“Filas de homens encarcerados”: batismo em presídio salva vidas

Durante uma iniciativa da organização God Behind Bars na Penitenciária East Mississippi, em julho, dois detentos com impedimentos físicos tiveram o batismo adaptado para professar publicamente a fé cristã.

A ação evangelística de dois dias reuniu mais de 300 presos no ginásio da prisão, resultando em 150 decisões de conversão e 50 batismos tradicionais realizados em tanque montado pela equipe.

Um dos detentos, não identificado por questões de privacidade, sofria de infecção cutânea que o impedia de submergir. “Ele veio até nós implorando para ser batizado. Disseram-lhe que não podia entrar na água”, relatou a missão.

A solução para o batismo foi improvisada: garrafas de água foram usadas para derramar a água sobre sua cabeça enquanto oravam. “Ele chorou, saltou e se alegrou. Aquele momento se tornou um milagre. Jesus o encontrou”, descreveu a equipe.

Em caso similar, outro detento recentemente submetido a procedimento médico também não pôde utilizar o tanque. “Com lágrimas nos olhos, ele perguntou: ‘Há alguma forma de eu ser batizado hoje?’“, contou a God Behind Bars. O ritual foi repetido com garrafas, simbolizando sua adesão à fé cristã.

Impacto

Fundada em 2009, a entidade já alcançou mais de 1 milhão de detentos nos EUA através de parcerias com igrejas. A organização enfatiza a urgência de seu trabalho citando estatísticas prisionais:

  • 92% dos presos serão libertados;

  • 75% retornam ao sistema em três anos.

“Combater essa reincidência exige abordagem tridimensional: necessidades físicas, espirituais e relacionais“, declarou o ministério. A metodologia inclui criar ambientes onde presos “vivenciam o amor de Deus de forma tangível”, com foco em restauração de vidas, combate a vícios e reconexão familiar.

Compromisso Declarado

Em comunicado, a entidade reforçou sua missão:

“Não mediremos esforços para garantir que cada detento nos EUA tenha acesso direto ao Evangelho. Objetivamos ajudá-los a curar traumas, quebrar ciclos destrutivos e assumir sua identidade como filhos do Altíssimo”.

A ação na Penitenciária East Mississippi ilustra a flexibilidade da organização em superar barreiras físicas para atender anseios espirituais, mantendo como princípio que “nada deve impedir um encontro com Cristo”.

Vídeo: bispo rasga o verbo contra ‘ditadores no Brasil’

Fica aqui meu reconhecimento público a esse padre. Obrigado pela coragem e liderança. pic.twitter.com/02PIxlzJST

— Adolfo Sachsida (@ASachsida) August 8, 2025

O ex-ministro de Minas e Energia no governo do presidente Jair Bolsonaro, Adolfo Sachsida, compartilhou um vídeo com declarações do bispo dom Adair José Guimarães, da Diocese de Formosa (GO), criticando o que descreveu como cenário de autoritarismo no Brasil.

No trecho divulgado nesta sexta-feira, 08 de agosto, na rede social X, dom Adair questiona: “Como vão morrer os ditadores, inclusive aqui no Brasil. Como morrem? Você tirar a liberdade dos outros? Prender pessoas que não devem? Abusar dos idosos, prendendo idosos, que nunca foram às barras da justiça por nada, só porque estavam numa manifestação?”.

O bispo afirmou que tais ações não passam despercebidas: “Isso clama aos céus, e nós estamos calados diante disso, mas quando a dor chega em nós, nós vamos sentir. Tem muita gente que acha bom, apoia isso, não sabe o que está fazendo”.

Em seguida, dom Adair mencionou ter recebido, de detentos presos pelos atos de 8 de janeiro, um presente enviado pelo senhor José do Terço, descrito como um idoso mineiro que rezava em manifestações e foi detido. Segundo o bispo, dentro da prisão, ele confeccionava terços de pano e ensinava outros presos a rezar. “Vocês acham que essa oração foi esquecida por Deus? Nunca. Chegará o momento que essas orações vão abrir as portas dos céus para a libertação do povo brasileiro”, declarou.

Cristão transforma atuação no meio empresarial em evangelismo

Robert-Jan Jansen, proprietário e diretor do Werk Group — grupo holandês de consultoria organizacional — relatou à Revive como sua identidade cristã fundamenta a sua atuação empresarial.

“Ser cristão e empreendedor não são coisas diferentes. Sou apenas um cristão que, por acaso, é empreendedor. Deus é a base de tudo o que faço”, declarou.

À frente de sua empresa desde 2008, Jansen afirmou que sua fé se expressa nos valores organizacionais, nas interações com colaboradores e na criação de “um ambiente onde as pessoas vivenciam algo além do desempenho”.

Segundo ele, decisões do mundo empresarial frequentemente seguem orientações espirituais: “Somos guiados pelo Espírito Santo, mesmo quando escolhas parecem ilógicas para o negócio”.

Práticas e testemunhos

Jansen citou episódios que atribui à intervenção divina, como o caso de uma funcionária submetida a transplante renal em 2022. “Declarei uma bênção sobre ela. A recuperação padrão leva 3 a 6 meses, mas em duas semanas ela estava reabilitada. Após quatro semanas, retornou ao trabalho”, detalhou. “Apenas apontei para o céu. Nem precisei orar em voz alta”.

Sua abordagem gerencial prioriza o bem-estar: “Vejo minha empresa como família. Um líder precisa cuidar antes de exigir”. Essa filosofia impactou inclusive colaboradores de outras crenças. Uma gerente de marketing inicialmente cética admitiu: “Nunca vivi um ambiente com tanto amor onde se pode ser autêntico”.

Modelo de liderança

Jansen descreveu seu método como equilíbrio entre acolhimento e crescimento:

“Sou portador de graça e verdade. A graça cria plataforma para compartilhar verdades que ajudam pessoas e organizações a prosperar”.

Em 2022, o membro do meio empresarial sua missão como “reconhecer e apoiar pessoas como um bom pai faria, para que se tornem quem realmente são”. Ressaltou ainda que sua visão empresarial é compartilhada abertamente com a equipe, independentemente de credos.

Para o empreendedor, o êxito deriva da relação pessoal com Cristo: “Busco em oração a paz de Deus. Ele dirige tudo — sou grato pela maestria com que ocorre”. Concluiu enfatizando: “Fazer negócios com Jesus é uma aventura impactante. Não separamos fé e trabalho”.

O Werk Group atua aprimorando processos de outras organizações, enquanto desenvolve projetos paralelos como traduções bíblicas para línguas minoritárias, mencionados em ações missionárias anteriores de Jansen. Com: Guiame.

Missionários relatam conversão de hindu após visão de Jesus

Durante uma missão de 10 dias em aldeias da fronteira entre Nepal e Índia em julho, o evangelista Thomas* e sua equipe testemunharam a conversão de Vihaan*, um hindu que relatou uma experiência espiritual com Jesus semanas antes.

A ação, documentada em entrevista ao portal God Reports, ocorreu em comunidades pobres onde a equipe realizava treinamento prático para alunos missionários.

Os missionários encontraram o hindu Vihaan durante um ritual fúnebre hindu de 13 dias pela morte de sua mãe. Ao conversar com a equipe, o jovem expressou desilusão: “Esses rituais não trazem paz, eu os sigo apenas por causa da família“.

A missionária indiana Ananya compartilhou então seu testemunho pessoal de fé cristã, detalhando como Jesus “a livrou da morte e transformou sua vida”.

Vihaan revelou conexões anteriores com o cristianismo: visitara uma igreja no passado, mas fora impedido pela mãe. Contou ainda que, durante a doença materna, três cristãos ajudaram financeiramente e oraram, resultando em cura temporária. “Insisti com ela para seguir Jesus, mas ela recusou“, explicou. Após recaída, a mãe faleceu.

O momento decisivo do hindu ocorreu quando Vihaan descreveu uma experiência em julho: “Vi um homem de branco e sabia que era Jesus. Ninguém acreditou em mim. Rezo aos ídolos, mas nunca respondem. Jesus claramente responde“. Diante dos missionários, declarou sua decisão: “Vou dar minha vida a Jesus“.

Paralelamente, a missão liderada por Thomas desenvolve um projeto de tradução bíblica para dialetos locais. “Temos sete línguas maternas sendo traduzidas pela primeira vez na história“, afirmou o missionário, solicitando apoio contínuo através de orações para o trabalho na região.

**Nomes alterados por segurança_

Capelão pensou em suicídio como protesto contra injustiça

Um capelão anglicano no Reino Unido afirmou ter cogitado atear fogo ao próprio corpo durante uma sessão do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra, como forma de protesto contra sua exclusão contínua do ministério.

O reverendo Dr. Bernard Randall, em entrevista ao jornal The Mail on Sunday, declarou que a decisão foi considerada após “longos períodos de desespero e desesperança” causados pelo tratamento recebido da própria Igreja, que o classificou como “risco moderado para crianças” devido a um sermão proferido em 2019 sobre casamento e sexualidade sob a perspectiva bíblica.

Randall, que serviu por cinco anos como capelão no Trent College, em Derbyshire, ganhou destaque em 2021 ao processar a instituição, afiliada à Igreja da Inglaterra, por demiti-lo após o sermão no qual encorajava alunos de 11 a 17 anos a refletirem sobre as alegações de ativistas LGBT. A escola também o denunciou à agência de combate ao terrorismo Prevent, que concluiu não haver ameaça.

O episódio ocorreu após a visita de Elly Barnes, fundadora da extinta instituição Educate and Celebrate, para treinamento de professores com o objetivo de “acabar com a heteronormatividade”.

O sermão, ainda disponível online, apresentou a visão bíblica sobre sexualidade e casamento e alertou que os valores defendidos pela organização de Barnes divergiam dos “princípios protestantes e evangélicos da Igreja da Inglaterra”. Após o episódio, Randall foi suspenso, reintegrado por apelação e novamente afastado, sendo demitido definitivamente em 31 de dezembro de 2020. A Diocese de Derby, sob liderança da reverenda Libby Lane, manteve a restrição à sua atuação ministerial após uma investigação de proteção.

Em entrevista, Randall afirmou: “Foram seis anos de silêncio, vergonha e exílio espiritual. Fui punido não por transgressão, mas por crer”. Ele disse ainda que as crenças citadas em seu sermão correspondem às posições oficiais da Igreja da Inglaterra, embora durante uma reunião de salvaguarda em junho tenham sido tratadas como “suas opiniões”.

O Christian Legal Centre, que o representa, classificou a postura da Igreja como “falha de cuidado pastoral e testemunho cristão”. Andrea Williams, diretora executiva da entidade, defendeu sua reintegração: “A recusa contínua da Igreja em readmiti-lo, apesar de sua defesa, é uma falha grave”.

A Diocese de Derby declarou ao The Christian Post que está trabalhando com Randall “para abordar as preocupações que ele levantou” e seguindo “a orientação da Câmara dos Bispos” para concluir o processo “o mais rápido possível”.

O caso ocorre em meio à queda de confiança na Igreja da Inglaterra. Pesquisa da YouGov divulgada neste ano apontou que 50% dos britânicos defendem sua dissolução, contra 23% que desejam manter o status atual.

O cargo de arcebispo de Canterbury está vago desde janeiro, após a renúncia de Justin Welby, que deixou o posto depois de uma investigação sobre falhas na comunicação de abusos cometidos por um voluntário em acampamentos cristãos.

Projeto já aprovado autoriza livros como a Bíblia em escolas

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, em 7 de dezembro de 2023, o Projeto de Lei nº 16.062/2023, de autoria do Poder Executivo estadual, que autoriza a disponibilização de bíblias e livros sagrados de religiões professadas no Brasil nas escolas da rede pública estadual.

O projeto recebeu uma emenda do deputado Missias Dias (PT) antes da votação. Em sua justificativa, o Governo do Estado argumentou que “a religião tem um papel fundamental na formação humana, sendo a crença um dos valores necessários para uma convivência digna e pacífica em sociedade“.

O texto enviado à Assembleia destacou ainda que a liberdade religiosa é um direito assegurado pela Constituição Federal de 1988 (Artigo 5º, VI), e que a iniciativa busca garantir o exercício desse direito no ambiente escolar, com respeito à diversidade.

Segundo o projeto aprovado, a presença desses livros como bíblias nas unidades de ensino será implementada observando a pluralidade religiosa brasileira. O objetivo declarado é permitir que os estudantes tenham acesso a diferentes tradições de fé.

O governo estadual defendeu que “o contato com conteúdos religiosos pode colaborar para o desenvolvimento de valores como solidariedade, empatia e respeito ao próximo“.

O projeto também fez uma menção específica ao cristianismo, afirmando que “no caso do cristianismo e de seus símbolos religiosos, é inquestionável a sua relevância na formação cultural e histórica brasileira, sendo parte integrante da tradição e da identidade nacional“. A medida não torna obrigatória a leitura ou o ensino religioso confessional, mas sim a disponibilização dos textos para consulta facultativa.

A matéria foi aprovada pelos deputados estaduais e agora segue para sanção do governador Elmano de Freitas (PT), que terá o prazo legal para promulgá-la ou vetá-la. Caso sancionada, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) ficará responsável por regulamentar a forma de aquisição, distribuição e disponibilização dos livros sagrados nas escolas. Com: Exibir Gospel.

Evangelismo em prisão produz resultado surpreendente de batismo

Durante uma ação evangelística de dois dias realizada em julho na Penitenciária East Mississippi, nos Estados Unidos, a organização God Behind Bars registrou um episódio incomum envolvendo o batismo de detentos com restrições físicas.

A iniciativa, que reuniu mais de 300 presos no ginásio da prisão, resultou em aproximadamente 150 decisões de conversão religiosa, com mais de 50 homens optando pelo batismo imediato, segundo relato da entidade em suas redes sociais.

A equipe montou um tanque batismal temporário para atender aos novos convertidos. Contudo, dois casos exigiram adaptações: um detento não identificado sofria de uma infecção cutânea que impedia sua imersão na água, enquanto outro havia passado por um procedimento médico recente com restrições similares. Ambos solicitaram ser batizados alternativamente.

“Ele veio até nós implorando para ser batizado. Disseram-lhe que não podia entrar na água”, descreveu a God Behind Bars sobre o primeiro caso. A equipe utilizou garrafas de água para efetuar o ritual.

“Batizamo-lo enquanto a água escorria pela sua cabeça. Ele chorou, saltou e se alegrou. Aquele momento se tornou um milagre”, afirmou a organização. O segundo detento, igualmente emocionado, questionou: “Há alguma forma de eu ser batizado hoje?”, sendo atendido com o mesmo método alternativo.

Fundada em 2009, a God Behind Bars atua em parceria com igrejas norte-americanas no trabalho carcerário. A organização citou estatísticas do sistema prisional: cerca de 92% dos presos serão libertados, mas 75% retornam à prisão em três anos.

Segundo a entidade, sua abordagem busca combater essa realidade através de um modelo tridimensional: “Atendemos necessidades físicas, espirituais e relacionais de presos e famílias. Convidamos Deus para a prisão e mostramos Seu amor de formas tangíveis”.

Até a presente data, o ministério afirma ter alcançado mais de 1 milhão de detentos nos EUA. Em sua declaração institucional, reforçaram o compromisso: “Não mediremos esforços para garantir que cada detento tenha acesso direto e pessoal ao Evangelho. Objetivamos ajudá-los a desenvolver fé, curar traumas, quebrar vícios e assumir seu chamado como filhos do Altíssimo”. Com: Guiame.

Temor da Magnitsky: Barroso considera renunciar ao STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta um período de tensão interna. Segundo informações divulgadas, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, estaria considerando deixar o Tribunal após encerrar seu mandato como presidente, no final de setembro.

A eventual saída ocorreria sete anos e meio antes da aposentadoria compulsória, prevista para março de 2033. A jornalista e comentarista política Ana Paula Henkel ironizou o movimento em uma publicação no X: “Que coincidência vossa excelência querer sair agora, não? Deve estar cansado, não é mesmo?”, questionou.

De acordo com a publicação, Barroso tem evitado confrontos em público e buscado preservar a imagem institucional do STF, mas aliados relatam que, nos bastidores, ele demonstra frustração com o ambiente de divisão crescente entre os ministros. A reportagem afirma que interlocutores próximos saem das conversas com a impressão de que a possibilidade de renúncia é real.

Barroso é o ministro com mais vínculos nos Estados Unidos, mantendo imóveis em Miami e participando com frequência de atividades acadêmicas em Harvard. Essa ligação o colocaria em posição de maior vulnerabilidade a eventuais sanções internacionais, especialmente no contexto da administração do presidente norte-americano Donald Trump.

Caso a saída se concretize, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá indicar mais um nome para o STF, de acordo com o portal Poder360.

No atual mandato, Lula já nomeou Cristiano Zanin e Flávio Dino. Entre os possíveis indicados para uma terceira vaga, circulam nomes como Bruno Dantas (ministro do Tribunal de Contas da União), Jorge Messias (advogado-geral da União), Rodrigo Pacheco (presidente do Senado, PSD-MG) e Vinicius Carvalho (ministro da Controladoria-Geral da União).

Em paralelo, há relatos de desconforto entre ministros com a atuação de Alexandre de Moraes, especialmente em processos que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro. Cinco ministros teriam manifestado a interlocutores reservas sobre a condução desses casos. A decisão mais recente, que impôs prisão domiciliar e uso de tornozeleira eletrônica a Bolsonaro, foi considerada precipitada por parte da Corte.

Outro fator de preocupação é a possibilidade de que ministros do STF sejam alvo de sanções internacionais, com base na Lei Magnitsky, legislação dos Estados Unidos que prevê bloqueio de bens e restrições de deslocamento para pessoas acusadas de violações de direitos humanos e de práticas consideradas antidemocráticas.

Oi, Barroso.

Que coincidência vossa excelência querer sair agora, não? Deve estar cansado, não é mesmo? pic.twitter.com/cplqE31QV0

— Ana Paula Henkel (@AnaPaulaVolei) August 6, 2025

“Vista grossa”: pastor denuncia omissão da imprensa em perseguição aos cristãos | Notícias Gospel

O pastor e escritor Renato Vargens, uma das vozes mais influentes da teologia protestante nacional, fez uma publicação em tom de ironia com relação ao atual governo do Brasil, tendo como foco a perseguição aos cristãos.

No Instagram, o líder religioso postou: “Da série: às vezes é melhor desenhar”. A frase faz alusão uma imagem onde pessoas que deveriam se preocupar com a perseguição aos cristãos, não existem, enquanto os que se dizem em prol da Palestina são muitos.

“As missões para eclesiásticas têm anunciado as mais variadas perseguições aos cristãos. Todavia, a imprensa nacional tem feito vista grossa ao que tem acontecido em países como Nigéria, Moçambique e outros. Na verdade, em muitos países, ser cristão significa assinar o atestado de morte”, comentou Vargens.

Seguidores do pastor expressaram apoio à sua publicação, com muitos destacando o que parece ser uma contradição na forma de lidar com a questão palestina. “O mundo jaz no maligno”, reagiu um internauta.

Na manhã de sábado, 7 de outubro de 2023, coincidindo com o feriado judaico de Simchat Torah e o encerramento do festival islâmico do Sacrifício (Eid al-Adha), muçulmanos do grupo Hamas lançaram um ataque surpresa contra Israel a partir da Faixa de Gaza.

O ataque começou com uma intensa barragem de foguetes, com milhares de projéteis disparados contra cidades israelenses, incluindo Tel Aviv e comunidades próximas à fronteira com Gaza, sobrecarregando os sistemas de defesa aérea israelenses.

Simultaneamente, dezenas de muçulmanos do Hamas realizaram uma infiltração terrestre em grande escala, rompendo a cerca de segurança que separa Gaza de Israel. Utilizando veículos, motocicletas, embarcações e até ultraleves, os terroristas penetraram em várias comunidades israelenses próximas à fronteira, como Be’eri, Kfar Aza, Sderot e o local do festival de música Nova perto de Re’im.

Os muçulmanos engajaram-se em confrontos armados com forças de segurança israelenses, atacaram postos militares, como o de Nahal Oz, e invadiram residências civis. Durante os atos de terror, dezenas de civis israelenses foram mortos e sequestrados, incluindo mulheres e crianças.

As autoridades israelenses relataram, nos dias seguintes, que aproximadamente 1.200 pessoas foram mortas em solo israelense durante o ataque, a grande maioria civis, incluindo centenas de participantes do festival de música em Re’im. Mais de 240 pessoas foram confirmadas como reféns, sendo levadas para Gaza.

O Hamas, grupo terrorista muçulmano que governa a Faixa de Gaza desde 2007 e é classificada como terrorista por Israel, Estados Unidos, União Europeia e outros países, reivindicou a autoria do ataque.

Kim Walker-Smith, ex-vocalista do Jesus Culture, virá ao Brasil

Assine o Canal

A cantora norte-americana Kim Walker-Smith, conhecida por sua atuação como voz principal no ministério Jesus Culture, fará sua primeira turnê solo aberta ao público no Brasil. As apresentações acontecem nos dias 06, 07 e 08 de outubro, em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, respectivamente.

Em São Paulo, o show será realizado no Vibra São Paulo, em 06 de outubro, com a participação de artistas brasileiros convidados. No Rio de Janeiro, a apresentação ocorrerá no Teatro Opus Cittá, em 07 de outubro. Já em Porto Alegre, o evento está marcado para 08 de outubro, no Teatro Bourbon Country.

Segundo a produção, esta é a primeira vez que a artista promove uma turnê oficial no país, distinta de suas participações anteriores em conferências, com ênfase na experiência espiritual e musical. O repertório incluirá músicas conhecidas como How He Loves, Let It Rain, Unstoppable Love, In The River e Rooftops, além de faixas do novo álbum “TRAMPLE”, que aborda temas como fé, cura, libertação e propósito.

Com mais de 20 anos de trajetória no ministério e na música cristã, Kim também atua como palestrante e líder espiritual. Reconhecida por conduzir momentos de adoração, a turnê no Brasil é apresentada como um convite a um encontro com a presença de Deus por meio da música e da mensagem cristã.

Serviço

Kim Walker-Smith – Turnê Brasil 2025

  • Datas e locais:

    – 06 de outubro – São Paulo (Vibra São Paulo)

    – 07 de outubro – Rio de Janeiro (Teatro Opus Cittá)

    – 08 de outubro – Porto Alegre (Teatro Bourbon Country)

  • Ingressos: disponíveis em uhuu.com e pontos autorizados.