Igreja Batista Central de Vitória na Campanha de Missões Mundiais

No próximo domingo, 16 de março, a Igreja Batista Central de Vitória (IBCV) dará início à Campanha de Missões Mundiais 2025, com o tema “No Amor do Pai – Vamos Completar a Missão”.

O evento, que tem como objetivo mobilizar a Igreja sobre a importância de levar o Evangelho a todas as nações, ocorrerá durante o culto às 18 horas, no templo da IBCV, localizado na Rua Washington Pessoa, 80, no bairro Moscoso, em Vitória (ES).

A campanha foi apresentada oficialmente em fevereiro, durante a 104ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, realizada em Recife (PE). O foco central da mobilização é conscientizar a congregação sobre o papel fundamental da igreja na obra missionária global e fortalecer o compromisso com o envio de missionários a diversas partes do mundo.

Raquiele Pinheiro, promotora de Missões da IBCV, enfatizou a importância da campanha. “Somos chamados a cumprir a missão que Jesus nos confiou. No amor do Pai, nos unimos como igreja para apoiar e enviar missionários aos lugares que mais precisam da Palavra de Deus”, afirmou.

O culto de abertura incluirá momentos de louvor, oração e a partilha de testemunhos sobre o impacto das missões ao redor do mundo.

De acordo com a revista Comunhão, a IBCV convida toda a comunidade para participar deste evento especial, sugerindo que, se possível, os participantes se vistam de acordo com a cultura de algum país, como forma de reforçar o envolvimento na causa missionária.

Serviço:

Evento: Abertura da Campanha de Missões Mundiais 2025

Tema: “No Amor do Pai – Vamos Completar a Missão”

Data: 16 de março

Horário: 18 horas

Local: Igreja Batista Central de Vitória (IBCV)

Endereço: Rua Washington Pessoa, 80, bairro Moscoso – Vitória (ES)

Entrada: Gratuita

Grávida, cristã é condenada por ser contra 'a lei islâmica', no Irã

No último sábado (8), Dia Internacional da Mulher, Narges Nasri, uma cristã grávida de 37 anos, foi condenada a 16 anos de prisão por um tribunal islâmico no Irã.

A sentença foi proferida pela juíza Iman Afshari, do Tribunal Revolucionário, que acusou Narges de ser membro de uma igreja doméstica e realizar “atividades de propaganda contrárias à lei islâmica”.

De acordo com a organização Article 18, que defende a liberdade religiosa, Narges também foi acusada de “propaganda contra o Estado” por ter expressado apoio ao movimento “Mulheres, Vida, Liberdade” nas redes sociais.

Além disso, ela foi sentenciada por receber assistência financeira de uma organização estrangeira, o que é considerado crime pelas autoridades iranianas.

Steve Dew-Jones, do Article 18, explicou que a acusação de envolvimento com organizações externas é tratada com severidade pela legislação iraniana.

“O Artigo 500 prevê uma sentença mais dura quando há evidências de financiamento ou envolvimento organizacional do exterior”, afirmou. Dew-Jones também ressaltou que essa lei tem sido frequentemente utilizada contra iranianos que se convertem do Islã para o cristianismo.

Intolerância generalizada

Narges não foi a única a ser condenada. Outros dois ex-muçulmanos, Abbas Soori (48 anos) e Mehran Shamloui (37 anos), que também se converteram ao cristianismo, receberam sentenças de prisão.

Abbas foi condenado a 15 anos de detenção por “atividades de propaganda” e por ser membro de uma igreja doméstica, enquanto Mehran recebeu uma sentença de 10 anos e 8 meses por frequentar igrejas e evangelizar.

Além das penas de prisão, os três cristãos também foram multados. Narges e Abbas foram multados em 3.500 dólares cada, enquanto Mehran foi multado em 2.750 dólares.

A privação de direitos sociais, como acesso a saúde, emprego e educação, também foi imposta a todos. Narges e Abbas, especificamente, terão restrições adicionais: serão proibidos de pertencer a qualquer grupo e não poderão residir em Teerã nem deixar o Irã por dois anos após a libertação.

Os três cristãos foram presos em 3 de novembro do ano passado, durante uma série de invasões realizadas simultaneamente em suas casas em Teerã. Durante a operação, agentes de inteligência confiscarem itens pessoais, incluindo Bíblias, cruzes e instrumentos musicais. O músico Mehran teve equipamentos avaliados em cerca de 5.500 dólares apreendidos.

Perseguição aos cristãos no Irã

A perseguição religiosa no Irã, especialmente contra os cristãos, é intensa e institucionalizada. O regime islâmico do país segue rigorosamente a Sharia, e a propagação de qualquer religião que não seja o Islã é considerada crime.

A pena de morte é prevista para aqueles que insultam o profeta Maomé, e cidadãos muçulmanos não podem mudar ou renunciar à sua fé, conforme relatórios de organizações internacionais. Com informações: Christian Daily

Arqueólogos descobrem evidências da existência do rei Josias

Evidências arqueológicas reforçam a narrativa bíblica sobre a morte de Josias, último grande rei de Judá, algo que reforça a visão teológica sobre a veracidade dos textos bíblicos.

Pesquisadores anunciaram a descoberta de novos achados arqueológicos que lançam luz sobre a história bíblica da morte de Josias, o último rei de Judá, que foi morto pelo faraó egípcio Neco II. O evento, ocorrido em 609 a.C., na cidade de Megido, no norte de Israel, é uma das passagens mais significativas do Antigo Testamento.

O professor Israel Finkelstein, da Universidade de Haifa, e o Dr. Assaf Kleiman, da Universidade Ben-Gurion, apresentaram suas descobertas em publicações realizadas entre janeiro e fevereiro no “Scandinavian Journal of the Old Testament”.

Embora a maior parte da cidade de Megido já tenha sido escavada na década de 1920, novas escavações realizadas entre 2016 e 2022 focaram na região noroeste ainda não explorada.

O relatório revela que, durante as escavações no sítio arqueológico de Tel Megiddo, foram encontrados cinco compartimentos em um edifício que continham grandes quantidades de cerâmica egípcia e grega de baixa qualidade.

Segundo os pesquisadores, a presença desses artefatos sugere que se tratavam de resíduos deixados pelo exército de Neco, possivelmente acompanhado por mercenários gregos.

Forte evidência

Estudos realizados nos artefatos confirmaram que a cerâmica era genuinamente egípcia, proveniente do Vale do Nilo ou do Delta, e não uma imitação fabricada localmente. Assaf Kleiman comentou:

“Não se tratava de porcelana decorada de luxo, o que torna difícil argumentar que alguém em Megido, seja um deportado ou israelita sobrevivente, tenha decidido importar cerâmica egípcia de baixa qualidade.”

Os pesquisadores dataram a construção do edifício para meados do século VII a.C. e concluíram que os artefatos foram trazidos por Neco II durante a campanha militar do faraó, antes de serem abandonados.

Embora não haja evidências diretas da batalha entre Neco e Josias, os achados sugerem uma presença militar egípcia significativa na região durante o período em que a batalha é mencionada nos textos bíblicos.

A morte de Josias é descrita nas escrituras, especialmente em 2 Reis 23 e 2 Crônicas 36. O rei egípcio Neco II, da 26ª Dinastia do Egito, enfrentou o rei Josias, que governava Judá entre 640 e 609 a.C.

Neco estava a caminho do norte do Levante para ajudar os assírios e encontrou Josias em uma passagem de montanha, perto de Megido. A batalha resultou na morte de Josias, que, após sua morte, foi sucedido por Jeoacaz, escolhido pelos judeus, mas que acabou sendo levado como prisioneiro por Neco para o Egito.

Josias é notório por suas reformas religiosas, que buscaram erradicar a adoração a deuses estrangeiros e restaurar o Templo em Jerusalém. Sua morte é vista como um marco que antecedeu a queda de Jerusalém em 586 a.C. e o início do Exílio Babilônico.

Embora Josias seja amplamente conhecido por relatos bíblicos, não há referências sobre ele em registros egípcios ou babilônicos. No entanto, uma descoberta significativa em 2019, na Cidade de Davi, revelou um selo de argila do período do Primeiro Templo com a inscrição “Natan-Melech, servo do rei”, mencionando um de seus oficiais, o que ajuda a validar a figura histórica de Josias. Com informações: Israel365

‘O Teu Poder (Creio em Ti)’: música de Sarah Beatriz e Bruna Karla

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As cantoras Sarah Beatriz e Bruna Karla lançaram, nesta quinta-feira, 13 de março, a faixa O Teu Poder (Creio em Ti), disponível no canal da gravadora Musile Records.

A música, uma versão em português da canção Famous For (I Believe), originalmente escrita por Tauren Wells e lançada em 2020, exalta o poder de Deus e reforça a confiança inabalável n’Ele, destacando Sua grandeza e fidelidade.

Com mais de 90 milhões de reproduções e presença destacada em paradas como a Billboard, a versão em português foi gravada ao vivo em São Paulo e integra o novo projeto de Sarah Beatriz.

A parceria entre as duas artistas, que são amigas de longa data e figuras proeminentes da música cristã contemporânea, já era esperada pelos fãs. Bruna Karla, com mais de 20 anos de carreira e cerca de 3 bilhões de plays em suas músicas, comentou sobre a experiência da gravação:

“O que mais impactou foi ver uma multidão de jovens declarando o poder de Deus. Eu pude ver cada um com uma força e uma potência tão grandiosa, que tenho certeza de que eles vão usar isso lá fora para anunciar o evangelho do Senhor Jesus”.

Bruna, conhecida por sucessos como Cicatrizes e Advogado Fiel, também foi indicada ao Grammy Latino em 2024 com seu álbum “Ele é Jesus”. Por sua vez, Sarah Beatriz, com destaque em canções como Promessas e O Medo Não Vai Me Parar, vem consolidando uma carreira de sucesso com seu recente trabalho, incluindo lançamentos como Pentecostes e Deus Na Minha História.

A produção de O Teu Poder (Creio em Ti) foi assinada por Hananiel Eduardo, enquanto o vídeo da canção foi dirigido por Flauzilino Jr, segundo informações da assessoria de imprensa da Musile Records.

Evangélicos se unem às transmissões ao vivo de Frei Gilson

Um movimento crescente tem ganhado destaque nas redes sociais, com evangélicos participando das lives do Frei Gilson durante a Quaresma, que têm alcançado mais de 1 milhão de visualizações às 4h da manhã.

Embora muitos desses participantes não sigam as práticas da Igreja Católica, eles se mostram solidários ao frade, que recentemente tem sido alvo de duras críticas.

“Apesar de não ser católico, sou evangélico e acordei às 4h da manhã para acompanhar o Frei Gilson”, escreveu um internauta em X. Outro seguidor afirmou: “Sou evangélico e gosto muito do Frei Gilson. Sempre que posso, assisto suas lives. É uma benção. Toda honra e glória a Deus.”

O crescente apoio a Frei Gilson tem gerado reações intensas, especialmente de setores mais à esquerda, que o acusaram de ser “fascista”, “negacionista” e “oportunista”, principalmente devido à sua postura conservadora. Além disso, tentaram associá-lo ao padre José Eduardo, que está sob investigação da Polícia Federal.

Em meio às controvérsias, o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro manifestaram apoio ao frade. Bolsonaro afirmou que a fé cristã nunca se curvou à perseguição e reafirmou seu respaldo a Frei Gilson. Já Michelle, figura respeitada entre os evangélicos, também expressou solidariedade ao religioso.

Por que os evangélicos não seguem certas práticas católicas?

Embora o apoio a Frei Gilson seja expressivo, muitos evangélicos reconhecem as diferenças doutrinárias entre suas crenças e as práticas do frade. O rosário, por exemplo, é uma prática católica que envolve orações direcionadas à Virgem Maria, recitando “Ave-Marias” e “Pai-Nossos” enquanto se medita sobre episódios da vida de Jesus.

A Quaresma, por sua vez, é um período de 40 dias de preparação para a Páscoa, caracterizado por jejum, oração e penitência, conforme as tradições católicas.

Em contraste, os evangélicos não seguem essas práticas, uma vez que acreditam na oração direta a Deus, sem a intercessão de Maria ou dos santos. Além disso, a Quaresma não é parte do calendário litúrgico da maioria das igrejas evangélicas.

Ainda assim, a participação dos evangélicos nas lives de Frei Gilson reflete uma disposição em defender a liberdade religiosa e o direito de pregar o evangelho, mesmo diante das diferenças doutrinárias. Com informações: G1

Cada vez mais católicos têm frequentado cultos evangélicos, diz pesquisador da UFRJ

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Camarões: aldeia remota recebe primeiro templo cristão

Mama Marceline experimentou uma transformação significativa após sua conversão ao cristianismo no Camarões. Sua jornada de fé começou quando, após lutar contra uma doença que a obrigava viajar para a aldeia vizinha, Evodoula, onde conheceu um pastor.

Durante o encontro, ela aceitou Jesus como Salvador e afirmou: “Quando você tem Jesus, você tem vida”. Esse momento de fé resultou não só em sua cura física, mas também em um renascimento espiritual e uma forte motivação para compartilhar a fé com os outros.

A partir de sua experiência, Mama Marceline começou a orar, pedindo a Deus que salvasse seus amigos e vizinhos e que uma igreja fosse estabelecida em sua comunidade. Um mês depois, suas orações foram atendidas.

Seu marido comprou um terreno, e, com a ajuda de líderes cristãos, como o pastor Boniface Nomo, uma pequena igreja de telhado de palha foi construída em sua aldeia, Élalé.

Entretanto, a nova igreja enfrentou resistência. A comunidade local era hostil ao Evangelho, e o número de frequentadores nos cultos era pequeno, não ultrapassando sete pessoas. A situação, no entanto, começou a mudar quando a fonte de água da aldeia ficou poluída, causando uma epidemia de febre, diarreia e inflamação intestinal entre os moradores.

Com 70% da população doente, a igreja, por meio de missionários e organizações parceiras como a Africa Oasis, entrou em ação, de acordo com informações do AG News.

A Africa Oasis forneceu filtros de água, e os missionários David e Carol Schmidt, com o apoio do pastor camaronês Lawrence Kang, instalaram os filtros nas casas. Além disso, compartilharam o Evangelho com cada morador.

O pastor Lawrence usou os filtros como metáfora, dizendo: “Os filtros oferecem água física limpa, mas Jesus oferece a ‘água viva’”. O impacto foi imediato: duas semanas após a distribuição, a taxa de doenças caiu em 87%, conforme relatado pelo chefe da aldeia.

Com o tempo, a população local começou a reconhecer a compaixão demonstrada pela igreja, o que levou à aceitação do pastor Boniface e ao crescimento da congregação, que saltou de sete para mais de 50 membros. A igreja precisou de um novo local para os cultos, e, com o apoio da organização Africa Tabernacle Evangelism, foi construída uma nova igreja de estrutura de aço.

Após dois anos de liderança em Élalé, o pastor Boniface recebeu treinamento para o ministério em tempo integral e atualmente serve como pastor da comunidade. Hoje, quatro anos depois da conversão de Mama Marceline, essa aldeia em Camarões vive uma nova realidade: possui acesso à água potável, uma igreja saudável e um líder espiritual comprometido.

André Mendonça se torna pastor na Presbiteriana de Pinheiros

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No último domingo, 9 de março, o pastor André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu oficialmente a função de pastor adjunto na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, localizada em São Paulo.

A igreja é liderada pelo pastor Arival Dias Casimiro, e também conta com o pastor Hernandes Dias Lopes em seu ministério pastoral.

Mendonça, que já era reverendo presbiteriano antes de se tornar ministro da Justiça durante o governo de Jair Bolsonaro e, posteriormente, integrar a Suprema Corte, liderou seu primeiro culto na nova função com base no texto bíblico de Mateus 7.24-27, que trata da parábola sobre a casa construída sobre a rocha.

Em suas palavras iniciais, ele enfatizou a grande responsabilidade envolvida no ministério da Palavra de Deus: “Se há um ministério que pesa sobre mim, é o ministério do Evangelho, é ser ministro do Evangelho, porque se fala em nome de Deus. Tamanha responsabilidade e um pouco de privilégio”, afirmou Mendonça.

Embora tenha sido nomeado para o STF como um ministro com uma forte identificação evangélica, Mendonça tem enfrentado críticas por não adotar o estilo combativo de outros membros da corte. O fato gerou tanta controvérsia que, em razão das críticas, o canal no YouTube da igreja foi forçado a bloquear os comentários sobre o culto.

Em sua fala, o pastor também abordou as comparações e cobranças que recebe em relação ao seu comportamento. “Se Deus me mandar agir daquela forma, eu ajo, mas, enquanto Deus não me mandar, eu vou agir da forma como eu considero sábia. É assim que nós devemos agir. Seja sábio”, ensinou.

André Mendonça completou o sermão destacando a importância de buscar sabedoria em momentos difíceis, mesmo para aqueles que não o apreciam: “Que as pessoas te busquem, mesmo aqueles que não gostam de você, para ouvir conselhos nos momentos difíceis, e não o tenham como louco, intempestivo, uma pessoa irada que fala o que dá na telha e na cabeça a todo tempo”.

Dilúvio: evidências achadas em monte que seria local da Arca

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Durante o 7º Simpósio Internacional sobre o Monte Ararate e a Arca de Noé, realizado na Turquia, pesquisadores divulgaram novas evidências que apontam para um evento climático de grande magnitude na região que se assemelha ao dilúvio descrito na Bíblia.

A pesquisa, conduzida desde 2021 por uma equipe composta por cientistas da Universidade Técnica de Istambul, da Universidade Agri Ibrahim Cecen e da Universidade Andrews, concentra-se na formação Durupinar, uma estrutura geológica situada no cume do Monte Ararate, próximo à fronteira da Turquia com o Irã.

A formação Durupinar tem sido objeto de interesse há décadas devido à sua semelhança com a descrição da Arca de Noé presente na Bíblia. Segundo o relato no livro de Gênesis, a embarcação possuía “trezentos côvados de comprimento, cinquenta côvados de largura e trinta côvados de altura”. As dimensões da formação, que mede aproximadamente 150 metros de comprimento, coincidem com o relato bíblico.

No decorrer das pesquisas, a equipe coletou cerca de 30 amostras de solo e rocha do local. Análises realizadas na Universidade Técnica de Istambul revelaram a presença de fósseis de frutos do mar, como moluscos, além de vestígios de materiais semelhantes à argila e depósitos marinhos. Os testes de datação indicam que esses materiais remontam ao período Calcolítico, entre 3500 e 5000 a.C., época associada ao evento descrito na Bíblia.

O vice-reitor da Universidade Agri Ibrahim Cecen e pesquisador principal da equipe, Dr. Faruk Kaya, afirmou: “De acordo com os resultados iniciais, acredita-se que houve atividades humanas nesta região desde o período Calcolítico”. Ele destacou ainda que um dos principais desdobramentos do simpósio foi a decisão de expandir as pesquisas para as regiões de Cudi e Ararate, pertencentes à Mesopotâmia.

A descoberta de fósseis marinhos no Monte Ararate sugere que a região já esteve submersa, reforçando a possibilidade de um evento catastrófico. “Nossos estudos mostram que essa região abrigou vida naquele período e que, em algum momento, foi coberta por água, o que reforça a possibilidade de que tenha ocorrido um evento catastrófico de grande magnitude”, afirmaram os pesquisadores.

O Monte Ararate, com 5.137 metros de altitude, é o ponto mais elevado da Turquia. Segundo o relato bíblico em Gênesis 8:4, a Arca de Noé teria repousado sobre os “montes de Ararate” após o dilúvio.

A formação Durupinar foi descoberta em 1948 por um fazendeiro curdo e ganhou notoriedade internacional em 1951, quando o capitão do exército turco Ilhan Durupinar a identificou durante uma missão de mapeamento da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Desde então, o local tem sido alvo de expedições científicas e especulações sobre sua possível relação com o relato do Dilúvio bíblico.

Embora as novas descobertas tragam elementos relevantes para o estudo da história geológica da região, a identificação da formação Durupinar como a Arca de Noé ainda não possui consenso entre cientistas. Pesquisas adicionais serão necessárias para aprofundar a análise das evidências e determinar sua real importância no contexto arqueológico, segundo informações do The Jerusalem Post.

‘Odeio o meu pecado. Orem por mim’, diz Steven Lawson

O pastor Steven Lawson, afastado do ministério após um adultério, veio a público através de um pronunciamento por escrito no X, onde admitiu seu pecado, manifestou estar arrependido, e pediu orações para que ele e seu casamento sejam restaurados.

Steven Lawson é considerado um dos maiores nomes da teologia em todo o mundo, e antes de seu pecado vir à tona, liderava a Trinity Bible Church, em Dallas, no Texas (EUA), uma igreja em franco crescimento.

O caso veio à tona por iniciativa do próprio pregador, e o presbitério de sua igreja o afastou de maneira imediata, enfatizando que a Bíblia retrata “um Deus de ordem e santidade”, e por isso pecados precisam ser expostos e disciplinados.

Em sua publicação no X, o pastor admite a seriedade de seu erro e lamenta as consequências sobre sua família: “É com o coração partido que escrevo esta carta. Pequei gravemente contra o Senhor, contra minha esposa, minha família e contra inúmeros de vocês por ter um relacionamento pecaminoso com uma mulher que não era minha esposa”.

Ele explicou seu silêncio ao longo dos últimos seis meses afirmando que era necessário “examinar minha própria alma para determinar se meu arrependimento é real”. Superada a dúvida, Lawson foi categórico ao dizer “odeio o meu pecado, choro por ele e me afastei dele”.

“Meu pecado traz consequências enormes, e viverei com elas pelo resto da minha vida. Ao longo dos anos, muitos me procuraram em busca de orientação espiritual, e eu falhei com vocês. Peço seu perdão”, enfatizou.

“Por favor, orem pelo meu crescimento espiritual em semelhança a Cristo enquanto O sigo momento a momento durante esta temporada de recuperação. Sou grato pela graça imerecida de Deus no evangelho para estender Seu perdão total a mim. Novamente, peço seu perdão também”, reiterou o pastor.

Confira a íntegra do pronunciamento de Steven Lawson:

“É com o coração partido que escrevo esta carta. Pequei gravemente contra o Senhor, contra minha esposa, minha família e contra inúmeros de vocês por ter um relacionamento pecaminoso com uma mulher que não era minha esposa. Estou profundamente quebrado por ter traído e enganado minha esposa, devastado meus filhos, trazido vergonha ao nome de Cristo, reprovação à Sua igreja e danos a muitos ministérios.

Você pode se perguntar por que fiquei em silêncio e em grande parte invisível desde que a notícia do meu pecado se tornou conhecida. Precisei de tempo para examinar minha própria alma para determinar se meu arrependimento é real.

Só eu sou responsável pelo meu pecado. Confessei meu pecado ao Senhor, à minha esposa e à minha família e me arrependi dele. Passei os últimos meses examinando meu coração para descobrir as raízes do meu pecado e mortificá-las pela graça de Deus. Odeio meu pecado, choro por ele e me afastei dele.

Meu pecado traz consequências enormes, e viverei com elas pelo resto da minha vida. Ao longo dos anos, muitos me procuraram em busca de orientação espiritual, e eu falhei com vocês. Peço seu perdão.

Tenho passado por um extenso aconselhamento nos últimos cinco meses para enfrentar as questões difíceis que preciso abordar. Tenho lidado com questões de pecado que foram dolorosamente expostas em meu coração. Tenho me submetido em responsabilidade semanal a dois pastores e aos presbíteros de uma congregação local, que têm pastoreado minha alma. Também estou sob a supervisão de uma equipe de responsabilidade que monitora meu progresso e me dá conselhos sábios nas decisões que tenho que tomar.

Estou crescendo em graça, lendo e absorvendo a Palavra de Deus, colocando-a em prática, orando e me reunindo com outros crentes. Estou envolvido na vida da igreja, frequentando e participando de reuniões de oração, escola dominical, culto de adoração e tomando a comunhão semanalmente. Estou sendo alimentado com a Palavra no estudo bíblico do meio da semana. Por favor, orem pelo meu crescimento espiritual em semelhança a Cristo enquanto O sigo momento a momento durante esta temporada de recuperação.

Sou grato pela graça imerecida de Deus no evangelho para estender Seu perdão total a mim. Novamente, peço seu perdão também.

Enquanto continuo a fazer o trabalho árduo de arrependimento de busca da alma, não pretendo fazer mais comentários públicos no futuro próximo.

Por favor, ore pela misericórdia e graça do Senhor enquanto busco corrigir os pecados profundamente errados que cometi contra minha esposa e família, e que em Seu tempo e maneira Ele trará redenção e restauração em nosso casamento, para Sua glória”.

Steven Lawson

It is with a shattered heart that I write this letter. I have sinned grievously against the Lord, against my wife, my family, and against countless numbers of you by having a sinful relationship with a woman not my wife. I am deeply broken that I have betrayed and deceived my…

— Steven Lawson (@DrStevenJLawson) March 12, 2025

Malafaia diz que colocou Alexandre de Moraes ‘na mão de Deus’

O pastor Silas Malafaia afirmou que, em suas orações, colocou o ministro Alexandre de Moraes, assim como todos os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) nas mãos de Deus.

Malafaia, que lidera a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), participou de um encontro do Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro (Comerj), nesta quarta-feira, 12 de março.

O pastor afirmou que tem orado pelos integrantes da Suprema Corte do país, que têm ocupado manchetes por conta de decisões contestadas, além de atuação política, o que é vedado.

“[Sobre o STF] eu só dou um destaque. Em especial, o ministro Alexandre de Moraes. Entrego o Supremo [em oração] e dou um destaque. Não peço para matar, nada disso”, declarou o pastor.

A possibilidade de que Alexandre de Moraes um dia seja alcançado pelo Evangelho foi destacada por Malafaia: “Eu só coloco na mão de Deus, porque Deus sabe. Quem é que sabe se Deus quer salvar? Como é que vai fazer uma oração ‘Senhor, o Teu fogo consuma’. Eu não faço essa oração. Eu sei lá o que Deus quer”.

“Muitas vezes, Deus quer salvar um cara desses, e eu vou estar combatendo contra Deus? Então, é melhor eu entregar na mão de Deus e fazer a minha parte de cidadania”, finalizou.