Todos à Mesa: igreja oferece Ceia de Natal para pessoas carentes

A igreja evangélica Comunidad Casa Norte, localizada na cidade de Hermosillo, no México, promoveu uma Ceia de Natal comunitária voltada para pessoas em situação de rua no último dia 6 de dezembro. A iniciativa, denominada “Todos à Mesa”, ocorreu em um espaço aberto na via pública, onde foi instalada uma longa mesa decorada com motivos natalinos.

Durante o evento, voluntários da congregação serviram uma refeição completa, incluindo prato principal, sobremesa e café, aos participantes. Além da alimentação, a ação incluiu a distribuição de itens de vestuário e agasalho, como casacos, tênis, suéteres e cobertores. Momentos de oração coletiva também foram realizados.

Em publicação oficial no Instagram, a igreja descreveu o propósito da Ceia de Natal comunitária. “Servimos com amor. Calor no prato, casaco nas mãos e palavras que elevam o coração”, afirmou.

A nota também fez referência a uma passagem bíblica, citando o evangelho de Mateus, capítulo 25, versículo 40: “Eu lhes asseguro que tudo o que fizeram por um dos meus irmãos, até pelo mais pequeno, fizeram por mim”. A mensagem finalizou com um apelo: “Sejamos as mãos e os pés de Jesus. A generosidade se tornou companhia, refúgio e esperança na mesa”.

A publicação recebeu diversos comentários de apoiadores. Uma usuária escreveu: “O verdadeiro sentido do Natal”. Outra manifestação destacou: “Lindo! Através de vocês eles podem ver e receber o amor de Deus”.

A ação insere-se em uma série de iniciativas de caráter social e assistencial realizadas por grupos religiosos durante o período festivo de fim de ano, com o objetivo de oferecer suporte material e espiritual a populações vulneráveis.

Nelson Junior, ‘Escolhi Esperar’, anunciado como pastor na Zion

O pastor Nelson Junior, conhecido pela criação do movimento Eu Escolhi Esperar, foi apresentado como novo integrante da equipe pastoral da Zion Church São Paulo. O anúncio foi feito no domingo, 21 de dezembro, pelo pastor Teofilo Hayashi, líder da igreja, e foi confirmado depois pelo próprio Nelson em suas redes sociais.

Hayashi informou que Nelson Junior e a família vão se mudar para a capital paulista e passarão a atuar diretamente nas atividades da igreja local. Ele também mencionou expectativa em torno da chegada do pastor e do início de um novo ciclo ministerial.

Além de integrar o quadro pastoral da Zion São Paulo, Nelson Junior ficará responsável pela coordenação dos “geracionais” da Zion em todo o país. A função inclui o acompanhamento e o fortalecimento de iniciativas voltadas a diferentes faixas etárias, com foco na formação espiritual das próximas gerações.

O movimento Eu Escolhi Esperar também se pronunciou sobre a mudança. Em publicação oficial, a organização registrou a alegria de Nelson Junior e de sua esposa, a pastora Angela Neto, diante do novo desafio ministerial.

A mensagem destacou que o casal inicia uma etapa descrita como de maior responsabilidade e compromisso com a liderança nacional. O comunicado também associou a transição a um período de renovação e propósito, com atenção ao cuidado e ao discipulado das novas gerações dentro da Zion Church.

Ex-líder de adolescentes é preso por abuso em 'festa do pijama'

Um homem de 30 anos, identificado como ex-líder do ministério de adolescentes da Igreja Batista Filadélfia, no Guará II (DF), encontra-se preso temporariamente desde a última sexta-feira, 19 de dezembro de 2025. A prisão foi decretada pela Justiça local por 30 dias, prorrogáveis, com base na investigação da 4ª Delegacia de Polícia do DF, que o investiga por suspeita de estupro de vulnerável.

De acordo com o relatório policial, o suspeito teria utilizado sua posição de liderança religiosa para estabelecer confiança com adolescentes do sexo masculino e, posteriormente, abusar sexualmente deles. Os crimes teriam ocorrido em diferentes situações, incluindo durante uma festa do pijama nas dependências da igreja e em encontros privados em sua residência, sob o pretexto de assistir a filmes.

As investigações apontam um padrão: o homem abordava as vítimas de forma não concomitante, estabelecendo vínculo com um adolescente de cada vez. Os relatos colhidos pela Polícia Civil indicam que, durante os abusos, as vítimas pediam para ele parar, mas ele persistia. Para interromper as investidas, alguns adolescentes se refugiavam no banheiro ou solicitavam aos pais que os buscassem.

Até o momento, foram identificadas quatro vítimas, com idades entre 10 e 17 anos no período dos supostos crimes, que teriam ocorrido a partir de 2019. Uma delas já atingiu a maioridade. Em um dos casos, os abusos teriam se iniciado quando a vítima tinha 10 anos e se prolongado por dois anos. Em outro, teriam ocorrido entre os 13 e os 17 anos de idade.

Relação Familiar e Reação da Igreja

O investigado é filho do pastor presidente da congregação. Segundo apurações, em uma reunião de líderes em novembro, teria sido lida uma carta do suspeito anunciando seu afastamento das atividades, mas ele continuou frequentando cultos e acessando áreas restritas. Fontes próximas ao caso afirmam que o pai, ao tomar conhecimento das denúncias, teria tentado convencer as famílias de que não houve abuso, chegando a insinuar que seu filho poderia ser a vítima.

A Igreja Batista Filadélfia emitiu nota oficial negando que o investigado continuasse atuando na instituição em 2025. A congregação afirmou que ele “atuava no passado como membro voluntário” e que “a relação de parentesco com o pastor presidente não interferiu, nem jamais interferirá, nas medidas disciplinares ou na colaboração com as autoridades”.

A nota também refutou alegações de que houvesse tentativa de encobrir os fatos ou desestimular as famílias a buscarem a Justiça.

“Em todos os atendimentos realizados, a orientação explícita foi de que as famílias possuíam total liberdade e incentivo institucional para buscar as autoridades policiais”, declarou a igreja, ressaltando seu compromisso com a precisão das informações e a proteção da privacidade dos menores envolvidos. Com: Metrópoles.

Nascimento de Jesus ilumina Natal na Times Square, em NY

Os painéis de LED da Times Square, em Nova York, exibiram uma apresentação artística com cenas do nascimento de Jesus durante o período de Natal, atraindo a atenção de turistas e moradores que passavam pela região.

A ação foi promovida pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida como Igreja Mórmon. A exibição começou com dezenas de outdoors apagados e, em seguida, apresentou a narrativa bíblica do nascimento de Jesus por meio de imagens e luzes.

As telas mostraram José e Maria, grávida, viajando até Belém, o bebê Jesus em uma estrebaria com animais e a estrela associada ao caminho dos reis magos até a manjedoura. Também apareceram anjos adorando o menino Jesus, acompanhados da frase: “Jesus, o Salvador, nasceu”.

Na sequência, foi exibida a passagem bíblica de João 8:12, com a declaração atribuída a Jesus: “Eu sou a luz do mundo”. Pedestres, incluindo famílias e crianças, pararam para assistir ao espetáculo.

A apresentação terminou com a frase: “Neste Natal, compartilhe essa luz deixando sua luz brilhar”.

Em publicação no Instagram, a igreja afirmou: “As luzes da Times Square compartilharam a luz de Jesus Cristo neste Natal. No coração da cidade de Nova York, os famosos outdoors de repente ficaram escuros. E então durante 30 minutos eles se iluminaram com algo inesperado – uma mensagem de esperança, amor e verdade: Jesus Cristo é a razão do Natal”. A mesma publicação acrescentou: “Uma cena de tirar o fôlego encheu as telas, lembrando a todos que a Luz do Mundo nasceu para cada um de nós, trazendo paz ao nosso caos, propósito ao nosso caminho e cura aos nossos corações”.

O espetáculo também exibiu o site LighttheWorld.org, com conteúdos e um curta-metragem sobre o significado bíblico do Natal.

Coreia do Norte exige de cristãos devoção a ditadores

A missão Portas Abertas informou que a Coreia do Norte exige demonstrações públicas de devoção à família que governa o país e afirmou que cristãos norte-coreanos continuam praticando a fé de forma clandestina, apesar das restrições.

A Portas Abertas relatou que, desde a infância, crianças são ensinadas a se curvar diante de retratos de Kim Il-sung e Kim Jong-il, exibidos de forma obrigatória em casas, escolas e locais de trabalho. A rotina descrita pela missão inclui rituais de lealdade ao regime, como recitar normas, levar flores a monumentos e participar de cerimônias oficiais do Estado. A recusa em cumprir essas práticas é tratada como traição ao país, segundo o relato.

Para cristãos, a missão descreveu um conflito entre a exigência estatal e a orientação bíblica de adoração exclusiva a Deus. A Portas Abertas afirmou que, em muitos casos, a obediência aparente aos rituais é vista como forma de preservar a própria segurança e a de familiares. Durante as reverências, cristãos oram em silêncio e repetem: “Senhor, tu és o meu único Deus”.

Simon, identificado como coordenador do trabalho com cristãos norte-coreanos, descreveu esse dilema. “Por um lado, eles sabem que não devem se curvar diante de ídolos. Por outro, se recusarem publicamente, todos os cristãos serão presos. Não haveria mais igreja”.

Ele também relatou que cristãos buscaram orientação em um episódio bíblico. “Os cristãos norte-coreanos perguntaram a Deus o que fazer, e Ele os lembrou da história de Naamã em 2 Reis 5. Ele servia a um rei estrangeiro e foi forçado a segurar o braço e se curvar com o rei diante de um certo ídolo. O profeta Eliseu lhe disse para ir ‘em paz’. Em outras palavras: ‘Deus sabia que Naamã não estava adorando o ídolo. O mesmo é verdade para os cristãos norte-coreanos’”.

Simon concluiu: “Hoje, seguidores de Jesus em toda a Coreia do Norte caminham nessa corda bamba. Eles suportam cerimônias com a cabeça curvada, mas sua verdadeira adoração sobe ao Céu. Sua lealdade a Cristo é testada diariamente e sua coragem está escondida à vista de todos”.

A Portas Abertas afirmou que, há mais de 20 anos, a Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar na Lista Mundial da Perseguição, que reúne 50 países onde cristãos enfrentam maior nível de perseguição.

Cristão sofre ameaça de prisão por pregar em festival de Natal

Um morador do Arizona foi ameaçado por autoridades municipais após ele e amigos tentarem evangelizar durante um festival de Natal na cidade de Tucson. O First Liberty Institute declarou que a conduta violou o direito de David Hoffman à liberdade de expressão religiosa.

O First Liberty Institute, organização jurídica que atua em casos ligados à liberdade religiosa, informou ter enviado uma carta à cidade de Tucson na semana anterior, com a acusação de restrição à manifestação religiosa de Hoffman no Festival de Luzes de Winterhaven. A organização afirmou que pretende acionar a Justiça caso não receba resposta até sexta-feira.

Nate Kellum, consultor sênior do First Liberty Institute, declarou: “A cidade de Tucson está suprimindo ilegalmente o discurso do Sr. Hoffman ao remover sua expressão religiosa de propriedade pública e ao separar seu discurso dos demais participantes, colocando uma barricada entre eles”. Ele acrescentou: “A cidade isola discursos religiosos para fins de censura. Isso é inconstitucional. Assim como qualquer outro tipo de discurso, o discurso religioso é protegido pela Primeira Emenda”.

A cidade de Tucson e o procurador municipal não responderam aos questionamentos feitos pelo portal The Christian Post. O incidente ocorreu em sábado, 13 de dezembro, quando Hoffman e amigos visitaram o bairro de Winterhaven durante o festival.

O evento, gratuito e aberto ao público, ocorreu em ruas, calçadas e vias públicas do bairro histórico de Winterhaven. A organização também afirmou que o público é convidado a caminhar por áreas públicas para ver decorações de luzes e acessar alimentos e bebidas oferecidos por vendedores locais.

O First Liberty Institute afirmou que Hoffman e o grupo não vendiam itens, não pediam doações e não obstruíam a passagem. A carta relata que, após um curto período de atividade religiosa, policiais abordaram o grupo e ordenaram que interrompesse a manifestação, citando a política do festival. O documento diz que a política de solicitação aplicada pela cidade proíbe “materiais ou mensagens políticas, religiosas ou comerciais”.

Policiais informaram que as mensagens religiosas seriam deslocadas para um pequeno espaço fora da área do festival, descrito como uma zona de livre expressão intitulada “Espaço Designado para Mensagens Pacíficas e Distribuição de Literatura”. A carta também registra que Hoffman teria sido ameaçado de prisão e de acusação de invasão de propriedade caso não obedecesse.

O First Liberty Institute declarou que, com receio de prisão, Hoffman e o grupo interromperam a abordagem no festival, mas querem retomar a expressão religiosa no restante da edição deste ano e em futuras edições. A organização afirmou: “Por meio de assessoria jurídica e desta carta, esperam resolver este conflito sem recorrer a processos judiciais”.

O First Liberty Institute sustentou que a atividade descrita como “discurso evangelístico, a distribuição de literatura e a expressão oral” é protegida pela Primeira Emenda e que a realização do festival não altera o caráter das ruas como fóruns públicos tradicionais. A organização também citou a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa do Arizona, que veda a imposição de ônus substancial ao exercício religioso, salvo em casos com interesse governamental imperioso e uso do meio menos restritivo.

Para encerrar o impasse, o grupo solicitou que a cidade de Tucson entregue a Hoffman uma garantia por escrito de que não vai restringir a expressão religiosa a uma zona de livre expressão dentro de vias públicas durante o restante do festival e em eventos futuros.

EUA e Nigéria firmam acordo bilionário sobre saúde e apoio cristão

Os governos dos Estados Unidos e da Nigéria formalizaram um memorando de entendimento para uma parceria de cinco anos na área da saúde, com um investimento combinado estimado em US$ 5,1 bilhões. O acordo, assinado no último final de semana, integra a estratégia de cooperação internacional “América Primeiro” do governo norte-americano.

De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, o compromisso financeiro norte-americano será de aproximadamente US$ 2,1 bilhões, destinados a programas de prevenção e tratamento de HIV, tuberculose, malária, poliomielite e saúde materno-infantil.

A Nigéria, por sua vez, comprometeu-se a investir cerca de US$ 3 bilhões de recursos próprios no setor durante o mesmo período. Autoridades americanas descreveram este como o maior co-investimento já assumido por um país parceiro no âmbito da sua atual estratégia global de saúde.

Um componente específico do acordo destina cerca de US$ 200 milhões do montante americano para apoiar mais de 900 unidades de saúde administradas por organizações cristãs em território nigeriano.

Segundo a Missão dos EUA na Nigéria, embora essas instituições representem cerca de 10% dos provedores de serviços de saúde do país, elas são responsáveis por atender mais de 30% da população, particularmente em regiões remotas e afetadas por conflitos.

O memorando também estabelece uma conexão entre o apoio financeiro e as reformas promovidas pelo governo nigeriano para ampliar a proteção de comunidades cristãs, que enfrentam violência de grupos extremistas.

Além do fortalecimento da infraestrutura sanitária, o acordo reflete um modelo de cooperação bilateral que prioriza maior participação financeira dos países parceiros e o reforço da resiliência dos sistemas nacionais de saúde.

A Nigéria continua a enfrentar graves desafios de saúde pública, incluindo alguns dos piores indicadores mundiais de mortalidade materno-infantil e uma das maiores cargas de malária do planeta. As informações são do The Christian Post.

Jogadores da NFL cobram fim da perseguição na Nigéria

Mais de 60 jogadores e ex-jogadores da NFL enviaram uma carta a autoridades dos Estados Unidos pedindo medidas contra o aumento da perseguição na Nigéria. O documento foi enviado em sexta-feira, 19 de dezembro, a líderes em Washington, incluindo o presidente Donald Trump, o presidente da Câmara Mike Johnson, o líder da minoria na Câmara Hakeem Jeffries, o líder da maioria no Senado John Thune e o líder da minoria no Senado Chuck Schumer.

“A perseguição religiosa e étnica na Nigéria atingiu um nível que exige ação imediata e concreta dos Estados Unidos”. A carta também afirma: “Como jogadores atuais e antigos da NFL que se importam profundamente com a justiça — aqui na América e ao redor do mundo — estamos entristecidos e indignados com a crescente violência, e escrevemos para exortá-los a agir agora para enfrentar a perseguição religiosa na Nigéria e garantir que os responsáveis sejam responsabilizados”.

Os signatários citaram a presença de atletas nigerianos na NFL e descreveram a Nigéria como “uma nação de beleza extraordinária, cultura rica e povo resiliente”. Em seguida, apontaram ataques, sequestros e assassinatos atribuídos a grupos extremistas e redes criminosas, com impacto sobre famílias e igrejas e efeitos para a estabilidade regional.

A carta menciona que, em outubro, Trump reconheceu a Nigéria como “país de preocupação particular”, classificação usada pelos EUA em casos de perseguição religiosa. Os atletas pediram medidas práticas, como ampliar assistência humanitária a deslocados, exigir relatórios públicos trimestrais ao Congresso sobre violência motivada religiosamente e preencher o cargo de Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado. “Agradecemos declarações anteriores condenando a violência e reconhecendo o sofrimento, mas a preocupação já não é suficiente”.

Entre os nomes citados como signatários estão Steve Stenstrom, Benjamin Watson, Tony Dungy, Kirk Cousins, Jameis Winston, Brock Purdy, C.J. Stroud e TreVeyon Henderson. “Como homens que foram confiados com uma plataforma pública através da National Football League, sentimos uma responsabilidade moral de falar por aqueles cujos gritos permaneceram sem resposta por tempo demais”.

A carta conclui: “Pedimos a vocês, como líderes desta nação, que usem todo o peso de seus cargos para defender o direito fundamental de viver e adorar livremente, e enviar uma mensagem clara de que os Estados Unidos não ficarão de braços cruzados enquanto nigerianos são alvos, aterrorizados e mortos por causa de sua fé. As vidas em jogo não podem esperar”.

De acordo com o Sports Spectrum, a manifestação também reúne números de organizações citadas sobre violência no país. A Intersociety mencionou 7.800 cristãos detidos e sequestrados por causa da fé entre quarta-feira, 01 de janeiro, e sábado, 10 de agosto, além de mais de 7 mil assassinatos atribuídos a extremistas islâmicos e “terroristas fulani”.

A Portas Abertas afirmou que 4.476 cristãos foram mortos no mundo por causa da fé em 2024, com 3.100 dessas mortes na Nigéria, e informou que o país ocupa a 7ª posição entre os 50 onde é mais difícil ser cristão.

Nicki Minaj se diz atraída à fé: ‘Deus estava me esperando’

A rapper Nicki Minaj falou sobre fé e relatou que se sentiu atraída por Deus após acompanhar o aumento da perseguição a cristãos na Nigéria.

A declaração ocorreu em uma conversa com Erika Kirk, viúva do ativista conservador Charlie Kirk, durante a convenção AmericaFest da Turning Point USA, em Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos.

Aos 43 anos, a artista contou que voltou a buscar a fé associada à infância e descreveu uma trajetória marcada por práticas religiosas na família. Ela disse que cresceu em Trinidad e que a avó a levava, junto dos irmãos, para um quarto de oração quando havia brigas em casa. Ela também afirmou que o sucesso na indústria musical dificultou manter a fé cultivada naquele período.

“Então, mais tarde na minha vida, quando eu tinha uns 10, 11, 12 anos, comecei a ir à igreja em Nova York, e isso mudou tudo, mudou minha vida para melhor porque eu ia toda semana, ouvia a Palavra de Deus sendo pregada, e depois voltava para casa e aplicava isso na minha vida. Mesmo sendo pequena, aprendi a orar muito cedo”.

Nicki Minaj disse que foi batizada aos 13 anos e que segue buscando viver por princípios cristãos. Ao mesmo tempo, relatou que a rotina de trabalho pode afastá-la de uma prática religiosa constante. “Às vezes, eu acordava e me sentia tão distante da comunhão. Eu costumava ir à igreja às quartas, sextas e domingos. Três dias por semana. Depois, com o passar dos anos, a gente fica ocupado e começa a pensar: ‘Deus está no meu coração’. Mas aí, às vezes, você também pode estar em uma área que te afasta ainda mais”.

Ela descreveu a fase recente como um retorno à oração e a um diálogo mais frequente com Deus. “Ultimamente, tenho me sentido como se não visse um amigo há muito tempo e, de repente, o encontrasse por acaso. É assim que tenho me sentido: voltando para Deus, orando e conversando com Ele, e Ele me disse: ‘Onde você estava? Onde você esteve? Eu estava esperando por você’”.

A artista também afirmou que passou a considerar mais se Deus está satisfeito com decisões pessoais e incentivou jovens a depositarem fé em Deus em momentos difíceis. “Onde quer que você esteja e sempre que precisar, você tem alguém a quem pode recorrer imediatamente. É imediato. Você não precisa deixar recado. Ele não vai retornar a ligação. Ele está lá imediatamente para você. Chame por Ele, ao primeiro toque, Ele atenderá”.

Ao abordar a Nigéria, Nicki Minaj comparou a liberdade de culto nos Estados Unidos com a situação no país africano. Ela disse que tem um pastor nigeriano e associou isso à decisão de se posicionar nas redes sociais sobre ataques, sequestros e mortes de cristãos. “Isso deveria provocar indignação na grande América, e é exatamente o que está acontecendo. E, repito, não vamos mais recuar. Não vamos mais nos calar diante dos valentões. Entendeu?”.

Ela acrescentou: “Saibam disso. Ouçam isso. Aceitem isso. Valentões. Nunca mais seremos silenciados. Defenderemos os cristãos onde quer que estejam neste mundo”.

Em um painel promovido pela missão dos Estados Unidos junto à ONU, ela associou a participação ao objetivo de denunciar violência religiosa e defender pessoas perseguidas por crença. Durante a fala, declarou: “Na Nigéria, os cristãos estão sendo alvo, expulsos de suas casas e mortos. Igrejas foram incendiadas. Famílias foram destruídas e comunidades inteiras vivem constantemente com medo, simplesmente por causa da forma como oram”.

No X, ela publicou: “Em Cristo, a rocha sólida, eu me apoio. Todo o resto é areia movediça. Todo o resto é areia movediça. Libertem os cristãos na Nigéria! Parem com isso agora!”.

On Christ the solid rock I stand.

All other grounds is sinking sand.

All other ground…

is sinking sand

FREE THE CHRISTIANS IN NIGERIA!!!!!!!!!!

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STOP THIS NOW!!!!!!!!!!!!!! #FreeChristians

— Nicki Minaj (@NICKIMINAJ) December 12, 2025

‘Davi: Nasce um Rei’: filme supera Bob Esponja e registra recorde

A animação bíblica Davi – Nasce um Rei foi lançada nos Estados Unidos e, no mesmo período de exibição, registrou público superior ao de Bob Esponja, conforme a divulgação do projeto. A produção também apareceu com 98% de aprovação da audiência na plataforma Rotten Tomatoes.

No Brasil, o filme tem estreia marcada para quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, exclusivamente nos cinemas, durante o período de férias escolares. A pré-venda de ingressos está prevista para quinta-feira, 08 de janeiro de 2026.

A divulgação no país inclui mobilização de famílias, igrejas e lideranças cristãs, com organização de caravanas para sessões em grupo. Para compras únicas acima de 20 pessoas, foi anunciada a campanha “Todos Pagam Meia”.

A sinopse apresenta a trajetória de Davi com foco no período anterior ao reinado e no confronto com Golias: “Das canções de sua mãe que embalavam seu coração às silenciosas conversas com um Deus fiel, a trajetória de Davi nasce da devoção e da escuta interior. Quando o gigante Golias surge para intimidar um povo inteiro, é esse jovem pastor — munido apenas de coragem e uma fé inabalável — quem decide enfrentar o impossível. Sua jornada culmina em uma batalha que vai muito além de uma coroa: é a luta pela identidade, pela fé e pela alma de um reino inteiro”.

A animação é inspirada na narrativa bíblica do rei Davi e acompanha um jovem pastor que enfrenta Golias, em uma jornada apresentada como marcada por fé, coragem e propósito. A distribuição é da Heaven Content, em parceria com a 360 WayUp.

A direção é assinada por Phil Cunningham, em parceria com Brent Dawes, com roteiro de Kyle Portbury e Sam Wilson.