'Deus me libertou do cativeiro', diz Lucélia ao lembrar do cárcere

Lucélia Rodrigues da Silva, hoje com 32 anos, comemorou no último sábado (15) os 17 anos de sua libertação de um período de abuso e maus-tratos que sofreu quando tinha apenas 12 anos, quando foi encontrada no cárcere.

Em 2008, ela foi resgatada pela polícia de um cativeiro em um apartamento de Goiânia, onde havia sido mantida acorrentada e amordaçada por dois anos. O resgate aconteceu após uma denúncia de um vizinho, que alertou as autoridades sobre a situação da jovem, que havia sido adotada ilegalmente por Sílvia Calabresi Lima, uma empresária da cidade.

Em uma postagem em suas redes sociais, Lucélia relembrou o momento de sua libertação: “Hoje, 15 de março de 2025, comemoro 17 anos que Deus me libertou desse cativeiro, um lugar de medo e de muita dor!”.

Ela compartilhou que, durante o tempo em que esteve presa, clamava a Deus por ajuda, e foi com muita fé que, finalmente, no dia de seu resgate, ela sentiu a intervenção divina: “Eu orei, clamei o Senhor Jesus e Ele me ouviu, finalmente eu fui liberta”, testemunhou.

Após ser resgatada, Lucélia foi levada para um abrigo e logo foi adotada por um casal de pastores, com quem formou uma nova família. A agressora, Sílvia Calabresi Lima, foi condenada a 15 anos de prisão pelos abusos cometidos.

Em sua recuperação, Lucélia afirmou que, apesar dos traumas vividos, ela conseguiu perdoar sua agressora, destacando a cura que experimentou ao longo dos anos: “Eu posso contemplar as maravilhas de Deus na minha vida todos os dias! Obrigada Senhor, eu nunca irei me esquecer o que tens feito por mim! Sou um milagre e estou aqui.”

Atualmente, Lucélia é missionária, casada e mãe de três filhos. Ela compartilha seu testemunho de superação e fé, inspirando outros com sua jornada de cura e resiliência. “Meu sonho era casar e ter família. Casei. Realizei meu sonho de ser mãe. Minha família é meu bem maior”, disse em uma entrevista anterior. Lucélia agora busca dar aos seus filhos o amor que nunca recebeu na infância.

O caso de Lucélia ganhou repercussão nacional em 2008, ao revelar a crueldade dos abusos sofridos pela jovem. De acordo com as investigações, Lucélia havia sido levada para morar com a empresária para estudar, com a autorização de sua mãe.

Tortura constante

No entanto, ela foi submetida a trabalhos forçados, agressões diárias e torturas físicas, incluindo o uso de instrumentos como um alicate, que, segundo o inquérito, foi utilizado para cortar sua língua. Outras formas de tortura incluíam privação de alimentos e agressões com pimenta.

Além de Sílvia, o marido da empresária e a empregada da casa também foram condenados. O marido recebeu uma pena de um ano e oito meses por omissão, e a empregada foi sentenciada a sete anos de prisão por sua participação no crime.

Em setembro de 2008, a mãe de Lucélia, Joana d’Arc da Silva, foi julgada sob a acusação de ter recebido dinheiro para entregar sua filha à empresária, mas foi absolvida. A Justiça também determinou que o casal condenado pagasse uma indenização de R$ 380 mil a Lucélia, por danos morais e estéticos, além de verbas trabalhistas.

O testemunho de Lucélia continua a ser um exemplo de fé, força e superação, refletindo sua jornada de cura e de reconstrução de uma vida cheia de esperança e realizações. Com informações: Guiame.

Evangélicos são ameaçados e proibidos de fazer 'intervalo bíblico'

Em dezembro de 2024, um grupo de estudantes evangélicos da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) foi proibido de realizar seus encontros semanais de oração, também conhecidos como intervalo bíblico, no campus da unidade, gerando um debate sobre liberdade religiosa e a laicidade do Estado.

O coletivo, chamado “CRU UDESC”, realiza essas reuniões desde 2016 em espaços públicos da universidade, com uma média de 10 participantes por encontro.

Esses momentos, pacíficos e sem prejuízo ao funcionamento da instituição, seguem a prática de grupos semelhantes ao redor do mundo, como na Universidade de Harvard e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A proibição ocorreu após uma reunião convocada pela Diretora-Geral do Centro de Artes, Design e Moda (CEART), Daiane Dordete Steckert Jacobs. No encontro online, a diretora argumentou que as atividades do CRU violavam a laicidade do Estado e da universidade, além de ameaçar aplicar sanções disciplinares, denunciar as reuniões ao Ministério Público e interromper as atividades com a presença de seguranças.

Reação

Em resposta, o grupo suspendeu suas atividades e buscou apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE). Em 12 de março de 2025, a ANAJURE enviou uma notificação extrajudicial ao reitor da UDESC, destacando que a ação da diretora violava o direito à liberdade religiosa dos estudantes.

A associação explicou que a laicidade não exclui a expressão religiosa nos espaços públicos, mas garante que todas as crenças possam ser manifestadas livremente. De acordo com a ANAJURE, a proibição do CRU foi um uso indevido do poder administrativo, sem respaldo legal.

A notificação também apontou discriminação religiosa, destacando que outros grupos religiosos, como o católico GOU e eventos relacionados a religiões afro-brasileiras, como o “Sambas da Macumba” e o “Tambor de Crioula”, ocorreram na universidade sem restrições, informou a Gazeta do Povo.

A ANAJURE argumentou que essa disparidade no tratamento configuraria discriminação religiosa, e que a UDESC deveria garantir a liberdade de reunião e expressão religiosa aos membros do CRU UDESC.

A associação pediu que a universidade revogasse a proibição e assegurasse aos estudantes evangélicos o direito de realizar suas atividades sem sofrerem punições administrativas.

O caso, que se assemelha ao episódio recente envolvendo intervalo bíblico nas escolas públicas de Pernambuco, alvo de reação do Ministério Público, continua gerando discussões sobre os limites da laicidade no ambiente acadêmico e o direito à liberdade religiosa em instituições públicas.

Intervalos bíblicos: Ministério Público recua e oração entre alunos seguirá livre em PE

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Denzel Washington diz que hoje sabe que nasceu para pregar

Em um vídeo divulgado no YouTube na quinta-feira, o ator Denzel Washington compartilhou sua experiência de fé com os membros do time de futebol americano da Universidade do Colorado em Boulder, comandado pelo renomado treinador Deion Sanders.

O encontro ocorreu após Denzel ser batizado e receber licença para iniciar seu preparo ministerial, marcando uma fase significativa de sua jornada de fé.

Durante a videoconferência, ele iniciou sua fala com uma citação de Salmos 19:14: “Em tudo o que eu disser, que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis aos olhos de Deus”.

Ele falou sobre sua transformação pessoal, mencionando que cresceu em um ambiente cristão, mas passou por uma fase em que rejeitou e até “odiava Deus”: “Eu amava a Deus. Eu apreciava a Deus, mas não tive paciência com Deus”, relatou. Ele enfatizou o conceito de graça divina, afirmando: “Deus não teve nada além de paciência comigo”.

Aos 70 anos, Denzel refletiu sobre o propósito de sua vida, destacando que, embora todos tenham diferentes “plataformas” e talentos, a verdadeira missão vai além do sucesso profissional. “Deus não o colocou aqui para jogar futebol”, afirmou.

O ator alertou os atletas sobre a fragilidade das carreiras esportivas, que podem ser interrompidas por lesões, e afirmou que todos têm o “potencial dado por Deus para serem grandes”.

Ele também compartilhou sua própria trajetória, lembrando que, embora nunca tenha sonhado em ser ator, descobriu que a atuação era seu dom dado por Deus. “Deus não me colocou neste planeta para atuar; Deus me colocou neste planeta para pregar”, destacou.

Washington também contou sobre uma conversa com uma cliente do salão de beleza de sua mãe, que previu que ele viajaria o mundo para pregar. Ele sugeriu que sua palestra para o time de futebol americano universitário poderia ser uma manifestação dessa profecia.

Denzel também mencionou seu passado tumultuado, revelando que já se envolveu com drogas e atividades criminosas durante a adolescência. “Só pela graça de Deus eu não fui para a prisão”, disse. Ele compartilhou detalhes de sua infância, incluindo uma experiência em que quase foi pego em flagrante enquanto usava drogas, mas foi poupado, o que ele interpretou como uma prova do amor de Deus.

Concluindo sua fala, Denzel Washington aconselhou os jogadores a começarem o dia com um momento de silêncio: “Levante-se de manhã e fique quieto, não estou falando sobre oração, estou falando apenas sobre ficar quieto, coloque os pés no chão. Tente tirar dois minutos e apenas fique quieto. Respire. Ouça”, disse ele.

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Igrejas que perderam fiéis na pandemia voltam a crescer

Um estudo recente da Lifeway Research revelou que 52% das igrejas protestantes nos Estados Unidos observaram um aumento na frequência aos cultos desde o fim da pandemia de COVID-19.

O relatório, publicado na terça-feira, detalha que esse aumento foi de pelo menos 4% nos últimos dois anos. No entanto, 33% das congregações disseram que a frequência estagnou, variando entre um pequeno declínio de até 4% ou um crescimento igualmente modesto, enquanto 15% das igrejas reportaram uma queda superior a 4%.

Entre as diferentes denominações, os resultados também mostraram variações. Congregações evangélicas registraram o maior aumento, com 57% delas relatando um crescimento de pelo menos 4%, comparado a 46% das congregações protestantes tradicionais.

As congregações pentecostais e batistas também se destacaram, com 62% e 59% dessas igrejas, respectivamente, observando um aumento de pelo menos 4%. Por outro lado, igrejas metodistas e luteranas registraram números mais baixos, com 43% e 37%, respectivamente.

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, comentou sobre os resultados, afirmando que o crescimento observado foi impulsionado pelo retorno das pessoas à frequência regular de cultos após o período de afastamento durante a pandemia.

McConnell também destacou que, embora a maioria dos pastores desejasse que esse retorno tivesse ocorrido mais rapidamente, o crescimento observável ainda oferece otimismo, embora o futuro dependa de novos contatos e evangelismo.

A pesquisa, realizada entre 17 de setembro e 8 de outubro de 2024, com 1.001 pastores protestantes, também revelou que 28% das igrejas reportaram entre 20 ou mais novos compromissos com Jesus Cristo nos últimos 12 meses, indicando um leve aumento nas conversões por participante.

McConnell afirmou que, embora os números ainda estejam abaixo dos níveis pré-pandemia, as igrejas estão sendo mais intencionais em sua abordagem evangelística, especialmente para alcançar a próxima geração e aqueles fora da igreja.

Adicionalmente, um estudo de 2023 do Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa da Universidade Internacional de Hartford revelou que, embora um terço das igrejas pesquisadas tenha visto um aumento na frequência, mais da metade relatou um declínio em relação ao período pré-pandemia.

De acordo com informações do The Christian Post, a pesquisa sugere que, embora as congregações ainda mantenham um otimismo cauteloso, o impacto da pandemia na frequência e nas trajetórias de crescimento permanece significativo.

Ex-pastor que matava fiéis que deixavam sua igreja é condenado

O ex-pastor Edimar da Silva Brito foi condenado a 32 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato da pastora e professora universitária Marcilene Oliveira Sampaio e sua prima Ana Cristina Santos Sampaio, em janeiro de 2016, na cidade de Vitória da Conquista (BA).

O Tribunal do Júri da Comarca de Vitória da Conquista proferiu a decisão em março de 2025. A defesa de Edimar recorreu, apresentando um Habeas Corpus, com o objetivo de anular o julgamento. O pedido está em análise pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Contexto do crime

O assassinato foi motivado por uma disputa religiosa. Marcilene Oliveira Sampaio, que antes era uma das principais líderes na congregação liderada por Edimar, rompeu com o ex-pastor e fundou um novo templo, levando com ela parte dos fiéis da igreja.

Edimar, não aceitando a perda de seguidores, decidiu eliminar as responsáveis por essa dissidência, conforme revelado nos autos do processo. A juíza Ivana Pinto Luz, ao proferir a sentença, destacou que a disputa pela liderança religiosa foi o fator central para a tragédia.

O crime ocorreu na noite de 19 de janeiro de 2016, quando Edimar, acompanhado de dois cúmplices, Adriano Silva dos Santos e Fábio de Jesus Santos, interceptou a picape em que Marcilene e Ana Cristina viajavam.

O marido de Marcilene, Carlos Eduardo de Souza, também estava no veículo e foi sequestrado e espancado, mas conseguiu escapar após se jogar do carro em movimento.

Ele sobreviveu e denunciou Edimar à polícia. Marcilene e Ana Cristina foram brutalmente assassinadas a pedradas, em um ato de extrema violência, como constatado pela perícia.

Julgamento e condenação

Durante o julgamento, a tese do Ministério Público foi acolhida pelo Conselho de Sentença, que considerou Edimar culpado por homicídio qualificado, devido à premeditação e ao uso de meio cruel.

A juíza Ivana Pinto Luz salientou que o crime foi premeditado e motivado por vingança. A pena foi fixada em 32 anos de prisão, sendo 16 anos para cada homicídio. O tempo de prisão já cumprido por Edimar será descontado, mas ele permanecerá no regime fechado.

Defesa e alegações

A defesa de Edimar, por meio do advogado Antonio Rosa dos Santos, argumenta que houve erro judiciário e falhas na condução do julgamento. O principal ponto de contestação é a ausência de Carlos Eduardo de Souza no Tribunal do Júri.

A defesa alegou que ele não foi localizado para comparecer à sessão, e que o depoimento gravado deveria ter sido exibido aos jurados, o que não ocorreu devido a problemas técnicos.

A defesa considera que a juíza deveria ter dissolvido o Conselho de Sentença e realizado um novo julgamento, o que não foi feito. O caso agora aguarda a decisão do TJ-BA sobre o pedido de Habeas Corpus, segundo informações do portal Uol.

'Milagre', diz mãe de criança que voltou após ter parada cardíaca

No último domingo (16), Virgínia Fialho, nutricionista, compartilhou com seus seguidores um testemunho de fé e cura envolvendo seu filho, João, que sobreviveu a uma parada cardíaca após orações intensas, sem apresentar sequelas.

Virgínia relembrou o difícil momento vivido quase 15 anos atrás, quando seu filho João, ainda bebê, enfrentou uma parada cardíaca severa. Ele foi entubado e diagnosticado com pneumonia grave e uma infecção resistente ao tratamento médico.

“Os médicos fizeram tudo o que podiam, mas chegaram a dizer: ‘Agora, só Deus’”, relatou ela em um post nas redes sociais.

Durante o período de internação, a situação de João piorou com o avanço da pneumonia e da infecção. Virgínia, desesperada, clamou a Deus pela vida de seu filho. “No meio da minha dor, clamei ao Senhor e fiz um voto: ‘Se for da Tua vontade, devolve meu filho para mim, e eu testemunharei sobre o Teu poder’”, contou.

A mãe lembra com emoção o momento em que a pediatra da UTI trouxe a boa notícia: “Seu filho voltou a respirar sozinho. Se continuar assim, vamos extubar.”

Foi assim que João, contra todas as expectativas médicas, conseguiu respirar novamente e foi extubado. Os médicos haviam alertado para a possibilidade de sequelas devido à parada cardíaca e ao quadro crítico, mas João deixou o hospital sem nenhum dano permanente.

“Naquela madrugada, Deus operou um milagre. João voltou a respirar sozinho, foi extubado e, contra todas as expectativas médicas, saiu do hospital sem nenhuma sequela”, afirmou Virgínia, destacando a intervenção divina.

Maravilhas

Na sexta-feira (14), a pediatra Marta Dornellas, do interior de São Paulo, também compartilhou um testemunho de cura, relatando o caso de Davi, uma criança que foi declarada morta após um afogamento, mas retornou à vida após as orações da avó. O testemunho gerou uma onda de orações pela recuperação de Davi, que ainda segue em tratamento.

Virgínia, aproveitando a oportunidade, deixou uma mensagem nos comentários da publicação de Marta, encorajando a todos a confiarem no poder de Deus: “Estamos em oração, porque servimos a um Deus de milagres”, escreveu ela.

Ela concluiu com um poderoso testemunho pessoal: “Hoje, olho para o João e vejo um testemunho vivo de que Deus ainda faz milagres. Se você está passando por um momento difícil, lembre-se: nada é impossível para Deus. Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor. Hoje, compartilho esse testemunho porque sei que Deus tem o controle de tudo e faz segundo a Sua vontade. Ele é o Deus da vida, do impossível e dos milagres.”

Ação missionária impacta comunidade ribeirinha inteira

Um casal que reside em uma comunidade com 130 pessoas na Amazônia tem sido testemunha de uma transformação significativa por meio de uma ação missionaria.

Localizada no Rio Cuieras, a aproximadamente 10 horas de barco de Manaus, a Comunidade Nova Canaã tem sido alvo de várias iniciativas missionárias desde 2023. Recentemente, os voluntários da missão concentraram seus esforços na construção de uma nova casa para Cecílio de Oliveira Brito, de 64 anos, morador e membro da igreja local.

Na primeira visita dos voluntários à região, Cecílio e sua esposa Eliete, de 69 anos, foram conhecidos. O casal foi pioneiro na aceitação da mensagem religiosa na comunidade, desempenhando um papel fundamental no crescimento da ação missionária local.

Eles foram responsáveis pela doação de um terreno que hoje abriga a Casa Missionária e o Centro de Influência, espaços que oferecem suporte a famílias pastorais, voluntários e moradores.

Testemunho

A jornada de conversão de Cecílio teve início por meio de sua esposa. Em 2021, ao se mudarem para a Comunidade Nova Canaã, Eliete conheceu a cristã Maria de Jesus, que a apresentou uma mensagem sobre Deus.

Eliete passou a estudar a Bíblia com Maria e logo decidiu aceitar Cristo, optando pelo batismo, que foi realizado somente após a chegada de uma equipe missionária à comunidade.

Após dois anos, Eliete foi batizada. Ela, então, passou a pregar para o marido, que lutava contra o alcoolismo e outros vícios. Foi quando Cecílio, ao se deparar com a Palavra de Deus, decidiu mudar sua vida.

“Aqui eu sou um testemunho vivo para a comunidade. Os moradores me veem como um novo homem depois que a Palavra me alcançou”, declarou Cecílio, segundo o Guiame.

Agora, a igreja local está se mobilizando para construir um novo lar para Cecílio, reforçando o apoio contínuo a comunidades carentes e a transformação promovida pela fé.

Impacto na Comunidade

Graças ao trabalho dos missionários e da igreja local, os moradores da Comunidade Nova Canaã têm sido impactados positivamente. Raimundo Araújo, líder comunitário, destacou que a ajuda da igreja é o reflexo do “transbordar de Deus por meio das pessoas.”

“Vimos os milagres de Deus na vida de muitas pessoas: famílias inteiras sendo restauradas, libertas dos vícios, com vidas completamente transformadas. Um exemplo claro disso é o irmão Cecílio, que é um verdadeiro milagre de Deus, algo humanamente impossível”, afirmou Raimundo.

Arildo Coelho, líder religioso na região, também compartilhou sobre o progresso do trabalho missionário. “Estamos aqui seguindo a direção de Deus quanto ao avanço do projeto. À medida que surgem novas necessidades, procuramos avançar conforme a direção do Senhor”, afirmou.

Até o momento, 13 pessoas foram batizadas, e muitos moradores da comunidade expressaram interesse em estudar a Bíblia. Entre os novos convertidos estão Cecílio, Eliete e outras 11 pessoas que também optaram pelo batismo, refletindo o impacto positivo da missão na vida local.

‘Sou milagre’, diz Anderson Silva sobre seu diagnóstico de autismo

O pastor Anderson Silva compartilhou em suas redes sociais um novo relato sobre seu diagnóstico de autismo e TDAH. A postagem na última terça-feira, 18 de março, incluía uma imagem de sua carteira de identificação como autista.

Na legenda da publicação o pastor abordou a visão que classificou como errônea de que o diagnóstico tem se tornado uma “moda”. Ele criticou o preconceito gerado pela falta de conhecimento sobre o tema e destacou que, até poucas décadas atrás, pessoas autistas eram tratadas em manicômios.

Anderson Silva revelou que só foi diagnosticado aos 44 anos, o que lhe proporcionou respostas para questões que sempre enfrentou. O pastor explicou que, embora tenha habilidades como pregador, possui dificuldades em interações sociais.

Um exemplo significativo dessa dificuldade ocorreu em 2023, quando ele deixou a liderança da Igreja Vivo por Ti devido aos desafios relacionados ao autismo.

Ele também mencionou o livro E por Falar em Autismo, do Dr. Valdir Aquino Ximenes, para contextualizar sua experiência. Silva descreveu-se como um homem com muitas ideias e projetos, mas com dificuldades em relacionamentos interpessoais, frequentemente afetados pelos impactos do TDAH e do autismo.

O pastor abordou ainda como sua impulsividade tem interferido em sua vida pessoal e profissional, detalhando uma conversa com sua psiquiatra sobre os desafios impostos pelo transtorno.

Por fim, Anderson Silva afirmou que não vê sua condição como um problema, mas sim como uma parte de sua identidade. Como pastor, escritor e pai de filhos neurodivergentes, ele concluiu com uma reflexão pessoal: “Por qual motivo Jesus não fez um milagre em mim?! Sério?! Eu sou o milagre!”.

Eduardo Bolsonaro fica nos EUA visando 'punições' contra Moraes

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou que solicitará licença do cargo na Câmara dos Deputados para se dedicar à busca por sanções contra os violadores dos direitos humanos, com foco específico em críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e à Polícia Federal.

Em uma postagem nas redes sociais [vídeo acima], ele afirmou ser alvo de perseguições e acusou a Polícia Federal de atuar de forma similar à Gestapo, a polícia secreta do regime nazista.

“Solicito minha licença sem remuneração para poder me dedicar inteiramente a essa causa e buscar sanções contra os violadores de direitos humanos. Aqui, poderei me concentrar em buscar as punições justas que Alexandre de Moraes e a sua Gestapo da Polícia Federal merecem”, afirmou Eduardo Bolsonaro.

O parlamentar, que estava em destaque para assumir a presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), uma função que gerou contestações dentro do Partido dos Trabalhadores (PT), partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou que seu foco agora será o apoio ao deputado Zucco (PL-RS), candidato à presidência do colegiado.

O deputado Zucco, por sua vez, contou com o apoio de Jair Bolsonaro, ex-presidente e pai de Eduardo. “A indicação do meu nome também foi endossada pelo presidente Jair Bolsonaro. Como sempre fui um bom soldado, vejo essa indicação como uma missão a ser cumprida”, disse Zucco.

Embora tenha reconhecido a complexidade da decisão, Eduardo Bolsonaro declarou que a licença seria a melhor forma de pressionar Alexandre de Moraes, visto que seu pai, Jair Bolsonaro, já foi condenado.

“Estamos buscando maneiras de pressionar Alexandre de Moraes a cessar o pacote de maldades que ele está promovendo. Não há como defender esse jogo no Brasil. Não importa quem você coloque para defender, seja Ruy Barbosa ou Jair Bolsonaro. Ele já está condenado”, afirmou, segundo o UOL.

O deputado destacou que, para enfrentar o que considera abusos de poder, será necessário tornar públicas as ações de Moraes, a fim de gerar um constrangimento e, quem sabe, até mesmo sanções contra ele.

“Será preciso expor o que ele está fazendo, as atrocidades que está cometendo, para gerar um constrangimento. E, talvez, até sanções, pois é aí que está o ponto vulnerável”, ressaltou.

“Decisão corajosa”

Parlamentares da base evangélica, como o deputado federal Sóstenes Cavalcante, classificaram a decisão de Eduardo como “corajosa” e importante para o atual momento do Brasil.

Por meio das redes sociais, Sóstenes elogiou o colega parlamentar, anunciando também uma coletiva de imprensa, junto a outros deputados, para demonstrar apoio público ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Minha total e irrestrita solidariedade à decisão corajosa e estratégica de @BolsonaroSP que, mais uma vez, demonstra seu compromisso inabalável com o Brasil ao abrir mão da presidência da Comissão de Relações Exteriores para seguir sua missão nos EUA.

— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) March 18, 2025

Ainda hoje, darei uma coletiva de imprensa ao lado dos líderes da oposição e da minoria para esclarecer todos os detalhes e reforçar nosso compromisso com a verdade e a democracia. #ForçaEduardo @BolsonaroSP

— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) March 18, 2025

Teto da Igreja Videira desaba durante instalação de energia solar

O teto da Igreja Videira, em Goiânia, desabou na manhã desta quarta-feira, 19 de março, durante as obras de instalação de placas fotovoltaicas. A informação foi confirmada pelo pastor Aluizio A. Silva.

Nas redes sociais da igreja, o pastor publicou um vídeo explicando o desmoronamento do teto do templo da Igreja Videira: “Tenho uma notícia muito ruim para dar a você. Hoje o teto da [igreja] Videira da Praça da Bíblia desmoronou”.

A reforma que estava em andamento permitiria que o templo fosse abastecido por energia solar: “Nós estamos nesse projeto de colocar a energia fotovoltaica, as placas, e ao que tudo indica o telhado não suportou o peso dessas placas, o que ocasionou o desmoronamento”, resumiu Aluizio A. Silva.

Demonstrando tristeza pelo ocorrido, o pastor destacou o alívio pelo episódio resultar em vítimas: “O nosso prédio está completamente destruído. Vamos ter que fazer outro prédio. Mas, graças a Deus, não houve nenhum incidente. Ninguém faleceu, ninguém morreu. Foram apenas perdas físicas. Perdas físicas a gente compra de novo, a gente restaura, reconstrói”.

Ao final, Aluizio convocou os membros da igreja a clamarem a Deus: “Na Sua graça o Senhor nos livrou de perdas maiores. Nesse momento, nós estamos aqui consternados e perplexos. Eu conto com a sua oração. Ore! Estamos nesse tempo de jejum. Ore para que o Senhor nos dê sabedoria para lidar com todo esse problema”.