às pessoas que foram traídas; é absolutamente trágico”, declarou. Apesar disso, ressaltou que “sem dúvida” existem consequências para o pecado, mas destacou que “ninguém está além da redenção”.

James lembrou que ainda convive com as marcas de seus próprios erros: “Carrego as consequências e as cicatrizes dos meus erros e pecados que arruinaram meu tempo com os Newsboys. Carregarei essas cicatrizes comigo pelo resto da minha vida. Mas não podemos descartar a redenção”.

Ao final da entrevista ao podcast da CBN News, James declarou que continua orando para que Deus transforme a crise em um testemunho de restauração: “Minha oração por todos os envolvidos na tragédia dos Newsboys é que, de alguma forma, Deus traga uma história de redenção disso. A redenção do pecado é a especialidade de Deus”.

Tratamento de PCC e CV como terroristas é apoiado por brasileiros

A maioria dos brasileiros apoia a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A constatação é da pesquisa AtlasIntel divulgada na última quarta-feira, 04 de junho.

Segundo o levantamento, 53,1% dos entrevistados aprovam a medida, enquanto 44,7% manifestam desaprovação. Outros 2,2% não souberam responder.

O resultado acompanha dados divulgados anteriormente pelo portal Poder360. Naquele levantamento, 53% dos participantes avaliaram a decisão norte-americana como positiva para o Brasil, enquanto 33% a consideraram negativa. Outros 14% preferiram não opinar.

Apesar da aprovação majoritária, a pesquisa identificou divisão de opiniões sobre os possíveis efeitos da medida na soberania nacional. Para 47,7% dos entrevistados, a classificação das facções como organizações terroristas pode representar um risco à soberania brasileira ao abrir espaço para interferências estrangeiras em assuntos internos do país.

Por outro lado, 44,7% consideram a iniciativa necessária para fortalecer o combate ao crime organizado. Já 7,3% avaliam que a decisão possui caráter principalmente simbólico e tende a produzir poucos efeitos práticos.

O levantamento também analisou possíveis reflexos políticos da medida. Segundo os dados, 50,8% afirmaram que teriam maior disposição para votar em candidatos favoráveis à classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

Em sentido oposto, 33,6% declararam preferência por candidatos contrários à medida. Outros 15,7% disseram que a posição dos candidatos sobre o tema não influencia sua decisão de voto.

Os entrevistados também responderam sobre a possibilidade de o próprio governo brasileiro adotar medida semelhante. A proposta recebeu apoio de 55,9% dos participantes. Outros 40,8% manifestaram oposição à classificação das facções como organizações terroristas pelo Brasil, enquanto 3,2% não souberam responder.

O governo dos Estados Unidos anunciou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas em 28 de maio.

A decisão foi divulgada poucos dias após uma reunião realizada na Casa Branca entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com o parlamentar, a classificação das facções esteve entre os assuntos discutidos durante o encontro.

A AtlasIntel ouviu 1.273 brasileiros entre os dias 30 de maio e 3 de junho. A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Muçulmano deixa o PT se queixando da extrema esquerda

Rodrigo Jalloul, conhecido como Sheik Rodrigo e reconhecido por sua atuação à frente da comunidade xiita no Brasil, anunciou sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT) e filiação ao União Brasil. A mudança do muçulmano ocorre em um contexto de articulação para as eleições de 2026, quando ele pretende concorrer a uma vaga de deputado estadual.

Em entrevista recente, Jalloul, que se descreve como amigo do padre Júlio Lancellotti, afirmou ter sido alvo de uma onda de críticas e ataques nas redes sociais desde que oficializou a nova filiação.

Segundo o muçulmano, as reações partiram majoritariamente de pessoas ligadas à esquerda, que passaram a questionar sua decisão e a intensificar comentários negativos em suas publicações.

Justificativa e Reações nas Redes

O ingresso no União Brasil foi registrado nas redes sociais ao lado de lideranças da sigla em São Paulo, consolidando sua nova articulação política. A troca de legenda representa mais uma mudança na trajetória partidária de Jalloul, que já integrou PSOL e MDB nos últimos anos.

Em suas declarações, ele justificou a saída do PT alegando falta de espaço para crescimento político dentro da legenda. Segundo sua avaliação, o partido concentra suas apostas em nomes tradicionais, dificultando a abertura para novas lideranças.

Em relação às mensagens negativas nas redes, Jalloul afirmou que “o problema não são os comentários, mas a falta de respeito, a maldade”, e atribuiu os ataques, por mais irônico que pareça, aos usuários da “extrema esquerda, aquele cara que é da turminha da confusão”.

A nova filiação foi oficializada e a pré-candidatura estadual será lançada nos próximos meses, segundo informações da Revista Oeste.

Ex-ladrão de bancos se torna evangelista em presídios

Um homem que passou anos envolvido com crimes como assaltos a bancos e tráfico de drogas afirma ter abandonado completamente a vida criminosa após uma experiência com Cristo ocorrida há 27 anos. Hoje ex-ladrão, ele se dedica à evangelização em presídios, especialmente entre jovens inseridos em realidades de violência — um universo que, segundo ele, conhece profundamente.

Seu testemunho viralizou nas redes sociais após uma entrevista espontânea em um aeroporto, publicada no Instagram, e já acumula mais de 240 mil curtidas.

De acordo com o relato, sua transformação começou quando foi convidado por uma tia para ir a uma igreja. Na época, ele estava em outra cidade e planejava assaltar uma agência bancária local. Durante o culto, um pastor que ele nunca tinha visto fez uma revelação surpreendente:

“Deus usou o pastor na igreja para falar que eu ia ser pastor, cuidar de pessoas”. O religioso descreveu detalhes específicos de sua vida, incluindo sua intenção de assaltar o Banco do Brasil daquela cidade.

“Veio um homem de Belo Horizonte para assaltar o Banco do Brasil desta cidade”, disse o ex-ladrão, relatando a precisão da mensagem. Ao perceber que era o único na igreja com “cara de bandido”, ele se sentiu profundamente impactado. “Naquele instante, levantei a mão, aceitei Jesus e minha vida mudou completamente. Já são 27 anos pregando o amor de Deus”, testemunhou.

Da prisão à pregação: uma vida transformada

O evangelista também revelou que passou períodos atrás das grades antes da conversão. “Já fui preso várias vezes. Em uma prisão fiquei seis anos, em outra, nove anos. Mas Deus transformou minha história”, declarou. Após a mudança, passou a pregar o Evangelho, com foco especial em unidades prisionais.

“Hoje estou ganhando almas, pregando nos presídios e falando do amor de Deus para muitos jovens envolvidos no tráfico e no crime, porque eu conheço essa realidade”, afirmou o ex-ladrão.

Questionado sobre como se sustenta, ele disse viver “pela fé”, viajando pelo Brasil para pregar em igrejas e eventos evangelísticos. “Vivo totalmente na dependência de Deus. É Ele quem cuida de mim, quem me guarda e quem me leva pelos quatro cantos do Brasil pregando o Evangelho. Somente nos últimos seis meses, já passei por 12 estados anunciando a Palavra”, contou.

Ao final, deixou uma mensagem: “Quando você se relaciona com Deus, Ele se torna grande na sua vida”. O vídeo de seu depoimento segue repercutindo nas redes sociais. Com: Tribuna Gospel.