Prisão de Vorcaro feita ordenada por Mendonça é reiterada no STF

O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta sexta-feira, 13 de março, para manter a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro. O empresário permanece detido na Penitenciária Federal de Brasília.

Vorcaro foi preso durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em 4 de março. A investigação apura suspeitas de crimes financeiros e atuação de organização criminosa.

Maioria no STF

O julgamento ocorre na Segunda Turma do Supremo e analisa a legalidade da prisão preventiva do empresário. O relator do caso é o ministro André Mendonça.

Mendonça votou pela manutenção da prisão e foi acompanhado pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques.

Ao defender a continuidade da prisão preventiva, o relator afirmou que existem indícios de tentativa de interferência nas investigações.

“Há, sob outro prisma, evidências de tentativa de obtenção de informações sigilosas sobre investigações em andamento e monitoramento de autoridades. Existem fortes indícios da existência de grupo destinado a intimidar adversários e monitorar autoridades, o que revela risco concreto de interferência nas investigações”, declarou.

Riscos à investigação

Segundo André Mendonça, a liberdade dos investigados poderia comprometer o andamento da apuração conduzida pela Polícia Federal.

O ministro afirmou que medidas cautelares alternativas não seriam suficientes para evitar riscos à investigação.

“As medidas menos gravosas previstas em nosso ordenamento jurídico não ostentam, em relação a tais investigados, o condão de obstar o cenário de risco às investigações, à apuração dos produtos ilícitos e à sua futura recuperação”, afirmou.

Ele acrescentou que permitir a liberdade dos investigados poderia comprometer a confiança da sociedade no sistema de Justiça.

“A liberdade dos investigados compromete, assim, de modo direto, a efetividade da investigação e a confiança social na Justiça penal.”

Organização criminosa

No voto, o relator também destacou indícios da existência de um grupo estruturado para a prática de crimes financeiros.

Segundo ele, manter os investigados em liberdade poderia permitir a continuidade dessas atividades.

“Permitir que permaneçam em liberdade significa manter em funcionamento uma organização criminosa que já produziu danos bilionários à sociedade”, afirmou.

Mendonça também apontou o risco de destruição de provas e manipulação de documentos relevantes para a investigação.

“Há risco concreto de destruição de provas, pois os investigados demonstraram possuir meios de acesso a documentos sensíveis e a sistemas estatais, além do domínio de empresas instrumentalizadas para a prática de ilícitos”.

Outro ponto destacado no voto foi a capacidade de reorganização do grupo investigado. Segundo o ministro, mesmo após operações policiais, os investigados poderiam continuar atuando por meio de empresas de fachada e articulações com agentes públicos.

“A organização criminosa demonstra altíssima capacidade de reorganização, mesmo após deflagração de operações”, afirmou, de acordo com a Agência Estado.

Ele acrescentou que as investigações indicam que as atividades suspeitas teriam continuado mesmo após o início do inquérito.

Outros investigados

O pedido de prisão preventiva também envolve outros investigados citados na operação. Entre eles estão Fabiano Zettel e Marilson Roseno da Silva.

Segundo Mendonça, os investigados ocupam postos-chave dentro da estrutura do grupo e estariam ligados a práticas ilícitas reiteradas.

A análise do caso ocorre no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal. O julgamento começou às 11h e deve durar uma semana.

A votação está prevista para ser encerrada às 23h59 da próxima sexta-feira (20). Falta apenas o voto do ministro Gilmar Mendes para a conclusão do julgamento.

Declaração de suspeição

Na quarta-feira, 11 de março, o ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito para participar do julgamento.

Toffoli já havia sido afastado da relatoria do caso em 12 de fevereiro, após informações da Polícia Federal indicarem possíveis vínculos com um fundo ligado ao banqueiro investigado.

Com a maioria já formada na Segunda Turma, a tendência é que a prisão preventiva de Daniel Vorcaro seja mantida enquanto as investigações da Operação Compliance Zero continuam em andamento.

‘Minha Noiva’: Esther Durán fecha álbum com faixa ao lado do pai

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A cantora Esther Durán lançou o álbum “Acalma o Meu Coração”, projeto que marca o início de uma nova fase de seu ministério musical. O trabalho reúne oito canções e apresenta mensagens de devoção e amor a Deus.

O álbum já está disponível nas plataformas digitais e inclui a faixa bônus Minha Noiva, gravada em parceria com seu pai, o cantor Chris Durán.

Uma das canções centrais do projeto foi inspirada no capítulo 25 do Evangelho de Mateus, que apresenta a conhecida Parábola das Dez Virgens. O texto bíblico aborda a importância de permanecer preparado para a volta de Jesus.

Segundo Esther Durán, a música busca refletir essa mensagem espiritual: “A Bíblia compara a Igreja a uma noiva que aguarda ansiosamente pela vinda do seu amado”, explicou a cantora. “Se nós, de fato, O amamos, temos prazer em nos preparar para a Sua vinda”.

Dueto com Chris Durán

A faixa Minha Noiva possui um significado especial para a artista, pois a canção foi originalmente gravada por Chris Durán em 2016. Na época, Esther tinha apenas nove anos de idade.

Agora, anos depois, a cantora registra a música ao lado do pai como parte de seu próprio projeto musical.

“Esta é uma composição do meu pai que sempre falou muito comigo. Canto desde pequenininha e carrego memórias afetivas muito fortes com ela. Poder registrá-la agora, ao lado dele, transforma isso em uma recordação para toda a vida”, afirmou.

Sonoridade do projeto

O álbum apresenta arranjos acústicos e uma sonoridade intimista, proposta que marca todo o projeto. A interpretação de Esther é caracterizada por uma abordagem suave e emocional.

Chris Durán também comentou sobre essa nova fase da carreira da filha e destacou seu crescimento espiritual: “A Esther se tornou uma mulher sensível às coisas de Deus. Esse foi o meu maior desafio, fazer com que ela se parecesse com aquilo que Deus deseja”, declarou.

Esther Durán vive atualmente um momento de expansão em sua carreira musical. A cantora possui mais de dois milhões de seguidores nas redes sociais e aproximadamente dois milhões de ouvintes mensais em plataformas de streaming.

Esses números refletem o crescimento de sua presença digital e a ampliação de sua audiência entre o público gospel.

Canções da trajetória

Antes do lançamento do novo álbum, algumas músicas ajudaram a consolidar o nome da artista entre a nova geração da música cristã.

Entre os destaques estão as canções Tua Presença, Derramo Meu Perfume, a releitura de Acalma o Meu Coração — que ultrapassou 34 milhões de visualizações nas redes sociais, segundo a assessoria da Musile Records — e Desejável, primeiro dueto gravado com Chris Durán.

O novo projeto também inclui composições autorais como Grande Dia e Filho Meu. Outra faixa do álbum é Minha Paz, escrita pelo noivo da cantora, David Matteucci, em parceria com o produtor Hananiel Eduardo.

Nova fase ministerial

Para Esther Durán, o lançamento do álbum representa o início de uma etapa importante em sua caminhada ministerial.

“Tudo isso é o cumprimento de promessas que Deus fez ao meu coração ao longo dos anos. Tenho vivido tudo com gratidão, responsabilidade e expectativa pelo que Ele ainda vai fazer”, afirmou a cantora.

O projeto “Acalma o Meu Coração” marca, segundo a artista, um novo capítulo em sua trajetória musical e espiritual, reforçando seu propósito de levar mensagens de fé e adoração por meio da música.

Justiça nega vínculo empregatício entre esposa de pastor e igreja

A Justiça decidiu que a atuação de uma mulher em uma igreja evangélica não configurou vínculo empregatício. A decisão foi tomada pela Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho e reforça a distinção entre atividades religiosas voluntárias e relações formais de trabalho.

O julgamento manteve decisões de instâncias inferiores que haviam rejeitado o pedido de reconhecimento de emprego. Para os ministros, as funções exercidas pela autora representavam colaboração familiar ligada à prática religiosa, e não uma relação de trabalho regida pela legislação trabalhista.

Entendimento do tribunal

Segundo o tribunal, o caso envolve atividades realizadas dentro do contexto da vida religiosa e familiar. Nessas situações, a participação de familiares em tarefas da igreja pode ocorrer como apoio voluntário à missão espiritual, sem que isso caracterize automaticamente um vínculo de emprego.

A decisão também destacou que igrejas possuem formas próprias de organização interna. A existência de funções ou orientações dentro dessas estruturas não significa necessariamente a presença dos elementos jurídicos que definem uma relação de trabalho formal.

Como surgiu a disputa judicial

O processo foi iniciado em 2020. A autora afirmou que teria trabalhado para uma igreja evangélica entre 2013 e 2019.

Segundo seu relato, ela começou exercendo funções de auxiliar administrativa e posteriormente passou a atuar como secretária. A mulher afirmou ainda ter participado de atividades missionárias em países como Angola, Moçambique e África do Sul.

De acordo com a ação judicial, suas atividades incluíam elaboração de relatórios financeiros, controle de arrecadações, pagamentos e vendas de produtos ligados à igreja. Ela também alegou ter prestado assessoria administrativa a pastores e bispos e afirmou que recebia valores pelas tarefas realizadas.

Argumentos apresentados pela igreja

A defesa da igreja apresentou uma versão diferente dos fatos. Segundo a instituição, a autora é filha de um bispo e esposa de um pastor, tendo acompanhado o pai e o marido em atividades religiosas desde a infância.

A igreja sustentou que qualquer valor recebido por ela tinha caráter de ajuda de custo destinada à subsistência da família pastoral, e não remuneração decorrente de um contrato de trabalho.

De acordo com a defesa, sua atuação ocorreu dentro do contexto familiar e religioso, acompanhando a rotina ministerial da família.

Decisões das instâncias anteriores

A primeira decisão da Justiça do Trabalho já havia negado o reconhecimento do vínculo empregatício.

Na análise inicial, depoimentos indicaram que a atuação da mulher possuía caráter voluntário e religioso, sem evidências de subordinação típica de uma relação de trabalho.

O entendimento foi mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região.

Ao examinar o processo, o tribunal destacou que as atividades estavam relacionadas à convivência familiar e à vocação religiosa da autora. Outro ponto citado foi que ela tinha apenas 15 anos quando começou a atuar na igreja e utilizava um crachá com a inscrição “esposa”, indicando sua posição familiar dentro da instituição.

Voto do relator no TST

Ao julgar o recurso no Tribunal Superior do Trabalho, o ministro Breno Medeiros afirmou que a relação entre pastores e igrejas possui natureza predominantemente espiritual.

Segundo ele, o apoio prestado por familiares ao trabalho religioso pode ser interpretado como colaboração dentro da prática da fé.

O ministro também destacou que estruturas hierárquicas e orientações internas são comuns em organizações religiosas. Entretanto, esses elementos, isoladamente, não caracterizam vínculo de emprego nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho.

A decisão da Quinta Turma foi unânime.

Impacto da decisão jurídica

Especialistas avaliam que o julgamento possui relevância para casos semelhantes envolvendo instituições religiosas.

O entendimento reforça que nem toda atividade realizada dentro de uma igreja configura relação de trabalho, especialmente quando envolve voluntariado ou colaboração familiar em contextos religiosos. Para profissionais do direito, a decisão destaca a necessidade de analisar cuidadosamente a natureza das atividades realizadas dentro dessas instituições.

Pesquisa aponta desaprovação de 64% entre evangélicos à Lula

Levantamento realizado pelo instituto Ipsos-Ipec e divulgado no dia 10 de março revela que 64% dos evangélicos brasileiros desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O índice representa o maior percentual de rejeição entre os principais segmentos religiosos analisados pela pesquisa.

Dentre os entrevistados que se identificam com denominações evangélicas, 30% afirmaram aprovar o governo e 6% não souberam ou preferiram não responder. Os números indicam a persistência de um distanciamento entre o Palácio do Planalto e um grupo religioso que tem ampliado sua influência demográfica e política no país .

Comparativo com católicos e população geral

Entre os católicos, a pesquisa mostra um cenário mais equilibrado. Aproximadamente 49% dos fiéis dessa religião desaprovam a administração federal, enquanto 45% aprovam. A diferença de quatro pontos percentuais contrasta com os 34 pontos registrados entre os evangélicos .

Considerando o conjunto da população brasileira, 51% dos entrevistados desaprovam a forma como o país vem sendo administrado, contra 43% que aprovam. Outros 6% não souberam ou preferiram não opinar .

Avaliação da gestão

Quando questionados sobre a qualidade da gestão federal, 33% dos brasileiros classificaram o governo como ótimo ou bom. Outros 29% consideram a administração regular, enquanto 40% avaliam como ruim ou péssima. O resultado mantém a percepção negativa como majoritária na opinião pública .

Metodologia

A pesquisa Ipsos-Ipec ouviu 2 mil pessoas em 131 municípios brasileiros entre os dias 5 e 9 de março. As entrevistas foram realizadas presencialmente. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%, parâmetros considerados padrão para levantamentos de opinião pública de abrangência nacional .

Os dados reforçam a relevância do segmento evangélico no cenário político-eleitoral e indicam que a relação com esse grupo permanece como um dos principais desafios de comunicação e articulação política para o atual governo.

Projeto evangelístico com Will Graham mobiliza 145 igrejas

Os preparativos finais estão em andamento para uma grande ação evangelística na região da Costa do Golfo dos Estados Unidos, próxima à fronteira com o México. A iniciativa busca mobilizar igrejas locais para proclamar a mensagem cristã e alcançar comunidades da região.

O evento está sendo organizado pela Billy Graham Evangelistic Association em parceria com 145 igrejas locais. A programação recebeu o nome de “Celebração da Esperança na Costa do Golfo”.

Costa do Golfo

As reuniões acontecerão no Mississippi Coast Coliseum and Convention Center nos dias 21 e 22 de março. O pregador principal será Will Graham, que apresentará mensagens sobre fé, esperança e a salvação em Jesus Cristo.

Will Graham é neto do evangelista Billy Graham, conhecido mundialmente por campanhas evangelísticas realizadas ao longo de décadas. Durante o evento, ele falará sobre o amor de Deus e a esperança oferecida pela fé cristã.

“Pessoas ao redor do mundo estão orando pela Costa do Golfo neste momento. Há um anseio de ver o Evangelho proclamado nesta região crucial”, declarou Graham.

Ele também destacou o foco das mensagens que serão apresentadas durante a programação.

“Vou compartilhar o que a Bíblia diz e apontar para o Salvador — Jesus Cristo — que deu a Sua vida e venceu a morte para que possamos encontrar esperança eterna Nele.”

Programação musical

A abertura da celebração está marcada para as 19h do dia 21 de março. A programação incluirá apresentações musicais da cantora DOE e da ministra de louvor Charity Gayle.

O segundo e último encontro ocorrerá no dia 22 de março, às 18h. Nesta noite, as apresentações musicais ficarão por conta da cantora Terrian e novamente de Charity Gayle.

Em ambas as noites, Will Graham compartilhará mensagens centradas na esperança, na fé cristã e na mensagem do Evangelho.

Parceria com igrejas locais

A realização do evento conta com o envolvimento de dezenas de igrejas da região da Costa do Golfo. Líderes cristãos locais acreditam que a iniciativa pode trazer impacto espiritual para as comunidades.

O pastor Rossie L. Francis, da Grace Truth Baptist Church, destacou a importância do momento para o trabalho evangelístico na região.

“Agora é o momento certo para compartilhar o Evangelho na Celebração da Esperança da Costa do Golfo”, afirmou.

Segundo ele, o evento representa uma oportunidade para que igrejas locais alcancem famílias e comunidades com a mensagem cristã.

“Veremos vidas e famílias transformadas. Uma porta de oportunidade se abriu para compartilharmos o amor de Deus”, declarou o pastor.

A expectativa dos organizadores é reunir pessoas de diversas cidades da região para momentos de louvor, oração e reflexão sobre a fé cristã durante os dois dias de programação.

Devoradores de Estrelas reflete mensagem de João 15; Veja trailer

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Ryan Gosling, protagonista e produtor de Devoradores de Estrelas, afirmou que seu envolvimento com o filme não se limitou a participar de uma ficção científica épica inspirada em um livro: sua motivação era fazer um filme que seus próprios filhos pudessem assistir.

“Acho que foi muito importante para mim”, disse o ator vencedor do Oscar. [Minha esposa] Eva e eu procuramos filmes que possamos assistir com toda a família, e achamos difícil encontrar”.

Gosling, que tem duas filhas com a atriz Eva Mendes, disse que a busca por filmes para toda a família que ainda assim agradassem aos adultos o ajudou a se interessar pela adaptação de Devoradores de Estrelas, o livro best-seller de 2021 de Andy Weir.

“Obviamente, fazer filmes é um negócio de família, mas nós também queremos ir ao cinema”, disse o ator de Blade Runner 2049. “E é difícil encontrar algo que agrade a todos nós, principalmente se não for animação”.

Além de ser divertido, Gosling disse que o filme, dirigido pelos criadores de Homem-Aranha no Aranhaverso, Phil Lord e Christopher Miller, traz temas que ele espera que seus filhos e o público em geral possam assimilar.

“Há algo tematicamente que você quer mostrar aos seus filhos”, disse ele. “E acho que isso não foi apenas escapismo”.

Adaptado para o cinema por Drew Goddard, que recebeu uma indicação ao Oscar pela adaptação do romance de ficção científica anterior de Weir, Perdido em Marte, o filme acompanha Ryland Grace (Gosling), um professor de ciências do ensino fundamental que acorda sozinho a bordo de uma nave espacial sem se lembrar de como chegou lá.

À medida que suas memórias retornam lentamente, Grace descobre que foi enviado em uma missão desesperada para impedir uma ameaça cósmica que está drenando a energia do sol e colocando em risco a vida na Terra.

Ao longo do caminho, ele forma uma amizade improvável com um alienígena a quem dá o nome de Rocky, uma relação que acaba se tornando fundamental para a sobrevivência da humanidade.

O filme tem uma fotografia belíssima, filmado inteiramente sem telas verdes, com um orçamento de US$ 200 milhões de dólares. Mas, segundo o protagonista, a força da história reside na sua mensagem sobre coragem, curiosidade e a capacidade humana de resolver problemas.

“Houve uma reação emocional muito forte ao livro e agora ao filme”, disse ele. “Parece que é mais do que apenas a história. A história é incrível. É épica. Você viaja para outra galáxia, faz amizade com um alienígena, salva o mundo. Quer dizer, é tão épico quanto possível e tão cinematográfico quanto se pode ser”.

“Acho que Andy oferece essa oportunidade de deixar de lado o medo do futuro e passar a encará-lo mais como algo a ser descoberto”, acrescentou Gosling, segundo o The Christian Post.

Nos últimos anos, observou ele, o público ficou saturado de narrativas distópicas que retratam o futuro como sombrio e inevitável, avalia o ator: “Estamos tão saturados desses cenários apocalípticos, futuros distópicos, que eles parecem inevitáveis”.

“Acho que o que ele fez foi nos lembrar que não se trata de escapismo. No fim das contas, parece um lembrete do que somos capazes como seres humanos. Que somos capazes de coisas incríveis”, acrescentou. “Essa é a nossa essência”, acrescentou.

A mensagem central do filme reside na exploração do sacrifício, na disposição de se doar por algo maior, refletindo João 15.13: “Ninguém tem maior amor do que este: dar a vida pelos seus amigos”. O filme retorna repetidamente à ideia de arriscar tudo por outra pessoa, particularmente através do vínculo entre Grace e Rocky.

Gosling enfatizou que o tema parece especialmente relevante em um momento cultural que, segundo ele, às vezes privilegia o individualismo em detrimento da responsabilidade coletiva. A história, disse ele, lembra ao público o que a humanidade pode alcançar quando as pessoas escolhem a cooperação em vez do interesse próprio.

“O que foi tão comovente nisso tudo foi a ideia de transformar o medo em curiosidade”, disse Gosling. “Transformar a ansiedade em curiosidade. Não deixe de ter medo, perceba que você é capaz de grandes coisas”.

“Percebam que a humanidade é capaz de grandes feitos”, acrescentou Gosling. “Já resolvemos grandes problemas antes. Continuaremos a fazê-lo. O futuro não deve ser temido”, disse ele. “É algo que precisamos desvendar”.

Gosling também se identificou pessoalmente com o papel de Ryland Grace como professor e mentor. Antes de ser recrutado para a missão interestelar, Grace trabalhava como professor de ciências do ensino fundamental, uma mudança de carreira que fez após enfrentar críticas da comunidade científica.

Os instintos de cuidado do personagem se manifestam não apenas em sua sala de aula, mas também em seu relacionamento com Rocky, com quem Grace gradualmente aprende a se comunicar e em quem confia. Gosling disse que sua própria experiência como pai ajudou a moldar sua abordagem ao papel.

O personagem, observou o ator, passa grande parte do filme aterrorizado, uma reação que Gosling disse parecer totalmente realista, dadas as circunstâncias: “O personagem está apavorado. Como você estaria. … Na verdade, eu estava apavorado durante as filmagens”.

Mas o que mais lhe interessou, disse ele, foi como Grace reage depois que o medo passa, acrescentando: “O que acontece depois do pânico? Você o supera e começa a trabalhar. Começa a resolver as coisas”.

Essa mudança do medo para a ação é o que Gosling acredita ser o que faz com que a narrativa de Weir ressoe com tantas pessoas: “Acho que Andy é um roteirista especial”, disse ele. “Muitos filmes se concentram no pânico. Acho que ele começa suas histórias depois disso. Tipo, ‘Ok, mas o que fizemos a respeito?’”.

Essa mentalidade, acrescentou Gosling, confere a Devoradores de Estrelas seu tom esperançoso. Em vez de se deter na catástrofe, o filme celebra a curiosidade, a resiliência e a capacidade de pessoas comuns superarem desafios extraordinários: “É uma lembrança do que somos capazes. E isso é algo muito poderoso para transmitir”, concluiu.

Devoradores de Estrelas recebeu classificação indicativa de 14 anos no Brasil. A estreia acontece no dia 19 de março.

Ex-médium: a normalização do ocultismo e a omissão da Igreja

Jenn Nizza, que se identifica como ex-médium convertida ao cristianismo, fez um alerta durante participação no podcast No Longer Nomads sobre o que classifica como crescente normalização de práticas ocultistas na cultura contemporânea.

Segundo ela, enquanto movimentos espirituais alternativos ganham espaço nas redes sociais e na mídia, muitas comunidades cristãs evitam discutir abertamente questões relacionadas ao mundo espiritual.

“A cultura fala mais abertamente sobre o mundo espiritual do que a Igreja”, afirmou Jenn, citando a disseminação de práticas como tarô, astrologia e a chamada “lei da atração” ou “manifestação” entre influenciadores digitais e na cultura pop .

Trajetória no ocultismo e mecanismos de engano

A ex-médium relatou que seu envolvimento com o ocultismo começou aos 13 anos, durante uma leitura de cartas de tarô em uma festa. O que inicialmente parecia curiosidade adolescente tornou-se porta de entrada para anos de imersão em práticas esotéricas. Ela explicou que a precisão das informações fornecidas pela vidente na ocasião foi determinante para convencê-la da veracidade daquelas práticas .

“Os espíritos observam. Eles viram padrões se repetirem ao longo de gerações. Eles podem relatar o que viram com uma precisão perturbadora”, disse. Segundo a ex-médium, essa aparente exatidão cria credibilidade, que por sua vez gera confiança e influência sobre as pessoas. “O verdadeiro perigo espiritual começa silenciosamente”, alertou .

Ela também explicou que muitas previsões não exigem conhecimento sobrenatural do futuro, funcionando como uma espécie de “profecia autorrealizável”. “Se uma vidente lhe disser que o nome do seu futuro marido começa com ‘M’, esse pequeno detalhe começa a moldar suas decisões subconscientes de maneiras que você nem percebe”, exemplificou. “O que você pensa ser destino pode, na verdade, ser manipulação disfarçada de revelação divina” .

Ocultismo na cultura contemporânea

A ex-médium observou que práticas espirituais ocultistas ganharam visibilidade significativa nas plataformas digitais. “Reúnem milhares de seguidores. A linguagem da manifestação agora está incorporada à cultura dos influenciadores. A astrologia determina a compatibilidade em aplicativos de namoro. A teologia das almas gêmeas está silenciosamente minando casamentos”, afirmou .

Jenn destacou que esses conteúdos deixaram de ser marginais para integrar o mainstream cultural. “Isso não é mais oculto. Está sendo normalizado e promovido. E isso deveria preocupar profundamente os cristãos”, acrescentou, questionando novamente o silêncio das igrejas diante desse fenômeno .

Fundamentação bíblica e alerta aos pais

Em sua reflexão, Jenn ressaltou que a Bíblia aborda claramente a realidade espiritual, citando passagens como as narrativas de Jesus expulsando demônios e o apóstolo Paulo repreendendo espíritos malignos. Ela mencionou ainda Efésios 6, que orienta os cristãos a vestirem a “armadura de Deus” na batalha espiritual .

Dirigindo-se especificamente aos pais cristãos, Jenn fez um alerta sobre a influência cultural que crianças e adolescentes recebem diariamente, especialmente por meio das redes sociais. “Se você está criando filhos neste contexto, precisa entender algo: eles estão sendo disciplinados. Talvez não intencionalmente. Talvez não maliciosamente. Mas de forma constante”, afirmou .

Ela listou frases populares como “manifeste sua realidade”, “confie no universo”, “siga sua energia” e “fale a sua verdade” como exemplos de mensagens que promovem visões de mundo distantes da cosmovisão cristã. “A linguagem é sutil e as imagens são belíssimas. Mas essa visão de mundo é fundamentalmente antibíblica”, alertou .

Jenn concluiu defendendo a necessidade de ensinar discernimento às novas gerações, argumentando que, na ausência dessa formação, “a cultura continuará ensinando o engano — e o fará com muito mais repetição e alcance do que podemos enfrentar casualmente”. Com: CBN News.

Camila Campos passa por nova cirurgia e louva a Deus no hospital

A cantora gospel Camila Campos compartilhou um momento de gratidão a Deus enquanto se recupera de uma cirurgia realizada para tratar uma sequela decorrente do câncer de mama. A artista publicou um vídeo nas redes sociais diretamente do hospital, demonstrando confiança em sua recuperação.

A gravação foi divulgada na terça-feira, 10 de março, no Instagram. Nas imagens, Camila aparece deitada no leito hospitalar cantando a canção “Boa Obra”, interpretada pela cantora Valesca Mayssa.

Durante o louvor, ela declarou: “Eu não te trouxe até aqui para morrer, será que você se esqueceu? Eu penso mais alto que você. E o meu caminho é melhor que o seu. Então levante a cabeça e volte a projetar, não risque nada do papel porque eu sou fiel para realizar. Quem começou a boa obra é fiel para terminar”.

Sequela do câncer

Camila Campos foi diagnosticada com câncer de mama em 2024 e posteriormente testemunhou ter sido curada da doença. Atualmente, ela passa por recuperação após uma cirurgia realizada para tratar uma complicação óssea causada pelo tratamento.

Segundo a cantora, o câncer deixou uma sequela nos ossos, que evoluiu para um quadro de osteomielite. A condição exigiu uma cirurgia para remover parte do osso infectado.

Após o procedimento, Camila também publicou um vídeo ao lado do médico responsável pela cirurgia, relatando o resultado do tratamento.

De acordo com o Guia-me, o médico Robinson Esteves afirmou que o procedimento ocorreu conforme o esperado: “Foi uma cirurgia muito bem-sucedida. Ela está com uma excelente recuperação e está tudo dentro do planejado”.

Mensagem de fé e gratidão

Nas redes sociais, Camila agradeceu o apoio recebido do público e pediu que as pessoas continuem orando por sua recuperação.

“Agradeço a oração e o apoio de vocês. Graças a Deus estou evoluindo bem e superando mais uma vez através do poder de Deus se manifestando em mim”, escreveu a cantora.

Ela também reconheceu que o processo de recuperação tem sido desafiador, mas declarou permanecer confiante.

“Eu sigo firme e constante, forte e corajosa, mas ainda precisando de vocês em oração e intercessão, porque não tem sido fácil. Mas eu vou suportar o processo para viver o propósito em nome de Jesus”, afirmou.

Diagnóstico durante a gravidez

A artista revelou em julho de 2024 que havia sido diagnosticada com câncer de mama em estágio avançado. Na época, Camila estava grávida de sete meses da filha caçula, Sofia.

Ainda naquele mês, ela informou que a doença havia se espalhado para os ossos. No mesmo período, deu à luz Sofia, que nasceu prematura.

Apesar do quadro considerado delicado, a cantora continuou compartilhando mensagens de fé durante o tratamento.

Testemunho de cura

Em janeiro de 2025, ao completar 36 anos, Camila anunciou publicamente que estava curada do câncer de mama. Na ocasião, ela compartilhou um testemunho nas redes sociais celebrando o que chamou de milagre em sua vida.

“Hoje celebro este milagre, a vida e o poder de Deus aperfeiçoado na minha fraqueza. Os nódulos do câncer de mama já sumiram para a glória de Deus e sigo vencendo no Senhor”, afirmou.

Na mesma publicação, a cantora declarou gratidão pela recuperação: “Hoje estou comemorando meu aniversário e também o milagre que Deus está fazendo na minha vida. Obrigada, meu Deus, porque o Senhor me tirou de uma cama de hospital e me mostrou que Ele transforma o fraco em forte”.

Pastor que impediu trans de usar banheiro feminino é denunciado

Um episódio ocorrido em uma igreja evangélica em Santo André gerou debate nas redes sociais e resultou em uma ação judicial. O caso envolve o pastor Davis Machado Oliveira, acusado de impedir uma pessoa trans de utilizar o banheiro feminino durante um evento religioso.

O episódio aconteceu em 20 de fevereiro, durante uma programação realizada na Igreja Além do Véu. Segundo relatos divulgados nas redes sociais, a pessoa identificada como Paola Bracho Mostarda Baracho participava do culto e tentou acessar o banheiro feminino do local.

De acordo com registros do momento, o pastor Davis Machado Oliveira se aproximou e informou que a pessoa não teria respaldo legal para utilizar o banheiro destinado às mulheres. O líder religioso indicou como alternativa o uso do banheiro unissex existente na igreja.

Durante a conversa, Paola afirmou: “Eu sou uma mulher como qualquer outra.” O diálogo foi registrado em vídeo pela própria pessoa envolvida e posteriormente divulgado nas redes sociais.

Ação judicial

O caso ganhou repercussão após uma publicação feita pela ativista trans Leo Áquilla. Em vídeo divulgado na rede social Instagram, Áquilla afirmou ter apresentado uma denúncia contra o pastor.

Segundo a ativista, a ação judicial foi motivada pela decisão de impedir o uso do banheiro feminino durante o evento. Ela também alegou que a participante teria sido retirada do local sem reembolso do valor pago para participar da programação.

“Denunciei um pastor evangélico de Santo André que proibiu a menina trans de utilizar o banheiro feminino em evento pago. Ela foi expulsa do local sem o devido reembolso”, afirmou Áquilla na publicação.

Membros da igreja

Após a divulgação do vídeo, membros da Igreja Além do Véu utilizaram a área de comentários da publicação para apresentar uma versão diferente do ocorrido. Segundo frequentadores da igreja, a pessoa não teria sido impedida de utilizar um banheiro, mas orientada a usar o sanitário acessível ou unissex.

Uma mulher que se identificou como integrante da congregação afirmou que a situação divulgada nas redes sociais não corresponderia integralmente ao que ocorreu no local.

“A situação que está sendo exposta publicamente não corresponde à forma como os fatos realmente aconteceram. A pessoa desejava utilizar o banheiro e foi oferecida uma alternativa para que pudesse fazê-lo”, escreveu.

Outra participante do evento declarou que a orientação da igreja é direcionar pessoas trans ao banheiro acessível, que permite uso individual do espaço.

“Ela não foi impedida de usar o banheiro. Foi instruída a utilizar o banheiro acessível. Nossa igreja aceita a todos, porém não compactua com tudo”, afirmou a fiel.

Relatos de voluntários

Voluntários que atuavam no evento também comentaram o episódio. Uma mulher afirmou que participou do atendimento aos visitantes e disse que o pastor teria se dirigido à pessoa com respeito ao apresentar a alternativa do banheiro unissex.

Segundo o relato, a pessoa envolvida teria reagido de forma exaltada durante o momento.

Outra integrante da igreja destacou que, na visão de membros da congregação, o acolhimento de visitantes não significa abrir mão de princípios adotados pela comunidade religiosa.

“Acolher pessoas não significa abrir mão de princípios ou permitir que cada um faça aquilo que quiser dentro da casa de Deus”, escreveu uma frequentadora.

Silêncio

Até o momento, a Igreja Além do Véu não divulgou um comunicado oficial sobre o caso. O episódio segue repercutindo nas redes sociais e poderá ser analisado judicialmente após a denúncia apresentada, de acordo com informações do Guia-me.

Perfuração de poços é arma de pastor para pregar a muçulmanos

A atuação missionária do pastor Godwin K. Ahlijah tem levado iniciativas de evangelização e assistência social a comunidades isoladas de Gana. Ao longo dos anos, o líder cristão também coordenou projetos humanitários que contribuíram para ampliar o acesso à água potável em regiões carentes.

Entre as ações desenvolvidas por seu ministério está a perfuração de mais de 80 poços de água em diferentes vilarejos do país. Muitos desses projetos foram realizados em comunidades de maioria muçulmana, onde o acesso à água segura era limitado.

Parcerias missionárias

Parte das iniciativas lideradas por Ahlijah conta com apoio de missionários estrangeiros. Desde 2006, cerca de 100 equipes missionárias vindas dos Estados Unidos visitaram Gana para colaborar com atividades evangelísticas e projetos comunitários.

O pastor destacou a importância dessas parcerias para o avanço das ações locais. Segundo ele, a presença de voluntários estrangeiros tem gerado impacto significativo nas comunidades atendidas.

“Nunca houve alegria maior para mim do que ver meus amigos americanos vindo para Gana. Leva muito tempo, mas o impacto que isso deixa neste país faz com que o tempo gasto hospedando-os seja um pequeno preço a pagar”, afirmou.

Ahlijah lidera a Harvest Mission Chapel, localizada na região de Accra. A perfuração de poços tornou-se uma das frentes mais importantes do ministério.

Impacto social

De acordo com estimativas da organização humanitária Visão Mundial divulgadas em 2017, cerca de 1,3 milhão de pessoas eram beneficiadas pela água potável fornecida pelos poços construídos pela missão.

Segundo Ahlijah, o número de pessoas atendidas pode ter crescido significativamente nos últimos anos. Ele acredita que atualmente até três milhões de pessoas possam ser impactadas pelos projetos relacionados ao acesso à água.

Além da perfuração de poços, equipes missionárias também participam de atividades de assistência médica, treinamento de profissionais de saúde e capacitação de líderes cristãos.

Segundo o pastor, médicos enviados pelas equipes estrangeiras ajudam a treinar profissionais locais, enquanto líderes religiosos colaboram na formação de pastores e no fortalecimento das igrejas.

Desafios

Ahlijah afirmou que a África possui atualmente uma das maiores populações cristãs do mundo. No entanto, ele destaca que o crescimento da fé cristã no continente também traz desafios relacionados à formação de novos líderes.

Segundo o pastor, o discipulado e o treinamento de líderes são essenciais para acompanhar o aumento do número de convertidos.

“Equipes missionárias podem ajudar a suprir essa necessidade”, afirmou Ahlijah, ressaltando que o apoio internacional contribui para fortalecer igrejas locais e ampliar o trabalho missionário.

Trajetória missionária

A história de fé de Godwin K. Ahlijah começou ainda na infância. Em 1982, aos 9 anos de idade, ele decidiu seguir o cristianismo após frequentar uma igreja fundada por missionários na cidade de Tema.

Décadas depois, aos 52 anos, ele continua liderando projetos que combinam evangelização com ações de desenvolvimento comunitário.

Inspirado pelo trabalho de missionários que viajaram ao país para anunciar o Evangelho, Ahlijah também passou a investir em iniciativas voltadas à expansão da igreja e ao atendimento social.

Projetos e novas igrejas

Ao longo de sua trajetória, o pastor ajudou a fundar três igrejas e criou projetos missionários voltados ao desenvolvimento de comunidades locais.

Entre as iniciativas está a organização sem fins lucrativos Meaningful Life International, criada há cerca de duas décadas.

Segundo informações do ministério, a entidade já realizou mais de 100 campanhas de saúde, participou do plantio de quase 40 igrejas e promoveu o treinamento de dezenas de líderes cristãos.

De acordo com a AG News, Ahlijah entende que iniciativas que unem evangelização e assistência social continuam sendo fundamentais para apoiar comunidades carentes e fortalecer a atuação missionária em diferentes regiões do país.