‘Milagre’: ‘Experiências profundas com Deus’, diz Fernanda Brum

A cantora Fernanda Brum apresenta, após o sucesso de seus singles Enquanto Dói, Lamparina e Único, o aguardado álbum completo intitulado “Milagre”. Composto por 11 faixas, sendo 8 inéditas e 3 releituras, o projeto reflete uma jornada espiritual, oferecendo uma mensagem de esperança, fé e consolo.

Fernanda compartilha que o álbum é uma expressão de sua própria trajetória de fé. “Esse álbum carrega muito da minha história, de momentos em que eu clamei por respostas e precisei crer em Deus mesmo sem entender o processo. Canções que nasceram em meio a lágrimas, oração e muita esperança. Agora, elas vão alcançar o coração de muitas pessoas que também precisam de um ‘Milagre’”, afirmou a cantora.

O álbum também enfatiza a importância de refletir sobre o amor de Deus e a expectativa pela volta de Jesus. As músicas carregam uma mensagem de fé, com Fernanda transmitindo a confiança de que, mesmo nos momentos mais difíceis, podemos encontrar consolo e força no Senhor.

A cantora destaca a grande expectativa para o lançamento completo do projeto, afirmando que o público terá a oportunidade de compreender a história por trás de cada canção e o significado do título “Milagre”.

Entre as faixas, destaca-se A Noiva, uma canção inédita que reflete sobre a volta de Jesus e o grande encontro da noiva com o Messias. A letra, emocionada e cheia de esperança, traz uma adoração que anuncia o glorioso momento da volta do Senhor.

Outras faixas, como Enquanto Dói e Lamparina, também se destacam no álbum. Enquanto Dói, que foi um dos primeiros singles do projeto, transmite uma mensagem de força e confiança em Deus. Já Lamparina é inspirada na parábola bíblica das dez virgens (Mateus 25:1-13), ressaltando a vigilância e preparação para a chegada do Noivo, símbolo de Cristo.

A canção Único, que foi previamente lançada em versão com Fhop Music e Marco Telles, é uma releitura que destaca a grandeza de Deus e a importância de colocar a Ele acima de tudo. A música nos lembra da necessidade de humildade, de permitir que Deus cresça em nós e de nos rendermos à Sua soberania.

O projeto foi produzido por Emerson Pinheiro e gravado no renomado estúdio da Full Sail University, na Flórida. A produção conta com a colaboração da banda Quatro Por Um e do técnico Darren Schneider, um dos mais respeitados profissionais da música internacional.

Fernanda revela que o álbum foi fruto de uma experiência profundamente espiritual, vivenciada em oração e jejum, o que se reflete na intensidade e na unção de suas canções.

Com mais de 1.3 milhão de ouvintes no Spotify, Fernanda Brum é uma das artistas mais importantes da música cristã no Brasil. Com uma carreira consolidada, ela acumula quatro indicações ao Grammy Latino, das quais venceu duas vezes na categoria “Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa”.

Ao longo de sua trajetória, a cantora também recebeu diversos discos de ouro, platina e DVDs de sucesso. O álbum “Milagre” é um convite a todos para refletirem sobre a presença e a fidelidade de Deus, enquanto se preparam para o grande encontro com o Senhor.

Faixas do álbum:

  1. Tua Presença
  2. Clama Ana
  3. O Nardo
  4. Lamparina
  5. Enquanto Dói
  6. A Noiva
  7. Vou Profetizar
  8. Me Renova Outra Vez
  9. Um Milagre
  10. Tua Face
  11. Único

Preso no espaço, astronauta cristão prega antes de voltar à Terra

Congratulations to the @SpaceX and @NASA teams for another safe astronaut return!

Thank you to @POTUS for prioritizing this mission! https://t.co/KknFDbh59s

— Elon Musk (@elonmusk) March 18, 2025

Após nove meses a bordo da Estação Espacial Internacional, o astronauta da NASA Barry “Butch” Wilmore pode retornar à Terra na cápsula Dragon Freedom, da SpaceX. Porém, antes do resgate, ele aproveitou para falar de sua fé em Cristo.

A cápsula que pousou no Golfo do México, próximo à costa da Flórida, na noite de terça-feira, 18 de março de 2025, trouxe também a astronauta Suni Williams, que fazia parte da mesma missão. Eles estavam acompanhados dos astronautas Nick Hague, também da NASA, e Aleksandr Gorbunov, da Rússia e retornaram com segurança.

A experiência de Wilmore no espaço remonta a 2009, quando ele atuou como piloto do Ônibus Espacial Atlantis. Veterano da Marinha dos Estados Unidos, o Capitão Wilmore acumula mais de 8 mil horas de voo e 663 aterrissagens em porta-aviões, além de ter conduzido 21 missões de combate durante a Operação Tempestade no Deserto.

Fé em Jesus

Durante a entrevista concedida ao repórter Mark Strassman, da CBS News, antes de sua descida à Terra, Wilmore foi questionado sobre o aprendizado que tirou de sua missão no espaço.

Ele respondeu: “Minha perspectiva sobre tudo isso está diretamente ligada à minha fé. Ela está fundamentada no meu Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Ele está realizando Seu plano e Seus propósitos para Sua glória em toda a humanidade, e como isso se manifesta em nossas vidas é significativo e importante”.

O cantor e compositor cristão Sean Feucht compartilhou a entrevista nas redes sociais, elogiando a declaração de fé de Wilmore, intitulando-a como “Pregando o Evangelho do espaço”.

Além de Wilmore, Suni Williams, piloto aposentada e condecorada da Marinha, também conquistou reconhecimento. Ela foi a primeira pessoa a correr uma maratona no espaço, em 2017, completando 42,16 quilômetros a bordo da Estação Espacial Internacional, sincronizando sua corrida com a Maratona de Boston.

A jornada dos astronautas, que inicialmente deveria durar apenas oito dias, foi prolongada para nove meses devido a uma série de contratempos, incluindo falhas nos propulsores, vazamentos de hélio e caminhadas espaciais programadas.

Esses atrasos, além de outras alegações e controvérsias, afetaram suas famílias. O astronauta Wilmore, que perdeu grande parte do último ano da filha Logan no Ensino Médio, refletiu sobre os desafios dessa experiência.

Sua filha Daryn, que está na faculdade, expressou sua frustração com os atrasos, mencionando que “há muita política envolvida” e que questões não reveladas contribuíram para os problemas.

Wilmore, no entanto, manteve uma perspectiva serena, afirmando: “No entanto, como quer que isso se desenrole, eu estou em paz, pois entendo que Ele [Deus] está trabalhando em todas as coisas. Algumas coisas são boas. Consulte Hebreus capítulo 11, algumas coisas nos parecem não tão boas. Mas tudo está sendo realizado para o bem d’Ele, para aqueles que creem, e essa é a resposta”, declarou, de acordo com informações do Daily Citizen.

Magno Malta nega alcoolismo e diz que processará ator da Globo

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O senador Magno Malta (PL-ES) afirmou ter sido alvo de fake news após participar da manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro, pela anistia aos presos do 8 de janeiro. Segundo Malta, um vídeo seu foi manipulado para dar a impressão de que estava embriagado.

Ele declarou em um artigo que desde 2023 tem sido alvo de ataques sistemáticos nas redes sociais, com expressões como “puro malte” (um trocadilho com seu sobrenome) e “cachaceiro”, acusando-os de não serem coincidências, mas parte de uma estratégia para desmoralizá-lo e enfraquecer sua atuação política.

O senador afirmou, categoricamente, que nunca consumiu bebidas alcoólicas, nem mesmo em situações sociais. Ele destacou seu trabalho de mais de 40 anos dedicado à ajuda de dependentes químicos e vítimas do álcool e drogas: “São 43 anos de trabalho incessante”, enfatizou.

Além das acusações sobre o consumo de álcool, Malta denunciou ataques à sua condição física, relacionada a um tumor retirado de sua medula em 2000. Segundo ele, seus críticos usam sua maneira de andar, consequência dessa cirurgia, para atacá-lo de forma negativa.

Magno Malta também acusou um ator da Globo de zombar de sua dificuldade de locomoção, sem citar o nome do artista. Ele revelou que já identificou o responsável e anunciou que irá processá-lo nas esferas cível e criminal.

O parlamentar acredita que as fake news surgiram devido ao impacto da manifestação, que, segundo ele, incomodou. “Tentaram diminuir nossa mobilização dizendo que flopou, atacaram vários participantes e precisaram criar mais uma vez essa farsa contra mim”, disse.

Por fim, o senador afirmou que não se curvará diante das mentiras. “Minha história, meu trabalho e minha fé falam por mim. E eu não me curvo a nada, apenas diante de Deus”, concluiu no artigo publicado no portal Pleno News.

Cantoras Nicki Minaj e Beyoncé descrevem possessão demoníaca

As cantoras pop Nicki Minaj e Beyoncé deram depoimentos sobre suas performances como artistas em diferentes entrevistas, narrando a presença de espíritos que as sobrepõem quando estão no palco, o que foi entendido como possessão demoníaca nas redes sociais.

O vídeo que compila trechos das entrevistas concedidas pelas cantoras mostra Nicki Minaj chamando o espírito que a controla como “Roman”, a quem descreveu como um “garoto louco”, enquanto Beyoncé refere-se à entidade como “Sasha”.

“Roman é um garoto louco que vive em mim, e ele diz as coisas que eu não quero dizer. Ele nasceu, sabe, apenas alguns meses atrás. Acho que nasceu da raiva”, contou Minaj.

A cantora afirmou que tentou se livrar do espírito, mas não obteve sucesso: “Eu pedi para ele sair, mas não pode. Ele está aqui por uma razão que as pessoas o trouxeram, pessoas o conjuraram e agora ele não vai embora”.

Beyoncé adota o mesmo tom, afirmando que o espírito que a possui também age de formas que não são naturais para ela, o que sugere uma possessão demoníaca: “Eu sou meio tímida, não muito, mas bastante reservada. Nada como ‘Sasha’. Eu acho que não seria muito divertida no palco, então a Sasha se manifesta e ela é destemida. Ela pode fazer coisas que eu não posso fazer quando eu estou ensaiando”.

Segundo Beyoncé, sua performance natural fica abaixo do que “Sasha” alcança: “Quero dizer, eu posso até tentar, mas simplesmente não acontece”, descreveu.

A própria cantora afirmou lembrar do dia que esse espírito a possuiu, pouco antes de um show em uma premiação: “Eu me lembro um pouco antes de me apresentar, eu levantei as minhas mãos e foi a primeira vez que eu senti outra coisa entrar em mim. Eu soube que seria minha noite de demonstração para o BET Awards”, declarou.

'Deus me libertou do cativeiro', diz Lucélia ao lembrar do cárcere

Lucélia Rodrigues da Silva, hoje com 32 anos, comemorou no último sábado (15) os 17 anos de sua libertação de um período de abuso e maus-tratos que sofreu quando tinha apenas 12 anos, quando foi encontrada no cárcere.

Em 2008, ela foi resgatada pela polícia de um cativeiro em um apartamento de Goiânia, onde havia sido mantida acorrentada e amordaçada por dois anos. O resgate aconteceu após uma denúncia de um vizinho, que alertou as autoridades sobre a situação da jovem, que havia sido adotada ilegalmente por Sílvia Calabresi Lima, uma empresária da cidade.

Em uma postagem em suas redes sociais, Lucélia relembrou o momento de sua libertação: “Hoje, 15 de março de 2025, comemoro 17 anos que Deus me libertou desse cativeiro, um lugar de medo e de muita dor!”.

Ela compartilhou que, durante o tempo em que esteve presa, clamava a Deus por ajuda, e foi com muita fé que, finalmente, no dia de seu resgate, ela sentiu a intervenção divina: “Eu orei, clamei o Senhor Jesus e Ele me ouviu, finalmente eu fui liberta”, testemunhou.

Após ser resgatada, Lucélia foi levada para um abrigo e logo foi adotada por um casal de pastores, com quem formou uma nova família. A agressora, Sílvia Calabresi Lima, foi condenada a 15 anos de prisão pelos abusos cometidos.

Em sua recuperação, Lucélia afirmou que, apesar dos traumas vividos, ela conseguiu perdoar sua agressora, destacando a cura que experimentou ao longo dos anos: “Eu posso contemplar as maravilhas de Deus na minha vida todos os dias! Obrigada Senhor, eu nunca irei me esquecer o que tens feito por mim! Sou um milagre e estou aqui.”

Atualmente, Lucélia é missionária, casada e mãe de três filhos. Ela compartilha seu testemunho de superação e fé, inspirando outros com sua jornada de cura e resiliência. “Meu sonho era casar e ter família. Casei. Realizei meu sonho de ser mãe. Minha família é meu bem maior”, disse em uma entrevista anterior. Lucélia agora busca dar aos seus filhos o amor que nunca recebeu na infância.

O caso de Lucélia ganhou repercussão nacional em 2008, ao revelar a crueldade dos abusos sofridos pela jovem. De acordo com as investigações, Lucélia havia sido levada para morar com a empresária para estudar, com a autorização de sua mãe.

Tortura constante

No entanto, ela foi submetida a trabalhos forçados, agressões diárias e torturas físicas, incluindo o uso de instrumentos como um alicate, que, segundo o inquérito, foi utilizado para cortar sua língua. Outras formas de tortura incluíam privação de alimentos e agressões com pimenta.

Além de Sílvia, o marido da empresária e a empregada da casa também foram condenados. O marido recebeu uma pena de um ano e oito meses por omissão, e a empregada foi sentenciada a sete anos de prisão por sua participação no crime.

Em setembro de 2008, a mãe de Lucélia, Joana d’Arc da Silva, foi julgada sob a acusação de ter recebido dinheiro para entregar sua filha à empresária, mas foi absolvida. A Justiça também determinou que o casal condenado pagasse uma indenização de R$ 380 mil a Lucélia, por danos morais e estéticos, além de verbas trabalhistas.

O testemunho de Lucélia continua a ser um exemplo de fé, força e superação, refletindo sua jornada de cura e de reconstrução de uma vida cheia de esperança e realizações. Com informações: Guiame.

Evangélicos são ameaçados e proibidos de fazer 'intervalo bíblico'

Em dezembro de 2024, um grupo de estudantes evangélicos da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) foi proibido de realizar seus encontros semanais de oração, também conhecidos como intervalo bíblico, no campus da unidade, gerando um debate sobre liberdade religiosa e a laicidade do Estado.

O coletivo, chamado “CRU UDESC”, realiza essas reuniões desde 2016 em espaços públicos da universidade, com uma média de 10 participantes por encontro.

Esses momentos, pacíficos e sem prejuízo ao funcionamento da instituição, seguem a prática de grupos semelhantes ao redor do mundo, como na Universidade de Harvard e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A proibição ocorreu após uma reunião convocada pela Diretora-Geral do Centro de Artes, Design e Moda (CEART), Daiane Dordete Steckert Jacobs. No encontro online, a diretora argumentou que as atividades do CRU violavam a laicidade do Estado e da universidade, além de ameaçar aplicar sanções disciplinares, denunciar as reuniões ao Ministério Público e interromper as atividades com a presença de seguranças.

Reação

Em resposta, o grupo suspendeu suas atividades e buscou apoio jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE). Em 12 de março de 2025, a ANAJURE enviou uma notificação extrajudicial ao reitor da UDESC, destacando que a ação da diretora violava o direito à liberdade religiosa dos estudantes.

A associação explicou que a laicidade não exclui a expressão religiosa nos espaços públicos, mas garante que todas as crenças possam ser manifestadas livremente. De acordo com a ANAJURE, a proibição do CRU foi um uso indevido do poder administrativo, sem respaldo legal.

A notificação também apontou discriminação religiosa, destacando que outros grupos religiosos, como o católico GOU e eventos relacionados a religiões afro-brasileiras, como o “Sambas da Macumba” e o “Tambor de Crioula”, ocorreram na universidade sem restrições, informou a Gazeta do Povo.

A ANAJURE argumentou que essa disparidade no tratamento configuraria discriminação religiosa, e que a UDESC deveria garantir a liberdade de reunião e expressão religiosa aos membros do CRU UDESC.

A associação pediu que a universidade revogasse a proibição e assegurasse aos estudantes evangélicos o direito de realizar suas atividades sem sofrerem punições administrativas.

O caso, que se assemelha ao episódio recente envolvendo intervalo bíblico nas escolas públicas de Pernambuco, alvo de reação do Ministério Público, continua gerando discussões sobre os limites da laicidade no ambiente acadêmico e o direito à liberdade religiosa em instituições públicas.

Intervalos bíblicos: Ministério Público recua e oração entre alunos seguirá livre em PE

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Denzel Washington diz que hoje sabe que nasceu para pregar

Em um vídeo divulgado no YouTube na quinta-feira, o ator Denzel Washington compartilhou sua experiência de fé com os membros do time de futebol americano da Universidade do Colorado em Boulder, comandado pelo renomado treinador Deion Sanders.

O encontro ocorreu após Denzel ser batizado e receber licença para iniciar seu preparo ministerial, marcando uma fase significativa de sua jornada de fé.

Durante a videoconferência, ele iniciou sua fala com uma citação de Salmos 19:14: “Em tudo o que eu disser, que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis aos olhos de Deus”.

Ele falou sobre sua transformação pessoal, mencionando que cresceu em um ambiente cristão, mas passou por uma fase em que rejeitou e até “odiava Deus”: “Eu amava a Deus. Eu apreciava a Deus, mas não tive paciência com Deus”, relatou. Ele enfatizou o conceito de graça divina, afirmando: “Deus não teve nada além de paciência comigo”.

Aos 70 anos, Denzel refletiu sobre o propósito de sua vida, destacando que, embora todos tenham diferentes “plataformas” e talentos, a verdadeira missão vai além do sucesso profissional. “Deus não o colocou aqui para jogar futebol”, afirmou.

O ator alertou os atletas sobre a fragilidade das carreiras esportivas, que podem ser interrompidas por lesões, e afirmou que todos têm o “potencial dado por Deus para serem grandes”.

Ele também compartilhou sua própria trajetória, lembrando que, embora nunca tenha sonhado em ser ator, descobriu que a atuação era seu dom dado por Deus. “Deus não me colocou neste planeta para atuar; Deus me colocou neste planeta para pregar”, destacou.

Washington também contou sobre uma conversa com uma cliente do salão de beleza de sua mãe, que previu que ele viajaria o mundo para pregar. Ele sugeriu que sua palestra para o time de futebol americano universitário poderia ser uma manifestação dessa profecia.

Denzel também mencionou seu passado tumultuado, revelando que já se envolveu com drogas e atividades criminosas durante a adolescência. “Só pela graça de Deus eu não fui para a prisão”, disse. Ele compartilhou detalhes de sua infância, incluindo uma experiência em que quase foi pego em flagrante enquanto usava drogas, mas foi poupado, o que ele interpretou como uma prova do amor de Deus.

Concluindo sua fala, Denzel Washington aconselhou os jogadores a começarem o dia com um momento de silêncio: “Levante-se de manhã e fique quieto, não estou falando sobre oração, estou falando apenas sobre ficar quieto, coloque os pés no chão. Tente tirar dois minutos e apenas fique quieto. Respire. Ouça”, disse ele.

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Igrejas que perderam fiéis na pandemia voltam a crescer

Um estudo recente da Lifeway Research revelou que 52% das igrejas protestantes nos Estados Unidos observaram um aumento na frequência aos cultos desde o fim da pandemia de COVID-19.

O relatório, publicado na terça-feira, detalha que esse aumento foi de pelo menos 4% nos últimos dois anos. No entanto, 33% das congregações disseram que a frequência estagnou, variando entre um pequeno declínio de até 4% ou um crescimento igualmente modesto, enquanto 15% das igrejas reportaram uma queda superior a 4%.

Entre as diferentes denominações, os resultados também mostraram variações. Congregações evangélicas registraram o maior aumento, com 57% delas relatando um crescimento de pelo menos 4%, comparado a 46% das congregações protestantes tradicionais.

As congregações pentecostais e batistas também se destacaram, com 62% e 59% dessas igrejas, respectivamente, observando um aumento de pelo menos 4%. Por outro lado, igrejas metodistas e luteranas registraram números mais baixos, com 43% e 37%, respectivamente.

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, comentou sobre os resultados, afirmando que o crescimento observado foi impulsionado pelo retorno das pessoas à frequência regular de cultos após o período de afastamento durante a pandemia.

McConnell também destacou que, embora a maioria dos pastores desejasse que esse retorno tivesse ocorrido mais rapidamente, o crescimento observável ainda oferece otimismo, embora o futuro dependa de novos contatos e evangelismo.

A pesquisa, realizada entre 17 de setembro e 8 de outubro de 2024, com 1.001 pastores protestantes, também revelou que 28% das igrejas reportaram entre 20 ou mais novos compromissos com Jesus Cristo nos últimos 12 meses, indicando um leve aumento nas conversões por participante.

McConnell afirmou que, embora os números ainda estejam abaixo dos níveis pré-pandemia, as igrejas estão sendo mais intencionais em sua abordagem evangelística, especialmente para alcançar a próxima geração e aqueles fora da igreja.

Adicionalmente, um estudo de 2023 do Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa da Universidade Internacional de Hartford revelou que, embora um terço das igrejas pesquisadas tenha visto um aumento na frequência, mais da metade relatou um declínio em relação ao período pré-pandemia.

De acordo com informações do The Christian Post, a pesquisa sugere que, embora as congregações ainda mantenham um otimismo cauteloso, o impacto da pandemia na frequência e nas trajetórias de crescimento permanece significativo.

Ex-pastor que matava fiéis que deixavam sua igreja é condenado

O ex-pastor Edimar da Silva Brito foi condenado a 32 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato da pastora e professora universitária Marcilene Oliveira Sampaio e sua prima Ana Cristina Santos Sampaio, em janeiro de 2016, na cidade de Vitória da Conquista (BA).

O Tribunal do Júri da Comarca de Vitória da Conquista proferiu a decisão em março de 2025. A defesa de Edimar recorreu, apresentando um Habeas Corpus, com o objetivo de anular o julgamento. O pedido está em análise pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

Contexto do crime

O assassinato foi motivado por uma disputa religiosa. Marcilene Oliveira Sampaio, que antes era uma das principais líderes na congregação liderada por Edimar, rompeu com o ex-pastor e fundou um novo templo, levando com ela parte dos fiéis da igreja.

Edimar, não aceitando a perda de seguidores, decidiu eliminar as responsáveis por essa dissidência, conforme revelado nos autos do processo. A juíza Ivana Pinto Luz, ao proferir a sentença, destacou que a disputa pela liderança religiosa foi o fator central para a tragédia.

O crime ocorreu na noite de 19 de janeiro de 2016, quando Edimar, acompanhado de dois cúmplices, Adriano Silva dos Santos e Fábio de Jesus Santos, interceptou a picape em que Marcilene e Ana Cristina viajavam.

O marido de Marcilene, Carlos Eduardo de Souza, também estava no veículo e foi sequestrado e espancado, mas conseguiu escapar após se jogar do carro em movimento.

Ele sobreviveu e denunciou Edimar à polícia. Marcilene e Ana Cristina foram brutalmente assassinadas a pedradas, em um ato de extrema violência, como constatado pela perícia.

Julgamento e condenação

Durante o julgamento, a tese do Ministério Público foi acolhida pelo Conselho de Sentença, que considerou Edimar culpado por homicídio qualificado, devido à premeditação e ao uso de meio cruel.

A juíza Ivana Pinto Luz salientou que o crime foi premeditado e motivado por vingança. A pena foi fixada em 32 anos de prisão, sendo 16 anos para cada homicídio. O tempo de prisão já cumprido por Edimar será descontado, mas ele permanecerá no regime fechado.

Defesa e alegações

A defesa de Edimar, por meio do advogado Antonio Rosa dos Santos, argumenta que houve erro judiciário e falhas na condução do julgamento. O principal ponto de contestação é a ausência de Carlos Eduardo de Souza no Tribunal do Júri.

A defesa alegou que ele não foi localizado para comparecer à sessão, e que o depoimento gravado deveria ter sido exibido aos jurados, o que não ocorreu devido a problemas técnicos.

A defesa considera que a juíza deveria ter dissolvido o Conselho de Sentença e realizado um novo julgamento, o que não foi feito. O caso agora aguarda a decisão do TJ-BA sobre o pedido de Habeas Corpus, segundo informações do portal Uol.

'Milagre', diz mãe de criança que voltou após ter parada cardíaca

No último domingo (16), Virgínia Fialho, nutricionista, compartilhou com seus seguidores um testemunho de fé e cura envolvendo seu filho, João, que sobreviveu a uma parada cardíaca após orações intensas, sem apresentar sequelas.

Virgínia relembrou o difícil momento vivido quase 15 anos atrás, quando seu filho João, ainda bebê, enfrentou uma parada cardíaca severa. Ele foi entubado e diagnosticado com pneumonia grave e uma infecção resistente ao tratamento médico.

“Os médicos fizeram tudo o que podiam, mas chegaram a dizer: ‘Agora, só Deus’”, relatou ela em um post nas redes sociais.

Durante o período de internação, a situação de João piorou com o avanço da pneumonia e da infecção. Virgínia, desesperada, clamou a Deus pela vida de seu filho. “No meio da minha dor, clamei ao Senhor e fiz um voto: ‘Se for da Tua vontade, devolve meu filho para mim, e eu testemunharei sobre o Teu poder’”, contou.

A mãe lembra com emoção o momento em que a pediatra da UTI trouxe a boa notícia: “Seu filho voltou a respirar sozinho. Se continuar assim, vamos extubar.”

Foi assim que João, contra todas as expectativas médicas, conseguiu respirar novamente e foi extubado. Os médicos haviam alertado para a possibilidade de sequelas devido à parada cardíaca e ao quadro crítico, mas João deixou o hospital sem nenhum dano permanente.

“Naquela madrugada, Deus operou um milagre. João voltou a respirar sozinho, foi extubado e, contra todas as expectativas médicas, saiu do hospital sem nenhuma sequela”, afirmou Virgínia, destacando a intervenção divina.

Maravilhas

Na sexta-feira (14), a pediatra Marta Dornellas, do interior de São Paulo, também compartilhou um testemunho de cura, relatando o caso de Davi, uma criança que foi declarada morta após um afogamento, mas retornou à vida após as orações da avó. O testemunho gerou uma onda de orações pela recuperação de Davi, que ainda segue em tratamento.

Virgínia, aproveitando a oportunidade, deixou uma mensagem nos comentários da publicação de Marta, encorajando a todos a confiarem no poder de Deus: “Estamos em oração, porque servimos a um Deus de milagres”, escreveu ela.

Ela concluiu com um poderoso testemunho pessoal: “Hoje, olho para o João e vejo um testemunho vivo de que Deus ainda faz milagres. Se você está passando por um momento difícil, lembre-se: nada é impossível para Deus. Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor. Hoje, compartilho esse testemunho porque sei que Deus tem o controle de tudo e faz segundo a Sua vontade. Ele é o Deus da vida, do impossível e dos milagres.”